Como os hospitais se transformaram ao longo do tempo? O Curso Livre 'Arquitetura e Saúde: O Hospital Ontem e Hoje', ofertado pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), propõe uma discussão sobre a arquitetura voltada à saúde, abordando as origens do hospital até os dias atuais e o papel desses espaços no cuidado, tratamento e recuperação dos pacientes. Ao longo dos encontros, serão discutidos textos e estudos de caso sobre a relação entre arquitetura e tratamento da doença, com exemplos de hospitais gerais, de isolamento e de campanha.
Este curso pretende trazer para a discussão, de forma introdutória e no âmbito da temática da arquitetura para a saúde, as especificidades sobre os hospitais, das suas origens aos dias de hoje. O hospital enquanto espaço de saúde, segundo Foucault, é uma conquista recente. Usado como acolhimento aos desvalidos, aos poucos a introdução da ciência fez do hospital um lugar de cura e assistência. O movimento de estruturação do hospital em espaço de cura o fez se especializar no tratamento de diversas doenças, tendo a arquitetura um importante papel como local de recebimento, tratamento e recuperação dos enfermos. Na modernidade e na contemporaneidade, o hospital se mostra cada vez mais necessário, vide as questões mais recentes de combate a Covid-19.
São disponibilizadas dez vagas. Podem participar arquitetos; engenheiros; historiadores; geógrafos e profissionais de saúde.
O curso será realizado de 12 de maio a 23 de junho de 2026, das 13h30 às 17h, com carga horária total de 32h, presencialmente na sala 304 do CDHS, no campus da Fiocruz em Manguinhos
Certificado: Para a obtenção do certificado, é necessário registrar presença em pelo menos 75% das atividades do curso.
As inscrições estão abertas até 30 de abril de 2026 pelo Campus Virtual Fiocruz.
As atividades acadêmicas de 2026 da Casa de Oswaldo Cruz serão abertas pela antropóloga Debora Diniz, que ministrará uma aula sobre o tema Ciência como testemunho: ética, engajamento e mundo em disputa. O evento ocorrerá no dia 19 de março, às 14h, no Salão de Conferência do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz em Manguinhos, zona norte do Rio de Janeiro. Haverá transmissão ao vivo pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no YouTube e tradução em Libras.
Professora da Universidade de Brasília (UnB) e docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS), parceria da Fiocruz com as universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e Federal Fluminense (UFF), Debora é uma cientista reconhecida no Brasil e internacionalmente pela defesa dos direitos reprodutivos, da igualdade de gênero e da justiça social. É autora de mais de 30 livros — O que é bioética (2022), Aborto por anomalia fetal (2004), Cadeia: relatos sobre mulheres (2015), Esperança feminista (2022), Carta de uma orientadora: sobre pesquisa e escrita acadêmicas (2024), entre outros — e membro do High-Level Advisory Group para o Gender and Health Hub, coordenado pelo Instituto Internacional de Saúde Global da Universidade das Nações Unidas (UNU-IIGH).
Por seu trabalho como pesquisadora, escritora, documentarista e por sua atuação em defesa de direitos humanos, recebeu dezenas de prêmios, entre os quais, o Jabuti na categoria Ciências da Saúde pelo livro Zika: do sertão brasileiro à ameaça global, em 2017; o Prêmio Dan David, pelo conjunto de sua obra em prol da justiça de gênero, em 2023; e Prêmio Mulheres e Ciência (2025), concedido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por seu trabalho em bioética, direitos humanos e gênero.
Para discutir os desafios impostos pelas mudanças climáticas e seus impactos sobre a saúde, em especial, em territórios tradicionais e vulnerabilizados, a Cátedra Oswaldo Cruz de Ciência, Saúde e Cultura realiza, no dia 15 de dezembro, a partir das 13h30, a II Mesa-Redonda Mudanças climáticas, governança territorial e saúde: desafios do tempo presente, no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz, em Manguinhos. O evento terá transmissão pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no YouTube.
A mesa-redonda visa aproximar vivências e saberes sobre territórios, meio ambiente e vulnerabilidades. Em sua apresentação, Planet&Ar: aprender e cuidar em territórios à beira da crise climática, Nelzair Vianna Araújo, pesquisadora em saúde pública da Fiocruz Bahia, vai falar sobre o projeto que ela coordena na Ilha da Maré, na Baía de Todos os Santos. O local é habitado por comunidades remanescentes de quilombos que vivem da pesca e da agricultura familiar.
Em Um olhar quilombola sobre a crise climática: seus impactos na saúde, Maristela Menezes Lopes vai compartilhar sua experiencia como quilombola, pescadora, marisqueira, poeta e enfermeira na Unidade de Saúde da Família da Ilha de Maré. Integrante de coletivos que reúnem pescadores e pescadoras artesanais, Maristela é uma ativista com experiência no campo da saúde.
Já Luiz Ketu, integrante do Quilombo São Pedro, no Vale do Ribeira, em São Paulo, apresentará os Impactos e desafios da mudança climática em territórios quilombolas. Ele desenvolve pesquisas no campo da Educação, e tem atuação voltada para a valorização da cultura alimentar quilombola.
Com pesquisas sobre a vida de famílias de baixa renda da capital carioca e da região metropolitana, Camila Pierobon propõe uma comunicação intitulada Infraestruturas entre várzeas e milícias: habitação popular, territorialização do poder e eventos climáticos no Rio de Janeiro. Em estágio de pós-doutorado no Museu Nacional, tem se dedicado a pensar a produção da cidade a partir de suas águas.
A mesa-redonda será mediada por Luciana Heymann, professora do Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde (PPGPAT) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Ficruz).
Aprovada em 2021 pela UNESCO, a Cátedra Oswaldo Cruz de Ciência, Saúde e Cultura parte do entendimento da saúde como construção social e cultural e se volta para as enormes desigualdades que atingem a população brasileira e marcam as experiências de distintas comunidades, urbanas e rurais. Para discutir e propor caminhos, a Cátedra busca incentivar a colaboração Norte-Sul-Sul, reunindo instituições de pesquisa das Américas e da Europa, e fomentar o intercâmbio de conhecimento entre comunidades tradicionais e suas formas de saber com outras formas de saber e de conhecimento.
Programação:
13h30 – Mesa de abertura: Dominichi Miranda de Sá (vice-diretora de Pesquisa e Educação), Magali Romero Sá (coordenadora da Cátedra Oswaldo Cruz) e Luciana Heymann
14h – Mesa-redonda:
Nelzair Vianna Araújo
Planet&Ar: aprender e cuidar em territórios à beira da crise climática
Maristela Menezes Lopes
Um olhar quilombola sobre a crise climática: seus impactos na saúde
Luiz Ketu
Impactos e desafios da mudança climática em territórios quilombolas
Camila Pierobon
Infraestruturas entre várzeas e milícias: habitação popular, territorialização do poder e eventos climáticos no Rio de Janeiro
16h – Debate
Mediação: Luciana Heymann.
Convidados(as):
Nelzair Vianna Araújo é pesquisadora em Saúde Pública da Fiocruz na Bahia. Doutora em Patologia pela Faculdade de Medicina da USP, mestre em Medicina e Saúde pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, Fiscal da Anvisa/SMS, atuando em cooperação com a Secretaria de Sustentabilidade e Resiliência de Salvador. Coordenadora dos Projetos Soprar Salvador e Planet&AR. Representa Salvador na rede internacional de qualidade do ar C40. Co- fundadora do Fórum de Energia e Clima e coordenadora da Câmara temática de saúde no Painel Salvador de Mudança do Clima. Professora do Programa de Pós-graduação em Pesquisa Clínica da Fiocruz Bahia. Integrante do Programa de embaixadores do Planetary Health Alliance 2019 e Membro do Saúde Planetária Brasil da USP. Atua em pesquisas nos temas: poluição do ar, qualidade do ar interno, microorganismos, biotecnologia, resíduos de serviços de saúde, poluição atmosférica e mudanças climáticas.
Maristela Menezes Lopes é quilombola, pescadora, marisqueira, poeta e enfermeira na Unidade de Saúde da Família da Ilha de Maré, em Salvador. Sua trajetória é entrelaçada com as águas, os saberes ancestrais e a força das mulheres do território. Faz parte do Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP) e da Articulação Nacional das Mulheres Pescadoras (ANP), espaços onde ecoa as vozes das companheiras que vivem da pesca e resistem diariamente às injustiças ambientais e sociais. Candomblecista, filha de Oxum, do Ilê Axé Ode Talakê, guiada pelo axé do seu babalorixá Fernando de Odé.
Luiz Ketu (Luiz Marcos de França Dias) é do Quilombo São Pedro, localizado no Vale do Ribeira, em São Paulo, onde ministra oficinas de capoeira e percussão no Ponto de Cultura Puxirão Bernardo Furquim, e participa da Associação Quilombo São Pedro. Integra a coordenação do Coletivo Nacional de Educação – um dos coletivos da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) – e a Coordenação de Quilombos de São Paulo. Docente licenciado da rede estadual paulista de ensino, graduado em Letras e Pedagogia, escritor, pesquisador, mestre e doutorando em Educação. Coautor dos livros Roça é vida e Na companhia de Dona Fartura: uma história sobre cultura alimentar quilombola e autor de Saberes da roça: comunidades quilombolas do Vale do Ribeira (SP) e os processos de resistência e organização político-comunitária.
Camila Pierobon é pós-doutoranda PIPD/CAPES no Museu Nacional. Doutora em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UERJ, com pós-doutorado no Centro de Estudos Brasileiros Behner Stiefel da Universidade Estadual de San Diego e período como pesquisadora visitante no Departamento de Antropologia da Universidade Johns Hopkins. Suas pesquisas focam na vida cotidiana de famílias de baixa renda que habitam a cidade do Rio de Janeiro e região metropolitana. Atualmente, busca compreender a produção da cidade a partir de suas águas (potável, chuvas, enchentes e esgoto, além dos rios e da própria Baía de Guanabara), visando discutir os efeitos das mudanças climáticas no espaço urbano.
As bibliotecas da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) programaram uma série de atividades culturais, abertas ao público, para comemorar o Dia Nacional do Livro, celebrado em 29 de outubro. E o melhor: não há limite de idade para participar, mas crianças precisam ser acompanhadas de responsáveis.
São oficinas, visitas guiadas, exposição de livros, sarau e bate-papo com profissionais da Biblioteca de História das Ciências e da Saúde (BHCS) e da Biblioteca de Educação e Divulgação Científica Iloni Seibel (BEDC).
Para participar, é necessário fazer inscrição. É possível preencher o formulário até o último dia de atividade, 29 de outubro, mas não deixe para a última hora porque há limite de 20 vagas por atividade.
Todas as atividades serão realizadas na Sala de Consulta do Centro de Documentação de Histórias das Ciências e da Saúde (CDHS) da Casa de Oswaldo Cruz, sala 104, no campus da Fiocruz, em Manguinhos.
Programação:
29/09, às 14h - Oficina do livro: costurando ideias. Inclui visita guiada ao acervo da Biblioteca de História das Ciências e da Saúde.
13/10, às 14h - De leitor para leitor: conhecendo a coleção de livros de Oswaldo Cruz. Visita guiada ao acervo da Biblioteca de História das Ciências e da Saúde e suas coleções especiais, exposição de livros da Coleção Oswaldo Cruz e bate-papo com bibliotecárias sobre as obras selecionadas.
15/10, às 10h - Avental de histórias: Oswaldo e seu Castelo. Exposição de livros do acervo da Biblioteca de Educação e Divulgação Científica Iloni Seibel e atividades realizadas nas contações de histórias do grupo de Contadores de Histórias do Museu da Vida Fiocruz.
15/10, às 14h – Avental de histórias: Oswaldo e seu Castelo. Exposição de livros do acervo da Biblioteca de Educação e Divulgação Científica Iloni Seibel e atividades realizadas nas contações de histórias do grupo de Contadores de Histórias do Museu da Vida Fiocruz.
16/10, às 14h - De leitor para leitor: conhecendo a coleção de livros de José Reis. Visita guiada ao acervo da Biblioteca de História das Ciências e da Saúde, e suas coleções especiais, com exposição de livros da Coleção José Reis e bate-papo com bibliotecárias sobre as obras selecionadas e outras curiosidades.
29/10, às 14h - Dia Nacional do Livro. Sarau literário com autores, seguido da Oficina do minilivro.
A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) dá início às comemorações pelos seus 40 anos com uma programação especial nos dias 5 e 7 de agosto. Criada em 1985, a unidade celebra quatro décadas dedicadas à preservação da memória da ciência e da saúde, à produção de conhecimento nas áreas de história, patrimônio e educação, e à divulgação científica.
O evento de abertura será realizado no dia 5 de agosto, a partir das 13h, no auditório do Museu da Vida Fiocruz, com o lançamento do Selo Comemorativo “COC – 40 anos”, marcando simbolicamente o início do ciclo de celebrações. Na sequência, será realizada a mesa “Uma Casa e muitas histórias”, que reúne diretores da Casa desde a sua fundação até hoje: Paulo Ernani Gadelha, Nísia Trindade Lima, Nara Margareth Azevedo, Paulo Roberto Elian dos Santos e Marcos José de Araújo Pinheiro, com mediação de Raquel Aguiar, chefe da Coordenadoria de Comunicação Social da Fiocruz. O encontro propõe uma reflexão sobre a construção coletiva da Casa ao longo de sua história.
As comemorações continuam no dia 7 de agosto, no Salão de Conferências Luiz Fernando Ferreira do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), com uma programação voltada à valorização do acervo e da produção editorial da unidade: exibição de documentário, lançamento de exposição virtual, apresentação de publicações organizadas por profissionais da Casa, pré-estreia de nova peça do Museu da Vida Fiocruz estão entre os destaques.
Na ocasião, será exibido o documentário Coleção Oswaldo Cruz, que apresenta a biblioteca particular do cientista, composta por cerca de dois mil volumes preservados pela Casa de Oswaldo Cruz. Em seguida, será lançada a exposição virtual Do Teu Saudoso Oswaldo, que reúne uma seleção de cartas trocadas entre Oswaldo Cruz e seus familiares, revelando aspectos íntimos e pouco conhecidos de sua trajetória.
A programação inclui ainda a mesa de apresentação das publicações Ciência e Saúde pela Vida: 125 anos de história da Fiocruz, obra coletiva com 83 autores e 122 verbetes que documentam e analisam os principais marcos científicos, sociais e políticos da instituição; e A Fundação Rockefeller no Brasil: imagens do combate à febre amarela e à malária, que apresenta imagens do arquivo fotográfico sobre a atuação da fundação Rockefeller no país em parceria com o governo brasileiro entre as décadas de 1930 e 1940. A atividade contará com a presença dos organizadores das publicações, convidados especiais e uma sessão de autógrafos. Como parte das celebrações, também será realizado o pré-lançamento, somente para convidados, da nova peça Quem é todo mundo? do Museu da Vida Fiocruz, fábula divertida e reflexiva sobre inclusão social e diversidade.
As atividades fazem parte de uma agenda comemorativa que se estende até 2026, celebrando o legado e os desafios da Casa na preservação e difusão da história da saúde no Brasil, e integram o calendário de eventos dos 125 anos da Fiocruz.
Confira a programação:
05 de agosto
Local: auditório do Museu da Vida Fiocruz
13h | Recepção dos convidados
– Café de boas-vindas
14h | Abertura do evento
– Presidência da Fiocruz
– Marcos José de Araújo Pinheiro, diretor da Casa de Oswaldo Cruz
Lançamento do Selo Comemorativo “40 anos COC”
14h30 | Mesa Uma Casa e muitas histórias
– Paulo Ernani Gadelha
– Nísia Trindade Lima
– Nara Margareth Azevedo
– Paulo Roberto Elian dos Santos
– Marcos José de Araújo Pinheiro
Mediação: Raquel Aguiar – CCS
16h – Encerramento
07 de agosto
Local: salão de Conferências do CDHS
9h| Recepção dos convidados
– Café de boas-vindas
9h30 | Exibição do documentário Coleção Oswaldo Cruz
10h | Lançamento da Exposição Virtual Do Teu Saudoso Oswaldo
10h30| Lançamento de publicações
Mesa de apresentação dos livros:
10h30 – Ciência e Saúde pela Vida: 125 anos de história da Fiocruz
11h – A Fundação Rockefeller no Brasil
(Participação dos organizadores e convidados especiais)
11h30 | Sessão de autógrafos
– Autoria e organização das publicações lançadas
13h30 | Pré-estreia da peça Quem é todo mundo?
Evento fechado somente para convidados
:: Saiba mais:
Documentário Coleção Oswaldo Cruz: apresenta ao público a biblioteca particular do cientista, composta por aproximadamente dois mil volumes preservados pela Casa. A produção destaca a diversidade temática das obras reunidas por Oswaldo Cruz, que abrangem desde medicina tropical, microbiologia e saúde pública até áreas como arte, história e cultura. Com exemplares em diversos idiomas e marcados por anotações, carimbos e ex-libris do cientista — que adotava o lema eternal faith in science — a coleção oferece um retrato singular de sua trajetória intelectual. O documentário evidencia como essa biblioteca reflete o diálogo de Oswaldo Cruz com o pensamento científico de sua época, constituindo um valioso patrimônio histórico e cultural da ciência no Brasil.
Exposição virtual Do Teu Saudoso Oswaldo: Apresenta uma seleção de cartas trocadas entre Oswaldo Cruz e seus familiares, revelando aspectos íntimos e pouco conhecidos do cientista.
Livro Ciência e Saúde pela Vida: 125 anos de história da Fiocruz: Organizada pelos pesquisadores da Casa, Dominichi Miranda de Sá, André Felipe Cândido da Silva e Tamara Rangel Vieira e pelas egressas do PPGHCS e pesquisadoras de pós-doutorado Vanessa Pereira da Silva e Mello (COC) e Lorenna Ribeiro Zem El-Dine (UFF), a obra reúne reflexões sobre os 120 anos da Fundação Oswaldo Cruz, traçando uma trajetória institucional marcada por desafios históricos, inovações e compromissos com a saúde pública brasileira. A coletânea oferece uma leitura crítica e abrangente sobre o papel da Fiocruz na produção científica, na formulação de políticas públicas e na defesa do direito à saúde, destacando sua inserção social e política ao longo das décadas.
Livro A Fundação Rockefeller no Brasil: imagens do combate à febre amarela e à malária: Organizada por Aline Lacerda, Gabriel Lopes e Heverton Oliveira, a publicação apresenta, por meio de textos e registros fotográficos, as ações empreendidas pela Fundação Rockefeller no Brasil no combate à febre amarela e à malária, entre as décadas de 1930 e 1940. Esse conjunto documental, que se encontra sob a custódia da Casa de Oswaldo Cruz, foi recentemente nominado no registro regional do Programa Memória do Mundo da UNESCO para a América Latina e o Caribe. O arquivo é também fonte única para pesquisas acerca das formas de combate a duas das mais desafiadoras doenças transmitidas por mosquitos na primeira metade do século 20 em um momento no qual as pesquisas de campo e em laboratório traziam novas perspectivas sobre as formas de contágio dessas endemias e os instrumentos para combatê-las. É igualmente uma referência para estudos que discutem a técnica e a estética fotográficas aplicadas à saúde e à ciência.
Peça Quem é todo mundo?: Fábula divertida e reflexiva sobre inclusão social e diversidade. A trama gira em torno da preparação de uma festa chamada “O Dia Mundial do Mundo”, onde diferentes mundos são convidados: o Mundo das Letras, o Mundo da Música, e o Mundo das Consistências, Cheiros e Formas. Com a ausência de alguns personagens “barrados no baile”, a festa começa a perder sua graça e sentido. O espetáculo é oferecido em português e Libras – Língua Brasileiras de Sinais, e conta com recursos de tecnologia assistiva (audiodescrição).
#ParaTodosVerem Banner com fundo vermelho, nele está escrito: Comemoração 40 anos - Casa de Oswaldo Cruz, será nos dia 5 e 77 de agosto, no auditório Museu da Vida Fiocruz e Salão de conferências do CDHS, confira a programação!
Está chegando ao fim o prazo para candidatos se inscreverem no processo seletivo para o mestrado 2025 do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Os interessados podem realizar suas inscrições até 17 de janeiro.
O Programa tem como objetivo a formação, no âmbito das ciências humanas e sociais em nível de Mestrado Acadêmico, de recursos humanos altamente capacitados para o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de história das ciências e história da saúde, bem como o exercício do magistério em cursos de graduação e pós- graduação. O público-alvo são profissionais de nível superior portadores de diplomas obtidos, preferencialmente, nas seguintes áreas do conhecimento: ciências humanas, ciências sociais, ciências da saúde, ciências biológicas e ciências biomédicas.
As inscrições são gratuitas e todas as etapas das duas seleções serão realizadas à distância. O edital com o calendário e informações sobre o processo seletivo está disponível no site do programa. São oferecidas bolsas de estudos, de acordo com os termos da Capes.
Para a seleção serão oferecidas, ao todo, 15 vagas. Os candidatos que optarem pelas vagas destinadas às ações afirmativas (pessoas com deficiência, negros – pretos e pardos – ou indígenas) deverão preencher o formulário próprio, como informado nos editais. São oferecidas 5 vagas para os interessados desse grupo.
O PPGHCS tem nota 6 na avaliação da Capes e visa à formação, no âmbito das ciências humanas e sociais, de recursos humanos altamente capacitados para o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de história das ciências e história da saúde, bem como o exercício do magistério em cursos de graduação e pós-graduação.
O programa tem três linhas de pesquisa: “História das Ciências: Saberes, lugares e práticas”, “História das políticas, instituições e profissões em saúde” e “História da Medicina e das Doenças”. A área de concentração do programa é em História das Ciências.
As aulas serão ministradas presencialmente no Campus da Fiocruz, Manguinhos, Rio de Janeiro – RJ
Mestrado em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz)
Informações: Site do PPGHCS
Inscrições: até 17/01/2025 (Mestrado)
Taxa de inscrição: gratuita
Resultado final: 27/02/2025
O Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) está com inscrições abertas para o mestrado 2025 até 17 de janeiro.
O Programa tem como objetivo a formação, no âmbito das ciências humanas e sociais em nível de Mestrado Acadêmico, de recursos humanos altamente capacitados para o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de história das ciências e história da saúde, bem como o exercício do magistério em cursos de graduação e pós- graduação. O público-alvo são profissionais de nível superior portadores de diplomas obtidos, preferencialmente, nas seguintes áreas do conhecimento: ciências humanas, ciências sociais, ciências da saúde, ciências biológicas e ciências biomédicas.
As inscrições são gratuitas e todas as etapas das duas seleções serão realizadas à distância. O edital com o calendário e informações sobre o processo seletivo está disponível no site do programa. São oferecidas bolsas de estudos, de acordo com os termos da Capes.
Para a seleção serão oferecidas, ao todo, 15 vagas. Os candidatos que optarem pelas vagas destinadas às ações afirmativas (pessoas com deficiência, negros – pretos e pardos – ou indígenas) deverão preencher o formulário próprio, como informado nos editais. São oferecidas 5 vagas para os interessados desse grupo.
O PPGHCS tem nota 6 na avaliação da Capes e visa à formação, no âmbito das ciências humanas e sociais, de recursos humanos altamente capacitados para o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de história das ciências e história da saúde, bem como o exercício do magistério em cursos de graduação e pós-graduação.
O programa tem três linhas de pesquisa: “História das Ciências: Saberes, lugares e práticas”, “História das políticas, instituições e profissões em saúde” e “História da Medicina e das Doenças”. A área de concentração do programa é em História das Ciências.
As aulas serão ministradas presencialmente no Campus da Fiocruz, Manguinhos, Rio de Janeiro – RJ
Mestrado em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz)
Informações: Site do PPGHCS
Inscrições: 02/10/2024 a 17/01/2025 (Mestrado)
Taxa de inscrição: gratuita
Resultado final: 27/02/2025
Contato: selecaoppghcs@fiocruz.br
Para comemorar seus 35 anos de existência, o Departamento de Patrimônio Histórico da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) preparou uma programação especial: a inauguração do Laboratório de Conservação Preventiva e a reinauguração do Espaço Adorcino Pereira da Silva. Os eventos acontecem presencialmente, às 9h, no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira do Centro de Documentação e História da Saúde, no campus da Fiocruz, em Manguinhos. A transmissão ao vivo será pelo YouTube da Casa.
No dia 12/11, acontecerá a reinauguração do Espaço Adorcino Pereira da Silva na Oficina Escola de Manguinhos. Na mesa-redonda estarão presentes arquitetas do DPH, Sônia Nogueira; Cristina Coelho e Maria Luisa Carcereri; que falarão, entre outros temas, sobre o projeto pedagógico da Oficina Escola e a qualificação profissional em ofícios da conservação e restauração de Bens Culturais Imóveis.
A programação conta também com o lançamento do vídeo Mestre João Batista e as Argamassas Tradicionais, da série Mestres e Ofícios, que divulga o universo dos ofícios tradicionais permeando o patrimônio cultural brasileiro. A produção audiovisual foi construída a partir das imagens captadas durante a realização do curso de Qualificação em conservação e restauração de alvenarias e argamassas históricas, em 2023, oferecido pela Oficina Escola de Manguinhos, da Casa. Após a exibição, será realizada uma roda de conversa com o mestre João Batista Teixeira, que atua como restaurador há 30 anos; Cristiana Grumbach Bronz, diretora do filme; e Nezi Heverton Oliveira, coordenador do Comitê Consultivo de Audiovisual da COC.
O filme é uma realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal, em conjunto com a Casa de Oswaldo Cruz, com o apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o patrocínio de Instituto Vale, BASF, Enauta e Bayer, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
A fim de marcar a inauguração do Laboratório de Conservação Preventiva, no dia 29/10 foi realizada uma mesa-redonda sobre o tema da conservação terá a presença de pesquisadores e conservadores do Lacop e de outros laboratórios parceiros no Brasil e em Portugal. O Laboratório de Conservação Preventiva, localizado no Castelo Mourisco, reforça as colaborações institucionais nacionais e internacionais e integra o estudo, o ensino a valorização e a conservação do Patrimônio histórico da Fiocruz.
Na ocasião, Willi de Barros Gonçalves, da Universidade Federal de Minas Gerais, falará sobre A trajetória do Laboratório de Conservação Preventiva da UFMG no ensino, pesquisa e extensão em conservação preventiva de bens culturais. Em seguida, Elisabete Edelvita Chaves da Silva, do Departamento de Departamento Patrimônio Histórico da Casa, apresentará A Casa de Oswaldo Cruz e a proteção do Patrimônio Arquitetônico. A programação segue com António Candeias e Sara Sofia Galhano Valadas, do Laboratório Hercules da Universidade de Évora, de Portugal, ministram às palestras O Laboratório Hercules e a criação de um ecossistema científico e tecnológico em Ciências do Património – 15 anos em perspectiva e Oficina de estudos e investigações científicas do patrimônio cultural – o acervo, as questões e a investigação científica, respectivamente. Assista aqui ao evento!
Confira a programação completa:
Terça-feira, 29/10
Celebrando os 35 anos do DPH: Inauguração do Laboratório de Conservação
Preventiva (Lacop/DPH/COC)
Local: Salão de conferências do CDHS
9h: Café de boas–vindas
9h30: Mesa de abertura
10h: Mesa redonda
Participantes: Willi de Barros Gonçalves, Professor da Escola de Belas Artes/UFMG e pesquisador do Centro de Conservação Restauração de Bens Culturais (Cecor), coordenador do Laboratório de Conservação Preventiva (Laconpre) e pesquisador do Laboratório de Ciência da Conservação (Lacicor); Elisabete Edelvita Chaves, conservadora do DPH/COC e pesquisadora do Laboratório de Conservação Preventiva (Lacop/COC); António Candeias, Professor da Universidade de Évora e diretor e pesquisador do Laboratório Hercules; Sara Sofia Galhano Valadas, Laboratório Hercules, Universidade de Évora.
Debatedora: Ana Maria Marques, arquiteta do DPH/COC e pesquisadora do Lacop.
11h30: Visita guiada as instalações do Laboratório de Conservação Preventiva (Lacop), no Castelo
Terça-feira, 12/11
Celebrando os 35 anos do DPH- Reinauguração do Espaço Adorcino Pereira da Silva (OEM/DPH/COC)
Local: Salão de Conferência do CDHS
9h: Café de boas-vindas
9h30: Fala de boas-vindas
9h40: Mesa de abertura
10h10: Mesa redonda – Os ofícios tradicionais e a preservação do patrimônio cultural
Participantes: Sônia Nogueira, Núcleo de Estudos de Arquitetura e Urbanismo em Saúde (DPH, COC); Cristina Coelho, Serviço de Conservação e Restauração (DPH/COC); Maria Luisa Carcereri, Serviço de Educação Patrimonial (DPH/COC)
11h10: Lançamento do vídeo Mestre João Batista e as Argamassas Tradicionais, da série Mestres e Ofícios
11h45: Roda de conversa sobre o vídeo
Participantes: Mestre João Batista Teixeira, que atua como restaurador há 30 anos; Cristiana Grumbach Bronz, diretora do filme; Nezi Heverton Oliveira, coordenador do Comitê Consultivo de Audiovisual da COC
12h15: Brunch no pátio do Espaço Adorno Pereira da Silva (Oficina Escola de Manguinhos)
A 6ª Jornada Discente do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS), da Casa de Oswaldo Cruz (COC), é um seminário interno bianual que tem como objetivo promover um diálogo interdisciplinar e inclusivo entre alunos, pesquisadores e especialistas. Esse ano, o tema é Histórias e Saberes Plurais: Ciências e Saúde em Debate e será realizado nos dias 4 e 8 de novembro de 2024.
Com uma programação composta por palestras e sessões de debate, a Jornada contará com a apresentação das pesquisas desenvolvidas pelos discentes do programa, explorando as múltiplas perspectivas do campo das ciências e da saúde e proporcionando um espaço para o compartilhamento de suas investigações acadêmicas.
As palestras de abertura e encerramento serão abertas ao público e terão transmissão online pelo YouTube da Casa de Oswaldo Cruz. As duas conferências serão realizadas no salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira - CDHS, na Av. Brasil, 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro.
4/11
10h
Conferência de Abertura: Crítica feminista e histórias no Antropoceno
Conferencista: Maria da Glória de Oliveira (UFRRJ)
Mediação: André Felipe Cândido da Silva (COC/Fiocruz)
Local das duas conferências: Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira – CDHS
8/11
14h
Conferência de Encerramento: O Corpo e a Alma: Práticas de Cura e Representações de Saúde em Minas Gerais no Século XVIII”
Conferencista: Júnia Ferreira Furtado (UFMG)
Mediação: Tânia Salgado Pimenta (COC/Fiocruz)
A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove em 25 de setembro, a partir das 9h, o seminário 'A importância da saúde na vida da pessoa com deficiência'. A atividade, que marca o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, busca promover o compartilhamento de práticas mais inclusivas nas organizações. O evento terá participação remota, através da plataforma Zoom, mediante inscrição.
O evento acontece no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira, no Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio, com possibilidade de participação remota. As solicitações de inscrição deverão ser submetidas por e-mail para rejane.tavares@fiocruz.br ou presencialmente na sala 204 do CDHS. No total, serão abertas 53 vagas. Depois de inscrito, para ter acesso à plataforma de transmissão (Zoom), use o ID da reunião 819 0749 0874 e a senha 953755.
Coordenado pelo Serviço de Gestão de Pessoas da Casa de Oswaldo Cruz, o seminário terá mediação da educadora Bianca Reis, coordenadora das Ações Educativas do Museu da Vida Fiocruz.
Os palestrantes do seminário serão a vice-presidente do Instituto Circuito Funcional Adaptado (CFA), Victoria Broad, que abordará a atuação da instituição na promoção da saúde das pessoas com deficiência física; a educadora e especialista em direitos humanos Cristiane Muñoz, cujo tema será Acessibilidade e capacitismo: o que são e onde a arte pode atuar; e a especialista em inclusão e mestranda do instituto Benjamin Constant Natacha Ruback, que falará sobre a mulher com deficiência no esporte.