A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) realizará, nos dias 8 e 9 de junho de 2026, o Seminário Internacional ‘Evidências e Perspectivas para a Gestão Estratégica da Atenção Primária à Saúde’. A atividade acontecerá das 9h às 16h30, no Auditório Térreo da Ensp/Fiocruz, no Rio de Janeiro.
O público poderá acompanhar a programação pelas transmissões ao vivo, que estarão disponíveis em português e espanhol. As transmissões das mesas contarão com tradução simultânea, e os links para cada turno da programação estão disponíveis ao final da matéria.
O evento é promovido pelo Projeto Estudos Estratégicos em Atenção Primária à Saúde (EEAPS/Ensp/Fiocruz), em parceria com o Centro Colaborador da OPAS/OMS em Formação e Desenvolvimento Estratégico para Sistemas de Saúde com ênfase em APS (BRA-97, Ensp/Fiocruz), o Observatório do SUS (Ensp/Fiocruz) e a The Global Health Network Latin America and the Caribbean (TGHN LAC).
O seminário reunirá pesquisadores, gestores, profissionais e representantes de instituições nacionais e internacionais para debater evidências, experiências e perspectivas relacionadas à gestão estratégica da Atenção Primária à Saúde (APS). A programação está organizada em torno de temas centrais para o fortalecimento da APS e dos sistemas de saúde, como cultura avaliativa, monitoramento, relações entre gestores, acesso, equidade, inovação, integração e coordenação do cuidado.
A programação terá início com a conferência de abertura “A atenção primária na conjuntura contemporânea dos sistemas de saúde”, ministrada pelo chefe adjunto da Divisão de Saúde da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Frederico Guanais.
Em seguida, às 10h30, será realizada a mesa “Cultura avaliativa e processos de monitoramento: evidências para qualificar a APS”. A atividade terá como participantes Gisela Cardoso, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz), que coordenará a mesa; Paulo Jannuzzi, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (ENCE/IBGE); e Cristian Morales Fuhrimann, da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), com mediação de AngelaCasanova, da Ensp/Fiocruz. A mesa abordará ferramentas, experiências e processos voltados ao fortalecimento da cultura avaliativa na APS, com destaque para sistemas de informação, indicadores prioritários, metodologias participativas, avaliação de desempenho e uso de dados para melhoria contínua.
Ainda no dia 8 de junho, das 14h às 16h30, a programação terá continuidade com a mesa “Processos, práticas e relações entre gestores de diferentes níveis na APS”, coordenada pela pesquisadora em Saúde Pública da Ensp/Fiocruz, Lilian Miranda, e que contará com a participação de Aparecida Linhares Pimenta, coordenadora do Instituto Walter Leser, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; e Rafael Ruiz Riera, diretor da Estratégia de Atenção Primária e Comunitária do Departamento de Saúde da Generalitat de Catalunya, Espanha. A mediação será de Juarez Pereira Furtado, professor associado do Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O debate irá explorar os desafios da cogestão, da coordenação e da cooperação federativa na APS, considerando a trajetória do apoio institucional no Brasil e experiências internacionais de descentralização e coordenação intergovernamental em sistemas de saúde.
No segundo dia, 9 de junho, das 9h às 12h, será realizada a mesa “Equidade e inovação no acesso à APS: enfrentando barreiras e fortalecendo avanços”, coordenada pela pesquisadora da Ensp Vera Lucia Luiza. A atividade contará com a participação de Patty Fidelis de Almeida, professora e pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal Fluminense (UFF); e James Fitzgerald, diretor de Sistemas e Serviços de Saúde da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS). A mediação será de Mirna Barros Teixeira, pesquisadora da Ensp/Fiocruz.
A mesa irá discutir barreiras e oportunidades para garantir acesso universal, oportuno e equitativo à APS, considerando desigualdades socioeconômicas, territoriais e institucionais, além de aspectos do acesso a partir da visão de gestores, profissionais e usuários dos serviços.
Encerrando a programação do seminário, no dia 9 de junho, das 13h30 às 16h30, será realizada a mesa “Integração e coordenação do cuidado: o papel estratégico da APS nas redes de atenção à saúde”. Participarão da discussão Gisele O’Dwyer, pesquisadora da Ensp/Fiocruz e coordenadora da mesa; Fabiano Guimarães, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; e Amparo Susana Mogollón-Pérez, professora e pesquisadora da Escuela de Medicina y Ciencias de la Salud da Universidad del Rosario, Colômbia. A mediação será de Catia Oliveira, pesquisadora do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz).
O debate abordará estratégias e arranjos organizacionais voltados à integração entre níveis assistenciais, ao fortalecimento do cuidado centrado na pessoa e à consolidação do papel coordenador da APS nas Redes de Atenção à Saúde.
Ao reunir diferentes perspectivas institucionais, acadêmicas e de gestão, o seminário busca contribuir para a circulação de evidências, experiências e reflexões voltadas ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. A iniciativa reafirma a APS como eixo estruturante dos sistemas de saúde e como dimensão estratégica para a construção de respostas mais integradas, equitativas e sustentáveis às necessidades de saúde da população.
Data: 8 e 9 de junho de 2026
Horário: 9h às 16h30 Local: Auditório Térreo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), Rio de Janeiro Inscrições presenciais encerradas. Transmissão ao vivo: Canal da Ensp no Youtube 8 de junho - Manhã: Português | Espanhol 8 de junho - Tarde: Português | Espanhol 9 de junho - Manhã: Português | Espanhol 9 de junho - Tarde: Português | Espanhol
A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) realizará, nos dias 8 e 9 de junho de 2026, o Seminário Internacional ‘Evidências e Perspectivas para a Gestão Estratégica da Atenção Primária à Saúde’. A atividade acontecerá das 9h às 16h30, no Auditório Térreo da Ensp/Fiocruz, no Rio de Janeiro.
As inscrições estarão abertas no período de 21 de maio a 7 de junho, pelo Campus Virtual Fiocruz.
O evento é promovido pelo Projeto Estudos Estratégicos em Atenção Primária à Saúde (EEAPS/Ensp/Fiocruz), em parceria com o Centro Colaborador da Opas/OMS em Formação e Desenvolvimento Estratégico para Sistemas de Saúde com ênfase em APS (BRA-97, Ensp/Fiocruz), o Observatório do SUS (Ensp/Fiocruz) e a The Global Health Network Latin America and the Caribbean (TGHN LAC).
O seminário reunirá pesquisadores, gestores, profissionais e representantes de instituições nacionais e internacionais para debater evidências, experiências e perspectivas relacionadas à gestão estratégica da Atenção Primária à Saúde (APS). A programação está organizada em torno de temas centrais para o fortalecimento da APS e dos sistemas de saúde, como cultura avaliativa, monitoramento, relações entre gestores, acesso, equidade, inovação, integração e coordenação do cuidado.
A programação terá início com a conferência de abertura “A atenção primária na conjuntura contemporânea dos sistemas de saúde”, ministrada pelo chefe adjunto da Divisão de Saúde da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Frederico Guanais.
Em seguida, às 10h30, será realizada a mesa “Cultura avaliativa e processos de monitoramento: evidências para qualificar a APS”. A atividade terá como participantes Gisela Cardoso, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz), que coordenará a mesa; Paulo Jannuzzi, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ence/IBGE); e Cristian Morales Fuhrimann, da Organização Panamericana de Saúde (Opas), com mediação de Angela Casanova, da Ensp/Fiocruz. A mesa abordará ferramentas, experiências e processos voltados ao fortalecimento da cultura avaliativa na APS, com destaque para sistemas de informação, indicadores prioritários, metodologias participativas, avaliação de desempenho e uso de dados para melhoria contínua.
Ainda no dia 8 de junho, das 14h às 16h30, a programação terá continuidade com a mesa “Processos, práticas e relações entre gestores de diferentes níveis na APS”, coordenada pela pesquisadora em Saúde Pública da Ensp/Fiocruz, Lilian Miranda, e que contará com a participação de Aparecida Linhares Pimenta, coordenadora do Instituto Walter Leser, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; e Rafael Ruiz Riera, diretor da Estratégia de Atenção Primária e Comunitária do Departamento de Saúde da Generalitat de Catalunya, Espanha. A mediação será de Juarez Pereira Furtado, professor associado do Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O debate irá explorar os desafios da cogestão, da coordenação e da cooperação federativa na APS, considerando a trajetória do apoio institucional no Brasil e experiências internacionais de descentralização e coordenação intergovernamental em sistemas de saúde.
No segundo dia, 9 de junho, das 9h às 12h, será realizada a mesa “Equidade e inovação no acesso à APS: enfrentando barreiras e fortalecendo avanços”, coordenada pela pesquisadora da Ensp Vera Lucia Luiza. A atividade contará com a participação de Patty Fidelis de Almeida, professora e pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal Fluminense (UFF); e James Fitzgerald, diretor de Sistemas e Serviços de Saúde da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS). A mediação será de Mirna Barros Teixeira, pesquisadora da Ensp/Fiocruz.
A mesa irá discutir barreiras e oportunidades para garantir acesso universal, oportuno e equitativo à APS, considerando desigualdades socioeconômicas, territoriais e institucionais, além de aspectos do acesso a partir da visão de gestores, profissionais e usuários dos serviços.
Encerrando a programação do seminário, no dia 9 de junho, das 13h30 às 16h30, será realizada a mesa “Integração e coordenação do cuidado: o papel estratégico da APS nas redes de atenção à saúde”. Participarão da discussão Gisele O’Dwyer, pesquisadora da Ensp/Fiocruz e coordenadora da mesa; Fabiano Guimarães, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; e Amparo Susana Mogollón-Pérez, professora e pesquisadora da Escuela de Medicina y Ciencias de la Salud da Universidad del Rosario, Colômbia. A mediação será de Catia Oliveira, pesquisadora do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz).
O debate abordará estratégias e arranjos organizacionais voltados à integração entre níveis assistenciais, ao fortalecimento do cuidado centrado na pessoa e à consolidação do papel coordenador da APS nas Redes de Atenção à Saúde.
Ao reunir diferentes perspectivas institucionais, acadêmicas e de gestão, o seminário busca contribuir para a circulação de evidências, experiências e reflexões voltadas ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. A iniciativa reafirma a APS como eixo estruturante dos sistemas de saúde e como dimensão estratégica para a construção de respostas mais integradas, equitativas e sustentáveis às necessidades de saúde da população.
Serviço
Seminário Internacional ‘Evidências e Perspectivas para a Gestão Estratégica da Atenção Primária à Saúde’
Data: 8 e 9 de junho de 2026
Horário: 9h às 16h30
Local: Auditório Térreo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), Rio de Janeiro
Inscrições: de 21/5 a 7/6, pelo Campus Virtual Fiocruz
Transmissão ao vivo: Canal da Ensp no Youtube
“Vocês são pioneiros por participarem de um curso numa área em que a Fiocruz está começando. Estamos plantando para o futuro”. Essas foram as palavras do coordenador do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE/Fiocruz), Antonio Ivo de Carvalho, durante o encerramento do curso Foresight: Métodos e aplicações em ciência, tecnologia e inovação, no dia 22/5. A fim de iniciar uma cultura de prospecção na instituição, o curso apresentou o foresight a trabalhadores da Fundação. O foresight é uma abordagem metodológica adotada por organizações de pesquisa, governos e empresas em todo o mundo, na produção de informação qualificada para gestão estratégica e planejamento de longo prazo.
O curso é uma iniciativa do CEE/Fiocruz, com a Escola Corporativa Fiocruz, em parceria com o Grupo de Estudos sobre Organização da Pesquisa e da Inovação da Universidade de Campinas (Geopi/Unicamp). Dos 91 inscritos, foram selecionados 35 trabalhadores, de diferentes unidades da instituição. Eles participaram de sete encontros, com aulas semanais, às segundas-feiras — sendo a última dedicada à apresentação de trabalhos. Com os conhecimentos adquiridos, os alunos elencaram temas para conceber propostas de prospecção, a partir da realidade que vivenciam na Fiocruz.
À frente do curso, o professor Sergio Salles, do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp, elogiou a turma. “A interação foi excelente, sem dúvida entre as melhores que tivemos. Os grupos fizeram trabalhos sensacionais". Ele também destacou a forma “especial” como a Fiocruz se posiciona como instituição frente à sociedade, bem como sua “dinâmica democrática e participativa, o que "ajuda muito quando se oferece um curso que trata de instrumentos para se pensar um futuro coletivo”. Além dele, o curso de foresight, foi ministrado por professores convidados.
A aluna Dominichi Miranda de Sá fez um agradecimento em nome da Coordenação de Ações de Prospecção da Fiocruz, liderada pelo pesquisador Carlos Gadelha, e da qual também faz parte. Ela explicou que a nova coordenação está em processo de formalização no âmbito da Presidência, ressaltando sua importância. “É totalmente pertinente, no sentido de pensar a prospecção como parte da agenda estratégica, da política institucional e de uma articulação matricial, articulando outros setores que pensam o futuro da Fiocruz e as unidades, dado seu imenso potencial para a prospecção”.
A diretora da Escola Corporativa Fiocruz, Karla Kaufmann, também destacou que o desenvolvimento de uma consciência crítica na instituição também está vinculado à capacidade de fortalecer as parcerias internas. “É importante esse alinhamento de uma área estratégica com uma área de desenvolvimento de pessoas para se alcançar determinada competência”, disse.
A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, que estava na 70ª Assembleia Mundial de Saúde, em Genebra, gravou um vídeo para cumprimentar os alunos e professores, comentando o quanto podem contribuir para uma cultura de prospecção na Fiocruz. Em sua mensagem, ela ressaltou a concepção conjunta do curso pelo CEE e a Escola Corporativa (na instituição) — e também a parceria com o Geopi/Unicamp (entre instituições). E disse: “Quero acompanhar muito de perto os desdobramentos dessa iniciativa, que, certamente, trará frutos importantes para o campo da prospecção, para o campo do planejamento estratégico e da gestão de informação”. A presidente também comentou o papel de atores institucionais ligados aos estudos prospectivos, como o projeto Brasil Saúde Amanhã, a Coordenação de Ações de Prospecção e o Centro de Estudos Estratégicos- que considera “um ator político fundamental”. (Clique aqui para assistir ao vídeo)
Encerrando o curso, o diretor do CEE anunciou a criação de uma comunidade virtual de aprendizagem e de um repositório para os trabalhos apresentados, buscando manter conexão com o Geopi/Unicamp e outros centros de prospecção. “Queremos cultivar essa relação continuada com vocês”.
Pensamento estratégico e integração
“Sou da Fiocruz Brasília e nós temos um grupo que trabalha com prospectiva e o curso é uma forma de ampliar esses conhecimentos. Nós trabalhamos com uma técnica e aqui eles mostraram mais de 33 técnicas. Então, isso vai ao encontro dos direcionadores estratégicos da instituição, da nova Presidência, que é ampliar esses estudos prospectivos na Fiocruz. Servirá também de integração entre as áreas que estão fora do campus, caso da minha unidade.” (Márcio Cavalcanti – Fiocruz Brasília)
Decisões com base em evidências
“Apesar de trabalhar com tomada de decisão, este universo não é familiar para mim. Entrei em contato com novas metodologias, com uma forma de pensar, de trabalhar, que pode contribuir muito para o trabalho que desempenho, para organizar, prever o futuro e compreender como este pode modificar o presente. Isso é muito importante para quem toma decisões e para quem auxilia tomadores de decisão: decidir com base em evidências e informações, e não de forma subjetiva. Essa metodologia proporcionada pelo curso realmente pode mudar a forma de se pensar institucionalmente.” (Camila Guindalini – Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde - CDTS/Fiocruz)
Rede de cooperação interna
“O curso é muito pertinente na abordagem do método, no conhecimento das diferentes estratégias e instrumentos de que vamos poder nos apropriar. Espero que consigamos nos aprofundar na aplicação desses instrumentos em nossa realidade. O curso de Foresight é muito importante para trabalhadores da Fiocruz se aproximarem dos temas relacionados aos estudos de futuro, pensando o papel da Fiocruz e em como o as unidades da instituição, em conjunto, vão se preparar para dar respostas a grandes desafios. É também uma oportunidade para nos conhecermos mais, conhecer o que o conjunto de trabalhadores têm desenvolvido nas diferentes unidades, identificarmos oportunidades de criarmos uma rede de cooperação interna, com o intuito de desenvolver alternativas.” (Ana Lúcia Feitosa – Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI/Fiocruz)
Um curso panorâmico
“Estou fazendo o curso de Foresight em função dessa aproximação recente com as atividades de prospecção, por meio do vínculo com a Coordenação de Ações de Prospecção. Mas eu já tinha interesses na área, porque a Casa de Oswaldo Cruz está criando um observatório de saúde, e pela própria dimensão do pensamento em História, área da minha unidade de origem. O curso é muito útil, principalmente, porque é panorâmico na apresentação de abordagens e métodos. Um ponto interessante é o fato de estarmos conhecendo outros colegas de outras unidades. O curso tem servido para vermos como as pessoas estão diagnosticando a Fiocruz e qual a expectativa delas quanto a essa ação que a Presidência quer induzir [pensar a Fiocruz do futuro]. Isso é muito importante. Por enorme felicidade, acabamos reunindo no trabalho em grupo pessoas que trabalham com educação, em diferentes níveis, na instituição. Propusemos o tema de educação e saúde na Fiocruz para pensar tendências e metodologias e também tecnologias a serem absorvidas nessa Fiocruz do futuro.” (Dominichi Miranda de Sá - Casa de Oswaldo Cruz - COC/Fiocruz e Coordenação das Ações de Prospecção da Presidência da Fiocruz)
Fonte: Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz