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Publicado em 27/12/2018

Inscrições abertas para curso de especialização em saúde pública da ENSP

Reconhecido por acompanhar a trajetória da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) e expressar o compromisso institucional com o sistema público e universal de saúde, o Curso de Especialização em Saúde Pública (Cesp) está com vagas abertas. Sob a coordenação das pesquisadoras Tatiana Wargas de Faria Baptista, Delaine Martins Costa e Karla Meneses Rodrigues Peres da Costa, a especialização oferece 33 vagas, sendo 30 para candidatos nacionais e três para candidatos estrangeiros, além da reserva 10% das vagas para ações afirmativas. As inscrições vão até 10 de janeiro e podem ser feitas aqui pelo Campus Virtual Fiocruz.

O Cesp tem o objetivo de formar profissionais interessados no desenvolvimento de habilidades que potencializem o olhar crítico, reflexivo e abrangente sobre a situação de saúde e o contexto político-social, com vistas ao desenvolvimento dos sistemas públicos de saúde. Em 2018, o curso iniciou um processo de reestruturação buscando atualizar-se frente aos desafios da organização de um sistema público, universal e integral em saúde. Essa experiência mostrou que o caminho adotado de aprofundamento dos temas que mobilizam o dia-a-dia dos profissionais, gestores e usuários é potente no processo formativo.

Para a turma de 2019, o programa seguirá com a inclusão de novos temas e discussões a partir da avaliação dos alunos. A expectativa é aprofundar a discussão sobre direitos e as desigualdades extremas que afetam a vida da população e impactam o SUS.

O curso na Ensp

O curso está organizado em quatro Unidades de Aprendizagem: Modos de viver, adoecer e morrer no Brasil (UA I); Políticas de saúde e organização de sistemas e serviços de saúde (UA II); Práticas e cuidados em saúde (UA III); e Pesquisa e produção de conhecimento em saúde (UA IV). É destinado a profissionais graduados ligados à área da saúde ou áreas afins, mas um desejo do colegiado do curso para o próximo ano é divulgar e estimular a participação de trabalhadores das secretarias de saúde, educação, desenvolvimento social estaduais e municipais e profissionais que atuam na “ponta” do serviço.

“Nosso intuito em 2019 é avançar mais na construção e aplicação de novas metodologias que possibilitem uma maior participação de nossos alunos, com o intuito de ouvirmos as demandas e experiências de nossos alunos e revisarmos os conteúdos em conjunto. É uma proposta ousada, desafiadora, mas a formação em saúde pública também é um espaço de experimentação e inovação para os professores. O diálogo possibilita a incorporação de novos olhares para os serviços de saúde e para as desigualdades de gênero, raça, renda, acesso e muitas outras que desejamos trabalhar”, ressaltou a pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde Tatiana Wargas.

 

Por Ensp/Fiocruz

Publicado em 07/12/2018

ICICT abre inscrições para curso de aperfeiçoamento em gestão da atenção básica

Vamos aperfeiçoar profissionais de saúde em atenção básica? O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológia em Saúde (ICICT/Fiocruz), juntamente com a Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde, estão oferecendo o curso de aperfeiçoamento em Gestão da Atenção Básica na Contemporaneidade. As inscrições vão até o dia 28 de dezembro.

A proposta é, principalmente, qualificar os profissionais de saúde inseridos no Departamento de Atenção Básica (DAB), da SAS. A partir das perspectivas da informação e da comunicação em saúde, irá contribuir para potencializar as estratégias do Departamento, produzindo informação capaz de orientar as ações em saúde. O curso é livre para profissionais de saúde que atuem na área de atenção básica e tenham concluído o ensino superior.

A coordenação é da pesquisadora Cristina Guimarães, do Laboratório de Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Licts/ICICT). Confira os módulos temáticos:

Módulo I - Contemporaneidades e suas relações com a Saúde: vai apresentar as novas conformações e enquadramentos orientadores da dinâmica da sociedade contemporânea, para estimular uma reflexão crítica sobre a atenção à saúde na atualidade;

Módulo II – Ciência, Estado e Saúde: tem o objetivo de apresentar e discutir alguns pontos de tensão entre essas as três dimensões na contemporaneidade, com as consequentes implicações para a atenção à saúde;

Módulo III – Informação em Saúde e Atenção Básica: irá discutir o papel da informação para gestão no DAB na era do big data, do small data e a produção local de conhecimento. 

O curso tem carga horária total de 180 horas. As aulas começam no dia 6 de fevereiro de 2019 e ocorrem quinzenalmente, às quartas-feiras, na Fiocruz Brasília.

Venha aperfeiçoar seus conhecimentos! Inscreva-se já pelo Campus Virtual Fiocruz. Para saber mais, baixe o edital completo abaixo.

 

Por Campus Virtual Fiocruz, com informações do ICICT

  • Edital_Chamada de Selecao Publica Gestao da Atencao Basica 2019.pdf

    Download
Publicado em 06/09/2018

Ensp abre seleção para mestrado e doutorado na área de saúde pública

A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) está com inscrições abertas para os cursos de mestrado e doutorado em: saúde pública; saúde pública e meio ambiente; e epidemiologia em saúde pública. As inscrições acontecem até o dia 20 de setembro. 

Os cursos de natureza multiprofissional oferecidos pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Ensp visam formar profissionais aptos exercer a função de docente e a desenvolver de pesquisas, processos e metodologias voltadas para a saúde pública. Podem participar das seleções de doutorado e mestrado acadêmico profissionais com ensino superior completo. No curso de doutorado, os candidatos devem possuir, preferencialmente, o título de mestre.

Serão destinadas 10% das vagas a candidatos portadores de deficiência ou que se autodeclararem negros e indígenas. Conheça os cursos!

Mestrado acadêmico em saúde pública e Doutorado em saúde pública

As formações de natureza multiprofissional tem o objetivo de promover o conhecimento científico e preparar profissionais para o exercício das atividades de docência, pesquisa e atuação em serviços de saúde. Ambos os cursos serão oferecidos nos seguintes eixos: determinação dos processos saúde-doença: produção/trabalho, território e direitos humanos; políticas, planejamento, gestão e cuidado em saúde e sociedade, violência e saúde. Ao todo, serão disponibilizadas 70 vagas para o curso de mestrado acadêmico e 50 vagas para o curso de doutorado.

Mestrado acadêmico em saúde pública e meio ambiente e Doutorado em saúde pública em meio ambiente

Os cursos são destinados a capacitação de docentes, pesquisadores e gestores aptos para atividades de análise e proposição de soluções sobre os danos que as exposições ambientais causam a saúde humana. Ambos os cursos oferecem 20 vagas. 

Mestrado acadêmico em epidemiologia em saúde pública e Doutorado em epidemiologia em saúde pública

Desenhado para o aprofundamento do conhecimento técnico-científico e acadêmico, os cursos tem a finalidade de formar docentes, pesquisadores e gestores capacitados para planejar e desenvolver pesquisas e análises de dados epidemiólogicos e avaliações de políticas públicas e tecnologicas dentro do contexto social e ambiental. Ao todo, serão oferecidas 27 vagas para o curso de mestrado e 26 para o curso de doutorado.

 

Thaís Dantas (Campus Virtual Fiocruz) | Foto: Prefeitura de Belo Horizonte

Publicado em 11/06/2018

Saiba o que aconteceu no Primeiro Hackaton de Divulgação Científica em Saúde da Fiocruz

Juntar pessoas interessadas, com backgrounds diferentes, para colaborar no desenvolvimento de projetos criativos e inovadores. Este foi o principal objetivo do Primeiro Hackaton da Divulgação Científica em Saúde, segundo a consultora do Instituto D’Or na área, Catarina Chagas. Ela coordenou a maratona, realizada nos dias 4 e 5 de junho, junto com Luisa Massarani, assessora a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação  da Fundação Oswaldo Cruz (VPEIC/Fiocruz). A Tenda da Ciência na Fiocruz foi o palco do evento que — além de estimular o desenvolvimento de projetos — promoveu diálogos e trocas de experiências entre diversos atores desta cena.

Durante a abertura, Massarani, que coordena o INCT Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia, comentou a importância das iniciativas neste sentido, no atual cenário de crise. “Neste momento, fazer divulgação científica no Brasil é uma questão de sobrevivência”, afirmou, referindo-se aos recentes cortes na ciência e na saúde. Ela lembrou ainda sobre os investimentos que a Fiocruz tem feito na área: “Na semana passada, por exemplo, 12 projetos de divulgação foram aprovados no nosso Edital de Divulgação Científica".

Reflexões e provocações

Em seguida, foi a vez de reunir uma turma de peso: o físico e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira; o neurocientista do Instituto D’Or e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Stevens Rehen; e a jornalista do Museu da Vida/Fiocruz,  Carla Almeida. Eles participaram da roda de conversa “Reflexões e provocações sobre a prática da divulgação científica”, trocando ideias com o público sobre fazer, divulgar e possibilitar o acesso à ciência. A atividade foi mediada pela jornalista Fernanda Marques, que é assessora de comunicação com passagem por diversos veículos e áreas da Fiocruz. 

Ildeu contou que desde criança queria ser um divulgador: “Fiquei fascinado pela ideia de, além de fazer ciência, contar às pessoas como fazer”. Ao longo de sua fala, o presidente da SBPC destacou o caráter político da divulgação científica, que gera benefícios para toda a sociedade, e comparou a realidade nacional à internacional. “No Brasil, portas estão se fechando para nós. Em países mais desenvolvidos, a prática da ciência está muito mais inserida na cultura do que aqui”. Segundo ele, apesar do crescimento de espaços e museus de ciência em cidades brasileiras, ainda é preciso inovar e gerar novas soluções para se fazer divulgação. “As pessoas devem poder ter a sensação do que é ciência. Não é preciso um doutorado no exterior para isso”, convocou.

Já o neurocientista Stevens Rehen disse que é um cientista que gosta de ir além da produção de artigos. “Aprendemos a contar histórias da melhor maneira... E o que são artigos científicos, se não histórias?”. Questionado pela mediadora sobre como os pesquisadores se beneficiam ao se engajarem na divulgação do próprio trabalho, respondeu que são muitos como, por exemplo, ampliar a rede de contatos e atrair mais financiamento.

A divulgação científica é fascinante por ser plural, acredita a jornalista Carla Almeida, que também fez parte da roda. Para ela, qualquer tentativa de estreitar os laços entre ciência e sociedade faz parte desta atividade. “Está longe de haver um consenso, entre estudiosos, sobre o que é divulgação da ciência. Melhor do que tentar definir é, talvez, pensar maneiras novas e eficientes de se fazer”, disse.

Relatos de experiências

E foi desta forma que a maratona seguiu, apresentando diversas práticas de divulgação científica, durante a atividade “Divulgação científica fora da caixa: relatos de experiências”. Os convidados abordaram como humor, arte, dança, design, itinerâncias, jogos, infográficos e a comunicação através do contato direto com o público e também pelas mídias sociais potencializam a aproximação do público e a difusão do conhecimento científico.

Jéssica Norberto, da Fundação Cecierj, contou como os museus itinerantes de ciência são importantes, principalmente para populações carentes. “Quem vai às ruas sabe como é único ver quem não pode chegar a espaços científico-culturais ter contato com a ciência”. 

Quem também falou sobre o papel educativo do trabalho foi o coordenador do Polo de Jogos e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnologia em Saúde (Icict/Fiocruz), Marcelo de Vasconcellos. Ele enumerou os elementos necessários a um bom jogo: conteúdo de qualidade, um bom visual, além de uma dinâmica que faça pos participantes interagirem de fato. “É a mágica do jogo”, disse, destacando a contribuição dos games para a educação de crianças, jovens e adultos.

Ouro para a ciência: projetos de rap e carona com pesquisadores vencem a maratona

Além dessa rica troca entre os convidados, participantes da maratona e público em geral, o Hackaton premiou dois dos 30 projetos criativos e inovadores em divulgação científica selecionados para a maratona. Os venecedores — "Rap e ciência" e "Carona com ciência" —conquistaram apoio financeiro.

O primeiro usa a linguagem do rap para divulgar temas científicos. A jornalista Renata Fontanetto, representante do grupo, comentou a importância do evento. “É uma iniciativa louvável! Reúne gente que acredita, que quer fazer diferente: é quase como uma célula de resistência, num cenário de profundos cortes para a ciência nacional”.

O cientista Leandro Lobo também ressaltou as contribuições da maratona para seu grupo, premiado pelo projeto "Carona com Ciência". “Foi uma oportunidade incrível, foi essencial conhecer outras experiências, o que acabou mudando para melhor a ideia inicial”, contou. O grupo propôs a criação de um novo canal de vídeos, que entrevista cientistas com o objetivo de levar seus conhecimentos para o grande público, de uma forma mais pessoal e descontraída. Uma prova de que o Hackaton fez com que seus participantes embarcassem numa viagem muito criativa pelo campo da divulgação científica. 

Por Valentina Leite e Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)

Publicado em 25/05/2018

Time da educação no Campus: confira os destaques da área nas comemorações pelos 118 anos da Fiocruz

Nos dias 28 e 29 de maio, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) comemora seus 118 anos com uma programação para toda a comunidade, afirmando o direito à saúde, à cidadania, ao desenvolvimento, e ao acesso ao conhecimento. Nosso time da educação, claro, vai estar no Campus, informando, comunicando e trocando experiências com o público. Diversas atividades e serviços serão oferecidos. Confira os destaques da nossa programação:

Na área, uma seleção de "figuras tarimbadas" compartilhará experiências
Festa boa é aquela em que vêm os velhos e queridos amigos, né? Abrindo as comemorações da educação, a Fiocruz recebe alunos que se formaram na instituição, de diferentes unidades e níveis do ensino, para compartilhar suas experiências. O Encontro de Egressos acontecerá às 10h de segunda-feira (28/5), no Museu da Vida (COC/Fiocruz). O evento será conduzido pelo vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação, Manoel Barral, e pelo coordenador-adjunto da Educação, Milton Ozório Moraes.

CVF faz bate-bola presencial
Quem visitar a Feira Fiocruz Saudável, poderá conhecer o time do Campus Virtual Fiocruz (CVF), presencialmente. Profissionais do CVF vão apresentar aos interessados os principais serviços e funcionalidades do portal, que integra diferentes iniciativas na área da educação, como acesso aos cursos, editais, videoaulas, recursos educacionais abertos e notícias, entre outras.

Equipe olimpíca em ação
A equipe da Olimpíada de Saúde e Meio Ambiente (Obsama) — projeto educativo para professores e alunos da educação básica de todo o Brasil — também apresentará as ações pedagógicas que desenvolve, a fim de estimular a produção de trabalhos interdisciplinares sobre saúde e meio ambiente em salas de aula de escolas públicas e privadas.

Prepare-se para jogar, porque vai ter teste de conhecimentos!
O Grupo de Acolhimento da Fiocruz, que tão bem recebe estudantes, pesquisadores e professores de dentro e fora do Rio de Janeiro, vai interagir com o público através de um quizz. E todo mundo que participar do teste vai ganhar um brinde. Passe lá e aceite o desafio.

Programação completa do aniversário
A programação completa do aniversário de 118 anos da Fiocruz, inclui a apresentação do balanço da gestão 2017/2018 pela presidente,Nísia Trindade Lima; debates sobre o atual cenário do direito ao desenvolvimento, à saúde e à ciência, tecnologia e inovação; e atividades culturais gratuitas.

Acesse as informações aqui e venha para a nossa festa!

Publicado em 24/05/2018

Fiocruz comemora seus 118 anos

Em comemoração aos seus 118 anos, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) promoverá diversas atividades. Na abertura do evento, na próxima segunda-feira (28/5), a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, fará um balanço da gestão durante os anos de 2017 e 2018, no qual vai apresentar resultados da atuação institucional no Brasil e falar também sobre os desafios a enfrentar e as perspectivas para o futuro. 

Essa iniciativa, que já é uma prática anual durante as comemorações do aniversário, este ano terá transmissão ao vivo pelas redes sociais. Segundo a presidente, embora sempre tenha sido um evento público, é importante reforçar o diálogo com a sociedade. “O balanço da gestão é uma oportunidade de mostrarmos à sociedade o trabalho que desenvolvemos aqui. Ampliando o diálogo e a participação da população, reforçamos o controle social e a transparência pública, que são valores muito caros a essa instituição”, explica. 

Celebração com reflexão sobre direito à saúde

No dia 29 de maio, a Fiocruz, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) debaterão juntas o atual cenário do direito ao desenvolvimento, à saúde e à ciência, tecnologia e inovação durante seminário que acontece de 9h às 17h no auditório do Museu da Vida.

Para Carlos Gadelha, responsável pela Coordenação das Ações de Prospecção da Fiocruz e um dos debatedores do evento, o seminário será um marco para a concepção de propostas para um projeto nacional que considere o desenvolvimento, a saúde e a pesquisa e a inovação como direitos essenciais na sociedade contemporânea: “O seminário será aberto com a palestra de Luiz Gonzaga Belluzzo, um dos maiores pensadores sobre o desenvolvimento nacional. Reafirmaremos a perspectiva política de que a CT&I e a saúde devem fazer parte de uma estratégia nacional que seja dinâmica, soberana e democrática. A ruptura com paradigmas tradicionais apresenta-se como uma necessidade para nortear as ações do presente e a retomada das energias por nossa sociedade na luta pelo desenvolvimento e a democracia”, destaca.

O debate também celebra os 70 anos da SBPC, e é uma das etapas preparatórias para o 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão 2018). Constitui-se ainda como um dos oito seminários temáticos que a SBPC está organizando na série Políticas Públicas para o Brasil que queremos na comemoração de seus 70 anos. Como resultado, será produzido um documento pelas três instituições envolvidas para ser entregue como subsídio aos candidatos à Presidência da República.

Fiocruz Saudável e programação cultural

Durante os dois dias de comemorações, os trabalhadores e o público visitante poderão participar de ampla programação e de várias atividades da Feira Fiocruz Saudável, como: apresentações culturais, exibição de documentários, massagem laboral, exposições, troca de resíduo reciclável por mudas de plantas, mostra de tecnologias sociais, artesanato e medição de glicose. Quem for a esses espaços também terá oportunidade de conhecer atividades das diversas unidades e setores da Fiocruz, incluindo — é claro — as várias iniciativas no campo da educação.

A feira funcionará das 9h às 16h30, no dia 28/5, e das 9h às 15h, no dia 29/5. Confira a programação completa na nossa agenda!

Fonte: Fiocruz

Publicado em 22/05/2018

Confira a lista de inscrições aceitas no edital para projetos de divulgação científica

Um sucesso de público: foram homologadas cerca de 120 inscrições de candidatos ao edital para projetos de divulgação científica no campo da saúde. A lista de propostas que seguem adiante na seleção está na nossa área de documentos. Confira aqui!

O objetivo deste edital é sensibilizar cientistas da instituição a serem protagonistas do processo de mediação entre a instituição e o conhecimento científico e a sociedade, incrementando seu diálogo com os cidadãos. No total, a Presidência da Fiocruz — por meio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) — concederá R$ 240 mil em recursos, que se destinam a projetos de divulgação científica desenvolvidos por cientistas de todas as idades, de níveis acadêmicos diferenciados (estudantes, jovens cientistas, pesquisadores sênior) e de distintas áreas do conhecimento.

É importante lembrar: de acordo com o edital, as dúvidas sobre a homologação e demais etapas relacionadas ao processo seletivo só serão esclarecidas através do e-mail: editaldc@fiocruz.br

Por Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz) | Fotomontagem a partir de imagem do Museu da Vida (COC/Fiocruz)

Publicação : 21/05/2018

Edital - Projetos em Divulgação Científica - Homologação

Homologação das inscrições do edital para projetos em divulgação científica, cuja finalidade é inspirar um número ainda maior de cientistas da instituição – de todas as idades, de níveis acadêmicos diferenciados (estudantes, jovens cientistas, pesquisadores sênior) e de distintas áreas do conhecimento - a serem protagonistas no processo de mediação entre ciência e sociedade, incrementando seu diálogo com os cidadãos.

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Publicado em 06/04/2018

Inscrições abertas para o primeiro Hackaton da Divulgação Científica em Saúde da Fiocruz

Criar projetos inovadores para falar sobre ciência a diferentes públicos é a meta do Primeiro Hackaton da Divulgação Científica em Saúde, promovido Presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) — por meio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação —, e pelo Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia. O evento também conta com a colaboração do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, do Museu da Vida e do Banco Interamericano de Desenvolvimento. A maratona, que acontece nos dias 4 e 5 de junho, é gratuita e está com inscrições abertas até 2 de maio.

Podem participar cientistas, jornalistas, designers, museólogos, educadores, pós-graduandos e outras pessoas interessadas em divulgação científica em saúde, independentemente de vínculo institucional. Não se trata de um curso ou de uma aula, mas de um exercício prático, no qual a interação entre os participantes é que vai enriquecer o processo. Ao final, dois projetos serão premiados pela Fiocruz com recursos de até R$ 25 mil.

Para se inscrever, os interessados devem descrever brevemente a ideia para um projeto de divulgação científica que tenha relação com o tema escolhido para o evento: “Todo cidadão faz uso da ciência – como as pesquisas científicas impactam a saúde da população e outros aspectos de sua qualidade de vida”. Serão selecionados 30 participantes.

Afinal, o que é o hackaton?

Tradicionalmente, hackaton é uma mistura dos termos 'to hack' (de fatiar, quebrar) e 'marathon' (maratona), geralmente utilizada para designar maratonas de programação computacional. Neste caso, o significado foi expandido para uma maratona de desenvolvimento de projetos inovadores de divulgação científica, que podem ou não ter caráter tecnológico.

Além do exercício de desenvolvimento de projeto, o Primeiro Hackaton da Divulgação Científica em Saúde da Fiocruz promoverá também uma roda de conversa sobre divulgação científica e relatos práticos de experiências na área. Essas atividades serão abertas ao público em geral.

Consulte programação, perfil dos palestrantes, regulamento e link para inscrições aqui!

Para dúvidas e mais informações, entre em contato pelo e-mail: HackatonDC@fiocruz.br

 

Publicado em 29/11/2017

Fiocruz Brasília promove workshop sobre Contribuições da Bioinformática para Leishmaniose

Nesta quinta-feira, dia 30 de novembro, a Fiocruz Brasília promove por meio do Colaboratório Ciência, Tecnologia e Sociedade, o workshop Contribuições da Bioinformática para Leishmaniose. A programação, que tem início às 8h30, conta com apresentações de pesquisadores das unidades da Fiocruz em Brasília, Rondônia, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco, além de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Butantan.

A pesquisadora Tainá Raiol espera que o worskhop promova a interação entre pesquisadores das duas áreas, com compartilhamento de conhecimento e desenvolvimento de pesquisas colaborativas para se melhorar o quadro epidemiológico da doença no Brasil.

A atividade é gratuita, aberta ao público e será realizada no auditório interno da instituição. As inscrições podem ser realizadas até esta quarta-feira (29/11). Clique aqui.

O evento também será transmitido ao vivo pelo facebook da Fiocruz Brasília (saiba mais).

Leishmaniose

As leishmanioses atingem cerca de 12 milhões de pessoas em 98 países, e há 350 milhões sob o risco de infecção, em especial em regiões pobres. Os casos são associados a má nutrição, moradia precária e deficiência imunológica.

A bioinformática é utilizada há mais de 10 anos para processar e analisar grandes volumes de dados em saúde, possibilitando a integração de resultados de diferentes pesquisas pelo mundo. Desde a publicação do genoma da Leishmania major em 2005, foi iniciada a era pós-genômica no estudo desses parasitas. Impulsionados pelos avanços tecnológicos nos métodos de Biologia Molecular e Bioinformática, projetos genomas estruturais e funcionais estão em desenvolvimento, e com potencial para derivarem outras pesquisas científicas a partir de seus resultados.

Workshop Contribuições da Bioinformática para Leishmaniose

Data: 30 de novembro
Horário: a partir das 8h30
Local: Auditório Interno da Fiocruz Brasília (Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A, SC4, Brasília-DF - CEP: 70910-900)
Tel.: (61) 3329-4501

Mais informações:
Assessoria de Comunicação da Fiocruz Brasília
Tel.: (61) 3329 4581 | 99955-7854
E-mail: ascombrasilia@fiocruz.br

Fonte: Fiocruz Brasília (Mariella de Oliveira-Costa) | Foto: Suzana Côrte Real (IOC/Fiocruz)

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