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Publicado em 30/03/2026

Capacitação em Biossegurança celebra 20 anos com programação especial

Autor(a): 
Fabiano Gama

O Curso de Capacitação em Biossegurança do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) celebra duas décadas de formação e de fortalecimento da cultura de biossegurança em ambientes de pesquisa, ensino e assistência. Ao longo desse período, o curso tem contribuído para a qualificação de profissionais e para a promoção de práticas seguras e responsáveis no trabalho com agentes biológicos. O IOC preparou uma agenda de atividades nos dias 6, 9 e 10 de abril para comemorar os 20 anos de capacitação. Acesse o Campus Virtual Fiocruz para se inscrever no evento!

Inscreva-se aqui!

Nesta edição comemorativa especial de 20 anos, as atividades têm início com uma aula inaugural aberta ao público, marcando o início do primeiro módulo do curso. Na sequência, os participantes poderão se inscrever nas demais atividades por meio do link do Módulo 1, coordenado pela Dra. Maria de Nazaré Correia Soeiro. Este módulo reúne especialistas, estudantes e profissionais para refletir sobre os avanços, desafios e perspectivas futuras da biossegurança. 

A programação terá continuidade ao longo dos próximos módulos do curso, reafirmando o compromisso do Instituto Oswaldo Cruz com a formação continuada, a disseminação do conhecimento e o fortalecimento das boas práticas em biossegurança.

Público-alvo: Alunos e profissionais, de nível médio, graduação e pós-graduação, que atuam em atividades de pesquisa biomédica.

Processo Seletivo: As inscrições serão avaliadas pela Coordenação do Evento com base no público-alvo.

O evento será presencial no auditório Emmanuel Dias do Pavilhão Arthur Neiva - Fiocruz (Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro - RJ)

Inscreva-se aqui!

Publicado em 01/04/2026

Palestra discute raça, justiça social e doença falciforme

Autor(a): 
COC/Fiocruz

A doença falciforme e as desigualdades no acesso a tratamentos estarão em debate na palestra da professora Melissa Creary, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan, no dia 2 de abril, às 14h, no campus da Fiocruz, em Manguinhos. Com o título Abandono extrativista: raça, ciência e doença falciforme, a atividade contará com tradução simultânea.

Na apresentação, Melissa Creary discutirá as tensões entre os discursos de justiça social e as dinâmicas de mercado que marcam o desenvolvimento de novas terapias genéticas para a doença falciforme. Embora cientistas e empresas do setor biomédico recorram cada vez mais ao argumento da equidade para defender tratamentos de edição do genoma, o primeiro produto desse tipo aprovado por órgãos reguladores, o Casgevy, tem custo estimado em cerca de US$ 2 milhões por paciente.

Segundo a pesquisadora, essa disparidade evidencia como as promessas de justiça e acesso permanecem subordinadas a prioridades econômicas, mesmo quando a doença falciforme é apresentada como justificativa moral e científica para o avanço da edição genética. Nesse cenário, o Casgevy também inaugura um precedente preocupante de ampliação da desigualdade no acesso a terapias genéticas de alto custo.

Com base em observação etnográfica e na análise de discursos em conferências públicas sobre edição do genoma, além de reuniões da Food and Drug Administration (FDA) para avaliação do Casgevy, a palestra examina como processos de racialização e biomedicalização influenciam o desenvolvimento e a aprovação dessas tecnologias. A atividade busca discutir como injustiças raciais históricas, especialmente relacionadas à população negra, impactam a ciência e a regulação dessas tecnologias.

Abandono extrativista: raça, ciência e doença falciforme
Palestrante: Melissa Creary (Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan)
Mediadora: Juliana Manzoni (COC/Fiocruz)
Data: 2/4
Hora: 14h
Local: Sala 308 do Centro de Documentação em Históra da Saúde (CDHS), Campus Fiocruz, Manguinhos
Transmissão: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/coc2-fiocruz 

Publicado em 27/03/2026

Sextas apresenta “Guerra Civil”, de Miguel Torga

Autor(a): 
Ana Furniel

O poema “Guerra Civil”, de Miguel Torga, integra o livro Diário XII, publicado em 1983, e aborda, de forma simbólica, a experiência do conflito como uma fratura íntima e coletiva, sendo a guerra não apenas um confronto armado entre lados opostos, mas como uma questão que atravessa o próprio sujeito. 

Ao trazer a guerra para o campo íntimo, o poema permanece profundamente atual em 2026, quando o mundo ainda convive com conflitos armados, crises humanitárias e polarizações intensas. A “guerra civil” evocada por Torga pode ser percebida também nas divisões internas que fragmentam sociedades e indivíduos, alimentadas por disputas ideológicas, desinformação e desigualdades persistentes. Nesse contexto, sua poesia traz ainda um alerta mostrando que, mais do que territórios, estão em disputa e em risco os próprios vínculos humanos, éticos, afetivos e políticos, exigindo uma reflexão urgente sobre as formas de reconstrução do comum em meio à violência.

Miguel Torga, um pseudônimo para Adolfo Correia Rocha, foi um dos maiores escritores portugueses do século XX. Médico de formação, destacou-se como poeta, contista e memorialista, mas escreveu também romances, peças de teatro e ensaios, integrando a segunda fase do Modernismo. Construiu uma obra marcada pela reflexão ética, pelo humanismo, pela observação crítica da condição humana e suas relações com a natureza, a solidão e a morte, e pela resistência à ditadura. Foi, por diversas vezes, candidato ao Prêmio Nobel da Literatura e recebeu o prestigiado Prêmio Camões em 1989.

Publicado em 27/03/2026

Inteligência Artificial na Pesquisa Clínica é tema de aula inaugural do INI

Autor(a): 
Fabiano Gama

Na segunda-feira, 30 de março, a partir das 9h, o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) realiza a sua aula inaugural do ano letivo de 2026. Com o tema "Inteligência Artificial na Pesquisa Clínica: Inovação Científica, Impacto Social e Desafios Éticos", o INI recebe o professor do Instituto de Computação da Universidade Federal Fluminense (UFF), Flávio Luiz Seixas, para ministrar a palestra. O evento será presencial na Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo no Youtube do INI.

+Assista ao vivo!

 

Publicado em 26/03/2026

Auxílio à Permanência do Estudante 2026: confira resultado pós-recurso da validação das Secretarias Acadêmicas

Autor(a): 
Fabiano Gama

A Presidência da Fiocruz, por intermédio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), divulga, nesta quinta-feira, 26 de março, o resultado pós-recurso da validação pelas Secretarias Acadêmicas da Chamada Interna Auxílio à Permanência - 2026.1. O resultado pode ser conferido no Campus Virtual Fiocruz. A próxima etapa da chamada será a análise das inscrições pela comissão de seleção, com resultado da classificação previsto para 7 de abril de 2026.

+Acesse aqui o resultado pós-recurso da validação pelas Secretarias Acadêmicas da Chamada Interna Auxílio à Permanência - 2026.1

+Acesse aqui a chamada APE-PG 2026.1

A iniciativa é voltada a alunos de baixa renda da Fiocruz em situação de vulnerabilidade social ligados aos programas de pós-graduação de mestrado e doutorado acadêmicos da instituição, visa promover a permanência destes estudantes nos PPGs, favorecendo a continuidade de seus estudos e desempenho acadêmico, e, assim, contribuir para a redução das desigualdades na educação de pós-graduação e na ciência em nosso país.  Acesse o edital, confira todas as informações e critérios de elegibilidade.

Ao todo, poderão ser atendidos até 400 estudantes regularmente matriculados em programas Stricto sensu da Fiocruz e que atendam aos critérios de elegibilidade descritos no Artigo 4 da Chamada (baixa renda, sem atividade remunerada e em dedicação exclusiva ao curso), de acordo com a disponibilidade orçamentária de cada ano.

Concorrem estudantes com renda familiar mensal igual ou inferior a 1 salário mínimo e meio (correspondente a R$ 2.431,50, de acordo com o valor do salário mínimo nacional vigente no ano de 2026).

O APE-PG consistirá em ofertar aos estudantes que preencham os requisitos de elegibilidade um auxílio financeiro mensal no valor R$ 800,00 (oitocentos reais). Destina-se a estudantes com matrícula ativa na Fiocruz, dedicação exclusiva a cursos de pós-graduação, com renda familiar per capita mensal inferior ou igual a 1,5 (um e meio) salário mínimo, e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou ainda se forem membros de família de baixa renda, também nos termos do mesmo Decreto, em condição de vulnerabilidade social que prejudique o desenvolvimento das atividades acadêmicas do curso da Fiocruz em que está matriculado, mediante autodeclaração.

O recebimento do Auxílio acontecerá por até 12 (doze) meses consecutivos, enquanto o estudante estiver em situação de matrícula ativa e dentro dos prazos regimentais de conclusão do curso em questão, com duração máxima equivalente ao período do curso (até o 24º mês no mestrado e até o 48º mês no doutorado), e desde que mantidas ao longo de todo o período as condições de elegibilidade ao recebimento do auxílio. Além disso, a qualquer momento, caso o aluno supere a situação de vulnerabilidade que o levou ao recebimento do auxílio ou passe a exercer atividade remunerada, ele deverá solicitar à coordenação do Programa, em sua unidade, a suspensão do benefício.

+Acesse aqui a chamada interna APE-PG 2026.1

Em caso de dúvidas, solicitamos que o contato seja realizado exclusivamente por meio do endereço eletrônico: cad@fiocruz.br

Publicado em 27/03/2026

Colóquio de Arquitetura Assistencial abre chamada de trabalhos

Autor(a): 
COC/Fiocruz

O Colóquio de Arquitetura Assistencial: Patrimônio e Saúde abre a chamada de trabalhos e as inscrições para sua quarta edição, que será realizada entre 4 e 7 de agosto, no Auditório do Museu da Vida Fiocruz, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro. Voltado a profissionais e pesquisadores das áreas de saúde, arquitetura, urbanismo e história, o evento também busca fortalecer redes de pesquisa, especialmente entre países de língua portuguesa, e ampliar a circulação internacional de conhecimentos. Os interessados podem submeter trabalhos até 2 de abril. As inscrições seguem até 30 de julho. Para mais informações, acesse o Campus Virtual Fiocruz.

A iniciativa é organizada pela Rede Ibero-americana de Investigação Património cultural e História da Saúde e da Assistência: estudo, divulgação e valorização e, em sua edição de 2026, conta com o apoio da Cátedra Oswaldo Cruz de Ciência, Saúde e Cultura da Unesco.  

Nesse contexto, o Colóquio promove a reflexão sobre os espaços de cuidado e suas transformações ao longo do tempo, abordando os desafios da conservação, do uso e da valorização do patrimônio cultural da saúde, bem como os impactos das relações entre saúde, doença e arquitetura na configuração das infraestruturas assistenciais. 

Reunindo especialistas do Brasil, de Portugal e da Itália, a programação está estruturada em três eixos temáticos: História das Instituições de Assistência na Iberoamérica; Patrimônio Cultural da Saúde; e Renovação Tecnológica nos Espaços Assistenciais. 

Entre os destaques internacionais, o arquiteto Stefano Capolongo, do Politécnico de Milão, apresenta a conferência “Construindo saúde: a evolução das infraestruturas de saúde pelas lentes da evolução humana e das mudanças sociais”. 

A atividade também inclui a participação da museóloga Cristina Nogueira, responsável pelo espaço museológico e pela documentação arquivística do Hospital Colónia Rovisco Pais, em Coimbra, que irá compartilhar a experiência de gestão do acervo e do conjunto histórico, além de apresentar as perspectivas de requalificação do complexo, que deverá passar por concurso internacional de projetos. 

Do contexto brasileiro, a arquiteta e pesquisadora Cybelle Salvador Miranda, do Laboratório LaMeMo e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFPA, apresenta um retrospecto das ações de inventariação das edificações de saúde em Belém do Pará. Já Fabio Bitencourt, da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Edificação Hospitalar (ABDEH), abordará a relação entre os espaços de saúde e as transformações contemporâneas que esses ambientes precisam incorporar para garantir a continuidade de seu uso, enfrentando as limitações e os desafios impostos pela preservação arquitetônica.

Encerrando o ciclo de conferências, o arquiteto e pesquisador José Carlos Avelãs Nunes, da Universidade Nova de Lisboa, apresenta os resultados de sua pesquisa sobre a arquitetura dos sanatórios de tuberculose em Portugal.  

O Colóquio é organizado pelos Departamentos de Pesquisa e de Patrimônio Histórico da Casa, com apoio do Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde (PPGPAT) e do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS), da Casa, além do Laboratório de Memória e Patrimônio Cultural (LaMeMo) e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará (UFPA). 

Publicado em 30/03/2026

Fiocruz promove evento sobre mulheres, interseccionalidade e políticas públicas equânimes

Autor(a): 
PMA VPPCB / Fiocruz

Neste mês de março, em alusão ao Dia Internacional de Luta das Mulheres, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizará no dia 31 de março, às 9h, o webinário Mulheres, diversidade e território: o papel da interseccionalidade para a promoção de políticas públicas equânimes. O evento é organizado pelo Programa de Políticas Públicas e Modelos de Atenção e Gestão à Saúde (PMA), da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB). 

A coordenadora-geral do PMA, Isabela Soares Santos, fala da importância do evento. “O webinário é uma estratégia do PMA de contribuir para a agenda em torno do 8 de março, de uma perspectiva crítica da Saúde Coletiva, que produz ciência a partir da interseccionalidade e da determinação social do processo de saúde-doença”, pontua.

O webinário será transmitido pelo canal do Youtube da Fiocruz. O encontro virtual contará com intérprete de libras e terá duração prevista de 2h30.

As convidadas que darão voz ao tema são pesquisadoras que integram a Rede Equidade e Diversidade do PMA: Claudia Bonan e Paula Gaudenzi, do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz); Elaine Nascimento, do Escritório Fiocruz Piauí; Laís Costa e Roberta Gondim, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp/Fiocruz); Luciana Alleluia e Luciana Lindenmeyer, da Fiocruz Ceará; e Renata Pícoli, do Escritório Fiocruz Mato Grosso do Sul. 

Serão duas mesas de debate. A primeira mesa tratará das “Contribuições interseccionais dos territórios para a promoção de políticas públicas equânimes”. Já na segunda, o foco será na “Diversidade de olhares científicos para qualificação de políticas públicas interseccionais e equânimes”. Confira a programação completa, na íntegra.

Acesse pelo link do Youtube e acompanhe em tempo real!

Para conhecer mais sobre o PMA, visite a página do Programa no Portal Fiocruz.

Programação:

9h | Abertura 

Coordenação do Programa Políticas Públicas e Modelos de Atenção e Gestão de Saúde
Vice-Presidente de Pesquisa e Coleções Biológicas

 

9h20 | Contribuições interseccionais dos territórios para a promoção de políticas públicas equânimes 

Mediação: Rosane Marques (PMA)

Participantes:

  • Elaine Nascimento (Escritório Fiocruz Piauí)

  • Renata Pícoli (Escritório Fiocruz Mato Grosso do Sul)

  • Paula Gaudenzi (IFF/Fiocruz)

  • Roberta Gondim (ENSP/Fiocruz)

10h35 | Diversidade de olhares científicos para qualificação de políticas públicas interseccionais e equânimes

Mediação: Beatriz Soares (PMA)

Participantes:

  • Luciana Alleluia (Fiocruz Ceará)

  • Claudia Bonan (IFF/Fiocruz)

  • Laís Costa (ENSP/Fiocruz)

  • Luciana Lindenmeyer (Fiocruz Ceará)

11h50 | Debate 

Mediação: Laurenice Pires (PMA)

12h30 | Encerramento

 

Publicado em 27/03/2026

Fiocruz Pernambuco abre inscrições para o 1º Encontro Multidisciplinar em Doença de Chagas

Autor(a): 
Fiocruz Pernambuco

1º Encontro Multidisciplinar em Doença de Chagas está com inscrições abertas para submissão de trabalhos. Promovido pela Fiocruz Pernambuco, o evento acontecerá nos dias 6 e 7 de maio, no auditório da instituição. O objetivo é promover a integração de diferentes perspectivas e abordagens relacionadas à doença de Chagas, estimulando o intercâmbio de conhecimentos entre pesquisadores, docentes, estudantes e a sociedade em geral. Os interessados em apresentar trabalhos científicos deverão submetê-los até o dia 20 de Abril de 2026.

A programação contará com palestras e atividades científicas voltadas à divulgação e democratização do conhecimento sobre a doença. Além disso, serão realizadas apresentações de trabalhos científicos nas modalidades pôster e apresentação oral.

+Acesse aqui para saber mais e inscrever-se no Encontro!

Publicado em 26/03/2026

Inscrições abertas para Especialização em Direitos Humanos, Acessibilidade e Inclusão

Autor(a): 
Ensp/Fiocruz

Está aberto o processo seletivo para o Curso de Especialização em Direitos Humanos, Acessibilidade e Inclusão do Departamento de Direitos Humanos e Saúde (Dihs) da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). É possível inscrever-se para compor a turma de 2026 até às 16h do dia 30 de março pelo Campus Virtual Fiocruz. Serão oferecidas 30 vagas para a pós-graduação lato sensu, que terá disciplinas em formato híbrido (presencial para residentes no município do Rio de Janeiro e remoto para alunos de outras localidades).

Inscreva-se já!

+ Leia o edital

O curso é voltado para pessoas com deficiência e para pessoas que trabalham ou convivem com pessoas com deficiência. É necessário ter concluído a graduação. 

A formação propõe uma reflexão sobre o significado dos direitos humanos e sua relação com a saúde e com as políticas de inclusão e acessibilidade voltadas a pessoas com deficiência. Por meio de uma metodologia de ensino e pesquisa que situa a acessibilidade como um direito fundamental, os participantes serão habilitados a identificar e interpretar barreiras e preconceitos que persistem na sociedade, desenvolvendo propostas para o avanço de práticas inclusivas e garantindo, assim, maior autonomia e equidade para essa população. 

A carga horária total é de 700 horas, com aulas às terças e quartas-feiras, das 8h às 17h, e às quintas-feiras, das 8h às 12h. O curso começará em 2 de junho e terminará em 3 de novembro, com entrega do TCC até 24 de maio de 2027.  

O procedimento de inscrição requer dois momentos: primeiro, o preenchimento do formulário eletrônico disponível na Plataforma SIGA LS, e, posteriormente, o envio de toda a documentação exigida para anexos.Ensp.fiocruz.br. O passo a passo para a inscrição, assim como a lista de documentos, está disponível no edital.

Todas as informações referentes ao processo seletivo poderão ser obtidas no Campus Virtual Fiocruz.

Para tirar dúvidas, entre em contato com pseletivo.ensp@fiocruz.br 

 

#Descrição da imagem: Cartaz informativo com texto no topo à esquerda: “Curso de Especialização em Direitos Humanos, Acessibilidade e Inclusão 2026”. Abaixo: “Inscrições: até 30 de março, às 16h”. À direita, dentro de um retângulo: “Curso em formato híbrido: presencial para residentes no Município do Rio de Janeiro; remoto para alunos de outras localidades. No centro, há uma ilustração de um grupo com quatro pessoas com deficiência, com fundo claro e desenhos de folhagens. A pessoa à esquerda é um rapaz de pele marrom escura, cabelo curto preto, moletom marrom, calça escura e tem prótese na perna direita. Ao seu lado está um rapaz usuário de cadeira de rodas, com pele clara, boné vermelho, óculos, camiseta verde e calça escura. À direita, há uma mulher de pele clara, cabelo vermelho preso, blusa preta curta e calça verde, com uma prótese no braço esquerdo. A última pessoa é uma mulher de pele clara, cabelo preto preso em coque, usa óculos escuros, regata vermelha e calça escura, segura uma bengala branca. Texto no rodapé esquerdo: “Edital: tinyurl.com/EditalDHAI26”. No rodapé há logos da Ensp, FIOCRUZ e SUS 35 anos.

Publicado em 25/03/2026

Ativismo contra o racismo: curso do Campus Virtual fortalece debate sobre racismo e equidade racial

Autor(a): 
Fabiano Gama

Em alusão ao Dia Internacional contra a Discriminação Racial e integrando a mobilização dos 21 dias de ativismo contra o racismo, o Serviço de Gestão do Trabalho do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fiocruz(SGT/Icict/Fiocruz) promoveu uma roda de conversa sobre ancestralidade, identidade, cultura, saúde e direitos. A ação integra o Projeto Òdàrà, iniciativa voltada à promoção da equidade racial e ao fortalecimento de ambientes institucionais antirracistas. O evento foi realizado no dia 23 de março, na Biblioteca de Manguinhos, e contou com a participação de Luiza Santiago (Esem); Thamires Santos (Dona da Trança); Ignez Teixeira (Atitude Negra); Marcelo Monteiro (Cetrab); Mariana Gino (Ceap); Monique França (FioSaúde) e Guilherme Blum (Bucalidade Negra). O encerramento ficou por conta do desflie das Òrìṣàs e dos estudantes da Escola Sesc de Ensino Médio (Esem). O encontro pode ser conferido no canal da VideoSaúde no Youtube.

+Dia Internacional Contra a Discriminação Racial - Vozes e Diálogos sobre Equidade Racial no Icict: assista aqui!

21 Dias de Ativismo Contra o Racismo: o que é a campanha?

A Campanha dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo é uma frente de luta apartidária, sem fins lucrativos e autogestionada, com a missão de pautar a luta antirracista em diferentes escalas e contextos como uma ação diária e contínua.

A proposta foi criada pela ativista Luciene Lacerda, que mobilizou um conjunto de ativistas pela primeira vez em 2016 para fortalecer o 21 de março, Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. Esta data foi decretada pela ONU em memória do Massacre de Sharpeville, em Joanesburgo, quando em 1960 uma manifestação pacífica contra o regime do apartheid e a Lei do Passe foi violentamente reprimida pelo governo sul-africano. A ação resultou em 69 mortos e 186 feridos. Seis anos depois, em 1966, a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 21 de março como data internacional de combate à discriminação racial. Embora o 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, seja amplamente reconhecido, a luta negra e antirracista se expressa em múltiplas datas e narrativas. Em um país onde 56% da população é negra, é fundamental lembrar essas diversas lutas, que ecoam tanto as resistências africanas contra a opressão quanto os combates travados na Diáspora Africana.

Durante os 21 dias de ativismo, promovem-se interações com ativistas de várias cidades e países para que apresentem suas formas de atuação e suas principais lutas regionais. O objetivo é fomentar debates e ações da pauta antirracista, realizando trocas que fortaleçam a internacionalização das resistências.

+Clique aqui para conhecer mais sobre a Campanha dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo

Curso Letramento Racial fortalece debate sobre racismo, equidade racial e práticas transformadoras

No âmbito da Campanha dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo, o Campus Virtual Fiocruz segue engajado no movimento da luta antirracista. Através do curso Letramento Racial para Trabalhadores do SUS, amplia e fortalece o debate sobre racismo institucional, equidade racial e práticas transformadoras no SUS, com conteúdos interativos, recursos abertos e acessíveis. A formação, totalmente online, gratuita e autoinstrucional, está em sua segunda edição, já certificou mais de 28 mil pessoas e segue com as inscrições abertas. A iniciativa propõe um mergulho crítico nas relações entre racismo e saúde e defende que ser antirracista é um compromisso ético e político, além de ser também um passo necessário para garantir o direito universal à saúde. 

Inscreva-se já!

Este curso foi o primeiro produto publicado no âmbito do edital Inova Educação - Recursos Educacionais Abertos, promovido pela Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz (VPEIC).

Conheça a formação, dividida em dois módulos, com carga horária total de 30h e inscreva-se já!

Módulo 1 – Relações entre o racismo e a saúde como direito no Brasil - 15h

  • Aula 1:
  • Tópico 1 -  Racismo, antirracismo, raça e saúde
  • Tópico 2 -  Letramento racial para uma prática antirracista na saúde
  • Aula 2:
  • Tópico 1 - Desigualdades raciais no Brasil: uma questão de pobreza?
  • Tópico 2 - Racismo: estrutura e funcionamento no Brasil - parte I
  • Tópico 3 - Racismo: estrutura e funcionamento no Brasil - parte II
  • Tópico 4 - Mito da democracia racial

Módulo 2 - Prática antirracista como princípio do trabalho em saúde - 15h

  • Aula 1:
  • Tópico 1 - Fundamentos práticos do letramento racial como ferramenta para a ação em saúde
  • Tópico 2 - Sistema escravista e trabalho livre no Brasil: cidadania e saúde para quem?
  • Tópico 3 - Relações entre gênero, raça, classe e o cuidado em saúde
  • Aula 2:
  • Tópico 1 - Branquitude: o lugar do branco nas lutas antirracistas
  • Tópico 2 - Práticas de saúde antirracistas: definições e ferramentas

+Inscreva-se já no curso Letramento Racial para Trabalhadores do SUS

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