A aula aberta do curso será realizada mediante inscrição prévia, e abordará os desafios contemporâneos da comunicação e saúde diante dos cenários de desinformação.
O encontro contará com a participação de Ana Regina Rêgo, da Universidade Federal do Piauí (UFPI), e Marco Schneider, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), ambos integrantes da Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD), profissionais com reconhecida atuação nacional no enfrentamento à desinformação. O diretor do Instituto, Adriano da Silva, e a vice-diretora de Ensino, Kizi Mendonça de Araújo, também estarão na mesa de abertura do evento.
Data: 10 de abril de 2026 (sexta-feira)
Horário: 9h às 12h
Local: Fiocruz Brasília – Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A
Importante:
Local: Fiocruz Brasília - Avenida L3 Norte, s/n Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A
Data: 10/04/2026
Período de inscrições: 31/03/2026 - 12h a 08/04/2026 - 12h
Quer mais informações sobre o curso?
Envie e-mail para: seca.icict@fiocruz.br
Quem tem ou convive com gatos vai se interessar por essa pesquisa. No dia 1º de abril de 2026, às 12h30, o Programa de Computação Científica da Fiocruz, vinculado à Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), realiza a primeira Sessão Colaborativa do ano, com a participação da médica veterinária e mestranda em Epidemiologia em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp), Mariana da Rocha, que fala sobre um estudo de uma zoonose transmitida por gatos, a esporotricose. A atividade é online e gratuita, pelo Zoom.
A esporotricose é causada por fungos do gênero Sporothrix e transmitida principalmente pelo arranhão ou mordida de gatos infectados. Desde os anos 1990, a doença, que ocorre tanto em gatos quanto em humanos, representa um desafio para a saúde pública fluminense, sendo classificada como endemia no estado do Rio de Janeiro.
Na sessão, Mariana apresenta resultados de sua dissertação: "Distribuição espaço-temporal dos casos de esporotricose animal e humana nas regiões de saúde do Estado do Rio de Janeiro (2007–2024)". Rocha integra dados de casos humanos e animais para identificar padrões de expansão da doença ao longo do tempo e do território.
Com os resultados, será possível subsidiar mais estratégias de vigilância, prevenção e controle, com atenção especial a áreas mais vulneráveis. Mariana da Rocha é orientada pela pesquisadora do PROCC, Aline Nobre. Nobre é doutora em Estatística e pesquisadora titular em saúde pública do Programa de Computação Cientifica (PROCC), além de docente permanente do Programa de Epidemiologia em Saúde Pública pela Ensp.
A formação de profissionais capazes de conduzir a transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS) de forma ética, segura e centrada nas pessoas é o foco do primeiro seminário do 34º Ciclo de Debates do Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde (Nethis) da Fiocruz Brasília, que será realizado em 26 de março, das 14h às 16h, em formato online.
Com o tema “Interação entre Instituições Formativas e Serviços de Saúde na Transformação Digital do SUS”, o evento abordará estratégias de integração que aproximam profissionais do SUS, instituições de ensino e comunidades na qualificação de trabalhadores da saúde.
As iniciativas incluem ações de letramento digital em saúde, voltadas ao desenvolvimento de habilidades para lidar de forma crítica e segura com informações e tecnologias. Contemplam também a criação de soluções para o cuidado e a gestão em saúde por meio de metodologias de inovação, com atenção especial às necessidades de populações em situação de vulnerabilidade.
A atividade será transmitida pelo canal do Fiocruz Brasília no YouTube. Confira a composição da mesa.
– Ana Estela Haddad, secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde
– Katarinne Moraes, professora da Universidade de Brasília (UnB) e coordenadora do grupo de trabalho sobre letramento digital no PET-Saúde Digital da UnB
– Michelle Filgueira, professora da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e coordenadora-geral do PET-Saúde Digital da UFT
Moderação:
– Felix Rigoli, coordenador do Observatório Odisseia – Nethis/Fiocruz Brasília
A Escola de Governo Fiocruz – Brasília emitirá certificado para os participantes inscritos que acompanharem a atividade. Não perca!
Próximos seminários: 23 de abril | 21 de maio | 25 de junho (sempre das 14h às 16h).
O 34º Ciclo de Debates integra a programação do Observatório Odisseia, projeto interinstitucional do Nethis realizado em parceria com o Centro de Pesquisas em Direito Sanitário (Cepedisa) da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da Secretaria de Informação e Saúde Digital (Seidigi) do Ministério da Saúde.
Mais informações: (61) 3329-4661 | nethis@fiocruz.br
Mulheres assumem a responsabilidade pelo cuidado de familiares idosos, crianças e pessoas com deficiência. Essa realidade brasileira escancara a desigualdade, a invisibilidade e a falta de direitos dessas mães, irmãs, filhas, esposas e outras mulheres que lidam com a sobrecarga para poder garantir o cuidado a quem precisa. Contudo, como cuidar da saúde de quem cuida?
No mês de março, que celebra a luta das mulheres, a edição 282 de Radis mostra como é a rotina de mulheres que cuidam e discute a importância da regulamentação da profissão de cuidador ou cuidadora e o papel da Política Nacional de Cuidados. Conheça três experiências voltadas para essas mulheres: o curso de formação na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz); a Cuidadoria de Mães, para mulheres que acompanham os filhos em longas internações no Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz); e o Programa Maior Cuidado de Belo Horizonte, que leva cuidadores profissionais a idosos com baixa renda.
Confira também na edição: a pesquisadora Inesita Araújo (Icict/Fiocruz) fala sobre sua trajetória e os desafios do campo da comunicação e saúde; pesquisa de opinião inédita revela percepções, sugestões e expectativas de quem lê e acessa Radis em todo o Brasil; documentário Coisa de Favela mostra trajetórias de transformação por meio da cultura.
A Aula Inaugural dos Programas de Pós-Graduação da Fiocruz Pernambuco será realizada no dia 26 de março, às 10h, no Auditório Frederico Simões Barbosa, aberta ao público em geral. A aula não contará com transmissão ao vivo.
Com o tema “Formar-se na Fiocruz: ciência, compromisso público e transformação social”, terá como palestrante a vice-presidente adjunta de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Eduarda Cesse.
O Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) realiza, nesta sexta-feira, dia 20 de março, às 10h, a sessão “Pandemia em Rondônia: da pequena história à grande história”.
A atividade contará com as apresentações de Luís Moreira Gonçalves, médico do Caps IJ, e Felipe Parucci, artista autônomo.
A mediação será realizada por Vinicius dos Santos Moraes, pós-doutorando no Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos e no Laboratório de Biologia das Interações, e por Márcio Bóia, pesquisador do Laboratório de Biologia e Parasitologia de Mamíferos Silvestres Reservatórios do IOC e professor da Uerj.
O Centro de Estudos do IOC é um espaço permanente de discussão científica, reunindo especialistas de diferentes áreas para debater temas relevantes para a pesquisa, a saúde pública e o desenvolvimento científico.
O evento será transmitido pelo canal do IOC no YouTube. Assista ao vivo:
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
O Departamento de Arquivo e Documentação (DAD) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) abre este ano um ciclo de debates sobre o patrimônio documental, em especial, acervos pessoais. O primeiro evento da série intitulada Diálogos no arquivo será realizado no dia 24 de março, às 9h30, no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz em Manguinhos.
A palestra inaugural, Os arquivos pessoais da Casa de Oswaldo Cruz, será ministrada por Paulo Elian, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde (PPGPAT), e por Ana Luce Girão, professora do programa. O evento é destinado a pesquisadores e estudantes das áreas de Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e História e aberto para os demais interessados no tema. Haverá tradução em libras.
O encontro, que contará com mediação de Thayane Vicente Vam de Berg, pesquisadora do DAD, e de Cecilia Ewbank, professora do Departamento de Museologia da UniRio, tem como intuito contribuir para o desenvolvimento das pesquisas sobre arquivos pessoais; produzir conhecimentos que contribuam para a preservação do patrimônio documental e cultural; e proporcionar a divulgação e popularização do tema na sociedade.
As palestras do ciclo de debates serão ministradas por arquivistas, museólogos, historiadores e demais profissionais de instituições públicas ou privadas, responsáveis pela salvaguarda, pesquisa e difusão de acervos pessoais.
O Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT) e a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) reunirão pesquisadores brasileiros e canadenses para discutir a disseminação de notícias falsas entre o público da terceira idade. A mesa-redonda “Desinformação em saúde e idosos” acontece em 24 de março, das 9h30 às 12h, com entrada gratuita e sem necessidade de inscrição prévia. Um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea, o debate abordará como a “infodemia” — o excesso de informações, muitas vezes imprecisas ou propositalmente falsas — afeta a tomada de decisão e o bem-estar dos idosos, grupo frequentemente visado por conteúdos enganosos sobre tratamentos e vacinas.
O evento terá mediação de Luisa Massarani, coordenadora do Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT) e pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz (COC)/Fiocruz.
“O INCT-CPCT e a COC têm mantido uma parceria muito interessante com a Université Laval (Canadá) em estudos da desinformação em saúde e em mudanças climáticas. No evento, teremos a presença de dois parceiros importantes da universidade canadense, para discutirmos um tema de fundamental importância, que é a desinformação em saúde e idosos”, afirma Luisa Massarani, acrescentando que eles “estão em grande situação de vulnerabilidade neste particular”.
Com organização do Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT) e COC/Fiocruz, por meio do mestrado em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde, Museu da Vida Fiocruz e da Especialização em Divulgação e Popularização da Ciência, a iniciativa conta com apoio do CNPq e Ministério da Saúde.
Perspectivas internacionais e locais
O evento contará com a participação de especialistas da Université Laval (Canadá) e de instituições referência no Brasil:
• Fabio Pereira (Université Laval): Discutirá o panorama geral da desinformação e desinformação (misinformation) no campo da saúde.
• Maryline Vivion (Université Laval): Apresentará resultados de seu projeto específico sobre o impacto das notícias falsas na população idosa.
• Vanessa Fagundes (INCT-CPCT): Detalhará a pesquisa conjunta desenvolvida sobre o tema no contexto brasileiro.
• Carlos Alberto Bizarro Rodrigues (Ensp/Fiocruz): Traz o olhar da saúde pública e os desafios enfrentados pelo sistema de saúde.
Serviço
Evento: Mesa-redonda “Desinformação em saúde e idosos”
Data: 24 de março (terça-feira)
Horário: 9h30 às 12h
Local: Sala 305 do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS)
Endereço: Av. Brasil, 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro – RJ
Idioma: Inglês e português (sem tradução simultânea)
Entrada: Gratuita (sem inscrição)
O Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde – PPGICS realizará na segunda-feira, 16 de março, das 9h às 12 horas, o 1º Science Slam do PPGICS.
O evento ocorreria durante a Semana de Abertura do Ano Letivo do Programa, na quarta-feira, 04/3, mas teve que ser adiado por questões de segurança.
O local será o mesmo: Auditório (salas 401-402), localizado no 4º andar do Prédio Campus da Maré, Pavilhão Ilma Noronha.
Sobre o 1º Science Slam do PPGICS
O 1º Science Slam do PPGICS surgiu a partir do Science Slam do Centro para Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde – Cidacs, da Fiocruz Bahia, originalmente criado pela jornalista Raiza Tourinho, egressa do Mestrado 2016.
É uma competição de comunicação científica onde pesquisadores mostram suas pesquisas para um público leigo em apresentações curtas, criativas e descontraídas. O objetivo principal é tornar temas complexos acessíveis e divertidos. No PPGICS, ele surge para divulgar as pesquisas realizadas pelos discentes do Programa em um evento criativo, mas alinhado com as ações integradas de Ensino e Pesquisa, Comunicação e Informação e Gestão e Desenvolvimento Institucional.
Os três primeiros colocados receberão premiação e o júri técnico é formado por:
Inesita Soares de Araujo - Uma das fundadoras do PPGICS e docente do Programa. Além disso, ela é pesquisadora sênior da Fiocruz, atuando no Laboratório de Pesquisa em Comunicação e Saúde (LACES), do Icict e coordena o Observatório Saúde nas Mídias.
Desde 2002 lidera o grupo de pesquisa Comunicação e Saúde (CNPq); é membro do GT Comunicação e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO).
Isalira Ramos - É diretora de Extensão do Centro Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem - CENABIO, da URFRJ, coordenadora dos projetos de extensão “Conhecendo o CENABIO - Ciência, Arte Educação”, “Potencial ECO”, “Pint of Milk” e coordenadora do Festival Pint of Science.
Organizadora e avaliadora em eventos de extensão e divulgação cientifica. É Tecnóloga-Especialista em Fluorescência e bioluminescência em Células e Animais de Pequeno Porte e Coordenadora da Plataforma de Bioimageamento In Vivo por Bioluminescência e fluorescência do CENABIO/UFRJ.
Renata Monteiro Maia - Pesquisadora em Saúde Pública da Fiocruz, trabalha no Laboratório de Biologia Molecular de Insetos e é docente do Programa de Pós-Graduação Ensino em Biociências e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (IOC)
Atualmente, ela coordena o projeto “Divulgação científica e produção de materiais com ênfase em Arboviroses”, especialmente sobre a biologia do mosquito Aedes aegypti, produzindo materiais para os diferentes públicos sobre o controle do A. aegypti
Paulo Castiglione Lara - Além de aluno do doutorado do PPGICS (2022), Paulo Lara é cinegrafista e diretor de documentários audiovisuais da VideoSaúde, atuando na chefia da VideoSaúde Distribuidora, onde também é coordenador de produção, diretor de fotografia.
Atualmente, ele trabalha no projeto “O povo cuidando do povo em diálogo com o SUS: Articulando uma Rede de Cuidado em Saúde, Justiça alimentar e Agroecologia com Protagonismo de Mulheres e Jovens”, que é coordenado por Carolina Burle de Niemeyer.
A apresentação do evento será realizada pelo aluno de doutorado (2024), Leo Salo, multiartista e um dos criadores do projeto Experimentalismo Brabo, de arte e cultura nos territórios periféricos, e a pesquisadora Rosinalva Alves, do Laboratório de Informação Científica e Tecnológica em Saúde do Icict (LICTS) e professora do Ensino do Icict.
Venha participar!
O evento não será transmitido, mas será disponibilizado em breve no canal do Youtube da VídeoSaúde.
No mês marcado pelo Dia Internacional de Luta das Mulheres, celebrado em 8 de março, a Fiocruz realiza uma série de atividades no tema e se mobiliza para o debate sobre o feminicídio zero. Para complementar e incentivar as discussões, o Informe Ensp, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), inicia uma série especial dedicada a estudos coordenados por mulheres pesquisadoras do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves). A iniciativa destaca pesquisas que analisam diferentes dimensões das violências de gênero e reafirma o compromisso da Fiocruz com a democracia, com a justiça social e com o enfrentamento das desigualdades.
A série reúne entrevistas, matérias e vídeos com pesquisadoras que investigam temas fundamentais para compreender a violência contra as mulheres como um problema de saúde pública, trazendo reflexões que dialogam diretamente com a campanha institucional Feminicídio Zero, defendida pela Fiocruz e por seu Coletivo de Mulheres: o 8M, que produziu a carta-manifesto do Coletivo de Mulheres na Fiocruz para o 8M 2026. O documento destaca a defesa da vida, da ciência, da democracia e do SUS público, além do combate à misoginia, ao feminicídio e às desigualdades estruturais.
Os conteúdos abordarão diferentes contextos e expressões da violência de gênero, incluindo feminicídio, violência política de gênero, violência contra mulheres rurais, processos migratórios e as articulações feministas na América Latina e no Caribe em defesa da saúde e dos direitos das mulheres. Ao dar visibilidade a essas pesquisas, a Ensp/Fiocruz busca ampliar o debate público e contribuir para a construção de políticas e estratégias capazes de prevenir violências e proteger a vida das mulheres.
Feminicídio: primeiro tema já está no ar
Abrindo a série, o Informe Ensp publicou a entrevista Aumento do feminicídio: por que leis mais duras não têm sido suficientes?, com as pesquisadoras Vera Marques e Camila Alves, da Ensp/Fiocruz, e Isabella Vitral, pesquisadora da Fiocruz Minas. A entrevista discute os limites das respostas exclusivamente punitivas para enfrentar o feminicídio e aponta a necessidade de ações estruturais, intersetoriais e preventivas.