Descrição: O curso de inverno propõe um espaço formativo e reflexivo sobre as relações históricas entre alimentação e saúde, com foco na circulação de saberes, práticas sociais e políticas públicas. Ao abordar temas como o alimento como recurso terapêutico, discursos sobre maternidade e nutrição, políticas de combate à fome e a atuação de agências internacionais no pós-guerra, o curso visa promover análises críticas que conectem passado e presente. A iniciativa responde à necessidade de aprofundar debates interdisciplinares sobre alimentação e saúde, fundamentais para a compreensão dos desafios contemporâneos e a construção de políticas públicas mais efetivas e sensíveis à diversidade dos territórios.
Objetivo Geral: Ao final do curso, os participantes deverão ser capazes de: Identificar os principais marcos históricos das políticas alimentares e de saúde no Brasil; Compreender os usos sociais e simbólicos dos alimentos em diferentes tempos e territórios; Analisar criticamente a atuação de instituições filantrópicas, científicas e governamentais no enfrentamento da fome e da desnutrição; Refletir sobre as interseções entre discursos científicos, práticas sociais e ações estatais no campo da alimentação e da saúde pública; Desenvolver uma perspectiva interdisciplinar que integre história, saúde, nutrição e ciências sociais na análise de políticas e práticas alimentares.
Justificativa: O curso de inverno propõe um espaço formativo e reflexivo sobre as relações históricas entre alimentação e saúde, com foco na circulação de saberes, práticas sociais e políticas públicas. Ao abordar temas como o alimento como recurso terapêutico, discursos sobre maternidade e nutrição, políticas de combate à fome e a atuação de agências internacionais no pós-guerra, o curso visa promover análises críticas que conectem passado e presente. A iniciativa responde à necessidade de aprofundar debates interdisciplinares sobre alimentação e saúde, fundamentais para a compreensão dos desafios contemporâneos e a construção de políticas públicas mais efetivas e sensíveis à diversidade dos territórios.
Contribuir para a formação crítica de estudantes e profissionais ao promover a compreensão histórica das relações entre alimentação, saúde e políticas públicas, por meio da análise de experiências nacionais e internacionais, articulando múltiplos saberes e práticas em diferentes contextos.