No dia 25 de abril, Conde, cidade no estado da Paraíba, recebeu a Oficina Pedagógica das Olimpíadas de Saúde e Meio Ambiente 2018 (Obsma). O evento, realizado através de uma parceria com a Prefeitura, foi coordenado pela Regional Nordeste I e reuniu professores da rede pública na Escola Municipal Professora Noemia Alves de Sousa.
A pesquisadora Maria de Lourdes Maia, do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), promoveu um debate com os professores sobre a importância da educação no processo de saúde. Natural da Paraíba, a médica coordena a Assessoria Clínica de Bio-Manguinhos e integra a pesquisa sobre a vacina da febre amarela realizada pela Fiocruz em Conde, Caaporã e Alhandra. Os estudos são feitos em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB,) a Secretaria de Estado de Saúde e as prefeituras dessas três cidades.
As coordenadoras das Olimpíadas, Cristina Araripe, Ana Lucia Soutto Mayor e Zulma Medeiros também participaram das atividades em Conde (PB).
DVDs da VideoSaúde, a produtora de materiais audiovisuais em saúde da Fiocruz, foram distribuídos aos professores ao final da oficina.
Para saber como levar as Oficinas Pedagógicas para a sua cidade, acesse o site das Olimpíadas de Saúde e Meio Ambiente.
Fonte: Assessoria de comunicação da Obsma
Estão abertas as inscrições para o curso Malária na Atenção Básica à Saúde. A capacitação à distância é oferecida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), instituição integrante do Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), e busca sistematizar e ampliar o conhecimento de profissionais de saúde de nível superior que atuam na Atenção Básica em regiões endêmicas e não endêmicas para malária no Brasil.
A elaboração de seu conteúdo foi realizada por profissionais grande experiência e atuação na área da doença. Todos os envolvidos na construção do material ofertado estão vinculados a serviços públicos de saúde, entre eles o pesquisador do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas do INI, André Siqueira.
O curso com duração de 60 horas, é oferecido de forma totalmente gratuita sem intermediação direta de tutor, professor ou orientador e contando com recursos educacionais que envolvem modelagem 3D e animação gráfica que auxiliam na assimilação das principais práticas e conceitos. Para especialização, serão disponibilizadas dez mil vagas, sendo priorizadas a a profissionais de saúde de nível superior de todo o país vinculados ao SUS. Mas profissionais de outras áreas também podem acessar os conteúdos. O curso está dividido em quatro unidades: Malária - aspectos gerais, epidemiologia e ciclo do parasito; Diagnóstico epidemiológico, clínico e laboratorial da malária; Tratamento da malária; e Malária - vigilância, prevenção e controle da doença.
De acordo com o vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz e secretário executivo da UNA-SUS, Manoel Barral Netto, com o aparecimento de casos em áreas não endêmicas, torna-se necessário a atualização de profissionais de todo o país, especialmente aqueles que não estão habituados a pensar no diagnóstico da malária. “É muito importante para o sistema de saúde que esses casos sejam identificados precocemente. Por esse motivo, o curso tem uma vertente muito prática para ajudar os profissionais dessas duas áreas a manejar os casos oferecendo o tratamento adequado e oportunamente”, destaca.
As inscrições podem ser realizadas aqui até o dia 30 de junho. Os alunos terão até dia 30 de julho para finalizar sua qualificação. No fim do curso, haverá uma avaliação online, onde o aluno deverá conseguir pelo menos 60 % de acertos nas questões do teste para obter o certificado do curso.
Fonte: Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI)
A gente ama divulgar ciência! Ainda mais na área da saúde. E você?
A presidência da Fiocruz lançou, em março deste ano, um edital para a apresentação de propostas de projetos em divulgação científica no campo da saúde. Todos os interessados podem se inscrever até o dia 5 de maio.
O objetivo é inspirar um grande número de cientistas da instituição – de todas as idades, de níveis acadêmicos diferenciados (estudantes, jovens cientistas, pesquisadores sênior) e de distintas áreas do conhecimento – e sensibilizar seu protagonismo no processo de mediação entre ciência e sociedade, incrementando o diálogo com os cidadãos.
As propostas deverão ser enviadas para o e-mail: editaldc@fiocruz.br.
Para mais informações, acesse o edital completo.
Foto: Unsplash
O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) divulgou o edital do Curso de Especialização em Tecnologias Farmacêuticas. Com duração de 390h, o curso terá 30 vagas disponíveis. A inscrição para a especialização ocorre até o dia 4 de maio pela Plataforma Siga.
O objetivo dessa iniciativa é qualificar profissionais de nível superior com uma visão dinâmica e inovadora para atuação na cadeia de desenvolvimento de medicamentos, tornando-os agentes de promoção da saúde e do avanço.
Durante o curso, serão abordados assuntos relevantes para o desenvolvimento de produtos farmacêuticos, incluindo pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, controle de qualidade, tecnologias de produção, novos sistemas de liberação de fármacos e produtos biotecnológicos, embalagem e estabilidade farmacêutica, fitomedicamentos, pesquisa clínica, assuntos regulatórios e propriedade industrial.
Para mais informações, acesse o Portal Fiocruz.
O programa de Pós-graduação Stricto sensu em Biologia Celular e Molecular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) divulga a chamada de seleção pública de candidatos para os cursos de mestrado e doutorado 2018B. As inscrições serão realizadas através da Plataforma SiGA entre os dias 24 de abril e 5 de maio. Para cada modalidade serão disponibilizadas até 18 vagas. O objetivo do programa é a formação de recursos humanos com alta capacidade acadêmica e científica que atuem em pesquisa-ensino-produção em ênfase nas áreas de Biologia Celular e Molecular, Farmacologica e lmunologica.
Para mais informações, acesse o site do Programa de Pós-graduação Stricto sensu em Biologia Celular e Molecular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).
A World Mosquito Program (WMP/Fiocruz) acaba de lançar o curso Foto e vídeo: desafio saúde Fiocruz. A iniciativa tem o objetivo de ensinar adolescentes, entre 14 e 18 anos, que vivem em comunidades, a produzir de ensaios fotográficos e mini-documentários para denunciar problemas ambientais que contribuam para a proliferação de doenças causadas pelo Aedes aegypti.
O curso que será ministrado a partir do dia 10 de abril tem duração de 24h. Com uma proposta dinâmica, os alunos poderão escolher os temas mais importantes em seus territórios e, a partir deles, produzir fotografias e vídeos, em um aprendizado prático de comunicação para a cidadania.
No final do curso, as fotos e mini-documentários vão fazer parte de uma exposição nas unidades participantes. Os estudantes também visitarão o Museu da Vida na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Para seber mais informações, acesse o site Nave do Conhecimento.
Estão abertas até 22 de abril as inscrições para o processo seletivo do Curso de Atualização em Manejo e Controle das Leishmanioses para profissionais de nível superior. O curso, promovido pelo Instituto de Infectologia Evandro Chagas (INI), é coordenado por Aline Fagundes da Silva e tem por objetivo oferecer informações atualizadas sobre aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e medidas de prevenção e controle das Leishmanioses.
Com uma carga horária total de 40 horas, as aulas serão ministradas de 21 a 25 de maio de 2018. São oferecidas 40 vagas e podem candidatar-se profissionais saúde de nível superior que atuam na rede pública de saúde.
A atualização combinará aulas expositivas e debates sobre as seguintes temáticas: aspectos clínicos das leishmanioses tegumentar e visceral; diagnóstico laboratorial e imunológico das leishmanioses; Leishmanioses em animais domésticos; e epidemiologia e controle das leishmanioses, vigilância e serviços de informação.
Para mais informações, acesse o site do INI.
Nos dias 5 e 6 de abril, a Fiocruz sediará o Seminário Preparatório do 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão 2018). O seminário, cujo tema é Ciência e tecnologia, universidade pública e saúde, está sendo organizado pelo Comitê de C&T da Abrasco, sob a coordenação de Luis Eugenio Souza. A abertura do seminário contará com a participação da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, e do presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Gastão Wagner.
O Seminário Preparatório acontecerá no Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Enp/Fiocruz), na Rua Leopoldo Bulhões, 1480 – Manguinhos, Rio de Janeiro – RJ. O evento, que é aberto ao público.
Confira a programação completa aqui no Campus Virtual Fiocruz.
Dezenas de estudantes participaram da quinta edição do Fiocruz Acolhe, que reuniu alunos de diferentes países — como Colômbia, Peru, Portugal e Paquistão, além de brasileiros de outros estados — como Sergipe, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. O encontro foi uma oportunidade de os estudantes conhecerem um pouco mais da instituição e das iniciativas promovidas voltadas ao corpo discente. O evento aconteceu no dia 14 de março, no auditório do Museu da Vida, no Campus Manguinhos, no Rio de Janeiro.
Dentre diversas iniciativas, o evento marcou o lançamento do Guia do Aluno, disponível no Campus Virtual Fiocruz.
A coordenadora-geral de Educação da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz (CGEd/VPEIC), Cristina Guilam, comentou na mesa de abertura: “O aluno não é um agente externo que passa um tempo conosco e vai embora. O estudante contribui para a produção científica, nos instiga com questões, e acaba por compor uma rede de pesquisa em que nos integramos”. O diretor de Administração e Finanças da Asfoc-SN, Alcimar Pereira Batista, e o representante da Associação de Pós-graduandos da Fiocruz (APG-Fiocruz) Júlio César Sanches Silva, também participaram da mesa.
Lucina Matos, chefe de Gabinete da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas (Cogepe), reforçou o compromisso de apoiar e contribuir com as iniciativas de acolhimento e a Política de Internacionalização da Educação. Ela lembrou que a Cogepe já participa de ações voltadas aos alunos da instituição em assuntos como alimentação, oferta de transporte e saúde dos estudantes.
O coordenador-adjunto de Educação da VPEIC, Milton Ozório de Moraes, fez uma apresentação sobre a internacionalização da educação na Fiocruz. Ele ressaltou as cooperações e parcerias da instituição com outros países, como a contribuição na formação de recursos humanos em países da América do Sul e em nações africanas de língua portuguesa. “Ao longo dos anos, a Fiocruz tem ampliado a sua participação na formação e educação permanente, assim como na cooperação em diplomacia em saúde e na cooperação internacional, destacando-se como uma das mais importantes instituições de saúde e ciência, tecnologia e inovação da América Latina”, enfatizou Milton.
Vida acadêmica
Com apresentações de Adélia Araújo, Júlio César Sanches Silva, Liliane Menezes, Márcia Silveira e Patrícia Cuervo, os alunos conheceram os objetivos e as ações do Grupo de Acolhimento da Fiocruz, do Centro de Apoio ao Discente (CAD) e da APG-Fiocruz e acompanharam orientações importantes do Centro de Relações Internacionais (Cris/Fiocruz) quanto às normas e à legislação brasileira, no que se refere às principais dificuldades enfrentadas pelos estudantes estrangeiros, como abertura de contas bancárias e visto de permanência no Brasil.
Concurso de vídeos
Durante o evento foram anunciados os nomes dos três vencedores do concurso Minha experiência na Fiocruz: Saba Gul, aluna do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em primeiro lugar; seguida por Julio César Sanches Silva, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV), e Analice Braga, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp). Eles foram agraciados com produtos da Editora Fiocruz.
No final do evento houve uma apresentação do Coral Flor do Mangue.
Fonte: Leonardo Azevedo (CCS) | Fotos: Peter Ilicciev
Na última sexta-feira, (2/3), dez alunos do Programa de Doutorado Internacional da Universidade de Coimbra em cotutela com a Fiocruz participaram de uma “formatura simbólica”, como disse a Coordenadora Geral de Educação da Fiocruz, Cristina Guilam, na ocasião. O convênio permite que os docentes sejam titulados pelas duas instituições.
Além de representantes da Coordenação Geral de Educação (CGE/Fiocruz) e do Centro de Relações Internacionais (Cris/Fiocruz), estiveram pressentes: Christovam Barcellos (vice-diretor de Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Instituto de Comunicação, Informação em Ciência e Tecnologia - Icict/Fiocruz); o professor João Arriscado (representando a Universidade de Coimbra) e Maria Helena Barros (responsável pela coordenação geral do convênio).
O doutorado, que teve início em maio de 2013, valoriza estudos em perspectiva comparada entre Brasil e Portugal e está estruturado em temas centrais sobre desafios à saúde no mundo contemporâneo: Direitos humanos e saúde; Conhecimento e justiça cognitiva; Globalização e políticas da vida.
Gestores e alunos destacam a superação de desafios
A cerimônia foi marcada por relatos de superação de desafios, tanto dos gestores quanto dos alunos. João Arriscado e Maria Helena fizeram uma série de agradecimentos e definiram a experiência como enriquecedora, apesar das dificuldades que passaram na concepção e realização do programa. Arriscado lembrou dos percalços enfrentados para solucionar entraves financeiros, administrativos e burocráticos, como a certificação, entre outros. Mas também expressou o desejo de continuar com projetos semelhantes no futuro. Em seguida, a coordenadora afirmou: “Começaria tudo outra vez”. Para ela o mais importante foi possibilitar uma experiência similar aos alunos do Brasil e de Portugal e ter construído um espaço de trabalho comum. “Futuramente, poderemos avançar, evitando problemas e experimentando novas soluções, como o fortalecer a integração com a pesquisa. Por isso, este não é só um momento de chegada, mas de novas partidas”, disse.
Já os alunos que deixaram seus países de origem para se dedicar à formação, comentaram sobre a distância da família, os laços de amizade que criaram no doutorado e a oportunidade de fazer parte desta experiência pioneira. Coube à brasileira Flaviany Barros, a primeira aluna a defender a tese de doutorado, representar os alunos. Remetendo a cultura portuguesa, ela fez um paralelo da experiência com as navegações, buscando mostrar as dificuldades ao perseguir o sonho, traçando paralelos com uma travessia em “barquinhos de papel”.
Outros alunos pediram a palavra, como José Marcos da Silva, da Fiocruz Pernambuco: “Para mim, que sou nordestino, essa experiência internacional ampliou meu olhar quanto aos estudos sociológicos. Pude aprender com mestres como o Boaventura! (o professor catedrático Boaventura de Sousa Santos, que coordena a iniciativa em Portugal). É incrível poder multiplicar e transformar a realidade no SUS e ser um representante da Fiocruz no cumprimento de sua missão institucional”, celebrou.
Sobre a cotutela
O Programa de Doutorado Internacional foi criado por um convênio entre Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O acordo foi assinado em 2010, na abertura do 5° Seminário Internacional Direito e Saúde e do 9° Seminário Nacional Direito e Saúde. Na ocasião, o professor catedrático Boaventura de Sousa Santos — licenciado em direito e conhecido por ser um dos impulsionadores do Fórum Social Mundial —, atual diretor do CES, manifestou o desejo de elaborar um programa de doutorado com dupla titulação entre as instituições.
Em Portugal, o vínculo é a partir do Programa de Doutorado Governança, Conhecimento, Inovação e do Programa Pós-colonialismos e Cidadania Global. No Brasil, seis Programas de Pós-graduação da Fiocruz participaram da cotutela:
Por Raphaela Fernandes e Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)