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Publicado em 05/11/2024

Participe do debate 'Desafios da saúde pública diante das mudanças no perfil demográfico e epidemiológico brasileiro'

Autor(a): 
Fiocruz Minas

A Fiocruz Minas vai realizar a mesa-redonda com o tema 'Desafios da saúde pública diante das mudanças no perfil demográfico e epidemiológico brasileiro', no dia 5 de novembro, das 14h às 16h. O evento será ao vivo via Zoom. O acesso é livre para todas as pessoas!

Participe da discussão promovida pelo Centro de Estudos da Fiocruz Minas sobre os desafios da saúde pública diante das mudanças no perfil demográfico e epidemiológico brasileiro.

Acesse pelo QR Code ou pelo link da plataforma Zoom com a senha 149334.

Publicado em 23/10/2024

Aluna da Fiocruz é finalista no Prêmio RESS Evidencia 2024

Autor(a): 
Tatiane Vargas (Ensp/Fiocruz)

A aluna Lívia Moura, egressa do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), foi selecionada como uma das três finalistas do Prêmio RESS Evidencia 2024. Este prêmio reconhece anualmente o melhor artigo publicado na Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde. Lívia concorre com seu estudo intitulado "Tendência temporal da taxa de abandono e da cobertura da vacina tríplice viral no Brasil (2014-2021)". Além de sua trajetória acadêmica como mestre e doutora pela Ensp, ela atua na Coordenação do Programa de Imunizações da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, focando em epidemiologia e doenças imunopreveníveis. A votação para o prêmio é online e permanecerá aberta até o dia 30 de outubro. 

O estudo, orientado pelo pesquisador e docente Reinaldo Souza dos Santos, analisou a cobertura vacinal e a taxa de abandono da vacina tríplice viral, considerada essencial para a saúde infantil no Brasil. A pesquisa revelou tendências preocupantes, como a diminuição da cobertura vacinal e o aumento da taxa de abandono em diversas regiões do país ao longo de sete anos. 

Segundo Lívia, as coberturas vacinais anuais no Brasil ficaram abaixo de 95%, percentual recomendado pelo Ministério da Saúde, com variações de 92,3% em 2015 a 54,4% em 2021. “A segunda dose da vacina apresentou tendência de queda ao longo do período estudado. Nas Unidades da Federação, observou-se que tanto a primeira quanto a segunda dose vacinal tiveram tendências estacionárias ou decrescentes. A taxa de abandono, que considera aqueles que não completaram o esquema vacinal, manteve-se estacionária tanto em âmbito nacional quanto nas grandes regiões do Brasil”, detalhou. 

Para Lívia, os resultados da pesquisa, que consideram a heterogeneidade temporal, podem ser fundamentais para a gestão de ações prioritárias em saúde pública, adaptadas às particularidades das diversas regiões e estados do país. Além disso, a pesquisa pode auxiliar na formulação de novas estratégias para aumentar a adesão da população às vacinas. “Esses subsídios seriam destinados aos gestores dos serviços de saúde em níveis regionais e estaduais”, enfatizou. 

Ingressando na Ensp em 2017, ainda no mestrado, Lívia vê sua nomeação entre as finalistas como um reconhecimento significativo de seu trabalho acadêmico e da importância de pesquisas que busquem melhorar a saúde pública da nossa população.

O orientador da pesquisa, Reinaldo Souza dos Santos, destacou que a relevância do estudo, ao fornecer dados importantes para a gestão de políticas públicas de vacinação, é evidenciada pelo fato de o artigo estar entre os finalistas do Prêmio RESS Evidencia 2024. “Esse reconhecimento sublinha a importância da pesquisa para aprimorar as ações de vigilância e prevenção de doenças no Brasil, fortalecendo seu impacto na saúde pública e contribuindo para políticas de imunização mais eficazes”, comemorou.

Para a coordenação do PPG, a inclusão de Lívia entre os finalistas reflete a importância de sua contribuição para o entendimento da situação vacinal no Brasil, especialmente em um período em que a cobertura de vacinas e o controle de doenças transmissíveis são temas críticos para a saúde pública.

"A indicação de Lívia ao Prêmio RESS Evidencia é uma conquista que vai além do reconhecimento individual da pesquisadora. Ele traz o reconhecimento do papel do Programa como um ambiente de excelência para a formação de futuros epidemiologistas, fortalece o corpo acadêmico e científico do Programa, aumenta o reconhecimento externo da qualidade e da relevância das pesquisas realizadas no âmbito do PPP Epi, além de incentivar a produção científica, buscando a excelência e a inovação em suas pesquisas", destacou Maria de Jesus Fonseca, coordenadora do Programa de Epidemiologia da Ensp. 

Publicado em 16/10/2024

Fiocruz Pernambuco recebe inscrições para o curso presencial de geoprocessamento

Autor(a): 
Fiocruz Pernambuco

Estão abertas as inscrições para o 5º Curso de Geoprocessamento e Análise Espacial em Saúde – turma 2025. Serão oferecidas 20 vagas, para profissionais graduados que atuem no campo da Saúde Pública e alunos de pós-graduação em Saúde Pública e afins. As inscrições seguirão até 14 de novembro pelo Campus Virtual Fiocruz.

Inscreva-se já!

O curso será realizado no período de 17 a 28 de fevereiro de 2025, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, com uma duração total de 80 horas. A modalidade é presencial, com aulas teórico-práticas realizadas na área de Ensino do IAM. Seu objetivo é capacitar profissionais que atuam nos serviços de saúde/SUS para o uso de geotecnologias e análise espacial direcionadas a abordagem prática de situações-problemas comuns à rotina dos serviços. As aulas envolverão desde a organização e tabulação de dados até a construção de mapas temáticos e cartogramas que envolvem princípios básicos da análise e estatística espacial.

O aluno irá manipular softwares de geoprocessamento e equipamentos necessários para aquisição e georreferenciamento de dados espaciais. Serão feitos exercícios de montagem de bases cartográficas, construção de indicadores, formulação de hipóteses no espaço, bem como a análise espacial dos agravos em saúde.

Veja mais detalhes na chamada pública e inscreva-se já!

Publicado em 02/10/2024

Seminário debate Políticas de Saúde, Desafios Territoriais e Atenção Primária no Brasil e na França

Autor(a): 
Leticia Maçulo

A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp/Fiocruz), por meio da Assessoria de Cooperação Internacional e do Observatório do SUS, promoverá, de 3 a 4 de outubro de 2024, um seminário internacional para discutir os sistemas de saúde do Brasil e da França. O evento terá como foco a governança territorial e a Atenção Primária à Saúde, reunindo especialistas e pesquisadores dos dois países para trocar experiências, aprofundar análises sobre os desafios e avanços em seus respectivos contextos, bem como identificar possibilidades de novas parcerias entre as três instituições envolvidas. O seminário será transmitido ao vivo pelo canal da Ensp no YouTube, com tradução simultânea em português e francês.

Intitulado "Políticas de Saúde, Desafios Territoriais e Atenção Primária à Saúde no Brasil e na França", o seminário oferecerá uma oportunidade para examinar as diferentes trajetórias históricas e institucionais que moldaram os sistemas de saúde dos dois países. O evento também abordará a crescente importância da Atenção Primária na organização dos sistemas de saúde, comparando as abordagens adotadas por Brasil e França. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem como um de seus pilares a Estratégia de Saúde da Família, enquanto a França tem buscado estruturar e integrar os cuidados primários por meio de estratégias como as Casas de Saúde Multiprofissionais. Ambos os países enfrentam, cada um a seu modo, desafios relacionados à distribuição geográfica dos profissionais de saúde, às lógicas de financiamento, às desigualdades e vulnerabilidades e à integração dos cuidados, questões que também serão discutidas durante o seminário.

Para o Vice-Diretor da Escola de Governo em Saúde e coordenador do Observatório do SUS da Ensp, Eduardo Melo, o evento, além de ser a primeira iniciativa em parceria com a Chaire Santé da universidade Sciences Po, oferece a possibilidade de reflexão e aprofundamento a partir dos contrastes e proximidades entre os temas, situações e abordagens nos dois países e nas três instituições e abre novas frentes de colaboração dentro da parceria existente entre a Ensp e a EHESP: 

"Iremos refletir sobre as implicações das crises democráticas, socio-sanitárias e do neoliberalismo, enquanto forma atual do capitalismo, para as políticas públicas e os sistemas de saúde. Esperamos que, a partir do seminário, sejam identificadas possibilidades de cooperação técnica com a política de saúde nos respectivos países, principalmente no campo da Atenção Primária à Saúde”, afirma Melo.

A programação conta com sessões temáticas e mesas-redondas sobre os sistemas de saúde, a territorialização das políticas públicas de saúde e a organização e coordenação dos cuidados primários. Entre os palestrantes confirmados estão Daniel Benamouzig (Sciences Po), Cristiani Machado (Ensp/Fiocruz), François Xavier Schweyer (EHESP), Sonia Fleury (CEE/Fiocruz), Lígia Giovanella (Ensp/Fiocruz), entre outros.

O evento acontece em parceria com a Escola de Altos Estudos em Saúde Pública da França (EHESP) e a Chaire Santé (Sciences Po) e conta com o apoio da Embaixada da França no Brasil, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e  Ministério da Saúde. 

Publicado em 30/09/2024

Webinário discute as contribuições das tecnologias digitais para a resiliência do SUS

Autor(a): 
Andréa Vilhena

O segundo webinário da série Transformação digital na saúde pública, produzido pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz Antonio Ivo de Carvalho (CEE/Fiocruz), discutirá como as tecnologias digitais podem contribuir para aumentar a resiliência dos sistemas públicos de saúde, e em particular do SUS. Em um mundo em rápida evolução tecnológica, impulsionado por inteligência artificial e grandes volumes de dados, é fundamental que o SUS abrace continuamente as inovações digitais, expandindo o acesso à saúde e adaptando-se aos diversos contextos nacionais, para garantir o direito à saúde e fortalecer sua resiliência diante dos desafios do futuro. O webinário Tecnologia, informação e resiliência em saúde pública será realizado em 1º de outubro, às 10h, com transmissão pelo canal da VídeoSaúde Distribuidora da Fiocruz. O público poderá participar com comentários e perguntas enviadas pelo chat.

Estarão reunidos os pesquisadores Alessandro Jatobá, coordenador do Projeto ResiliSUS do CEE/Fiocruz, abordando o coeficiente CoReS, que possibilita medir a resiliência do SUS a partir de sua capacidade de desenvolver habilidades no cotidiano de serviços; Hidelbrando Rodrigues, coordenador do Laboratório de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas de Universidade Federal do Amazonas, que falará sobre as contribuições da Ciência de Dados para a formulação de políticas públicas com foco na resiliência e o papel da Rede Luso-Brasileira de Ciência de Dados em Políticas Públicas; e Luís Velez Lapão, professor em Saúde Digital e coordenador do Laboratório de Sistemas Inteligentes de Apoio a Decisão da Universidade Nova de Lisboa, que apresentará as contribuições da saúde digital para a resiliência dos sistemas de saúde. A mediação do evento será da pesquisadora Paula de Castro Nunes do CEE-Fiocruz, e a abertura, do secretário executivo do CEE, Marco Nascimento.

O conceito de resiliência na área de saúde vem associado à capacidade de resposta das instituições a desastres sanitários. Contudo, como explica Alessandro Jatobá, a resiliência do Sistema Único de Saúde vai além.  “O que estamos tentando disseminar sobre o conceito de resiliência é como desenvolver a habilidade para que o nosso SUS seja capaz de sustentar suas funções essenciais, trabalhando em um nível de qualidade de serviço adequado, de acesso e de resolutividade, ao mesmo tempo em que se adapta a um evento extraordinário e inesperado”.

Embora seja importante os sistemas de saúde contarem com estruturas robustas, que lhes sirvam de esteio para lidar com emergências causadas, por exemplo, por instabilidade política, guerras, crises socioeconômicas e desastres ambientais, a experiência da pandemia de Covid-19 provou que é insuficiente manter o foco da resiliência da saúde apenas em respostas a desastres. Como avalia o pesquisador, a pandemia provocou uma mudança no entendimento do conceito de resiliência na saúde. “O paradigma vigente, até a pandemia era o da segurança. Pensava-se que tínhamos sistemas seguros de saúde”, observa. Mas a performance de países como EUA, durante a pandemia, mostrou que a capacidade hospitalar instalada não conseguiu se materializar em uma resposta efetiva, ao longo do tempo.

Sobre a série ‘Transformação digital na saúde pública’

Profundas mudanças na saúde promovidas pelas novas tecnologias digitais já estão acontecendo. Os novos recursos tecnológicos alteram padrões na atenção à saúde e nos aspectos produtivos, tecnológicos e de geração de conhecimento, no contexto da Quarta Revolução Industrial.

Assim, o CEE-Fiocruz abriu espaço para esse debate, com a realização da série Transformação Digital na Saúde Pública, voltando-se à incorporação dessas inovações em prol da garantia de acesso universal à saúde e da sustentabilidade e resiliência do SUS.

Assista à transmissão do webinário Tecnologia, Informação e Resiliência em Saúde Pública:

Publicado em 19/09/2024

No Dia do SUS, CVF reforça importância da formação em saúde para o fortalecimento da equidade

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Em 2024, o Sistema Único de Saúde (SUS) celebra 36 anos de existência. Uma das maiores conquistas sociais do Brasil, o SUS é fruto de décadas de luta pelo direto à saúde no país, associada à defesa da democracia e de uma concepção abrangente de Seguridade Social. Ele garante acesso universal, integral e gratuito à saúde para toda a população, e desempenha papel crucial na promoção da equidade, contribuindo para a redução das desigualdades regionais e sociais em todo o país. O Campus Virtual Fiocruz colabora com o fortalecimento do SUS, pois busca de maneira incessante reduzir as iniquidades com a publicação de cursos, online, acessíveis e gratuitos sobre temas estratégicos, especialmente voltados para a formação de profissionais de saúde, reiterando seu compromisso com a educação, o acesso aberto e a inovação.  

Um dos pilares fundamentais para o fortalecimento do SUS é a educação em saúde, que atua como um agente transformador social. O Campus Virtual oferece cursos em temáticas diversificadas e prioritárias para a saúde e a população brasileira - como autocuidado em saúde, leptospirose, enfrentamento ao estigma, saúde indígena, HIV/aids, enfrentamento de emergências em saúde pública e muitos outros, mas hoje, no aniversário do SUS, destaca duas formações que tratam da sua história, criação, princípios e desafios: História da Saúde Pública no Brasil e Introdução ao Sistema Único de Saúde, ambos com inscrições abertas! Conheça as formações e inscreva-se!

Conforme estabelecido na Constituição Federal, a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. O SUS foi regulamentado em 1988, com a Lei nº 8.080, é o maior sistema de saúde pública do mundo e atende cerca de 190 milhões de pessoas.

Conheça o curso Introdução ao SUS

A formação tem carga horária de 60 horas e é especialmente voltada a profissionais de saúde, gestores públicos, conselheiros de saúde, além de estudantes de pós-graduação e graduação do campo da saúde e outras pessoas que queiram conhecer mais sobre esse sistema. Ele foi desenvolvido com a participação de diferentes unidades da Fiocruz — Ensp, EPSJV, CEE, Fiocruz Minas Gerais e IFF —, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Rede Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, além do apoio do Ministério da Educação (MEC).

O novo curso apresenta o sistema de saúde do Brasil, seus princípios, diretrizes, avanços e desafios. Seu material está organizado em três módulos: O primeiro aborda de forma breve a história de criação do SUS, com ênfase no movimento sanitário dos anos de 1980, seus princípios e diretrizes. Em seguida, traz um balanço de sua implementação, considerando uma série de dimensões estratégicas, como o complexo econômico-industrial em saúde, as relações público-privadas no setor, a descentralização, o financiamento, o trabalho e a educação em saúde, e a participação social. Já o terceiro módulo enfoca a organização das ações e serviços de saúde, com ênfase na atenção primária, na vigilância em saúde e na vigilância sanitária.

Inscreva-se já!

Conheça o curso História da Saúde Pública no Brasil

A formação é uma iniciativa do Observatório História & Saúde (OHS) em articulação com a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (VPEIC/Fiocruz). Ele contempla a história da saúde pública no Brasil em seus diversos períodos históricos. Produzido por docentes da Fiocruz, especialistas da área e integrantes do Observatório História e Saúde da Casa de Oswaldo Cruz, a formação busca promover o diálogo sistemático entre historiadores, cientistas sociais, formuladores de políticas, professores e trabalhadores da saúde.

Sua missão é mobilizar e produzir conhecimento acerca dos processos históricos em saúde, em diálogo privilegiado com a Saúde Coletiva e demais abordagens sociais da Saúde, para apoio aos processos de formulação, monitoramento e avaliação de políticas no âmbito do sistema de saúde brasileiro e aprimoramento das decisões e práticas dos profissionais no campo da saúde. Podem se inscrever alunos de pós-graduação de diferentes áreas do conhecimento e público em geral interessado na história da saúde no Brasil com foco nas políticas públicas de saúde.

Inscreva-se já!

 

#ParaTodosVerem Banner com fundo azul, no topo está escrito: 19 de setembro, aniversário do Sistema Único de Saúde, embaixo em letras grandes está escrito SUS, dentro da forma de cada letra está a imagem de um curso do Campus Virtual sobre o SUS.

Publicado em 23/09/2024

Inscrições abertas para pós-graduação em Saúde Pública

Autor(a): 
Fiocruz Pernambuco

Estão abertas, até 30 de setembro, as inscrições para o processo seletivo das turmas 2025 da Pós-Graduação em Saúde Pública do Instituto Aggeu Magalhaes (Fiocruz Pernambuco), na modalidade acadêmica. São disponibilizadas 20 vagas para o mestrado e 15 para o doutorado, com vagas reservadas para ações afirmativas. O curso será em regime de tempo integral e em formato presencial. Podem se candidatar profissionais de nível superior da área da saúde e afins.

Mestrado Acadêmico em Saúde Pública

O Mestrado Acadêmico em Saúde Pública tem por objetivo a formação de pesquisadores(as) com habilidades para docência no ensino superior e para conduzir pesquisas em áreas específicas.

As 20 vagas estão distribuídas por Área de Concentração, da seguinte forma: Epidemiologia e Controle de Agravos à Saúde, 10 vagas; Políticas de Saúde, 6 vagas; Saúde, Ambiente e Trabalho, 4 vagas.

Confira o edital

Doutorado Acadêmico em Saúde Pública

O Doutorado Acadêmico em Saúde Pública tem por objetivo a formação de pesquisadores(as) com habilidades para docência no ensino superior e para conduzir pesquisas em áreas específicas.

As 15 vagas estão distribuídas por Área de Concentração, da seguinte forma: Epidemiologia e Controle de Agravos à Saúde, 8 vagas; Políticas de Saúde, 4 vagas; Saúde, Ambiente e Trabalho, 3 vagas.

Confira o edital

Publicado em 12/09/2024

Fiocruz organiza Conferência dos Institutos Nacionais de Saúde Pública em preparação para o G20

Autor(a): 
Fabiano Gama*

Como parte da agenda preparatória para o G20, que será realizado em novembro deste ano, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) organizou a Conferência dos Institutos Nacionais de Saúde Pública, que reuniu representantes de mais de 30 países de todo o mundo para discutir propostas de fortalecimento dos sistemas de saúde, em apoio aos Ministérios da Saúde. Durante três dias, foram apresentados e debatidos temas como prevenção, preparação e resposta a pandemias, equidade em saúde, sistemas nacionais de saúde resilientes e mudanças climáticas e saúde. A Fiocruz foi representada pelo presidente da Fundação, Mario Moreira, que participou da mesa de abertura juntamente com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, e pela vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação, Cristiani Vieira Machado, que participou do evento como debatedora.

Entre os pontos destacados estavam a colaboração mútua para alcançar as prioridades estabelecidas pela presidência do Brasil no G20 e que passa pela equidade no acesso à saúde e a medicamentos; o fortalecimento dos sistemas de saúde; o compartilhamento de dados e o apoio ao desenvolvimento da força de trabalho.

Presidente da Fiocruz, Mario Moreira lembrou que as raízes da cooperação internacional da Fundação remontam à época de Oswaldo Cruz e que foi com base nessa tradição de amizade e colaboração que a instituição propôs a conferência no âmbito do G20. “É essencial que tenhamos esse momento para promover a cooperação internacional e fortalecer os nossos institutos nacionais de saúde pública, criando sinergia com as metas globais de saúde do G20 e reforçando o papel dessas instituições em aumentar a resiliência do sistema de saúde e a resposta a emergências”, disse ele durante a cerimônia de abertura.

A vice-presidente Cristiani Machado exaltou a importância do evento: "Foram três dias de troca e muito aprendizado em painéis sobre equidade, mudanças climáticas, preparação para emergências sanitárias e fortalecimento de sistemas públicos de saúde", disse ela em publicação na sua rede social.

Após três dias de reunião, os representantes dos Institutos Nacionais de Saúde Pública (INSPs) produziram um texto que servirá de base a uma declaração aos ministros da Saúde do G20 a ser aprovada nos próximos dias. No último dia, parte da delegação visitou a Fiocruz, onde houve uma reunião bilateral com os representantes do Instituto Nacional de Saúde Carlos III da Espanha.

A Conferência foi organizada pela Fiocruz, pelo Ministério da Saúde e pela Associação Internacional dos Institutos Nacionais de Saúde Pública (Ianphi), em parceria com o Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças (CDC África), de 9 a 11 de setembro, no Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

 

 

Fotos de Peter Ilicciev e Analice Braga.

*Com informações das redes sociais da vice-presidente Cristiani Machado e da Fiocruz

Publicado em 10/09/2024

‘O SUS e a (re)construção democrática’ será tema de aula inaugural de mestrado inédito da Fiocruz

Autor(a): 
Danielle Monteiro (Ensp/Fiocruz)

Que papel desempenha o Sistema Único de Saúde na retomada da democracia nacional? Buscando responder essa pergunta e trazer uma reflexão sobre o assunto, o mestrado profissional em Saúde Pública da turma de Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde vai realizar, no dia 10 de setembro, sua aula inaugural com o tema 'Qual o lugar do SUS na (re)construção democrática do Brasil?'. A atividade será proferida pelo pesquisador da Fiocruz Minas e presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Rômulo Paes de Souza. O evento vai acontecer às 13h30, na Fiocruz Brasília, e será aberto ao público. 

Especialista em medicina social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e PhD em epidemiologia pela Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Rômulo Paes atua na área de Política, Planejamento e Gestão em Saúde no Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz Minas). Foi Diretor do Centro Mundial do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para o Desenvolvimento Sustentável entre 2013 e 2017. Atua no Brasil, Reino Unido, Egito, África do Sul, Honduras, Cabo Verde e Ilhas Maurício como docente, pesquisador e consultor em epidemiologia, monitoramento e avaliação de políticas sócias, sistemas de informação em saúde e saúde pública. Rômulo é autor/organizador de seis livros de epidemiologia, monitoramento e avaliação de políticas públicas, e também de vários artigos em revistas científicas.

O mestrado profissional em Saúde Pública da turma de Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde

É a primeira vez em que a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) oferece um mestrado profissional na área de Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde, com foco na gestão da Atenção Primária. Fruto de parceria com a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps/MS), o curso é direcionado a técnicos e gestores da Saps. 

O objetivo é fortalecer a capacidade de análise estratégica e a formulação de políticas e gestão de sistemas e serviços de saúde no país, considerando o papel central da Atenção Primária à Saúde para o SUS, frente às múltiplas crises e profundas transformações em curso. A formação visa construir lideranças e gerar mudanças, transformações e inovações na gestão, aplicáveis à realidade nacional e a outros contextos e escalas, visando o enfrentamento dos principais desafios que se colocam para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde.

+ Leia também: Ensp debate projeto de seu primeiro mestrado profissional em Saúde Pública da turma de Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde 

A coordenadora do mestrado e pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde (Daps/Ensp), Mariana Albuquerque, reforça a importância da realização do curso: "A saúde e os sistemas de saúde estão cada vez mais complexos, em termos técnicos e políticos. No caso do Brasil, onde se agrega a nossa característica federativa, diversidade e desigualdade, isto traz necessidades para a gestão do SUS, que lida com contingências variadas e, ao mesmo tempo, precisa operar e viabilizar o sistema e seus princípios, diante de inúmeros desafios sócio-sanitários".

O vice-diretor da Escola de Governo em Saúde da Ensp e também coordenador do mestrado, Eduardo Melo, explica que, entendendo o caráter estratégico da gestão, o curso objetiva formar atores que atuam na gestão do SUS desde o espaço federal, a partir de uma parceria entre a Ensp/Fiocruz e a Saps/MS: "Seu projeto político pedagógico toma a gestão da saúde e seus distintos objetos como foco, apostando em diferentes estratégias pedagógicas para desenvolver ou aprimorar competências nos mestrandos, envolvendo docentes de diferentes departamentos da Ensp e de parcerias externas. Por ser um mestrado profissional, objetiva também viabilizar intervenções, inovações e mudanças em processos e práticas situadas no trabalho (de gestão) dos envolvidos".

Publicado em 25/09/2024

Inscrições abertas para mestrados e doutorados em saúde pública

Autor(a): 
Informe Ensp

A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) abriu as inscrições para as turmas de 2025 dos cursos de mestrado e doutorado acadêmicos nos seus três programas Stricto Sensu. O prazo para concorrer a uma vaga terminará em 4 de outubro. As oportunidades são para os Programas de Pós-Graduação em Saúde Pública, Epidemiologia em Saúde Pública e Saúde Pública e Meio Ambiente. Confira abaixo os editais e saiba como participar do processo seletivo.

Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública

Acesse o edital do Mestrado em Saúde Pública 

Acesse o edital do Doutorado em Saúde Pública

O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública (PPGSP) combina tradição com atualização. Sua primeira turma de mestrado aconteceu em 1967 e, desde 1977, foi formalmente institucionalizado pela Capes, passando em seguida a contar com doutorado. Ao longo desses anos, o PPGSP tem contribuído ativamente para a formulação de políticas públicas e na conformação da saúde coletiva no país, especialmente no SUS. Suas ações no ensino de pós-graduação visam formar profissionais críticos para a pesquisa, docência e atuação em serviços de saúde; além da colaboração com estruturas governamentais em todas as esferas e com organizações da sociedade civil. Aguardamos você para se juntar a nós e vivenciar a Escola Nacional de Saúde Pública por meio do PPGSP.

Coordenadores: Rondineli Mendes da Silva e Liana Wernersbach Pinto

Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública

Acesse o edital do Mestrado em Epidemiologia

Acesse o edital do Doutorado em Epidemiologia

O Programa de Epidemiologia em Saúde Pública oferece formação em Epidemiologia no Mestrado Acadêmico e no Doutorado Acadêmico com linhas de pesquisa que se situam em interface com a Saúde Pública. Alunos e alunas desenvolvem dissertações de mestrado e teses de doutorado originais e com componentes inovadores, baseados em sólida fundamentação e análise robusta de dados e informações. Seu objetivo é a formação de docentes, pesquisadores e gestores, numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional. É desenhado para capacitar profissionais para análise, planejamento, desenvolvimento, implementação e avaliação de políticas públicas e tecnologias, considerando os contextos epidemiológico, social e ambiental nos cenários nacional e internacional.

Coordenadores: Maria de Jesus Mendes da Fonseca e Aline Araújo Nobre 

Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente

O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente possui importância na capacitação de docentes, pesquisadores e gestores em saúde e ambiente, numa perspectiva interdisciplinar voltada para a análise e a proposição de soluções sobre os efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana. Esperamos formar profissionais numa abordagem integrada dos problemas ambientais, por meio de estudos epidemiológicos, ecológicos e toxicológicos, permitindo uma análise dos efeitos à saúde humana e ambiental.

Acesse o edital do Mestrado em Saúde Pública e Meio Ambiente 

Acesse o edital do Doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente

Coordenadores: Enrico Mendes Saggioro e Rita de Cássia Elias Estrela Marins

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