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Publicado em 02/08/2023

4ª edição do Prêmio Gonçalo Moniz homenageia a pesquisadora Aldina Barral

Autor(a): 
Fiocruz Bahia

Com o objetivo de encorajar e premiar estudantes dos Programas de Pós-Graduação do IGM em diversas áreas da pesquisa, o Prêmio Gonçalo Moniz chega a sua 4ª edição, reunindo e integrando a comunidade científica da Fiocruz Bahia. Neste ano, a programação será realizada entre os dias 2 e 4 de agosto, presencialmente. Durante dois dias, os participantes selecionados poderão apresentar os seus trabalhos nas seguintes categorias: Mestrado Andamento, Mestrado Egressos, Doutorado Andamento e Doutorado Egressos. A programação também conta com a participação do vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, ministrando a palestra ‘Desenvolvimento Tecnológico e Inovação na Fiocruz e suas perspectivas’, no dia 3 de agosto, quinta-feira, às 14h. 

Homenagear membros da comunidade científica do IGM que contribuíram de forma relevante e deixaram sua marca na história e construção do instituto também está entre os principais objetivos do Prêmio. Por isso, esta edição é dedicada à pesquisadora titular da Fiocruz Bahia, Aldina Barral. A homenageada é médica formada pela Universidade Federal da Bahia, com Doutorado em Patologia Humana pela Universidade Federal da Bahia e tem uma marcante trajetória científica. 

Durante a sua carreira, Drª Aldina recebeu prêmios como o World Scientists Forum International Awards-Science & Medicine, em 2003; o Prêmio Cláudia, na categoria de Ciências, em 2008; foi nomeada comendadora da Ordem Nacional do Mérito Científico pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, em 2010; e recebeu o Prêmio Scopus Brasil, promovido pela Editora Elsevier e pela Capes, em 2010. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências, eleita em 2005, e em 2011 tornou-se também membro titular da Academia de Ciências da Bahia. Em 2022, foi agraciada com o Prêmio SBI Women in Science, da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI). 

Em 2020, a professora foi incluída em um ranking mundial de cientistas elaborado pelo Journal Plos Biology, que destacou os 100 mil cientistas mais influentes do mundo. Eleita pelos critérios de impacto da carreira e impacto do pesquisador em um único ano, Aldina Barral esteve entre os 600 cientistas brasileiros que integraram a lista.

Confira aqui a programação completa.

Saiba mais sobre a 4ª edição do Prêmio Gonçalo Moniz!

Publicado em 14/07/2023

Concurso Elisa Frota Pessoa premia artigos científicos - Inscrições até 31/8

Autor(a): 
Por Museu do Amanhã

Concurso Elisa Frota Pessoa, organizado pelo Museu do Amanhã, em parceria com a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, homenageia o pioneirismo dessa importante cientista, física experimental, que teve atuação expressiva no campo da ciência e da tecnologia, na cidade do Rio de Janeiro. As inscrições estão abertas até 31 de agosto!

Inscreva-se já!

O Concurso consistirá na seleção e premiação financeira dos melhores artigos científicos, tendo como tema: a ciência e a tecnologia na promoção da igualdade de gênero.

Poderão se inscrever nesse Concurso:

  • Alunas de Graduação, Mestrado ou Doutorado das áreas de Ciências Exatas, Biológicas, Sociais Aplicadas ou Humanas, que se identifiquem com o gênero feminino e que estejam matriculadas em instituições de ensino superior sediadas no Município do Rio de Janeiro.

Os trabalhos serão avaliados por uma comissão de especialistas, selecionada criteriosamente pelo Museu do Amanhã e pela Secretaria de Ciência e Tecnologia.

Os principais objetivos deste concurso são:

a) fomentar o debate acadêmico acerca das desigualdades de gênero;

b) divulgar o tema para além dos ambientes universitários;

c) promover o reconhecimento de trabalhos de excelência acadêmica, produzidos por mulheres, e fomentar sua divulgação;

d) levantar contribuições científicas relevantes para a sociedade.

Confira a chamada, os editais e retificações e inscreva-se até 31 de agosto!

Bateu dúvida?
Vem entender mais sobre os critérios para inscrição no Prêmio Elisa Frota Pessoa.

1 – Pós doutoras ou professoras de Instituições de Ensino Superior (IES) podem se inscrever?
R: Não, a premiação é destinada a alunas que estejam regularmente matriculadas em cursos de graduação e pós-graduação stricto-sensu.

2 – Autoras e co-autoras precisam estar regularmente matriculadas em IES?
R: Sim, é requisito obrigatório que as autoras e co-autoras estejam regularmente matriculadas em IES.

3 – Para concorrer ao prêmio é preciso estar regularmente matriculada em uma IES sediada no município do Rio de Janeiro?
R: Como primeira autora do artigo, sim, é necessário estar matriculada em uma IES com sede no município do Rio de Janeiro. Porém, para participar como co-autora é possível estar matriculada em IES sediada em outro município ou até em outro estado.

4 – É possível participar como autora de dois ou mais artigos submetidos ao edital?
R: Não. A mesma aluna não pode ser autora de dois ou mais artigos submetidos ao edital, seja como primeira autora ou como co-autora.

5 – Artigos já publicados em revistas científicas podem concorrer ao Prêmio? 
R:
 Não. Só serão aceitos artigos científicos inéditos.

6 – Artigos científicos escritos em inglês podem concorrer ao Prêmio?
R: Não, só serão aceitos artigos científicos que estejam redigidos em língua portuguesa.

 

#ParaTodosVerem Banner roxo com informações sobre o concurso: Prêmio Elisa Frota Pessoa.

Publicado em 14/07/2023

Referência na educação em Saúde recebe Medalha de Mérito da UFPI

Autor(a): 
Isabela Schincariol, com informações de Universidade Federal do Piauí

Com mais de cinco décadas de atuação nas áreas da educação e da gestão de recursos humanos em saúde, sendo uma referência na pós-graduação brasileira, Tânia Celeste Matos Nunes recebeu, da Universidade Federal do Piauí, a Medalha do Mérito em Saúde, promovida pelo Centro de Ciências da Saúde (CCS). A homenagem aconteceu em junho de 2023, em Teresina, Piauí, no âmbito da celebração pelos 40 anos da primeira turma do curso de especialização em Saúde Pública, oferecido pela UFPI em parceria com a Fiocruz, cujo processo de descentralização da formação de profissionais em saúde pública teve Tânia como uma de suas coordenadoras e principais articuladoras. A solenidade foi conduzida pelo reitor e vice-reitor da UFPI, Gildásio Guedes e Viriato Campelo, respectivamente; e pela proponente da homenagem, professora Zulmira Lúcia Oliveira Monte, também da UFPI.

+Saiba mais: UFPI entrega Medalha do Mérito em Saúde à pesquisadora da Fiocruz, Tânia Celeste

Durante a homenagem, Gildásio Guedes destacou a importância de valorizar os pesquisadores que atuam na construção de conhecimento e na formação de profissionais de excelência. Já o vice-reitor, Viriato Campelo, que foi também aluno dessa primeira turma do curso de especialização em Saúde Pública - chamada na época de turma de saúde pública moderna do Piauí - enfatizou que os resultados dessa formação tiveram consequências positivas que são sentidas até os dias de hoje. "Não só a Universidade ganhou, mas a sociedade também”, afirmou Campelo.

"Educação não é uma coisa que se dá, é uma coisa que se alimenta"

A homenageada, professora Tania Celeste, contou que a emoção foi enorme não somente pela valorização da Medalha em si, mas especialmente por tê-la feito rememorar toda a história desse trabalho que realiza há algumas décadas. Como destaque da síntese apresentada sobre seu perfil, ela apontou o apoio à formação de quadros para o Estado por meio dos cursos descentralizados, é claro, mas destacou o histórico que traçaram sobre sua vida. Segundo ela, essa é uma característica dessa premiação. Focam em um fato, mas analisam o perfil também, atestando que o premiado é consoante com as ideias que eles têm sobre o conceito de educador.

"Sinto muita gratidão por ter seguido um caminho onde eu posso, a essa altura da vida, colher esses frutos. Eu acho que a maior alegria do educador é quando reconhecemos que os educandos, os nossos estudantes, alunos de antigamente, tornam-se maiores do que você, maiores do que tudo, principalmente num país que precisa tanto de quadros da saúde pública. E lá tinham vários bons exemplos. Recentemente, com a pandemia de Covid-19, vimos a importância disso, de dispor dos sanitaristas Brasil afora", comentou ela. 

A expansão da especialização em saúde pública no Brasil

Tania lembrou que a política de formação descentralizada implementada a partir de 1975 pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) foi realmente muito abrangente e instalou no Brasil uma nova lógica. "Em 1977, fiz o curso na Bahia e nunca mais me apartei dos cursos descentralizados", disse ela, contando ainda que foi aluna em 1977, mas nos anos subsequentes passou a dar aula e/ou coordenar as turmas. "Em 1990, na gestão de Paulo Buss à frente da Ensp, vim para o Rio de Janeiro e assumi a coordenação dos cursos descentralizados na Escola. Lembro sempre que muitas pessoas me antecederam nesse trabalho, como Elsa Paim, Célia Leitão, Joaquim Alberto Cardoso de Melo e Hélio Uchôa, que foi a pessoa que instituiu os cursos descentralizados na Ensp, em 1975, sempre fundamentados a partir de uma parceria entre a Ensp, as secretarias estaduais de saúde e as universidades locais. E destaco ainda aqueles que comigo trabalharam: Sergio Koiffman, Otávio Cruz, José Inácio Jardim Motta, entre outros. Todas essas memórias passaram em minha cabeça durante a homenagem. Quantos companheiros e que riqueza de projeto é esse que planta, que joga sementes Brasil afora, trazendo para nós um resultado fantástico, e agora esse reconhecimento dado pelas instituições", se alegrou Tania.

"Essa homenagem foi muito afetuosa", disse ela, destacando ser muito agradecida à reitoria da Universidade e aos colegas que a propuseram, pois, segundo Tania, são companheiros. "Na verdade, esses cursos descentralizados instituíram, talvez, uma noção de família nacional de sanitaristas. E ao longo dos anos vamos revisitando essa família, ora no congresso de Ciências Sociais da Abrasco, ora no Abrascão, ora no de Epidemiologia... Os laços feitos com esses estados instituíram um caminho de ida e volta, porque educação é isso: não é uma coisa que se dá, é uma coisa que se alimenta a partir de um diálogo permanente. Professores e alunos aprendem e as instituições crescem e se fortalecem. Esse foi a visão de educação para o trabalho com a qual a Ensp sempre trabalhou, uma visão Freiriana sobre a troca em que professor, aluno e instituições beneficiam-se nesse diálogo. Nessa época, na década de 1970, a Ensp se reformulou, em grande articulação com órgãos nacionais e internacionais, a partir, especialmente, do grande entusiasmo e engajamento de figuras como Arlindo Fábio Gómez de Sousa, Sergio Arouca, Dalton Mario Hamilton, Eduardo Costa, entre outros. Portanto, essa homenagem foi também um grande reconhecimento à Escola. Foi um prêmio que dediquei à minha família, mas também a meus companheiros e equipes de todos os tempos que comigo trabalharam", detalhou. 

Ainda bastante emocionada, Tania defendeu que os "descentralizados" são o "espelho de um trabalho - nós da Ensp, a Ensp dentro da Fiocruz, nós da Fiocruz e Ensp com os estados -, são grandes famílias que vão se recortando. A Ensp teve grande contato com a diversidade nacional e contribuiu para a formulação de uma política que hoje é permanente, feita por universidades e escolas de saúde pública. E a Escola Nacional fez, e ainda faz, tudo isso com muito afeto, respeito e carinho, por muitas vezes buscando complementaridade, em todas as suas expressões. Tania rememorou também suas experiências de rede, a rede da Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) a rede da Ensp, a Rede de Escolas de Saúde Pública e outras vivências que teve ao longo dos tempos, como as mais recentes, como o trabalho com a coordenadora-geral de Educação da Fiocruz, Cristina Guilam, e com a então vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação e atual ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima.

Presenças especiais e outras homenagens 

Muitos ex-alunos da primeira turma estiverem presentes na homenagem em Teresina, como Astrogecílio Nogueira Cavalcante, Celso Pires Ferreira, Conceição de Maria Rodrigues dos Santos, Joana Zélia Arcoverde de Castro e Marideia Neves da Costa. Na ocasião, também foram homenageados os professores Antônio José Medeiros, João Batista Mendes Teles e Raimundo José Cunha Araújo, e as servidoras técnico-administrativas Maria Luiza Macedo de Albuquerque (Lulu) e Maria de Fátima Davis Costa, ambas secretárias da primeira turma de especialização em Saúde Pública do Piauí. 

Além disso, participaram da cerimônia: a coordenadora-geral e a coordenadora adjunta de Educação da Fiocruz, respectivamente, Cristina Guilam e Eduarda Cesse; a coordenadora da Fiocruz Piauí, Jacenir Mallet; a professora associada da UFPI e membro do Núcleo de Estudos em Saúde Pública da Universidade (Nesp/CCS/UFPI) Lúcia Vilarinho; a pró-reitora de Ensino de Pós-Graduação da UFPI, Regilda Moreira Araújo; a diretora da Escola de Saúde Pública do Estado do Piauí, Maria de Jesus Dias; a assessora da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz e coordenadora adjunta do Lato Sensu, Isabella Delgado, e a vice-diretora de Ensino da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), Enirtes Caetano.

Em agosto de 2021, a professora e pesquisadora anunciou sua aposentadoria definitiva e apresentou os resultados de seu último projeto – Curso Piloto de Formação Pedagógica de Docentes da Fiocruz: em busca de novos padrões de ensino aprendizagem para as Escolas de Saúde – durante uma Câmara Técnica de Educação, uma iniciativa da Coordenação-Geral de Educação da Fiocruz, ligada à Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic), quando recebeu uma grande homenagem dos colegas de trabalho e amigos de longa data.

+Saiba mais: Com 32 anos de dedicação à Fiocruz, Tânia Celeste recebe homenagem durante Câmara Técnica de Educação

Já em maio de 2014, após sete anos à frente da Rede de Escolas e Centros Formadores em Saúde Pública, a entao pesquisadora da ENSP, Tania Celeste, deixou a condução da secretaria executiva da Rede. Em entrevista à Ensp TV, Tania Celeste falou sobre o projeto de criação dessa Rede, o processo de acreditação dos cursos e as principais ações da Rede fazendo um grande balanço de sua gestão.

+Saiba mais: Pesquisadora faz balanço de gestão à frente da Rede de Escolas

Publicado em 05/07/2023

Estudantes da Fiocruz recebem premiação em simpósio de imunologia

Autor(a): 
ICC/Fiocruz

Estudantes do Programa de Pós-Graduação em Biociências e Biotecnologia, do Instituto Carlos Chagas (ICC) – Fiocruz Paraná, foram premiadas durante o XIV Simpósio Sul de Imunologia, que ocorreu em maio, na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), no Rio Grande do Sul.

Nina de Moura Alencar venceu na categoria “Melhor apresentação oral entre alunos de mestrado”, ao apresentar os resultados de uma pesquisa sobre a resposta imune inicial contra a infeção por dengue e Zika em modelo murino, desenvolvida com orientação das pesquisadoras Pryscilla Wowk e Ana Luiza Mosimann. “Participar do Simpósio Sul de Imunologia foi uma ótima oportunidade de estar em contato com importantes imunologistas do nosso país, discutir resultados e ouvir feedbacks positivos quanto ao projeto que executei. Também foi ótimo conhecer os diferentes projetos que estão sendo realizados por esses pesquisadores”, conta Nina.

Já Fernanda Tomiotto Pellissier venceu como a “Melhor apresentação oral entre pós-doutores”, com o trabalho “Ação de peptídeos antimicrobianos contra Leishmania amazonensis: estudo in sílico e in vitro”, supervisionado pelos professores Wander Pavanelli e Pryscilla Wowk. O trabalho apresentado reúne informações sobre o potencial de desenvolvimento de um novo fármaco para o tratamento da Leishmaniose Cutânea, uma doença negligenciada com estimativa de aproximadamente 21 mil novos casos por ano no Brasil.  Veronica Vedam, Luiz Fernando Cardoso Garcia e Gabriel Dudeque também fizeram apresentações orais no simpósio.

Durante o evento, a pesquisadora Letusa Albrecht ministrou a palestra “Antígenos vacinais na malária e a longevidade da resposta humoral”, apresentando avanços e desafios no desenvolvimento de uma vacina contra a malária. “O Simpósio Sul de Imunologia é um dos eventos mais especiais que conheço. Ele tem os estudantes como protagonistas e promove muita interação entre os pesquisadores. O encontro deste ano teve trabalhos fantásticos desenvolvidos no Sul do Brasil, com foco em imunologia. Muitos desses trabalhos foram de estudantes do ICC”, afirma Letusa.

A delegação da Fiocruz Paraná foi composta por 22 integrantes, que apresentaram suas pesquisas, contribuindo para a divulgação dos projetos desenvolvidos no instituto.

 

*Fotos cedidas por participantes do evento.

Publicado em 04/07/2023

Prêmio Péter Murányi: R$250 mil para trabalhos em Ciência e Tecnologia

Autor(a): 
CGCOM/Capes

A edição de 2024 do Prêmio Péter Murányi, apoiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vai premiar três autores de realizações inovadoras em Ciência & Tecnologia. São R$250 mil, a serem distribuídos da seguinte maneira: R$200 mil para o primeiro colocado, R$30 mil para o segundo e R$20 mil para o terceiro. O edital e os formulários para cadastramento de instituição indicadora e para submissão de trabalho estão no site da Fundação Péter Murányi. As inscrições devem ser feitas até 31 de agosto.

O trabalho, que precisa ter tido resultados efetivos na aplicação prática e proporcionar melhoria comprovada na qualidade de vida, terá duas etapas de avaliação. A primeira, realizada por uma comissão técnica e científica, ocorrerá entre setembro deste ano e janeiro de 2024. Um júri, formado por catedráticos, personalidades e especialistas na área abordada ficará responsável pela segunda, que acontece em fevereiro. A cerimônia de premiação está prevista para abril.

Em sua 22ª edição, a premiação engloba quatro áreas temáticas, que se revezam a cada ano na seguinte ordem desde o início, em 2002: Saúde, Ciência & Tecnologia, Alimentação e Educação. Nesse tempo, foram avaliados 2.040 trabalhos, de 1.198 entidades cadastradas como instituições indicadoras. A Fundação Péter Murányi distribuiu cerca de R$3,65 milhões no total das 21 edições anteriores e tem entre os trabalhos vencedores o desenvolvimento de uma vacina tetravalente para dengue, leite humano em pó como medida alternativa para os bancos de leite, educação de jovens e adultos, prevenção das DST/Aids em escolas indígenas do Pantanal de Mato Grosso do Sul e biodesign do coração artificial pediátrico Incor.

Sobre o Prêmio Péter Murányi

Péter Murányi, empresário húngaro radicado no Brasil, falecido em 1998, foi o idealizador do prêmio. Após sua morte, seus filhos criaram uma Fundação que leva o seu nome, cuja finalidade principal é promover anualmente um prêmio destinado à pessoa física, de qualquer parte do mundo, que mais tenha se destacado na descoberta ou progresso científico, que beneficie o desenvolvimento e bem estar das populações situadas abaixo do paralelo 20 de latitude norte, especialmente o Brasil, seja no tocante à Saúde, Desenvolvimento Científico & Tecnológico, Alimentação e Educação, podendo ainda promover outras atividades culturais e assistenciais que contribuam para atingir seu objetivo.

 

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
(Brasília – Redação CGCOM/Capes)

Publicado em 16/06/2023

Sextas traz poeta nórdico e fala sobre as expectativas da manhã

Autor(a): 
Ana Furniel

O Sextas de Poesia de hoje apresenta o poema de um escritor nórdico, Kjell Heggelund, nascido em Hamar, Noruega. Foi um grande pesquisador da literatura, editor, poeta, tradutor e crítico literário norueguês. Ganhou vários prêmios e escreveu diversos livros ao longo de sua carreira.

O poema escolhido para esta semana é "Expectativas", um lindo texto que, entre a noite e o dia, nos fala sobre colher o "doce fruto da manhã".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

#ParaTodosVerem Foto de um cavalinho de balanço de madeira, atrás dele há uma janela onde entra a luz do sol com vista para uma área arborizada. No centro da foto, o poema de Kjell Heggelund.

Publicado em 12/06/2023

Abertas as inscrições do prêmio Mulheres na Ciência

Autor(a): 
CGCOM/CAPES

O prêmio ‘Mulheres na Ciência’, fruto da parceria entre a L’Oréal Brasil, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Agência das Nações Unidas para a Educação (Unesco), está com inscrições abertas até 17 de julho. Serão selecionadas sete pesquisadoras com projetos nas áreas de Ciências da Vida, Físicas, Químicas e Matemática. As vencedoras receberão uma bolsa no valor de R$ 50 mil para ser investida em suas pesquisas de doutorado. Para participar é preciso ter desenvolvido pesquisa durante os últimos quatro anos e concluído o doutorado até 01 de janeiro de 2015. No caso de mulheres com um filho, a conclusão do curso pode ser até 01 de janeiro de 2014; para as com dois ou mais, até 01 de janeiro de 2013. 

Inscreva-se já!

Outros requisitos exigidos são: realizar pesquisa em instituição brasileira adequada ao desenvolvimento do projeto e ter curriculum vitae atualizado na Plataforma Lattes. A premiação, que ocorre anualmente, já está na 18ª edição e tem o objetivo de promover o reconhecimento de mulheres no campo da ciência. As vencedoras serão homenageadas no segundo semestre de 2023.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
(Brasília – Redação CGCOM/CAPES)

 

Imagem 1: #ParaTodosVerem Banner com fundo azul, no centro os dizeres: Abertas as inscrições para o Prêmio Mulheres na Ciência, as vencedoras receberão bolsa no valor de R$ 50 mil para investimento em suas pesquisas de doutorado, inscreva-se até dia 17 de julho. No canto inferior direito a foto de uma mulher negra com cabelos pretos presos, ela veste uma blusa cinza e um jaleco branco, na sua frente um microscópio que ela está regulando, ela sorri para a foto.

Imagem 2: #ParaTodosVerem Banner com fundo azul, no centro informações sobre o Prêmio Mulheres na Ciência.

Imagem 3: #ParaTodosVerem Banner com fundo azul, no centro informações sobre a participação no Prêmio Mulheres na Ciência.

Publicado em 07/06/2023

Tese da Fiocruz recebe menção honrosa no Prêmio Compós. Trabalho está disponível em acesso aberto

Autor(a): 
Assessoria de Comunicação do Icict/Fiocruz

A jornalista Tatiana Clébicar Leite, doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fiocruz (PPGICS/Icict/Fiocruz), recebeu menção honrosa no Prêmio Compós de Teses e Dissertações 2023. A pesquisa 'Transver o mundo': o Dia Nacional da Visibilidade Trans pela ótica de pessoas, campanhas e notícias foi defendida em 2022, sob a orientação da professora do PPGICS, Kátia Lerner, pesquisadora do Laboratório de Comunicação e Saúde (Laces), além da coorientação de Guilherme Silva de Almeida, professor da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O trabalho está disponível em acesso aberto para download no Arca - Repositório Institucional da Fiocruz, plataforma coordenada pelo Icict/Fiocruz, e, em breve, será publicada pela Editora Fiocruz, no âmbito da chamada pública de livros autorais. 

A divulgação dos trabalhos vencedores e das menções honrosas foi realizada pela diretoria da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Compós). A tese ganhadora do prêmio foi Comunicadoras Indígenas e a Descolonização das Imagens, de autoria de Andrielle Cristina Moura Mendes Guilherme, doutora pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A cerimônia de premiação será no dia 4 de julho, durante o Encontro Anual da Compós 2023, que ocorrerá na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).

Desenvolvida no campo interdisciplinar da Informação e Comunicação em Saúde, a tese interessa-se, segundo a pesquisadora, pelos regimes de visibilidade que envolvem a questão trans, que abarca vivências de pessoas não contempladas pelo binarismo homem/mulher e que adotam identidades de gênero que incluem designações como transgêneros, transexuais, mulheres trans, homens trans, travestis e pessoas não-binárias. O objetivo geral do trabalho é compreender como vêm sendo construídas as formas de visibilidade de identidades trans no Brasil, a partir de seu reconhecimento formal em 2004, com a instituição do Dia Nacional da Visibilidade Trans, quando um grupo de travestis visitou o Congresso Nacional para promover a campanha "Travesti e respeito".

Além da menção honrosa no Prêmio Compós, Tatiana terá outro importante espaço para divulgação e difusão de sua pesquisa: seu trabalho foi selecionado na chamada pública de livros autorais da Editora Fiocruz. 'Transver o Mundo' foi um dos três originais contemplados pelo edital, que celebra os 30 anos da Editora. A previsão é que a obra seja publicada até dezembro de 2023.

Além de mestre e doutora pelo PPGICS, Tatiana Clébicar Leite tem especializações em Gênero e Sexualidade, Comunicação e Saúde e Relações Internacionais. Como jornalista, dedicou-se especialmente à cobertura de saúde. Na área de pesquisa, participou do Observatório Saúde na Mídia e do Grupo de Prevenção de Suicídio, ambos do Icict/Fiocruz. É formada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), onde também integra o grupo de pesquisa Diversidade Sexual, Cidadania e Religião. 

 

 

#ParaTodosVerem Banner com fundo branco e preto, no topo está escrito: Compós. Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação. Tese do Icict/Fiocruz recebe menção honrosa no prêmio Compós e será publicada em livro na Editora Fiocruz.

Publicado em 03/04/2023

Prêmio Maria José de Castro Rebello Mendes vai contemplar estudantes e pesquisadoras

Autor(a): 
Funag/MRE

A Fundação Alexandre de Gusmão (Funag), órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), torna pública a realização de concurso para a seleção de artigos no âmbito do Prêmio Maria José de Castro Rebello Mendes, instituído pela Portaria FUNAG nº 71, de 8 de março de 2023. Com vistas a estimular mulheres estudantes e pesquisadoras de todo o Brasil, bem como residentes no exterior, a refletir e escrever sobre política externa e relações internacionais, o prêmio será distribuído em duas categorias: estudantes de graduação ou graduadas em qualquer área de formação; e pesquisadoras com título de mestrado ou doutorado em qualquer área de formação.

Acesse aqui o edital completo!

A primeira colocada em cada categoria receberá prêmio em dinheiro no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) e terá seu artigo publicado na revista Cadernos de Política Exterior, do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (Ipri) da FUNAG. O prazo para inscrições se inicia às 8h do dia 13 de abril de 2023 e vai até às 23h59 do dia 5 de junho de 2023 (horário de Brasília).

As inscrições devem ser realizadas por meio do preenchimento de formulário disponível no site da Funag. O formulário deverá ser assinado e enviado para o seguinte endereço eletrônico: premio@funag.gov.br, com o título do e-mail: "Prêmio Rebello Mendes", e com documentos e comprovantes anexados.

Edital completo e ficha de inscricao disponivel no site da Funag. Nota: em caso de co-autoria, todas as autoras precisam ser elegíveis por uma das duas categorias (graduada ou pós-graduanda).

Publicado em 13/03/2023

Pesquisa de aluno da Ensp ganha Prêmio Eleutério Rodrigues Neto

Autor(a): 
Danielle Monteiro (Ensp)

A tese de doutorado em Saúde Pública Eficiência da Atenção Primária à Saúde nas capitais brasileiras: um estudo comparativo que considera os modelos de gestão adotados, de autoria do aluno da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), André Ramos, ganhou o Prêmio Eleutério Rodrigues Neto, concedido aos melhores trabalhos apresentados no Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão).

Em sua terceira edição, a premiação foi criada pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) em reconhecimento à importância do sanitarista para a Saúde Coletiva e a sua atuação na construção do Sistema Único de Saúde (SUS). A ideia é, além de homenagear Eleutério, fortalecer o espaço de valorização dos trabalhos apresentados no Abrascão.

O estudo foi apresentado e premiado durante a 13º edição do congresso, realizada em novembro de 2022, em Salvador.  A pesquisa teve como orientadora a vice-diretora da Escola de Governo em Saúde (VDEGS/Ensp), Marismary Horsth De Seta e, como segundo orientador, o professor e pesquisador da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Marcelo Battesini.

"Recebemos com muita satisfação o Prêmio Eleutério Rodrigues Neto, pelo reconhecimento da Associação Brasileira de Saúde Coletiva ao esforço para a realização do trabalho, que buscou valorizar o serviço público e o poder estatal na gestão das políticas sociais. Agradeço de maneira especial aos orientadores Marismary De Seta e Marcelo Battesini, por todo o apoio na pesquisa acadêmica, e externo meu respeito e carinho pela Ensp, instituição que me acolheu e capacitou na área da gestão, de excelência na formação em Saúde Pública, corroborada pela representação atual da nossa Ministra da Saúde, em tempo de reconstrução do país", afirma André.

O trabalho premiado analisou a eficiência das capitais brasileiras e do Distrito Federal na Atenção Primária à Saúde (APS) entre 2008 e 2019, a partir da experimentação da terceirização dos serviços de atenção básica mediante organizações sociais, empresa pública e fundações estatais de direito privado, ou a manutenção da gestão e da provisão mediante administração direta. A pesquisa revelou que as quatro capitais identificadas como de terceirização por modelos alternativos na APS não obtiveram maior eficiência perante a administração direta, assim como não evoluíram ao longo do tempo analisado. Em 2019, apenas capitais de gestão por administração direta conseguiram obter índice máximo de eficiência relativa na comparação entre as capitais. As quatro capitais com modelos gerenciais alternativos à administração direta não conseguiram atingir a fronteira de eficiência em nenhum dos anos contemplados na pesquisa.

Segundo André, o estudo confirma que os novos modelos de gestão não auferiram maior eficiência na APS em relação à administração direta. Os modelos alternativos tampouco trouxeram ganho de eficiência, contrariando a visão neoliberal de novo modelo de gestão, que acredita na maior eficiência com a adoção de fundamentos do mercado e inclusão de instituições privadas na “qualificação” da prestação de serviços públicos, especialmente nas políticas sociais.

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