Estão abertas, até 22 de julho, as inscrições de artigos para o 9º Simpósio Internacional de Educação e Comunicação (Simeduc), cujo tema será Sociabilidades e desterritorialização da educação em tempo digitais. O encontro vai reunir pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação do Brasil e de outros países, além de interessados nos estudos e discussões sobre a relação educação e comunicação e as consequências no processo de aprendizagem no espaço escolar.
O Simeduc é organizado pela Universidade Tiradentes (Unit), em Aracaju (SE), por meio de sua Diretoria de Pesquisa e Extensão, pelo Grupo de Pesquisa em Comunicação, Educação e Sociedade (Unit/CNPq) e conta com o apoio do Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação da universidade. A submissão de trabalhos está dividida nas seguintes categorias:
O Simeduc acontecerá de 17 a 19 de outubro. Saiba mais sobre o evento na nossa agenda!
Thaís Dantas e Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)
Juntar pessoas interessadas, com backgrounds diferentes, para colaborar no desenvolvimento de projetos criativos e inovadores. Este foi o principal objetivo do Primeiro Hackaton da Divulgação Científica em Saúde, segundo a consultora do Instituto D’Or na área, Catarina Chagas. Ela coordenou a maratona, realizada nos dias 4 e 5 de junho, junto com Luisa Massarani, assessora a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (VPEIC/Fiocruz). A Tenda da Ciência na Fiocruz foi o palco do evento que — além de estimular o desenvolvimento de projetos — promoveu diálogos e trocas de experiências entre diversos atores desta cena.
Durante a abertura, Massarani, que coordena o INCT Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia, comentou a importância das iniciativas neste sentido, no atual cenário de crise. “Neste momento, fazer divulgação científica no Brasil é uma questão de sobrevivência”, afirmou, referindo-se aos recentes cortes na ciência e na saúde. Ela lembrou ainda sobre os investimentos que a Fiocruz tem feito na área: “Na semana passada, por exemplo, 12 projetos de divulgação foram aprovados no nosso Edital de Divulgação Científica".
Reflexões e provocações
Em seguida, foi a vez de reunir uma turma de peso: o físico e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira; o neurocientista do Instituto D’Or e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Stevens Rehen; e a jornalista do Museu da Vida/Fiocruz, Carla Almeida. Eles participaram da roda de conversa “Reflexões e provocações sobre a prática da divulgação científica”, trocando ideias com o público sobre fazer, divulgar e possibilitar o acesso à ciência. A atividade foi mediada pela jornalista Fernanda Marques, que é assessora de comunicação com passagem por diversos veículos e áreas da Fiocruz.
Ildeu contou que desde criança queria ser um divulgador: “Fiquei fascinado pela ideia de, além de fazer ciência, contar às pessoas como fazer”. Ao longo de sua fala, o presidente da SBPC destacou o caráter político da divulgação científica, que gera benefícios para toda a sociedade, e comparou a realidade nacional à internacional. “No Brasil, portas estão se fechando para nós. Em países mais desenvolvidos, a prática da ciência está muito mais inserida na cultura do que aqui”. Segundo ele, apesar do crescimento de espaços e museus de ciência em cidades brasileiras, ainda é preciso inovar e gerar novas soluções para se fazer divulgação. “As pessoas devem poder ter a sensação do que é ciência. Não é preciso um doutorado no exterior para isso”, convocou.
Já o neurocientista Stevens Rehen disse que é um cientista que gosta de ir além da produção de artigos. “Aprendemos a contar histórias da melhor maneira... E o que são artigos científicos, se não histórias?”. Questionado pela mediadora sobre como os pesquisadores se beneficiam ao se engajarem na divulgação do próprio trabalho, respondeu que são muitos como, por exemplo, ampliar a rede de contatos e atrair mais financiamento.
A divulgação científica é fascinante por ser plural, acredita a jornalista Carla Almeida, que também fez parte da roda. Para ela, qualquer tentativa de estreitar os laços entre ciência e sociedade faz parte desta atividade. “Está longe de haver um consenso, entre estudiosos, sobre o que é divulgação da ciência. Melhor do que tentar definir é, talvez, pensar maneiras novas e eficientes de se fazer”, disse.
Relatos de experiências
E foi desta forma que a maratona seguiu, apresentando diversas práticas de divulgação científica, durante a atividade “Divulgação científica fora da caixa: relatos de experiências”. Os convidados abordaram como humor, arte, dança, design, itinerâncias, jogos, infográficos e a comunicação através do contato direto com o público e também pelas mídias sociais potencializam a aproximação do público e a difusão do conhecimento científico.
Jéssica Norberto, da Fundação Cecierj, contou como os museus itinerantes de ciência são importantes, principalmente para populações carentes. “Quem vai às ruas sabe como é único ver quem não pode chegar a espaços científico-culturais ter contato com a ciência”.
Quem também falou sobre o papel educativo do trabalho foi o coordenador do Polo de Jogos e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnologia em Saúde (Icict/Fiocruz), Marcelo de Vasconcellos. Ele enumerou os elementos necessários a um bom jogo: conteúdo de qualidade, um bom visual, além de uma dinâmica que faça pos participantes interagirem de fato. “É a mágica do jogo”, disse, destacando a contribuição dos games para a educação de crianças, jovens e adultos.
Ouro para a ciência: projetos de rap e carona com pesquisadores vencem a maratona
Além dessa rica troca entre os convidados, participantes da maratona e público em geral, o Hackaton premiou dois dos 30 projetos criativos e inovadores em divulgação científica selecionados para a maratona. Os venecedores — "Rap e ciência" e "Carona com ciência" —conquistaram apoio financeiro.
O primeiro usa a linguagem do rap para divulgar temas científicos. A jornalista Renata Fontanetto, representante do grupo, comentou a importância do evento. “É uma iniciativa louvável! Reúne gente que acredita, que quer fazer diferente: é quase como uma célula de resistência, num cenário de profundos cortes para a ciência nacional”.
O cientista Leandro Lobo também ressaltou as contribuições da maratona para seu grupo, premiado pelo projeto "Carona com Ciência". “Foi uma oportunidade incrível, foi essencial conhecer outras experiências, o que acabou mudando para melhor a ideia inicial”, contou. O grupo propôs a criação de um novo canal de vídeos, que entrevista cientistas com o objetivo de levar seus conhecimentos para o grande público, de uma forma mais pessoal e descontraída. Uma prova de que o Hackaton fez com que seus participantes embarcassem numa viagem muito criativa pelo campo da divulgação científica.
Por Valentina Leite e Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)
O Conselho Deliberativo da Fiocruz (CD Fiocruz), em reunião realizada na manhã desta segunda-feira (28/5), avaliou as consequências da paralisação dos caminhoneiros e definiu como será o expediente nos dias 29 e 30/5. Retificando a nota divulgada anteriormente, serão mantidas não apenas as atividades essenciais de produção e de assistência e aquelas necessárias a dar suporte a essas atividades nos campi do Rio de Janeiro, mas também as atividades consideradas prioritárias pelas direções das unidades e demais setores da Fundação.
Tendo em vista que a paralisação não afeta igualmente todos os estados, as unidades regionais deverão acompanhar a situação local e definir seus próprios mecanismos de funcionamento. O gerenciamento das medidas de contingência está sendo feito pelo Grupo de Trabalho de Gestão de Emergências, criado esta manhã pela Presidência. As direções das unidades da Fundação e demais setores deverão interagir com o GT para ciência e viabilização das atividades essenciais e prioritárias que serão realizadas nestes dois dias.
O grupo será coordenado pelo vice-presidente de Gestão e Desenvolvimento Institucional, Mario Moreira, e será composto por integrantes do Gabinete, das coordenações-gerais de Gestão de Pessoas (Cogepe), Administração (Cogead) e de Infraestrutura dos Campi (Cogic) e pela Coordenação de Comunicação Social (CCS).
Fonte: CCS/Fiocruz
Um sucesso de público: foram homologadas cerca de 120 inscrições de candidatos ao edital para projetos de divulgação científica no campo da saúde. A lista de propostas que seguem adiante na seleção está na nossa área de documentos. Confira aqui!
O objetivo deste edital é sensibilizar cientistas da instituição a serem protagonistas do processo de mediação entre a instituição e o conhecimento científico e a sociedade, incrementando seu diálogo com os cidadãos. No total, a Presidência da Fiocruz — por meio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) — concederá R$ 240 mil em recursos, que se destinam a projetos de divulgação científica desenvolvidos por cientistas de todas as idades, de níveis acadêmicos diferenciados (estudantes, jovens cientistas, pesquisadores sênior) e de distintas áreas do conhecimento.
É importante lembrar: de acordo com o edital, as dúvidas sobre a homologação e demais etapas relacionadas ao processo seletivo só serão esclarecidas através do e-mail: editaldc@fiocruz.br
Por Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz) | Fotomontagem a partir de imagem do Museu da Vida (COC/Fiocruz)
O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Icict/Fiocruz) realiza, no dia 30 de novembro, das 9h às 12h30, o seminário Dois anos do Grupo de Trabalho sobre Acessibilidade do Icict/Fiocruz: experiências e novos desafios para comunicação, informação e saúde, no Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos, no campus Manguinhos da Fiocruz, no Rio de Janeiro.
O objetivo é discutir os desafios para a realização de pesquisa e o desenvolvimento de práticas comunicacionais e informacionais acessíveis em saúde, reunindo diferentes experiências para a inclusão e a garantia dos direitos de pessoas com deficiência. Conteúdos como os resultados da pesquisa Compreensão de conteúdo multimídia na web por deficientes auditivos pré-linguísticos: um estudo de caso com campanhas de saúde, o processo de implementação de acessibilidade no Portal Dataprev e os desafios para acessibilidade a pessoas cegas em serviços de atendimento em saúde estão entre os temas a serem abordados.
O evento marca o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro, e comemora também o segundo aniversário do GT Acessibilidade do Icict/Fiocruz. Participam do debate: Alexandre Clécius (instrutor e intérpretes de Libras); Virgínia Vendramini (artista plástica e professora aposentada); Ney Cavalcante (professor e coordenador da Alumni Coppead e ESPM); e Fabio Gameleira (Analista de Tecnologia da Informação da Dataprev).
O seminário contará com intérpretes da Língua Brasileira de Sinais(Libras) e terá transmissão online pela VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz. Para participar, é necessário se inscrever pelo site de eventos do Icict/Fiocruz.
Seminário Dois anos do Grupo de Trabalho sobre Acessibilidade do Icict/Fiocruz: experiências e novos desafios para comunicação, informação e saúde
Data: 30 de novembro de 2017
Horário: 9h às 12h30
Local: Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos, no campus Manguinhos da Fiocruz, no Rio de Janeiro
Transmissão online: www.youtube.com/videosaudefio
Fonte: Icict/Fiocruz | Foto: Flickr Agência Brasília
Rede de conhecimento e aprendizagem oferece plataformas e serviços educacionais em ambiente integrado
Hoje, dia 27 de setembro, a Fiocruz celebra um ano deste importante espaço de compartilhamento do conhecimento: o Campus Virtual Fiocruz (CVF). Aqui, os visitantes encontram os cursos das várias unidades da Fundação, ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs) e suas comunidades, videoaulas e recursos educacionais abertos.
A coordenadora da iniciativa, Ana Furniel, lembra que a criação do Campus foi motivada pelo grande interesse dos visitantes do Portal Fiocruz no portifólio de cursos e serviços institucionais na área de ensino. Ao mesmo tempo, a iniciativa se mostrava estratégica para o fortalecimento da Política de Acesso Aberto ao Conhecimento e das ações de integração institucional. “A Fiocruz é a principal instituição não universitária de formação de recursos humanos para o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (C&T&I). Nosso desafio era não só disponibilizar toda a oferta na área educacional e contribuir para maior integração da comunidade acadêmico-científica, mas também ampliar a articulação e estreitar o relacionamento com as redes de conhecimento nas quais a Fundação se insere”, lembra. Trabalho este que vem sendo consolidado e ganhando magnitude, com a ampliação das parcerias.
Destaca-se a colaboração com a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), iniciativa da Fiocruz que existe há sete anos. O coordenador da Gestão do Conhecimento da UNA-SUS, Vinícius de Oliveira, conta que as ações integradas com o Campus Virtual Fiocruz têm se mostrado uma estratégia acertada para capilarizar a oferta. “Só no último ano chegamos a 1 milhão de matrículas em cursos abertos que abrangem 98% do território nacional”. O CVF também é parceiro da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), integrando uma rede com 16 países para formar profissionais de saúde em toda a região das Américas através do Campus Virtual de Saúde Pública (CVSP/Opas). Ana comenta um dos frutos desta cooperação internacional: “Estamos adaptando cursos sobre zika e chikungunya para a região, que são oferecidos na plataforma em três idiomas: português, espanhol e inglês. Dessa forma, levamos um conhecimento fundamental para profissionais de saúde de países como Equador ou Haiti, por exemplo, que têm poucos recursos”.
Planos e desafios
Além de difundir conhecimentos, o Campus Virtual Fiocruz tem um grande potencial para estimular o desenvolvimento de serviços, produtos e aplicações. “Estamos num processo muito intenso e interessante de aprendizado, aproveitando os diversos desafios que surgem como oportunidades. Isso resulta não só em soluções para o Campus, como propostas para melhorar sistemas e processos de gestão. E nos coloca diante de novas frentes de trabalho, na concepção de outros projetos estruturantes no campo da educação, informação e comunicação, que incluem a prospecção de cooperações nacionais e internacionais”, analisa a coordenadora.
Entre as principais novidades, está o desenvolvimento do Educare ─ um ecossistema para recursos educacionais abertos (REAs). As discussões sobre esta nova solução têm sido feitas junto com a Biblioteca Virtual em Saúde (Bireme), a Opas e a UNA-SUS e nas diversas instâncias internas, nas quais o projeto começa a ser apresentado. À frente da iniciativa está a analista de tecnologia da informação Rosane Mendes, que fala sobre a importância da oferta de ambientes integrados e colaborativos no contexto da educação aberta. “A oferta de recursos educacionais abertos (REAs) é cada vez mais importante e demanda a comunicação e a colaboração entre os criadores de conteúdo. O Educare, além de armazenar objetos digitais e torná-los acessíveis, oferece ferramentas que estimulam a revisão, edição e atualização do conteúdo por pares. Dessa forma, os recursos podem ser reutilizados em vários contextos educacionais, ampliando seu potencial”. E, por falar em REA, comemorando as diversas inciativas em curso sob sua gestão, a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) lançou ontem um edital para estimular a elaboração destes recursos, e outro voltado à criação de jogos e aplicativos móveis (saiba mais aqui).
Outra novidade será o sistema de gestão de cursos livres, que está sendo adaptado a partir do que foi desenvolvido pela equipe da Fiocruz Bahia, conta Ana. “Daremos um salto na organização das informações para tornar os cursos disponíveis e possibilitar a inscrição de alunos de forma integrada com o Campus Virtual Fiocruz. Entre os benefícios do sistema está a possibilidade de os coordenadores publicarem um hotsite para divulgar o curso”.
São muitos os planos para ampliar esta rede do conhecimento, fortalecendo também os vínculos com quem “carrega o DNA” da Fiocruz. É o caso do desenvolvimento de uma rede de egressos, que tem o objetivo de promover maior intercâmbio com alunos que desenvolveram sua trajetória acadêmico-científica e profissional na instituição, como conta Ana Paula Mendonça, que faz parte da equipe do projeto. “A ideia é termos uma grande rede social com diferentes serviços, para incentivar o contato e a troca de experiências entre estas pessoas, aproximá-las e permitir que continuem a contribuir com o desenvolvimento institucional”, afirma.
Novas frentes de trabalho que se somam a muitos desafios, pontua a coordenadora Ana Furniel. “Sempre pensamos no Campus de uma forma ampla, estruturante e estratégica. Assumimos grandes responsabilidades em ações estratégicas para a Fiocruz nas áreas de formação, informação e comunicação: da formulação de diretrizes comuns, passando pelo desenvolvimento tecnológico, até ações de integração e assessoramento das unidades”. Ela comenta, ainda, que o CVF passa por um momento de avaliação. “Estamos repensando as atribuições do Campus Virtual Fiocruz e nossas metas, para que possamos continuar a contribuir, da melhor forma possível, com a importante tarefa de fortalecer o SUS e o Sistema de C&T&I do país”, conclui.
Muitos benefícios e boas perspectivas
O Campus Virtual Fiocruz foi lançado em 27 de setembro de 2016, para facilitar o acesso a informações e serviços na área de educação. Desde então, o público pode, por exemplo, pesquisar o portifólio de cursos das diversas unidades da Fiocruz num único lugar.
A busca é organizada por filtros, permitindo que a pesquisa seja feita por diferentes categorias: nível de ensino (Stricto sensu, Lato sensu, qualificação profissional, educação básica e profissional e educação corporativa), modalidade (presencial e EAD), unidade, localização, programa e área temática. Assim, o público pode se informar sobre as disciplinas e ementas dos cursos, comparar ofertas para saber qual é a mais adequada ao seu perfil, acessar as informações sobre objetivos, coordenação, inscrições, prazos, documentação etc.
Também estão disponíveis no mesmo ambiente as aulas virtuais, materiais didáticos, bancos de imagens e vídeos, guias, entre outros recursos.
Conteúdo, comunicação e interação na rede
Para que os visitantes estejam sempre atualizados há também áreas de notícias, entrevistas e agenda (em que é possível ficar por dentro sobre defesas de teses e dissertações, seminários, palestras, sessões científicas e em centros de estudo). Todo este conteúdo é divulgado para quem curte a fanpage do Campus Virtual Fiocruz.
Quer mais? Já estão sendo desenvolvidas novas funcionalidades para que os usuários do Campus se cadastrem e tenham um espaço personalizado para chamar de seu, em que poderão montar sua lista de estudos, fazer anotações, comentar, compartilhar e organizar os conteúdos favoritos. “É uma área muito dinâmica e estamos trabalhando bastante para oferecer as melhores soluções para o público da Fiocruz”, diz Ana.
Siga o Campus no Facebook e compartilhe conhecimento com a sua rede: https://www.facebook.com/campusfiocruz/
Por Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)
No mundo contemporâneo, é difícil não falar sobre o uso de novas tecnologias nas diversas áreas do conhecimento. Para fortalecer suas ações nos campos em que atua diretamente, a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) lança dois editais nesta terça-feira, dia 26 de setembro, durante a Câmara Técnica de Educação (CTE): um para estimular a elaboração de recursos educacionais abertos (REAs) e outro para recursos comunicacionais (jogos e aplicativos móveis). Os editais estão acessíveis para consulta aqui no Campus Virtual Fiocruz, e os candidatos poderão se inscrever a partir do dia 2 de outubro, através de um formulário eletrônico (o link será divulgado na data).
As ações fazem parte dos projetos de excelência conduzidos pela Vice-presidência, que busca contemplar os vários níveis de educação e fortalecer as diversas modalidades, como a educação a distância, explica o vice-presidente Manoel Barral. “O Campus Virtual Fiocruz está se consolidando e, ao mesmo tempo, temos que acompanhar as tendências e nos renovarmos, a fim de darmos o suporte institucional para que a Fiocruz figure entre as instituições mais potentes no segmento de EAD em saúde no Brasil”.
Ele afirma que os investimentos em recursos educacionais permitem ampliar o uso de tecnologias para a produção do conhecimento, de uma forma mais adequada ao perfil das novas gerações. “A cultura cibernética trouxe uma nova forma de aprender, diferente dos padrões tradicionais de educação. Isso demanda que a Fiocruz se atualize para continuar cumprindo seu importante papel de instituição formadora na área da saúde”.
O coordenador de Gestão e Planejamento, Fabio Lamin, lembra que o edital também está fomentando o desenvolvimento de recursos nas áreas de informação e comunicação. “Muitos produtos gerados pela instituição possuem enorme potencial de uso, mas precisam ser oferecidos em formato adequado para os diferentes públicos alvo”, afirma o coordenador. “Na era dos smartphones, o uso de jogos e aplicativos se tornou rotineiro. Com isso, podemos atingir um público importante. Esses formatos devem ser explorados no momento de levar o conhecimento gerado institucionalmente para a sociedade”, acrescenta.
Como o objetivo da VPEIC/Fiocruz é estimular o pensamento inovador na instituição, a submissão dos projetos está vinculada à participação de oficinas específicas para cada tema, nas quais os participantes vão debater cada tema e serão orientados a construir ou ajustar seus projetos. Além disso, foram criadas categorias para que tanto candidatos com ideias incipientes ou projetos avançados possam concorrer. “Ao final do edital, esperamos que os produtos gerados institucionalmente possam ser utilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pela sociedade. Além disso, queremos incentivar um movimento em busca de novos formatos”, conclui Lamin. Acesse aqui os editais:
A VideoSaúde Distribuidora está com as inscrições abertas para a 9ª Oficina VideoSaúde - Da ideia ao argumento, coordenada por Daniela Muzi. Ao todo, estão sendo oferecidas 20 vagas para o curso que tem o objetivo de contribuir com conhecimentos para que sejam elaboradas propostas de produção de vídeos em saúde. As inscrições vão de 17 de julho a 17 de agosto. As vagas são para profissionais graduados que atuem nas áreas de saúde e comunicação.
A oficina tem duração de 40 horas e será ministrada de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h. O curso é dividido em módulos temáticos, com aulas expositivas, visitação técnica às instalações da VideoSaúde para conhecer os recursos para produção/distribuição de vídeos sobre saúde, exercícios técnicos (imagem); análise da produção de vídeos em saúde e elaboração de propostas de produção. Para um bom rendimento do curso, os interessados devem apresentar uma proposta inicial de produção de um vídeo em saúde.
As inscrições devem ser feitas no site da Plataforma Siga (o edital do curso informa o passo-a-passo). O candidato deve preencher o formulário eletrônico de inscrição, imprimir, assinar e encaminhar pelo Correio, via SEDEX, ou entregar pessoalmente na Gestão Acadêmica do Icict, até 18 de agosto, com a documentação solicitada na chamada pública.
Outras informações podem ser obtidas junto à Gestão Acadêmica do Icict, que fica no Prédio da Expansão do Campus Fiocruz (Av. Brasil, 4.036, sala 210, em Manguinhos - Rio de Janeiro - RJ), pelo telefone 3882-9063 ou através do e-mail gestaoacademica@icict.fiocruz.br, com o assunto "Inscrição na Oficina de VideoSaúde - 2017". O horário de atendimento ao público é das 9h às 16h.
Por: Graça Portela (Icict/Fiocruz)
De 15/5 a 19/5, o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) abre inscrições para as disciplinas eletivas do seu Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde. Por serem oferecidas de forma compacta, com 60h de carga horária e no período de férias (entre julho e agosto), estas disciplinas também são chamadas de "Cursos de inverno".
Disciplinas
Serão oferecidas as disciplinas Internet, saúde e sociedade e Experiência e narrativa de adoecimento. Podem se candidatar alunos de fora da Fiocruz, tanto de outros cursos de pós-graduação stricto sensu quanto da graduação.ou graduados.
Coordenada pelos pesquisadores Wilson Borges e André Pereira Neto, a disciplina Internet, saúde e sociedade terá como convidados: Cristianne Famer Rocha, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Dilton Maynard, da Universidade Federal de Sergipe (UFS); e Julyane Felipette Lima, da Universidade Federal da Fronteira do Sul (UFFS). As aulas vão de 24/7 a 28/7, das 9h às 16h.
Já Experiência e narrativa de adoecimento – Introdução ao campo é coordenada pelo pesquisador Carlos Estellita-Lins. As aulas deste curso acontecem às segundas, terças e quintas-feiras, das 9h às 16h, entre os dias 24/7 e 3/8.
Período de inscrições
Os candidatos interessados deverão observar a grade de Cursos de Inverno 2017, anexo 1, disponível no site do Programa de Pós-Graduação do Icict e na Plataforma Siga em Inscrição > Informação e Comunicação em Saúde – Icict > Inscrição.
Informações gerais sobre as disciplinas podem ser obtidas na Plataforma Siga em: Mural de Notícias > Programa > Informação e Comunicação em Saúde - Icict Disciplinas > Cursos de Inverno.
As aulas acontecerão no Prédio da Expansão do Campus da Fiocruz (Av. Brasil, 4.036/Sala 210 - Manguinhos - Rio de Janeiro).
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3882-9033 ou pelo e-mail gestac.ppgics.icict.fiocruz.br
Fonte: Graça Portela (Icict/Fiocruz) | Foto: Freepik - Creativeart
Publicação : 17/10/2022
A Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação, por meio da Coordenação-Geral de Educação da Fundação Oswaldo Cruz (CGE/VPEIC), torna pública a presente chamada destinada a candidaturas para bolsas na modalidade Doutorado Sanduíche no âmbito do Projeto Coopbrass – Edital nº 05/2019 da Capes – Rede de Pesquisa e Formação em Saúde: Cooperação Sul-Sul entre a Fiocruz e Instituições Moçambicanas.
A Coordenação-Geral de Educação será responsável pela coordenação do processo de seleção, divulgação do resultado, gerenciamento e execução dos recursos, segundo as regras do projeto Coopbrass.
Acesse aqui:
Chamada Interna nº 04/2022 - Seleção para bolsas na modalidade Doutorado Sanduíche
Homologação das candidaturas - Chamada Interna nº 04/2022 - 16/12/2022
Resultado da Análise de Mérito - Chamada Interna nº 04/2022 - 20/12/2022
Resultado final - Chamada Interna nº 04/2022 - 26/1/2023