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Publicado em 15/08/2025

Campus Virtual Fiocruz publica atualização da sua política de uso e privacidade da plataforma Moodle

Autor(a): 
Isabela Schincariol

O Campus Virtual Fiocruz (CVF/VPEIC) acaba de publicar a atualização de sua Política de Uso e Acordo de Privacidade da plataforma Moodle/CVF, que regulamenta o acesso, as funções e as responsabilidades de todos os usuários do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). A medida visa garantir maior transparência, segurança e padronização na utilização da ferramenta, que apoia unidades, escritórios e programas de pós-graduação da Fiocruz, já estando integrada aos sistemas institucionais de gestão acadêmica.

O documento define papéis e permissões na plataforma Moodle, passando por gestores educacionais, coordenadores acadêmicos, professores, tutores e estudantes. As diretrizes estabelecem orientações para as diversas ofertas educacionais, como cursos em diferentes níveis, comunidades de prática e de aprendizagem, disciplinas transversais e híbridas, e ainda para acompanhamento técnico, pedagógico e assessoria para uma oferta educacional.

A atualização, segundo a coordenadora-geral do Campus Virtual Fiocruz, Ana Furniel, reforça o compromisso da Fiocruz com a proteção de dados — de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) —, a clareza dos processos e a qualidade da experiência acadêmica digital oferecida por meio de nossa plataforma. 

+ A nova política já está disponível para consulta no portal do Campus Virtual Fiocruz

O documento é dividido em seções e traz informações detalhadas sobre fluxos, prazos, responsabilidades, papéis, confidencialidades, privacidade e regras gerais para o uso da plataforma. 

Publicação : 15/08/2025

Política de uso e acordo de privacidade da plataforma Moodle - Campus Virtual Fiocruz

O Campus Virtual Fiocruz (CVF/VPEIC) publica sua Política de uso e acordo de privacidade da plataforma Moodle - CVF. O texto versa sobre a regulamentação do acesso, funções e responsabilidades do usuário que cadastra, insere e gerencia a plataforma Moodle, que é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) utilizado pelo CVF. 

Categoria do documento:

Publicado em 08/12/2023

Fiocruz e Bloco A lançam curso voltado a profissionais que atuam na assistência ao abortamento

Autor(a): 
Isabela Schincariol

O abortamento inseguro é uma das principais causas de mortalidade materna no mundo, inclusive no Brasil, sendo considerado um problema de saúde pública. O tema — cuja discussão envolve um complexo conjunto de aspectos —, é tratado no novo curso ofertado pela Fiocruz, por meio do Campus Virtual Fiocruz e o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, em parceria com a ONG Bloco A: Ampara – Acolhimento de pessoas em situação de abortamento e pós-aborto. A formação, com carga horária de 30h, é voltada a profissionais de saúde envolvidos nos cuidados imediatos e abrangentes a mulheres que passaram por essa situação, apresentando ferramentas efetivas para a qualificação dos profissionais na assistência ao abortamento. O curso é online, gratuito e autoinstrucional. As inscrições estão abertas!

Inscreva-se já!

No Brasil, o aborto é criminalizado – exceto em casos de violência sexual, anencefalia fetal e risco de vida para a pessoa gestante. Por conta disso, o debate sobre essa temática sempre traz à tona questões legais, morais, religiosas, sociais e culturais. Para tanto, o curso oferece uma abordagem baseada em direitos e políticas de saúde sexual e reprodutiva, democratizando o acesso à informação e promovendo estratégias de redução de danos por aborto. A ideia é subsidiar profissionais de saúde, além de promover alternativas para o planejamento sexual e reprodutivo, reconhecendo a importância da humanização do atendimento e incentivando uma postura ética e de respeito aos direitos humanos das mulheres. 

Pela Fiocruz, a coordenação acadêmica do curso é formada pelas professoras e pesquisadoras da Fundação Claudia Bonan Jannotti, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Maria do Carmo Leal, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) e Adriana Coser Gutierrez, da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz). Já pela Bloco A, integram a equipe a coordenadora da organização, Janaína Penalva, que é advogada e também professora da Faculdade de Direito da UNB e a coordenadora de projetos da Bloco A e enfermeira, Mariana Seabra. 

Por meio da ONG Bloco A, o Ampara já foi ofertado para quase 500 profissionais da saúde, em parceria com o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) em 2022. Esta parceria com a Fiocruz, em 2023, oferece uma nova edição do curso, revista e ampliada. A Bloco A  é uma organização que faz parcerias com instituições de saúde para mobilizar e desenvolver habilidades de ginecologistas, enfermeiras, parteiras e psicólogos para fornecer cuidados contraceptivos de alta qualidade e compassivos, aborto e assistência pós-aborto. A organização acredita que os provedores de saúde são os melhores parceiros no apoio às mulheres para tomar decisões informadas sobre sua saúde, pois podem fornecer informações precisas e sem julgamentos e prestar serviços com segurança. 

Claudia Bonan detalhou que o curso Ampara tem como objetivos ampliar os conhecimentos clínicos, epidemiológicos, jurídicos e bioéticos às diversas situações de aborto e no pós-abortamento, além de fortalecer as habilidades dos trabalhadores da área da saúde para o acolhimento e a oferta de cuidados integrais e longitudinais a esse grupo. Segundo ela, o aborto é um evento que pode acontecer na vida reprodutiva das mulheres e “não é incomum que em nossa atuação profissional, seja na Atenção Primária em Saúde (APS), seja na atenção especializada, nos deparemos com mulheres que necessitam de cuidados por motivo de aborto – seja espontâneo, provocado ou previsto por lei – e cuidados pós-aborto”, especificou. 

A especialista apontou que o aborto realizado em condições inseguras – com pessoas não bem treinadas para isso, com métodos inadequados e ambiente insalubres - é uma causa importante da morbidade e da mortalidade materna no Brasil. “O adoecimento e o óbito por motivo de aborto são evitáveis, em quase sua totalidade, se a pessoa recebe um tratamento em tempo oportuno, baseado nas melhores práticas clínicas, que são aquelas fundamentadas em evidências científicas e no respeito aos direitos fundamentais, especialmente, aos direitos sexuais e reprodutivos. Portanto, ao oferecermos uma atenção de qualidade, baseada em evidências científicas, em princípios bioéticos e no respeito aos direitos reprodutivos, podemos melhorar os indicadores de saúde das pessoas que abortam e enfrentar o grave problema de saúde pública representado pelo aborto”, concluiu. 

Conheça a estrutura do curso Ampara – Acolhimento de pessoas em situação de abortamento e pós-aborto

Aula 1: O Abortamento no Mundo e no Brasil

  • Histórico e conceito de direitos sexuais, direitos reprodutivos e justiça reprodutiva;
  • O que é abortamento e qual sua relação com a saúde pública;
  • Como o abortamento é tratado no mundo e no Brasil, e quais as suas consequências para a vida e a saúde das pessoas;
  • Quem são as pessoas que abortam e que condições contribuem para que elas sejam colocadas em situações de vulnerabilidade ao experienciar esse evento da vida

Aula 2: Serviços de Abortamento Previstos em Lei no Brasil

  • As situações em que o abortamento é previsto em lei no Brasil;
  • Os desafios para a implementação desses serviços;
  • As dificuldades de exercício desse direito e as barreiras de acesso aos serviços;
  • Os conceitos de objeção de consciência, confidencialidade e sigilo;
  • O que se espera de quem atua em contato ou diretamente em um serviço de abortamento previsto em lei

Aula 3: Abortamento e Evidências Científicas

  • Compreenda a importância do acolhimento empático e respeitoso à pessoa que aborta;
  • Conheça as diferentes formas de apresentação das situações de abortamento e os cuidados necessários;
  • Conheça as evidências científicas relacionadas ao abortamento nas suas diversas formas;
  • Saiba como realizar os procedimentos de abortamento medicamentoso

Aula 4: Cuidados Pré e Pós-abortamento

  • Saiba como realizar os procedimentos de abortamento cirúrgico;
  • Reconheça a importância de desencorajar métodos de abortamento inseguro;
  • Conheça as evidências científicas sobre exames e procedimentos recomendados antes e depois de um abortamento;
  • Identifique os principais cuidados e sinais de alarme a serem orientados quando uma pessoa passa por um abortamento

Aula 5: Acolhimento à Gestação Indesejada e Redução de Danos

  • Conheça os referenciais bioéticos no acolhimento à gestação indesejada e ao atendimento em situações de abortamento induzido;
  • Compreenda os referenciais da redução de danos em saúde e no abortamento inseguro

Aula 6: Violência Obstétrica no Abortamento e no Cuidado Pós-aborto

  • Entenda a origem do debate do conceito de violência obstétrica e o que ele significa;
  • Saiba reconhecer as situações que se configuram como violência obstétrica e como evitá-la

IFF/Fiocruz lança curso em encontro online sobre temática na segunda-feira, 11/12

Na segunda-feira, 11 de dezembro, às 15h, o IFF/Fiocruz vai promover um encontro virtual com especialistas, no âmbito de seu Portal de Boas Práticas em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente e, na ocasião, acontecerá também o lançamento do novo curso. O encontro “Acolhimento de Pessoas em Situação de Abortamento e Pós-aborto (Ampara), será transmitido ao vivo no canal de Boas Práticas do IFF/Fiocruz no Youtube, e, além de Claudia Bonan como moderadora, o evento conta com a participação da coordenadora da ONG Bloco A, Janaína Penalva, que é advogada e também professora da Faculdade de Direito da UNB; a coordenadora de projetos da Bloco A e enfermeira, Mariana Seabra; a médica e integrante do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, Halana Faria; a assistente social, professora e vice-coordenadora do curso de serviço social na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab) Nathália Diórgenes; e o médico obstetra, pesquisador e docente do IFF/Fiocruz, Marcos Dias.
 
Envie suas dúvidas pelo Portal de Boas Práticas do IFF e acompanhe a transmissão ao vivo no Youtube:

Publicado em 12/04/2023

#PraTodosVerem: Novo recurso de acessibilidade reafirma compromisso do Campus Virtual Fiocruz

Autor(a): 
Isabela Schincariol*

Os conceitos de igualdade e equidade são debatidos desde a Grécia Antiga, mas, o que eram princípios, em anos recentes tomaram forma de lei. Desde a sua criação, em 2016, o Campus Virtual Fiocruz vem adequando suas ações e iniciativas e, a partir de agora, adota também o recurso de texto alternativo para as imagens utilizadas em todos as suas publicações jornalísticas. O novo recurso do CVF é um elemento essencial para garantir mais acessibilidade em um contexto digital. A adoção desses critérios de acessibilidade representam avanços, mas são também deveres para uma instituição como a Fiocruz, pois reafirmam a sua defesa pela igualdade, diversidade, inclusão e respeito, bem como o compromisso com o SUS, e em defesa da equidade em todas as suas áreas de atuação.

+Fiocruz cria nova estrutura institucional voltada à Equidade, Diversidade, Inclusão e Políticas Afirmativas. Assista ao lançamento da Coordenação de Equidade, Diversidade, Inclusão e Políticas Afirmativas (Cedipa). 

Ferramentas de leitura de tela dão acesso ao texto alternativo que descrevem as imagens de sites, redes sociais e app, especialmente voltados a pessoas com deficiências visuais ou baixa visão, além de substituí-las quando não conseguem ser carregadas em uma página.

O uso da hashtag #ParaTodosVerem em nossas publicações informa a disponibilidade do recurso ao usuário com deficiência visual, assim como aos videntes, mostrando que a publicação está acessível, além de incentivar o seu uso.

O texto alternativo e outros critérios de acessibilidade no CVF

O Campus Virtual Fiocruz vem, a cada projeto realizado, se adequando e adotando diferentes critérios de acessibilidade no desenvolvimento de todos os seus cursos. Desde 2022 — seguindo as recomendações do Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG), estabelecido pelo Governo Federal — todos os nossos cursos são desenvolvidos em HTML5, em código aberto, e todos os vídeos disponibilizados nos cursos contam com Língua Brasileira de Sinais (Libras), legenda e as imagens também apresentam descrição. 

A coordenadora do CVF, Ana Furniel, destacou que as políticas de acessibilidade e ações afirmativas são fundamentais para o acesso de todas e todos à educação. Assim, segundo ela, as iniciativas do CVF visam ampliar e garantir esse direito. "Estamos estudando e trabalhando muito para oferecermos todas as nossas iniciativas de maneira acessíveis. Implementamos mais esse recursos em nosso conteúdo jornalístico publicado no portal e redes sociais, e também em nossos cursos. Portanto, agora, essas publicações também contam com o recursos alternativo #ParaTodosVerem. É uma felicidade poder trabalhar para uma meta tão relevante socialmente quanto essa", disse ela alegre com mais esse avanço institucional. 

As políticas afirmativas na Fiocruz 

A Coordenação de Equidade, Diversidade, Inclusão e Políticas Afirmativas (Cedipa), lançada neste dia 12 de abril de 2022, foi instituída pela Portaria 259 de 31/3/23, da Presidência da Fiocruz, com o objeto de implementar ações que assegurem a efetivação das políticas institucionais para equidade, políticas afirmativas, diversidade e inclusão, reconhecendo a pluralidade da Fundação como um valor. A coordenação tem uma série de atribuições, como orientar ações de implementação das políticas afirmativas e diretrizes institucionais, assim como colaborar para a atuação dos comitês Pró-Equidade de Gênero e Raça e pela Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência da Fiocruz.

Em 2021, o Comitê de Acessibilidade da Fiocruz lançou o Guia de Acessibilidade para as Ações Educativas na instituição, cujo objetivo é subsidiar as unidades técnico-científicas e escritórios da instituição na implementação de uma política interna de promoção da acessibilidade em seus cursos e iniciativas de educação. Trata-se de um importante instrumento para se alcançar a inclusão, preconizada na tese 11 do VIII Congresso Interno da Fiocruz, realizado em 2017 e que representa a maior instância de deliberação da Fundação.

*Com informações de Portal Fiocruz. Contribuições de Lucas Leal**

**Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol.

Imagem: montagem com imagem de fundo do Freepik

 

#ParaTodosVerem: Banner com fundo de cor lilás e elementos gráficos de telas de tablet e celular. No topo da imagem há uma tela de tablet com o texto “#Para Todos Verem”, no centro há outra tela de tablet com o ícone de acessibilidade, no canto inferior esquerdo, encontra-se um celular com os ícones que representam a deficiência visual e ondas sonoras.

Publicado em 28/03/2023

Planejamento e aprendizado: Campus Virtual realiza oficinas de gestão para biênio 2023-2024

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Buscando otimizar processos e traçar o seu planejamento para o biênio 2023-2024, o Campus Virtual Fiocruz realizou oficinas de gerenciamento, atualização e qualificação com suas diferentes equipes de produção. A programação, realizada nos dias 22 e 23 de março, englobou encontros e dinâmicas com os vários grupos que compõe o CVF, e trataram da jornada de produção de nossos cursos próprios; atualizações e definições sobre Recursos Educacionais Abertos (REA), planejamento de operações, as diversas ferramentas educacionais utilizadas e sua interoperabilidade, a relação do CVF com os diferente sistemas disponíveis na Fiocruz, e muitos outros.

O objetivo do encontro foi aprimorar os processos para seguir oferecendo um trabalho de qualidade. "Desde o início de nosso funcionamento, trazemos como forte características o pioneirismo e a ousadia. Seguimos estudando, aprendendo, nos questionando, reavaliando e ajustando nossos projetos e ações para oferecer produtos inovadores e de qualidade para a Fiocruz e, de maneira muito especial e importante, para toda a sociedade brasileira. O alcance de nossos cursos, por exemplo, nos mostra o quanto se faz necessário nos manter em movimento", afirmou a coordenadora do Campus Virtual, Ana Furniel. 

Trajetórias para a qualificação da oferta

A coordenadora adjunta do CVF, Rosane Mendes, trouxe para o debate os Recursos Educacionais Abertos (REA) - instrumentos utilizados em todos os cursos oferecidos pelo Campus -, detalhando seu ciclo de produção, princípios e, principalmente, a importância de utilização dos mesmos por empresas públicas. Já a designer educacional e líder de diversos projetos de curso no Campus, Laura Gris, fez uma apresentação com foco no design de experiências de aprendizagem online. 

Ela propôs uma grande dinâmica em três etapas, cujo foco inicial foi conhecer a jornada de produção de cursos sob a ótica de cada integrante da equipe; depois, a mesma trajetória foi elaborada em pequenos grupos e, finalmente, contruiu-se coletivamente o desenho ideal para o desenvolvimento de um curso online, considerando necessidades institucionais e particularidades do processo de cada um dos profissionais envolvidos.

Para Laura, que é também especialista em comunicação digital, esse tipo de dinâmica, além de permitir mais protagonismo com a  elaboração compartilhada dos processos e suas atribuições, dá ciência aos integrantes das equipes sobre a totalidade de um projeto, o que confere responsabilidade, mas também traz humanidade e compreensão ao cotidiano de trabalho, que geralmente é atribulado e muitas vezes angustiante.

Planejamento e ação

Outras etapas tratadas na oficina foram a organização dos projetos que entrarão em produção, as atividades atuais em desenvolvimento e os desafios para os anos de 2023 e 2024. Cronogramas, prioridades e estratégias foram estabelecidas, assim como as metas para os próximos quatro semestres. 

O encontro reuniu cerca de 20 profissionais do Campus Virtual Fiocruz, que trabalham presencialmente e à distância, e recebeu convidados da área de gestão da Fiocruz: o Coordenador-geral de Planejamento Estratégico da Fiocruz (Cogeplan), Fábio Lamin, e a coordenadora adjunta de Gestão e Planejamento da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação, Beatris Duqueviz.

Publicado em 25/10/2022

Campus Virtual Fiocruz participa de Semana Internacional do Acesso Aberto

Autor(a): 
Isabela Schincariol*

Até o dia 30 de outubro, acontece a Semana Internacional do Acesso Aberto (Open Access Week), promovida pela Scholarly Publishing and Academic Resources Coalitiona (Spark). O encontro anual vai debater o tema "Aberto para a justiça climática", cujo foco é promover a conexão e a colaboração entre o movimento climático e a comunidade internacional aberta. A coordenadora do Campus Virtual Fiocruz, Ana Furniel, estará no evento, no dia 28 de outubro, e na mesa "Recursos Educacionais Abertos: desafios e oportunidades para a implementação de práticas educacionais abertas" e falará sobre a Plataforma de Recursos Educacionais Abertos da Fiocruz, o Educare. A paletra será transmitida pelo Zoom

Acesso aberto na Fiocruz 

No âmbito da Semana Internacional, a Fiocruz sediará uma série de atividades e eventos entre os dias 24 e 27 de outubro. A Semana reforça o compromisso institucional com a Ciência Aberta e o Acesso Aberto como ações que servem tanto para compartilhar conhecimento, como para diminuir impactos das mudanças climáticas. Gestão de dados, compartilhamento e abertura de dados para pesquisa, publicação científica em acessoaberto, promoção de territórios sustentáveis e saudáveis, ciência cidadã, e democracia na sociedade digital estão entre os temas abordados. Todas as palestras podem ser acessadas e acompanhadas à distância. Confira aqui a programação completa

Em 2014, a Fundação estabeleceu sua Política de Acesso Aberto ao Conhecimento, buscando fortalecer os mecanismos de preservação e visibilidade de sua produção científica, aumentar o impacto e contribuir para o desenvolvimento da ciência. 

Semana Internacional do Acesso Aberto (Open Access Week)

A justiça climática é um reconhecimento explícito de que a crise climática tem efeitos de longo alcance e que seus impactos “não são distribuídos de forma equitativa ou justa, entre ricos e pobres, mulheres e homens, e gerações mais velhas e mais jovens”, conforme observado pela ONU. Esses desequilíbrios de poder também afetam a capacidade das comunidades de produzir, disseminar e usar o conhecimento sobre a crise climática. 

O acesso aberto pode pode criar caminhos para um compartilhamento de conhecimento mais equitativo e servir como um meio de abordar as desigualdades que moldam os impactos das mudanças climáticas e nossa resposta a elas. Compartilhar conhecimento é um direito humano, e enfrentar a crise climática requer uma troca rápida de conhecimento que transcende as fronteiras geográficas, econômicas e disciplinares.

A Semana Internacional de Acesso Aberto é um momento para reunir todas as comunidades para tornar a abertura a norma na pesquisa científica e garantir que a equidade esteja no centro deste trabalho. Selecionado pelo Comitê Consultivo da Semana do Acesso Aberto, o tema deste ano é uma oportunidade de se reunir, agir e aumentar a conscientização sobre como o acesso aberto possibilita a justiça climática. 

 

*com informações de VPEIC e Internacional Open Access Week

Publicado em 13/10/2022

Inscrições abertas para mestrado e doutorado em História das Ciências e da Saúde

Autor(a): 
COC/Fiocruz

Estão abertas até 27 de outubro as inscrições para os cursos de mestrado e doutorado do Programa do Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). De acordo com os editais, são oferecidas, ao todo, 16 vagas para mestrado e 12 para o doutorado.

A inscrição é gratuita e todas as etapas das seleções serão realizadas à distância, com exceção da prova oral para o doutorado, que será presencial para quem reside no Rio de Janeiro. As inscrições devem ser feitas pelo Campus Virtual, e a documentação, digitalizada no formato PDF e enviada para selecaoppghcs@fiocruz.br. A relação final dos candidatos aprovados para os cursos de mestrado e doutorado será divulgada em 9 de dezembro de 2021.

Os candidatos que optarem pelas vagas destinadas às ações afirmativas (pessoas com deficiência, negros – pretos e pardos – ou indígenas) deverão preencher o formulário próprio, como informado no edital. O mestrado oferece sete vagas para os interessados desse grupo, enquanto o doutorado oferece cinco.

O PPGHCS visa à formação, no âmbito das ciências humanas e sociais, de recursos humanos altamente capacitados para o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de história das ciências e história da saúde, bem como o exercício do magistério em cursos de graduação e pós-graduação. A área de concentração do programa é a História das Ciências.

Acesse aqui os editais de mestrado e doutorado com todas as informações sobre o processo seletivo para as turmas de 2023.

Publicado em 20/09/2022

Canal Saúde fala sobre aniversário do Campus Virtual

Autor(a): 
Fabiano Gama

O Boletim Ciência, que faz parte da série Fomento à Ciência, do Canal Saúde, apresentou o Campus Virtual da Fiocruz, a rede de conhecimento e aprendizagem voltada à educação em saúde, onde pessoas e instituições parceiras compartilham serviços e atividades. O programa foi feito no âmbito das comemorações de seis anos do CVF. A coordenadora do Campus Virtual, Ana Furniel, que também é Coordenadora adjunta dos Cursos de Qualificação e EAD da Fiocruz, lembrou o momento de criação da plataforma, falou sobre suas diversas formas de oferta e sobre a importância da formação de profissionais para o SUS.

O Campus Virtual da Fiocruz está no ar desde 27 de setembro de 2016. É uma rede de conhecimento e aprendizagem que compartilha serviços e cursos produzidos em parceria com unidades da Fiocruz e de outras instituições de pesquisa.

Ligado à Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic) da Fiocruz, a plataforma contabiliza mais de 450 mil alunos inscritos nos seus diversos cursos disponíveis.

“A educação tem um caráter estratégico na Fiocruz, justamente na formação desses profissionais, tanto para o SUS quanto para o Sistema de Ciências e Tecnologia". Ana Furniel explicou que o Campus Virtual foi criado para fazer a integração das ações de ensino na Fiocruz.

Confira a entrevista completa:

 

Publicado em 01/09/2022

Inscrições abertas para mestrado e doutorado em saúde pública

Autor(a): 
Ensp/Fiocruz

A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) deu início ao processo seletivo 2023 dos seus três programas de pós-graduação Stricto Sensu. Os editais para os Programas de Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente e Epidemiologia em Saúde Pública, já estão disponíveis. Confira os editais de cada programa, com opções de mestrado e doutorado, no Campus Virtual. As inscrições para todos os cursos seguem abertas até 9 de setembro.

“Os programas Stricto Sensu da Ensp se destacam no cenário nacional e têm papel relevante no fortalecimento do Sistema Único de Saúde. Os três programas com editais abertos visam uma formação qualificada de alunos de Mestrado e Doutorado em temáticas estratégicas do processo saúde-doença, na diminuição das desigualdades, dos determinantes de saúde e do ambiente. Estamos entusiasmados em retomar o processo seletivo presencial e receber os novos alunos”, destacou a Vice-Diretora de Ensino da ENSP, Enirtes Caetano, em expectativa ao processo seletivo para 2023. 

Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública

O Programa de Pós-graduação em Saúde Pública (PPGSP) combina tradição com atualização. Teve sua primeira turma de mestrado em 1967 e desde 1977 foi formalmente institucionalizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ao longo deste anos tem contribuído ativamente para a conformação da saúde coletiva no país. As ações incluem o ensino de Pós-Graduação, a pesquisa, a colaboração com estruturas governamentais em todas as esferas e com organizações da sociedade civil. Vários de seus ex-alunos ocupam posições de destaque em diferentes áreas de atuação, dentro e fora do país. Várias teses e dissertações tem sido premiadas. 

O ensino se organiza em torno de 3 vertentes principais: Complexidade dos processos saúde-doença e do cuidado em saúde; Relação entre Estado e sociedade na construção de políticas públicas de saúde; e Organização e funcionamento de sistemas, serviços e práticas de saúde. “Nem mesmo a pandemia de Covid-19 foi capaz de paralisar suas atividades. Ao contrário, seus quadros, incluindo os alunos. se somaram a outros no país para a busca de soluções. Aguardamos você para se juntar a nós e vivenciar a Escola Nacional de Saúde Pública por meio do PPGSP”, ressaltaram os coordenadores do Programa, Rondineli Mendes da Silva e Vera Lucia Luiza.

Editais:

Mestrado

Doutorado

 

Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente

O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente possui importância na capacitação de docentes, pesquisadores e gestores em saúde e ambiente, numa perspectiva interdisciplinar, voltada para a análise e a proposição de soluções sobre os efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana. 

“Esperamos formar profissionais dentro de uma abordagem integrada dos problemas ambientais, por meio de estudos epidemiológicos, ecológicos e toxicológicos, permitindo uma análise dos efeitos à saúde humana e ambiental”, destacou o coordenador do PPGSPMA, Enrico Saggioro. 

Editais:

Mestrado

Doutorado

 

Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública

O Programa de Epidemiologia em Saúde Pública oferece formação em Epidemiologia no mestrado acadêmico e no doutorado acadêmico com linhas de pesquisa que se situam em interface com a Saúde Pública. Alunos e alunas desenvolvem dissertações de mestrado e teses de doutorado originais e com componentes inovadores, baseados em sólida fundamentação e análise robusta de dados e informações. Tem como objetivo a formação de docentes, pesquisadores e gestores numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional. 

“O Programa foi desenhado para capacitar profissionais para análise, planejamento, desenvolvimento, implementação e avaliação de políticas públicas e tecnologias, considerando os contextos epidemiológico, social e ambiental nos cenários nacional e internacional”, descreveu o coordenador do PPG EPI, Daniel Villela. 

Editais:

Mestrado 

Doutorado 

Publicado em 16/08/2022

Inscrições abertas para curso sobre síndromes pós-virais e deficiências

Autor(a): 
Fabiano Gama

Estão abertas as inscrições para o curso presencial Quando as epidemias terminam: síndromes pós-virais e deficiências. Oferecido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC), o objetivo é conectar a história de epidemias de doenças virais com a história social de seu legado de mais longo prazo para a população e refletir sobre os conhecimentos e práticas necessárias para minimizar essas consequências. As inscrições estão abertas até o dia 16 de setembro no Campus Virtual.

Inscreva-se já!

O curso discute as consequências biopsicossociais das grandes epidemias/pandemias. Relaciona o rescaldo de surtos de doenças virais com a história social de incapacidades e acompanhará o caso específico de “distúrbios funcionais” – patologias caracterizadas por sintomas, como dor, fadiga ou manifestações neurológicas, que não podem ser evidenciados por testes objetivos. Essas patologias são vistas por alguns especialistas como pelo menos parcialmente psicossomáticas, sendo, portanto, negligenciadas e/ou estigmatizadas.

As grandes epidemias normalmente seguem uma narrativa bem estabelecida: elas têm um ponto de partida, um período caracterizado pelo rápido aumento das infecções, sua estabilização e depois seu declínio, trazido por intervenções humanas, aumento da imunidade do rebanho, mutações do patógeno ou ambos. Uma vez superada, a epidemia tende a ser rapidamente esquecida, embora algumas pessoas por ela afetadas sofram sequelas de longo prazo. Tematizar as vítimas de um evento que se busca esquecer é fundamental para compreender a parte oculta da doença e as possibilidades de intervir em seu processo para benefício da população.

Espera-se que os participantes adquiram conhecimentos e ampliem as reflexões sobre os aspectos menos conhecidos do legado social dos eventos epidêmicos. Também objetiva-se ampliar a visão crítica dos participantes nas questões relacionadas aos determinantes sociais da saúde, as iniquidades e as questões interseccionais que levam às diferentes formas das epidemias atingirem as diferentes camadas da população.

São 25 vagas disponíveis. As aulas serão realizadas de 5 a 31 de outubro, das 13h30 às 17h. O critério para seleção é análise de carta de interesse e currículo, enviados durante o processo de inscrição. O resultado será divulgado em 30 de setembro.

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