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Ciência Aberta - 1º Oferta

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Sobre o curso

Descrição: O curso "Ciência Aberta", oferecido na modalidade de ensino a distância, foi concebido pela Fiocruz como uma das estratégias para apresentar o movimento da Ciência Aberta, suas diversas práticas, expectativas e controvérsias para a sociedade brasileira. O curso é composto por cinco módulos que apresentam um panorama da Ciência Aberta em quatro módulos: 1) Fundamentos da Ciência Aberta; 2) Marcos Legais e Éticos; 3) Acesso Aberto; 4) Gestão, compartilhamento e Abertura de Dados para Pesquisa e 5) Educação Aberta.



Objetivo Geral: Conhecer as principais dimensões da Ciência Aberta; Conhecer questões éticas e legais relacionados a abertura dos dados e informações científicas; Promover oportunidades de reflexão sobre os benefícios esperados, as disputas e as consequências não planejadas relacionadas com a abertura do conhecimento científico e da comunicação com a sociedade.



Justificativa: A oferta do curso Ciência Aberta para público amplo (não restrito a acadêmicos e pesquisadores vinculados a fundação) é uma ação estratégica da Fiocruz para fomentar um contexto que favoreça a atuação dos cidadãos como agentes ativos e críticos no diálogo com a ciência - uma condição essencial para uma sociedade democrática e inovadora. Neste sentido, o curso pretende contribuir para democratizar o acesso ao conhecimento, fortalecer a alfabetização científica, ampliar o engajamento de cidadãos em atividades de pesquisa e promover maior transparência e confiança na ciência



Curso de Formação Continuada em Toxicologia aplicada a metais - 1º Oferta

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Sobre o curso

Descrição: O Curso de Formação Continuada em Toxicologia Aplicada a Metais tem como objetivo qualificar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para atuação nas ações de vigilância, assistência e gestão do risco associadas à exposição humana a metais, especialmente em contextos de mineração e desastres ambientais. Ofertado na modalidade EaD autoinstrucional, com carga horária de 120 horas, o curso está organizado em três módulos que abordam as bases conceituais da Vigilância em Saúde, os fundamentos da toxicologia e a toxicologia clínica aplicada aos metais. Os conteúdos contemplam fontes e vias de exposição, diagnóstico, monitoramento, notificação, vigilância epidemiológica, determinantes sociais da saúde e comunicação de risco. Destinado prioritariamente a profissionais de nível superior do SUS, o curso utiliza metodologias ativas e recursos educacionais acessíveis, incluindo LIBRAS e audiodescrição. Ao final, os participantes aprovados receberão certificação.



Objetivo Geral: Objetivo Educacional - Apresentar os princípios norteadores da Vigilância em Saúde, seus conceitos, componentes e ações; - Apresentar aos profissionais da vigilância e assistência à saúde métodos acerca do diagnóstico, terapêutica e cuidados necessários às populações expostas aos contaminantes químicos; - Orientar profissionais da vigilância em saúde no processo de notificação e investigação das fontes de exposição dos contaminantes químicos; - Promover disseminação de conhecimento, caracterização da exposição aos metais e o subsídio de ações mais qualificadas considerando especificidades de saúde, sociais e demográficas. Objetivos de aprendizagem módulo Módulo 1: Bases conceituais e políticas da Vigilância em Saúde. Ao final desse módulo o aluno será capaz de: Apresentar a construção histórica da vigilância na saúde no mundo e no Brasil Explicar conceitos básicos, componentes e ações de Vigilância em Saúde. Apresentar a organização da Vigilância em Saúde no Sistema Único de Saúde nos três níveis de governo Descrever a Política Nacional de Vigilância em Saúde. Associar Vigilância em Saúde pública e planejamento Conceituar, Distinguir e Relatar Emergências em Saúde Pública. Explicar e distinguir as ações, serviços e pontos principais em Vigilância em Saúde Ambiental, Sanitária e Saúde do Trabalhador;Módulo 2: Conceitos básicos em Toxicologia Ao final desse módulo o aluno será capaz de: Explicar conceitos básicos da Toxicologia Categorizar contaminantes inorgânicos e orgânicos. Determinar fontes e vias de exposição. Estimar e utilizar Intensidade e tempo de exposição Explicar a Toxicocinética e toxicodinâmica dos agentes tóxicos; Relacionar Toxicologia e epidemiologia; Categorizar Toxicologia dos medicamentos, alimentos, agrotóxicos e tabagismo; Identificar e contrastar características da Toxicologia Ocupacional (Princípios e conceitos, agrotóxicos, solventes e metais). Módulo 3: Toxicologia Clínica aplicada aos Metais: Vigilância e Assistência Ao final desse módulo o aluno será capaz de: Explicar conceitos de toxicologia aplicados aos metais Descrever a abordagem inicial ao paciente potencialmente intoxicado. Escolher os exames físicos para identificação de sinais e sintomas clínicos relacionados à exposição de metais. Listar os pontos principais do direcionamento e interpretação de testes laboratoriais e de imagem para avaliação de intoxicação por metais. Relacionar diagnóstico, tratamento e acompanhamento de exposição por metais. Distinguir notificação dos casos, vigilância epidemiológica e gestão da informação; Explicar a relação entre a exposição por metais e os determinantes sociais de saúde; Estruturar Comunicação de risco à saúde.



Justificativa: Considerando que ainda há pouco preparo e adequação no sistema público de saúde para subsidiar ações qualificadas e favorecer a gestão de risco e que os residentes em áreas de mineração estão mais propensos à exposição por resíduos de metais, o que pode se intensificar com o rompimento das barragens, o Ministério da Saúde aponta para a necessidade de reestruturação das ações em saúde nos municípios expostos aos produtos da mineração (Estudo Fiocruz –Saúde Brumadinho). Nesse sentido, a realização de capacitações focadas na exposição à metais pode auxiliar na prevenção, mitigação e resposta apropriadas frente a novos eventos, reduzindo o impacto sobre a saúde das populações atingidas. A Fiocruz, considerada uma instituição de relevância no campo da saúde pública, ciência e tecnologia, tem tido uma importante ação em situações de emergências e desastres em saúde. Especificamente, em desastres por rompimento de barragens, a instituição vem atuando em diferentes pesquisas e projetos junto aos municípios, gestores de saúde e populações afetadas, destacando-se o Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde (Cepedes), da Escola Nacional de Saúde Pública, e o Instituto René Rachou (IRR/Fiocruz Minas). O reconhecimento do trabalho da Fiocruz fez com que a instituição fosse convidada para colaborar, além das ações que já desenvolve, na elaboração e oferta de um curso de toxicologia, visando à capacitação de profissionais de saúde frente às demandas por atendimento e acompanhamento de grupos populacionais residentes em áreas de risco e/ou afetadas por rompimento de barragens das atividades de mineração.



Saúde Mental no Trabalho - 1º Oferta

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Sobre o curso

Descrição: Este curso é uma iniciativa do Observatório Nacional de Saúde Mental e Trabalho (https://observatoriosaudementaltrabalho.com/) a partir dos encontros realizados entre os dias 06 e 08 de dezembro de 2023. Financiado pelo Edital nº 11/2023 da PAEP da CAPES - processo nº 88887.882408/2023-00 e com apoio financeiro do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde do Ministério da Saúde (Decit/SECTICS/MS), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, no âmbito da Chamada Pública CNPq / Decit / SECTICS / MS nº 29/2024 - processo nº406746/2024-9 , promovido pela Universidade Federal do Paraná - Grupo Saúde, Trabalho e Inovação sob responsabilidade da Profª Drª Fernanda Moura D'Almeida Miranda, e pela Universidade Estadual de Feira de Santana - Núcleo de Epidemiologia - sob responsabilidade da Profª Drª Tânia Maria de Araújo. Assim, o material oriundo do encontro foi a base para estruturação do curso pela educadora e design educacional Shênia Mineiro Martins sob responsabilidade da Profª Drª Simone Santos Oliveira da Fundação Oswaldo Cruz, com a colaboração de João Alcantara mestrando da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Fernanda Moura D`Almeida Miranda (UFPR) e Ana Rubia Wolf Gomes da Fundacentro.



Objetivo Geral: Promover a compreensão crítica sobre os determinantes sociais e organizacionais da saúde mental no trabalho e fomentar estratégias de promoção, prevenção e cuidado nos territórios e instituições.
 Compreender a importância da saúde mental no ambiente laboral e como ela é afetada pelas condições de trabalho. Refletir sobre a precarização e as violências no trabalho e suas repercussões na saúde mental. Desenvolver estratégias de identificação precoce, manejo e prevenção de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Reconhecer e aplicar práticas e políticas de promoção de ambientes laborais saudáveis.



Justificativa: A crescente incidência de transtornos mentais relacionados ao trabalho, intensificada pela precarização das relações laborais e pela falta de políticas institucionais de cuidado, demanda ações formativas que ampliem a capacidade de vigilância e prevenção no campo da saúde do trabalhador. O curso busca fortalecer a atuação das redes RAPS, RENASTT e CEREST, contribuindo para práticas de cuidado integrais e intersetoriais.



Letramento racial para trabalhadores do SUS - 2º Oferta

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Sobre o curso

Descrição: O racismo presente na sociedade também é reproduzido e produzido no SUS. Para enfrentá-lo, é preciso entender como ele opera. Neste curso, discutimos a estrutura, funcionamento e expressões do racismo, além de práticas antirracistas como fundamento para o trabalho em saúde na assistência e na gestão do SUS. O curso afirma o lugar necessário da questão racial na formação de trabalhadores da saúde, o que é fundamental à compreensão das relações sociais, dos processos de saúde-doença e, portanto, para a plena efetivação da saúde como direito no Brasil.



Objetivo Geral: Objetivos de aprendizagem do Módulo 1 – Entendendo as relações entre o racismo e a saúde como direito no Brasil Ao concluir este módulo espera-se que o participante seja capaz de: - Relacionar aspectos centrais da formação e dinâmica social com as iniquidades percebidas nas condições de vida, saúde, adoecimento e morte da população negra no Brasil. - Reconhecer que o racismo é aprendido e resultante de práticas histórico-sociais. - Reconhecer o racismo como um problema contemporâneo e que se reatualiza continuamente estruturando as relações desiguais, injustas e violentas na vida social, bem como no cotidiano das práticas de saúde. - Identificar expressões e repercussões do racismo no âmbito do SUS, considerando os processos de trabalho, a formação na saúde e o cuidado em saúde. Objetivos de aprendizagem do Módulo 2 - Apreendendo a prática antirracista como princípio do trabalho em saúde - Reconhecer a branquitude na sociedade brasileira como parte do problema do racismo, que propicia a construção de lugares de privilégio e vantagem estrutural. - Reconhecer vocabulário racial, códigos raciais e práticas racializadas, de modo a facilitar as discussões de raça e racismo, bem como as práticas antirracistas na saúde. - Identificar maneiras pelas quais o racismo é mediado por gênero e classe e as expressões dessas imbricações na área da saúde. - Identificar possibilidades de práticas antirracistas no âmbito do SUS, considerando os processos de trabalho, a formação na saúde e o cuidado em saúde.



Justificativa: A invisibilidade histórica e sistemática da questão racial na formação de trabalhadores da saúde configura-se, por si, como uma expressão do racismo institucionalizado, e que contribui para a reprodução da estrutura social que inviabiliza as condições para a reprodução de uma vida digna às negras e negros no Brasil. A importância da oferta deste curso está centralmente localizada na contribuição para o avanço dos debates e práticas antirracistas entre trabalhadores do SUS atuantes na assistência e/ou gestão, por meio de um processo formativo com potencial para um amplo alcance no território nacional entre as diversas categorias profissionais. O letramento racial é tido como posicionamento teórico e prático para desconstruir formas de pensar e agir que foram naturalizadas (TWINE, 2006; SCHUCMAN, 2020). Nesse sentido, aqui faz-se uma escolha pelo letramento racial como referencial estruturante da oferta educacional, a fim de contribuir com uma racialização crítica do debate das práticas de saúde no SUS. O presente projeto formativo possui caráter estratégico em sua oferta nas seguintes dimensões: ● conteúdo cuja compreensão é condição para a concretização da saúde como direito, e por consequência para a garantia de princípios do SUS - como integralidade, universalidade, equidade e participação social -, mas que ainda é incipiente na formação dos trabalhadores do SUS; ● abordagem que explicita o caráter histórico-social do racismo e seus enlaces com a saúde, - e não somente o manejo dos efeitos das estruturas racistas -, com isso não perdendo de vista a totalidade da dinâmica social e das políticas de saúde; ● abordagem que integra ao conteúdo do curso resultados de pesquisa realizada com trabalhadoras e trabalhadores negros inseridos na Atenção Primária à Saúde no SUS. Isso permite escrutinar o trabalho em saúde a partir das suas dimensões históricas, sociais e subjetivas, as quais operam no cotidiano das instituições; ● formato Massive Open Online Course (MOOC), autoinstrucional, que tem reconhecido potencial em alcançar muitos alunos, de forma concomitante, assíncrona e com acesso aberto, podendo ser realizado por trabalhadores do SUS, mas também por estudantes, docentes, pesquisadores, controle social e demais interessados. Com alcance nacional, o curso será composto por recursos educacionais abertos que poderão ser utilizados em outras formações, uma vez eu serão disponibilizados nos repositórios institucionais da Fiocruz. A elaboração do material educacional se dará a partir dos resultados da pesquisa de referência supracitada, de referencial teórico crítico seminal, de publicações atualizadas da literatura científica, das produções de organizações dos movimentos negros, bem como das publicações institucionais relacionadas a Política de Saúde Integral da População Negra, acerca do debate racial antinegro. Entende-se os limites de um curso autoinstrucional para a natureza e complexidade dos problemas aqui expostos, de modo que se reconhece que teremos a possibilidade de um alcance introdutório, em termos taxonômicos dos objetivos de aprendizagem elencados e, por conseguinte, no que tange à densidade teórica dos recursos educacionais que serão elaborados. Assim, a formação aqui proposta não pretende superar plenamente a necessidade de letramento racial para trabalhadores do SUS. Aposta-se aqui em um recurso com caráter disparador, que possa mobilizar outras iniciativas locais e nacionais. A perspectiva é contribuir com a pavimentação do caminho para os processos permanentes, e em formatos e abordagens distintos, que a questão racial na saúde exige. Nessa perspectiva, o curso a ser elaborado tem sua importância reiterada ao afirmar o lugar necessário da questão racial na formação de trabalhadores da saúde, o que é fundamental à compreensão das relações sociais, dos processos de saúde-doença e, portanto, da saúde como direito no Brasil. Espera-se como resultado que o curso apoie o impulsionamento da discussão qualificada da questão racial na saúde em nível nacional, contribuindo com elementos para a organização das políticas, do trabalho, bem como dos processos formativos na área da saúde.



Leishmanioses, e eu com isso? Ações educativas intersetoriais na saúde e na educação - 1

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Sobre o curso

Descrição: O curso contribuirá, a partir de uma abordagem educativa crítica e reflexiva, para a formação a distância de trabalhadores e estudantes da saúde e da educação, ampliando seus conhecimentos sobre as leishmanioses, fortalecendo sua contribuição nas ações de promoção e prevenção da saúde e enfrentamento às doenças no território. Trata-se de uma formação pautada em uma visão que considere a interação entre os múltiplos determinantes que interferem na complexa cadeia de ocorrência das leishmanioses, estimulando ações de comunicação, educação em saúde e realização de estratégias de prevenção e controle da doença no território.



Objetivo Geral: Módulo 1: Conceito de leishmaniose, distribuição, transmissão, vetores e reservatórios Ao concluir este módulo o aluno estará habilitado a: • Identificar os diferentes tipos de leishmaniose; • Conhecer aspectos do vetor das leishmanioses, incluindo seu ciclo evolutivo e reservatório; • Diferenciar reservatório e hospedeiro; • Compreender o ciclo de transmissão da doença. Módulo 2: Patogenia, manifestações clínicas, diagnóstico e tratamento Ao concluir este módulo o aluno estará habilitado a: • Identificar os principais sinais e sintomas das leishmanioses em humanos e caninos; • Identificar o papel do SUS representado pela rede de assistência pública para prevenção, diagnóstico, tratamento e controle das leishmanioses em humanos e caninos. Módulo 3: Epidemiologia, prevenção e controle Ao concluir este módulo o aluno estará habilitado a: • Identificar cenários de risco para transmissão das leishmanioses; • Identificar as principais medidas de prevenção e controle da doença; • Compreender a importância da informação, comunicação e educação em saúde como medidas de prevenção, identificação de suspeita de casos (humanos e caninos) e controle da doença. Módulo 4: Leishmanioses no contexto da saúde única Ao concluir este módulo o aluno estará habilitado a: • Compreender o conceito de Saúde Única; • Compreender a importância da intersetorialidade nas ações de enfrentamento às leishmanioses; • Refletir sobre a importância da participação cidadã nas ações de enfrentamento às leishmanioses; • Refletir sobre os desafios do SUS nas ações de prevenção, diagnóstico, tratamento e controle da doença no Brasil.



Justificativa: As leishmanioses representam um problema de saúde pública e de controle complexo, envolvendo vetores, reservatórios e o ambiente, configurando-se, portanto, como um grande desafio para gestores e pesquisadores. Vários estudos demonstram que as populações acometidas pela doença desconhecem importantes conceitos como transmissão, tratamento e prevenção e uma proporção bastante reduzida emprega efetivamente as medidas preventivas. Além disto, muitos profissionais de saúde desconhecem conceitos essenciais relacionados às leishmanioses, demonstrando um menor domínio em relação às medidas preventivas e à sensibilização da população sobre a doença. Nesse sentido, a partir de uma perspectiva intersetorial e multidisciplinar, a oferta de um curso autoinstrucional sobre as leishmanioses pode contribuir para ampliar o conhecimento sobre as doenças, fortalecendo as ações de educação, prevenção e enfrentamento na saúde individual, coletiva e no território.



Informação para o SUS: políticas e sistemas - 1

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Sobre o curso

Descrição: Com o aumento gradativo do uso das tecnologias de informação e da produção e coleta de dados de saúde, a discussão sobre transformação digital no SUS ganhou papel de destaque na agenda saúde. Dar visibilidade e incentivar iniciativas em saúde digital, construindo estratégias de atuação, com base na análise crítica sobre acesso, limites e possibilidades na produção de cuidado integral à saúde e sobre efeitos na garantia de direitos e cidadania; bem como desenvolver ações de transformação digital, na perspectiva de ampliação de serviços, pesquisas, assistência, plataformas de ensino, fomento a espaços de simulação e habilidades realísticas, que valorizem a incorporação de tecnologias digitais em saúde em conformidade com os princípios do SUS estão entre as diretrizes da Fiocruz aprovadas no último Congresso Interno. Consonante a isso, e considerando que a informação se reveste de valor na medida que seu uso na tomada de decisão desencadeia um planejamento responsável e a execução e gestão de ações para apoiar o processo decisório mais assertivo, a formação em Informações em saúde para o SUS evidenciando as políticas e sistemas se justifica na perspectiva de provocar o desenvolvimento de ações para melhoria do atendimento ao cidadão, do acompanhamento do paciente, da coordenação dos fluxos de assistência e da eficiência da gestão do recurso público.



Objetivo Geral: Habilitar os alunos a realizar atividades de planejamento, pesquisa e desenvolvimento de soluções no campo da Informação em saúde entendendo o contexto histórico e político da informação no âmbito do SUS.



Justificativa: Com o aumento gradativo do uso das tecnologias de informação e da produção e coleta de dados de saúde, a discussão sobre transformação digital no SUS ganhou papel de destaque na agenda saúde. Dar visibilidade e incentivar iniciativas em saúde digital, construindo estratégias de atuação, com base na análise crítica sobre acesso, limites e possibilidades na produção de cuidado integral à saúde e sobre efeitos na garantia de direitos e cidadania; bem como desenvolver ações de transformação digital, na perspectiva de ampliação de serviços, pesquisas, assistência, plataformas de ensino, fomento a espaços de simulação e habilidades realísticas, que valorizem a incorporação de tecnologias digitais em saúde em conformidade com os princípios do SUS estão entre as diretrizes da Fiocruz aprovadas no último Congresso Interno. Consonante a isso, e considerando que a informação se reveste de valor na medida que seu uso na tomada de decisão desencadeia um planejamento responsável e a execução e gestão de ações para apoiar o processo decisório mais assertivo, a formação em Informações em saúde para o SUS evidenciando as políticas e sistemas se justifica na perspectiva de provocar o desenvolvimento de ações para melhoria do atendimento ao cidadão, do acompanhamento do paciente, da coordenação dos fluxos de assistência e da eficiência da gestão do recurso público. Considerando os centros de excelência dentro da Fiocruz: ICICT, PROCC e CIDASC/IGM, o curso será realizado com a participação de diferentes unidades e institutos, integrando experiências distintas e temas transversais.



Promoção da Saúde Mental de Jovens Indígenas - 1

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Sobre o curso

Descrição: Previamente, o pesquisador da Universidade parceira UNILAB, James Moura Jr, levantou concepções de violência estrutural, saúde mental e processos de cura em jovens indígenas, problematizando os impactos da violência na saúde mental; analisando as relações entre violência estrutural, saúde mental e processos de cura a partir das dimensões étnica, de gênero e de classe; sistematizando as práticas de cura utilizadas pelos povos indígenas e avaliando um programa de promoção de saúde mental . Com esses dados, propõe-se uma qualificação com os trabalhadores de saúde para que possam se instrumentalizar sobre esses processos de violência estrutural na mental das populações indígenas jovens, reconhecendo alterações na saúde mental dessas populações, estando preparados para propor ações de educação popular que possa contribuir para atenuar esses danos.



Objetivo Geral: Previamente, o pesquisador da Universidade parceira UNILAB, James Moura Jr, levantou concepções de violência estrutural, saúde mental e processos de cura em jovens indígenas, problematizando os impactos da violência na saúde mental; analisando as relações entre violência estrutural, saúde mental e processos de cura a partir das dimensões étnica, de gênero e de classe; sistematizando as práticas de cura utilizadas pelos povos indígenas e avaliando um programa de promoção de saúde mental . Com esses dados, propõe-se uma qualificação com os trabalhadores de saúde para que possam se instrumentalizar sobre esses processos de violência estrutural na mental das populações indígenas jovens, reconhecendo alterações na saúde mental dessas populações, estando preparados para propor ações de educação popular que possa contribuir para atenuar esses danos.



Justificativa: O projeto possui uma perspectiva interseccional e para o trabalho com populações sub-representadas, por meio de uma qualificação dos trabalhadores da saúde para que possam contribuir, pela identificação e educação na saúde, com as estratégias de cura em saúde mental das populações indígenas jovens. Apenas no final dos anos noventa o Estado brasileiro atenta para estas questões diante de inúmeros casos no Brasil detectados pelos agentes de saúde indígena, como o uso excessivo de álcool e de substâncias psicoativas, grande número de mortes por suicídio e suas repercussões internacionais, depressão entre juventude. Espera-se a atuação das equipes de saúde mental em contextos étnicos de vulnerabilidade psicossocial. Para tal, a qualificação profissional é fundamental. A escassez de estudos sobre saúde mental das populações tradicionais rurais e das populações indígenas, bem como sobre os serviços e ações organizadas e disponibilizadas para essas populações, é um problema que já vem sendo alertado há anos pela OMS (2003) em nível mundial. Nesse sentido, os dados de Projeto aprovado na CnPQ, base para a produção do curso proposto é relevante e indispensável pois retrata a realidade da saúde mental dos jovens indígenas de território brasileiro. Do ponto de vista da inovação tecnológica, tem sido grande desafio o desenvolvimento de ações educacionais para populações indígenas, pois ainda há necessidade de promoção da produção de dados sobre a saúde desse grupo populacional. Assim, a produção de um curso, baseado em uma pesquisa científica prévia, trará como possibilidade a efetividade de aprendizagem e possibilidades reais de impactos na atuação dos egressos dessa qualificação e, com ele, redução das doenças mentais ou manejo adequado das pessoas identificadas com essas situações de violência em saúde mental.



Introdução à Saúde Digital - 1

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Sobre o curso

Descrição: O Curso Introdução à Saúde Digital tem o objetivo de qualificar profissionais com conhecimentos, habilidades e competências para compreender os fundamentos da saúde digital e utilizar as tecnologias digitais de forma eficaz e ética. Com carga horária de 45 horas e em formato autoinstrucional, esse curso integra o “Programa modular de formação em Informações e ciência de dados em saúde para o SUS” e os participantes poderão aprofundar e complementar conhecimentos com outros cursos com temas transversais. Alinhadas ao cenário contemporâneo de avanços tecnológicos, uso crescente de tecnologias da informação e demandas emergentes na área da saúde por tecnologias como inteligência artificial, telemedicina e saúde móvel, as aulas contemplam temas como fundamentos de Saúde Digital e Tecnologia da Informação em Saúde, Sistemas de informação em saúde e gestão de dados eletrônicos; Segurança da informação e proteção de dados pessoais e Inovação em Saúde Digital.



Objetivo Geral: Compreender os conceitos de saúde digital e conhecer os benefícios potenciais e os desafios enfrentados na implementação da saúde digital, Compreender a relação entre a elaboração e implementação de políticas públicas e estratégias de governo voltadas para saúde digital e a democratização do acesso à saúde e à redução das desigualdades. Identificar as principais políticas e programas de saúde digital no mundo e no Brasil. Compreender os princípios fundamentais da transformação digital em saúde, incluindo tecnologias emergentes e seus impactos. Refletir sobre os desafios e oportunidades da implementação da transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). Entender os princípios básicos de inovação e saúde digital, incluindo definições, tendências e o papel da tecnologia na transformação dos serviços de saúde. Conhecer os conceitos relacionados a telessaúde, telemedicina, inteligência artificial e seus principais campos de atuação e aplicação. Compreender os principais princípios e critérios de qualidade de dados em saúde, como completude, consistência, atualidade, relevância e integridade dos dados. Identificar os principais desafios e fontes de erro na coleta, armazenamento e análise de dados. 3 - Refletir sobre as consequências da baixa qualidade de dados em saúde. Conhecer os benefícios da adoção de sistemas de informação integrados e interoperáveis para a melhoria da eficiência e qualidade dos serviços de saúde no SUS. Conhecer as principais iniciativas de para a integração de sistemas de informação em saúde e garantia da interoperabilidade no SUS. Apreender os princípios fundamentais do monitoramento e avaliação em saúde digital, incluindo definições, objetivos, métodos de coleta e análise de dados, modelos e indicadores. Discutir os desafios e limitações enfrentados no monitoramento e avaliação em saúde digital, incluindo questões relacionadas à qualidade dos dados, validade das medidas, viés de seleção, perda de seguimento e interpretação dos resultados. Refletir sobre as implicações do monitoramento e avaliação em saúde digital para a prática clínica, a gestão de saúde e a formulação de políticas de saúde. Compreender questões éticas, legais e de segurança da informação relacionadas ao campo da saúde digital e da transformação digital em saúde, com foco na proteção dos dados pessoais e na conformidade com as legislações e normativas vigentes. Compreender os princípios básicos da segurança da informação, incluindo confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade. Identificar as principais ameaças e vulnerabilidades que podem comprometer a segurança da informação e a proteção de dados pessoais. Conhecer normas e regulamentações relevantes para a segurança da informação e proteção de dados pessoais. Conhecer os conceitos e princípios fundamentais da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), e os desafios de sua aplicabilidade na área da Saúde. Conhecer estratégias e boas práticas para garantir a conformidade com a LGPD na área da saúde. Conhecer políticas de uso de dados, incluindo termos de serviço, políticas de privacidade e políticas de segurança da informação, para entender as obrigações e responsabilidades das partes envolvidas na coleta e uso de dados. Refletir sobre as implicações éticas e sociais do uso de dados pessoais em diferentes contextos, incluindo questões de discriminação, vigilância, manipulação de informações e desigualdades de poder.



Justificativa: A oferta de um curso sobre Saúde Digital está alinhada ao cenário contemporâneo de avanços tecnológicos, uso crescente de tecnologias da informação e demandas emergentes na área da saúde por tecnologias como inteligência artificial, telemedicina e saúde móvel. Nesse contexto, a discussão sobre transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS) também tem ganhado destaque, uma vez que tecnologias em saúde digital têm o potencial de reduzir as disparidades no acesso a cuidados de saúde e promover a equidade no sistema de saúde. Por outro lado, surgem preocupações sobre ética, segurança e privacidade dos dados. Nesse sentido, busca-se com essa oferta qualificar profissionais com conhecimentos, habilidades e competências para compreender a saúde digital e utilizar as tecnologias digitais de forma eficaz e ética. Não obstante, este curso integra o “Programa modular de formação em Informações e ciência de dados em saúde para o SUS”, e os participantes poderão aprofundar e complementar conhecimentos cursando outros cursos com temas transversais.



Literacia em idadismo estrutural e discriminação por idade - 1

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Sobre o curso

Descrição: O curso autoinstrucional “Literacia em idadismo estrutural e discriminação por idade” tem como objetivo qualificar profissionais, estudantes e demais interessados para identificar, prevenir e combater o idadismo — preconceito e discriminação por motivo de idade. Organizado em cinco blocos educacionais, o curso aborda desde conceitos básicos sobre o idadismo até temas como comunicação em saúde, interseccionalidade, juventude e estratégias práticas para transformar atitudes e comportamentos idadistas. Com carga horária de 30 horas, o curso oferece conteúdos teóricos e práticos apresentados em diferentes formatos: vídeos, textos, infográficos e guias. O formato EAD autoinstrucional permite que o participante desenvolva seu aprendizado de forma flexível e no seu próprio ritmo, sem tutoria, através do Campus Virtual da Fiocruz. Ao final do curso, o participante poderá refletir criticamente sobre práticas discriminatórias relacionadas à idade, aprimorar sua atuação profissional e contribuir para uma sociedade mais inclusiva e equitativa. Após a conclusão e preenchimento do questionário final, será emitido certificado de participação.



Objetivo Geral: 1. Compreender os conceitos fundamentais relacionados ao idadismo, incluindo estereótipos, preconceitos e discriminação baseados na idade. 2. Analisar as políticas públicas nacionais e internacionais relacionadas ao combate ao idadismo, identificando seus principais objetivos e estratégias. 3. Reconhecer o papel do Sistema Único de Saúde (SUS), dos estabelecimentos de saúde e dos profissionais de saúde no combate ao idadismo e na promoção de um envelhecimento saudável e inclusivo. 4. Explorar as relações entre juventude, intergeracionalidade e idadismo, compreendendo a importância da integração e da valorização de diferentes faixas etárias na sociedade. 5. Analisar as interseccionalidades do idadismo, considerando fatores como gênero, raça, orientação sexual e condição socioeconômica, e sua influência na experiência de discriminação por idade. 6. Identificar estratégias coletivas e individuais para combater o idadismo, incluindo a desconstrução de estereótipos, a promoção da linguagem inclusiva e a conscientização sobre os direitos das pessoas idosas. 7. Desenvolver habilidades práticas para aplicar os conhecimentos adquiridos na promoção de um ambiente livre de idadismo em diferentes contextos, como instituições de saúde, locais de trabalho e comunidades. 8. Refletir sobre o próprio papel na luta contra o idadismo e comprometer-se com a promoção da igualdade e do respeito à diversidade de idade em sua vida pessoal e profissional.



Justificativa: O idadismo é o preconceito contra idosos, manifestando-se por estereótipos, atitudes negativas e discriminação. Ele ocorre em três instâncias: individual, com exclusão social e negação da velhice; institucional, por meio de maus-tratos, discriminação no trabalho e falta de políticas públicas; e social, refletido em linguagem e normas segregadoras. Estudos mostram que esse preconceito contribui para solidão e tristeza, fatores que aceleram a morte prematura. O Relatório Mundial sobre o Idadismo (2020) alerta que bilhões de pessoas são afetadas, tornando-o um problema de direitos humanos e saúde pública. Envelhecer com dignidade e igualdade é um direito, e combater o idadismo é um desafio essencial para a sociedade.



Ética e Integridade em Pesquisa

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