Em 2026, o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) realiza a aula inaugural, na quinta-feira, 16 de abril, às 9h, no contexto de celebrações do seu aniversário de 40 anos, no Salão de Referência - Biblioteca de Manguinhos. Como convidada, a antropóloga, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e autora de O Mundo do Avesso, Leticia Cesarino, com a aula 'Entre dados, narrativas e inteligência artificial: integridade informacional como fundamento para a saúde'.
9h – Café de boas-vindas
9h30 – Mesa de abertura
Mario Moreira – presidente da Fiocruz
Marly Marques da Cruz – vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz
Adriano da Silva – diretor do Icict
Kizi Araújo – vice-diretora de Ensino do Icict
10h – Aula inaugural
12h – Encerramento (previsão)
*A atividade contará com intérprete de Libras.
O ano acadêmico do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) começa, oficialmente, nesta quarta-feira, 25 de março.
Para marcar essa abertura, será realizada uma aula inaugural especial, a partir das 9h20, ministrada pelo diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Nélio Cezar Aquino, com o tema "O papel da produção pública de medicamentos na gestão da assistência farmacêutica brasileira".
Participe presencialmente, no auditório do contêiner de Farmanguinhos, localizado no campus Manguinhos, Rua Sizenando Nabuco, 100, ou online, pelo canal oficial da instituição no YouTube.
"Trabalhamos por uma transformação digital no SUS que fortaleça a democracia, busque a equidade, a solidariedade, a inclusão e que respeite os direitos humanos", disse a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (Seidigi/MS), Ana Estela Haddad, na ocasião da aula inaugural do curso de especialização em Dados e Sistemas de Informação para o Sistema Único de Saúde. Segundo ela, as tecnologias digitais podem e devem impactar positivamente a saúde, no entanto, é necessário que, à luz do SUS, essa transformação não seja guiada pelas mesmas regras e lógicas da transformação maciça e ampla que estamos vivendo na sociedade como um todo. A vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação, Marly Cruz, o diretor do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), Adriano Silva, e a assessora da VPEIC e uma das coordenadoras da formação, Mel Bonfim também participaram do lançamento do curso. A aula foi transmitida ao vivo e está disponível no canal do Campus Virtual no youtube.
+Assista aqui à aula de abertura
Esta é a primeira edição desse curso de cunho nacional, oferecido em todas as regiões do país e que acumulou mais de 5 mil inscrições, com cerca de 2.700 matrículas homologadas. Sua realização é uma responsabilidade do Icict e o Campus Virtual Fiocruz no âmbito do Programa de Formação em Ciência de Dados e Informações em Saúde para o SUS, que é desenvolvido pela Fiocruz — sob a coordenação da VPEIC, através do Campus Virtual — e o Ministério da Saúde, por meio da Seidigi/DataSUS/MS.
Saúde digital, um eixo estratégico da política de saúde no Brasil
Ana Estela demonstrou alegria com o início do curso, destacou a grande procura pela nova formação e parabenizou os selecionados. Com o tema “Sistema Único de Saúde: Potencialidades e desafios na Informação, Saúde Digital e Inteligência Artificial”, durante sua palestra, a secretária fez um percurso pela área da informação e saúde digital ao longo dos últimos 20 anos, mostrou diferentes ferramentas e iniciativas já desenvolvidas e apontou que a saúde digital é um campo em construção, reconstrução e ressignificação. Para ela, a criação da Seidigi demonstra que a saúde digital deixou de ser um projeto isolado para se tornar uma política estruturante dentro do Ministério da Saúde.
Entre iniciativas de destaque, Ana Estela falou sobre o aplicativo 'Meu SUS digital', a telessaúde e também sobre a Rede Nacional de Dados de Saúde (RNDS). Com foco na experiência do cidadão através do app, ela enfatizou que a "tecnologia deve servir ao empoderamento do paciente, oferecendo transparência e acesso fácil a históricos de vacinação, exames e agendamentos". Sobre o papel estratégico da telessaúde, a secretária a descreveu como uma "ferramenta de justiça social, capaz de levar especialistas a regiões remotas e vazios assistenciais". Já a RNDS foi descrita por ela como a "espinha dorsal" da integração do sistema. "Ao priorizar a interoperabilidade, o Ministério da Saúde busca garantir que o histórico clínico do paciente o acompanhe em qualquer ponto do território nacional", disse Ana Estela, afirmando que “essa infraestrutura é vital para evitar a duplicidade de exames e garantir a continuidade do cuidado, transformando dados brutos em inteligência assistencial”.
A secretária encerrou sua participação alertando que a revolução tecnológica no SUS exige um compromisso rigoroso com a ética e a formação humana. Ela reforçou a importância da conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a urgência de políticas de literacia digital para os profissionais de saúde, especialmente os que atuam na ponta do sistema. Em sua visão, o fortalecimento da soberania tecnológica nacional e a segurança cibernética são as garantias de que a inovação resultará em um sistema de saúde mais ágil, moderno e fundamentalmente inclusivo para as próximas gerações.
Especialização em saúde digital com abrangência nacional
A vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Marly Cruz, destacou a relevância do curso, não somente para fortalecer ações de saúde que estão vinculadas à saúde digital, mas também para reduzir desigualdades: “É muito bom chegar aqui e ver pessoas das diferentes partes e regiões do país. Está em nossa missão institucional reduzir desigualdades e podemos ver esse potencial na natureza dessa nova formação". Marly completou dizendo que há uma grande demanda sobre essa área. Ela espera que a formação seja um sucesso e que possa haver outras edições: “É importante que a gente possa mergulhar nesta primeira versão com o compromisso de que o curso venha contribuir para a produção do conhecimento, para uma reflexão mais profunda sobre os nossos desafios, mas que a gente também possa tirar lições aprendidas, inclusive para aperfeiçoar outras possíveis versões”.
O diretor do Icict, Adriano Lopes, agradeceu a oportunidade de realizar a primeira edição do curso e proporcionar o debate sobre gestão de dados em saúde e sistemas de informação, pensando sempre nos avanços tecnológicos: “Penso muito sobre como esse campo é dinâmico, sobre como não nos permite descanso, pois a tecnologia avança, em especial, nos estudos de informação e comunicação em saúde, os sistemas mudam e cada vez nos impõem desafios imprescindíveis”.
A assessora da VPEIC e coordenadora da formação juntamente com Carolina Carvalho e Mônica Magalhães, Mel Bonfim, citou Paulo Freire afirmando que a "educação é um ato político. É impossível ser neutro. Quem decide pela neutralidade já optou por uma posição", disse ela, detalhando que, inspirados pela educação que transforma, o sentimento com a abrangência do curso é de orgulho. "Podemos dizer que o Brasil está aqui representado, seja pelas cinco regiões, seja pela diversidade assegurada, pela política da Fiocruz e pela política do Ministério da Saúde de compromisso com as ações afirmativas".
As atividades acadêmicas de 2026 da Casa de Oswaldo Cruz serão abertas pela antropóloga Debora Diniz, que ministrará uma aula sobre o tema Ciência como testemunho: ética, engajamento e mundo em disputa. O evento ocorrerá no dia 19 de março, às 14h, no Salão de Conferência do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz em Manguinhos, zona norte do Rio de Janeiro. Haverá transmissão ao vivo pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no YouTube e tradução em Libras.
Professora da Universidade de Brasília (UnB) e docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS), parceria da Fiocruz com as universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e Federal Fluminense (UFF), Debora é uma cientista reconhecida no Brasil e internacionalmente pela defesa dos direitos reprodutivos, da igualdade de gênero e da justiça social. É autora de mais de 30 livros — O que é bioética (2022), Aborto por anomalia fetal (2004), Cadeia: relatos sobre mulheres (2015), Esperança feminista (2022), Carta de uma orientadora: sobre pesquisa e escrita acadêmicas (2024), entre outros — e membro do High-Level Advisory Group para o Gender and Health Hub, coordenado pelo Instituto Internacional de Saúde Global da Universidade das Nações Unidas (UNU-IIGH).
Por seu trabalho como pesquisadora, escritora, documentarista e por sua atuação em defesa de direitos humanos, recebeu dezenas de prêmios, entre os quais, o Jabuti na categoria Ciências da Saúde pelo livro Zika: do sertão brasileiro à ameaça global, em 2017; o Prêmio Dan David, pelo conjunto de sua obra em prol da justiça de gênero, em 2023; e Prêmio Mulheres e Ciência (2025), concedido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por seu trabalho em bioética, direitos humanos e gênero.
Na próxima segunda-feira, 16/3, a partir das 18h30, o Campus Virtual e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), no âmbito do Programa de Formação em Ciência de Dados e Informações em Saúde para o SUS, vão promover a aula inaugural do curso de especialização em Dados e Sistemas de Informação para o Sistema Único de Saúde – Turma 2026. A palestra será proferida pela secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad. O debate sobre saúde digital e a transformação digital do SUS será aberto a todos os interessados, com transmissão ao vivo pelo canal do Campus Virtual no Youtube.
O objetivo da aula, além de promover a integração entre os 100 novos alunos da especialização, é reforçar a discussão deste eixo estratégico da política de saúde no Brasil, que é a saúde digital. De acordo com o Ministério da Saúde, essa agenda busca promover a transformação digital do sistema público de saúde, ampliando o acesso da população aos serviços, qualificando a gestão e fortalecendo a tomada de decisão baseada em dados.
Há alguns anos, os dados em saúde passaram a ser um elemento central para a organização dos sistemas contemporâneos. No caso do SUS, a qualificação da informação permite aprimorar a vigilância epidemiológica, orientar a alocação de recursos, apoiar a gestão das redes de atenção e fortalecer a capacidade de resposta a emergências sanitárias. Ao mesmo tempo, essa área traz desafios importantes, como garantir a segurança e a privacidade dos dados, promover a inclusão digital e assegurar que as tecnologias sejam utilizadas de forma equitativa em todo o território nacional.
O curso de especialização é promovido pelo Campus Virtual Fiocruz e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) no âmbito do Programa de Formação em Ciência de Dados e Informações em Saúde para o SUS, que é desenvolvido pela Fiocruz — sob a coordenação da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), através do Campus Virtual — e o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde (Seidigi/DataSUS/MS).
O curso, que está em sua primeira edição, tem como objetivo o desenvolvimento de competências e habilidades analíticas para uso da informação em saúde, com vistas ao aprimoramento das políticas públicas e da gestão em saúde. Ele aborda temas centrais como sistemas de informação em saúde, análise e interpretação de dados, indicadores, ciência de dados aplicada, saúde digital e gestão orientada por evidências, conectando teoria e prática para qualificar a tomada de decisão no SUS e ampliar sua capacidade de resposta às demandas da população.
No dia 19 de março, a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz vai realizar sua tradicional aula inaugural. Em 2026, o tema abordado é 'Educação, cultura e diversidade' e terá a cantora e compositora Teresa Cristina como palestrante. Muito mais do que entretenimento e diversão, a música, especialmente o samba, ocupa um lugar importante na construção da identidade cultural, no fortalecimento de vínculos sociais e luta pela igualdade racial no Brasil. Na ocasião, ela falará sobre sua trajetória na valorização do samba tradicional, sua atuação artística e o compromisso com a preservação da memória cultural do país. A aula acontecerá na Tenda da Ciência Virginia Schall, a partir das 8h30 da manhã e também será transmitida ao vivo pelo canal da Fiocruz no Youtube.
Teresa Cristina — que é nascida e criada no bairro da Penha, no Rio de Janeiro e começou a cantar aos 27 anos — é considerada uma das responsáveis por reavivar o interesse pelas obras de compositores clássicos e expoentes máximos da nobreza do samba, como Candeia, Cartola e Noel Rosa, contribuindo para manter viva uma parte fundamental do patrimônio cultural brasileiro. Nesse contexto, a atuação de Teresa Cristina dialoga diretamente com temas caros ao campo da saúde coletiva, como o bem-estar, a cultura como um importante determinante social da saúde e o direito à cidadania e à dignidade, conectando-se de maneira profunda com dimensões sociais e simbólicas da vida.
+Acompanhe aqui a aula inaugural
O Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) realiza, no próximo dia 10 de março, das 14h às 16h, a Aula Inaugural do Programa de Pós-graduação em Vigilância Sanitária (PPGVS), com o tema “Desafios do Complexo Econômico-Industrial da Saúde e da Soberania em Saúde”. A atividade ocorre no Auditório Sérgio Arouca, na sede do instituto. O evento terá transmissão através do canal do youtube do INCQS.
A aula será ministrada pelo Dr. Carlos Gadelha, coordenador da Rede Ceis e líder do Grupo de Pesquisa Desenvolvimento Sustentável, CT&I e Ceis (GPCeis/CEE-Ensp/Fiocruz). A proposta é promover uma reflexão estratégica sobre o papel do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis) no fortalecimento da soberania sanitária nacional, especialmente diante dos desafios contemporâneos relacionados à inovação, à produção local e à redução de vulnerabilidades estruturais no setor.
A aula inaugural marca o início das atividades acadêmicas do PPGVS em 2026 e reafirma o compromisso do Programa e do INCQS/Fiocruz com a formação qualificada, a produção de conhecimento e o fortalecimento da Vigilância Sanitária no país.
+Acesse aqui a transmissão ao vivo:
O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) fará a abertura do Ano Letivo 2026 com a realização, no dia 5 de março, às 13h, da Aula Inaugural, com palestra da pesquisadora sênior da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e pesquisadora visitante da Fiocruz Amazônia, Sandra Hacon, sobre o tema “Impactos Globais e Locais da Tríplice Crise Planetária”. No dia 10 de março, acontecerá o VIII Workshop da Pós-Graduação, como parte da programação, com a finalidade de apresentar temas específicos, relacionados ao funcionamento dos cursos de pós-graduação da instituição, bem como missão e formas de apoio ao estudante. Em 2025, os programas de pós-graduação da Fiocruz Amazônia formaram 34 novos mestres e 17 novos doutores, com um total de 60 novos alunos distribuídos nos quatro PPGs. A expectativa da Vice-Diretoria de Educação, Informação e Comunicação (VDEIC) é que, em 2026, haja a formação de 60 novos mestres e doutores. De 2017 até agora, a instituição já formou 240 mestres e doutores. O evento não terá transmissão ao vivo.
O vice-diretor de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz Amazônia, Cláudio Peixoto, explica a importância desse primeiro contato entre alunos e a instituição. “A aula inaugural é importante para a integração e orientação dos estudantes”, reforça. Segundo Peixoto, a escolha do tema “Impactos Globais e Locais da Tríplice Crise Planetária”, com a participação da pesquisadora da ENSP, Dra. Sandra Hacon, é profundamente relevante e estrategicamente alinhada às áreas de Saúde e Ambiente. “A ‘Tríplice Crise Planetária’ – que engloba as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade e a poluição – tem implicações diretas e severas na saúde humana e nos ecossistemas. A Fiocruz, sendo uma instituição focada em saúde pública e pesquisa biomédica, naturalmente integra a dimensão ambiental em suas análises, o que é ainda mais premente no contexto amazônico”, enfatiza.
Cláudio Peixoto destaca que a presença da pesquisadora Sandra Hacon, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), reforça essa conexão, dada a expertise da ENSP em saúde coletiva e seus determinantes socioambientais. “Essa escolha reflete, mais do que uma reafirmação e um aprofundamento de uma orientação já existente na vocação do ILMD/Fiocruz Amazônia, porém com urgência e centralidade elevadas. Historicamente, reconhecemos a interdependência entre saúde, ambiente e sociedade, e por isso reafirmamos nosso compromisso socioambiental, com o SUS e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, salientou, acrescentando que o tema ajuda na formação de pesquisadores e profissionais capazes de abordar problemas complexos de forma interdisciplinar, com foco na saúde pública e as peculiaridades amazônicas.
WORKSHOP
A programação da Aula Inaugural 2026 foi dividida em dois dias com o objetivo de melhor acolher os estudantes e apresentar a instituição. “Além de apresentar a estrutura institucional, queremos mostrar o suporte por trás da marca Fiocruz e as expectativas do ambiente de pós-graduação, facilitar a integração com docentes e coordenadores e propiciar um ambiente de networking, elementos essenciais para a construção de um senso de comunidade”, explicou.
Segundo Cláudio, o workshop proporciona um mapa inicial da jornada acadêmica, munindo os estudantes de informações essenciais para o desenvolvimento deles durante o curso e promovendo um senso de pertencimento à instituição desde o início de sua trajetória. “São apresentados serviços essenciais como a Secretaria Acadêmica, Pós-Graduação e Biblioteca, além de mecanismos de representação discente (APG) e oportunidades de conhecer os núcleos pesquisa e inovação e a comissão de biosegurança (NIT, CIBIO)”, afirma.
Até o dia 26/02, o total de matrículas ativas de veteranos era de 159 alunos, distribuídos entre o DASPAM (53), PPGVIDA (43), PPGBIO-Interação (Mestrado: 14 e Doutorado: 40) e PROFSAÚDE (9). A solenidade de abertura do Ano Letivo contará com a presença da diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, que fará a saudação aos novos alunos e a saudação de boas-vindas (em vídeo) da pesquisadora Enirtes Caetano, do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde e docente permanente dos Programas de Pós-graduação Epidemiologia em Saúde Pública, acadêmico e profissional, da ENSP/Fiocruz.
SOBRE A PALESTRANTE
Sandra de Souza Hacon é bióloga, graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com mestrado em Controle da Poluição Ambiental – Mancherter University, Reino Unido (1981) e doutorado em Geociências (Geoquímica Ambiental) pela Universidade Federal Fluminense (1996). Lotada na Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz, integra os programas de pós-graduação de mestrado e de doutorado em Ciências Ambientais da Universidade Estadual de Mato Grosso e da Escola Nacional de Saúde Pùblica da Fiocruz. Atua na área de Avaliação de Risco à Saúde Humana, Ecotoxicologia, Gestão Integrada de Saúde e Ambiente e Avaliação de Impactos à Saúde das Mudanças Climáticas e de Grandes Empreendimentos.
Sandra coordena vários projetos de pesquisa financiados pelo CNPq, FAPERJ, FINEP, CAPES, setor privado, atua como pesquisadora em projetos interdisciplinares com a UNEMAT, INPE, UNB, USP, UFRN, USP, PUC/RJ, UFCE, FIOCRUZ, projetos internacionais com a Universidade de Exeter no Reino Unido, Instituto Tropical de Epidemiologia e Sáude Pública de Basel e a Universidade de Basel na Suiça. Representante do Brasil no GT do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente referente ao Programa de Monitoramento da Implementação da Convenção de Stockholm por indicação do Ministério do Meio Ambiente. É também integrante da parceria Fiocruz- Opas/OMS do Centro Colaborador em Saúde Pública e Ambiental da Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS).
Para marcar o início do ano letivo de 2026, a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) convida o público para um debate fundamental e urgente: segurança pública e violência urbana em territórios vulneráveis.
O evento será realizado no dia 5 de março, a partir das 13h30, na Tenda da Poli, com a presença de Cecília Oliveira, fundadora e diretora do Instituto Fogo Cruzado; do ex-aluno da EPSJV/Fiocruz, Raphael Calazans, que atualmente trabalha na Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas e Gestão de Ativos, do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e de Ana Tobossi, integrante do Conselho Gestor e Político Pedagógico do Centro de Integração na Serra da Misericórdia (RJ).
Participe dessa conversa qualificada, comprometida com a realidade dos territórios e com a construção de caminhos possíveis.
O evento é GRATUITO e será TRANSMITIDO ONLINE no canal da Escola no Youtube:
A aula inaugural dos Cursos de Férias – Verão 2026 do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) será realizada no dia 26 de janeiro, no Auditório do Pavilhão Arthur Neiva, reunindo alunos, docentes e gestores para dar início às atividades acadêmicas do período.
A programação começa às 9h, com as boas-vindas da Coordenação dos Cursos de Férias e da Direção de Ensino e Extensão do IOC, conduzidas por Luciana Ordunha Araripe, coordenadora dos Cursos de Férias, e Norma Cristina Cardoso Brandão, diretora de Ensino e Extensão do Instituto.
Na sequência, das 9h30 às 10h30, acontece a aula inaugural “Entre leituras e descobertas: minha trajetória até o livro Superbactérias resistentes a antimicrobianos”, ministrada por Leticia Miranda Lery Santos, do Laboratório de Microbiologia Celular (Lamicel/IOC). A palestra abordará a trajetória acadêmica e científica da pesquisadora, articulando pesquisa, divulgação científica e produção editorial.
Das 10h30 às 10h50, a programação prevê um momento dedicado a lembretes de biossegurança, com orientações apresentadas por Isabele Barbieri dos Santos, da Comissão Interna de Biossegurança do IOC, reforçando cuidados essenciais para o desenvolvimento seguro das atividades laboratoriais e acadêmicas.
O encerramento da aula inaugural, das 10h50 às 11h, será dedicado ao encaminhamento dos participantes para os cursos, marcando oficialmente o início das atividades dos Cursos de Férias – Verão 2026.
A iniciativa integra a programação acadêmica do IOC e reforça o compromisso institucional com a formação científica qualificada e a integração entre ensino, pesquisa e extensão.
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)