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Publicado em 09/06/2020

Encontro nacional debate Ciência Aberta e Governo Aberto no combate à Covid-19

Autor(a): 
Isabela Schincariol (Campus Virtual Fiocruz)

Qual é o papel da ciência aberta e do governo aberto face à pandemia do novo coronavírus? O tema será debatido no 2º Encontro Nacional de Ciência Aberta e Governo Aberto, no dia 18 de junho, das 14h às 17h, com transmissão ao vivo no canal da Fiocruz no youtube*. O webinar acontece no momento em que a discussão sobre acesso à informação pública e a transparência de dados ganha fôlego no Brasil, em especial no enfrentamento à Covid-19. Para quem se interessa pelo tema, o Campus Virtual Fiocruz oferece uma formação modular sobre o tema, na modalidade à distância (EAD) — as inscrições estão abertas.

Dados abertos sobre saúde em debate

No encontro, especialistas vão abordar o uso de dados governamentais abertos para a saúde da sociedade, assim como barreiras e perspectivas. O webinar terá como debatedores a diretora da Open Knowledge Brasil, Fernanda Campagnucci, e o coordenador do Programa de Computação Científica da Fiocruz, Daniel Villela.

A moderação será do coordenador de Informação e Comunicação da Fiocruz, Josué Laguardia. Segundo ele, a pandemia da Covid-19 é uma oportunidade de repensar os modos de fazer ciência. "É uma situação que nos permite aprofundar a reflexão sobre a comunicação com os pares e as partes interessadas, o compartilhamento e a análise dos dados de pesquisa. E, fundamentalmente, nosso papel como cientistas e cidadãos”, afirma.

Além da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Rede Nacional de Pesquisa (RNP). A iniciativa se alinha ao 4º Plano de Ação Brasileiro (2018-2020) da Parceria pelo Governo Aberto (Open Government Partnership - OGP), que tem o compromisso de estabelecer mecanismos de governança de dados científicos para o avanço da ciência aberta no Brasil.

Ciência aberta: saiba mais sobre a formação modular

A formação modular foi concebida como uma das estratégias para apresentar o movimento da Ciência Aberta, suas diversas práticas, expectativas e controvérsias. No total, são oito cursos à distância (EAD), gratuitos e com módulos independentes, que apresentam temas relacionados a este movimento, como: pesquisa, dados abertos, marcos legais, acesso aberto e educação aberta.

Seis cursos já estão disponíveis e a previsão é que um novo módulo seja lançado, em agosto deste ano. A cada módulo, os participantes fazem uma avaliação. É necessário obter nota igual ou maior que 70 para ser aprovado e receber o certificado de conclusão.

A Formação Modular em Ciência Aberta é uma realização da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic/Fiocruz), através do Campus Virtual Fiocruz (CVF). Os cursos são resultados de uma parceria entre a Coordenação de Informação e Comunicação (VPEIC), o CVF, a Escola Corporativa Fiocruz e a Universidade do Minho (Portugal).

Saiba mais sobre os cursos e inscreva-se aqui.

*Atualização em 16/6/2020.

Publicado em 13/05/2020

Pesquisa clínica: INI inscreve para cursos de mestrado e doutorado voltados a Covid-19

Autor(a): 
Antonio Fuchs e Juana Portugal (INI/Fiocruz)

Até 25 de maio, estão abertas as inscrições para seleção de candidatos aos cursos de mestrado acadêmico e doutorado do Programa em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas, oferecido pelo Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). A chamada extraordinária atende à Ação Emergencial da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A iniciativa se destina a projetos que induzam a geração de conhecimento prático e específico, orientado especialmente à prevenção e ao combate da atual pandemia da Covid-19. Contempla também endemias e epidemias em geral que assolam o país, envolvendo áreas como: infectologia, epidemiologia, imunologia, microbiologia, biotecnologia, ou correlatas, cujos conhecimentos componham atuação coordenada nestas situações.

De natureza multiprofissional, o programa do INI forma docentes para o ensino de nível superior e pesquisadores qualificados para desenvolver pesquisas clínicas em doenças infecciosas. Ambos os cursos exigem dedicação em tempo integral.

  • Mestrado acadêmico: há quatro vagas, com duração máxima de 24 meses. Os candidatos devem ter graduação completa e serão oferecidas duas bolsas.
     
  • Doutorado: estão disponíveis quatro vagas, com duração mínima de 24 meses e máxima de 48 meses. É necessário ter graduação completa, e, preferencialmente, o título de mestre. Os candidatos sem título de mestre deverão atender aos pré-requisitos estipulados no edital. Serão oferecidas duas bolsas com 36 meses de duração (em caráter excepcional, poderão ser prorrogadas por mais 12 meses).

As bolsas serão concedidas preferencialmente para candidatos com projetos sobre Covid-19, podendo ser destinadas a alunos com propostas de trabalhos em outras endemias ou epidemias, caso estas não sejam totalmente preenchidas por aqueles que apresentarem projetos sobre Covid-19.

Toda a documentação para inscrição deverá ser entregue de forma eletrônica.

Confira o edital, o cronograma e faça a sua inscrição para o mestrado acadêmico ou para o doutorado.

Publicado em 12/05/2020

Ensp oferece 40 vagas de mestrado e doutorado em chamada emergencial para combater a Covid-19

Autor(a): 
Informe Ensp

Até o dia 20 de maio, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) seleciona candidatos aos cursos de mestrado e doutorado acadêmicos dos programas de pós-graduação em Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente, e Epidemiologia em Saúde Pública (2020.1). Trata-se de uma chamada extraordinária, que visa atender ao Programa Estratégico Emergencial de Prevenção e Combate a Surtos, Endemias, Epidemias e Pandemias, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O objetivo é selecionar candidatos para desenvolver projetos que induzam a geração de conhecimento relacionados, especialmente, à prevenção e ao combate da atual pandemia de Covid-19.

São oferecidas 40 vagas, distribuídas entre os programas de pós-graduação. Os candidatos devem ter diploma de graduação, em cursos reconhecidos pelo MEC, que atendam às exigências da instituição de ensino. Para os candidatos ao doutorado, pede-se que sejam, preferencialmente, portadores do título de mestre e possuam produção científica consolidada e relevante a ser avaliada pela Comissão de Seleção. Os candidatos deverão preencher o formulário eletrônico de inscrição no SIGA e enviá-lo, em PDF, junto com os demais documentos exigidos. Saiba mais e acesse a chamada dos cursos através dos links em cada programa, a seguir.

O programa da Capes e a chamada emergencial da Ensp

Com esta iniciativa, a Capes apoia projetos de pesquisa e formação de recursos humanos altamente qualificados, no âmbito dos Programas de Pós-graduação Stricto sensu, voltados ao enfrentamento da Covid-19 e em temas relacionados a endemias e epidemias típicas do Brasil. O programa está estruturado em duas dimensões: Ações estratégicas emergenciais imediatas e Ações estratégicas emergenciais induzidas em áreas específicas.

  • Pós-graduação em Saúde Pública: a coordenadora desse programa na Ensp, Marly Cruz, comenta o caráter emergencial da chamada. "O programa da Capes tem a finalidade de selecionar projetos que visem a produção de conhecimento e inovações cientificas e tecnológicas no campo da saúde pública, relacionados especialmente à prevenção e ao combate da atual pandemia do coronavírus". O Programa de Saúde Pública oferecerá dez vagas para o mestrado e quatro para o doutorado. "O edital está aberto para que todos possam ter acesso às exigências para participação da seleção. Muita atenção aos prazos", destaca. Acesse a chamada nas áreas de cada curso: mestrado e doutorado.
     
  • Pós-graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente: a coordenadora deste programa, Andréa Sobral, destaca o importante papel dos programas de pós-graduação no enfrentamento da Covid-19, por meio do desenvolvimento de pesquisas em várias áreas. Ela lembra que iniciativas como esta auxiliam no avanço do conhecimento sobre esta e também outras doenças relevantes para a saúde pública. “Há um déficit de saberes referente a aspectos cruciais para uma compreensão integrada no enfrentamento de emergências em saúde pública. Neste sentido, a produção do conhecimento científico a partir da formação de recursos humanos é fundamental para compreender essa pandemia e outras epidemias, no contexto do complexo panorama sanitário do país”. Acesse a chamada nas áreas de cada curso: mestrado e doutorado.
     
  • Pós-graduação em Epidemiologia em Saúde Pública: a chamada conjunta para alunos de mestrado e doutorado é uma importante contribuição no campo da educação em saúde, destaca a a coordenadora do programa, Enirtes Caetano. "Nós, pesquisadores de programas da área de saúde coletiva, mantemos nosso compromisso com a geração solidária de conhecimento. Nossos programas têm muito a contribuir em relação ao entendimento da doença em seus diversos aspectos. Esta chamada é uma das muitas ações colaborativas na comunidade acadêmico-científica da Ensp, que se soma a inúmeros esforços empreendidos na Fiocruz”, afirma. Acesse a chamada nas áreas de cada curso: mestrado e doutorado.

Processo seletivo será feito remotamente

Devido à pandemia de Covid-19, a seleção será realizada remotamente, por meio da plataforma Zoom. A Vice-direção de Ensino da Ensp recomenda que o candidato não deixe para se inscrever e enviar a documentação no último dia.

Todos os candidatos deverão enviar o formulário de inscrição, junto com a documentação exigida, para o e-mail do programa e curso escolhidos, que está disponível na chamada. A documentação deverá ser digitalizada e encaminhada em formato PDF. O limite total dos arquivos é 10 megabytes. Recomenda-se que os candidatos identifiquem os arquivos com o nome do candidato e dos respectivos documentos. O candidato receberá a confirmação da inscrição por e-mail.

Publicado em 18/03/2020

Campus Virtual Fiocruz lança Guia de Tecnologias Educacionais para facilitar atividades na pandemia

Autor(a): 
Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)

A pandemia do novo coronavírus vem mostrando a importância cada vez maior do uso das tecnologias digitais por toda a sociedade. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) dispõe de diversas plataformas no campo da educação, informação e comunicação em saúde – que neste momento de crise da saúde pública internacional assumem um papel central para que informações confiáveis e com base em evidências científicas circulem nas redes.

Para que professores, alunos e outros profissionais do ensino possam continuar realizando suas atividades, o Campus Virtual Fiocruz produziu o Guia de Utilização de Tecnologias Educacionais, como explica a coordenadora da iniciativa, Ana Furniel. “Criamos este espaço web como parte das ações de mobilização de toda a instituição para diminuir os impactos da pandemia. Neste momento é ainda mais importante incentivar as aulas virtuais e oferecer alternativas para garantir que os professores e alunos consigam manter suas atividades. Do contrário teremos problemas com a agenda educativa”.

No guia, estão disponíveis informações sobre como solicitar Ambiente Virtual de Aprendizagem (Moodle), cadastrar aulas no Educare, transmitir aulas por webconferências e transmitir defesas de teses e dissertações. Quem acessar o hotsite também vai encontrar tutoriais sobre videoaulas e ferramentas disponíveis para chats, reuniões por vídeo, compartilhamento de telas, gravação das sessões, entre outras.

Acesse aqui o Guia de Utilização de Tecnologias Educacionais.

Mais ações no campo da educação na Fiocruz

O Guia se insere num conjunto de ações que a Vice-presidência de Educação, Informação e Educação tem adotado, desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou a pandemia, e das diretrizes das autoridades brasileiras, lembra a coordenadora geral da Educação, Cristina Guilam. “Temos trabalhado de forma bastante articulada às diretrizes e orientações do Ministério da Saúde. Além das orientações gerais do Plano de Contingência da Fiocruz, organizamos um conjunto de Orientações Complementares para os Programas de Pós-Graduação Stricto sensu e os cursos Lato sensu, que devem ser adaptadas por cada unidade”.

Entre as medidas que devem ser adotadas estão a suspensão de aulas presenciais em locais com transmissão comunitária e número expressivo ou crescente de casos, que devem ser substituídas, sempre que possível, por atividades remotas.

Publicado em 16/03/2020

Prêmio Oswaldo Cruz de Teses: edição 2020 está com inscrições abertas

Autor(a): 
Campus Virtual Fiocruz

Incentivo à produção de conhecimento acadêmico: a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) abre as inscrições para o Prêmio Oswaldo Cruz de Teses 2020. A iniciativa concede prêmios a teses de elevado valor para o avanço do campo da saúde, em diversas áreas de atuação da Fundação. É possível se inscrever até o dia 1º de julho.

Podem concorrer autores de teses defendidas entre maio de 2019 e abril de 2020, nos cursos da Fiocruz e de cursos nos quais a Fiocruz participa de forma compartilhada. Esses últimos devem estar registrados na Coordenação Geral de Educação (CGE) da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz). Será selecionada uma tese de cada uma das áreas abaixo:

• Ciências Biológicas aplicadas e Biomedicina
• Medicina
• Saúde Coletiva
• Ciências Humanas e Sociais

Cada premiado vai receber um certificado e apoio de até R$ 7.500 para participação em evento acadêmico-científico nacional ou internacional.

Para saber mais, acesse a chamada e o regulamento. E continue acompanhando as próximas etapas do prêmio, aqui, no Campus Virtual Fiocruz.

Publicado em 14/03/2020

Presidência da Fiocruz orienta a suspensão de aulas nas unidades do Rio de Janeiro

Autor(a): 
Coordenação de Comunicação Social - Presidência (CCS/Fiocruz) | Foto: Unsplash

Tendo em vista decisões de autoridades locais e a transmissão sustentada do vírus no estado do Rio de Janeiro, a Presidência da Fiocruz orienta a suspensão de aulas e demais eventos por 15 dias nas unidades localizadas na cidade do Rio de Janeiro. A situação será monitorada e atualizada periodicamente.

Em relação às atividades de ensino, a Coordenação Geral de Educação (CGE), da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação, divulgou orientações complementares com critérios gerais que se aplicam a toda Fiocruz. O documento trata de cinco questões principais (acesse aqui):

1. Eventos acadêmicos ad doc (p.ex, simpósios, seminários, oficinas, encontros)
2. Viagens internacionais e nacionais
3. Qualificação de projetos e defesas finais (dissertações, teses, TTC)
4. Aulas e atividades presenciais em turmas
5. Aulas e atividades à distância (webconferência e alternativas pedagógicas)

A Presidência da Fiocruz está acompanhando a evolução da pandemia, em conformidade com o Plano de Contingência divulgado na sexta-feira (13/03) e que será periodicamente atualizado. O documento está disponível no Portal Fiocruz.

Publicado em 15/01/2020

Curso qualifica profissionais de saúde para assistência a crianças com síndromes congênitas causadas por Zika e Storch

Autor(a): 
Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)

O Brasil teve quase 3,5 mil casos confirmados de microcefalia e outras alterações possivelmente ligadas ao vírus zika, entre 2015 e 2019, segundo o Ministério da Saúde. Mais da metade das notificações ocorreu na região Nordeste, onde o aumento de casos de microcefalia foi relatado primeiramente: no estado de Pernambuco. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) foi uma das protagonistas na investigação e no enfrentamento dessa emergência sanitária no país, que foi reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) pela rapidez com que atuou.

Uma das iniciativas estratégicas neste sentido tem sido a qualificação de profissionais e gestores de saúde. Por isso, está aberta a segunda oferta do curso Atenção Integral às Crianças com Alterações do Crescimento e Desenvolvimento, relacionadas às Infecções Zika e Storch (síndromes causadas por sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e herpes vírus). A qualificação é voltada a profissionais de saúde, principalmente médicos e enfermeiros. O curso é gratuito e realizado à distância. Os interessados já podem se inscrever aqui pelo Campus Virtual Fiocruz.

Saiba mais sobre o curso

Lançado em 2019, o curso é uma parceria entre o Ministério da Saúde (por meio das Secretarias de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, de Atenção à Saúde e de Vigilância em Saúde), a Fiocruz Pernambuco, a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), o Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) e o Campus Virtual Fiocruz. O objetivo é qualificar profissionais de saúde atuantes em Atenção Primária ou Estratégia de Saúde da Família (ESF), para que estejam aptos a proceder no apoio a crianças que tenham alterações motoras relacionadas a ambas as infecções virais.

Em 2020, a vigilância de anomalias congênitas e de doenças raras é uma das prioridades do governo federal, de acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira. “Nós faremos esse trabalho integrado com outros ministérios e outras instituições, buscando principalmente a integração das ações de vigilância com a Atenção Primária, que promove as ações de cuidado a esses pacientes”, declarou, em dezembro do ano passado.

Um dos objetivos da qualificação é permitir que os profissionais atuem de forma sistemática e padronizada, proporcionando um atendimento qualificado, principalmente a populações mais vulneráveis e que residam em áreas remotas e de difícil acesso. Espera-se, ainda, que a iniciativa ajude a estabelecer estratégias de encaminhamento dos casos encontrados. Para isso, os participantes do curso vão contar com a experiência prática de assistência e pesquisa que a Fiocruz vem acumulando ao longo dos anos, orientada pelas diretrizes clínicas propostas pelo Ministério da Saúde. Destaca-se, também, que a especialistas de várias unidades da Fundação participaram da concepção do curso, agregando diferentes abordagens.

O conteúdo está dividido em quatro unidades didáticas, que abordam: o contexto epidemiológico do Zika e Storch; o desenvolvimento infantil em uma perspectiva do cuidado ampliado em saúde na ESF; a avaliação neuropsicomotora na ESF; e estratégias de orientação e seguimento na perspectiva da ESF. A fim de disseminar estes conhecimentos de forma ampla, a qualificação é oferecida à distância (EAD). Os alunos têm acesso a recursos educacionais como vídeos com especialistas, games, textos de apoio e outros. No total, são 30 horas-aula online.

Ao oferecer o curso pela segunda vez, a Fiocruz reitera seu compromisso com ações integradas para pesquisa, ensino e assistência, a partir de um olhar voltado para a atenção integral à saúde. As inscrições ficam abertas até o dia 27 de junho, através deste link.

Saiba mais: Brasil apresenta balanço após 4 anos de epidemia do zika

Publicado em 16/12/2019

Formação no SUS e para o SUS: acesse a cobertura do 1º Seminário de Residências em Saúde da Fiocruz

Autor(a): 
Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz)

Um marco importante para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz): nos dias 5 e 6 de dezembro, a instituição realizou seu 1º Seminário de Residências em Saúde. O encontro reuniu residentes, docentes, preceptores, gestores, profissionais dos programas de Residência em Saúde da Fiocruz, além de representantes de órgãos do setor e da sociedade, para debater desafios e perspectivas da formação para o Sistema Único de Saúde (SUS). Organizado pela Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz), o Seminário aconteceu na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz).

Na abertura do evento, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, celebrou a união de esforços nos mais diversos níveis — que se expressava na composição da mesa, com representantes dos ministérios da Educação (MEC) e da Saúde (MS), do Conselho Nacional de Saúde, de órgãos estaduais e municipais de ambos os setores, e da Fundação.

Para superar desafios, a presidente destacou também outros pontos: o fortalecimento de espaços de debate e compartilhamento de experiências, como o Fórum de Residências em Saúde da Fiocruz; a ampliação de parcerias, e a continuidade de ações institucionais no âmbito da gestão, a fim de garantir direitos previstos na Constituição Cidadã (1988). “Hoje, pela manhã, fiquei muito tocada ao participar da doação do acervo de David Capistrano, uma figura central para a nossa discussão aqui. Vale lembrar que o SUS é uma construção recente, do ponto de vista histórico, e que antes de 1988 a maior parte da população não tinha acesso a serviços de saúde”, disse Nísia. Ela finalizou comentando o grande desafio que é oferecer condições para que os profissionais das residências possam ser agentes de transformação frente às desigualdades sociais no Brasil. “Espero que todas essas questões também possam iluminar os 120 anos da nossa instituição, para que cada cidadão possa dizer ‘Eu sou Fiocruz’”, afirmou.

Uma rede que cresce e fortalece a formação no campo da saúde

Para que a sociedade se beneficie da formação no SUS e para o SUS, é preciso fomentar a cooperação em rede, principalmente numa conjuntura extremamente desafiadora no setor público. Esta foi a tônica das falas dos convidados da mesa de abertura e nas palestras que se seguiram (leia mais: Gestores, conselheiros, profissionais e estudantes debatem os desafios das residências em saúde).

Anna Teresa Moura, subsecretária de Pós-graduação, Ensino e Pesquisa em Saúde do Estado do Rio de Janeiro, destacou a necessidade de fortalecer parcerias para que o Estado não se ocupe apenas das questões de financiamento, mas qualifique também a área acadêmica e pedagógica. Neste sentido, a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, comentou sobre a importância dos preceptores. “Precisamos pensar na formação de quem forma e atua conjugando o ensino e a prática: são eles que acompanham de perto os profissionais que vão atuar nos serviços de saúde”.

Por sua vez, o vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz enfatizou a experiência institucional no debate sobre territórios saudáveis, a partir de um olhar integral da educação em saúde orientada pelos compromissos com o desenvolvimento sustentável. Para ele, por ser uma instituição estratégica de Estado, a Fundação tem um papel central na articulação de órgãos governamentais e movimentos sociais. Menezes demonstrou preocupação com ações afirmativas, mudanças na Estratégia Saúde da Família, toxicologia e meio ambiente, saúde mental dos profissionais que atuam nas residências e as desigualdades regionais. “Precisamos nos integrar mais, aprender e explorar a convergência com os consórcios que envolvem os conselhos de saúde em todos os níveis e as universidades, buscando a ampliação de parcerias”.

Participantes do Seminário aprofundam o olhar sobre os temas em palestras e oficinas

Os temas foram aprofundados na segunda parte do evento, nas palestras e debates (dia 5/12) e nas oficinas (dia 6/12). As palestras foram ministradas por: Adriana Coser (coordenadora das Residências em Saúde da Fiocruz); Aldira Samantha (coordenadora-geral de Residências em Saúde/MEC); Kelly Cristine Mariano do Amaral (Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde - SGTES/MS); Manoel Santos, representante do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RJ (Cosems); Priscilla Viégas (conselheira do Conselho Nacional de Saúde). A moderação do evento foi feita pela pesquisadora Adriana Aguiar, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), que organizou o livro Preceptoria em programas de residência: ensino, pesquisa e gestão

Leia mais sobre o Seminário

Gestores, conselheiros, profissionais e estudantes debatem os desafios das residências em saúde
Seminário de Residências em Saúde da Fiocruz: um novo espaço de debates e construção coletiva

Publicado em 13/12/2019

UNA-SUS inscreve para cursos sobre Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa

Autor(a): 
Campus Virtual Fiocruz | Foto: Unsplash

Até o dia 20 de dezembro é possível se inscrever em cursos de qualificação em Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa, oferecidos pela Escola de Governo Fiocruz, por meio da Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). Todas as qualificações estão disponíveis na modalidade à distância (EAD). Saiba mais sobre os cursos abaixo, e clique nos links para se inscrever.

Abordagem familiar e manejo das fragilidades e da rede de apoio
O curso aborda a participação da família e a mobilização da rede de apoio para a melhoria da qualidade de vida de idosos em situação de fragilidade. Os alunos vão compreender a complexidade da atuação das equipes de Atenção Básica, seu trabalho em rede e sua atuação em contexto domiciliar e comunitário.

Ações estratégicas para saúde da pessoa idosa
Mapeia a população idosa sob a responsabilidade das equipes de Atenção Básica, visando o planejamento das ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e atenção à saúde. São estudados quatro temas: mapeamento da população idosa, capacidade funcional da pessoa idosa, planos de ação e cuidado, rede de atendimento e suporte.

Avaliação multidimensional da pessoa idosa
O curso aborda quatro temas: avaliação multidimensional, avaliação clínica, avaliação psicossocial e avaliação funcional.

Caderneta de saúde da pessoa idosa
Qualifica o participante no cuidado à saúde da população idosa na Atenção Básica, abordando temas como: promoção da saúde, trabalho em equipe, acolhimento, avaliação da capacidade funcional e visitas domiciliares.

Condições clínicas e agravos à saúde frequentes em pessoas idosas
Aborda integralmente a saúde da pessoa idosa, conhecendo as peculiaridades de certas condições e agravos. Para isso, trata dos seguintes temas: visão geral da abordagem clínica de pessoas idosas, peculiaridades das manifestações clínicas em pessoas idosas, os gigantes da geriatria, gerenciando o cuidado.

Envelhecimento da população brasileira
Identifica os fatores que influenciam o contexto do envelhecimento da população brasileira. Os alunos vão aprender sobre: envelhecimento da população em números, conceitos relacionados ao envelhecimento, funcionalidade global da saúde, políticas voltadas à população idosa.

Publicado em 11/12/2019

Congresso Brasileiro de Epidemiologia aceita propostas de atividades até o dia 28/12

Autor(a): 
Abrasco

A comissão científica do 11º Congresso Brasileiro de Epidemiologia está com chamada pública aberta para a contribuição de grupos de pesquisa, grupos temáticos da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e programas de pós-graduação. Serão aceitas propostas enviadas até 28 de dezembro.

Esta iniciativa visa ampliar o leque de atores envolvidos nas proposições de temas de interesse para a epidemiologia brasileira, bem como ampliar as fontes de recursos financeiros que assegurem a sustentabilidade do evento, mantendo a excelência que vem sendo uma de suas marcas desde a primeira edição. O tema da 11ª edição é Epidemiologia, Democracia e Saúde: conhecimentos e ações para equidade.

As propostas podem ser para a realização de mesas-redondas, palestras ou cursos. As mesas-redondas devem contar com dois a três expositores e um moderador. Terão duração de duas horas, com apresentação e debate. Já as palestras terão duração de uma hora e contarão com apenas um expositor. Os cursos serão oferecidos no pré-congresso, com duração de 8h, 12h ou 16h.

Cada proponente poderá sugerir até duas atividades. O envio das propostas deve ser feito exclusivamente por meio de formulário eletrônico. O resultado da avaliação será comunicado a todos os autores proponentes até 28 de fevereiro de 2020.

Acesse aqui a chamada pública. Para saber mais, visite o site da Abrasco.

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