Estão abertas até 21 de outubro as inscrições para o 8º Seminário Fluminense de Pós-Graduandos em História e a 8ª Jornada de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (PPGHCS/COC/Fiocruz). Promovido pela Anpuh-Rio e pelo PPGHCS, o evento será realizado em conjunto entre os dias 29 de novembro e 1 de dezembro, com atividades presenciais e virtuais síncronas. As apresentações de trabalhos estão abertas a todos os mestrandos, mestres, doutorandos e doutores ligados a qualquer programa de pós-graduação e que desenvolva pesquisa clara na área da História. As inscrições estão disponíveis até 21 de outubro.
O objetivo principal do Seminário é promover o intercâmbio das pesquisas que vêm sendo realizadas pelos discentes dos programas de pós-graduações do estado do Rio de Janeiro, com a participação de professores nas especialidades de cada área temática como debatedores. Esta oitava edição abriga ainda a 8ª Jornada de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde do PPGHCS (COC/Fiocruz).
A abertura do encontro será realizada no dia 29 de novembro, às 10h, presencialmente no Auditório do Museu da Vida Fiocruz, em Manguinhos (RJ), com transmissão ao vivo pelo YouTube da Casa de Oswaldo Cruz. As sessões virtuais de apresentação de trabalhos poderão ser acessadas via Zoom pelos participantes inscritos.
Para inscrições e programação completa, acesse o site da Anpuh-Rio.
‘Povos, diversidades, hierarquias’ será o tema da terceira edição do seminário internacional ‘Ciência, saúde e ambiente: independências do Brasil?’, promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). As atividades do dia 30 de setembro começam com a aula inaugural de Magda Ricci (Universidade Federal do Pará) e apresentação da coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) da COC, Kaori Kodama. Esta edição será toda online, com transmissão pelo Youtube da COC.
Além da conferência de abertura de Magda Ricci (UFPA), a programação de 30 de setembro contará com as mesas-redondas 'Lutas pela Independência e os horizontes da diversidade' e 'Falar e narrar a nação: possíveis construções de cidadania no pós-independência'. A organização desta edição é de Tânia Salgado Pimenta e Kaori Kodama (COC/Fiocruz).
Organizado pelo PPGHCS e pelo Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde (Depes), o seminário é composto por quatro eventos ao longo do ano, com debates reunindo pesquisadores brasileiros e estrangeiros em torno do tema. As conferências também contam com intérpretes de libras.
A primeira edição do seminário foi realizada em 27 de maio com o tema 'Instituições científicas, comunidades imaginadas e construção da nação' e conferência de abertura de Lilia Moritz Schwarcz (USP).
Confira abaixo tudo que rolou na primeira edição do seminário:
Mesa-redonda: Museus: lugares de ciência, representações da nação
Mesa-redonda: Ciência, educação e sociedade
A segunda, em 1º de julho, teve como tema 'A construção do território independente', com abertura de Júnia Furtado (UFMG).
Confira abaixo tudo que rolou na segunda edição do seminário:
Mesa-redonda: Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil
Mesa-redonda: Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais
A quarta e última edição está marcada para 25 de novembro, com o tema 'Descolonizações: local, atlântica, global'. A organização geral do seminário é de Lorelai Kury, Dominichi Miranda de Sá, Maria Rachel Fróes da Fonseca e Kaori Kodama (COC/Fiocruz).
30/09 - Povos, diversidades, hierarquias
09h30 - Conferência de abertura
Convidada: Magda Ricci (Universidade Federal do Pará)
Mediação: Kaori Kodama (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
11h - Mesa-redonda - Lutas pela Independência e os horizontes da diversidade
Vânia Losada (UFRRJ)
Luiz Geraldo Santos da Silva (UFPR)
Fernanda Oliveira (UFRGS)
Mediação: Maria Rachel Fróes da Fonseca (COC/Fiocruz)
14h30 - Mesa-redonda - Falar e narrar a nação: possíveis construções de cidadania no-pós independência
Marcos Abreu Leitão de Almeida (pós-doc Harvard University)
Olga Ferreira Coelho Sansone (USP)
Pedro Daniel Souza (UNEB)
Mediação: Lorelai Kury (COC/Fiocruz)
Com a tese Etnografia, arqueologia e indigenismo no Museu Paulista: índios, colonização e a construção do Brasil Meridional de Hermann von Ihering (1894-1916), o historiador Breno Sabino Leite de Souza recebeu o prêmio Melhor Tese de Doutoramento em História das Ciências 2022, concedido pela Sociedade Brasileira de História das Ciências. Desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), a tese, defendida em 2021, teve orientação da historiadora Kaori Kodama.
A partir de pesquisas etnográficas realizadas no Museu Paulista durante o período em que Hermann von Ihering atuou como diretor da instituição, entre 1894 e 1916, o estudo mostra que o cientista alemão forjou um projeto político para o Brasil Meridional, que compreenderia os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, em que os povos indígenas representavam um empecilho ao “progresso” brasileiro fundamentado na imigração europeia, destacadamente alemã.
De acordo com a pesquisa, os trabalhos de Hermann von Ihering no Museu Paulista são observados como um dos projetos de nação e de indigenismo que disputavam um lugar na política brasileira durante a Primeira República.
A cerimônia de premiação será realizada durante o 18º Simpósio Nacional de História da Ciência e da Tecnologia, que ocorrerá entre os dias 7 e 10 de setembro de 2022, na Universidade de São Paulo (USP).
A Casa de Oswaldo Cruz (COC) está com inscrições abertas para dois programas de mestrado: mestrado em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde e mestrado profissional em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde. Cada programa disponibiliza 15 vagas, e as inscrições estão abertas até 10 de outubro e 14 de dezembro, respectivamente.
Mestrado em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde
O programa de pós-graduação em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde destina-se à formação de pesquisadores qualificados, possibilitando o desenvolvimento de novos conhecimentos para o diálogo o entre saúde, ciência, tecnologia e sociedade, capazes de induzir o desenvolvimento de novas ferramentas, ações e estratégias para o campo da divulgação científica. As inscrições estão abertas até o dia 10 de outubro.
O objetivo é a formação, em nível de mestrado acadêmico, de pesquisadores qualificados para a produção de novos conhecimentos, que visam incrementar o diálogo entre saúde, ciência, tecnologia e sociedade e capazes de induzir o desenvolvimento de novas ações e estratégias para o campo da divulgação científica. A divisão do programa é feita em três linhas de pesquisa:
- Linha 1: Cultura científica e sociedade
Abrange reflexões sobre a dimensão cultural e social da ciência, da tecnologia, da saúde e do meio ambiente. Nesta dimensão da cultura científica, busca-se compreender, de forma crítica e analítica, a dinâmica das relações entre as diferentes esferas sociais e os processos históricos de produção, consolidação e difusão da ciência na contemporaneidade.
- Linha 2: Educação, comunicação e mediação
Reúne um conjunto de investigações que envolvem a interface entre as áreas da educação e da comunicação em ciência, tecnologia, saúde e meio ambiente, na mediação entre o conhecimento científico e a sociedade. Busca analisar as formas particulares de organização e constituição das práticas de educação e de divulgação da ciência nos distintos meios, espaços e contextos sóciohistóricos nos quais estes processos se desenvolvem.
- Linha 3: Estudos de público/audiência
Reúne análises com foco nos distintos públicos/audiências das diferentes atividades educativas e de divulgação científica (museus, exposições, TV, mídia impressa, Internet, mídias sociais, rádio, expressões artísticas, etc). Abarca diversas áreas do conhecimento, entre as quais comunicação, museologia, educação e sociologia, em interface com a divulgação científica. Inclui estudos de percepção pública da ciência; percepção de risco; estudos culturais e de recepção; estudos de público; entre outros.
O resultado das inscrições estará disponível a partir de 9 de dezembro. As aulas serão, em geral, ministradas no campus da Fiocruz em Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro. Prioritariamente, elas acontecerão de segunda a quarta-feira, das 9h às 17h.
Confira aqui o edital completo do curso.
Mestrado profissional em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde
O programa é destinado a profissionais das áreas das ciências humanas, ciências sociais aplicadas e ciências da saúde que atuam na preservação do patrimônio cultural ou que tenham interesse em ingressar no campo. As inscrições se encerram no dia 4 de novembro.
O curso visa capacitar profissionais ou recém-formados para atuar na gestão de diferentes tipos de patrimônio (documental, arquitetônico, museológico, biológico e imaterial) a partir de uma reflexão crítica sobre procedimentos de salvaguarda, conservação e divulgação. A ideia é preparar alunos e alunas para o desenvolvimento de ações de intervenção com base em discussões conceituais e em estratégias de planejamento, monitoramento e avaliação de resultados, bem como colaborar na formatação de projetos de educação patrimonial e divulgação de bens culturais. A divisão do programa é feita em duas linhas de pesquisa:
Linha 1: Patrimônio Cultural: história, memória & sociedade
A linha de pesquisa busca dar subsídios para que os alunos possam problematizar a construção do reconhecimento e da valorização de determinados registros/objetos como itens a serem preservados no tempo. Assim, a linha pretende abarcar discussões acerca das interfaces entre memória e patrimônio, destacando a cultura material e imaterial das ciências e da saúde, suas mediações e sua importância nos processos institucionais.
Linha 2: Patrimônio Cultural: preservação e gestão
Esta linha visa fomentar pesquisas, estudos e produtos voltados ao debate contemporâneo sobre a gestão do patrimônio cultural, compreendendo operações, procedimentos e atores envolvidos nos processos de produção, constituição, organização, uso e salvaguarda de acervos institucionais e pessoais, sobretudo aqueles formados a partir das práticas ligadas à área das ciências e da saúde.
O resultado final das inscrições será divulgado a partir de 14 de dezembro. As aulas serão ministradas no formato presencial, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro, às terças e quintas-feiras, entre 9h e 17h, a partir de março de 2023.
Estão abertas as inscrições para o curso presencial Quando as epidemias terminam: síndromes pós-virais e deficiências. Oferecido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC), o objetivo é conectar a história de epidemias de doenças virais com a história social de seu legado de mais longo prazo para a população e refletir sobre os conhecimentos e práticas necessárias para minimizar essas consequências. As inscrições estão abertas até o dia 16 de setembro no Campus Virtual.
O curso discute as consequências biopsicossociais das grandes epidemias/pandemias. Relaciona o rescaldo de surtos de doenças virais com a história social de incapacidades e acompanhará o caso específico de “distúrbios funcionais” – patologias caracterizadas por sintomas, como dor, fadiga ou manifestações neurológicas, que não podem ser evidenciados por testes objetivos. Essas patologias são vistas por alguns especialistas como pelo menos parcialmente psicossomáticas, sendo, portanto, negligenciadas e/ou estigmatizadas.
As grandes epidemias normalmente seguem uma narrativa bem estabelecida: elas têm um ponto de partida, um período caracterizado pelo rápido aumento das infecções, sua estabilização e depois seu declínio, trazido por intervenções humanas, aumento da imunidade do rebanho, mutações do patógeno ou ambos. Uma vez superada, a epidemia tende a ser rapidamente esquecida, embora algumas pessoas por ela afetadas sofram sequelas de longo prazo. Tematizar as vítimas de um evento que se busca esquecer é fundamental para compreender a parte oculta da doença e as possibilidades de intervir em seu processo para benefício da população.
Espera-se que os participantes adquiram conhecimentos e ampliem as reflexões sobre os aspectos menos conhecidos do legado social dos eventos epidêmicos. Também objetiva-se ampliar a visão crítica dos participantes nas questões relacionadas aos determinantes sociais da saúde, as iniquidades e as questões interseccionais que levam às diferentes formas das epidemias atingirem as diferentes camadas da população.
São 25 vagas disponíveis. As aulas serão realizadas de 5 a 31 de outubro, das 13h30 às 17h. O critério para seleção é análise de carta de interesse e currículo, enviados durante o processo de inscrição. O resultado será divulgado em 30 de setembro.
Estão abertas as inscrições para o curso livre de Preservação Digital, promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC). O evento será realizado entre os dias 11 de agosto e 29 de setembro de 2022, das 09h às 12h, e tem como objetivo apresentar e discutir um conjunto de orientações e procedimentos técnicos relevantes para as ações de preservação de acervos culturais. As inscrições vão até 29 de julho através do Campus Virtual da Fiocruz.
Coordenado por Marcos José de Araújo Pinheiro e Marcus Vinícius Pereira da Silva, o curso terá transmissão remota e tem como público-alvo arquivistas, bibliotecários, museólogos, profissionais de tecnologia da informação e do campo audiovisual e alunos de pós-graduação stricto-sensu. Serão abordados aspectos relacionados à formulação de políticas de preservação de acervos digitais, à gestão de riscos, aos padrões e modelos de preservação digital, aos formatos de arquivo e metadados, às ferramentas e fluxos de trabalho e ao repositório digital confiável para preservação digital – Archivematica. Ao final, serão apresentadas algumas experiências de preservação digital desenvolvidas na Fiocruz.
Após a inscrição no Campus Virtual da Fiocruz, o candidato deverá encaminhar uma carta de intenção, esclarecendo os motivos que o levaram a escolher o curso, e seu currículo. Uma vez aprovado, deverá efetuar matrícula pessoalmente no Centro de Documentação e História da Saúde/Casa de Oswaldo Cruz, até o dia anterior ao início das aulas, munido de um retrato 3x4 e dos originais e cópia dos documentos de identidade, CPF e comprovante de escolaridade. No total, são 40 vagas disponíveis, e o resultado das inscrições será divulgado no dia 08 de agosto. O critério para seleção é análise de carta de interesse e currículo que apresentem conexões profissionais ou de pesquisa com preservação digital. Para o recebimento do certificado, o candidato deverá ter no mínimo 75% de participação.
Coordenação dos Cursos de Extensão
Anderson Boanafina
Informações
Secretaria Acadêmica
Centro de Documentação e História da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (CDHS/COC)
Av. Brasil, 4365 Manguinhos, Rio de Janeiro
Tel.: (21) 3865-2290
Horário de atendimento ao público: 9h às 16h
E-mail: secadcoc@fiocruz.br
Guia do Aluno
A construção do território independente será o tema da segunda edição do seminário internacional Ciência, saúde e ambiente: independências do Brasil?, promovido pela Casa de Oswaldo Cruz. As atividades do dia 1º de julho começam com a aula inaugural de Júnia Furtado (UFMG), intitulada Da conquista à colônia-metrópole: uma cartografia dos vocábulos políticos no contexto da Independência. Veja abaixo a programação completa. Os encontros acontecerão de modo híbrido, com público presente no Salão de Conferências do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), em Manguinhos (RJ), e transmissão pelo Youtube da COC. As conferências também contarão com intérpretes de libras.
Organizado pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) e pelo Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde (Depes), o seminário será composto de quatro eventos ao longo do ano, com debates reunindo pesquisadores brasileiros e estrangeiros em torno do tema.
A primeira edição do seminário foi realizada em 27 de maio com o tema Instituições científicas, comunidades imaginadas e construção da nação e conferência de abertura apresentada por Lilia Moritz Schwarcz (USP). No segundo semestre, serão realizados outros dois eventos: Povos, diversidade, hierarquias (30/09) e Descolonizações: local, atlântica, global (25/11). A organização geral do seminário é de Lorelai Kury, Dominichi Miranda de Sá, Maria Rachel Fróes da Fonseca e Kaori Kodama (COC/Fiocruz).
Além da conferência de abertura de Júnia Furtado (UFMG), a programação do dia 1º de julho, contará com as mesas-redondas Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil e Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais. A organização desta edição é de Lorelai Kury, Dominichi Miranda de Sá, Kaori Kodama, Stella Penido, Ingrid Fonseca Casazza e Ricardo Cabral de Freitas (COC/Fiocruz)
Confira a programação:
01/07 - A construção do território independente
8h30 - Café de recepção aos participantes.
9h às 10h - Conferência de abertura
Da conquista à colônia-metrópole: uma cartografia dos vocábulos políticos no contexto da Independência
Júnia Furtado (UFMG)
Mediação: Kaori Kodama (Fiocruz)
10h30 às 12h30 - Mesa-redonda: Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil
Maria Fátima da Costa (UFMT)
Francismar Alex Lopes de Carvalho (UERJ)
Iris Kantor (USP)
Mediação: Heloisa Gesteira (Mast)
14h às 16h - Mesa-redonda: Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais
Lea Velho (Unicamp)
Jaime Benchimol (Fiocruz)
Diogo Cabral (Trinity College Dublin, Irlanda)
Maria Verônica Secreto (UFF)
Mediação: Robert Wegner (Fiocruz)
Assista aos vídeos da primeira sessão do Seminário, realizado em 27 de maio com o tema Instituições científicas, comunidades imaginadas e construção da nação e conferência de abertura apresentada por Lilia Moritz Schwarcz (USP).
Refletir historicamente sobre as relações entre pobreza e saúde no Brasil a partir da abordagem de diferentes temas que funcionam como janelas através das quais se observa essa relação com mais detalhes e complexidade. Este é o objetivo geral do Curso de Inverno 2022 - Pobreza e saúde no Brasil em perspectiva histórica, que será realizado remotamente pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no Youtube. Promovido pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) da COC/Fiocruz, o curso é voltado a estudantes de graduação e pós-graduação e está com inscrições abertas no Campus Virtual Fiocruz até 4 de julho. As aulas acontecerão entre os dias 11 e 15 de julho. Os certificados serão emitidos aos participantes previamente inscritos que cumprirem a carga horária mínima da 75% da frequência.
Segundo os coordenadores da formação, as aulas servirão para os alunos obterem uma ideia mais abrangente sobre as potencialidades do campo da História das Ciências e da Saúde no Brasil a partir do aprofundamento de temas mais ou menos conhecidos do campo, apresentados por professores do PPGHCS e também por convidados.
As cinco aulas serão ministradas de segunda a sexta-feira, entre 14h e 16h, totalizando dez horas de carga horária. A programação do curso será composta de aulas sobre assistência e saúde no século 19: atuação das Santas Casas de Misericórdia no Brasil; gênero, saúde mental e vulnerabilidade social; políticas habitacionais e participação social; os cientistas sociais como promotores de mudança; e políticas de alimentação no Brasil: do leite mercenário às cozinhas solidárias.
Curso de Inverno 2022
Pobreza e saúde no Brasil em perspectiva histórica
coordenadores do curso: Carolina Arouca, Rachel Viana, Rômulo Andrade e Tamara Vieira
Inscrição: até 4 de julho
Apresentar e discutir o impacto do Antropoceno nos diversos campos do conhecimento, mas principalmente nas humanidades e nas artes. Este é o objetivo geral da 3ª edição do minicurso História, Ambiente e Conhecimento no Antropoceno, que será realizado remotamente pela Casa de Oswaldo Cruz entre 30 de maio e 3 de junho. Aqueles que quiserem obter certificado de participação devem se inscrever até 26 de maio no Campus Virtual Fiocruz. Voltado para pessoas de diferentes áreas das ciências humanas e naturais interessadas no debate sobre o Antropoceno na história do conhecimento, das relações com o ambiente e com os saberes indígenas, o minicurso terá transmissão aberta pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no Youtube.
A coordenação do minicurso é dos professores e pesquisadores da COC André Felipe Cândido da Silva, Magali Romero Sá e Dominichi Miranda de Sá. A carga horária é de 28 horas, divididas em sete turnos, durante os quatro dias.
Esta edição contará com a participação dos professores Renzo Romano Taddei (Unifesp); Alyne Costa (PUC-Rio); Ewa Domanska (Adam Mickiewicz University e Stanford University), Juliana Fausto (Universidade Federal do Paraná); Marina Pereira Penteado (Universidade Federal do Rio Grande); Rodrigo Turin (Unirio); e Sineia do Vale (Líder Indígena da etnia Wapichana).
Os duzentos anos da independência do Brasil e o centenário da Semana de Arte Moderna, completados em 2022, serão debatidos pela Casa de Oswaldo Cruz durante o seminário internacional Ciência, saúde e ambiente: independências do Brasil?. Organizado pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) e pelo Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde (Depes), o seminário será composto de quatro eventos ao longo do ano, com debates reunindo pesquisadores brasileiros e estrangeiros em torno do tema. Os encontros acontecerão de modo híbrido, com público presente no salão de conferências do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), em Manguinhos (RJ), e por transmissão ao vivo pelo Youtube da COC. As conferências também contarão com intérpretes de libras. O primeiro encontro promovido pelo seminário acontecerá no dia 27 de maio, cujo tema central é "Instituições científicas, comunidades imaginadas e construção da nação". A conferência de abertura "O sequestro da Independência em 4 tempos: 1822, 1922, 1972, 2022 será apresentada por Lilia Moritz Schwarcz (USP). Na sequência, serão realizadas as mesas-redondas Museus: lugares de ciência, representações da nação; e Ciência, educação e sociedade.
A segunda edição do Seminário também já tem data marcada. Será realizada em 1º de julho, com o tema: A construção do território independente. A conferência de abertura "Da conquista à colônia-metrópole: uma cartografia dos vocábulos políticos no contexto da Independência" será apresentada por Júnia Furtado (UFMG). Em seguida, serão realizadas as mesas-redondas Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil; e Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais.
No segundo semestre, serão realizados outros dois eventos: Povos, diversidade, hierarquias (30/09) e Descolonizações: local, atlântica, global (25/11). Em breve serão divulgadas todas as informações
Confira abaixo a programação completa dos primeiros dois eventos do seminário:
27/5 - Instituições Científicas, Comunidades Imaginadas e Construção da Nação
8h30: Abertura
9h às 10h: Conferência de abertura
O sequestro da Independência em 4 tempos: 1822, 1922, 1972, 2022
Lilia Moritz Schwarcz (Departamento de Antropologia/USP)
Mediação: Magali Romero Sá (Fiocruz)
10h às 12h30 - Mesa-redonda: Museus: lugares de ciência, representações da nação
Alda Heizer (JBRJ)
Nelson Sanjad (Museu Paraense Emílio Goeldi)
Regina Maria do Rego Monteiro de Abreu (Unirio)
Mediação: Jaime Benchimol (Fiocruz)
14h às 17h - Mesa-redonda: Ciência, educação e sociedade
Ildeu de Castro Moreira (UFRJ)
Paulo Knauss de Mendonça (UFF)
Luiz Antonio Cunha (Pesquisador Senior do CNPq)
Tatiana Marins Roque (UFRJ)
Mediação Luiz Otávio Ferreira (Fiocruz)
1°/7 - A construção do território independente
8h30 - Café de recepção aos participantes.
9h às 10h - Conferência de abertura
Da conquista à colônia-metrópole: uma cartografia dos vocábulos políticos no contexto da Independência
Júnia Furtado (UFMG)
Mediação: Kaori Kodama (Fiocruz)
10h30 às 12h30 - Mesa-redonda: Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil
Maria Fátima da Costa (UFMT)
Francismar Alex Lopes de Carvalho (UERJ)
Iris Kantor (USP)
Mediação: Heloisa Gesteira (Mast)
14h às 16h - Mesa-redonda: Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais
Lea Velho (UNICAMP)
Jaime Benchimol (Fiocruz)
Diogo Cabral (Trinity College Dublin, Irlanda)
Maria Verônica Secreto (UFF)
Mediação: Robert Wegner (Fiocruz)