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Publicado em 26/02/2026

Mpox registra novos casos e reforça importância da qualificação profissional para resposta no SUS

Autor(a): 
Isabela Schincariol

O número de casos de Mpox seguem aumentando em nosso país. Dados atualizados desta quinta-feira, 26/2, do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica para Mpox do Ministério da Saúde apontam que o país já soma 88 casos confirmados, distribuídos em diferentes estados, o que evidencia a continuidade da circulação do vírus e a necessidade de vigilância epidemiológica permanente. Embora a maior parte das ocorrências apresente evolução clínica sem agravamentos significativos, especialistas ressaltam que a identificação precoce e a notificação oportuna são determinantes para interromper cadeias de transmissão e evitar novos surtos.

Inscreva-se!

Da semana passada para esta, os dados quase dobraram: eram 47 casos confirmados em 20/2 . Nesse contexto, a capacitação das equipes do Sistema Único de Saúde (SUS) torna-se estratégica. Profissionais que atuam na atenção, na vigilância e na gestão precisam estar preparados para reconhecer sinais e sintomas, orientar a população e acionar fluxos adequados de cuidado e monitoramento. Educação permanente em saúde é componente essencial para fortalecer a resposta coordenada do sistema público frente a emergências sanitárias. O curso Mpox: Vigilância, Informação e Educação em Saúde foi desenvolvido em parceria com a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), e certifica os participantes. A formação é online, gratuita, possui carga horária de 48h e está estruturada em quatro módulos. Ao integrar conteúdos sobre vigilância epidemiológica, qualificação da informação e estratégias educativas, o curso se consolida como ferramenta relevante para ampliar a capacidade de resposta do SUS, contribuindo para uma atuação mais ágil, técnica e alinhada às diretrizes da saúde pública brasileira.

O curso é estruturado para fortalecer competências técnicas na Atenção Primária, e aborda aspectos clínicos, epidemiológicos, notificação, investigação de casos e estratégias de educação em saúde. Voltado especialmente para profissionais de nível técnico e trabalhadores do SUS, a formação capacita profissionais a reconhecer sinais e sintomas, compreender fluxos de notificação e atuar de forma integrada na resposta local. 

Ainda não se sabe se a nova variante, detectada no Reino Unido e na Índia em fevereiro de 2026, tem maior transmissibilidade ou risco clínico, mas o fato é que ela reacende a importância da vigilância global e do fortalecimento das ações de saúde pública para monitorar e conter possíveis novos surtos.

Poli: Compromisso com o fortalecimento do SUS e a valorização dos trabalhadores da linha de frente 

Esta formação foi lançada em outubro de 2025 em resposta a centenas de notificações de casos no Brasil, pois, mesmo sem um surto explosivo, a vigilância e a educação em saúde permanecem essenciais para identificar suspeitas precocemente e conter possíveis avanços da doença no país e no mundo. A formação tem a coordenação compartilhada dos pesquisadores e professores da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) Fernanda Bottino, Maurício Monken e Carlos Batistella, que são, respectivamente, do Laboratório de Educação Profissional em Técnicas Laboratoriais em Saúde (Latec/EPSJV), do Laboratório de Educação Profissional em Vigilância em Saúde (Lavsa/EPSJV), e coordenador de Cooperação Internacional da Escola. A iniciativa é resultado de um esforço coletivo dos referidos laboratórios da EPSJV/Fiocruz, que uniram suas expertises para desenvolver um curso com base na formação crítica de trabalhadores para o enfrentamento de temáticas emergentes da saúde coletiva, fortalecendo, assim, o compromisso histórico da Escola na formação de profissionais técnicos em saúde, com foco na vigilância, informação e educação em saúde. 

Conheça a estrutura da formação e inscreva-se: 

Módulo 1: Conceitos básicos sobre a Mpox
Aula 1: Mpox: a doença, o vírus e a epidemiologia
Aula 2: Transmissão, sinais e sintomas e diagnóstico
Aula 3: Tratamento e prevenção

Módulo 2: O processo de notificação da Mpox e o papel do profissional de nível médio
Aula 1: O registro da Mpox no sistema de informação em saúde
Aula 2: Como realizar o processo de notificação da Mpox 
Aula 3: Aspectos éticos no registro da Mpox com ênfase nos ambientes digitais
Aula 4: O protagonismo dos profissionais de Nível Médio no registro e informação sobre a Mpox

Módulo 3: Mpox no sistema de saúde: os desafios da prática educativa para a sua prevenção
Aula 1: Prevenção e o papel dos profissionais de saúde na suspeita, encaminhamento e acompanhamento de casos
Aula 2: Educação em saúde 
Aula 3: Educação popular em saúde e o planejamento de atividades educativas

Módulo 4: Mpox: a importância das ações de vigilância em saúde
Aula 1: Vigilância em Saúde
Aula 2: Informações na gestão de risco da Mpox
Aula 3: A vigilância da Mpox no território
Aula 4: Ações educativas e comunicativas de vigilância em saúde

Publicado em 20/02/2026

Mpox registra novos casos e reacende alerta: curso da Fiocruz fortalece resposta no SUS

Autor(a): 
Isabela Schincariol

A Mpox voltou ao centro das atenções da saúde pública brasileira em 2026. Neste ano, o país já registra 47 casos confirmados, distribuídos em diferentes estados, montrando que o vírus segue em circulação ativa e demanda vigilância constante. Embora o cenário atual não indique aumento da gravidade, especialistas da área alertam que a detecção precoce é determinante para conter a transmissão. Para sensibilizar profissionais à identificação rápida e eficiente, é imprescindível que as equipes de saúde, especialmente as que atuam na linha de frente de atendimento à população, estejam preparadas. Nesse sentido, o Campus Virtual Fiocruz apresenta o curso  Mpox: Vigilância, Informação e Educação, uma formação online e gratuita que, neste momento, apresenta-se como uma ferramenta estratégica para o fortalecimento da resposta ao SUS. Ele foi desenvolvido em parceria com a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), é organizado em quatro módulos, tem 48h de carga horária e certifica os participantes.   

Inscreva-se já!

O alerta sobre a infecção viral causada pelo Monkeypox virus (Mpox) se intensificou diante da confirmação, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), da circulação internacional de uma nova variante recombinante do vírus. Ainda que os casos confirmados sejam considerados leves ou moderados, sem registro de óbitos, a dinâmica de infecção reforça a necessidade de vigilância contínua e a qualificação dos profissionais de saúde como determinantes para evitar novos surtos. A infecção caracteriza-se por febre, dor de cabeça, lesões cutâneas e potencial transmissão em situações de contato próximo.

O curso é estruturado para fortalecer competências técnicas na Atenção Primária, e aborda aspectos clínicos, epidemiológicos, notificação, investigação de casos e estratégias de educação em saúde. Voltado especialmente para profissionais de nível técnico e trabalhadores do SUS, a formação capacita profissionais a reconhecer sinais e sintomas, compreender fluxos de notificação e atuar de forma integrada na resposta local. 

Ainda não se sabe se a nova variante, detectada no Reino Unido e na Índia em fevereiro de 2026, tem maior transmissibilidade ou risco clínico, mas o fato é que ela reacende a importância da vigilância global e do fortalecimento das ações de saúde pública para monitorar e conter possíveis novos surtos.

Poli: Compromisso com o fortalecimento do SUS e a valorização dos trabalhadores da linha de frente 

Esta formação foi lançada em outubro de 2025 em resposta a centenas de notificações de casos no Brasil, pois, mesmo sem um surto explosivo, a vigilância e a educação em saúde permanecem essenciais para identificar suspeitas precocemente e conter possíveis avanços da doença no país e no mundo. A formação tem a coordenação compartilhada dos pesquisadores e professores da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) Fernanda Bottino, Maurício Monken e Carlos Batistella, que são, respectivamente, do Laboratório de Educação Profissional em Técnicas Laboratoriais em Saúde (Latec/EPSJV), do Laboratório de Educação Profissional em Vigilância em Saúde (Lavsa/EPSJV), e coordenador de Cooperação Internacional da Escola. A iniciativa é resultado de um esforço coletivo dos referidos laboratórios da EPSJV/Fiocruz, que uniram suas expertises para desenvolver um curso com base na formação crítica de trabalhadores para o enfrentamento de temáticas emergentes da saúde coletiva, fortalecendo, assim, o compromisso histórico da Escola na formação de profissionais técnicos em saúde, com foco na vigilância, informação e educação em saúde. 

Conheça a estrutura da formação e inscreva-se: 

Módulo 1: Conceitos básicos sobre a Mpox
Aula 1: Mpox: a doença, o vírus e a epidemiologia
Aula 2: Transmissão, sinais e sintomas e diagnóstico
Aula 3: Tratamento e prevenção

Módulo 2: O processo de notificação da Mpox e o papel do profissional de nível médio
Aula 1: O registro da Mpox no sistema de informação em saúde
Aula 2: Como realizar o processo de notificação da Mpox 
Aula 3: Aspectos éticos no registro da Mpox com ênfase nos ambientes digitais
Aula 4: O protagonismo dos profissionais de Nível Médio no registro e informação sobre a Mpox

Módulo 3: Mpox no sistema de saúde: os desafios da prática educativa para a sua prevenção
Aula 1: Prevenção e o papel dos profissionais de saúde na suspeita, encaminhamento e acompanhamento de casos
Aula 2: Educação em saúde 
Aula 3: Educação popular em saúde e o planejamento de atividades educativas

Módulo 4: Mpox: a importância das ações de vigilância em saúde
Aula 1: Vigilância em Saúde
Aula 2: Informações na gestão de risco da Mpox
Aula 3: A vigilância da Mpox no território
Aula 4: Ações educativas e comunicativas de vigilância em saúde

Publicado em 23/10/2025

Mpox: Fiocruz lança curso online e gratuito para profissionais de saúde

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Com quase 400 casos registrados somente em 2025 no Brasil, tais notificações evidenciam que, mesmo sem um surto explosivo, a vigilância e a educação em saúde permanecem essenciais para identificar suspeitas precocemente e conter possíveis avanços da doença no país e no mundo. A infecção causada pelo vírus MPXV caracteriza-se por febre, dor de cabeça, lesões cutâneas e potencial transmissão em situações de contato próximo. Nesse contexto, a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV) e o Campus Virtual Fiocruz lançam o curso Mpox: Vigilância, Informação e Educação. Ele é voltado prioritariamente a profissionais que atuam na Atenção Primária à Saúde — agentes, auxiliares e técnicos —, mas aberto a todos interessados na temática. A formação é livre, autoinstrucional e tem carga horária de 48h. 

Inscreva-se já!

O curso é estruturado em quatro módulos que abrangem desde conceitos básicos da doença, registros e notificação, vigilância territorial até educação em saúde em contexto de emergências sanitárias. Ele busca preparar os profissionais para atuarem de forma mais eficaz na vigilância, no registro de dados e na educação em saúde frente à Mpox.

A ideia é que, com o curso, os participantes entendam o que é a doença, tenham esclarecimento sobre as formas de transmissão, saibam identificar sinais e sintomas iniciais e sua evolução. Além de poderem combater a desinformação e o preconceito no enfrentamento à Mpox com base em informações atuais e de qualidade, protegendo vidas e fortalecendo o direito à saúde de todos.

Poli: Compromisso com o fortalecimento do SUS e a valorização dos trabalhadores da linha de frente 

A formação tem a coordenação compartilhada dos pesquisadores e professores da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) Fernanda Bottino, Maurício Monken e Carlos Batistella, que são, respectivamente, do Laboratório de Educação Profissional em Técnicas Laboratoriais em Saúde (Latec/EPSJV), do Laboratório de Educação Profissional em Vigilância em Saúde (Lavsa/EPSJV), e coordenador de Cooperação Internacional da Escola. Segundo Fernanda, o curso é resultado de um esforço coletivo dos laboratórios da EPSJV/Fiocruz, que uniram suas expertises para desenvolver, com recursos visuais inovadores, um processo pedagógico voltado à formação crítica de trabalhadores no enfrentamento de temáticas emergentes da saúde coletiva. 

"A Escola Politécnica reafirma, com esta iniciativa, seu compromisso histórico na formação de profissionais técnicos em saúde, com foco na vigilância, informação e educação em saúde. Este curso foi pensado para fortalecer a formação continuada de profissionais de nível médio — especialmente os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) —, promovendo o desenvolvimento de multiplicadores capazes de identificar riscos ambientais e sociais durante as visitas domiciliares, contribuindo assim para a prevenção do adoecimento e o cuidado integral das famílias e combatendo estigmas associados a doenças como a Mpox", destacou Fernanda, apontando ainda que, mais do que uma atualização, o novo curso representa um compromisso essencial para o fortalecimento do SUS e a valorização dos trabalhadores que estão na linha de frente da proteção e promoção da saúde das comunidades”. 

Conheça a estrutura da formação e inscreva-se: 

Módulo 1: Conceitos básicos sobre a Mpox
Aula 1: Mpox: a doença, o vírus e a epidemiologia
Aula 2: Transmissão, sinais e sintomas e diagnóstico
Aula 3: Tratamento e prevenção

Módulo 2: O processo de notificação da Mpox e o papel do profissional de nível médio
Aula 1: O registro da Mpox no sistema de informação em saúde
Aula 2: Como realizar o processo de notificação da Mpox 
Aula 3: Aspectos éticos no registro da Mpox com ênfase nos ambientes digitais
Aula 4: O protagonismo dos profissionais de Nível Médio no registro e informação sobre a Mpox

Módulo 3: Mpox no sistema de saúde: os desafios da prática educativa para a sua prevenção
Aula 1: Prevenção e o papel dos profissionais de saúde na suspeita, encaminhamento e acompanhamento de casos
Aula 2: Educação em saúde 
Aula 3: Educação popular em saúde e o planejamento de atividades educativas

Módulo 4: Mpox: a importância das ações de vigilância em saúde
Aula 1: Vigilância em Saúde
Aula 2: Informações na gestão de risco da Mpox
Aula 3: A vigilância da Mpox no território
Aula 4: Ações educativas e comunicativas de vigilância em saúde

Publicado em 08/08/2024

Artigo da Fiocruz é destacado em editorial da revista científica Clinical Infectious Diseases. O artigo está disponível em acesso aberto para leitura

Autor(a): 
Bárbara Clara (INI/Fiocruz)

Os pesquisadores do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) tiveram seu trabalho Exploring the Resurgence of a Neglected Disease: Lessons from the 2023–2024 Mpox Outbreak in Rio de Janeiro, Brazil (Explorando o ressurgimento de uma doença negligenciada: Lições do surto de Mpox de 2023-2024 no Rio de Janeiro, Brasil) destacado no editorial A Second Mpox Outbreak in Brazil: A Call for Action to Guarantee Equity in Access to Health Innovations da revista Clinical Infectious Diseases (CID).

O editorial destaca que é preciso garantir a equidade no acesso a inovações em saúde. Ele enfatiza a importância de envolver as comunidades afetadas, melhorar a vigilância, desenvolver ferramentas de diagnóstico avançado e garantir o acesso a vacinas e tratamentos para controlar o surto de Mpox, que afeta de forma desigual países do Sul Global, como ilustrado recentemente na situaçao atual do Congo. Com isso, apresenta e destaca a importância do artigo, que descreve ineditamente um novo surto de Mpox com transmissão sustentada no Rio de Janeiro, após período sem transmissão de casos.

O artigo teve como autora principal a médica infectologista e pesquisadora Mayara Secco, com coautoria de outros pesquisadores e pesquisadoras do INI/Fiocruz; do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e da participação das pesquisadoras Valdilea Veloso, diretora do INI; e Beatriz Grinsztejn, chefe do Laboratório de Pesquisa Clínica em IST, HIV/Aids (LapClin Aids) do INI. Veja lista completa dos autores ao final do texto.

O trabalho descreve o ressurgimento do Mpox no período de 2023 a 2024 no Rio de Janeiro, Brasil. Além disso, defende a importância da vigilância contínua, aliada a medidas preventivas como a vacinação em populações vulnerabilizadas e opções de tratamento contra a doença.

Os pesquisadores enfatizam a necessidade de distribuição equitativa de tecnologia de saúde global para combater doenças emergentes. Eles também ressaltam a importância da colaboração com as comunidades afetadas para desenvolver respostas de prevenção e tratamento contra o Mpox, sobretudo em países do Sul Global, que enfrentam dificuldades de acesso às medidas de prevenção e tratamento do Mpox.

Os autores destacam ainda a necessidade de aprimorar as estratégias de vigilância para detectar infecções emergentes, especialmente dentro do contexto dos serviços de cuidados e prevenção do HIV/aids.

Lista completa dos autores e autoras do artigo:

Mayara Secco Torres Silva, (1), Carolina Coutinho, (1) Thiago Silva Torres, (1) Monica Avelar Magalhães, (2) Carolyn Yanavich, (1) Amanda Echeverría-Guevara, (1) Matheus Oliveira Bastos, (1) Pedro Silva Martins, (1) Maira Braga Mesquita, (1) Paula Pereira de Souza Reges, (1) Maria Roberta Meneguetti, (1) Ana Paula Lovetro Santana, (1) Marcela Terra, (1) Estevão Portela Nunes, (1) Flavia Cristina Serrão Lessa, (1) Ronaldo Ismério Moreira, (1) Eduardo Mesquita Peixoto, (1) Karolyne Wolch de Almeida Paulo, (3) Andryelle Cristina Sant’Ana, (3) Edson Elias da Silva, (3) Sandra Wagner Cardoso, (1) Valdilea Gonçalves Veloso, (1); e Beatriz Grinsztejn (1).

  1. Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI)–Fiocruz Mpox Study Group. Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Fiocruz, Rio de Janeiro, Brasil;

  1. Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Fiocruz, Rio de Janeiro, Brasil; e

  1. Instituto Oswaldo Cruz, Fiocruz, Rio de Janeiro, Brasil

* Edição: Alexandre Magno

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