O Departamento de Arquivo e Documentação (DAD) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) realiza, no dia 18 de maio, às 9h30, a segunda edição da série intitulada Diálogos no arquivo, que promove debates sobre o patrimônio documental, em especial, acervos pessoais. O evento é destinado a pesquisadores e estudantes das áreas de Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e História e aberto para os demais interessados no tema. Haverá tradução em libras.
Com o tema História oral e arquivos pessoais, a palestra será ministrada por Laurinda Rosa Maciel e Renata Borges, ambas da Casa de Oswaldo Cruz, no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz em Manguinhos.
O encontro, que contará com mediação de Thayane Vicente Vam de Berg, pesquisadora do DAD, e de Cecilia Ewbank, professora do Departamento de Museologia da UniRio, tem como intuito contribuir para o desenvolvimento das pesquisas sobre arquivos pessoais; produzir conhecimentos que contribuam para a preservação do patrimônio documental e cultural; e proporcionar a divulgação e popularização do tema na sociedade.
As palestras do ciclo de debates serão ministradas por arquivistas, museólogos, historiadores e demais profissionais de instituições públicas ou privadas, responsáveis pela salvaguarda, pesquisa e difusão de acervos pessoais. A primeira edição do ciclo de debates Diálogos no arquivo, realizada em março, abordou o tema Os arquivos pessoais da Casa de Oswaldo Cruz.
#ParaTodosVerem Banner com fundo azul, no centro as informações: Diálogos no arquivo, história oral e arquivos pessoais, no dia 18 de maio às 9h30. Na parte inferior a foto de duas mulheres em preto e branco, Laurinda Rosa Maciel (COC/Fiocruz), ela está de óculos e possui cabelos cacheados e Renata Borges (COC/Fiocruz), também usa óculos, e possui cabelos cacheados escuros. As mediadoras serão Thayane Vicente Vam de Berg (COC/Fiocruz) e Cecilia Ewbank (UNIRIO). Será no no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira - CDHS, no campus da Fiocruz em Manguinhos.
O Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) realiza, no dia 8 de maio, às 10h, mais uma edição com o tema 'Brincando com fogo: o mundo continua despreparado para a próxima pandemia'.
A atividade contará com as palestras de Paula Reges, pesquisadora do INI/Fiocruz; Danielly Magalhães, pesquisadora da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030; e Santiago Alcázar, pesquisador honorário do Observatório de Saúde Global e Diplomacia da Saúde da Fiocruz. Os especialistas vão discutir os desafios atuais e as lacunas na preparação global diante de futuras emergências sanitárias.
A mediação será realizada por Paulo M. Buss, coordenador do Observatório de Saúde Global e Diplomacia da Saúde (VPSGRI/Fiocruz).
O Centro de Estudos do IOC é um espaço permanente de discussão científica, reunindo especialistas de diferentes áreas para debater temas relevantes para a pesquisa, a saúde pública e o desenvolvimento científico.
O evento será transmitido pelo canal do IOC no YouTube. Assista ao vivo:
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
#ParaTodosVerem Banner com fundo branco, no topo está escrito: Centro de Estudos, Instituto Oswaldo Cruz, dia 08 de maio, às 10 horas, sexta feira, com o tema: Brincando com fogo: O mundo continua despreparado para a próxima pandemia, há três fotos dos palestrantes, primeiro Paula Reges (pesquisadora no INI/Fiocruz), uma mulher branca com cabelos escuros compridos e lisos, está com uma blusa branca de gola e sorri para a foto, a segunda é Danielly Magalhães (pesquisadora da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030), uma mulher branca com cabelos loiros e compridos, por último Santiago Alcázar, (pesquisador honorário do Observatório SG e DS da Fiocruz), um homem branco, com cabelos e barba grisalhos, está de óculos, com uma blusa e gravata escura, a mediação do evento será feita por Paulo M.Buss, coordenador do Observatório de Saúde Global e DIplomacia da Saúde (VPSGRI, Fiocruz).
A próxima sessão do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) abordará o tema “Coprodução de conhecimento e Saúde Única em territórios de fronteira na América do Sul e na África: a experiência do projeto MOSAIC”. O Ceensp será realizado no dia 6 de maio, às 14h, com transmissão pelo canal da Ensp no YouTube e contará com intérprete de Libras.
A atividade terá coordenação de Angélica Baptista Silva, pesquisadora do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural (Dihs/Ensp) e docente do Programa de Pós-graduação Stricto sensu em Ensino em Biociências e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (PGEBS/IOC/Fiocruz). A palestra será ministrada por Paulo Cesar Peiter, pesquisador da área de Geografia da Saúde do Laboratório de Doenças Parasitárias (LDP/IOC).
A sessão irá apresentar e discutir a experiência do projeto MOSAIC (2024–2027), uma iniciativa internacional com forte participação da Fiocruz, envolvendo unidades como a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), o Instituto Oswaldo Cruz (IOC), o Instituto Leônidas e Maria Deane (Fiocruz Amazônia), o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), e a Plataforma Internacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (Pictis). O projeto tem como foco o fortalecimento da vigilância em saúde em comunidades ribeirinhas da Amazônia, a partir de abordagens colaborativas.
Entre as estratégias adotadas, destaca-se a vigilância participativa, que promove o protagonismo das comunidades no monitoramento de mudanças ambientais e de saúde, integrando metodologias como a cartografia social e a valorização de saberes locais. A iniciativa dialoga com o conceito de Saúde Única, que reconhece a interdependência entre saúde humana, animal e ambiental, especialmente em territórios de fronteira.
A atividade é aberta ao público e poderá ser acompanhada pelo canal da Ensp no YouTube!
Acompanhe ao vivo:
Diante do avanço das mudanças climáticas, a preservação do patrimônio cultural passou a exigir soluções inovadoras, colaborativas e socialmente responsáveis — com novos materiais, práticas e modelos de gestão capazes de responder a um cenário de riscos cada vez mais intensos. Diante deste cenário, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove a terceira edição do Seminário Internacional de Valorização do Patrimônio Cultural, entre os dias 21 e 25 de setembro, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro.
Tendo como tema central a sustentabilidade na preservação de bens culturais, o encontro reunirá pesquisadores, estudantes e profissionais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos impactos ambientais e climáticos sobre o patrimônio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o trabalho colaborativo, estimular a formação de redes internacionais e promover o diálogo interdisciplinar em torno da temática. A submissão de trabalhos foi prorrogada até 15 de maio. Já as inscrições para participantes serão realizadas entre 20 de julho e 15 de setembro. Saiba mais pelo site, clique aqui.
O evento contará com conferências e mesas temáticas voltadas à inovação em materiais e práticas de conservação; à gestão de riscos que envolvem pessoas, lugares e acervos; às mudanças climáticas e às estratégias de adaptação, resiliência e enfrentamento; além das relações entre patrimônio cultural e tecnologias sociais. A agenda inclui ainda oficinas teóricas e práticas, que acontecerão em formato remoto e presencial. Como desdobramento do encontro, será produzida uma publicação com artigos relacionados aos temas debatidos durante o evento.
De acordo com os organizadores, ao articular patrimônio cultural e sustentabilidade, o seminário dialoga diretamente com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, reforçando o papel do patrimônio como recurso estratégico para respostas resilientes e socialmente inclusivas.
O Seminário é promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), em parceria com Universidade de Évora, Universidad Politécnica de València, Universidade Católica de La Plata, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Estadual de Campinas, International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property (ICCROM), International Council on Monuments and Sites (ICOMOS-Brasil), International Council of Museums (ICOM-Brasil) e Climate Heritage Network – Latin America & Caribe, e conta com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).
Crédito das fotos:
Luísa Kiefer/Divulgação CCMQ
Museu de Telecomunicações da UPV
Eduardo Brantes
J. Mendonça (COC/Fiocruz)
As especialistas Andrezza Conde e Diana Bulcão serão as palestrantes do próximo Ciclo de palestras preservação do patrimônio, que discutirá o tema Gestão de riscos e preparação para emergências: desafios e lições aprendidas. Promovida pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), a atividade será realizada no dia 15 de maio, às 10h, exclusivamente online, com transmissão pelo canal da Casa no YouTube. Haverá acessibilidade em Libras. A palestra reunirá experiências práticas e reflexões sobre a proteção do patrimônio cultural em contextos de crise, destacando estratégias de prevenção, resposta e recuperação diante de desastres. A mediação será de Susana Cerqueira (COC/Fiocruz).
Os interessados em receber certificado devem se inscrever previamente no Campus Virtual Fiocruz até 14 de maio e registrar presença na atividade. Clique aqui.
Em sua apresentação, Andrezza Conde abordará os desafios e as complexidades da gestão e salvaguarda do patrimônio cultural atingido pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG). Sua fala destaca a gestão de acervos de bens móveis e integrados, incluindo capelas da Arquidiocese de Mariana, além da experiência na elaboração de planos de ação emergencial para patrimônios em situação de vulnerabilidade diante de cenários de risco.
Já Diana Bulcão apresentará um panorama dos impactos das enchentes de maio de 2024 no Rio Grande do Sul, com foco em Porto Alegre. A partir de sua atuação direta na recuperação de acervos, abordará desde os primeiros resgates e ações emergenciais até estratégias de médio e longo prazo, incluindo processos de tratamento, tomada de decisão e os efeitos permanentes desses eventos sobre a memória social e material.
O Ciclo de Palestras Preservação do Patrimônio: Gestão de Riscos é uma iniciativa do Serviço de Educação Patrimonial do Departamento de Patrimônio Histórico da Casa e reúne especialistas de diferentes áreas para discutir conceitos, metodologias e experiências relacionadas à proteção dos bens culturais frente a riscos, emergências e desafios contemporâneos.
#ParaTodosVerem Banner com fundo escuro, no topo as seguintes informações: Gestão de riscos - Prepaparação para emrgências desafios e lições aprendidas, será no dia 15 de maio, às 10 horas, a mediadora será Susana Cerqueira. Na parte inferior do banner as fotos das palestrantes em preto e branco, Diana Bulcão (UFRGS) uma mulher branca com cabelos compridos ondulados e Andrezza Conde, uma mulher branca, com cabelos escuros ondulados, sorri para a foto.
A terceira sessão do ciclo de palestras, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Casa de Oswaldo Cruz (PPGHCS/COC/Fiocruz), será realizada no dia 30 de abril, com o tema “As desigualdades sociais como condicionantes da violência de gênero no Brasil”. O encontro terá como expositora a historiadora Lina Faria (COC/Fiocruz) e como debatedora a socióloga Márcia Lima (USP). Nesta edição, a palestra abordará a violência de gênero como fenômeno estrutural e histórico, vinculado às relações de poder. A proposta é discutir como o sexismo e as desigualdades sociais contribuem para a perpetuação de ciclos de agressão, sobretudo em contextos de maior vulnerabilidade, com impactos profundos na saúde individual e coletiva. A apresentação também destacará a centralidade do tema para a saúde pública brasileira e a importância da atuação da sociedade civil e de políticas voltadas ao enfrentamento da violência, especialmente contra mulheres negras e em territórios periféricos.
A pesquisadora Lina Faria é professora associada da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e está cedida ao Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (Depes/Fiocruz). Lina é professora permanente do Mestrado Profissional em Saúde da Família (Profsaúde) e coordenadora do Laboratório de Práticas, Educação e Saúde (LPES/UFSB). A historiadora atua em pesquisas nas áreas de saúde pública, desigualdades sociais, violências, envelhecimento, saúde global e história da saúde no Brasil e na América Latina. Entre suas publicações, destacam-se dois livros lançados pela Editora Hucitec em 2025: a coletânea “Construção coletiva de linguagens, saberes e práticas na Atenção Primária à Saúde”, em coautoria com outros pesquisadores, e “Educação e trabalho profissional na Atenção Primária à Saúde: desafios contemporâneos em contextos de desigualdades”, organizada com Carlos Henrique Assunção Paiva.
A debatedora Márcia Lima é professora do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Ela é pesquisadora sênior associada ao Cebrap, onde coordena o Afro-Cebrap. Doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, realizou pós-doutorado na Universidade de Columbia e no Instituto de Pesquisa Afro-Latino-Americana (ALARI), da Universidade de Harvard. Entre 2023 e 2025, foi secretária de Políticas de Ações Afirmativas, Combate e Superação do Racismo do Ministério da Igualdade Racial. Suas pesquisas se concentram nas relações e desigualdades raciais, com ênfase em gênero e raça, educação, mercado de trabalho e políticas de ação afirmativa. Entre suas publicações, destacam-se “O impacto das cotas: duas décadas de ação afirmativa no ensino superior brasileiro” (Autêntica, 2025), organizado com Luiz Augusto Campos, e “Por um feminismo afro-latino-americano” (Zahar, 2020), organizado com Flavia Rios, a partir da obra de Lélia Gonzalez.
Encontro às Quintas – 3ª sessão
“As desigualdades sociais como condicionantes da violência de gênero no Brasil”
Expositora: Lina Faria (COC/Fiocruz)
Debatedora: Márcia Lima (USP)
Coordenação: Marcos Chor Maio
Data: 30/04/2026
Horário: 10h
Local: Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira, prédio do CDHS, Campus Fiocruz, Manguinhos, Rio de Janeiro
Nesta quinta-feira, 30 de abril, a Rede Fio-Leish vai promover o Webinário Interações entre Leishmania spp. e flebotomíneos: mecanismos moleculares e implicações para o controle da transmissão. O evento terá transmissão ao vivo da VideoSaúde entre 10h e 12h, e terá como palestrante a pesquisadora em Saúde Pública Yara Maria Traub-Csekö.
A Dra. Yara é pesquisadora em saúde pública e atua no estudo das interações moleculares entre Leishmania e o vetor flebotomíneo, com foco na compreensão dos mecanismos que regulam a infecção e a transmissão do parasito. Em sua apresentação, abordará os diferentes aspectos da relação entre parasito e vetor, destacando avanços recentes na área e discutindo como esse conhecimento pode contribuir para o desenvolvimento de estratégias mais eficazes no controle da transmissão.
O Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ceensp) vai promover, no dia 29 de abril, às 14h, mais uma edição de seus encontros, com o tema ‘Elsa-Brasil hoje e amanhã: principais achados e caminhos futuros da pesquisa’. A atividade será realizada na sala 410 da Ensp e terá transmissão ao vivo pelo canal da Escola no YouTube.
O encontro será coordenado por Maria de Jesus Fonseca, da Ensp, que também atuará como palestrante. O debate contará ainda com a participação de Rosane Harter Griep e Fernanda Garrides, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e de Marina Campos Araujo, da Ensp.
A atividade contará com tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Criado em 2008, o ELSA-Brasil é uma coorte multicêntrica pioneira na investigação de doenças crônicas não transmissíveis formada por seis instituições públicas de ensino e pesquisa de diferentes estados brasileiros. Tem foco principal no acompanhamento e na progressão do diabetes e das doenças cardiovasculares, assim como em seus fatores de risco biológicos, comportamentais, ambientais, ocupacionais e sociais. Sua missão é estudar os determinantes e a incidência das doenças cardiovasculares e do diabetes no contexto brasileiro.
Nesta quarta-feira, 29 de abril, as Sessões Colaborativas PROCC recebem, a partir das 12h30, a pesquisadora, Rocío Maidana, biotecnologista no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e doutora em Biologia Computacional e Sistemas pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Ela mostra que a qualidade dos dados usados para treinar inteligências artificiais (IA) é tão importante quanto o modelo escolhido e que as escolhas nesta etapa podem comprometer o uso clínico dessas ferramentas.
Por que o HIV desenvolve resistência aos medicamentos?
O HIV, vírus causador da AIDS, é capaz de se adaptar e desenvolver resistência aos medicamentos usados no seu tratamento, incluindo uma classe chamada inibidores de protease. Quando isso acontece, o tratamento perde eficácia e precisa ser repensado. Identificar precocemente essa resistência é fundamental para um melhor cuidado dos pacientes.
Como a inteligência artificial ajuda a prever a resistência ao HIV
Pesquisadores têm desenvolvido modelos de IA capazes de prever, a partir da análise genética do vírus, se ele já desenvolveu resistência a determinado medicamento. O funcionamento é parecido com o de outros sistemas de inteligência artificial: o algoritmo reconhece padrões em um grande conjunto de dados e, depois, aplica esse aprendizado para fazer previsões em casos novos.
A pergunta que a pesquisa de Rocío Maidana responde
O que Rocío Maidana questiona é: o que acontece antes de o modelo começar a aprender? Em seu estudo de doutorado, ela quis entender quais decisões são tomadas na hora de organizar e preparar os dados. Nas Sessões Colaborativas PROCC, ela mostra que essas escolhas, apesar de serem tratadas como detalhes técnicos, podem ter consequências diretas na qualidade e na confiabilidade dos resultados.
"Os resultados evidenciam que escolhas técnicas têm impacto direto e mensurável na performance reportada e, sobretudo, na capacidade de generalização dos modelos", explica a pesquisadora.
O que os resultados mostram: simplicidade pode ser suficiente
A análise revela ainda que modelos mais simples, quando bem alimentados com informações sobre as propriedades químicas do vírus, chegam a desempenho comparável ao de arquiteturas mais complexas. O trabalho mostra a importância do cuidado no uso de dados em ferramentas de inteligência artificial aplicada à saúde.
Como participar das Sessões Colaborativas PROCC
As Sessões Colaborativas PROCC são promovidas pelo Programa de Computação Científica da Fiocruz. O evento é online, gratuito e aberto à comunidade. Para participar, é só entrar no dia e local em tinyurl.com/bdemcaz7.
Serviço
Sessões Colaborativas PROCC
Data: 29 de abril
Apresentação: “Antes do modelo, o dado: curadoria de sequências e generalização em ML aplicado à resistência antirretroviral”
Apresentadora: Doutora pelo IOC, Rocío Maidana.
Formato: online e gratuito
Acesso: tinyurl.com/bdemcaz7
O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) retoma o Centro de Estudos com palestra voltada para o desenvolvimento e registro de medicamentos!
O assunto será abordado pela sócia-diretora da ÁgilReg Consultoria, Simone Hebert, que tratará informações sobre como garantir segurança, eficácia e integridade científica desses produtos.
O encontro acontecerá remotamente, nesta quarta-feira, 29/4, às 10h, com transmissão pelo canal oficial de Farmanguinhos no YouTube. Participe!
A emissão de certificado será realizada a partir do preenchimento da lista de presença repassada no chat, ao vivo, durante evento. Não é necessária a inscrição prévia.