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Estratégia de Disseminação de Larvicida para combate ao mosquito Aedes - 1

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Sobre o curso

Descrição: Olá, seja bem-vindo(a) ao curso Estratégia de Disseminação de Larvicida (EDL) para combate ao mosquito Aedes. Você irá conhecer neste curso a Estratégia de Disseminação de Larvicida, uma tática muito promissora no combate aos mosquitos, pois algumas espécies de mosquitos Aedes usam, frequentemente, criadouros crípticos ou situados em locais inacessíveis, muitas vezes difíceis de detectar pelos agentes de combate às endemias (ACE). Este curso, direcionado aos agentes de saúde, estudantes, pesquisadores e profissionais de saúde que atuam ou pretendem atuar no combate aos mosquitos Aedes, visa exemplificar a eficiência do combate aos mosquitos Aedes por meio de disseminação de larvicidas, pelos próprios mosquitos.



Objetivo Geral: • Compreender a estratégia de disseminação de larvicida por mosquitos no controle de arboviroses. • Identificar os aspectos básicos da utilização de Estações Disseminadoras de Larvicida no controle de arboviroses. • Compreender os procedimentos necessários para a implantação e manutenção de Estações Disseminadoras de Larvicida.



Justificativa: Um dos principais problemas das ferramentas convencionais de controle de Aedes aegypti e Ae. albopictus é o baixo acesso para cobertura de criadouros. Estas espécies usam frequentemente criadouros crípticos, muitas vezes difíceis de detectar pelos agentes de combate a endemias (ACE), ou situados em locais inacessíveis (incluindo prédios fechados). A dispersão de larvicidas, pelos próprios mosquitos é uma tática muito promissora que poderia complementar as atividades de rotina preconizadas pela Coordenação Geral de Vigilância de Arboviroses – CGARB/SVS/MS. Resultados de ensaios realizados em Manaus e Manacapuru (Amazonas) mostram uma alta cobertura de criadouros (>94%), com dispersão efetiva de pyriproxyfen (PPF) até 400m. A dispersão de PPF produziu um importante aumento da mortalidade de mosquitos imaturos (de ~5% para ~95%) e uma redução de 96-98% da emergência de mosquitos adultos em poucas semanas. A dispersão de larvicida por mosquitos se mostrou eficiente quando foi testada em colaboração com os serviços de controle vetorial de alguns municípios do Brasil, em diferentes contextos e estruturas urbanas. A disseminação de larvicida por mosquitos se encaixa dentro do modelo de Manejo Integrado de Vetores (MIV), como uma estratégia alternativa que pode fornecer mais subsídios à CGARB/SVS/MS no controle arboviroses.



InfoDengue e InfoGripe: vigilância epidemiológica de doenças transmissíveis - 1

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Sobre o curso

Descrição: O curso “InfoDengue e InfoGripe: Vigilância epidemiológica de doenças transmissíveis” busca promover a compreensão de conceitos teóricos do monitoramento de doenças transmissíveis com o objetivo de proporcionar aos profissionais da vigilância em saúde que trabalham em Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, conhecimentos e instrumentos que auxiliem na tomada de decisão em salas de situação dedicadas à vigilância de arboviroses urbanas (dengue, Zika e chikungunya) e de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG). Os módulos compreendem textos, vídeos e áudios, organizados com bastante dinamismo e interação. Por meio de todos esses recursos, aliado ao fórum permanente, pretendemos proporcionar um ambiente agradável e rico para o estudo e a compreensão de conceitos teóricos e práticos aplicados ao monitoramento de doenças transmissíveis, incluindo número reprodutivo, receptividade ambiental, limiares epidêmicos, e nowcasting. Esse conhecimento permitirá identificar cenários de risco e a leitura-interpretação dos boletins dos sistemas InfoDengue e Infogripe em diferentes contextos. O curso é dividido entre o módulo base de epidemiologia e vigilância e o módulo aplicado sobre Vigilância e Sistemas de Informação (práticas específicas dos sistemas). Ainda é possível o aluno se aprofundar nos aspectos mais técnicos das metodologias analíticas desenvolvidas e adaptadas para a geração de alertas epidemiológicos para arboviroses e SRAG implementadas no Infodengue e Infogripe pelo e-book “ Métodos analíticos dos sistemas Infodengue e Infogripe”.



Objetivo Geral: Os alunos ao final deste curso estarão capacitados a compreender conceitos teóricos do monitoramento de doenças transmissíveis, como número reprodutivo, receptividade ambiental, limiares epidêmicos e diagramas de controle, nowcasting e forecasting. Esse conhecimento permitirá identificar cenários de risco e a leitura-interpretação dos boletins dos sistemas InfoDengue e Infogripe em diferentes contextos. O curso está dividido em módulos: módulo base (Bloco I: Epidemiologia e vigilância e Bloco II: vigilância e sistemas de informação).



Justificativa: O curso é parte da iniciativa do Ministério da Saúde para capacitação de profissionais da saúde que trabalham em vigilância de arboviroses e síndromes gripais. Visa fomentar o uso de novas tecnologias nas salas de situação municipais e estaduais do país.



Introdução ao Sistema Único de Saúde - SUS - 1

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Sobre o curso

Descrição: O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas de saúde do mundo, baseado no reconhecimento da saúde como direito de todos e dever do Estado, abrangendo mais de 200 milhões de pessoas. Inscrito na Constituição de 1988, o SUS é uma conquista da sociedade brasileira, fruto de décadas de luta pelo direto à saúde no país, associada à defesa da democracia e de uma concepção abrangente de Seguridade Social. O SUS possui caráter público e universal, sendo orientado por princípios e diretrizes como: universalidade, igualdade, integralidade da atenção, descentralização político administrativa e participação da comunidade. Em 35 anos de implementação, observam-se avanços importantes, mas também persistentes desafios a serem enfrentados para a efetivação dos princípios do SUS e garantia do direito à saúde. A pandemia de COVID-19, ao colocar imensa pressão sobre os sistemas de saúde em todo o mundo, evidenciou a importância do fortalecimento de sistemas públicos, abrangentes e resilientes. No caso do Brasil, o SUS foi fundamental na resposta à COVID-19, cujas repercussões imediatas, em médio e em longo prazos Este curso, de caráter introdutório, foi inicialmente formulado para estudantes de pós-graduação ou de graduação do campo da saúde. Porém, ele também se destina a profissionais de saúde, gestores, conselheiros de saúde, professores e outras pessoas que queiram conhecer mais sobre o SUS. O material está organizado em três módulos: O primeiro aborda de forma breve a história de criação do SUS, com ênfase no movimento sanitário dos anos 80, seus princípios e diretrizes. O segundo módulo apresenta um balanço de implementação do SUS, considerando uma série de dimensões estratégicas: o complexo econômico-industrial em saúde, as relações público-privadas no setor, a descentralização, o financiamento, o trabalho e a educação em saúde, a participação social. O terceiro módulo enfoca a organização das ações e serviços de saúde, com ênfase na atenção primária, na vigilância em saúde e na vigilância sanitária.



Objetivo Geral: - Situar o contexto de criação e de implementação do Sistema Único de Saúde no Brasil; - Conhecer os princípios, diretrizes e configuração institucional do Sistema Único de Saúde; - Compreender a relevância da existência de um sistema de saúde público e universal em saúde para a concretização da saúde como direito de cidadania e redução das desigualdades em saúde; - Refletir sobre as relações entre desenvolvimento e saúde a partir da abordagem do complexo econômico-industrial da saúde; - Situar os principais avanços, dificuldades e desafios de implementação do SUS, considerando dimensões estratégicas como: relações público-privadas, descentralização e regionalização, financiamento, gestão do trabalho, educação e formação profissional, participação social, organização das vigilâncias e da atenção à saúde; - Oferecer conhecimentos sobre o SUS que contribuam para a qualificação da formação de estudantes e para a atuação dos gestores e trabalhadores da saúde, no sentido do fortalecimento do sistema público para a efetivação da saúde como direito e melhoria das condições de saúde da população.



Justificativa: Parte-se do pressuposto de que todos os estudantes, gestores, conselheiros de saúde e trabalhadores atuantes na saúde precisam conhecer o SUS e compreender sua importância como política pública, pilar do sistema de proteção social e patrimônio da sociedade brasileira. Nesse sentido, além do público-alvo principal de estudantes, gestores, conselheiros e profissionais do setor saúde, o curso em seu formato autoinstrucional pode ser de interesse para um público mais amplo de trabalhadores, movimentos sociais e outros grupos que queiram conhecer mais sobre o SUS. Dada a importância do SUS no cenário global, como exemplo de sistema universal de saúde em um país em desenvolvimento populoso e desigual, o curso pode ser de interesse também para estudantes, pesquisadores e profissionais de outros países, podendo se justificar a sua tradução para outros idiomas, visando a ampliação de seu alcance.



CURSO AMPARA - Acolhimento de pessoas em situação de abortamento e pós-aborto - 1

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Sobre o curso

Descrição: Curso de qualificação auto-instrucional oferecido a estudantes e profissionais que atuam na área de saúde, setor público ou privado. A carga horaria é de 30 horas, divididas em seis aulas. O desenvolvimento e a oferta do curso no Campus Virtual Fiocruz é produto de uma parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz e organização não governamental Bloco A. Seus objetivos são: a ampliação dos conhecimentos clínicos e jurídicos dos estudantes e profissionais de saúde sobre os serviços de atenção ao abortamento previsto em lei e cuidado pós-aborto, assim como das habilidades correspondentes; a redução do estigma associado ao abortamento nos serviços de saúde; a ampliação do acesso a um cuidado digno, empático e de alta qualidade em situações de abortamento e cuidado pós-aborto, por profissionais com conhecimento de seus deveres profissionais e legais.



Objetivo Geral: Aula 1: Compreender o que é abortamento e como é tratado no mundo e no Brasil, bem como suas consequências para a vida e a saúde das mulheres, e sua relação com a saúde pública. Apreender os conceitos de direitos sexuais, direitos reprodutivos e justiça reprodutiva. Conhecer quem são as pessoas que abortam e que condições contribuem para que elas sejam colocadas em situações de vulnerabilidade ao experienciar esse evento da vida. Aula 2: Identificar quais são as situações em que o aborto está previsto em lei. Compreender os conceitos de objeção de consciência, confidencialidade e sigilo; Identificar quais são as barreiras de acesso aos serviços de aborto legal no Brasil. Compreender as competências e responsabilidades de quem atua em contato ou diretamente em um serviço de abortamento previsto em lei. Aula: 3 Compreender a importância do acolhimento empático e respeitoso à pessoa que aborta. Conhecer as diferentes formas de apresentação das situações de abortamento e os cuidados necessários. Conhecer as evidências científicas relacionadas ao abortamento nas suas diversas formas. Aprender o manejo do aborto medicamentoso. Aula 4: Conhecer as evidências científicas sobre exames procedimentos recomendados antes e depois de um abortamento. Identificar as principais cuidados e sinais de alarme a serem orientados quando uma pessoa passa por um abortamento. Conhecer como é feito o aborto cirúrgico. Compreender a importância de desencorajar métodos de aboratamento inseguro Aula 5: Conhecer os referenciais bioéticos no acolhimento à gestação indesejada e ao atendimento em situações de abortamento induzido. Compreender os referenciais da redução de danos em saúde e no abortamento inseguro. Aula 6: Compreender a origem do conceito de violência obstétrica e o que ele significa. Analisar e reconhecer as situações que se configuram como violência obstétrica e como evitá-las. Compreender o impacto do racismo estrutural no abortamento inseguro e na criminalização por abortamento.



Justificativa: No Brasil, o abortamento é criminalizado – exceto nos casos de violência sexual, anencefalia fetal e risco de vida para a pessoa gestante. Apesar da criminalização, muitas mulheres e pessoas que gestam recorrem a abortamentos inseguros, e essa é uma das principais causas de mortalidade materna no país. Estudos têm mostrado que entre 2010 e 2020, o aborto no Brasil foi a quarta causa de morte materna mortalidade, com 723 casos de óbito, além dos registros oficiais, levantamentos revelaram que 35% das mortes maternas não são notificadas . O aborto é um tema que gera muitas dúvidas por parte das pessoas que estão grávidas e necessitam realizar aborto nas hipóteses previstas no artigo da ordem constitucional. O atendimento nesses casos é permeado por disputas ideológicas e morais, situações de revitimização da violência sofrida, exposição de vulnerabilidades das mulheres, meninas e pessoas com útero. Isso se deve principalmente à falta de orientação qualificada sobre o tema por parte da sociedade. Na formação dos profissionais em saúde, é possível identificar a falta de qualificação conteúdo sobre o assunto nos currículos de graduação. Esses currículos são estruturados em um generalista e a direção do estudo da assistência ao abortamento depende em parte das escolhas pessoais dos alunos. Esse fator é observado na literatura e na análise de fluxos pedagógicos nos cursos de graduação em medicina e enfermagem . Ancoradas nestas orientações e preocupados com este contexto em que o papel desempenhado pelos profissionais de saúde é insatisfatório, a Bloco A visa privilegiar uma abordagem de direitos na área da saúde que prioriza estratégias para reduzir e preservar saúde em situações em que as políticas e práticas estigmatizam as pessoas no que chamamos de redução de danos por aborto. A estratégia para uma abordagem integral à saúde sexual e reprodutiva saúde possibilita garantir o acesso a informações científicas corretas e cuidado, respeitando critérios éticos e direitos humanos relacionados à saúde sexual e reprodutiva, superando possíveis resistências das equipes de saúde por estar ancorada na legislação nacional e internacional. Componentes centrais da redução de danos brasileira modelo, baseado na abordagem integral da saúde sexual e reprodutiva, incluem: democratizando o acesso à informação científica - como tornar a informação sobre sexo e saúde e direitos reprodutivos acessíveis e fáceis para mulheres e meninas nos serviços de saúde na atenção primária; A utilização do teste rápido de gravidez, disponível nos serviços, mas ainda pouco conhecido e utilizado pelos profissionais de saúde para garantir o acesso à informação e atendimento em saúde sexual e reprodutiva para mulheres e adolescentes; e Incorporando um ser humano abordagem baseada em direitos em políticas e regulamentos sobre saúde sexual e reprodutiva para promover o direito à saúde, o direito à privacidade e confidencialidade, o direito aos benefícios do progresso científico e acesso a medicamentos essenciais. Com base no que encontramos na literatura, o BLOCO A estabeleceu uma parceria com a Universidade de Brasília, por meio do Centro de Estudos sobre Desigualdade e Discriminação, e desenvolveu uma pesquisa com alunos de graduação em Medicina e Enfermagem, a fim de identificar lacunas e habilidades dos alunos para a prestação de cuidados integrais e atendimento humanizado à mulher em situação de abortamento. A partir do resultado da pesquisa, foi possível identificar e confirmar o que a literatura sobre o tema já apontado, ou seja, a falta de formação profissional para o exercício digno e atendimento humanizado ao abortamento. Neste contexto, em 2021, o Bloco A sistematizou as principais evidências científicas sobre o assunto e construiu, em parceria com a Universidade de Brasília e por meio de financiamento do Safe Abortion Action Fund - SAAF e desenvolveu o Curso Ampara - Acolhimento de Pessoas em Situação de Aborto e Pós-aborto na modalidade a distância, com o objetivo de contribuir para a qualificação da formação dos profissionais de saúde para o atendimento humanizado. Este curso é uma intervenção nesse contexto e foi desenvolvido a partir da sistematização do conhecimento interdisciplinar, com base em evidências científicas, produzido por especialistas em abortamento no Brasil e no mundo. Com ele, queremos levar até você o que há de mais atual e científico sobre o tema, com o objetivo de contribuir para sua formação como profissional de saúde. Mas não entendemos que a ciência esteja dissociada de valores e, por isso, incorporamos também conhecimentos relacionados às melhores práticas profissionais, para que a formação aqui recebida seja orientada pelos valores do cuidado integral, do acolhimento digno e empático e da humanização.



Vacinação para Covid-19: protocolos e procedimentos Técnicos - 2ª Edição - 2

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Sobre o curso

Descrição: A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) tem atuado desde o início de 2020 em uma série de ações de enfrentamento da pandemia de COVID-19, nas áreas de educação, pesquisa, produção de testes diagnósticos e vacinas, controle de qualidade, assistência, informação e comunicação. Entre as ações educacionais, destaque-se a produção de cursos para os profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), voltados ao enfrentamento dessa grave crise sanitária. O curso de qualificação profissional “Vacinação para COVID-19: protocolos e procedimentos Técnicos”, ofertado de forma gratuita, on-line e autoinstrucional, tem como propósito principal a capacitação dos profissionais do SUS envolvidos na vacinação para a COVID-19, especialmente na Atenção Primária à Saúde, mas podem se inscrever quaisquer profissionais do Brasil ou de outros países. A iniciativa resulta de parceria entre o Campus Virtual Fiocruz, o Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (NESCON) da Universidade Federal de Minas Gerais e o Programa Nacional de Imunizações (PNI), da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. As aulas foram produzidas por especialistas de diferentes unidades da Fiocruz e do NESCON, em estreita colaboração com a equipe do PNI. Ao longo de cinco módulos são abordados: conceitos básicos e desafios relativos às vacinas e à vacinação; características das vacinas para COVID-19; planejamento e organização das salas de vacina; protocolos de vacinação; e farmacovigilância pós-vacinação, entre outros. Esperamos que o curso contribua para a efetividade da campanha de vacinação no controle da pandemia de COVID-19, bem como para a capacitação de profissionais envolvidos com ações de imunização, dado seu caráter estratégico para os sistemas públicos de saúde e a melhoria da situação de saúde das populações.



Objetivo Geral: - Contextualizar a importância das vacinas, por meio da sua história, no Brasil e no mundo; apresentar a cadeia de desenvolvimento, produção e distribuição e seus conceitos básicos; apresentar as questões de vigilância e farmacovigilância envolvidas e apresentar o cenário global da busca pela vacina da COVID-19. - Apresentar o processo de produção da vacina; apontar as necessidades específicas de cadeia de frio para transporte, armazenamento e conservação; apresentar os protocolos de transporte, conservação e descarte de resíduos. - Apresentar a especificidades da organização e dos procedimentos da sala de vacinação para COVID-19; apresentar os procedimentos de armazenamento da vacina X para COVID-19; e orientar para implantação de uma sala de vacina para COVID-19. - Este módulo pretende apresentar a especificidades da organização e dos procedimentos da sala de vacinação para COVID-19; apresentar os procedimentos de armazenamento da vacina X para COVID-19; e orientar para implantação de uma sala de vacina para COVID-19 no contexto dos povos indígenas, população privada de liberdade, residentes em Instituições de Longa Permanência e população de rua. - Apresentar as questões de vigilância pós-vacinação e a farmacovigilância para COVID-19; apresentar os sistemas de informação existentes para vigilância em imunizações; discutir a intercambialidade e o que esperar da vacinação a longo prazo.



Justificativa: O curso de qualificação profissional “Vacinação para COVID-19: protocolos e procedimentos técnicos”, ofertado de forma gratuita, on-line e autoinstrucional, tem como propósito principal a capacitação dos profissionais do SUS envolvidos na vacinação para a COVID-19, especialmente na Atenção Primária à Saúde, mas podem se inscrever quaisquer profissionais do Brasil ou de outros países. A iniciativa resulta de parceria entre o Campus Virtual Fiocruz, o Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (NESCON) da Universidade Federal de Minas Gerais e o Programa Nacional de Imunizações (PNI), da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. As aulas foram produzidas por especialistas de diferentes unidades da Fiocruz e do NESCON, em estreita colaboração com a equipe do PNI. Esperamos que o curso contribua para a efetividade da campanha de vacinação no controle da pandemia de COVID-19, bem como para a capacitação de profissionais envolvidos com ações de imunização, dado seu caráter estratégico para os sistemas públicos de saúde e a melhoria da situação de saúde das populações.



Participação e Controle Social em Saúde Indígena - 1

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Sobre o curso

Descrição: O curso de Qualificação "Participação e Controle Social em Saúde Indígena" foi construído em parceria com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) a partir do diálogo entre pesquisadores, professores indígenas e não-indígenas de diferentes instituições de pesquisa e de ensino e lideranças indígenas das cinco macrorregiões do país. O objetivo geral deste curso é fortalecer a participação social das lideranças e dos conselheiros indígenas nas instâncias formais do controle social do Subsistema de Saúde Indígena/SasiSUS e do Sistema Único de Saúde/SUS. O controle social exercido pelos Povos Indígenas por meio dos Conselhos Locais e Distritais de Saúde Indígena (CONDISI), é um dos pilares da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI), e constitui um instrumento estratégico para planejar e monitorar as ações de saúde, garantir o acesso à atenção diferenciada, à prevenção de doenças e agravos e à promoção de saúde. A estrutura do curso foi desenhada a partir dos pontos críticos e das necessidades de aprendizado indicados pelos próprios indígenas durante as oficinas de trabalho realizadas com as organizações de base da APIB (APOINME, ARPIN SUDESTE, ARPINSUL, Comissão Guarani Yvyrupa, Conselho do Povo Terena, ATY GUASU e COIAB). Público-alvo: O curso é aberto a todos os públicos, mas foi pensado, principalmente, para apoiar e fortalecer os Povos Indígenas, sejam eles conselheiros de saúde, estudantes, professores, profissionais da saúde e outras lideranças, nas discussões e na atuação no controle social e no movimento indígena, em defesa dos direitos à saúde e ao aprimoramento da atenção à saúde, oferecida em seus respectivos territórios. Ao finalizar o curso, a aluna/o aluno receberá um certificado de Curso de Qualificação da Fundação Oswaldo Cruz. Carga Horária: 40hs. Esperamos que aproveitem este curso e que ele contribua para fortalecer a participação dos indígenas nas estratégias de controle social e na definição de ações e de políticas públicas voltadas para melhoria nas condições de vida e de saúde dos Povos Indígenas no Brasil. Coordenadores: Raquel P. Dias Scopel (Fiocruz Mato Grosso do Sul) Rui Arantes (ENSP/Fiocruz)



Objetivo Geral: Identificar conceitos, marcos históricos, marcos legais e experiências que constituíram para formar o campo das políticas públicas de saúde e da saúde indígena no Brasil, com foco no Controle Social no SUS e no SasiSUS.



Justificativa: O controle social exercido pelos Povos Indígenas por meio dos Conselhos Locais e Distritais de Saúde Indígena (CONDISI), é um dos pilares da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI), e constitui um instrumento estratégico para planejar e monitorar as ações de saúde, garantir o acesso à atenção diferenciada, à prevenção de doenças e agravos e à promoção de saúde. Este curso visa fortalecer a participação dos indígenas nas estratégias de controle social e na definição de ações e de políticas públicas voltadas para melhoria nas condições de vida e de saúde dos Povos Indígenas no Brasil.



Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde - 1

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Sobre o curso

Descrição: Na última década observou-se grandes avanços nas tecnologias de informação e comunicação (TIC), o que possibilitou que alguns desses desafios sejam enfrentados. O desenvolvimento e integração de plataformas virtuais que permitem a realização de processos educacionais e a sua gestão contribuíram bastante para qualificar a implementação da Política Nacional de Educação Permanente [PEREIRA, 2003]. Totalmente relacionados aos ODS 3 e 4 da agenda 2030, a política visa desenvolver processos educativos favorecedores de interações sociais, focando assim no desenvolvimento cultural, profissional e no protagonismo dos participantes. Nesse contexto, a proposta deste projeto de desenvolver e ofertar um curso autoinstrucional, com carga horária de 35 (trinta e cinco) horas, sobre estigma e discriminação permitirá qualificar trabalhadores (as) da saúde sobre a influência do estigma e da discriminação no processo de cuidado em saúde, instrumentalizando-os para uma atenção inclusiva, humanizada, interseccional e não discriminatória em relação às IST, HIV/Aids, Hepatites Virais, Micoses Endêmicas, Tuberculose e Hanseníase.



Objetivo Geral: Estimular processos críticos e reflexivos sobre estigma e discriminação em serviços de saúde, por meio da escuta de usuários (as) e que vivenciaram/vivenciam tais situações.



Justificativa: As práticas de saúde são construções sócio-históricas que ao buscarem responder às necessidades sociais de saúde da população, alimentam a incorporação de determinadas práticas, transformando as necessidades sociais, ao mesmo tempo em que são transformadas, em um movimento dialético constante (PAIM, 2017; GONÇALVES, 2000; QUEIROZ, PUNTEL, 1997; BARBARÁ et al., 2005). Tais construções ocorrem durante o processo de trabalho, por meio da interação entre trabalhadores (as) de saúde e o usuário (AYRES, 2004; GONÇALVES, 2000; HOYOS-HERNÁNDEZ et al., 2019). Reconhecendo que esta interação exerce influência sobre as necessidades de saúde da sociedade e que, estas, são fomentadas por diferentes vulnerabilidades – individuais, programáticas e social -, torna-se imperativo uma abordagem desta abrangência (AYRES, 2004). A literatura destaca que aspectos relacionados ao estigma e a discriminação promovem a exclusão social e, ao mesmo tempo, podem produzir consequências negativas que resultam em interações sociais desconfortáveis, limitando as redes sociais e, consequentemente, interferindo na adesão ao tratamento das doenças e qualidade de vida, perpetuando um ciclo de exclusão social e econômica, que ao mesmo tempo, reforçam situações de discriminação e a perda do status do indivíduo, aumentando a vulnerabilidade de pessoas e populações (GOFFMAN, 1988; AINLAY et al., 1986; LINK; PHELAN, 2001; AGGLETON; PARKER, 2001; PARKER, 2013; DOVIDIO, 2013). Tais influências são referenciadas em várias situações de saúde, inclusive nos casos das IST, HIV/Aids, Hepatites Virais, Micoses Endêmicas, Tuberculose e Hanseníase (CAVALCANTE et al., 2012; GARBIN et al., 2018; SBNT, [2021]; TOUSO et al., 2014; PÔRTO, 2009; MORALES et al., 2016; FUSTER et al., 2014; REARTES, 2011; JONES et al.,2017; LABRA; LACASSE, 2015; ANTUNES et al., 2014, NERY et al., 2019; ANDRADE et al., 2019; PESCARINI et al., 2020). Alinhado à tais evidências científicas, que avançam nacional e internacionalmente em proposições diretivas ao enfrentamento das vulnerabilidades sociais, é que o fortalecimento das ações de inclusão social e de enfrentamento ao estigma e discriminação se apresentam como estratégias de minimização de tais vulnerabilidades, sendo incorporado como uma das ações. É importante destacar que as áreas de atuação do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) há muito vêm trabalhando nesta frente, com a incorporação de diferentes abordagens. Baseado no exposto, a necessidade constante de ampliar os esforços em ações educativas no âmbito dos (as) trabalhadores (as) da saúde são fundamentais à contínua qualificação das práticas. Desta forma, a implementação de ações estratégicas educacionais apresenta-se como uma vital ferramenta a fim de fazer frente às demandas formativas dos serviços públicos de saúde. A educação permanente é uma dessas ferramentas, que busca superar limites, visando contribuir com a transformação e a qualificação das práticas de saúde, a organização das ações e dos serviços, dos processos formativos e das práticas pedagógicas na formação e no desenvolvimento dos trabalhadores (as) de saúde [PEREIRA, 2003]. Além dos pilares de conhecimento da educação permanente ou transversalmente a ela, está a formação humana em saúde ao longo da vida. Conceito totalmente balizado e dirigido pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da União das Nações Unidas (ONU) na agenda 2030. O Ministério da Saúde do Brasil, tem como uma de suas competências o desenvolvimento de ações que visam estabelecer políticas para que a rede de serviços de saúde, seja adequada à condição de campo de ensino para a formação de trabalhadores (as) de saúde, bem como processos formativos na rede de serviços do SUS para todas as categorias profissionais e para a sociedade. A justificativa do esforço na formação humana em saúde apresenta-se como uma forma clara e válida de qualificar e /ou atualizar trabalhadores (as). Além disso, por se tratar de ação nacional, que abrange elevado número de trabalhadores (as) em espaços geográficos bastante distintos, justifica-se a proposta inovadora de uso da mediação tecnológica e disponibilização do recurso educacional em ambiente virtual de aprendizagem.



Curso Demonstrativo - Campus Virtual Fiocruz - 1º Oferta

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Sobre o curso

Descrição: Este é um curso modelo de natureza figurativa, desenvolvido para fins de demonstração técnica das funcionalidades de inscrição e gestão do Latíssimo. O objetivo é apresentar o fluxo de ponta a ponta, desde a publicação do hotsite até a confirmação de matrícula do estudante, validando a integração entre os sistemas e a automação dos processos de aprovação.



Objetivo Geral: Validar a Usabilidade: Testar a interface do formulário de inscrição e a experiência do usuário (UX) durante o preenchimento de dados. Simular Automações: Demonstrar o processo de aprovação automática e o armazenamento seguro de dados de qualificação profissional. Apresentar a Integração: Exibir a publicação automática das informações do curso no portal do Campus a partir do registro de solicitação. Instruir o Fluxo de Certificação: Exemplificar o gatilho de emissão de certificados online após a conclusão das etapas simuladas.



Alternativas ao cultivo do tabaco, proteção ambiental e da saúde humana (Artigos 17 e 18 da CQCT/OMS) - 2º Oferta

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Sobre o curso

Descrição: Este curso aborda os artigos 17 e 18 da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT/OMS), que tratam, respectivamente, das alternativas economicamente sustentáveis ao cultivo de tabaco, e da proteção à saúde das pessoas e do meio ambiente. Através de uma plataforma didática e interativa, os alunos exploram o campo do Controle do Tabaco a partir desses dois artigos, conhecendo e aprofundando seus princípios norteadores, tendo acesso à estudos de caso de diversos países, articulando as discussões com temas como Direitos Humanos, Agenda 2030 e interferência e responsabilização da indústria do tabaco. Além disso, o curso fornece subsídios para identificação de lacunas e de estratégias para uma implementação efetiva pelos Países-Parte do Tratado. A versão em inglês, "From Leaf to Litter: Shaping a Planet Beyond Tobacco’s Impacts, também está disponível no Campus Virtual.



Objetivo Geral: O curso tem como objetivo educacional estimular o pensamento crítico dos alunos, bem como promover conhecimento e competências para identificação de potencialidades e entraves para a implementação dos dois artigos. Sob a perspectiva dos impactos ambientais, da proteção à saúde humana e do ambiente e, também, de alternativas economicamente sustentáveis ao cultivo de tabaco, o curso pretende levar os alunos a uma reflexão para a ação, para que nós, enquanto sociedade, alcancemos boas práticas de controle do tabaco.



Justificativa: Trata-se de um importante recurso de aprendizagem e atualização sobre os dois artigos supracitados da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, dos quais o Centro de Conhecimento (proponente do curso) é responsável por produzir e disseminar conhecimentos. A realização do curso se justifica pela importância dos conhecimentos, papel e objetivos da Convenção-Quadro, em especial dos artigos 17 e 18, e estratégias para se pensar a efetividade da implementação dos mesmos. Considerando que esses artigos são os menos implementados pelos países-parte, este curso oferece uma oportunidade de mudança desse cenário, integrando governos de diferentes países para avançarmos no Controle do Tabaco.



Políticas de Saúde e Assistência Farmacêutica do SUS - 12º Oferta

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Sobre o curso

Descrição: O curso de Políticas de Saúde e Assistência Farmacêutica do SUS foi desenvolvido em cooperação técnica entre o Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde (DAF/SCTIE/MS) e a Fiocruz – Brasília. Este curso tem como objetivo compreender os princípios e diretrizes do SUS e as políticas relacionadas à Assistência Farmacêutica.



Objetivo Geral: • Compreender o que são políticas públicas de saúde. • Compreender os antecedentes históricos para o desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS). • Conhecer o contexto histórico da Reforma Sanitária. • Conhecer a organização orçamentária do SUS na CF/88 • Compreender o SUS e seus objetivos; • Relacionar os princípios doutrinários do SUS com as ações de saúde; • Reconhecer os modelos e as redes de atenção à saúde do SUS; • Compreender a assistência Farmacêutica no âmbito do SUS; • Identificar as principais responsabilidades de cada ente federativo; • Entender o funcionamento das pactuações e articulações interfederativas (CIB, CIR, CIT). • Compreender o conceito de assistência farmacêutica; • Conhecer os paradigmas da assistência farmacêutica; • Compreender as principais atividades da Assistência Farmacêutica no SUS. • Compreender a relação da assistência farmacêutica com as redes de atenção. • Reconhecer as práticas farmacêuticas; • Compreender as diretrizes para a organização da Assistência farmacêutica no SUS • Reconhecer o acesso aos medicamentos nos serviços de atenção; • Entender o processo para atualização da RENANE e listas complementares. • Compreender a relação dos componentes da Assistência Farmacêutica e os princípios do SUS. • Conhecer os programas específicos e complementares da Assistência Farmacêutica. • Reconhecer as fontes de financiamento da Assistência Farmacêutica; • Conhecer as principais alterações legislativas do financiamento e dos repasses financeiros. • Compreender o processo de planejamento e monitoramento das ações da assistência farmacêutica no SUS. • Compreender o controle social na Assistência Farmacêutica.



Justificativa: O curso de Políticas de Saúde e Assistência Farmacêutica do SUS foi desenvolvido em cooperação técnica entre o Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde do Ministério da Saúde AF/SECTICS/MS) e a Fiocruz – Brasília.



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