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Publicado em 19/10/2017

Fundação lança Prêmio Oswaldo Cruz de Teses

Nada melhor para celebrar a geração de conhecimento do que reconhecimento. Como parte das ações de valorização de quem faz a educação na Fiocruz, a Presidência da instituição lançou o Prêmio Oswaldo Cruz de Teses. O anúncio foi feito durante o evento de comemoração pelo Dia do Professor, realizado em 17 de outubro, na Tenda da Ciência, no campus Manguinhos.

Durante o evento – no qual também foram homenageados os alunos que se destacaram em no Prêmio Capes de Tese – a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, comentou a importância de incentivar jovens cientistas. “É fundamental oferecer condições para que os estudantes e novos pesquisadores possam se desenvolver e apresentar suas contribuições para os diversos campos do conhecimento. Estamos felizes em instituir esta premiação como parte das diversas iniciativas que celebram o Ano Oswaldo Cruz”.

Sobre o Prêmio Oswaldo Cruz de Teses 2017

O novo edital incentiva a produção de teses de elevado valor, que promovam avanços no campo da saúde nas diversas áreas temáticas de atuação institucional, como destaca o vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação, Manoel Barral. "É mais uma ação indutora, com a intenção de provocar avanços e fomentar inovações, estimulando o pensamento criativo e crítico dos alunos de pós-graduação, o que se expressa nas teses das várias áreas de atuação da Fiocruz”.

As inscrições para o Prêmio Oswaldo Cruz de Teses vão até o dia 13 de novembro. Poderão concorrer autores de teses defendidas entre maio de 2016 e abril de 2017 de cursos da Fiocruz e cursos nos quais a Fundação participa de forma compartilhada e que sejam registrados na Coordenação Geral de Educação (CGE - antiga Coordenação Geral de Pós-graduação - CGPG).

Será selecionada uma tese de cada uma das seguintes áreas: saúde coletiva; ciências biológicas aplicadas à saúde e biomedicina; ciências humanas e sociais; e medicina.

Acesse o edital e o regulamento aqui no Campus Virtual Fiocruz, na área de documentos.

Mais informações
Coordenação Geral de Educação
Telefone: (21) 3885-1715
E-mail: PremioOCTeses2017@fiocruz.br

Por Flávia Lobato (Campus Virtual Fiocruz) | Foto: Peter Ilicciev

 

Publicado em 20/09/2017

Programas de pós-graduação da Fiocruz se destacam em avaliação da Capes

Mais uma vez os cursos de pós-graduação da Fiocruz se destacaram na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), divulgada na última terça-feira (19/9). Nove programas aumentaram a sua nota – sendo que seis cursos receberam a nota máxima – e 20 mantiveram notas iguais ou acima de 5, o que significa um desempenho muito bom. Foram avaliados 42 cursos da Fundação, de mestrado acadêmico e doutorado, e mestrado profissional, alguns em rede ou em colaboração com outras instituições.

O vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz), Manoel Barral, destacou: "Esse resultado é fruto de anos de trabalho desenvolvido por vice-diretores de Educação, coordenadores de programas de pós-graduação, profissionais das secretarias acadêmicas, professores e alunos da instituição, comprometidos com o papel estratégico da Fiocruz na formação de recursos humanos para o Sistema Único de Saúde (SUS) e com o ensino de excelência acadêmica".

Na modalidade mestrado acadêmico e doutorado, nove programas da Fiocruz tiveram desempenho equivalente a padrões internacionais de excelência, com notas 6 e 7, e fazem parte do seleto grupo que reúne 11% dos programas avaliados no Brasil. Os programas em Biologia Celular e Molecular e em Biologia Parasitária, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz); e Ciências da Saúde, da Fiocruz Minas, receberam a nota máxima, 7. 

Quatro programas tiraram nota 6: Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativa e de Patologia Humana (ambos da Fiocruz Bahia, sendo o último em colaboração com a Universidade Federal da Bahia - UFBA); Ensino em Biociências e Saúde e de Medicina Tropical (ambos do IOC); e Saúde Pública e de Epidemiologia em Saúde Pública (da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - Ensp/Fiocruz).

Mestrado profissional

Três programas de mestrado profissional receberam a nota máxima, que é 5. São os programas de Saúde Pública e de Epidemiologia em Saúde Pública, da Ensp; e de Vigilância Sanitária, do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).

Mais seis programas ficaram com nota 4: de Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz); de Tecnologia de Imunobiológicos, do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz); de Saúde Pública, do Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz Pernambuco); de Gestão, Pesquisa e Desenvolvimento na Indústria Farmacêutica, do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz); de Saúde da Criança e da Mulher, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz); e de Saúde da Família, da Rede Nordeste de Formação em Saúde da Família (Renasf), coordenada pela Fiocruz Ceará.

Confira os resultados da avaliação no site da Capes e as notas recebidas pelos cursos da Fundação.

​Por Leonardo Azevedo (CCS/Fiocruz) | Foto: Gutemberg Brito (IOC/Fiocruz)

Publicado em 28/08/2017

Edital seleciona projetos de pesquisa sobre educação em direitos humanos e diversidades

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (Secadi/MEC), divulgam o Edital n° 38/2017, que selecionará projetos de pesquisa dedicados à temática de Educação em direitos humanos e diversidades. O objetivo é aprofundar as análises sobre relações, desdobramentos e implicações envolvendo a área, além de estimular a criação, o fortalecimento e a ampliação de áreas de concentração sobre o tema em programas de pós-graduação Stricto sensu. As propostas deverão ser submetidas à Capes pelo formulário on line até o dia 5 de outubro.  

Candidatos

Podem se candidatar pesquisadores de instituições de ensino superior brasileiras, públicas e privadas sem fins lucrativos, integrantes do Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade e da Cultura de Paz e Direitos Humanos, que tenham programas de pós-graduação Stricto sensu acadêmicos recomendados pela Capes com áreas de concentração ou linhas de pesquisa dirigidas aos temas contemplados no Edital, ou que demonstrem claro compromisso institucional em estabelecê-las.


Linhas temáticas

Os projetos de pesquisa deverão se concentrar em pelo menos uma das seguintes linhas de pesquisa:

  • Interculturalidade 
  • Subjetividades e alteridade
  • Mídias na diversidade
  • Diversidades e relações etnicorraciais
  • Diversidades e desigualdades
  • Diversidades e pessoas com deficiência
  • Diversidades e diferenças geracionais
  • Diversidades e infância e adolescência
  • Diversidades e regionalidades
  • Diversidades e religiosidades
  • Diversidades e sexualidade
  • Diversidades e gênero

Itens financiáveis

Os recursos do edital serão destinados ao financiamento de itens de custeio, capital e bolsas. Serão financiadas despesas de custeio relacionadas às atividades do projeto, de passagens e diárias para participação em eventos (científico-acadêmico) relacionados à área de interesse do projeto no Brasil; despesas de capital para a aquisição de equipamentos e materiais, além de bolsas com valores fixados de acordo com normas específicas da Capese duração de até 24 meses vinculada ao prazo de vigência do projeto, nas modalidades iniciação científica, mestrado e pós-doutorado.

Fonte: CCS/Capes | Imagem: Freepik

Publicado em 16/08/2017

Comunidade acadêmico-científica da Fiocruz discute o corte de bolsas financiadas pelo CNPq

O auditório da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) ficou lotado, na última terça-feira (15 de agosto): alunos, professores, pesquisadores e servidores da Fiocruz estiveram reunidos em assembleia para discutir a ameaça de corte nas bolsas concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – agência de fomento à pesquisa científica e tecnológica, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O evento foi transmitido ao vivo, online, por uma rede social, permitindo que alunos e profissionais das unidades regionais interagissem com os participantes que estavam no Rio de Janeiro.

A assembleia teve início às 12h e contou com a participação da coordenadora geral de Pós-graduação da Fiocruz, Cristina Guilam, representando a Presidência; do diretor de Legislação e Assuntos e Assuntos Jurídicos da Associação dos Servidores da Fundação Oswaldo Cruz (Asfoc-SN), e Washington Mourão, e da representante da Associação de Pós-Graduandos Fiocruz (APG-Fiocruz), Barbara Cunha.

A reunião começou com a apresentação de dados oficiais relativos às bolsas pagas pelo CNPq por ano em cada modalidade. Em 2014, a concedeu 219.383 bolsas, no total. Já em 2017, foram 80.551 bolsistas.  Durante sua exposição, Barbara Cunha, representante da APG-Fiocruz, alertou para as consequências de um possível corte no financiamento: “A bolsa é muito importante para a permanência dos estudantes nos programas. Um eventual corte tem diversas consequências. Tem impacto desde o atendimento a necessidades básicas destes bolsistas (como pagar o transporte até o trabalho e suas próprias contas) até o cronograma das pesquisas. Sem falar nas questões de saúde, como a angústia e a saúde mental desses bolsistas diante de tantas responsabilidades”, afirmou.

A tônica geral, entre os participantes, era de “descaso do atual governo”. Na assembleia, a comunidade acadêmica e científica manifestou a indignação e a importância da bolsa. O medo de acumular dívidas e a situação em que já se encontram os servidores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) foi lembrado em vários momentos.

Diante deste cenário ameaçador, a APG-Fiocruz lembrou que a presidente da Fundação, Nísia Trindade Lima, enviou ofício ao presidente do CNPq, Mario Neto Borges, manifestando preocupação com o anúncio de suspensão das bolsas, e, também cobrando um posicionamento concreto do CNPq e do MCTI, ao qual o Conselho está vinculado.

Entre as ações encaminhadas pela comunidade, destaca-se a paralisação dos estudantes da Fiocruz, em nível nacional, no dia 22 de agosto. Os participantes ressaltaram a importância de fortalecer ações integradas, mobilizando todo o sistema de APGs, por meio da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG). Para fortalecer a pauta, os membros da assembleia sugeriram que os bolsistas que participam de eventos científicos escrevam e leiam cartas de repúdio ao corte do financiamento, tornando público o posicionamento da Fiocruz.

Outra iniciativa que visa dar mais visibilidade ao movimento é a produção de um vídeo colaborativo. A ideia é mostrar a atuação de diversos bolsistas e a importância de suas atividades para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social do Brasil – dada a relevância dos projetos liderados pela Fiocruz. Para participar da iniciativa, os interessados devem enviar fotos e vídeos no seu ambiente de trabalho para o e-mail: videocnpq@gmail.com.

Ao final do encontro, a coordenadora geral de Pós-graduação na Fiocruz, Cristina Guilam, pontuou a importância da assembleia e destacou o avanço na mobilização: “Este momento é um salto em relação à última reunião que tivemos. Quero lembrar também que esse é um movimento único, todos nós já fomos e seremos alunos. Todo mundo vai sofrer com os cortes do CNPq. Há muito o que fazer e nós não estamos de mãos atadas”.

Leia mais na Agência Fiocruz de Notícias

Diáspora científica e crise na ciência
Pesquisadores da Fiocruz falam sobre o corte de bolsas: "Esperamos que o governo tenha a sensibilidade de reverter o cenário atual, por meio do descontingenciamento dos recursos para a CT&I"


Por Camila Martins (Campus Virtual Fiocruz)

Publicado em 17/07/2017

Educação em revista: um salto no sistema de avaliação Qualis Capes

A Revista Trabalho, Educação e Saúde (REVTES) comemora os resultados da avaliação pelo sistema Qualis Periódicos, mantido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação. O sistema Qualis classifica artigos publicados em periódicos científicos utilizados pelos programas de pós-graduação para a divulgação da sua produção. Para refletir a importância dos diferentes periódicos para uma determinada área, são formados comitês de consultores, que seguem critérios de avaliação previamente definidos pela área. Na classificação, divulgada no final de junho deste ano, a REVTES, que é editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) saltou de B1 em ensino e sociologia de 2010 a 2012 para A2 entre 2013 e 2016 (sendo A1 o estrato mais elevado na escala A1, A2, B1, B2, B3, B4, B5, C - com peso zero).

Segundo os editores da revista, apesar das inúmeras controvérsias sobre os sistemas avaliativos desse tipo de publicação, como a dependência do seu desempenho nessa classificação para concorrer em editais de financiamento da produção editorial, estes resultados devem ser considerados, já que refletem a importância relativa que essas duas áreas vêm conferindo ao periódico científico.


Dez coisas que você deveria saber sobre o Qualis

A edição n. 30 da Revista Brasileira de Pós-Graduação (RBPG) – publicação que divulgação de estudos, experiências e debates sobre a pós-graduação, sua situação, desafios, políticas e programas – traz o artigo Dez coisas que você deveria saber sobre o QualisNo texto, assinado pela diretora de Avaliação da Capes, Rita de Cássia Barradas Barata, são abordados dez pontos essenciais para se compreender o Qualis Periódicos, esclarecendo dúvidas frequentemente apresentadas aos coordenadores de área por editores científicos, docentes e alunos de programas de pós-graduação.

O sistema de avaliação é destaque de outros dois artigos da mesma edição. O Qualis Periódicos e sua utilização nas avaliações, de autoria de Nei Yoshihiro Soma, Alexandre Donizeti Alves e Horacio Hideki Yanass; e Qualis: implicações para a avaliação de programas de pós-graduação das diferentes áreas do conhecimento” – uma análise preliminar, assinado por André Luiz Felix Rodacki. Acesse a edição completa.

Sobre a Revista Trabalho, Educação e Saúde
Editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), a REVTES debate, analisa e investiga questões ligadas à educação como área do conhecimento em saúde. Publicada a cada quatro meses, tem como temas centrais a formação e a qualificação profissional e o processo de trabalho na saúde, sendo voltada a pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, profissionais vinculados aos serviços de saúde, além de docentes e gestores da educação profissional neste setor. Os artigos e ensaios da revista são avaliados com base no sistema de revisão por pares.

Acesse a edição atual da REVTES (vol. 15, n. 2, maio/2017) no Portal de Periódicos Fiocruz.

Flávia Lobato, com informações da Capes

 

Publicado em 07/06/2017

Fórum das Unidades Regionais avança nas discussões sobre doutorado profissional

O vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), Manoel Barral Netto participou da 46ª reunião do Fórum das Unidades Regionais da Fiocruz (FUR), em Teresina (PI), no dia 5/6. Ele defendeu uma série de medidas para uma proposta de doutorado profissional para o Complexo Econômico Industrial da Saúde na Fiocruz. Dentre essas medidas, estaria uma estrutura mais reduzida de disciplinas obrigatórias e uma carga horária que compreenda três anos de curso mais um ano de estágio numa instituição ligada à saúde (indústria, empresa etc.) na qual o problema de pesquisa foi gerado.

O vice-presidente aposta numa articulação com o Complexo para se compreender a necessidade de formação de pessoal. “A reflexão que devemos fazer é: de que profissional o complexo industrial da saúde necessita? A pergunta de pesquisa tem de vir da indústria, que tem um problema a ser resolvido”, sugeriu Barral. Nesta proposta em discussão, a indústria levaria o problema à Fiocruz, que buscaria um orientador para o estudante.

Embora defenda a redução da estrutura das disciplinas, Barral ressalta a importância de disciplinas como Metodologia Científica, Ética e Bioética. O diferencial seria o aluno poder buscar no sistema Fiocruz, ou mesmo fora dele, outras disciplinas que fossem importantes para o problema que pretende resolver com o curso. Seria um formato de curso que, para o vice-presidente, não precisaria ser vinculado apenas a uma única unidade da Fundação, mas, sim, à instituição como um todo – cabendo a titulação à unidade que orientou o estudante.  Ele ressaltou que essa é uma proposta em discussão a ser levada para a Câmara Técnica de Educação.

O tema avaliação dos cursos é uma de suas preocupações, uma vez que considera que o sistema de avaliação da pós-graduação no Brasil não pode engessar a criatividade dos cursos propostos na vertente de pós-graduação profissional.  

O diretor da Fiocruz Brasília e também coordenador do FUR, Gerson Penna, lembrou os avanços para a pós-graduação com a criação do Sistema de Escolas de Governo da União (Segu), que reúne 20 instituições, e do qual a Fiocruz faz parte, credenciada como Escola de Governo. Penna chamou a atenção  para a necessidade que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) aponta de se fazer chegar o doutorado profissional para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Clique aqui para ler a reportagem completa e assistir às entrevistas.

Fonte: Assessoria de Comunicação/Fiocruz Brasília

Publicado em 09/05/2017

Novo Programa de Pós-graduação em Vigilância e Controle de Vetores do IOC abre inscrições em 15/5

O curso de Mestrado Profissional Stricto sensu em Vigilância e Controle de Vetores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), aprovado recentemente pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), abrirá inscrições para a primeira turma no dia 15/5. Serão oferecidas 20 vagas para graduados em veterinária, biologia, biomedicina e áreas afins, interessados em ampliar o leque de conhecimento no controle e vigilância de insetos, moluscos e carrapatos.

Credenciado com conceito 3 na categoria de Mestrado Profissional (numa grade de conceitos entre 1 e 5), o curso está alocado na área Saúde Coletiva da Capes. O Programa é voltado para profissionais de nível superior com interesse no estudo integrado de vetores de doenças humanas e veterinárias no âmbito da saúde única ('One Health'). Há duas áreas de concentração: Biologia de vetores e interação parasito-hospedeiro e Epidemiologia e controle de vetores.

Assim como nos outros Programas de Pós-graduação do IOC, as inscrições para o novo curso serão realizadas online, por meio da Plataforma Siga, até o dia 26/5, conforme a Chamada de Seleção Pública.

Clique aqui e confira todas as informações sobre o novo Programa de Pós-graduação do IOC.

Acesse aqui informações sobre inscrições em outros Programas de Pós do IOC.

 

Fonte: Comunicação/Instituto Oswaldo Cruz

Publicado em 17/04/2026

Pós-graduação da Capes concede bolsas a estudantes indígenas

Autor(a): 
Capes

A Capes/MEC criou, neste mês de abril, o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Indígena (PDAI) para ampliar o acesso e assegurar a permanência e o êxito de estudantes indígenas na pós-graduação stricto sensu. A ação prevê a concessão de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado em instituições de educação superior e pesquisa.  

Instituído pela Portaria nº 150/2026, o programa foi elaborado em parceria com a União Plurinacional dos Estudantes Indígenas (Upei). A presidente da Capes, Denise Pires de Carvalho, afirmou que a iniciativa atende a demandas dos estudantes. 

“Ciência se faz também nas aldeias. Ciência é conhecimento. Precisamos cada vez mais promover a troca de conhecimento. Não uma educação hierarquizada, mas uma educação dialógica”, afirmou. 

Para o secretário substituto de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (MEC), Cleber Santos Vieira, o programa amplia o acesso para as populações indígenas. “Democratiza o acesso, democratiza a pós-graduação no Brasil. É um passo na construção de universidades com pós-graduação com a cara do Brasil”, disse.  

O objetivo do PDAI é reforçar a defesa de direitos à educação de qualidade, o desenvolvimento sustentável das comunidades e a busca de soluções para desafios nas áreas de saúde, educação e meio ambiente, por exemplo.   

Representante da Upei, Seribí Tukano destacou a construção coletiva do programa. “Aos 75 anos, a Capes mostra que é também a casa dos povos indígenas. Este programa foi construído conosco, com as pessoas que vieram propor essa parceria”, assegurou.

A coordenadora-geral da Articulação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas, Mariazinha Baré, destacou a importância das pesquisas colaborativas previstas no programa, além do investimento em ações de extensão universitária e a realização de eventos científicos voltados à troca de conhecimentos. “Nós fazemos ciência, também, como povos indígenas. Temos que levar nosso conhecimento para as universidades”, disse  

O programa ainda financiará publicações, traduções e repositórios digitais com a finalidade de divulgar iniciativas científicas para valorizar e preservar os conhecimentos indígenas. Outra linha de atuação será o apoio à formação e capacitação de professores e pesquisadores indígenas que atuem ou queiram trabalhar na pós-graduação.   

"O programa pode potencializar o pesquisador indígena”, afirmou a presidente da Juventude Munduruku do Amazonas, Danielle Munduruku. “O indígena que se forma na pós-graduação pode concorrer a concursos e fazer parte das instituições de ensino”.  

Já a presidente do Fórum de Educação Escolar e Saúde Indígena do Amazonas, Alva Rosa Tukano, falou que indígenas ingressam mais tarde na pós-graduação com particularidades. “Fiz minha pós-graduação aos 40 anos, já mãe de duas filhas. E nós moramos longe das capitais, então trazemos a família para a cidade”.    

A seleção de bolsistas e projetos poderá ser feita por editais, chamadas públicas, acordos de cooperação e portarias específicas. As ações serão realizadas pela Capes ou em parceria.  

  

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC). 

(Brasília – Redação Ascom/Capes) 

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura Ascom/Capes 

Publicado em 04/02/2026

Capes tem novo estatuto e cria área de informação científica

Autor(a): 
Capes

governo federal publicou nesta segunda-feira, 29 de dezembro, o Decreto nº 12.802/2025. O documento traz o novo estatuto da Capes/MEC, que passa a valer a partir da terça, 30. A estrutura da agência federal responsável pela pós-graduação stricto sensu e pela formação de professores da educação básica será fortalecida com a criação de áreas relacionadas à informação científica e à inovação em educação aberta. 

Para a presidente da Capes/MEC, Denise Pires de Carvalho, o novo estatuto aprimora e atualiza o papel da agência no auxílio à formulação de políticas públicas para o Ministério da Educação. “Vamos investir, ainda mais, em estudos e atividades que contribuam para o desenvolvimento educacional do país, promovam a comunicação e a disseminação da informação científica e que planejem ações para a formação inicial e continuada dos profissionais do magistério”, destaca.

Com o novo estatuto, fica criada a Diretoria de Informação Científica e Estudos Avançados, que terá como uma das principais atividades a coordenação do Portal de Periódicos e de outras plataformas de acesso aberto e de divulgação da produção científica e educacional brasileira. Também será responsável pela divulgação e popularização da ciência e pela realização de análises de dados e dos programas da Capes/MEC com o objetivo de propor políticas e ações para melhorar a capacidade operacional, tecnológica e de inovação.

A Diretoria de Educação a Distância (DED) é reformada e passa a se chamar de Diretoria de Articulação e Inovação em Educação Aberta, ampliando as suas competências. A área vai promover e induzir o aprimoramento, a proposição e a disseminação de tecnologias inovadoras nos contextos educacionais, por meio de programas estratégicos na educação superior, profissional e tecnológica.

A diretoria continua responsável pelas atividades da Universidade Aberta do Brasil (UAB), realizadas em parceria com instituições públicas de ensino superior, e vai promover a disseminação de tecnologias educacionais inovadoras com vistas ao aprimoramento dos profissionais da educação básica e de agentes públicos. Também subsidiará a formulação de políticas e implementará programas de formação inicial e continuada de profissionais para setores estratégicos.

A Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica (DEB), por sua vez, passa a ter a Coordenação-Geral de Gestão da Informação e Avaliação de Programas. Já as diretorias de Avaliação da Pós-Graduação, de Programas e Bolsas no País, de Relações Internacionais, de Gestão e de Tecnologia da Informação continuam a executar as mesmas atividades.

Outra novidade trazida pelo estatuto é a criação da Câmara Recursal das Decisões dos Conselhos Técnico-Científicos da Educação Superior (CTC-ES) e da Educação Básica (CTC-EB). Antes, a decisão era atribuição do ocupante da Presidência da Capes/MEC. Agora, passa a ser um colegiado com participação do dirigente, deixando de ser monocrática.

A Câmara será composta por quatro especialistas em avaliação da pós-graduação stricto sensu e por três em educação básicaindicados pelo Conselho Superior da Capes. Também terá como integrantes três especialistas em formação de pessoal de nível superior, indicados pela Diretoria-Executiva da agência.

O Decreto reestrutura a composição do Conselho Superior, do CTC-ES e do CTC-EB, a fim de aumentar a representatividade das instituições e entidades que colaboram com a Capes/MEC, enriquecer o diálogo e aperfeiçoar a elaboração de políticas públicas voltadas à formação de pessoal de nível superior. Na nova composição do Conselho Superior foi incluído um servidor efetivo do quadro permanente da Coordenação, em exercício da Fundação, consolidando a representatividade nas decisões do Conselho.

Confira a nova estrutura da Capes/MEC.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
(Brasília – Redação ASCOM/Capes)
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ASCOM/Capes

Publicado em 09/07/2025

Projeto de extensão da EGF-Brasília vence edital interno da Capes

Autor(a): 
Adrielly Reis (Fiocruz Brasília) 

O projeto de extensão “Quem conta um conto aumenta um ponto: mulheres e meninas na ciência e suas histórias”, do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas em Saúde (PPGPPS) da Escola de Governo Fiocruz–Brasília (EGF-Brasília) foi selecionado na Chamada nº 01/2025: PROEXT-PG/CAPES-FIOCRUZ. Com uma proposta de integração entre ciência e sociedade, o projeto do Mestrado Profissional em Políticas Públicas em Saúde da EGF-Brasília tem como parceiro o Mestrado Profissional em Saúde da Família (ProfSaúde), polo Fiocruz Brasília.

Aprovado com a segunda maior nota (53,25), o projeto, de autoria da pesquisadora Fernanda Marques, do Núcleo de Educação e Humanidades (Jacarandá/EGF-Brasília), prevê a divulgação científica e a promoção da equidade de gênero na ciência, além de incluir ações de pesquisa e ensino. O projeto de extensão também está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU), em especial ao ODS 5, que prevê a igualdade de gênero.

O objetivo é oferecer a alunas do ensino fundamental 2 de uma escola pública de Ceilândia a oportunidade de conhecer o trabalho e as trajetórias pessoais e profissionais de mestrandas e pesquisadoras da EGF-Brasília. Junta-se também à iniciativa o Movimento Lazer, Esporte e Cultura (MoLEC), de Brazlândia, como parceiro na elaboração e facilitação das oficinas educomunicativas, nas quais as meninas irão escrever e ilustrar uma história sobre os desafios e conquistas de uma mulher cientista – história de ficção baseada nas vivências reais das pesquisadoras que elas conhecerem na Fiocruz Brasília –, que resultará em um livro construído coletivamente como produto final.  

“A ideia é que seja um livro infantil, voltado a crianças do ensino fundamental 1 e da educação infantil, de modo que as meninas autoras possam, posteriormente, multiplicar a experiência que tiveram e compartilhá-la com outras meninas, ainda mais jovens”, destacou Fernanda Marques.  

Segundo Marques, na perspectiva da pesquisa, o projeto buscará analisar em que medida esse tipo de intervenção contribui não só para despertar vocações cientificas nas meninas, como também para aumentar a consciência e a motivação das mestrandas e das pesquisadoras sobre como elas podem ser fontes de inspiração e oportunidades para mais mulheres e meninas na ciência.  Já na perspectiva do ensino, as mestrandas e pesquisadoras receberão formação em divulgação científica para desenvolverem jogos ou outras dinâmicas interativas com as meninas. 

“É necessário reforçar ações de educação e comunicação que destaquem o papel das mulheres cientistas na sociedade, mostrando a diversidade de trajetórias de vida de pesquisadoras, seus desafios e conquistas – exemplos com os quais meninas possam se identificar, inspirá-las e motivá-las a seguir carreiras científicas”, assinalou a pesquisadora, que complementa: “dentro dos paradigmas da divulgação científica e da educomunicação, mais do que colocar trajetórias de vida de pesquisadoras em exposição nas mídias, é importante a participação ativa das meninas que se quer alcançar com essas ações”.

O projeto terá duração de dois anos e prevê etapas imediatas como: submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa (por conta da pesquisa associada ao projeto) e a seleção do bolsista de iniciação à extensão, voltado a estudantes de graduação de qualquer curso. Na sequência, será a articulação com a escola, a mobilização do corpo discente e docente.

“Acredito que o projeto resultará em produções técnicas potentes e contribuirá para uma avaliação cada vez melhor do nosso Mestrado, além de fortalecer a divulgação científica na Fiocruz Brasília, não só como campo de práticas, como também campo de ensino e pesquisa, tudo articulado”, destaca.

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