A Associação Brasileira de Saúde (Abrasco) e a Fiocruz, em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps), informam que as inscrições para a Turma 6 do Mestrado Profissional em Saúde da Família (ProfSaúde), em Rede Nacional, foram prorrogadas. Interessados podem se inscrever até 16 de março de 2026.
O programa oferece 600 vagas distribuídas em 45 Instituições de Ensino Superior (IES) de todas as regiões do país, com atividades gratuitas, carga horária de 975 horas e duração prevista entre 18 e 24 meses.
a) 400 (quatrocentas) para profissionais médicos do PMMB;
b) 200 (duzentas) para multiprofissionais da saúde.
Fortaleça sua atuação na Atenção Primária à Saúde e faça parte da nova turma do ProfSaúde!
A seleção é destinada a profissionais com diploma de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) em áreas relacionadas diretamente à saúde, definidas pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) pela Resolução n° 287/1998. São elas: bacharelado em educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, odontologia, psicologia, saúde coletiva, serviço social, terapia ocupacional e medicina.
A iniciativa possui foco na formação de profissionais, professores e preceptores para a área de Saúde da Família. Destinado especialmente àqueles profissionais ligados à Atenção Primária à Saúde (APS) no Sistema Único de Saúde (SUS).
A seleção se dará em três etapas: prova de conhecimentos, análise do Currículo Lattes e entrevista.
+Confira aqui o edital, demais documentos e procedimentos para inscrição!
A nova etapa do Fórum Oswaldo Cruz começou com a realização do seminário Determinação social do processo saúde-doença numa perspectiva interseccional. O evento, realizado na última quarta-feira, 4/3, reuniu pesquisadores e especialistas das diferentes unidades da Fundação e marcou o ponto de partida para a troca de experiências entre os grupos responsáveis pela formulação do documento estratégico.
+Assista tudo que rolou no canal da Fiocruz no Youtube!
"Pesquisa e educação andam juntas. Coordenar ações na área de pesquisa por meio do Plano de Desenvolvimento Institucional da Pesquisa da Fiocruz (2026-2030) resultará numa iniciativa inédita", afirmou a vice-presidente de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB/Fiocruz), Alda Maria da Cruz, apontando o horizonte de trabalho dos próximos meses. Além de Alda Cruz, participaram da abertura o presidente Mario Moreira e a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic/Fiocruz), Marly Cruz.
Marly destacou a experiência com o Plano de Desenvolvimento Institucional da Educação da Fiocruz, construído por um grupo técnico da Vpeic, com contribuições da Subcâmara Técnica de Ensino. A iniciativa foi concebida para fortalecer a formação necessária para atender às necessidades da saúde pública e ampliar as capacidades do SUS. Segundo ela, essa experiência ajuda a orientar o movimento que agora inicia na área de pesquisa da Fundação. “O Plano para a pesquisa busca fortalecer o SUS e mobilizar a comunidade científica”, destacou.
Ela também anunciou as novas iniciativas vinculadas ao Fórum. Entre elas está o lançamento de uma enquete na plataforma RedCap, já disponível para participação de trabalhadores e estudantes da Fiocruz e pensada para integrar as ações de construção coletiva do Plano. Também foram anunciados o Guia de orientação para os grupos de formulação do Plano; a constituição dos embaixadores do Fórum, especialistas responsáveis pelas atividades de pesquisas nas unidades e que atuarão na organização dos grupos de formulação; e a plataforma Quem somos na Fiocruz, voltada para mapear pesquisadores e suas produções científicas e tecnológicas.
Ao iniciar sua participação, Mario Moreira lembrou que cerca de 2 mil pessoas atuam direta ou indiretamente na área de pesquisa da Fundação. A instituição conta atualmente com 48 programas de pós-graduação, responsáveis por formar quadros estratégicos para o SUS. “Com os pés fincados na tradição e os olhos voltados para o futuro, nos tornamos uma instituição modelo no mundo, uma instituição pasteuriana”, afirmou ao evocar a tradição do Instituto Pasteur, na França, para destacar o caráter plural e diverso da Fiocruz.
Para o presidente, o Plano de Desenvolvimento Institucional da Pesquisa permitirá à Fundação enfrentar desafios sanitários nacionais e globais em um cenário internacional marcado pelo questionamento do multilateralismo, pela desqualificação de organismos como a OMS, além das pressões geradas pelas migrações e pelas mudanças climáticas. “São necessários novos mecanismos para que o mundo não fique vulnerável a pandemias, e a Fiocruz precisa se organizar para isso. O Fórum é o espaço para discutir os desafios atuais e futuros", sublinhou.
Ainda na parte da manhã, pelo canal de transmissão do seminário, também foi divulgada a página do Fórum Oswaldo Cruz, que reúne as informações sobre todo o processo e funciona como espaço de disponibilização dos novos documentos de trabalho e memória dos seminários promovidos.
A questão da determinação social e da interseccionalidade
A primeira mesa-redonda que atribui título ao seminário, Determinação social do processo saúde-doença numa perspectiva interseccional, reuniu especialistas para discutir os limites e as possibilidades de algumas abordagens na compreensão das desigualdades em saúde. O debate foi mediado pela coordenadora de Comunicação Social da Fiocruz, Raquel Aguiar, e contou com a participação de Paulo Sabroza, do Departamento de Endemias Samuel Pessoa da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz); Gulnar Azevedo, da Uerj; Paulo Buss, do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz); e Naomar de Almeida Filho, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.
Ao refletir sobre a possibilidade de um método científico eficiente, Paulo Sabroza discutiu os conceitos de casualidade e determinação no campo da saúde. Segundo ele, a tradição científica consolidada no século XIX – que acompanhou o surgimento da epidemiologia moderna – privilegiou uma abordagem centrada na casualidade das doenças. Para o pesquisador, embora o método analítico tenha contribuições, ele se mostra insuficiente para compreender problemas de saúde. Sabroza defendeu uma abordagem mais ampla, capaz de articular diferentes formas de conhecimento e de superar visões reducionistas da saúde pública.
Nessa direção, a epidemiologista e reitora da Uerj, Gulnar Azevedo, reforçou a necessidade de pensar a ciência para além da cura de doenças, incorporando fatores sociais, econômicos e territoriais que interferem no processo saúde-doença. Com base em dados estatísticos nacionais, ela mostrou como diferenças regionais, de classe social e de raça influenciam o acesso ao tratamento, as chances de cura e até mesmo as estratégias de prevenção de doenças crônicas – como o câncer, uma das principais causas de morte neste do século. Para Gulnar, considerar categorias como interseccionalidade e determinantes sociais é fundamental para garantir que todas as pessoas tenham acesso aos recursos de prevenção e tratamento.
Naomar de Almeida Filho trouxe ao debate a pergunta: determinantes sociais das doenças ou determinação social da saúde? O professor chamou atenção para a importância da linguagem e da semântica na construção das análises e defendeu a necessidade de ir além das formulações tradicionais. Como alternativa, propôs uma abordagem baseada na categoria determinação eco-etno-social (DEES), que articula dimensões ecológicas, étnico-culturais e sociais para compreender as iniquidades em saúde.
Na avaliação de Naomar, as categorias "determinação social" e "interseccionalidade", embora importantes, apresentam limites analíticos. Por isso, sugeriu ampliar o debate com a noção de "sobredeterminação", entendida como uma categoria mais abrangente para analisar os processos que produzem desigualdades em saúde. Essa perspectiva considera trajetórias múltiplas de determinação social. “A discussão conceitual precisa avançar e incorporar também a colonialidade epistêmica", observou.
Na sequência, o ex-presidente da Fiocruz Paulo Buss apresentou um panorama do debate global sobre os determinantes sociais da saúde. Ele enfatizou o papel histórico dos sistemas de saúde pública e da própria Fundação, criada com uma vocação para doenças infecciosas e para enfrentar problemas sanitários. “Por isso, precisou fazer pesquisa e formar recursos humanos”, lembrou. Segundo Buss, as condições de saúde das populações resultam de um conjunto amplo de fatores interligados – entre eles desigualdades sociais, decisões político-econômicas e mudanças ambientais. Diante desse cenário complexo, afirmou, cabe à comunidade científica repensar as estratégias de pesquisa e de formulação de políticas públicas. Ele também ressaltou o caráter inevitavelmente político das agendas de saúde.
“Tudo tem natureza política – das decisões de governo à vida acadêmica, passando por questões sociais, ambientais e econômicas”, afirmou. Nesse sentido, acrescentou, a agenda da Fiocruz – incluindo o debate sobre determinação social – é também uma agenda política e social. “Saúde é o resultado de um conjunto de políticas sociais e econômicas”, frisou. Ao comentar os desafios globais contemporâneos — como crises ambientais, desigualdades e conflitos geopolíticos — que impactam diretamente as condições de saúde, Buss defendeu que a produção científica contribua de forma mais ativa para orientar políticas públicas e agendas de pesquisa.
Agenda de pesquisa
A programação da tarde contou com a mesa-redonda Experiências de Elaboração de Plano de Desenvolvimento da Pesquisa na Fiocruz, composta pelas pesquisadoras Luzia Carvalho, do Instituto René Rachou (Fiocruz Minas); Luciana Dias, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz); e Flávia Elias, da Fiocruz Brasília. A moderação foi conduzida por Tania Fonseca, da Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência, instância que integra o grupo da Presidência nos trabalhos do Fórum Oswaldo Cruz.
Ao abrir a sessão, a vice-presidente Alda Cruz destacou a importância de o processo institucional se apoiar nas experiências acumuladas pelas unidades. “Estamos neste encontro bebendo da experiência que as unidades já estão construindo com relação às suas agendas de pesquisa. São elas que vão nos auxiliar na formação dessa matriz densa que é necessária para a elaboração da agenda de pesquisa da Fiocruz”, afirmou.
Na mediação, Tania Fonseca ressaltou a diversidade institucional e o papel articulador da coordenação. “A Coordenação de Vigilância tem uma característica muito singular, porque trabalha em rede com todas as unidades da Fiocruz. Isso nos dá uma oportunidade enorme de interação, seja com grupos de pesquisa, seja com as referências propriamente ditas. Com isso, temos um panorama do país, uma vez que a Fiocruz está presente — como costumamos dizer — em todas as regiões, em todos os biomas e em diferentes organizações”, observou.
Citando a fala do professor Paulo Sabroza na mesa-redonda da manhã, Tania reforçou que a Fiocruz nasceu com uma visão estratégica de Estado. “É uma instituição do Estado brasileiro, voltada para resolver problemas desse Estado. Em nossas andanças, percebemos que os projetos de pesquisa refletem isso: os territórios, as interações, as intervenções e as possibilidades de cada área. Formar uma mesa com essa diversidade remete à metáfora utilizada mais cedo, a do aquário e do lugar que ocupamos nele. O Fórum Oswaldo Cruz pretende ser esse aquário, onde diferentes áreas, regiões e grupos possam se ver refletidos e, ao mesmo tempo, reconhecidos como parte desse grande aquário multicolorido e diverso que é a Fiocruz”, destacou.
Experiências das unidades
Ao iniciar sua apresentação, Luzia Carvalho relatou a experiência da Fiocruz Minas na construção de sua agenda estratégica de pesquisa, destacando o papel das câmaras técnicas abertas como espaço permanente de debate institucional. “Neste processo de construção coletiva, fomos levados a definir os principais temas estratégicos de pesquisa da unidade. Isso foi possível por meio de câmaras técnicas abertas e encontros institucionais, que culminaram na definição de quatro grandes temas e de temas transversais. Não criamos uma agenda de pesquisa de uma hora para a outra — foi um processo longo, com muitas etapas”, explicou.
Segundo a pesquisadora, a agenda foi construída a partir do mapeamento das competências institucionais e do fortalecimento de um “ecossistema da pesquisa”, envolvendo gestão, ensino, laboratórios e comunicação. Os temas estratégicos definidos incluíram respostas a emergências e desastres, redução de doenças socialmente determinadas, desafios do perfil demográfico e epidemiológico da população brasileira e questões relacionadas à saúde, ambiente e vulnerabilidade social. Entre os temas transversais estão clima e saúde, vigilância, ciência de base e comunicação ativa.
Luciana Dias apresentou a experiência da Ensp/Fiocruz no fortalecimento da gestão estratégica da pesquisa entre 2021 e 2025. Segundo ela, o planejamento foi adotado como instrumento participativo de definição de prioridades e organização institucional. Isso foi crucial para definir a direção e as prioridades com construção coletiva, apoiar a tomada de decisão, com transformação de diretrizes em ações concretas, fortalecer a governança institucional e permitir monitoramento contínuo, avaliação e aprendizado institucional. A Escola reúne atualmente 262 servidores dedicados à pesquisa e conta com 66 grupos certificados pelo CNPq. A diversidade também marca a formação do corpo técnico, composto por profissionais de cerca de 40 áreas acadêmicas. Inserida no campo da saúde coletiva — que articula epidemiologia, ciências sociais e humanas em saúde e política e gestão em saúde —, a Ensp/Fiocruz mantém forte compromisso com a produção científica voltada saúde pública e à justiça social.
Durante a gestão, o planejamento da pesquisa foi estruturado a partir de um Programa Vivo, que definiu eixos estratégicos orientados pelas diretrizes aprovadas no Congresso Interno da Fiocruz. O primeiro eixo foi o fortalecimento da articulação interna e externa, ampliando o diálogo com outras unidades da instituição e com parceiros governamentais e movimentos sociais. O segundo concentrou-se no fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico aplicado à saúde pública e à saúde coletiva, incluindo um programa específico de financiamento à pesquisa com apoio da Presidência da Fiocruz. O terceiro eixo priorizou o fortalecimento da comunicação institucional e da divulgação científica.
A experiência também trouxe aprendizados para a gestão. Entre eles, a compreensão de que o planejamento deve funcionar como um guia de alinhamento de propósitos, e não como instrumento de controle. A participação institucional foi apontada como elemento central para garantir legitimidade às decisões e reduzir resistências internas, ainda que processos participativos também revelem conflitos que exigem mediação institucional. Luciana destacou ainda desafios importantes, como a dificuldade de priorização em ambientes de grande diversidade temática, a fragmentação entre pesquisa, ensino e gestão e a dependência crescente de financiamento externo. Nesse cenário, a liberação de recursos institucionais para editais internos foi considerada fundamental para estimular a colaboração e reduzir a competição entre pesquisadores.
Planejamento e redes de colaboração
Na apresentação final da mesa, Flávia Elias compartilhou a experiência da Fiocruz Brasília na elaboração de seu plano de ação para a área de pesquisa. O trabalho vem sendo desenvolvido por um grupo responsável por estruturar o planejamento de forma participativa, com reuniões regulares envolvendo pesquisadores, profissionais que atuam em atividades de pesquisa e bolsistas vinculados a projetos.
Atualmente, a unidade conta com 11 grupos de pesquisa formalizados, muitos deles fortemente vinculados à formulação e avaliação de políticas públicas em áreas como soberania alimentar, saúde do trabalhador, saúde mental e avaliação de tecnologias em saúde. Parte dessa atuação ocorre por meio de assessorias técnicas a órgãos governamentais e participação em comitês e conselhos ligados à formulação de políticas públicas. Como estratégia de integração entre os grupos, foram criados coletivos temáticos voltados a pautas transversais, como equidade étnico-racial e de gênero, acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência e envelhecimento e longevidade. Também está em desenvolvimento um coletivo dedicado à saúde da mulher.
A Ensp/Fiocruz mantém ainda parcerias com diferentes instituições, incluindo outras unidades da Fiocruz, órgãos do governo federal e universidades brasileiras e internacionais. Essas colaborações se concretizam por meio de instrumentos como Termos de Execução Descentralizada (TED), convênios, acordos de cooperação técnica e projetos financiados por emendas parlamentares. Entre as iniciativas recentes está uma chamada pública para projetos de pesquisa qualitativa que financiou 18 propostas, das quais 15 foram concluídas, apesar dos impactos da pandemia. Os projetos geraram produtos técnicos, metodologias, modelos de gestão e artigos científicos, além de iniciativas de formação acadêmica associadas à pesquisa.
Com base nessa trajetória, a unidade trabalha agora na consolidação de um plano estruturado de gestão e fomento à pesquisa. “O objetivo é organizar iniciativas já existentes em uma estratégia mais integrada e sustentável, voltada ao fortalecimento da pesquisa aplicada às necessidades do SUS, às demandas das políticas públicas e às realidades dos territórios. A proposta busca ampliar o impacto social da produção científica e consolidar a instituição como um polo robusto de desenvolvimento de soluções para desafios de saúde pública”, afirmou Flavia.
Entre os objetivos do plano estão o fortalecimento da governança da pesquisa, a integração entre grupos por meio de linhas temáticas transversais, a ampliação de mecanismos de financiamento e o fortalecimento da relação com os territórios. Também fazem parte das metas a democratização do acesso ao conhecimento científico e o aprimoramento da gestão do conhecimento institucional.
Encerramento
Ao encerrar o debate, a mediadora Tania Fonseca destacou que as apresentações refletiram a diversidade de trajetórias das unidades da Fiocruz, mas também revelaram pontos de convergência importantes. “A necessidade de agendas transversais, o trabalho em equipe, o estímulo aos grupos de pesquisa e aos jovens pesquisadores apareceram em todas as falas”, observou. Ela também ressaltou a importância de ampliar os espaços de diálogo institucional, retomando um ponto levantado anteriormente pelo professor Paulo Sabroza sobre a necessidade de fortalecer as conversas internas. "Cada uma das exposições trouxe novas questões e possibilidades que devem alimentar as discussões do Fórum nos próximos meses, contribuindo para aprofundar o debate até a consolidação das propostas previstas para agosto", concluiu Tania.
O Campus Virtual Fiocruz e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica da Fiocruz (Icict) divulgam, nesta sexta-feira, 6 de março, o resultado final da seleção para o curso de Especialização em Dados e Sistemas de Informação para o SUS - Turma 2026.
+Clique aqui e confira o resultado final da seleção
Fique atento(a)! A coordenação do curso informa que o período de matrícula acontece entre os dias 6 e 11 de março, no entanto, ressalta-se que os candidatos classificados dentro do número de vagas terão apenas 48 horas úteis para enviar a documentação e garantir sua vaga na especialização.
Candidatos que não enviarem a documentação no prazo serão desclassificados. De forma subsequente, serão convocados candidatos suplentes. É de inteira responsabilidade do candidato manter o e-mail de cadastro atualizado e verificar, incluindo a caixa Spam, as mensagens encaminhadas pela Secretaria Acadêmica (seca.icict@fiocruz.br).
Os selecionados receberão um e-mail de confirmação de matrícula, que deve ser respondido no prazo exigido. Para a efetivação da matrícula são exigidos os seguintes documentos:
O ano é 2026, mas a visão sexista e misógina se perpetua através do tempo. Todos os dias o noticiário traz novos e estarrecedores casos de abuso sexual, estupro, feminicídio, discriminação, opressão e uma série de violências sistemáticas contra as mulheres na sociedade.
Este 8 de março, dia em que se celebra a mulher, precisa, mais do que nunca, reafirmar o enfrentamento histórico ao machismo estrutural e à misoginia que seguem marcando a vida de meninas e mulheres em diferentes espaços — no trabalho, na política, nas instituições, nas escolas e dentro de casa. O Dia Internacional da Mulher precisa ser um dia de visibilizar desigualdades persistentes e de renovar o compromisso coletivo com a equidade de gênero.
Neste ano, o Sextas de Poesia marca a data com a frase "A vergonha precisa mudar de lado", de Gisèle Pelicot, no livro 'Um hino à vida', uma autobiografia sobre sua impressionante e comovente história de violências sexuais e abusos cometidos pelo próprio marido e mais de cinquenta outros abusadores na França. O livro tem a parceria da Judith Perrignon e foi traduzido para o português por Julia da Rosa Simões. Em 2024, Gisèle tornou-se símbolo de coragem ao renunciar ao anonimato e enfrentar publicamente o ex-marido. Ela rompeu o silêncio e inspirou milhares de vítimas de abuso a fazerem o mesmo.
Quando falamos sobre essas violências, queremos juntar vozes para fortalecer a busca por mudanças sociais. O enfrentamento ao feminicídio, à violência sexual e todas as outras formas de opressão de gênero requer não somente políticas públicas efetivas, educação para a igualdade, responsabilização rigorosa dos agressores, mas também o apoio real dos homens nesta luta. A vida de todas importa!
Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a violência de gênero vitima quatro mulheres por feminicídio a cada 24 horas no país. A violência contra a mulher pode ser denunciada pelo serviço 190 da Polícia Militar; pela Central de Atendimento à Mulher, Ligue 180; pelo Disque Direitos Humanos, Disque 100; e pelas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher.
#ParaTodosVerem Banner, no lado esquerdo está com a cor preta e do lado direito com a cor branca, do lado esquerdo está escrito: "a vergonha precisa" e do lado direito está escrito: "mudar de lado", um trecho do livro "Um hino à vida", de Gisèle Pelicot, com tradução de Julia da Rosa Simões.
Os usuários do Portal de Periódicos poderão escolher como fazer login no site para acessar os serviços de inscrição nos treinamentos, salvar e imprimir os certificados ou enviar um formulário pelo Fale Conosco. A migração para a autenticação única, por meio do SSO (Single Sign-On), já é utilizada em outros sistemas da Capes e permite o registro por meio do Gov.BR, ORCID e Capes (cadastro no Meus Dados).
Essa ação visa simplificar o acesso, oferecer maior segurança e facilitar a integração dos dados dos usuários. A mudança também faz parte do planejamento da Capes para a modernização do Portal, assim como a evolução do buscador (caixa de busca) e a atualização da página inicial previstas para o final de 2026.
“O uso do SSO aumenta significativamente a proteção das informações pessoais cadastradas, reduzindo vulnerabilidades e assegurando que o uso dos conteúdos siga as diretrizes éticas e legais previstas na LGPD”, afirmou a coordenadora-geral do Portal de Periódicos e Informação Científica da Capes, Andréa Vieira. Além disso, “o login unificado permite realizar estudos sobre a produção científica brasileira, com o objetivo de otimizar o uso dos recursos públicos”, completou.
No caso da pesquisa no Portal de Periódicos, a consulta independe da autenticação via SSO. Para visualizar os conteúdos disponíveis no acervo científico, basta digitar uma palavra ou termo de interesse na caixa de busca da página inicial. A sugestão é optar sempre por palavras em inglês para obter um maior número de resultados.
Sobre o Portal de Periódicos
Atualmente, 452 instituições de ensino e pesquisa brasileiras têm acesso ao Portal de Periódicos, o que representa um potencial de mais de seis milhões de usuários, entre professores, pesquisadores, funcionários e estudantes. O Portal é um dos maiores acervos científicos virtuais do mundo e tem contribuído para o fortalecimento da pós-graduação no País, promovendo a internacionalização da produção científica brasileira por meio dos acordos de Leitura e Publicação. Conheça mais.
Legenda da Imagem (página inicial):
Banner: Print da tela do computador (Divulgação)
Com informações: CGCOM/Capes
Verifique o conteúdo do Portal de Periódicos disponível para a sua instituição
A reprodução dos informativos é autorizada com citação de fonte: “Portal de Periódicos da Capes
De 9 a 13 de março de 2026, o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) promove a Semana de Abertura do Ano Acadêmico 2026, reunindo estudantes, egressos, docentes e representantes institucionais em uma programação voltada à celebração da formação acadêmica e ao fortalecimento das políticas de pós-graduação.
As atividades serão realizadas no Pavilhão Arthur Neiva, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro.
A programação tem início no dia 9 de março, com a cerimônia de formatura dos Programas de Pós-graduação do IOC referente ao ciclo de 2025. O momento contará com recepção e credenciamento Alumni, mesa institucional com representantes da Educação da Fiocruz e da Direção do Instituto, além da solenidade de formatura e confraternização.
No dia 10 de março, será realizado o III Encontro dos Representantes Discentes do IOC, espaço exclusivo de interação e alinhamento entre estudantes que atuam na representação acadêmica.
A agenda segue no dia 12 de março com a atividade “Acolhimento na Pós-graduação: políticas institucionais, práticas de cuidado e estratégias de permanência discente”. A programação abordará temas relacionados ao ensino no IOC, internacionalização e diplomacia científica, proteção da propriedade intelectual, escuta institucional, apoio ao discente e práticas pedagógicas inclusivas.
Encerrando a semana, no dia 13 de março, acontece a abertura oficial do Ano Acadêmico 2026, com uma mesa institucional e a sessão integrada ao Centro de Estudos do IOC com o tema “Decolonialidade na educação: desafios políticos e institucionais para a construção de políticas inclusivas na Pós-graduação”.
A Abertura do Ano Acadêmico reafirma o compromisso do IOC com a excelência na formação científica, a valorização da comunidade acadêmica e o fortalecimento de estratégias institucionais voltadas à permanência, inclusão e inovação na Pós-graduação.
Confira a programação completa:
09/03/2026 – Cerimônia de formatura dos Programas de Pós-graduação do IOC (2025)
8h30 – Recepção e credenciamento Alumni
9h – Mesa de abertura
9h30 – Formatura Alumni 2025
13h – Encerramento e confraternização
10/03/2026 – III Encontro dos Representantes Discentes do IOC
8h30 às 16h – Encontro de interação e alinhamento voltado exclusivamente aos representantes discentes
12/03/2026 – Acolhimento na Pós-graduação: políticas institucionais, práticas de cuidado e estratégias de permanência discente
9h – O Ensino no IOC: Acolhe IOC
9h30 – Educação sem fronteiras: internacionalização e diplomacia científica em saúde
10h – Da bancada ao mercado: proteção da propriedade intelectual e o papel do Núcleo de Inovação Tecnológica do IOC
10h30 – Ouvir para transformar: o que a Academia tem a ver com isso?
11h – O CAD e você
12h – Intervalo
14h – Práticas pedagógicas inclusivas
13/03/2026 – Abertura oficial
8h30 – Recepção
9h – Mesa de abertura
10h – Sessão integrada ao Centro de Estudos do IOC
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
O Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) realiza, no dia 6 de março, às 10h, a sessão com o tema “IRP2 regula o metabolismo do ferro em neurônios e sua deficiência leva à neurodegeneração”.
A atividade contará com a palestra de Bruno Mietto, professor do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e pesquisador visitante do National Institute of Child Health and Human Development. O convidado apresentará resultados e perspectivas sobre o papel da proteína IRP2 na homeostase do ferro no sistema nervoso, discutindo como sua deficiência pode desencadear processos de neurodegeneração.
A mediação será realizada por Flavio Lara, pesquisador do Laboratório de Microbiologia Celular do IOC, promovendo o diálogo sobre os mecanismos celulares envolvidos no metabolismo do ferro e suas implicações para a compreensão de doenças neurológicas.
O Centro de Estudos do IOC é um espaço permanente de discussão científica, reunindo especialistas de diferentes áreas para debater temas relevantes para a pesquisa, a saúde pública e o desenvolvimento científico.
O evento será totalmente online, transmitido pelo canal do IOC no YouTube. Assista ao vivo:
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
Faltam poucos dias para o fim do prazo de inscrições de candidatos que desejam concorrer ao Auxílio à Permanência do Estudante 2026.1. Até 9 de março, estudantes de mestrado e doutorado acadêmicos da Fiocruz podem realizar a inscrição através do formulário de inscrição. A Chamada Interna, divulgada pela Presidência da Fiocruz, por intermédio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), contém as normas, rotinas e procedimentos necessários à realização do processo seletivo. Os candidatos podem conferir a Chamada e inscrever-se pelo Campus Virtual Fiocruz.
+Confira a Chamada APE-PG 2025.2 e inscreva-se já!
A iniciativa é voltada a alunos de baixa renda da Fiocruz em situação de vulnerabilidade social ligados aos programas de pós-graduação de mestrado e doutorado acadêmicos da instituição, visa promover a permanência destes estudantes nos PPGs, favorecendo a continuidade de seus estudos e desempenho acadêmico, e, assim, contribuir para a redução das desigualdades na educação de pós-graduação e na ciência em nosso país. Acesse o edital, confira todas as informações e critérios de elegibilidade.
Ao todo, poderão ser atendidos até 400 estudantes regularmente matriculados em programas Stricto sensu da Fiocruz e que atendam aos critérios de elegibilidade descritos no Artigo 4 da Chamada (baixa renda, sem atividade remunerada e em dedicação exclusiva ao curso), de acordo com a disponibilidade orçamentária de cada ano.
Poderão concorrer estudantes com renda familiar mensal igual ou inferior a 1 salário mínimo e meio (correspondente a R$ 2.431,50, de acordo com o valor do salário mínimo nacional vigente no ano de 2026).
O APE-PG consistirá em ofertar aos estudantes que preencham os requisitos de elegibilidade um auxílio financeiro mensal no valor R$ 800,00 (oitocentos reais). Destina-se a estudantes com matrícula ativa na Fiocruz, dedicação exclusiva a cursos de pós-graduação, com renda familiar per capita mensal inferior ou igual a 1,5 (um e meio) salário mínimo, e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou ainda se forem membros de família de baixa renda, também nos termos do mesmo Decreto, em condição de vulnerabilidade social que prejudique o desenvolvimento das atividades acadêmicas do curso da Fiocruz em que está matriculado, mediante autodeclaração.
O recebimento do Auxílio acontecerá por até 12 (doze) meses consecutivos, enquanto o estudante estiver em situação de matrícula ativa e dentro dos prazos regimentais de conclusão do curso em questão, com duração máxima equivalente ao período do curso (até o 24º mês no mestrado e até o 48º mês no doutorado), e desde que mantidas ao longo de todo o período as condições de elegibilidade ao recebimento do auxílio. Além disso, a qualquer momento, caso o aluno supere a situação de vulnerabilidade que o levou ao recebimento do auxílio ou passe a exercer atividade remunerada, ele deverá solicitar à coordenação do Programa, em sua unidade, a suspensão do benefício.
+Acesse aqui a chamada interna APE-PG 2025.2 e inscreva-se!
Dúvidas? Envie e-mail para cad@fiocruz.br
O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) fará a abertura do Ano Letivo 2026 com a realização, no dia 5 de março, às 13h, da Aula Inaugural, com palestra da pesquisadora sênior da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e pesquisadora visitante da Fiocruz Amazônia, Sandra Hacon, sobre o tema “Impactos Globais e Locais da Tríplice Crise Planetária”. No dia 10 de março, acontecerá o VIII Workshop da Pós-Graduação, como parte da programação, com a finalidade de apresentar temas específicos, relacionados ao funcionamento dos cursos de pós-graduação da instituição, bem como missão e formas de apoio ao estudante. Em 2025, os programas de pós-graduação da Fiocruz Amazônia formaram 34 novos mestres e 17 novos doutores, com um total de 60 novos alunos distribuídos nos quatro PPGs. A expectativa da Vice-Diretoria de Educação, Informação e Comunicação (VDEIC) é que, em 2026, haja a formação de 60 novos mestres e doutores. De 2017 até agora, a instituição já formou 240 mestres e doutores. O evento não terá transmissão ao vivo.
O vice-diretor de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz Amazônia, Cláudio Peixoto, explica a importância desse primeiro contato entre alunos e a instituição. “A aula inaugural é importante para a integração e orientação dos estudantes”, reforça. Segundo Peixoto, a escolha do tema “Impactos Globais e Locais da Tríplice Crise Planetária”, com a participação da pesquisadora da ENSP, Dra. Sandra Hacon, é profundamente relevante e estrategicamente alinhada às áreas de Saúde e Ambiente. “A ‘Tríplice Crise Planetária’ – que engloba as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade e a poluição – tem implicações diretas e severas na saúde humana e nos ecossistemas. A Fiocruz, sendo uma instituição focada em saúde pública e pesquisa biomédica, naturalmente integra a dimensão ambiental em suas análises, o que é ainda mais premente no contexto amazônico”, enfatiza.
Cláudio Peixoto destaca que a presença da pesquisadora Sandra Hacon, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), reforça essa conexão, dada a expertise da ENSP em saúde coletiva e seus determinantes socioambientais. “Essa escolha reflete, mais do que uma reafirmação e um aprofundamento de uma orientação já existente na vocação do ILMD/Fiocruz Amazônia, porém com urgência e centralidade elevadas. Historicamente, reconhecemos a interdependência entre saúde, ambiente e sociedade, e por isso reafirmamos nosso compromisso socioambiental, com o SUS e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, salientou, acrescentando que o tema ajuda na formação de pesquisadores e profissionais capazes de abordar problemas complexos de forma interdisciplinar, com foco na saúde pública e as peculiaridades amazônicas.
WORKSHOP
A programação da Aula Inaugural 2026 foi dividida em dois dias com o objetivo de melhor acolher os estudantes e apresentar a instituição. “Além de apresentar a estrutura institucional, queremos mostrar o suporte por trás da marca Fiocruz e as expectativas do ambiente de pós-graduação, facilitar a integração com docentes e coordenadores e propiciar um ambiente de networking, elementos essenciais para a construção de um senso de comunidade”, explicou.
Segundo Cláudio, o workshop proporciona um mapa inicial da jornada acadêmica, munindo os estudantes de informações essenciais para o desenvolvimento deles durante o curso e promovendo um senso de pertencimento à instituição desde o início de sua trajetória. “São apresentados serviços essenciais como a Secretaria Acadêmica, Pós-Graduação e Biblioteca, além de mecanismos de representação discente (APG) e oportunidades de conhecer os núcleos pesquisa e inovação e a comissão de biosegurança (NIT, CIBIO)”, afirma.
Até o dia 26/02, o total de matrículas ativas de veteranos era de 159 alunos, distribuídos entre o DASPAM (53), PPGVIDA (43), PPGBIO-Interação (Mestrado: 14 e Doutorado: 40) e PROFSAÚDE (9). A solenidade de abertura do Ano Letivo contará com a presença da diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, que fará a saudação aos novos alunos e a saudação de boas-vindas (em vídeo) da pesquisadora Enirtes Caetano, do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde e docente permanente dos Programas de Pós-graduação Epidemiologia em Saúde Pública, acadêmico e profissional, da ENSP/Fiocruz.
SOBRE A PALESTRANTE
Sandra de Souza Hacon é bióloga, graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com mestrado em Controle da Poluição Ambiental – Mancherter University, Reino Unido (1981) e doutorado em Geociências (Geoquímica Ambiental) pela Universidade Federal Fluminense (1996). Lotada na Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz, integra os programas de pós-graduação de mestrado e de doutorado em Ciências Ambientais da Universidade Estadual de Mato Grosso e da Escola Nacional de Saúde Pùblica da Fiocruz. Atua na área de Avaliação de Risco à Saúde Humana, Ecotoxicologia, Gestão Integrada de Saúde e Ambiente e Avaliação de Impactos à Saúde das Mudanças Climáticas e de Grandes Empreendimentos.
Sandra coordena vários projetos de pesquisa financiados pelo CNPq, FAPERJ, FINEP, CAPES, setor privado, atua como pesquisadora em projetos interdisciplinares com a UNEMAT, INPE, UNB, USP, UFRN, USP, PUC/RJ, UFCE, FIOCRUZ, projetos internacionais com a Universidade de Exeter no Reino Unido, Instituto Tropical de Epidemiologia e Sáude Pública de Basel e a Universidade de Basel na Suiça. Representante do Brasil no GT do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente referente ao Programa de Monitoramento da Implementação da Convenção de Stockholm por indicação do Ministério do Meio Ambiente. É também integrante da parceria Fiocruz- Opas/OMS do Centro Colaborador em Saúde Pública e Ambiental da Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS).
Para marcar o início do ano letivo de 2026, a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) convida o público para um debate fundamental e urgente: segurança pública e violência urbana em territórios vulneráveis.
O evento será realizado no dia 5 de março, a partir das 13h30, na Tenda da Poli, com a presença de Cecília Oliveira, fundadora e diretora do Instituto Fogo Cruzado; do ex-aluno da EPSJV/Fiocruz, Raphael Calazans, que atualmente trabalha na Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas e Gestão de Ativos, do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e de Ana Tobossi, integrante do Conselho Gestor e Político Pedagógico do Centro de Integração na Serra da Misericórdia (RJ).
Participe dessa conversa qualificada, comprometida com a realidade dos territórios e com a construção de caminhos possíveis.
O evento é GRATUITO e será TRANSMITIDO ONLINE no canal da Escola no Youtube: