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Publicado em 24/03/2026

Dia Mundial do Combate à Tuberculose: Curso de enfrentamento ao estigma e discrimação disponibiliza aula sobre o tema

Autor(a): 
Fabiano Gama

A tuberculose (TB) é uma doença infecciosa e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como bacilo de Koch. A doença afeta principalmente os pulmões (forma pulmonar), mas pode atingir outros órgãos e/ou sistemas (forma extrapulmonar). A forma extrapulmonar ocorre com mais frequência em pessoas vivendo com HIV e/ou aids, especialmente aquelas com imunidade baixa. De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em 2025, o Brasil figura entre os 30 países com maior incidência de tuberculose e de coinfecção TB-HIV, respondendo por um terço dos casos notificados nas Américas. Somente no ano de 2024 foram registrados mais de 85 mil novos casos e mais de 6 mil óbitos.

A tuberculose segue como um dos principais desafios da saúde pública no Brasil. Neste 24 de março, Dia Mundial do Combate à Tuberculose, o Campus Virtual Fiocruz reforça a oferta do curso Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde, que disponibiliza uma aula exclusiva sobre pessoas acometidas por tuberculose e pessoas acometidas pelas hepatites virais.

O curso é voltado a profissionais da saúde e estudantes, mas também está aberto a todos os interessados no tema, e visa qualificar profissionais no enfrentamento ao estigma no contexto da atenção à saúde de diversos grupos sociais.

As inscrições seguem abertas!

Clique aqui e inscreva-se já!

O curso é uma realização da Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Campus Virtual Fiocruz e a Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência, em parceria com Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Sua elaboração nasceu da necessidade de sensibilizar e instrumentalizar profissionais de saúde que estão na ponta do atendimento, visando atualizar, aprimorar e qualificar suas práticas, construções sócio-históricas que acontecem durante o processo de trabalho e por meio da interação entre tais profissionais e os usuários dos serviços de saúde. É nessa interação que nascem também aspectos relacionados ao estigma e à discriminação, os quais, como já é sabido, promovem a exclusão social e, ao mesmo tempo, podem produzir consequências negativas que resultam em interações sociais desconfortáveis. Tais fatores são limitantes e também podem interferir na adesão ao tratamento das doenças e qualidade de vida, perpetuando, assim, um ciclo de exclusão social, que, ao mesmo tempo, reforça situações de discriminação, bem como a perda do status do indivíduo, aumentando a vulnerabilidade de pessoas e populações.

Conheça a organização do curso, separado em três macrotemas divididos em cinco módulos, com 17 aulas:

Bases conceituais:

Módulo 1 - Bases conceituais

  • Aula 1 - Enfrentamento ao estigma e discriminação
  • Aula 2 - Condições individuais, programáticas e sociais da vulnerabilidade
  • Aula 3 - Implicações éticas em saúde

Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas - Normas e legislações:

Módulo 2 - Estigmas relacionados a algumas doenças

  • Aula 1 - Pessoas vivendo com HIV/Aids e pessoas com IST
  • Aula 2 - Pessoas acometidas pela hanseníase e seus familiares e pessoas acometidas pelas micoses endêmicas
  • Aula 3 - Pessoas acometidas por tuberculose e pessoas acometidas pelas hepatites virais

Módulo 3 - Estigmas relacionados a práticas ou comportamentos

  • Aula 1 - Pessoas privadas de liberdade
  • Aula 2 - Pessoas em situação de rua
  • Aula 3 - Pessoas que usam álcool e outras drogas
  • Aula 4 - Trabalhadoras(es) do sexo e cuidados em saúde

Módulo 4 - Estigmas relacionados a condições específicas

  • Aula 1 - População negra
  • Aula 2 - Povos indígenas
  • Aula 3 - População LGBTQIA+

Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação

Módulo 5 - Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação nos serviços de saúde

  • Aula 1 - Normas e legislações vigentes relacionadas ao enfrentamento do estigma, da discriminação e das legislações discriminatórias
  • Aula 2 - Condições e estratégias para alcance de um serviço livre de discriminação
  • Aula 3 - Práticas estigmatizantes e discriminatórias dirigidas as/os usuários(as) dos serviços de saúde
  • Aula 4 - Estratégias de melhoria para acesso aos serviços pelos(as) usuários(as)
Publicado em 23/03/2026

Fiocruz e Ministério da Saúde liberam nova oferta do curso sobre autocuidado em saúde

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Disseminar modelos, estratégias e possibilidades de intervenções para a promoção do autocuidado voltados à qualificação de profissionais de nível médio e superior, especialmente os que atuam na Atenção Primária à Saúde. Esse é o objetivo do curso Autocuidado em Saúde e a Literacia para a promoção da saúde e a prevenção de doenças crônicas na Atenção Primária à Saúde, que acaba de abrir inscrições para uma nova edição. A formação, uma parceria entre a Fiocruz e o Ministério da Saúde, é online e gratuita, e já conta com mais de 70 mil inscritos! Mais uma vez, este curso é oferecido em parceria com a Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS), iniciativa que amplia o alcance e a abrangência da formação.
 
Inscreva-se já!

A formação é dividida em cinco módulos, tem carga horária total de 60h, é autoinstrucional, e certifica os participantes mediante avaliação dos conhecimentos adquiridos! 

O curso surgiu de uma demanda do Ministério da Saúde, e foi desenvolvida por pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), em parceria com o grupo de estudos e pesquisa Promoção em comunicação, educação e Literacia para a Saúde no Brasil (ProlisaBr), vinculado ao Instituto de Educação, Letras, Artes, Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). A formação está sob a coordenação-geral da médica sanitarista Ana Luiza Pavão, pesquisadora do Laboratório de Informações em Saúde (Lis/Icict/Fiocruz) e docente colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (Ppgics/Icict), além de contar com a coordenação adjunta de Rosane Aparecida de Sousa, da UFTM e coordenadora do ProLisaBR.

Segundo Ana Luiza, a temática abordada nesta formação estimula o profissional a se questionar, refletir durante a assistência cotidiana do trabalho sobre o que pode fazer para promover a saúde naquele indivíduo atendido. Com o curso, a ideia é fomentar uma visão focada na saúde e não na doença e suas complicações, buscando uma visão positiva sobre o cuidado e lançando mão de novas estratégias para melhorar a saúde, com foco na qualidade de vida, bem-estar, saúde mental, e outros aspectos que influenciam fortemente o dia a dia das pessoas. 

A proposta do curso é trazer uma série de conceitos e reflexões a respeito do autocuidado em saúde e da literacia para a saúde, incluindo também a questão da comunicação em saúde, e a importância da literacia digital em saúde — que é a influência da internet e da capacidade das pessoas de obterem e manejarem informações de saúde provenientes da internet —, além dos fundamentos da promoção da saúde, e da Política Nacional de Promoção da Saúde do Ministério da Saúde. A formação conta também com o guia principal sobre Autocuidado e Literacia para a saúde, voltado aos profissionais de saúde, publicado pela editora do Ministério da Saúde. 

Mais uma vez, esta edição é oferecida com a parceria da UNA-SUS, da Coordenação-Geral de Prevenção de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde, que integra o Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (CGCOC/Deppros/SapsS/MS) e o Departamento de Gestão da Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (Deges/SGTES/MS). Segundo o Deppros/Saps/MS, a proposta do curso é estratégica no que diz respeito à operacionalização da gestão colaborativa do cuidado, possibilitando, especialmente aos profissionais de saúde que atuam na APS, o aprimoramento da abordagem sobre a promoção do autocuidado, com atenção à literacia para a saúde, considerando ainda os determinantes sociais da saúde e sua relação complexa com a produção de saúde e adoecimento. 

O curso oferece instrumental técnico que dá ênfase nas habilidades individuais e comunitárias de fazer saúde, fomentando reflexões sobre a atuação na APS, e como os conceitos de território, orientação familiar e comunitária se interrelacionam com o reconhecimento da autonomia e trajetória das pessoas, suas comunidades e pertencimentos. Tal referencial qualifica a relação de cuidado baseada no compartilhamento de decisões, o que aumenta a probabilidade de adesão ao tratamento e a modos de viver mais saudáveis, fatores fundamentais à melhoria da qualidade de vida e à prevenção das condições crônicas não transmissíveis, com afirmação do direito à vida e à saúde. 

Recursos Educacionais Abertos 

O conceito de literacia para a saúde (LS) versa sobre o conhecimento, as motivações e as competências dos indivíduos para acessar, compreender, avaliar e aplicar informações sobre saúde, a fim de fazer julgamentos e tomar decisões na vida cotidiana relacionadas aos cuidados de saúde, à prevenção de doenças e à promoção da saúde para manter ou melhorar sua qualidade de vida ao longo dos anos. A LS vem do termo em inglês health literacy, mas existem outras traduções utilizadas para o conceito, como literacia em saúde, letramento em saúde e até mesmo alfabetização em saúde.

A partir da relevância da temática, foram desenvolvidos inúmeros materiais especialmente para este curso. No total, cinco guias estão disponíveis como material de apoio à formação: um sobre autocuidado e literacia e outros quatro voltados para o manejo de doenças específicas, como hipertensão, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica e diabetes tipo 2. O curso disponibiliza ainda oito vídeos relativos às características das referidas doenças e suas formas de prevenção e controle, videoaulas e outros recursos educativos; além, é claro, do já citado guia principal sobre Autocuidado e Literacia para a saúde publicado pelo MS.

Publicado em 20/03/2026

Formação nacional: Fiocruz dá início à especialização a distância em saúde digital

Autor(a): 
Isabela Schincariol e Fabiano Gama

"Trabalhamos por uma transformação digital no SUS que fortaleça a democracia, busque a equidade, a solidariedade, a inclusão e que respeite os direitos humanos", disse a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (Seidigi/MS), Ana Estela Haddad, na ocasião da aula inaugural do curso de especialização em Dados e Sistemas de Informação para o Sistema Único de Saúde. Segundo ela, as tecnologias digitais podem e devem impactar positivamente a saúde, no entanto, é necessário que, à luz do SUS, essa transformação não seja guiada pelas mesmas regras e lógicas da transformação maciça e ampla que estamos vivendo na sociedade como um todo. A vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação, Marly Cruz, o diretor do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), Adriano Silva, e a assessora da VPEIC e uma das coordenadoras da formação, Mel Bonfim também participaram do lançamento do curso. A aula foi transmitida ao vivo e está disponível no canal do Campus Virtual no youtube.

+Assista aqui à aula de abertura

Esta é a primeira edição desse curso de cunho nacional, oferecido em todas as regiões do país e que acumulou mais de 5 mil inscrições, com cerca de 2.700 matrículas homologadas. Sua realização é uma responsabilidade do Icict e o Campus Virtual Fiocruz no âmbito do Programa de Formação em Ciência de Dados e Informações em Saúde para o SUS, que é desenvolvido pela Fiocruz — sob a coordenação da VPEIC, através do Campus Virtual — e o Ministério da Saúde, por meio da Seidigi/DataSUS/MS.

Saúde digital, um eixo estratégico da política de saúde no Brasil

Ana Estela demonstrou alegria com o início do curso, destacou a grande procura pela nova formação e parabenizou os selecionados. Com o tema “Sistema Único de Saúde: Potencialidades e desafios na Informação, Saúde Digital e Inteligência Artificial”, durante sua palestra, a secretária fez um percurso pela área da informação e saúde digital ao longo dos últimos 20 anos, mostrou diferentes ferramentas e iniciativas já desenvolvidas e apontou que a saúde digital é um campo em construção, reconstrução e ressignificação. Para ela, a criação da Seidigi demonstra que a saúde digital deixou de ser um projeto isolado para se tornar uma política estruturante dentro do Ministério da Saúde.

Entre iniciativas de destaque, Ana Estela falou sobre o aplicativo 'Meu SUS digital', a telessaúde e também sobre a Rede Nacional de Dados de Saúde (RNDS). Com foco na experiência do cidadão através do app, ela enfatizou que a "tecnologia deve servir ao empoderamento do paciente, oferecendo transparência e acesso fácil a históricos de vacinação, exames e agendamentos". Sobre o papel estratégico da telessaúde, a secretária a descreveu como uma "ferramenta de justiça social, capaz de levar especialistas a regiões remotas e vazios assistenciais". Já a RNDS foi descrita por ela como a "espinha dorsal" da integração do sistema. "Ao priorizar a interoperabilidade, o Ministério da Saúde busca garantir que o histórico clínico do paciente o acompanhe em qualquer ponto do território nacional", disse Ana Estela, afirmando que “essa infraestrutura é vital para evitar a duplicidade de exames e garantir a continuidade do cuidado, transformando dados brutos em inteligência assistencial”.

A secretária encerrou sua participação alertando que a revolução tecnológica no SUS exige um compromisso rigoroso com a ética e a formação humana. Ela reforçou a importância da conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a urgência de políticas de literacia digital para os profissionais de saúde, especialmente os que atuam na ponta do sistema. Em sua visão, o fortalecimento da soberania tecnológica nacional e a segurança cibernética são as garantias de que a inovação resultará em um sistema de saúde mais ágil, moderno e fundamentalmente inclusivo para as próximas gerações.

Especialização em saúde digital com abrangência nacional

A vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Marly Cruz, destacou a relevância do curso, não somente para fortalecer ações de saúde que estão vinculadas à saúde digital, mas também para reduzir desigualdades: “É muito bom chegar aqui e ver pessoas das diferentes partes e regiões do país. Está em nossa missão institucional reduzir desigualdades e podemos ver esse potencial na natureza dessa nova formação". Marly completou dizendo que há uma grande demanda sobre essa área. Ela espera que a formação seja um sucesso e que possa haver outras edições: “É importante que a gente possa mergulhar nesta primeira versão com o compromisso de que o curso venha contribuir para a produção do conhecimento, para uma reflexão mais profunda sobre os nossos desafios, mas que a gente também possa tirar lições aprendidas, inclusive para aperfeiçoar outras possíveis versões”.

O diretor do Icict, Adriano Lopes, agradeceu a oportunidade de realizar a primeira edição do curso e proporcionar o debate sobre gestão de dados em saúde e sistemas de informação, pensando sempre nos avanços tecnológicos: “Penso muito sobre como esse campo é dinâmico, sobre como não nos permite descanso, pois a tecnologia avança, em especial, nos estudos de informação e comunicação em saúde, os sistemas mudam e cada vez nos impõem desafios imprescindíveis”.

A assessora da VPEIC e coordenadora da formação juntamente com Carolina Carvalho e Mônica Magalhães, Mel Bonfim, citou Paulo Freire afirmando que a "educação é um ato político. É impossível ser neutro. Quem decide pela neutralidade já optou por uma posição", disse ela, detalhando que, inspirados pela educação que transforma, o sentimento com a abrangência do curso é de orgulho. "Podemos dizer que o Brasil está aqui representado, seja pelas cinco regiões, seja pela diversidade assegurada, pela política da Fiocruz e pela política do Ministério da Saúde de compromisso com as ações afirmativas".

 

Publicado em 17/03/2026

Inscrições abertas para curso sobre vigilância das micobactérias não tuberculosas

Autor(a): 
Fabiano Gama

O Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/Ensp/Fiocruz) realizará, entre os dias 4 e 6 de maio de 2026, o curso presencial Manejo clínico e vigilância das Micobactérias Não Tuberculosas (MNT). As inscrições estão abertas até 10 de abril de 2026 pelo Campus Virtual Fiocruz.

Inscreva-se já!

A formação reunirá especialistas para discutir diagnóstico, manejo clínico, vigilância e tratamento das infecções por micobactérias não tuberculosas, incluindo:

  • diagnóstico laboratorial
  • doença pulmonar e diagnóstico diferencial com tuberculose
  • infecções extrapulmonares
  • manejo terapêutico e farmacovigilância
  • discussão de casos clínicos e investigação de surtos

Programação:

Aula de abertura

Micobactérias Não Tuberculosas: o estado da arte e os desafios emergentes para a clínica e a saúde pública

Módulo 1

Introdução às MNT: Taxonomia, epidemiologia e patogênese

Módulo 2

Notificação, definições de caso e vigilância

O curso será realizado no Centro de Referência Professor Hélio Fraga, localizado na Estr. de Curicica, 2.000 - Curicica, Rio de Janeiro - RJ.

Carga horária: 30 horas

Horário: das 8h às 17h

Vagas: 90

Certificados de conclusão serão enviados aos aprovados, por e-mail, em até 20 dias úteis após o término do curso.

Participe dessa atualização estratégica sobre um tema cada vez mais relevante para a clínica e para a saúde pública.

Publicado em 17/03/2026

Inscrições prorrogadas para curso Comunicação e Saúde em tempos de desinformação

Autor(a): 
Assessoria de Comunicação do Icict/Fiocruz

O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) prorrogou as inscrições para a primeira edição do curso de atualização em Comunicação e Saúde em Tempos de Desinformação. Voltado a profissionais de comunicação vinculados ao Ministério da Saúde, o curso será oferecido pela primeira vez na Fiocruz Brasília. Com a iniciativa, o Icict reforça seu papel como protagonista do debate sobre o tema da desinformação, conectando diferentes campos de conhecimento. As inscrições estão prorrogadas até 21 de março, neste link do Campus Virtual.

Com aulas presenciais, às sextas-feiras, o curso busca qualificar profissionais graduados que atuam com comunicação e saúde, com o objetivo de oferecer possibilidades de ação conjunta entre a academia e a sociedade sobre desinformação científica e saúde, para promover reflexões e estratégias para atuar em contextos de desinformação. 

Os temas abordados estão divididos em cinco módulos: 

  • Cenários e tendências de Comunicação e Saúde;
  • Desinformação Científica em Saúde;
  • Ética e integridade da informação em saúde;
  • Sistemas de dados e de informação
  • Estratégias de Comunicação 

O curso é coordenado pelos pesquisadores do Icict Wilson Borges e Izamara Bastos, ambos do Laboratório de Comunicação e Saúde (Laces).  

Acesso rápido

Mais informações sobre o curso aqui

Seminário sobre desinformação

Em julho de 2025, representantes do Icict participaram da primeira edição do seminário 'Educação, Informação, Comunicação e Saúde: Proteções contra a Desinformação', realizado pela Fiocruz Bahia e parceiros. O evento promoveu debates sobre os desafios relacionados à desinformação em ciência e saúde, além de premiar trabalhos com o Prêmio Igor Sacramento, em homenagem ao pesquisador e professor falecido em abril do ano passado. 

Por seu importante papel nos estudos e debates relacionados ao tema, o Icict receberá a segunda edição do seminário, em 2027. 

Publicado em 16/03/2026

Inscrições abertas para Curso Teórico-Prático de PCR Digital

Autor(a): 
Fabiano Gama

Pesquisadores, profissionais, técnicos e estudantes de pós-graduação que atuam na área de biologia molecular e áreas afins, interessados na aplicação da técnica de PCR digital, podem se inscrever, até 20 de março, no Curso Teórico-Prático de PCR Digital (dPCR). O objetivo é capacitar profissionais, pesquisadores e estudantes para compreender os fundamentos da PCR digital e suas aplicações, bem como habilitá-los a utilizar o equipamento disponível na Plataforma de Análises Moleculares da Fiocruz. Interessados podem se inscrever pelo Campus Virtual Fiocruz.

Inscreva-se já!

Este curso oferece uma formação prática e teórica em PCR digital, abordando os fundamentos da técnica, suas principais aplicações e a utilização do equipamento Absolute Q recentemente adquirido pela Plataforma de Análises Moleculares da Fiocruz. A programação contempla exposição teórica aberta ao público e atividades práticas voltadas a participantes previamente selecionados. Curso associado ao Jubileu de Ouro do Programa de Biologia Parasitária realizado em parceria com a Thermo Fisher Scientific.

Total de Vagas: 110 vagas (parte teórica aberta; 16 vagas para a parte prática).

O curso será ofertado em formato presencial, com atividades teóricas expositivas no período da manhã e atividades práticas em laboratório no período da tarde, incluindo demonstração de protocolos, execução da técnica e análise de resultados.

Carga Horária: 16 horas (3h para quem fizer apenas a teórica)

Detalhamento da carga horária:

• Dia 1 (30/03/2026) – 9h às 12h (Teoria) | 13h às 17h (Prática I)

• Dia 2 (31/03/2026) – 9h às 12h (Prática II) | 13h às 17h (Prática III – análise de resultados)

Processo Seletivo:

As inscrições serão avaliadas pela Coordenação do Curso com base no interesse dos participantes e nos critérios do público-alvo, levando em conta as respostas ao formulário de inscrição, que deverão ser obrigatoriamente preenchidas. Para a parte prática, serão selecionados 16 participantes considerando o potencial uso da PCR digital em seus projetos de pesquisa.

Pré-requisito:
Carta de Interesse para a parte prática, explicando o potencial uso da PCR digital em sua pesquisa

Observação: No ato da inscrição, apenas os candidatos que tiverem interesse em participar da parte prática deverão anexar a carta de interesse no campo indicado do formulário.

Acesse o Campus Virtual Fiocruz e inscreva-se!

Dúvidas: Núcleo de Cursos de Qualificação e Extensão

Telefone: (21) 2562-1274
E-mail: curso.extensao@ioc.fiocruz.br

Publicado em 02/03/2026

Fiocruz alerta para riscos à saúde após enchentes em Minas Gerais. Confira curso online e gratuito do Campus Virtual sobre leptospirose

Autor(a): 
Fabiano Gama*

Observatório de Clima e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde da Fiocruz (Icict/Fiocruz) divulgou nota técnica alertando para o aumento da incidência de doenças respiratórias, doenças gastrointestinais, doenças transmitidas por vetores e leptospirose entre a população. A nota analisa o cenário do desastre após tragédia em Minas Gerais, os impactos diretos e indiretos sobre a saúde da população e a rede assistencial. As chuvas extremas que atingiram a Zona da Mata mineira nos últimos dias, provocando dezenas de mortes e milhares de desalojados e desabrigados, também geram impactos significativos para o sistema de saúde da região. Elaborado com a colaboração de professores e pesquisadores dos departamentos de Saúde Coletiva e Estatística da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), o documento analisa os efeitos das inundações e deslizamentos registrados em municípios como Juiz de Fora e Ubá e apresenta estratégias e recomendações para o Sistema Único de Saúde (SUS) em suas três esferas de gestão. De acordo com o documento, o estudo também registra que "o desastre evidencia a crescente vulnerabilidade urbana a eventos climáticos extremos". A nota alerta ainda para riscos sanitários no período pós-desastre, de curto a longo prazo, que incluem surtos de doenças infecciosas, agravamento de doenças crônicas e impactos na saúde mental da população afetada. 

+Leia aqui a nota técnica Impactos das Inundações e Deslizamentos em Juiz de Fora e Região (MG) e Recomendações para o Setor Saúde.

Em publicação nas suas redes sociais, o Ministério da Saúde alerta que chuvas fortes e enchentes são um risco para a saúde, pois a água da enchente pode estar contaminada por esgoto, lixo e produtos químicos, aumentando o risco de doenças, e explica que evitar o contato com a água, cuidar da higiene, consumir apenas água potável e descartar alimentos contaminados são atitudes essenciais para se proteger.

Em todo o país, a temporada de chuvas de verão causam enchentes, enxurradas e inundações que propiciam a proliferação de doenças, especialmente as infecciosas, como problemas respiratórios, hepatite A, diarreias, dengue e leptospirose. Para ajudar no enfrentamento dessa questão, o Campus Virtual Fiocruz reforça a oferta do curso, online e gratuito, Leptospirose — Transmissão, diagnóstico, tratamento e prevenção. A formação é voltada a profissionais de saúde, mas aberta a todos os interessados. Quase 15 mil pessoas em todo o país já concluíram o curso. Faça você também parte dessa rede de formação em saúde!

Inscreva-se já!

O curso é dividido em três módulos, em uma carga horária total de 30 horas, e aborda questões sobre a transmissão da doença, fatores ambientais, sinais, sintomas, diagnóstico e tratamento, bem como a prevenção e a vigilância em saúde. Ele é resultado de uma parceria entre o Campus Virtual Fiocruz (CVF), o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) e o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e foi desenvolvido em tempo recorde, cerca de 20 dias, para auxiliar na resposta ao enfrentamento dos aumentos de casos de leptospirose que vêm sendo notificados em decorrência das enchentes no Sul do país.

O curso é voltado a profissionais de saúde e estudantes, mas pode ser feito por pessoas de todo o país interessadas na temática. Conheça a estrutura da nova formação:

Módulo 1 – O que é leptospirose?

Aula 1.1 – A leptospirose;
Aula 1.2 – Fatores condutores ambientais;
Aula 1.3 – A transmissão da doença;
Módulo 2 – Sinais, sintomas, diagnóstico e tratamento.

Aula 2.1 – Os sinais e sintomas;
Aula 2.2 – O diagnóstico;
Aula 2.3 – O tratamento;
Módulo 3 – Prevenção e Vigilância em saúde.

Aula 3.1 – A prevenção;
Aula 3.2 – A quimioprofilaxia;
Aula 3.3 – A vigilância em saúde dos riscos associados aos desastres.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que é transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria Leptospira. O contágio pode acontecer a partir de lesões na pele, por mucosas ou mesmo em pele íntegra, se imersa por longos períodos em água contaminada. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios. Ao apresentar sintomas, deve-se procurar um serviço de saúde e é importante relatar se houve exposição de risco, como o contato com água de chuvas e enchentes.

Trata-se de uma zoonose de grande importância social e econômica, por apresentar elevada incidência em determinadas áreas de vulnerabilidade social, como também por sua letalidade, que pode chegar a 40%, nos casos mais graves. Sua ocorrência está relacionada às precárias condições de infraestrutura sanitária e alta infestação de roedores infectados. As inundações propiciam a disseminação e a persistência da bactéria no ambiente, facilitando a ocorrência de surtos. A leptospirose tem cura, mas, sem tratamento pode causar danos renais, meningite, insuficiência hepática, dificuldades respiratórias e até a morte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

#ParaTodosVerem Banner com duas fotos, no topo está escrito o título do curso: Curso Leptospirose, transmissão, diagnóstico, tratamento e prevenção, embaixo do nome o desenho de um rato cinza. Na segunda imagem, uma rua inundada, no centro há um barco e diversas pessoas ao redor dele com a água na altura das coxas e da cintura, ao fundo prédios, na parte inferior está escrito: Inscrições abertas.

 

*Com informações do Observatório de Clima e Saúde (Icict/Fiocruz)

Publicado em 06/03/2026

Incrições abertas para curso ‘Treinamento CLC Genomics – Análise de dados de RNA-Seq'

Autor(a): 
Fabiano Gama

Profissionais, pesquisadores, técnicos e estudantes que atuam na área de genômica e transcriptômica podem se inscrever, até 9 de março, no curso Treinamento CLC Genomics – Análise de dados de RNA-Seq. O curso busca capacitar os participantes no uso da plataforma CLC Gx para análises de RNA-Seq, combinando teoria, prática e suporte especializado. Promovida pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a capacitação aborda o uso do software CLC Genomics Workbench (CLC Gx) para realizar análises de RNA-Seq, desde o processamento de dados brutos até a interpretação de resultados biológicos. O treinamento é dividido em dois dias: o primeiro dia será remoto, com atividades autoinstrutivas guiadas por tutoriais em vídeo, e o segundo dia será presencial (campus Fiocruz Maré - Rio de Janeiro/RJ), com acompanhamento de especialista da QIAGEN.

Carga horária de 18 horas, divididas da seguinte maneira:

  • 1º dia (remoto): 9h às 16h30
  • 2º dia (presencial): 9h às 16h30

Ao todo, serão oferecidas 20 vagas, com critérios de seleção detalhados na página de inscrição.

O cronograma inclui:

  • Atividades hands-on guiadas por tutoriais em vídeo;
  • Sessões práticas no CLC Genomics Workbench com especialista da QIAGEN;
  • Consultoria para resolução de dúvidas e orientação sobre dados e projetos dos participantes;
  • Atividades práticas de análise completa de dados de RNA-Seq, incluindo controle de qualidade, mapeamento, quantificação, análise de expressão diferencial e interpretação funcional.

Acesse o Campus Virtual Fiocruz e inscreva-se!

Dúvidas: Núcleo de Cursos de Qualificação e Extensão

Telefone: (21) 2562-1274
E-mail: curso.extensao@ioc.fiocruz.br

 

 

#ParaTodosVerem Foto em tons azul e avermelhado, há um card verde por cima da foto com informações sobre o treinamento CLC Genomics - Análise de dados de RNAseq, inscrições até 9/3.

Publicado em 20/02/2026

Mpox registra novos casos e reacende alerta: curso da Fiocruz fortalece resposta no SUS

Autor(a): 
Isabela Schincariol

A Mpox voltou ao centro das atenções da saúde pública brasileira em 2026. Neste ano, o país já registra 47 casos confirmados, distribuídos em diferentes estados, montrando que o vírus segue em circulação ativa e demanda vigilância constante. Embora o cenário atual não indique aumento da gravidade, especialistas da área alertam que a detecção precoce é determinante para conter a transmissão. Para sensibilizar profissionais à identificação rápida e eficiente, é imprescindível que as equipes de saúde, especialmente as que atuam na linha de frente de atendimento à população, estejam preparadas. Nesse sentido, o Campus Virtual Fiocruz apresenta o curso  Mpox: Vigilância, Informação e Educação, uma formação online e gratuita que, neste momento, apresenta-se como uma ferramenta estratégica para o fortalecimento da resposta ao SUS. Ele foi desenvolvido em parceria com a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), é organizado em quatro módulos, tem 48h de carga horária e certifica os participantes.   

Inscreva-se já!

O alerta sobre a infecção viral causada pelo Monkeypox virus (Mpox) se intensificou diante da confirmação, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), da circulação internacional de uma nova variante recombinante do vírus. Ainda que os casos confirmados sejam considerados leves ou moderados, sem registro de óbitos, a dinâmica de infecção reforça a necessidade de vigilância contínua e a qualificação dos profissionais de saúde como determinantes para evitar novos surtos. A infecção caracteriza-se por febre, dor de cabeça, lesões cutâneas e potencial transmissão em situações de contato próximo.

O curso é estruturado para fortalecer competências técnicas na Atenção Primária, e aborda aspectos clínicos, epidemiológicos, notificação, investigação de casos e estratégias de educação em saúde. Voltado especialmente para profissionais de nível técnico e trabalhadores do SUS, a formação capacita profissionais a reconhecer sinais e sintomas, compreender fluxos de notificação e atuar de forma integrada na resposta local. 

Ainda não se sabe se a nova variante, detectada no Reino Unido e na Índia em fevereiro de 2026, tem maior transmissibilidade ou risco clínico, mas o fato é que ela reacende a importância da vigilância global e do fortalecimento das ações de saúde pública para monitorar e conter possíveis novos surtos.

Poli: Compromisso com o fortalecimento do SUS e a valorização dos trabalhadores da linha de frente 

Esta formação foi lançada em outubro de 2025 em resposta a centenas de notificações de casos no Brasil, pois, mesmo sem um surto explosivo, a vigilância e a educação em saúde permanecem essenciais para identificar suspeitas precocemente e conter possíveis avanços da doença no país e no mundo. A formação tem a coordenação compartilhada dos pesquisadores e professores da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) Fernanda Bottino, Maurício Monken e Carlos Batistella, que são, respectivamente, do Laboratório de Educação Profissional em Técnicas Laboratoriais em Saúde (Latec/EPSJV), do Laboratório de Educação Profissional em Vigilância em Saúde (Lavsa/EPSJV), e coordenador de Cooperação Internacional da Escola. A iniciativa é resultado de um esforço coletivo dos referidos laboratórios da EPSJV/Fiocruz, que uniram suas expertises para desenvolver um curso com base na formação crítica de trabalhadores para o enfrentamento de temáticas emergentes da saúde coletiva, fortalecendo, assim, o compromisso histórico da Escola na formação de profissionais técnicos em saúde, com foco na vigilância, informação e educação em saúde. 

Conheça a estrutura da formação e inscreva-se: 

Módulo 1: Conceitos básicos sobre a Mpox
Aula 1: Mpox: a doença, o vírus e a epidemiologia
Aula 2: Transmissão, sinais e sintomas e diagnóstico
Aula 3: Tratamento e prevenção

Módulo 2: O processo de notificação da Mpox e o papel do profissional de nível médio
Aula 1: O registro da Mpox no sistema de informação em saúde
Aula 2: Como realizar o processo de notificação da Mpox 
Aula 3: Aspectos éticos no registro da Mpox com ênfase nos ambientes digitais
Aula 4: O protagonismo dos profissionais de Nível Médio no registro e informação sobre a Mpox

Módulo 3: Mpox no sistema de saúde: os desafios da prática educativa para a sua prevenção
Aula 1: Prevenção e o papel dos profissionais de saúde na suspeita, encaminhamento e acompanhamento de casos
Aula 2: Educação em saúde 
Aula 3: Educação popular em saúde e o planejamento de atividades educativas

Módulo 4: Mpox: a importância das ações de vigilância em saúde
Aula 1: Vigilância em Saúde
Aula 2: Informações na gestão de risco da Mpox
Aula 3: A vigilância da Mpox no território
Aula 4: Ações educativas e comunicativas de vigilância em saúde

Publicado em 30/01/2026

Dados e Sistemas de Informação para o SUS: Divulgada a lista de inscrições homologadas para a nova especialização

Autor(a): 
Isabela Schincariol

O Campus Virtual Fiocruz e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica da Fiocruz (Icict) divulgam a lista de inscrições homologadas para o curso de especialização em Dados e Sistemas de Informação para o Sistema Único de Saúde. Ao todo, foram recebidas mais de 2.700 inscrições provenientes de todas as regiões do país. A divulgação do resultado final com o nome dos selecionados para o curso está prevista para o dia 2 de fevereiro, próxima segunda-feira. 

+Acesse aqui todos os docmentos dessa chamada! 

A iniciativa é oferecida no âmbito do  Programa de Formação em Ciência de Dados e Informações em Saúde para o SUS, que é desenvolvido pela Fiocruz — sob a coordenação da Vice-Presidência de Educação,  Informação e Comunicação (VPEIC), através do Campus Virtual — e o Ministério da Saúde, por meio do DataSUS/Seidigi/MS.

Ao todo, estão disponíveis 100 vagas, distribuídas regionalmente, considerando políticas de ações afirmativas. A especialização, realizada na modalidade a distância, tem 400 horas de carga horária, com início previsto para março de 2026 e certificação de pós-graduação lato sensu pela Fiocruz.

O curso tem como objetivo o desenvolvimento de competências e habilidades analíticas para uso da informação em saúde, com vistas ao aprimoramento das políticas públicas e da gestão em saúde. Ele aborda temas centrais como sistemas de informação em saúde, análise e interpretação de dados, indicadores, ciência de dados aplicada, saúde digital e gestão orientada por evidências, conectando teoria e prática para qualificar a tomada de decisão no SUS e ampliar sua capacidade de resposta às demandas da população.

Acesse aqui a lista com todas as inscrições homologadas.
 

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