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Publicado em 29/05/2026
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Sextas traduz o lamento e a dor de um verbo sem futuro: amar

Autor(a): 
Ana Furniel

O Sextas de Poesia apresenta o poema "Versos do Prisioneiro II", do escritor moçambicano Mia Couto. O verso traduz o lamento da ausência e a dor de carregar o peso de um sentimento cujo verbo ficou sem futuro: amar.

Nascido em 7 de julho de 1955, o poeta africano Mia Couto recebeu inúmeros prêmios literários ao longo de sua carreira. Entre eles o Prêmio Neustadt, em 2014, tido como o Nobel Americano, e o Prêmio Camões, em 2013. O poeta também foi homenageado com a criação do Prêmio Literário Mia Couto, pela Cornelder de Moçambique e a Associação Kulemba. A iniciativa pretende estimular a produção literária de qualidade em Moçambique, distinguindo as melhores obras publicadas anualmente no país.