Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico. A premiação, criada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e com apoio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foi idealizada para reconhecer a produção científica nacional e sua difusão à população. O prazo para indicações de obras é até às 18h (horário de Brasília) do dia 19/3. O Prêmio Jabuti Acadêmico também tem um momento dedicado a homenagens. Serão reconhecidos a Personalidade Acadêmica – escolha que será feita pela CBL; e o Livro Acadêmico Clássico. Neste caso, uma consulta pública para indicação das obras será realizada até 18h (horário de Brasília) do dia 27/2. Neste período, os interessados podem indicar livros para essa homenagem, preenchendo um formulário no site da premiação. Os editores também receberão um questionário para recomendar obras.
Criado em 2024, o Prêmio Jabuti Acadêmico reconhece e valoriza a excelência da produção de livros acadêmicos, científicos, técnicos, profissionais e didáticos. Podem concorrer ao prêmio obras em língua portuguesa, publicadas em primeira edição entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025. Além disso, devem possuir ISBN e ficha catalográfica emitidos no Brasil, atendendo às exigências legais. São considerados: obras individuais, coletâneas, dicionários ou enciclopédias, obras didáticas e de divulgação científica.
A premiação permite a inscrição de autores brasileiros, natos ou naturalizados, ou estrangeiros(as) com residência permanente no Brasil, devidamente comprovada. Uma das novidades desta edição é que autores estrangeiros não residentes no país serão admitidos exclusivamente em coletâneas, até o limite de 30% de participação em livros acadêmicos, científicos, técnicos, profissionais e didáticos publicados.
Outra novidade desta edição é a participação de Nina Beatriz Stocco Ranieri como curadora do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026, sucedendo o físico Marcelo Knobel, que esteve à frente das duas primeiras edições do prêmio. Ranieri é professora titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora da Cátedra UNESCO de Direito à Educação. “Estou animada com essa tarefa desafiadora, mas, sobretudo, estimulante. Além de o prêmio reconhecer, valorizar e divulgar a produção científica, aproxima o grande público do universo intelectual e científico que, tantas vezes, permanece restrito ao ambiente universitário”, pontuou Ranieri em coletiva de imprensa realizada na última quinta-feira (29/1).
Produção científica e IA
Questionada sobre como a premiação lidará em casos de obras que utilizaram a inteligência artificial, Ranieri explicou que o edital desta terceira edição do Jabuti Acadêmico recebeu mudanças específicas sobre o tema, espelhadas em boas práticas internacionais. “Agora temos cláusulas no edital sobre o uso da IA (inteligência artificial) e o que é admitido. A IA é vedada em qualquer atividade de peso autoral, incluindo escolha de resumo e palavras-chave. O autor pode declarar que usou IA, mas apenas para pesquisa. São regras espelhadas em práticas globais, como nas editoras Elsevier e MacMillan, e têm como objetivo valorizar o trabalho autoral e batalhar por uma cultura da ética em trabalhos com inteligência artificial.”
A curadora explicou que existem casos, como na área da Ciência da Computação, em que o uso de IA é autorizado para fins didáticos ou explicativos, por exemplo. Mas caso um jurado identifique um uso indevido de inteligência artificial, a obra será desclassificada.
Categorias
O Prêmio Jabuti Acadêmico tem 30 categorias, divididas em dois eixos: Ciência e Cultura, com 27; e Prêmios Especiais, com 3 (categorias Tradução, Divulgação Científica, além de Ilustração e Infografia – esta última nomenclatura incluída no regulamento 2026).
No eixo Ciência e Cultura estão: Ciência de Alimentos e Nutrição; Ciências Agrárias e Ambientais; Medicina Veterinária, Zootecnia e Recursos Pesqueiros; Ciências Biológicas, Biodiversidade e Biotecnologia; Educação Física, Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional; Enfermagem, Farmácia, Saúde Coletiva e Serviço Social; Medicina; Odontologia; História e Arqueologia; Antropologia, Sociologia, Demografia, Ciência Política e Relações Internacionais; Educação e Ensino e Filosofia.
Este eixo também conta com as categorias de Ciências Religiosas e Teologia; Geografia e Geociências; Psicologia e Psicanálise; Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo; Arquitetura, Urbanismo, Design e Planejamento Urbano e Regional; Comunicação e Informação; Direito; Economia; Artes; Letras, Linguística e Estudos Literários; Astronomia e Física; Ciência da Computação; Matemática, Probabilidade e Estatística; Química e Materiais e Engenharias.
Cada obra só poderá ser inscrita em uma única categoria do prêmio, com exceção da categoria Ilustração e Infografia, que aceita a inscrição de títulos que também estejam participando em qualquer outra dos dois eixos. Os autores premiados receberão a estatueta em cerimônia especial, além de um prêmio de R$5 mil. As editoras das obras premiadas receberão uma estatueta do Jabuti.
Homenagens
O vencedor será escolhido pela entidade após pré-seleção dos melhores indicados pela curadoria e comissão do prêmio. O Livro Acadêmico Clássico reconhece obras de referência que permanecem relevantes e que tenham lugar cativo na memória de estudantes e profissionais de diferentes segmentos, que permanecem impactantes ao longo do tempo. Até então, a obra indicada não precisou ter um período mínimo de circulação; nesta edição deverá ter a partir de 15 anos. Para o presidente da Câmara Brasileira do Livro, Sevani Matos, o Prêmio Jabuti Acadêmico é importante porque traz contribuições relevantes nos aspectos científico, social, político e cultural do Brasil, ao divulgar autores e editores que se dedicam à produção acadêmica. “Reconhecê-los significa incentivar a pesquisa e a ciência como pilares para o desenvolvimento do nosso país”, concluiu.
Saiba mais no site oficial da premiação: www.premiojabuti.com.br/academico.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou o resultado do 17º Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS. Na edição 2025, a Fiocruz foi contemplada com dois premiados: nas categorias Teses de Doutorado e Trabalho Publicado em Revista Indexada. O anúncio dos vencedores foi realizado em Brasília durante o 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. São eles:
Categoria - Tese de Doutorado
Evandro da Rocha Dias - Instituto Oswaldo Cruz (IOC) - Desenvolvimento de protótipos de Elisa e Teste Rápido para a Doença de Chagas Crônica.
Categoria - Trabalho Publicado em Revista Indexada
Thiago Cerqueira Silva - Instituto Gonçalo Moniz (IGM/Fiocruz Bahia) - Risk of death following chikungunya virus disease in the 100 Million Brazilian Cohort, 2015–18: a matched cohort study and self-controlled case series.
O Prêmio é uma parceria do CNPq com o Ministério da Saúde, reconhece o mérito de pesquisadores, professores e profissionais de todas as áreas do conhecimento, cujos trabalhos tenham contribuído de forma relevante para o SUS (Sistema Único de Saúde), em consonância com a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTIS). O anúncio dos vencedores será realizado somente durante a cerimônia de premiação, a ser realizada em Brasília, em data e local a serem posteriormente informados pelo Ministério da Saúde. Também no evento, um pesquisador de notório saber na área de saúde será homenageado, levando em consideração a importância de sua contribuição para o SUS.
O Prêmio CT&I SUS é atribuído a cinco categorias: Tese de Doutorado; Dissertação de Mestrado; Experiências Exitosas do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS); Trabalho Publicado em Revista Indexada e Produtos e Inovação em Saúde.
Os primeiros colocados nas categorias Tese de Doutorado, Dissertação de Mestrado, Trabalho Publicado em Revista Indexada e Produtos e Inovação em Saúde recebem como premiação quantia em dinheiro no valor de R$ 70 mil, troféu e certificado de premiação. Os segundo e terceiro colocados nas mesmas categorias, por sua vez, recebem troféu e certificado de premiação. Além disso, os orientadores dos três primeiros colocados nas categorias Tese de Doutorado e Dissertação de Mestrado recebem troféu e certificado de premiação, ao passo que os coorientadores ganham um certificado de premiação.
Na categoria Experiências Exitosas do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em Saúde (PPSUS), os vencedores do primeiro, segundo e terceiro lugares recebem troféu e certificado de premiação, além de quantia em dinheiro. O contemplado com o primeiro lugar receberá R$ 70 mil, o agraciado com o segundo lugar será premiado com R$ 50 mil e o ganhador do terceiro lugar receberá R$ 30 mil. Também serão concedidas menções honrosas e troféu às Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAP) e às Secretarias de Estado de Saúde (SES) vinculadas aos trabalhos finalistas da mesma categoria.
Nesta edição do Prêmio CT&I SUS, será concedida, durante a cerimônia de premiação, homenagem a um(a) pesquisador(a) de notório saber na área da saúde, levando em consideração a importância de sua contribuição para o Sistema Único de Saúde (SUS).
+Conheça todos os finalistas do 17º Prêmio CT&I SUS.
*Com informações do CNPq.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou a lista dos finalistas do 17º Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS. Na edição 2025, a Fiocruz tem dois representantes: nas categorias Teses de Doutorado e Trabalho Publicado em Revista Indexada. São eles:
Categoria - Tese de Doutorado
Evandro da Rocha Dias - Instituto Oswaldo Cruz (IOC) - Desenvolvimento de protótipos de Elisa e Teste Rápido para a Doença de Chagas Crônica.
Categoria - Trabalho Publicado em Revista Indexada
Thiago Cerqueira Silva - Instituto Gonçalo Moniz (IGM/Fiocruz Bahia) - Risk of death following chikungunya virus disease in the 100 Million Brazilian Cohort, 2015–18: a matched cohort study and self-controlled case series.
O Prêmio é uma parceria do CNPq com o Ministério da Saúde, reconhece o mérito de pesquisadores, professores e profissionais de todas as áreas do conhecimento, cujos trabalhos tenham contribuído de forma relevante para o SUS (Sistema Único de Saúde), em consonância com a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTIS). O anúncio dos vencedores será realizado somente durante a cerimônia de premiação, a ser realizada em Brasília, em data e local a serem posteriormente informados pelo Ministério da Saúde. Também no evento, um pesquisador de notório saber na área de saúde será homenageado, levando em consideração a importância de sua contribuição para o SUS.
O Prêmio CT&I SUS é atribuído a cinco categorias: Tese de Doutorado; Dissertação de Mestrado; Experiências Exitosas do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS); Trabalho Publicado em Revista Indexada e Produtos e Inovação em Saúde.
Os primeiros colocados nas categorias Tese de Doutorado, Dissertação de Mestrado, Trabalho Publicado em Revista Indexada e Produtos e Inovação em Saúde recebem como premiação quantia em dinheiro no valor de R$ 70 mil, troféu e certificado de premiação. Os segundo e terceiro colocados nas mesmas categorias, por sua vez, recebem troféu e certificado de premiação. Além disso, os orientadores dos três primeiros colocados nas categorias Tese de Doutorado e Dissertação de Mestrado recebem troféu e certificado de premiação, ao passo que os coorientadores ganham um certificado de premiação.
Na categoria Experiências Exitosas do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em Saúde (PPSUS), os vencedores do primeiro, segundo e terceiro lugares recebem troféu e certificado de premiação, além de quantia em dinheiro. O contemplado com o primeiro lugar receberá R$ 70 mil, o agraciado com o segundo lugar será premiado com R$ 50 mil e o ganhador do terceiro lugar receberá R$ 30 mil. Também serão concedidas menções honrosas e troféu às Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAP) e às Secretarias de Estado de Saúde (SES) vinculadas aos trabalhos finalistas da mesma categoria.
Nesta edição do Prêmio CT&I SUS, será concedida, durante a cerimônia de premiação, homenagem a um(a) pesquisador(a) de notório saber na área da saúde, levando em consideração a importância de sua contribuição para o Sistema Único de Saúde (SUS).
+Conheça todos os finalistas do 17º Prêmio CT&I SUS.
*Com informações do CNPq.
No dia 15 de outubro de 2025, das 9h às 12h30, será realizada a tradicional Semana da Educação, evento anual da Fiocruz, com a participação de egressos, professores, coordenadores, diretores e vice-diretores dos Programas de Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu.
A programação conta com momentos especiais, com uma homenagem às professoras e aos professores da Fundação, as cerimônias de entrega do Prêmio Oswaldo Cruz de Teses e da Medalha Virgínia Schall de Mérito Educacional, além da apresentação musical do Coral Fiocruz. O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube da Fiocruz e contará com tradução em Libras, garantindo acessibilidade a todos os participantes.
+Confira aqui a relação final dos premiados e menções honrosas do Prêmio Oswaldo Cruz de Teses 2025
Premiada: Inesita Soares de Araújo – Icict/Fiocruz
+Confira aqui mais informações sobre a premiada da Medalha Virgínia Schall de Mérito Educacional
Não perca este momento de celebração do conhecimento e da ciência brasileira!
#ParaTodosVerem Banner com fundo claro, no topo está escrito: Educação na Fiocruz 2025. Há também uma representação do Castelo Mourisco feita com livros. Na parte inferior do banner, informações sobre o evento, será no dia 15 de outubro e a programação será:
9h – Café de boas-vindas
9h30 às 12h – Mesa de Abertura com Homenagem aos professores
Medalha Virginia Schall de Mérito Educacional: Inesita Soares de Araújo – Icict/Fiocruz
Prêmio Oswaldo Cruz de Tese
Apresentação musical: Coral Fiocruz
O local do evento será o Auditório do Museu da Vida Fiocruz, terá tradução em Libras disponível e a transmissão será através do canal Fiocruz no Youtube, também há no canto direito uma foto de Inesita Soares de Araújo, uma mulher branca, com cabelos grisalhos, usa óculos e está com a mão apoiada no queixo.
A Medalha de Mérito Educacional Virginia Schall 2025 tem como objetivo reconhecer e valorizar os esforços educacionais de seus servidores e servidoras, distinguindo trajetórias acadêmicas de elevado mérito na educação no campo da saúde, e destina-se a servidores da Fiocruz com reconhecida trajetória de vida e atuação meritória. No ano de 2025, foram aceitas candidaturas de profissionais com destacada atuação em educação nas áreas da Saúde Coletiva e Ciências Humanas e Sociais. Nesta sexta-feira, 19 de setembro, a Presidência da Fiocruz divulga quem será o homenageado da oitava edição: a professora e pesquisadora da Fundação, Inesita Soares de Araujo.
A candidatura da Prof.ª Inesita Soares de Araujo foi indicada por meio do Programa de Pós-graduação em Informação e Comunicação em Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (PPGICS/Icict). Com essa premiação, Inesita tem reconhecida a sua inestimável carreira científica e sua capacidade de somar esforços para a promoção do ensino de pós-graduação e de pesquisas voltadas para o desenvolvimento da Informação e Comunicação em Saúde no âmbito nacional e internacional.
Medalha Virginia Schall de Mérito Educacional 2024
Esse é o oitavo ano consecutivo no qual a Presidência da Fiocruz concede a Medalha. A análise da candidatura foi realizada por um Comitê de Honra formado por profissionais de notório saber em seus campos de atuação. Reunidos de forma remota em setembro para apreciação da candidatura à Medalha de Mérito Educacional Virginia Schall – Edição 2024, os participantes deste ano foram a Profª. Ana Paula Goulart Ribeiro (UFRJ) e a Profª. Isaltina Maria de Azevedo Mello Gomes (UFPE), com o acompanhamento da Profª. Enirtes Caetano Prates Melo e Fábio Balbino Lemos (pela Coordenação Geral de Educação/VPEIC).
O Comitê avalia, dentre outros pontos, a contribuição do candidato à carreira dos seus orientandos; seu mérito intelectual e domínio do seu campo de conhecimento; além da criatividade, originalidade e potencial transformador da sua atuação.
A solenidade de entrega será realizada em 15 de outubro, dia do professor, durante a Semana de Educação da Fiocruz.
Acesse aqui a chamada completa à Medalha, incluindo a Ata com o resultado do Comitê avaliador.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou Edição Especial COP30 do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica durante a 77ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que aconteceu em julho na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
“É um prêmio que se localiza dentro da nossa agenda para a COP, esse evento tão importante que vai acontecer em Belém do Pará este ano e que também põe o Brasil no destaque na defesa do clima, da biodiversidade, do meio ambiente, em defesa da vida”, comenta a Diretora de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação do CNPq, Dalila Andrade, referindo-se à 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, marcada para novembro próximo.
A edição especial do Prêmio José Reis será na categoria Mídias Digitais e contemplará dois produtores de conteúdo digital de divulgação e popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação ao grande público. Os trabalhos apresentados devem ser relacionados ao tema “Caminhos Científicos nas Mudanças Climáticas” e mostrar soluções criativas que utilizem meios digitais para promover a conscientização sobre a mudança do clima e seus impactos.
A iniciativa da edição especial do Prêmio José Reis relacionada às mudanças climáticas partiu do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que decidiu aproveitar a oportunidade da COP30 para fazer uma exposição mais positiva de o que a ciência brasileira está fazendo. “Nós pensamos em uma diferente estrutura de programação, envolvendo diferentes atores científicos no Brasil. É nesse sentido que entra o Prêmio, que nós consideramos que deveríamos proporcionar, para que os jovens cientistas se engajassem nessa tarefa de divulgação da ciência, mas com o foco das mudanças climáticas”, diz o secretário adjunto de Políticas e Programas Estratégicos (Seppe) do MCTI, Osvaldo Moraes.
Segundo Moraes, quem trabalha com ciência sabe que existe uma grande lacuna de diálogo entre quem produz a ciência e quem usa a ciência para tomada de decisão. “Nós precisamos, de alguma maneira, fazer um esforço para transpor essa barreira, precisamos construir uma ponte entre a ciência e tomadores de decisão e nada mais útil do que nos envolvermos os jovens pesquisadores nessa tarefa. Foi com esse sentido que procuramos o CNPq e propusemos que esse prêmio deste ano fosse dedicado ao tema da COP”, lembra.
Inscrições
As inscrições são de caráter individual e se encontram abertas até as 18 horas do dia 29 de agosto de 2025, horário de Brasília. Conforme o edital, as iniciativas de difusão devem estar vinculadas de modo formal à geração de conhecimento nacional e de evidências científicas robustas. A divulgação do resultado está prevista para o final de outubro deste ano.
Diferente da premiação anual, que só tem um premiado, esta edição especial terá dois agraciados e pode premiar também um concorrente com Menção Honrosa. Os escolhidos em primeiro e segundo lugar receberão como premiação, respectivamente, R$ 20 mil e R$ 10 mil, além de certificados e passagens aéreas e diárias para permitir que participem da cerimônia de entrega do Prêmio, que deve ocorrer em Brasília, durante a realização do Seminário Comemorativo dos 45 Anos do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica, em data a ser definida. O agraciado com Menção Honrosa receberá comente certificado.
As candidaturas apresentadas serão julgadas por Comissão Julgadora designada pela Secretaria de Políticas e Programas Estratégicos (Seppe) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pela Diretoria de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação (DCOI) do CNPq. Os critérios de julgamento incluem relevância do conteúdo digital para a divulgação e popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação e sua aderência ao tema do prêmio; efetividade na transmissão do conteúdo digital com clareza, objetividade e rigor científico; originalidade, inovação e criatividade na produção de conteúdo digital; além de estratégia de engajamento e mobilização do público por meio de mídia digital.
#ParaTodosVerem Banner com fundo branco e traços vermelhos, nele está escrito: Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica, edição especial para a COP30 Brasil Amazônia, Belém 2025, categoria mídias digitais, tema Caminhos Científicos nas Mudanças Climáticas, iniciativas digitais criativas, fortalecendo a divulgação científica sobre as mudanças climáticas, inscrições até 29 de agosto, no canto inferior direito, ao fundo da imagem, uma folha tocando a água.
A Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação da Prefeitura do Rio, em parceria com o Museu do Amanhã, está com inscrições abertas até o dia 31 de agosto para a terceira edição do Prêmio Elisa Frota Pessoa. Como requisito, os trabalhos devem ser produzidos por mulheres universitárias de instituições de ensino superior sediadas no município do Rio de Janeiro. Os projetos mais bem avaliados receberão até R$15 mil como premiação.
Criado para homenagear a física experimental carioca Elisa Frota Pessoa (1921-2018), o prêmio chega à sua terceira edição com o objetivo de valorizar a produção acadêmica produzida por mulheres e fomentar a equidade de gênero nas áreas de ciência e tecnologia.
O tema este ano é “Ciência, Tecnologia e Inovação na promoção da sustentabilidade, da justiça social e de soluções para os desafios urbanos contemporâneos”. Dentro dessa temática, as autoras podem abordar questões diversas, que discutam o papel da ciência, tecnologia e inovação como promotoras de qualidade de vida e de redução de desigualdades, como também abordar reflexões relacionadas à inclusão, à equidade, a oportunidades e à melhoria da habitabilidade do município, a partir de perspectivas variadas.
“Um prêmio para mulheres cientistas é fundamental para reconhecer e valorizar nossas contribuições, muitas vezes subestimadas na área acadêmica. Isso incentiva a participação feminina na produção de pesquisas, promove igualdade de oportunidades e inspira novas gerações. Assim, fortalecemos o avanço do conhecimento e a diversidade no mundo da ciência”, afirmou Tatiana Roque, secretária municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Após o período de inscrições, os artigos serão analisados por uma comissão avaliadora. A cerimônia de premiação está prevista para dezembro de 2025, no Museu do Amanhã, quando serão conhecidas as vencedoras desta edição.
Podem participar estudantes de graduação, mestrado e doutorado, a partir de 18 anos, que se identificam como mulheres, matriculadas em instituições de ensino superior sediadas no Rio de Janeiro. O prêmio já se consolidou como uma importante iniciativa de incentivo à pesquisa produzida por mulheres, tendo premiado nas edições anteriores trabalhos sob perspectivas plurais em diferentes áreas da ciência.
“A realização de mais um Prêmio Elisa Frota Pessoa é motivo de orgulho para o Museu do Amanhã, pois por meio de iniciativas como esta é que nos consolidamos como um polo de conhecimento científico que traz a inclusão e a equidade como premissas”, diz Nina Pougy, Gerente de Desenvolvimento Científico do Museu do Amanhã.
Serão premiados os 24 melhores trabalhos, com valores que variam de R$ 2.500 a R$ 15.000, conforme a classificação final. Os artigos vencedores serão publicados em uma coletânea digital gratuita para ampliar o alcance e o impacto das pesquisas. O regulamento completo está disponível no site da secretaria.
Inscrições
Os artigos deverão ser enviados até o dia 31 de agosto de 2025. As candidatas devem assegurar que suas produções estejam alinhadas ao tema proposto e em conformidade com as diretrizes previstas no edital disponível neste site.
Além da premiação financeira, os trabalhos selecionados farão parte de uma publicação especial dedicada à valorização da produção científica feminina nas áreas de ciência, tecnologia e inovação.
Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail: cientifico@idg.org.br.
Confira o edital completo.
Sobre Elisa Frota:
Nascida no Rio de Janeiro em 1921, Elisa encantou-se pelas aulas de Ciência no Ensino Médio e decidiu seguir um caminho ousado para a época: tornar-se cientista. Graduou-se em Física em 1942 mesmo com os preconceitos de gênero da época. Ainda estudante foi convidada a ser assistente em laboratório e nunca mais parou. Em 1949, ajudou a fundar o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e publicou um artigo inovador sobre interações fracas, abrindo caminho para a ciência brasileira no cenário mundial. Ativa nas universidades brasileiras e internacionais, enfrentou a repressão do AI-5 e nunca deixou de formar novas gerações de físicos e de lutar pela ciência e pela igualdade. Hoje, seu legado inspira a valorização das mulheres pesquisadoras e a terceira edição do prêmio celebra essa história.
Serviço:
3ª edição do Prêmio Elisa Frota Pessoa
Inscrições: até 31/8/2025
Mais informações e acesso ao edital: cienciaetecnologia.prefeitura.rio/premio-elisa-frota-pessoa-3a-edicao/
#ParaTodosVerem Banner com fundo branco, nele está escrito: Ei, mulher, universitária! Você tem um projeto científico incrível? A hora de brilhar é agora! Escreva seu trabalho no Prêmio Elisa Frota Pessoa e concorra a premiação em dinheiro! Será para universitárias do município do Rio de Janeiro que querem transformar o mundo com ciência. Inscrições até 31 de agosto, saiba mais no site da prefeitura do Rio. No lado direito do banner está uma foto em um tom avermelhado de Elisa Frota, uma mulher branca, com cabelos curtos cacheados, óculos com armação escura, ela usa uma blusa branca de gola e sorri.
A excelência de pesquisadoras e estudantes do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) não para de ser reconhecida. Na reta final do ano, honrarias foram concedidas por sociedades e entidades científicas. Confira abaixo:
A Academia Brasileira de Ciências (ABC) elegeu, em novembro, a pesquisadora do Laboratório de Imunofarmacologia, Tatiana Maron Gutierrez, como membra afiliada da Região Rio de Janeiro.
A categoria contempla jovens pesquisadores de excelência, com até 40 anos, que são eleitos para fazer parte dos quadros da entidade por um período de cinco anos. Os candidatos são indicados por membros titulares da ABC e a eleição é conduzida pela comissão de seleção regional.
A cerimônia de diplomação será realizada em setembro de 2025.
O Conselho Internacional para Ciência de Animais de Laboratório (Iclas, na sigla em inglês) concedeu premiação à coordenadora adjunta do Centro de Experimentação Animal, Isabele Barbieri dos Santos.
A especialista foi homenageada durante o Encontro Nacional da Associação Americana de Ciência de Animais de Laboratório (AALAS, na sigla em inglês), realizado em novembro, em Nashville, nos Estados Unidos.
A premiação destaca profissionais com potencial para fazer contribuições significativas para o ensino, a pesquisa ou aspectos organizacionais da ciência de animais de laboratório em seu país de origem.
A Sociedade Brasileira de História da Ciência (SBHC) premiou a dissertação de mestrado do museólogo do Museu da Patologia, Lucas Cuba Martins.
Intitulado ‘Fotografias de peças anatômicas do museu da patologia no arquivo do Instituto Oswaldo Cruz: um estudo sobre contexto de produção de fotografias em atividades científicas’, o estudo teve como foco um acervo sobre o qual havia poucas informações disponíveis: um total de 529 negativos de vidro referentes a fotografias de peças anatômicas do Museu da Patologia, produzidas entre 1900 e 1960.
Cruzando dados de diversos documentos, Lucas conseguiu associar parte do acervo com peças preservadas do Museu da Patologia, laudos de necropsia e artigos publicados na revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. A pesquisa identificou ainda peças anatômicas associadas com prontuários médicos do Hospital Evandro Chagas (atual INI).
O estudo revelou dinâmicas de produção das fotografias relacionadas à patologia nas primeiras décadas do IOC e desenvolveu uma metodologia de pesquisa para reconstituir informações de contexto perdidas em coleções biológicas.
O trabalho foi desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), sob orientação de Aline Lopes de Lacerda. Confira a dissertação.
A mestranda do Programa de Biologia Celular e Molecular, Juliana Simonato Ferreira, e o estudante de iniciação científica do Laboratório de Bioquímica de Tripanossomatídeos, Guilherme do Espírito Santo da Silva, tiveram seus trabalhos reconhecidos durante a 39ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Protozoologia (SBPz).
Juliana recebeu o Prêmio Walter Colli, de melhor apresentação oral, pelo trabalho ‘Novos candidatos para tratamento oral da leishmaniose visceral identificados por ancoragem molecular’.
A estudante é orientada pelo pesquisador Elmo Eduardo de Almeida Amaral, e coorientada pelo pós-doutorando Job Domingos Inacio Filho.
A pesquisa identificou duas moléculas promissoras para o tratamento da leishmaniose visceral por via oral. A primeira etapa do trabalho utilizou análise computacional em busca de compostos capazes de se ligar a uma enzima essencial para a sobrevivência do parasito Leishmania infantum, causador da doença. A partir de uma biblioteca de 4.228 compostos, foram identificadas 54 com características positivas para desenvolvimento de um tratamento oral.
Dentre estes fármacos, dois foram selecionados para testes em cultura de células e em camundongos, considerados como modelos para estudo da leishmaniose visceral. Os ensaios confirmaram a ação contra L. infantum, indicando que os compostos podem ser uma arma para aprimorar o tratamento da doença.
Já Guilherme recebeu o Prêmio Zigman Brener, de melhor pôster, pelo trabalho ‘Insights mecanísticos sobre híbridos de 4-quinolona-3-carboxamida triazol com atividade antileishmanicida’.
O aluno é orientado pelo pesquisador Eduardo Caio Torres Santos. O estudo contou com parceria de pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz).
Na pesquisa, foram desenvolvidos compostos que combinam moléculas de dois grupos farmacológicos, buscando potencializar a ação contra parasitos do gênero Leishmania.
Análises em culturas de células apontaram maior atividade e menor toxicidade em comparação com moléculas desenvolvidas com base em apenas um grupo farmacológico.
Edição:
Vinicius Ferreira
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
Trabalhos do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) sobre controle da qualidade dos testes para diagnóstico da dengue, do Departamento de Imunologia (DI), e qualidade das máscaras comercializadas no Brasil em tempo de pandemia da Covid-19, do Departamento de Química (DQ), foram condecorados com o Prêmio Anvisa 2024.
Em comemoração aos seus 25 anos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), premiou iniciativas que têm o objetivo de estimular a cultura de inovação, valorizar o desempenho das equipes, disseminar iniciativas e ações que contribuíram para o alcance de resultados institucionais, melhoria do ambiente de trabalho e a efetiva promoção e proteção da saúde da população.
Os trabalhos do INCQS/Fiocruz foram contemplados nas seguintes categorias:
Categoria Especial – Destaque de iniciativa por escolha do público
1º lugar - Controle da Qualidade dos testes para diagnóstico da dengue: Uma das ações de Vigilância Sanitária
categoria Específica - Destaque de produção científica
1º lugar - Avaliação da Qualidade das máscaras comercializadas no Brasil em tempo de pandemia da Covid-19 quanto a presença de prata e nanopartículas de prata
Categoria Específica - Destaque do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) Código Sanitário para SNVS
3º lugar - Controle da Qualidade dos testes para diagnóstico da dengue: Uma das ações de Vigilância Sanitária
"É um desafio para nós estar por trás dos laboratórios fazendo o controle de qualidade dos produtos. Então receber esse prêmio foi uma honra. Tenho muito orgulho e muito amor em trabalhar no INCQS, de poder produzir dados para o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e trabalhar em parceria com a Anvisa", disse Lisia Maria Gobbo dos Santos, chefe do Laboratório de Alimentos do Departamento de Química (DQ) do INCQS/Fiocruz, que coordenou o estudo sobre as nanopartículas presentes nas máscaras premiado em Brasília.
"Estou muito emocionada e muito orgulhosa da minha equipe. Estou muito feliz em conseguirmos esse prêmio, porque é a demonstração da importância do trabalho do laboratório para gerar evidências para as ações de vigilância sanitária. Muito obrigada!", afirmou Silvana do Couto Jacob, vice-diretora de Ensino e Pesquisa do INCQS/ Fiocruz, durante a premiação.
Na ocasião, Silvana do Couto Jacob, também subiu ao palco para receber o prêmio do trabalho 'Controle da Qualidade dos testes para diagnóstico da dengue: Uma das ações de Vigilância Sanitária' e comentou: "Esse trabalho é de uma equipe que não para de trabalhar, a equipe que faz o controle dos kits de diagnóstico. Tanto que eles não estiveram no prêmio. Eles trabalharam muito durante a Covid-19 e eu tô muito emocionada com esse prêmio, porque eles merecem muito".
Segundo Helena Guedes, do Laboratório de Sangue e Hemoderivados (LSH) do Departamento de Imunologia do INCQS/Fiocruz, o prêmio já estava ganho independente de colocação. Só de ver as pessoas empenhadas para conseguir mais e mais votos e o reconhecimento do trabalho por amigos da velha guarda ou por pessoas que nem conheciam, já valeu.
"Somos 22 pessoas lideradas por 1 a quem gostaria de dedicar o prêmio: Dra. Marisa Coelho Adati (chefe do LSH). Sem sua perseverança, de fato não estaríamos aqui. Responsável pela concepção do projeto que resultou nas análises laboratoriais dos testes de dengue e que para nosso 'desespero', a cada ano são mais numerosas. Ela é o maior exemplo de conhecimento e dedicação a Vigilância Sanitária que temos. Obrigada e parabéns à todos do LSH/DI", ressaltou.
Assista aqui à cerimônia do Prêmio Anvisa 2024:
O Laboratório de Farmacologia do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz), especializado no controle da qualidade e produção científica de plantas medicinais fitoterápicos, submeteu três trabalhos técnicos na quarta edição do evento France-Brazil Meeting on Natural Products (4th FB2NP Meeting) e teve os três trabalhos premiados. O encontro foi realizado em novembro, na cidade de Aracaju, em Sergipe.
Os trabalhos premiados foram:
- 1° Lugar na categoria Controle de Qualidade de Matérias-Primas Vegetais e Fitoterápicos - DETERMINATION OF PESTICIDE RESIDUES, COUMARIN LEVELS, AND PHARMACOLOGICAL ACTIVITY IN MIKANIA GLOMERATA SPRENG (GUACO) TINCTURES MARKETED IN THE STATE OF RIO DE JANEIRO, de Thais Morais de Brito, do Setor de Fisiopatologia (sob orientação de Fausto Ferraris, chefe do Laboratório de Farmacologia do DFT do INCQS/ Fiocruz, e Armi Wanderley da Nobrega, assessor técnico da Diretoria do INCQS/Fiocruz).
- 1° Lugar na categoria Etnobotânica/Etnofarmacologia - IN VITRO AND IN VIVO TOXICOLOGICAL AND ANTI-INFLAMMATORY EFFECTS OF THE PHYTOCHEMICAL MARKER COUMARIN FROM MIKANIA SP (GUACO): A SYSTEMATIC REVIEW, da aluna Beatriz Scaramelo (sob orientação de Izabela Gimenes, do Laboratório de Farmacologia do INCQS/Fiocruz, e Fausto Ferraris).
- 3° lugar na categoria Etnobotânica/Etnofarmacologia - IN VIVO AND IN VITRO TOXICOLOGICAL EFFECTS OF AESCULUS HIPPOCASTANUM AND ITS DERIVATIVES (HORSE CHESTNUT): A SYSTEMATIC REVIEW, da aluna Yasmin Crelier (sob orientação de Izabela Gimenes e Fausto Ferraris).
"Congresso com 100% de aproveitamento: muito orgulho da nossa equipe. Parabenizamos todos os alunos e colaboradores envolvidos nos trabalhos. Sabemos que o mérito envolve muitas mãos!", afirma Izabela Gimenes, do Laboratório de Farmacologia do INCQS/Fiocruz.
O evento France-Brazil Meeting on Natural Products é uma plataforma de diálogo entre pesquisadores brasileiros e franceses, que tem como objetivo compartilhar avanços e novas abordagens no campo dos produtos naturais. Esse encontro destaca-se como uma oportunidade para explorar a biodiversidade do Brasil e seus potenciais usos terapêuticos, farmacêuticos e industriais