Estão sendo oferecidas duas bolsas para pós-doutores que tenham interesse em integrar a equipe do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS). Os candidatos devem enviar propostas até o dia 3 de junho.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) criaram um programa especial de fomento a doutores, que tem o objetivo de mobilizar e fortalecer a missão de traduzir conhecimento científico em benefícios para a população brasileira. Nesse sentido, serão selecionados bolsistas de estágio pós-doutoral, que se juntarão às equipes do CDTS.
As áreas preenchidas pelas bolsas serão Biologia Computacional (aplicada em sequenciamento de nova geração) e Gestão de Patentes, especificamente em Biologia Molecular, Bioquímica, Microbiologia, Biotecnologia ou Biomedicina.
Os bolsistas serão selecionados por grupo coordenador nomeado pela Capes, considerando o curriculum vitae, a experiência prévia na área de interesse e a qualidade do projeto. Os resultados do processo seletivo serão divulgados a partir do dia 24 de junho. O início das atividades está previsto para julho do ano corrente e a data exata será definida entre os aprovados e o responsável pela equipe do CDTS.
Caso queira participar, envie propostas para o e-mail capes.cdts@cdts.fiocruz.br. E acesse mais informações sobre o edital aqui.
Acompanhe o site do CDTS para as próximas etapas!
De 28 a 30 de maio, acontece o I Encontro da Rede Sudeste de Repositórios (RIAA/Sudeste), no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão. O evento é promovido e realizado pela RIAA/Sudeste, organizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnologia em Saúde (Icict/Fiocruz) e da UFRJ. Nos três dias do encontro, haverá palestras técnicas sobre temas relacionados aos repositórios institucionais, além de questões relevantes como: preservação digital e curadoria digital, direitos autorais, ciência aberta, dados de pesquisas e novas tecnologias. Conheça a programação aqui.
Em 2017, foi criada a Rede Sudeste de Repositórios Digitais (RIAA/Sudeste), que visa superar desafios relacionados a criação, otimização, sustentabilidade dos repositórios digitais, institucionais e temáticos, promovendo a cooperação entre seus participantes. Composta atualmente por 42 instituições de ensino e pesquisa, a RIAA estimula o compartilhamento de informações e experiências por meio de encontros e atua no alinhamento das políticas de acesso aberto em âmbito nacional e internacional.
A Rede Sudeste faz parte da Rede Nacional de Repositórios coordenada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), fortalecendo a colaboração entre profissionais da área de informação em instituições de ensino e pesquisa. Assim, promove parcerias, trabalhos em equipe e uma maior percepção sobre a qualidade e a quantidade da produção científica produzida pelas instituições da Região Sudeste.
Inscreva-se aqui!
Serviço
Evento: I Encontro da Rede Sudeste de Repositórios (RIAA/Sudeste)
Data: 28 a 30 de maio
Horário: 9h às 16h
Local: Av. Athos da Silveira Ramos, 274 - Auditório Roxinho (Prédio do CCMN) - Cidade Universitária - Rio de Janeiro (RJ)
Após o período para recursos, a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) disponibiliza o resultado final da seleção interna do Programa Institucional de Internacionalização (PrInt Fiocruz-Capes). Foram concedidas 32 bolsas para doutorado sanduíche.
Os bolsistas fazem parte de três redes temáticas de pesquisa: a Rede Integrativa de Ciência e Tecnologia para o Enfrentamento de Doenças Infecciosas e Reemergentes (Ricei); a Rede Integrativa de Doenças Crônicas de Origem Não Infecciosas (Ricroni) e a Rede Integrativa para Enfrentamento das Desigualdades em Saúde (Rides).
Confira a ata do processo e acesse o resultado final.
O Campus Virtual Fiocruz parabeniza todos os selecionados, deseja uma ótima viagem e bons estudos! Acompanhe todas as novidades ligadas ao PrInt através do novo site.
Fortalecendo sua Política de Internacionalização e ampliando a formação de redes internacionais, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lança o site do seu Programa Institucional de Internacionalização (PrInt). Neste espaço, estudantes, professores, pesquisadores e coordenadores de curso e outros interessados terão acesso a editais, redes temáticas e conteúdos ligados ao PrInt Fiocruz.
O Programa fomenta os planos estratégicos de internacionalização da Fiocruz, a fim de: formar redes de pesquisa internacionais, fortalecer a cooperação, promover a mobilidade e aprimorar a qualidade da produção acadêmica da pós-graduação.
Na Fiocruz, o PrInt está sob a responsabilidade da coordenadora geral de Educação da Fiocruz, de Cristina Guilam, no âmbito da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz).
O projeto foi criado em 2018, para concorrer ao edital nº41/2017 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e foi aprovado com os programas da Fiocruz que apresentaram notas 5, 6 e 7 na avaliação da agência.
Desde a sua concepção, o PrInt foi um processo colaborativo, que envolveu o trabalho conjunto de diversas unidades da Fundação e parcerias com instituições internacionais. Neste sentido, foi criado um Grupo de Trabalho, que definiu a estrutura, os objetivos e os coordenadores das redes internacionais. Também foram realizadas oficinas com coordenadores de programas e representantes de ensino. Hoje, o PrInt funciona ativamente e já concedeu bolsas de doutorado sanduíche a estudantes da Fiocruz.
Clique aqui para conhecer o novo site do PrInt. E viva a internacionalização!
Em nome da lei, você tem o direito de... adquirir conhecimentos! Já está disponível a série Marcos Legais, que integra a Formação Modular em Ciência Aberta, oferecida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desta vez, o público da série vai poder refletir sobre temas como: propriedade intelectual, direitos autorais, direito de acesso à informação e proteção de dados pessoais.
E o que esperar da nova temporada? Quem conta um pouco sobre o que vem por aí é a coordenadora desta série de cursos, Bethânia Almeida, do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/ Fiocruz Bahia). “A Fiocruz está debatendo junto à comunidade acadêmico-científica a formulação de sua política de ciência aberta. É nosso papel estimular a reflexão crítica, oferecendo informações sobre este contexto tão atual. O objetivo central é debater as relações entre os marcos legais nacionais, a abertura e o compartilhamento de dados para pesquisa na perspectiva da ciência aberta”, diz.
É muito importante respeitar e cumprir o que está ordenado no arcabouço jurídico nacional, lembra a coordenadora. "Como há muitas informações sobre ciência aberta, é mais fácil assegurar os direitos de pesquisadores, instituições e cidadãos, se as práticas forem fundamentadas em padrões éticos, legais e regulatórios", afirma.
A série Marcos Legais é formada por dois cursos, que tratam da relação entre abertura de dados e marcos legais nacionais. O primeiro curso da série 2, Propriedade intelectual aplicada à ciência aberta, já está com inscrições abertas aqui no Campus Virtual Fiocruz.
Conheça o curso Propriedade intelectual aplicada à ciência aberta
Você sabe como expressões da criatividade humana podem ser protegidas e reutilizadas seguindo normas jurídicas e tratados internacionais? É disso que trata o curso Propriedade intelectual aplicada à ciência aberta. Em 15 aulas, serão abordados conceitos de direitos autorais, propriedade intelectual e propriedade industrial. Ao final do curso, os alunos saberão tanto sobre direito autoral quanto sobre aspectos relacionados à autoria e à propriedade industrial e características de patentes, quando se trata da abertura de dados. E como é bom contar com quem entende destes casos, não é? Com nossos especialistas, você só tem a ganhar em seu processo de aprendizado!
Unidade 1 (Allan Rocha de Souza - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
Aula 1: Propriedade Intelectual: Direitos Autorais | Aula 2: História | Aula 3: Direitos Autorais - Autoria | Aula 4: Direitos Morais | Aula 5: A obra protegida e não protegida | Aula 6: Direitos Patrimoniais | Aula 7: Domínio público | Aula 8: Limitações aos direitos autorais e usos livres | Aula 9: Transferência de Direitos Autorais
Unidade 2 (Roberto Silveira Reis - Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Aula 1: Os desafios da inovação | Aula 2: Propriedade Intelectual: Propriedade Industrial | Aula 3: As patentes e a criação do sistema internacional de proteção da Propriedade Industrial | Aula 4: Para que servem e quais informações encontramos nas patentes? | Aula 5: O modelo vigente da proteção das inovações | Aula 6: Ciência Aberta - possibilidade de um novo modelo
Acesse toda a Formação Modular em Ciência Aberta
Até o final de 2019, a Fiocruz oferecerá quatro séries desta formação, num total de oito cursos. Até agora, já foram lançados os cursos O que é ciência aberta? e Panorama histórico da ciência aberta, ambos da série 1.
Todos os microcursos são oferecidos na modalidade de educação à distância (EAD). Os inscritos podem acessar as aulas online, quando e de onde quiserem, gratuitamente. Os cursos são independentes entre si. Ou seja: não é preciso cursar um para se inscrever em outro, mas quanto mais completa a formação, melhor, né?
O curso 1 da série Marcos legais será ofertado durante um ano (o prazo termina em 6 de maio de 2020). Até esta data, os alunos devem fazer a avaliação final online. A cada curso, é feita uma avaliação. É necessário obter nota igual ou maior que 70 para ser aprovado(a) e receber o certificado de conclusão — que é emitido em até cinco dias úteis.
A Formação Modular em Ciência Aberta é uma realização da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz), através do Campus Virtual Fiocruz. Os microcursos são resultados de uma parceria entre a Coordenação de Informação e Comunicação (VPEIC), o Campus Virtual Fiocruz, a Escola Corporativa Fiocruz e a Universidade do Minho (Portugal).
Você tem interesse em pesquisa qualitativa e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável? O prazo para submissão de resumos no primeiro Simpósio sobre o Uso de Evidências Qualitativas para Tomada de Decisão na era dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável foi prorrogado até o dia 12 de maio.
A organização do evento estimula a participação e informa que haverá a disponibilidade de bolsas para pesquisadores de países de baixa e média renda.
O evento, promovido pelo Ministério da Saúde, Fiocruz Brasília e Instituto Norueguês para a Saúde Pública, será realizado na Fiocruz Brasília entre os dias 9 e 11 de outubro. Os resumos devem ser submetidos no site do evento, sobre temas relacionados à educação, meio ambiente, saúde, direitos humanos, desenvolvimento social, ciência e tecnologia, bem-estar, entre outros. As apresentações de resumos e workshops para o simpósio estão disponíveis neste link.
O Simpósio
As inscrições para participação presencial no simpósio serão abertas em breve, com expectativa de participação de representantes de diversos países. Os interessados nos temas do simpósio podem ainda fazer o registro para o simpósio virtual, que incluirá webcasts ao vivo das sessões e oportunidades para participação das discussões plenárias. Participe do diálogo registrando-se no simpósio virtual.
Segundo os organizadores, é necessária ação multissetorial para se alcançarem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), que requer uma compreensão profunda e contextualizada das necessidades, pontos de vista e experiências de uma ampla gama de interessados e de como as políticas impactam em diferentes grupos e setores, e sobre equidade e inclusão social. A pesquisa qualitativa pode desempenhar um papel crítico no fornecimento desse tipo de evidência e na garantia da representação de diversas vozes.
O evento promoverá debates e colaborações sobre formas inovadoras de usar evidências qualitativas para ampliar e humanizar processos de tomada de decisão e políticas para alcançar os ODS. O simpósio também explorará as ferramentas e os métodos necessários para apoiar a tradução de evidências qualitativas em políticas e práticas, e examinará formas de fortalecer a capacidade nessa área, particularmente no Sul global.
Pesquisadores e financiadores de pesquisa, formuladores de políticas e outros usuários de evidências, além de interessados no tema estão entre os convidados a participar do encontro, que proporcionará oportunidades para compartilhar com uma comunidade multissetorial suas experiências e ideias sobre o uso de evidências qualitativas para apoiar a tomada de decisões. Segundo os coordenadores, uma ampla gama de organizações de diversos setores está contribuindo para o desenvolvimento de uma programação interessante e inovadora para o simpósio.
O Museu da Vida, departamento da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), foi premiado no 16° Congresso da RedPOP (Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnología en América Latina y el Caribe), realizado de 22 a 25 de abril no Panamá, com o tema Viva a ciência!. Esse é o mais importante prêmio oferecido a pessoas e instituições que se dedicam à popularização da ciência na América Latina e Caribe. Na cerimônia de premiação, o Museu da Vida foi representado por Marina Ramalho, coordenadora do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica (NEDC), e Diego Bevilaqua, ex-chefe do Museu e atual assessor em divulgação científica da COC.
A cada dois anos, em seus congressos, a RedPOP premia aqueles que se destacam por suas contribuições à divulgação científica na região. Em 2019, além do Museu da Vida (na categoria Centros e Programas), também foi premiada Elaine Reynoso, da Universidad Nacional Autónoma de México (na categoria Especialistas).
A RedPOP tem como objetivo contribuir para o fortalecimento, o intercâmbio e a cooperação entre grupos, programas e centros de divulgação científica na América Latina e Caribe, bem como estimular novas iniciativas de popularização da ciência e tecnologia na região. Ao oferecer o prêmio, a RedPOP busca reconhecer iniciativas que se sobressaem por sua criatividade, originalidade, rigor e impacto.
Os candidatos inscritos para concorrer à premiação são avaliados por um júri independente, formado por três especialistas de renome no campo, indicados pela direção executiva da RedPOP.
A candidatura do Museu da Vida ao prêmio aconteceu em um momento bastante significativo de sua trajetória. Ao mesmo tempo em que celebrava as conquistas alcançadas em 2018, o Museu se preparava para desafios ainda mais expressivos em 2019, ano em que comemora seu 20º aniversário. Essas conquistas e desafios exemplificam como, ao longo de duas décadas, o Museu da Vida não só se consolidou como um equipamento científico-cultural de referência na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, como também expandiu seu alcance e impacto para outros bairros e municípios, com uma atuação marcada pela promoção da inclusão social e da participação cidadã.
Em 2018, o Museu da Vida recebeu mais de 65 mil visitantes no campus Manguinhos, um recorde de público desde sua criação, em 1999. Se somarmos os visitantes das exposições itinerantes e do Ciência Móvel, esse número ultrapassa 300 mil. Mais do que um destaque em termos quantitativos, esse recorde adquire outro significado se considerarmos a desigualdade em todas as escalas que temos no Brasil: ele representa o resultado de um compromisso com a acessibilidade plena, visando à inclusão social de públicos historicamente excluídos e sem acesso a equipamentos de cultura.
O compromisso com a acessibilidade plena se torna ainda mais expressivo à luz da iminente ampliação das atividades do Museu da Vida, em razão do Plano de Requalificação do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM), em curso desde 2014 e, atualmente, já em fase de implantação – em acordo assinado em dezembro do ano passado, recebeu apoio financeiro de R$ 10 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O Plano propõe novos usos e ocupações para a área histórica da Fiocruz, que remonta ao início do século 20, à atuação de Oswaldo Cruz e a capítulos importantes da história da saúde no Brasil. Essa área compreende não só o Castelo Mourisco, mas também outras edificações centenárias, como a Cavalariça, o Pavilhão do Relógio e o Pombal, além de outros espaços, como a Praça Pasteur e o Caminho Oswaldo Cruz.
O Plano do NAHM não só amplia o acesso do público ao patrimônio arquitetônico e aos acervos culturais da saúde pública brasileira, como também representa uma nova dinâmica de visitação ao Museu da Vida, expandindo suas áreas de exposição de longa duração e intensificando sua relação com o território. O Plano transforma o campus Manguinhos da Fiocruz em um "campus parque", a ser apropriado pelas comunidades interna e externa, agregando as dimensões institucionais, da divulgação científica e cultural, do patrimônio cultural e do lazer.
Essa visão ampliada está refletida no primeiro Plano Museológico do Museu da Vida (2017-2021), fruto de um trabalho coletivo de planejamento e gestão com o objetivo de dar a dimensão e o sentido do papel deste Museu: servir à sociedade e agir como elemento do Estado para a melhoria da qualidade de vida da população e a transformação da realidade social. Hoje, às vésperas de completar seu 20º aniversário - foi fundado em 25 de maio de 1999 -, o Museu da Vida comemora sua maturidade institucional, reconhecida pelo prêmio recebido nesta edição 2019 do Congresso da RedPOP.
Quer saber quem vai em frente em mais uma fase rumo ao doutorado sanduíche? Depois dos recursos, saiu a lista final das candidaturas homologadas às bolsas para doutorado sanduíche. A seleção faz parte do Programa Institucional de Internacionalização (PrInt Fiocruz-Capes), que oferece 32 bolsas de estágio, com duração mínima de 6 meses, e máxima de 12 meses.
A Comissão de Avaliação seleciona candidatos distribuídos em três redes temáticas de pesquisa: a Rede Integrativa de Ciência e Tecnologia para o Enfrentamento de Doenças Infecciosas e Reemergentes (Ricei); a Rede Integrativa de Doenças Crônicas de Origem Não Infecciosas (Ricroni) e a Rede Integrativa para Enfrentamento das Desigualdades em Saúde (Rides).
Parabéns a todos que foram selecionados nesta fase! Acesse aqui a lista final das candidaturas homologadas.
A Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz (VPEIC/Fiocruz) acaba de divulgar a lista dos candidatos homologados para bolsas na modalidade doutorado sanduíche, no âmbito do Programa Institucional de Internacionalização (PrInt Fiocruz-Capes).
Fique atento: se a sua candidatura não estiver homologada, isso pode significar que um ou mais dos pré-requisitos não foram cumpridos. Nesse caso, os candidatos poderão entrar com recurso no dia 18 de abril. O resultado final dos selecionados será divulgado no dia 19 de abril, aqui no Campus Virtual Fiocruz.
Sobre o programa
Um dos objetivos do programa é fomentar a construção, a implementação e a consolidação de planos estratégicos de internacionalização de instituições de ensino superior (IES) ou institutos de pesquisa que possuam programas de pós-graduação Stricto sensu de excelência. Serão oferecidas até 32 bolsas.
Acesse aqui a lista das homologações. E boa sorte!
Entre os dias 8 e 11 de abril, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deu mais um passo no debate da ciência aberta e dos dados gerados pela pesquisa. Pesquisadores e diretores de unidades se reuniram para refletir e aprimorar a gestão e o compartilhamento de dados na pesquisa, em duas oficinas promovidas pela Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz).
Os participantes trocaram experiências – por meio de apresentações, rodas de conversa e atividades em grupo – e puderam opiniar sobre temas como: dados FAIR (Findable, Accessible, Interoperable, and Re-usable), os desafios da abertura de dados, a política institucional de gestão, e a abertura e o compartilhamento de dados. Estas questões de ciência aberta foram discutidas na perspectiva de pesquisadores, editores, financiadores e das instituições de pesquisa e ensino.
Visão global na base da formação de multiplicadores
As duas oficinas foram conduzidas por um dos pioneiros no assunto, Eloy Rodrigues (Universidade de Minho, Portugal), e pelo pesquisador Pedro Príncipe, da mesma instituição.
Na primeira, intitulada Visão estratégica sobre gestão de dados, os participantes foram apresentados ao cenário global e etapas que diferentes atores (financiadores, instituições de pesquisa e ensino, entre outros) estão seguindo para implantar a gestão de dados na pesquisa. O conceito — que tem sido bastante discutido pela comunidade acadêmico-científica — refere-se, essencialmente, a planejar a melhor forma de se organizar e usar os dados gerados pela ciência. Eloy comentou sobre o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Fundação neste sentido: “A Fiocruz já está avançada na preparação da sua estratégia de gestão de dados, e, agora começa a implementá-la. O estamos fazendo aqui é ajudando a estruturar os próximos passos".
Já a segunda oficina, Formação de formadores, teve como foco capacitar um grupo inicial em métodos, técnicas e ferramentas para que atuem como multiplicadores de conhecimento, participando da elaboração de novas oficinas. O objetivo é criar condições para organizar ações de formação cada mais eficazes, participativas e interativas na Fiocruz. A coordenadora de Comunicação e Informação da VPEIC/Fiocruz, Paula Xavier, destacou este momento de capacitação. "Para implantar a gestão e a abertura de dados, é fundamental que todos os envolvidos compreendam as questões estratégicas, relacionadas à nova forma de organização da pesquisa. Ao mesmo tempo, lidam com aspectos instrumentais, como o desenvolvimento de competências para elaborar planos de gestão de dados e depósitos em repositórios de dados”.
Uma abordagem muito assertiva, na visão do diretor do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Fábio Russomano, que participou das oficinas: “Isto aqui é uma revolução. Sou diretor de um Instituto que abriga centenas de pesquisadores, que agora podem trabalhar com outros paradigmas. São novas formas de fazer pesquisa. Creio que em alguns anos não haverá outra forma”, disse.
Fiocruz oferece cursos livres sobre ciência aberta
Um dos materiais de apoio utilizados na oficina foram os microcursos de Formação em Ciência Aberta, oferecidos através do Campus Virtual Fiocruz. A iniciativa, que integra as estratégias da Fiocruz de apresentar à comunidade o movimento da ciência aberta, foi criada para abordar as diversas práticas, expectativas e controvérsias sobre o assunto. Que tal se capacitar também? Acesse!