Diante do avanço das mudanças climáticas, a preservação do patrimônio cultural passou a exigir soluções inovadoras, colaborativas e socialmente responsáveis — com novos materiais, práticas e modelos de gestão capazes de responder a um cenário de riscos cada vez mais intensos. Diante deste cenário, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove a terceira edição do Seminário Internacional de Valorização do Patrimônio Cultural, entre os dias 21 e 25 de setembro, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro.
Tendo como tema central a sustentabilidade na preservação de bens culturais, o encontro reunirá pesquisadores, estudantes e profissionais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos impactos ambientais e climáticos sobre o patrimônio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o trabalho colaborativo, estimular a formação de redes internacionais e promover o diálogo interdisciplinar em torno da temática. A submissão de trabalhos foi prorrogada até 31 de maio. Já as inscrições para participantes serão realizadas entre 20 de julho e 15 de setembro. Saiba mais pelo site, clique aqui.
O evento contará com conferências e mesas temáticas voltadas à inovação em materiais e práticas de conservação; à gestão de riscos que envolvem pessoas, lugares e acervos; às mudanças climáticas e às estratégias de adaptação, resiliência e enfrentamento; além das relações entre patrimônio cultural e tecnologias sociais. A agenda inclui ainda oficinas teóricas e práticas, que acontecerão em formato remoto e presencial. Como desdobramento do encontro, será produzida uma publicação com artigos relacionados aos temas debatidos durante o evento.
De acordo com os organizadores, ao articular patrimônio cultural e sustentabilidade, o seminário dialoga diretamente com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, reforçando o papel do patrimônio como recurso estratégico para respostas resilientes e socialmente inclusivas.
O Seminário é promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), em parceria com Universidade de Évora, Universidad Politécnica de València, Universidade Católica de La Plata, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Estadual de Campinas, International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property (ICCROM), International Council on Monuments and Sites (ICOMOS-Brasil), International Council of Museums (ICOM-Brasil) e Climate Heritage Network – Latin America & Caribe, e conta com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).
Crédito das fotos:
Luísa Kiefer/Divulgação CCMQ
Museu de Telecomunicações da UPV
Eduardo Brantes
J. Mendonça (COC/Fiocruz)
#ParaTodosVerem Banner de divulgação do evento “Sustentabilidade na Preservação de Bens Culturais”, no centro do cartaz há um painel verde com o título em destaque, seguido das informações: 3º Seminário Internacional de Valorização do Patrimônio Cultural, de 21 a 25 de setembro, no Campus Fiocruz Manguinhos – Rio de Janeiro, a submissão de trabalhos terá novo prazo: até 31.maio, ao redor do painel central aparecem fotografias relacionadas à preservação cultural e restauração, incluindo: profissionais realizando limpeza e conservação de ambientes históricos; equipamentos e objetos antigos; técnicos trabalhando em processos de restauração; atividades externas de preservação patrimonial; documentos e fotografias sendo analisados.
Diante do avanço das mudanças climáticas, a preservação do patrimônio cultural passou a exigir soluções inovadoras, colaborativas e socialmente responsáveis — com novos materiais, práticas e modelos de gestão capazes de responder a um cenário de riscos cada vez mais intensos. Diante deste cenário, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove a terceira edição do Seminário Internacional de Valorização do Patrimônio Cultural, entre os dias 21 e 25 de setembro, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro.
Tendo como tema central a sustentabilidade na preservação de bens culturais, o encontro reunirá pesquisadores, estudantes e profissionais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos impactos ambientais e climáticos sobre o patrimônio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o trabalho colaborativo, estimular a formação de redes internacionais e promover o diálogo interdisciplinar em torno da temática. A submissão de trabalhos foi prorrogada até 15 de maio. Já as inscrições para participantes serão realizadas entre 20 de julho e 15 de setembro. Saiba mais pelo site, clique aqui.
O evento contará com conferências e mesas temáticas voltadas à inovação em materiais e práticas de conservação; à gestão de riscos que envolvem pessoas, lugares e acervos; às mudanças climáticas e às estratégias de adaptação, resiliência e enfrentamento; além das relações entre patrimônio cultural e tecnologias sociais. A agenda inclui ainda oficinas teóricas e práticas, que acontecerão em formato remoto e presencial. Como desdobramento do encontro, será produzida uma publicação com artigos relacionados aos temas debatidos durante o evento.
De acordo com os organizadores, ao articular patrimônio cultural e sustentabilidade, o seminário dialoga diretamente com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, reforçando o papel do patrimônio como recurso estratégico para respostas resilientes e socialmente inclusivas.
O Seminário é promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), em parceria com Universidade de Évora, Universidad Politécnica de València, Universidade Católica de La Plata, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Estadual de Campinas, International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property (ICCROM), International Council on Monuments and Sites (ICOMOS-Brasil), International Council of Museums (ICOM-Brasil) e Climate Heritage Network – Latin America & Caribe, e conta com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).
Crédito das fotos:
Luísa Kiefer/Divulgação CCMQ
Museu de Telecomunicações da UPV
Eduardo Brantes
J. Mendonça (COC/Fiocruz)
Diante do avanço das mudanças climáticas, a preservação do patrimônio cultural passou a exigir soluções inovadoras, colaborativas e socialmente responsáveis — com novos materiais, práticas e modelos de gestão capazes de responder a um cenário de riscos cada vez mais intensos. Diante deste cenário, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove a terceira edição do Seminário Internacional de Valorização do Patrimônio Cultural, entre os dias 21 e 25 de setembro, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro.
Tendo como tema central a sustentabilidade na preservação de bens culturais, o encontro reunirá pesquisadores, estudantes e profissionais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos impactos ambientais e climáticos sobre o patrimônio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o trabalho colaborativo, estimular a formação de redes internacionais e promover o diálogo interdisciplinar em torno da temática. Os interessados podem submeter trabalhos entre 1º e 30 de abril. Já as inscrições para participantes serão realizadas entre 20 de julho e 15 de setembro. Saiba mais pelo site, clique aqui.
O evento contará com conferências e mesas temáticas voltadas à inovação em materiais e práticas de conservação; à gestão de riscos que envolvem pessoas, lugares e acervos; às mudanças climáticas e às estratégias de adaptação, resiliência e enfrentamento; além das relações entre patrimônio cultural e tecnologias sociais. A agenda inclui ainda oficinas teóricas e práticas, que acontecerão em formato remoto e presencial. Como desdobramento do encontro, será produzida uma publicação com artigos relacionados aos temas debatidos durante o evento.
De acordo com os organizadores, ao articular patrimônio cultural e sustentabilidade, o seminário dialoga diretamente com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, reforçando o papel do patrimônio como recurso estratégico para respostas resilientes e socialmente inclusivas.
O Seminário é promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), em parceria com Universidade de Évora, Universidad Politécnica de València, Universidade Católica de La Plata, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Estadual de Campinas, International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property (ICCROM), International Council on Monuments and Sites (ICOMOS-Brasil), International Council of Museums (ICOM-Brasil) e Climate Heritage Network – Latin America & Caribe, e conta com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).
Crédito das fotos:
Luísa Kiefer/Divulgação CCMQ
Museu de Telecomunicações da UPV
Eduardo Brantes
J. Mendonça (COC/Fiocruz)
A chamada pública do Programa de Apoio ao Centro Franco-Brasileiro de Biodiversidade da Amazônia selecionará até cinco projetos conjuntos de pesquisa entre equipes brasileiras e francesas ue envolvam conservação, documentação, contribuições dos povos indígenas e comunidades locais, cobertura florestal, observação da terra, mudanças ambientais, sustentabilidade, bioeconomia e sistemas alimentares saudáveis.
A chamada resulta de uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC) o e o Institut de Recherche pour le Développement (IRD), da França, assinarada na sexta-feira (31), durante o percurso da Caravana Científica e Cultural Iaraçu pelo Rio Amazonas, na sua quarta parada, no município de Santarém.
As propostas podem ser encaminhadas até 20 de fevereiro de 2026 ao CNPq, exclusivamente via internet na Plataforma Integrada Carlos Chagas. Os resultados serão divulgados em agosto do ano que vem. Serão concedidas bolsas de doutorado-sanduíche, pós-doutorado no exterior e de professor-visitante no exterior júnior.
O financiamento total será de até R$ 1,4 milhão em bolsas da CAPES/MEC; R$ 1,4 milhão por parte do CNPq para itens de custeio; e até 400 mil euros do IRD. Informações sobre os critérios de seleção, itens financiáveis e julgamento estão disponíveis no edital da chamada.
O CNPq esteve representado na caravana pela diretora de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação do CNPq, Dalila Andrade. Participaram da cerimônia de assinatura a presidente da CAPES/MEC, Denise Pires de Carvalho; o embaixador da França no Brasil, Emmanuel Lenain; a presidente do IRD, Valérie Verdier; o representante do IRD no Brasil, Adbel Sifeddine; a conselheira internacional do Centro Franco-Brasileiro de Biodiversidade Amazônica (CFBBA), Nadège Mézie; e o coordenador-geral da Juventude do MEC, Yann Evanovick, além de representantes do Inpa e das universidades federais do Amazonas (Ufam) e do Oeste do Pará (Ufopa), e de estudantes, professores e pesquisadores.
Sobre o Projeto Iaraçu
O Projeto Iaraçu, que partiu de Manaus no dia 28 de outubro, documenta estratégias de adaptação às mudanças climáticas, com uma abordagem que combina pesquisa científica, diálogo intercultural, comunicação pública e diplomacia ambiental. Depois de Itacoatiara, Parintins, Óbidos e Santarém, a caravana terá paradas em Monte Alegre, Almeirim, Gurupá e Breves, com previsão de chegada em Belém no dia 6 de novembro.
Os participantes, que envolvem pesquisadores e gestores de instituições brasileiras e francesas, estarão presentes na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá na capital paraense de 10 a 21 de novembro. O nome Iaraçu tem origem Tupi e significa “grande senhora das águas.”
Os recursos da tecnologia utilizados em favor da vigilância epidemiológica, na melhoria do cuidado à saúde de toda a população. Esse será o tema em debate no primeiro webinário da série Transformação digital na saúde pública, iniciativa do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz Antonio Ivo de Carvalho. O webinário, A vigilância epidemiológica digital do SUS, será realizado nesta terça-feira, 23 de julho de 2024, às 10h, com transmissão pelo canal da Video Saúde Distribuidora da Fiocruz. O público poderá participar com comentários e perguntas enviadas pelo chat.
Estarão reunidos o pesquisador da Fiocruz Bahia, Pablo Ramos, doutor em Modelagem Computacional e vice-coordenador do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz), que abordará o projeto Aesop, um sistema de alerta para surtos com potencial pandêmico; a pesquisadora Claudia Codeço, do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz), que apresentará o Infodengue, um sistema de alerta para arboviroses; e Patricia Bartholomay Oliveira, do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica do Ministério da Saúde. A coordenação e mediação do evento serão do professor e pesquisador em Saúde Pública de Precisão, Manoel Barral, da Fiocruz Bahia e CEE-Fiocruz, e a abertura, do secretário executivo do CEE, Marco Nascimento.
A proposta do primeiro evento da série é trazer à pauta a contribuição das novas tecnologias digitais, em especial o uso da inteligência artificial e de grandes bases de dados, no monitoramento de doenças e na preparação para novas pandemias, por meio, por exemplo, da geração de alertas de possíveis surtos. Serão discutidas, por exemplo, as possibilidades de gerar alertas e apoiar a preparação dos serviços de saúde para enfrentamento das novas doenças, aprimorando com isso a resiliência do Sistema Único de Saúde.
Como alerta Barral, o uso dos recursos digitais na saúde deve se dar de forma a garantir acesso a todas as pessoas. “A digitalização oferece muitas oportunidades, em termos de melhoria da saúde pública e do cuidado das pessoas. É necessário, então, um preparo adequado para lidarmos com esse impacto, de modo a ser garantido o acesso universal e a sustentabilidade do SUS”, analisa. “É preciso fazer a transformação digital com equidade sem deixar qualquer população desassistida”, enfatiza.
Sobre a série ‘Transformação digital na saúde pública’
Profundas mudanças na saúde promovidas pelas novas tecnologias digitais já estão acontecendo. Os novos recursos tecnológicos alteram padrões na atenção à saúde e nos aspectos produtivos, tecnológicos e de geração de conhecimento, no contexto da Quarta Revolução Industrial.
Assim, o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz) abriu espaço para esse debate, com a realização da série Transformação Digital na Saúde Pública voltando-se à incorporação dessas inovações em prol da garantia de acesso universal à saúde e da sustentabilidade e resiliência do SUS.
Enfrentamento de doenças em populações negligenciadas, por meio da criação de modelos de inteligência artificial voltados a desenvolver novos medicamentos direcionados a essas enfermidades; uso da medicina de precisão no desenho de estratégias para prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, de acordo com as necessidades de grupos bem definidos da população; plataformas e aplicativos mais adequados para garantir o acesso de todos a serviços de qualidade, da atenção primária à alta complexidade, mesmo em áreas remotas; bem como a garantia da segurança e da privacidade das informações em saúde dos usuários, sendo o SUS um gigantesco e rico banco de dados, estarão entre os temas em pauta.
Será trazido à discussão, ainda, o subsistema de informação e conectividade do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, no que diz respeito à troca de informações entre a política de saúde e a política industrial, de modo a fortalecer a autonomia e o desenvolvimento nacional.
Nas palavras dos pesquisadores Manoel Barral Netto e Carlos Gadelha, esse último, secretário de Ciência,Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde do Ministério da Saúde (Sectics/MS): “Essas mudanças trazem consigo enormes desafios, tanto para a inserção dos países na nova configuração global do conhecimento, quanto para as condições sociais da população referentes à equidade e ao acesso aos bens de natureza pública como a saúde”.
Série de Webinários 'Transformação digital na saúde pública'
1º evento: Vigilância epidemiológica digital
Estreia: 23/7/2023, às 10h
Transmissão: Canal da Vídeo Saúde Distribuidora
Informações: cee@fiocruz.br e 21 38829134
Quais os impactos do desenvolvimento e inclusão das novas tecnologias digitais na saúde pública? Com o objetivo de aprofundar o debate em torno do tema e discutir como se deve dar a incorporação das inovações tecnológicas, de forma a garantir o acesso universal à saúde da população brasileira e contribuir para a sustentabilidade e resiliência do SUS, o Centro de Estudos Estratégicos Antonio Ivo de Carvalho (CEE-Fiocruz) dará início ao ciclo de webinários Transformação Digital na Saúde Pública. Cada episódio terá duração de 1h30, com transmissão online pelo canal da Vídeo Saúde. O público poderá participar com comentários e perguntas enviadas por meio do chat. O primeiro webinário será realizado no dia 23 de julho, com transmissão pelo canal da VideoSaúde no Youtube, e terá como tema a Vigilância epidemiológica digital, sob a coordenação do professor Manoel Barral Netto, pesquisador do CEE-Fiocruz e da Fiocruz Bahia.
A proposta do primeiro evento da série é trazer à pauta temas como a contribuição dessas novas tecnologias digitais, baseadas no uso da inteligência artificial e de grandes bases de dados, na preparação para novas endemias. Assim, serão discutidos, por exemplo, seus usos para gerar alertas e apoiar a preparação dos serviços de saúde no enfrentamento dessas novas doenças, aprimorando com isso a resiliência do Sistema Único de Saúde.
Ao longo dos eventos, estarão em debate também o uso das tecnologias digitais no enfrentamento das doenças em populações negligenciadas por meio da criação de modelos de inteligência artificial voltados a desenvolver novos medicamentos direcionados a essas enfermidades; o uso da medicina de precisão e sua contribuição para o desenho de estratégias mais eficazes para prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, de acordo com as necessidades de grupos bem definidos da população; plataformas e aplicativos mais adequados para garantir o acesso de toda a população brasileira a serviços de qualidade, da atenção primária à alta complexidade, por meio de teleconsultas e monitoramento das condições de saúde dos indivíduos; e a garantia da segurança e da privacidade das informações em saúde dos usuários, sendo o SUS um gigantesco e rico banco de dados.
Além do emprego das novas tecnologias digitais nos cuidados à saúde, na vigilância epidemiológica e na resiliência do SUS, serão abordados como o subsistema de informação e conectividade do Complexo Econômico Industrial da Saúde subsidia a troca de informações entre a política de saúde e a política industrial, de modo a fortalecer a autonomia e o desenvolvimento nacional.
Os temas a serem trazidos ao debate voltam-se a entender o profundo processo de mudança que altera padrões na atenção à saúde e nos aspectos produtivos, tecnológicos e de geração de conhecimentos, no contexto atual da Quarta Revolução Industrial.
Como explicam os pesquisadores da Fiocruz Manoel Barral Netto e Carlos Gadelha, esse último, secretário de Ciência ,Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde do Ministério da Saúde (Sectics/MS): “Essas mudanças trazem consigo enormes desafios, tanto para a inserção dos países na nova configuração global do conhecimento quanto para as condições sociais da população referentes à equidade e ao acesso aos bens de natureza pública como a saúde”.
Em breve mais informações sobre o primeiro webinário da série Transformação Digital na Saúde Pública.
Série de Webinários 'Transformação Digital na Saúde Pública'
Estreia: 23/7/2023
Tema do 1º evento: Vigilância epidemiológica digital
Transmissão: Canal da Vídeo Saúde Distribuidora
Informações: cee@fiocruz.br e 21 38829134
Transmissão ao vivo: Vigilância epidemiológica digital - 23/7
A cooperação entre a Fiocruz e a Universidade de Illinois System será o tema do próximo Seminário Capes/PrInt-Fiocruz. O evento contará com a presença do professor e diretor do Mestrado em Saúde Pública da Universidade de Illinois Urbana-Champaign, o brasileiro Pedro Hallal. O seminário será realizado na próxima segunda-feira, 10 de junho, a partir das 14h (horário de Brasília), no auditório do Museu da Vida, no Campus de Manguinhos. O evento será transmitido pelo canal da VideoSaúde no YouTube.
A participação de Hallal faz parte da construção da parceria com a Universidade de Illinois System, iniciada com a vinda de delegação da instituição estadunidense, em agosto de 2023. Uma delegação da Fiocruz visitou o campus da Universidade de Illinois Urbana Champaign, em maio de 2024.
Programação
O encontro terá duas atividades: o seminário científico A pandemia silenciosa de inatividade física; e a apresentação da iniciativa Brasilinois, desenvolvida no âmbito do Sistema da Universidade de Illinois. A iniciativa visa incrementar o hub de ampla colaboração para construção de uma rede de pesquisa e mobilidade, organizada em três grupos: clima e sustentabilidade; saúde pública e medicina; e democracia e inclusão.
Sistema
A Universidade de Illinois System, dos Estados Unidos, é composta por três universidades: a Universidade de Illinois Urbana-Champaign; Chicago; e Springfield. O sistema é composto ainda por outros campi regionais, hospital e clínicas e instalações de pesquisa. A Universidade de Illinois Urbana-Champaign concentra os cursos de formação na área da saúde.
Seminário Capes/PrInt-Fiocruz – Fiocruz e Universidade de Illinois System
Local: Auditório Museu da Vida
Pedro Hallal – Professor e diretor do Mestrado em Saúde Pública (Universidade de Illinois Urbana-Champaign)
14h às 15h – Seminário científico: A pandemia silenciosa de inatividade física
15h às 15h45 – Apresentação da iniciativa Brasilinois – um novo modelo de colaboração internacional
Acompanhe ao vivo, segunda-feira, 10/6, às 14h:
*Com informações da CCS/Fiocruz.
A sessão do Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) desta sexta-feira, 7 de junho, às 10h, terá como temática central as mudanças climáticas e os desastres ambientais.
Na ocasião, os professores Humberto Alves Barbosa, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e Marcelo Dutra da Silva, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) ministrarão, respectivamente, as seguintes palestras: ‘A nova realidade de extremos climáticos no Brasil: pesquisa e monitoramento’ e ‘Gestão sustentável das cidades’.
A mediação do debate ficará a cargo do vice-diretor de Laboratórios de Referência, Ambulatórios e Coleções Biológicas do IOC, Marco Aurélio Horta.
A sessão será transmitida pelo Canal IOC no YouTube.
Acompanhe ao vivo:
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
No ano em que se completam 10 anos da Política de Acesso Aberto da Fiocruz, o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) inicia um ciclo de encontros sobre as tecnologias da informação e da comunicação para a ciência aberta. A primeira edição será nos dias 26 e 27 de junho, com o tema ‘Desafios da comunicação científica: ciência aberta, sustentabilidade e OJS’. Interessados em participar devem se inscrever até o dia 25 de junho.
O OJS, sigla para Open Journal Systems, é um software de código aberto que abrange todas as fases do processo editorial de publicação científica, desde a submissão dos trabalhos até sua publicação e disseminação.
Desenvolvido pelo Public Knowledge Project (PKP), o OJS é utilizado por mais de 25 mil revistas científicas em todo o mundo e conta com uma grande comunidade que, além de fornecer suporte aos usuários, garante a sua melhoria contínua. O software tem evoluído conforme as necessidades da comunidade em um contexto internacional, tornando-se uma referência na gestão editorial de revistas científicas.
A Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde (Reciis) é um dos periódicos brasileiros que usa o sistema. De cunho interdisciplinar, o periódico editado pelo Icict é voltado para as áreas de comunicação, informação e saúde coletiva. O evento também celebra a marca de 17 anos de atividades da revista.
Sobre o evento
Com o objetivo de envolver profissionais de diversas áreas na adoção, utilização e desenvolvimento do OJS, além de oferecer uma visão ampla sobre o movimento pela ciência aberta e a importância de infraestruturas abertas para sua implementação, serão apresentadas palestras que vão desde o movimento global pela ciência aberta, passando por temas emergentes e infraestruturas brasileiras.
Contando com uma parte prática, será oferecida oficina para o desenvolvimento e troca de experiências, apoiando e fortalecendo a gestão eletrônica dos periódicos científicos junto às unidades da Fiocruz.
Podem participar pesquisadores e coordenadores de programas de pós-graduação, alunos, membros de equipes editoriais de periódicos científicos, editores, bibliotecários, arquivistas, profissionais da área de TI, designers, jornalistas e demais interessados, tanto da Fiocruz como de outras instituições de pesquisa ou universidades.
No primeiro dia, a programação está localizada na Biblioteca de Manguinhos, e contará com mesa de abertura com autoridades do Icict e da Fiocruz, e mesas temáticas com palestrantes convidados.
O pesquisador Juan Pablo Alperin, que é professor associado da Simon Fraser University (Canadá), diretor científico do Public Knowldege Project (PKP) e codiretor do Scholarly Communications Lab, dialogará em torno da pergunta: se somos contra as taxas de processamento de artigos, somos a favor de quê? A sessão será apresentada em espanhol, com tradução simultânea.
Em seguida, Eloy Rodrigues, diretor da Unidade de Serviços de Documentação e Bibliotecas (USDB) da Universidade do Minho (Portugal) apresentará a iniciativa COAR Notify e discutirá como promover a interoperabilidade e a inovação na comunicação científica. A participação será remota. As duas sessões terão mediação de Elisa Silveira, coordenadora da Editoria Científica do Icict (Edict) e coordenadora editorial da Reciis.
Na parte da tarde, dando prosseguimento às discussões, Washington Segundo, coordenador-geral de Informação Científica e Técnica do Ibict, abordará algumas das infraestruturas brasileiras para ciência aberta.
Depois, o editor-executivo da Bahiana Journals, João de Deus Barreto, que também é docente da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, propõe uma discussão sobre adesão à ciência aberta, questionando se os desafios são estruturais ou de comportamento. As sessões terão mediação de Luciana Danielli, coordenadora do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Icict (CTIC).
Oficina
Na quinta-feira, 27 de junho, o evento muda de local para o Laboratório do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS), que fica no edifício sede do Campus Fiocruz Maré (Expansão).
A atividade terá como foco o OJS, a atualização do sistema, seu uso eficiente e a troca entre os usuários. O ministrante será Jânio Sarmento, que é profissional autodidata em administração de sistemas e ambientes Linux, com mais de 30 anos de experiência. Ele é administrador de sistemas sênior da PKP desde 2019, e atualmente é discente no curso de especialização em DevOps.
Confira a programação completa e a biografia dos participantes no programa do evento, disponível em PDF neste link ou no menu ao lado.
As vagas são limitadas, devido à capacidade de assentos nos locais do evento. As inscrições devem ser feitas pelo link eventos.icict.fiocruz.br até 25 de junho.
Nesta sexta-feira, 20 de outubro, às 9h, a Fiocruz Bahia vai promover, em sessão científica, um debate sobre a "Transição para a sustentabilidade e diálogos entre sistemas de conhecimento". O palestrante será Charbel El-Hani, professor titular do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde coordena o Laboratório de Ensino, Filosofia e História da Biologia (LEFHBio). A palestra acontece presencialmente no Auditório Aluízio Prata, na Fiocruz Bahia, com transmissão pela plataforma Zoom.
Charbel El-Hani é bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mestre em Educação pela UFBA e Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP). Fez pós-doutorado no Centro de Filosofia da Natureza e Estudos da Ciência, da Universidade de Copenhague, Dinamarca.
Coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estudos Interdisciplinares e Transdisciplinares em Ecologia e Evolução (INCT IN-TREE), financiado pelo CNPq, pela CAPES e pela FAPESB, que reúne 240 pesquisadores de 31 instituições brasileiras e 35 instituições estrangeiras. Coordena o evento de popularização da ciência Café Científico Salvador e escreve no Blog Darwinianas.
O laboratório está vinculado a comunidade de práticas com professores da educação básica municipal de Conde - BA, atuantes em escolas situadas em comunidades pesqueiras artesanais. Principais interesses de pesquisa: Pesquisa em Educação Científica, Filosofia da Biologia, Biologia Teórica e História da Biologia. Na pesquisa em Educação Científica, o foco de suas investigações se situa no campo interdisciplinar de História, Filosofia e Ensino de Ciências.
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol