Elaborar projetos de leis e debater na Câmara Federal temas de grande importância para a sociedade brasileira. Essas são algumas das atribuições de um deputado federal. Daqui a um mês, essas mesmas funções também serão exercidas durante sete dias por estudantes de ensino médio de escolas públicas e particulares de todo o país, por meio do Programa Parlamento Jovem Brasileiro. Dos 78 selecionados, a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) vai ter um representante – Thiago Lopes Marques, de 16 anos, aluno do 2º ano do ensino médio, da habilitação de Gerência em Saúde, foi aprovado no programa e irá vivenciar na prática o trabalho dos deputados federais, de 23 a 27 de setembro, em Brasília. “Para um jovem da área da gestão em saúde será uma experiência transformadora. Eu vou saber como é, de fato, ser um deputado, fazendo negociações por cargos, por votos em projetos... Minha maior expectativa é ser presidente da Comissão de Saúde e Segurança Pública”, afirma o jovem.
Para participar, os estudantes tiveram que apresentar um projeto de lei. Thiago desenvolveu uma proposta que diz respeito aos requisitos necessários para ocupar cargos de gestão de serviços de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS). A motivação do estudante se justifica na falta de profissionais qualificados na gestão do SUS: “Li artigos sobre os desafios da implementação do SUS e da Atenção Básica. E eles sempre apontam a inexistência de demanda da formação de gerência em saúde no sistema de saúde”.
Segundo o projeto do jovem, o ministro da Saúde, os secretários estaduais de Saúde, os secretários municipais de Saúde e os gestores de serviços de saúde teriam que comprovar aptidão técnica e se submeterem à aprovação dos respectivos conselhos de Saúde para exercerem a função. “Essa lei beneficiará os usuários do SUS em âmbito nacional, visando à garantia de que os ocupantes possuam a qualificação necessária para a gestão em saúde. Promove-se, assim, a operacionalização do sistema de saúde pública, assegurado como direito fundamental na Constituição Federal”, garante.
Quando estiver na Câmara, Thiago irá discutir com outros jovens os projetos que foram submetidos ao programa. “Primeiro os projetos irão para as comissões e depois a gente vai escolher dois deles para serem encaminhados e aprovados no Congresso”, conta o jovem, que ressalta o apoio da família e da Escola. “Sem o Politécnico eu não teria conseguido. Eu não tinha a mínima noção do que era elaborar um projeto desses. Foi fundamental o apoio não só dos meus professores, mas também da minha família. Minha irmã, por exemplo, que é advogada, me ajudou na parte da linguagem, de como faria a disposição dos artigos”.
Estão abertas, até 27 de setebro, as inscrições para o Mestrado Profissional em Ciência em Animais de Laboratório (MPCAL). O curso é oferecido pelo Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos da Fiocruz (ICTB/Fiocruz).
Há 12 vagas, distribuídas entre as áreas de concentração em ciência em animais de laboratório e de gestão de biotérios. Os candidatos devem ter ensino superior completo e dispor de 20 horas semanais para dedicação ao curso.
O MPCAL é um programa de pós-graduação Stricto sensu, reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC). O curso se destina a formar profissionais que compreendam o papel ético na área de ciência em animais de laboratório.
Leia o edital e inscreva-se através do Campus Virtual Fiocruz.
Mais informações
E-mail: mestrado.ictb@fiocruz.br
Telefones: (21) 3194-8476/8452
Tem chamada aberta, vem! A Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) prorrogou o prazo de inscrições para a Chamada nº7/2019*, que se destina a missões acadêmico-científicas no exterior. Agora, os candidatos podem submeter propostas até o dia 27 de agosto. Confira outras alterações no calendário**.
Trata-se de mais uma das ações do Programa Institucional de Internacionalização da Fiocruz (PrInt Fiocruz-Capes). O objetivo da sétima chamada é promover interações com grupos de excelência fora do Brasil, visando o desenvolvimento de pesquisas em conjunto, discussões sobre acordos, convênios, parcerias, redes e outras iniciativas.
Fique atento aos critérios da seleção: entende-se como missões as viagens de 7 a 15 dias, realizadas por pesquisadores que sejam servidores ativos da Fiocruz e docentes de um dos programas de pós-graduação vinculados ao PrInt. Os selecionados vão conhecer instituições parceiras no exterior. Acesse aqui a chamada, saiba mais e participe.
Acompanhe as próximas etapas da chamada aqui no Campus Virtual Fiocruz ou pelo site do PrInt.
*Atualizado em 21/8/2019.
**Atualizado em 10/9/2019.
Após o período de recursos, a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) divulga a lista dos projetos aprovados no edital de divulgação científica.
O objetivo do edital é estimular cientistas da instituição a serem protagonistas em processos de diálogo com a sociedade. Candidatos de todas as idades, de níveis acadêmicos diferenciados (estudantes, jovens cientistas, pesquisadores sênior) e de distintas áreas do conhecimento puderam participar.
No total, foram aprovados 12 projetos. Acesse a lista final aqui.
Mais de 80 mil pesquisadores em todo o Brasil vão ficar sem bolsa a partir do mês de setembro, caso o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) não consiga sanar, de imediato, um déficit de R$ 330 milhões no seu orçamento. O Conselho divulgou uma nota sobre a suspensão da indicação de bolsistas no dia 15 de agosto.
Diante da gravidade da situação, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) manifestou apoio ao órgão, dado seu papel primoridial no apoio à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. Em carta, a Fiocruz destaca que os recursos são destinados a diversos projetos e ao financiamento de bolsas para estudantes e pesquisadores, que contribuem para o SUS e para a promoção de melhorias nas condições de vida e saúde da população brasileira.
Nesta quarta-feira (21/8), o presidente do CNPq, João Luiz Filgueiras de Azevedo, estaria na Fiocruz**. No entanto, o evento foi cancelado: a coordenação do Núcleo de Estudos Avançados do IOC informou que, por motivo de agenda, a edição com o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), João Luiz Filgueiras de Azevedo foi cancelada. Filgueiras ministraria a palestra CNPq, ciência e inovação para o futuro do país.
No dia 16 de agosto, a Fiocruz publicou uma carta em apoio ao CNPq. Confira o texto completo, na íntegra:
"O Conselho Deliberativo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vem manifestar seu apoio ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) diante da grave crise orçamentária e financeira vivida pelo órgão. A Fiocruz defende a necessidade de dotação de recursos e infraestrutura adequados ao cumprimento da missão do CNPq de fomentar a ciência, tecnologia e inovação e atuar na formulação de suas políticas, contribuindo para o avanço das fronteiras do conhecimento, o desenvolvimento sustentável e a soberania nacional.
Conforme deliberação da 16ª Conferência Nacional de Saúde, a política nacional de saúde deve priorizar a ciência, tecnologia e inovação como base essencial para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e de um projeto nacional de desenvolvimento comprometido com a soberania nacional, autonomia tecnológica, com direitos sociais e sustentabilidade ambiental.
Como instituição científica e tecnológica voltada para a produção de conhecimentos e soluções em saúde pública, a Fiocruz é testemunha do papel primordial exercido pelo CNPq no apoio à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. São inúmeros os projetos desenvolvidos pela Fundação com suporte do CNPq, seja por meio de transferência de recursos diretos ou pelo financiamento de bolsas para estudantes e pesquisadores, que contribuem para o SUS e para a promoção de melhorias nas condições de vida e saúde da população brasileira.
Dentre os exemplos estão as pesquisas realizadas no enfrentamento da emergência sanitária representada pela síndrome congênita associada ao vírus zika, o desenvolvimento tecnológico de kits para diagnóstico diferencial pra Zika, Dengue e Chikungunya, e estudos realizados no campo da biodiversidade e saúde que permitem o rastreamento de casos de febre amarela e outras arboviroses. Todos esses representam avanços recentes obtidos pela Fiocruz com alto impacto para a sociedade e que contaram com central apoio do Conselho, prova contundente de sua relevância para o país.
A Fundação conta também com diversos programas responsáveis pela formação de jovens talentos na ciência e pelo desenvolvimento de conhecimento e tecnologias em favor da saúde do povo brasileiro, garantidos por meio parcerias com o CNPq: o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibit) e o Programa de Pesquisador Visitante. Ainda no campo do ensino, 40 programas de pós-graduação stricto sensu desta instituição, voltados para a formação de mestres e doutores nas diversas áreas das ciências biomédicas, pesquisa clínica, saúde coletiva e desenvolvimento tecnológico, dependem, em boa medida, dos recursos transferidos pelo CNPq. Centenas de estudantes poderão, portanto, não ter mais condições de estudar, caso esta grave crise financeira do CNPq não for revertida.
Diante dos riscos decorrentes para os projetos de pesquisa e ensino da Fiocruz, e entendendo que ciência, tecnologia e inovação devem ser considerados componentes estruturantes e estratégicos para a retomada de crescimento de um país justo, soberano, sustentável e voltado para as necessidades da sociedade, o Conselho Deliberativo se soma às diversas entidades científicas pela defesa da manutenção do CNPq e pela reversão de sua atual crise financeira."
*Com informações de Jornal da USP e Maíra Menezes (IOC/Fiocruz)
**Atualizado em 20/8/2019.
Intensificar a cooperação Sul-Sul por meio de promoção da saúde para crianças e jovens, assim como saúde materna, direito reprodutivo e combate à violência de gênero. Essas foram as prioridades identificadas para o início do trabalho em parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). As instituições assinaram um Memorando de Entendimento (MdE) em julho, paralelo ao Fórum Político de Alto Nível para o Desenvolvimento Sustentável, na sede da UNFPA em Nova York.
Profissionais da Fundação e do UNFPA se reuniram na Fiocruz entre os dias 7 e 9 de agosto para definir as ações iniciais a serem tomadas e preparar um documento que será apresentado em novembro, em Nairóbi, no Quênia, na Cúpula sobre a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento. “Estamos aqui para traduzir o MdE em projetos. A ideia é que o acordo não beneficie somente as duas instituições, mas o mundo todo”, explicou Jaime Nadal, representante do Fundo no Brasil.
A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, destacou que a cooperação se justifica pelas agendas que as instituições têm em comum. “Precisamos reforçar três pontos: educação, pesquisa, e, principalmente, advocacy, uma tradição na Fundação e no UNFPA”. A presidente lembrou, ainda, a preocupação em realizar pesquisas quantitativas e qualitativas, a fim de gerar dados que permitam analisar desigualdades entre as regiões que serão beneficiadas pelo MdE.
Na ocasião, foram apresentados dados de países da África, América Latina e Caribe para que os participantes da reunião pudessem avaliar onde os esforços devem ser priorizados. Profissionais da Fundação também apresentaram a experiência institucional em algumas áreas, como saúde materna, e no desenvolvimento da plataforma de educação Campus Virtual Fiocruz. “Trata-se de um acordo técnico, mas também de desenvolvimento, pois será voltado aos locais mais pobres, considerando que o que justifica a cooperação Sul-Sul é a interseção entre esses países”, afirmou Paulo Buss, diretor do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fiocruz.
Estas convergências entre as nações envolvidas foram destacadas por todos os participantes, principalmente alguns pontos de origem mais recente, como a transição demográfica dos países e o ressurgimento e fortalecimento das posições mais conservadoras, que acabam por refletir na promoção da saúde de jovens e mulheres, especialmente. “O trabalho relacionado aos países envolvidos na cooperação Sul-Sul é realizado há 40 anos, mas precisamos acelerar e pensar em soluções inovadoras”, disse Bobby Olarte, assessor sênior para cooperação entre países do UNFPA.
A principal solução encontrada pelos participantes da reunião foi a criação de um Centro de Referência, que atenda a países da África, América Latina e Caribe, no qual seriam desenvolvidas ações voltadas às prioridades definidas. Os próximos passos desta primeira fase da cooperação são: identificar como o Centro será financiado e que projetos específicos serão desenvolvidos. “A Fiocruz e o UNFPA trabalham pelos mais vulneráveis e compartilham uma visão de mundo, a parceria vai levar uma agenda de saúde universal onde é mais necessária”, finalizou Jaime Nadal.
Saúde na ponta dos dedos: que tal aprender sobre a rede de saúde pública de um jeito divertido? Acaba de ser lançado o jogo eletrônico SuperSUS, uma iniciativa da Fiocruz Pernambuco para toda a população brasileira. O projeto recebeu financiamento do edital para recursos educacionais abertos (REA) da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz.
O game está disponível para download online, gratuitamente. Com várias fases, propõe aos participantes descobrirem mais sobre o direito à saúde e o processo de construção do Sistema Único de Saúde (SUS). As fases envolvem atividades, programas e serviços que são ofertados pelo SUS, além de acontecimentos sobre a história do Sistema. A cada desafio superado, o jogador acumula pontos e é levado a cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O objetivo do SuperSUS é estimular o cidadão a reconhecer seus direitos, "vestir a camisa" do Sistema e compreender sua importância. Quem perde, descobre a falta que o SUS faz no dia a dia e os problemas decorrentes disso.
Topa o desafio? Bora jogar! Clique aqui e acesse o site do SuperSUS.
Estão abertas até o dia 19 de agosto as inscrições para a Medalha Virgínia Schall de Mérito Educacional. Criada em homenagem à pesquisadora Virgínia Schall, a medalha valoriza a trajetória de vida de servidores com reconhecida atuação e mérito no campo da educação em saúde.
Pioneira na articulação dos campos da educação, saúde e divulgação científica no Brasil, a cientista Vírginia Schall teve uma trajetória de sucesso, que gerou grandes contribuições para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e para a ciência brasileira.
Dentre as características a serem reconhecidas no pesquisador ou pesquisadora premiado(a), estão integridade profissional e influência marcante nas políticas educacionais. Em 2019, somente serão aceitas candidaturas de profissionais com destacada atuação em educação na área de saúde coletiva.
Para saber mais, acesse aqui o edital. O envio dos documentos para candidatura deverá obedecer a orientações pré-definidas: leia aqui o regulamento.
A solenidade de entrega está marcada para o dia 15 de outubro. Boa sorte!
A Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) informa o resultado das propostas aprovadas para o edital de projetos em divulgação científica no campo da saúde. Foram aprovados 12 projetos, apresentadas por cientistas de níveis acadêmicos diferenciados e de distintas áreas do conhecimento. O prazo para recursos vai até o dia 14 de agosto.
Com esta iniciativa, a Fiocruz busca inspirar cientistas da instituição a protagonizar o processo de mediação entre ciência e sociedade, incrementando seu diálogo com os cidadãos.
Serão alocados R$ 240 mil neste edital. A execução financeira do projeto ocorrerá por meio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), em até 12 meses após a liberação dos recursos.
Acesse aqui a lista dos projetos aprovados. E parabéns aos selecionados!
Entre os dias 12 e 14 de agosto, pesquisadores, estudantes e representantes de agências de fomento debatem os potenciais e desafios da interdisciplinaridade em pesquisa. O encontro será durante a 3ª Jornada do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS), que celebra 10 anos neste segundo semestre de 2019.
Este é o único programa de pós-graduação do país construído na interseção entre o campo da comunicação, o da informação e o da saúde pública. Um espaço que pensa o ensino e a pesquisa tendo como norte os princípios do Sistema Único de Saúde, o SUS: equidade, universalidade e integralidade. Um pólo que já formou mais de 100 mestres e 50 doutores, profissionais e pesquisadores que elaboraram investigações com ao menos um aspecto em comum: a premissa de que o direito à comunicação e à informação é inerente ao direito à saúde. O programa é oferecido pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), e avaliado com nota 5 pela Capes.
O coordenador Wilson Borges comenta que a interdisciplinaridade permite lançar um olhar multidimensional sobre vários fenômenos de nossos tempos: "As pesquisas desenvolvidas pelo PPGICS aliam objetos e conceitos de diferentes áreas para investigar, de forma mais complexa, temas tão desafiadores quanto as fake news, a cobertura jornalística de epidemias atuais ou sistemas de informação em prol da ciência aberta, apenas para citar alguns exemplos”.
Ao mesmo tempo em que a interdisciplinaridade confere vigor às investigações, também traz desafios, na prática. Por isso, o Icict convidou pesquisadores, ex-alunos e representantes de agências de fomento para apresentarem suas experiências para debater estas questões na 3ª Jornada do PPGICS. O evento tem, ainda, o papel de chamar atenção para o quanto ainda há inúmeros desafios nas áreas que abarca. Afinal, o próprio campo da comunicação e da informação é, hoje, um grande desafio para toda a sociedade. É o que afirma Christovam Barcellos, vice-diretor de Pesquisa do Icict. "Houve uma profunda mudança na maneira com que as pessoas se informam e transmitem informação. As redes de comunicação interpessoal e social dominam hoje grande parte dos fluxos de informação no mundo. Perdeu-se uma certa centralidade que tinham os veículos de comunicação de massa no passado".
O pesquisador aponta como são contundentes as consequências disso para a saúde coletiva. "Nestas redes circulam mensagens que esclarecem sobre riscos à saúde, que apoiam pessoas com problemas de saúde, que indicam encaminhamentos no sistema de saúde, mas também que espalham mentiras ou exageram situações reais. Nosso trabalho como pesquisadores e professores ganhou novas perguntas. O ciclo de produção-circulação-consumo de informação foi alterado, com a incorporação de novos atores e novos instrumentos de difusão e interação".
3ª Jornada do PPGICS: confira a programação, inscreva-se e participe!
Data: 12/8 a 14/8
Locais: Prédio da Expansão e Salão de Conferência do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus central da Fiocruz.
Acesse a programação completa
Inscrições: eventos.icict.fiocruz.br
Saiba mais sobre o seminário “Acolhimento à mesa: comensalidade e produção social de saúde entre refugiados”