Olha a notícia boa: o Museu da Vida está em busca de estudantes de graduação para atuar no campo da educação não formal e da divulgação científica para atender os visitantes.
Os candidatos devem ser alunos do 3º, 4º e 5º períodos dos seguintes cursos: artes cênicas, ciências biológicas, comunicação social, educação artística, física, geografia, história, letras, matemática, museologia, pedagogia, produção cultural, química, entre outras. É necessário enviar currículo para o endereço eletrônico seducs.mv@gmail.com ou entregá-lo impresso na portaria do Museu da Vida, até o dia 4 de fevereiro, das 9h às 16h.
Os bolsistas terão a oportunidade de se envolver em projetos, conhecimentos e práticas de educação não formal, divulgação e popularização da ciência. Ao longo do estágio, que dura 12 meses, os jovens poderão participar de ações e atividades educativas vinculadas a projetos institucionais na área do atendimento a diferentes públicos em exposições do Museu da Vida.
Os alunos se dedicam por 20 horas semanais e recebem uma bolsa no valor de R$ 540. O estágio pode ser renovado por mais 12 meses.
A formação inicial ocorre, periodicamente, nos meses de fevereiro e julho. Há também atividades específicas de formação sempre na última segunda-feira de cada mês.
Leia o edital de seleção, compartilhe com amigos e inscreva-se!
Fonte: Museu da Vida/Fiocruz
A plataforma “Coorte de 100 milhões de brasileiros”, uma das frentes de pesquisa do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde do Instituto Gonçalo Moniz (Cidacs - Fiocruz Bahia), está selecionando um pesquisador para realizar pós-doutoramento. O pesquisador escolhido terá a colaboração e orientação de pesquisadores da própria instituição e de entidades vinculadas ao projeto, como a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a University of Glasgow.
Os objetivos do projeto incluem analisar o impacto de políticas sociais na saúde infantil por meio de dados censitários, do Cadastro único (CadÚnico) e também as desigualdades em saúde com seus determinantes sociais no Brasil, além de avaliar o impacto de políticas sociais a partir de dados governamentais.
Para participar do processo seletivo, os candidatos devem ter feito doutorado há menos de sete anos em epidemiologia, estatística ou economia. É necessário ainda ter conhecimento teórico e prático em bases de dados censitários, índices de pobreza/desigualdade, ser capaz de avaliar políticas sociais, compreender desigualdade em saúde e métodos de avaliação de impacto. Para o trabalho prático, é preciso experiência em uso de software para análise de dados científicos (R ou Stata), e possuir habilidades em inglês, nos níveis dentre intermediário e fluente ou, no caso de candidato estrangeiro, domínio elementar da Língua Portuguesa.
O pesquisador selecionado poderá receber uma bolsa de até R$ 6 mil, de acordo com sua experiência. A bolsa tem duração de 12 meses.
Os interessados deverão enviar currículo e os documentos requisitados para o e-mail cidacs@bahia.fiocruz.br até o dia 20 de fevereiro.
Acesse o edital completo e o projeto aqui.
Para estimular cada vez mais o acesso de pesquisadores e docentes brasileiros a cursos no exterior, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) está oferecendo mais de 400 bolsas em programas internacionais. Há editais para os programas de Professor Visitante (PVE), Pós-doutorado, Doutorado-sanduíche (PDSE) e Doutorado-pleno. As inscrições para a maioria dos programas vão até o dia 19 de janeiro de 2018. Já o prazo para candidatos ao Doutorado-sanduíche é de 19 de fevereiro a 23 de março de 2018.
O programa de Professor Visitante tem duas categorias de bolsa: Júnior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, que possua até 12 anos de doutoramento; ou Sênior, para professor ou pesquisador, com vínculo empregatício, e tenha mais de 12 anos de doutoramento.
No Pós-doutorado, o programa oferece bolsas para a realização de estudos avançados fora do Brasil posteriores à obtenção do título de doutor, sendo destinado a pesquisadores ou docentes com menos de oito anos de formação doutoral e sem vínculo empregatício.
Já no Doutorado-sanduíche, há vagas para bolsistas de estágio em pesquisa de doutorado no exterior. O objetivo é complementar os esforços despendidos pelos programas de pós-graduação no Brasil na formação de recursos humanos de alto nível para inserção nos meios acadêmico, de ensino e de pesquisa no país. Cada programa de doutorado fará jus a uma cota de 12 meses para o ano de 2018, o que equivale a 12 mensalidades.
Por fim, o Doutorado-pleno disponibiliza até 100 bolsas incialmente concedidas por um período de, no máximo, 12 meses. A renovação da concessão é condicionada ao desempenho acadêmico satisfatório do(a) estudante.
Para mais informações e acesso aos editais, visite o portal da Capes.
Fonte: Jornal da Ciência (SBPC) | Foto: Element5 Digital (Unsplash)
No dia 12/9, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) passou a ter um perfil no Linkedin, rede social voltada para conectar profissionais. O objetivo é é divulgar ofertas de trabalho, pesquisa, bolsas e intercâmbio enviados para a instituição por diversas entidades parceiras. Também estarão disponíveis editais de pesquisa e bolsas de estudo com o apoio da própria Capes.
Através desse novo canal de divulgação, a Coordenação pretende ampliar a difusão de oportunidades interessantes para o público relacionadas a ciência, tecnologia e inovação no Brasil.
Quando a informação é encaminhada por entidades parceiras, a Capes não tem envolvimento nos processos seletivos. As instituições podem encaminhar anúncios para o endereço imprensa@capes.gov.br.
Sobre o LinkedIn
Lançada em 2003 nos Estados Unidos, esta rede social é voltada à manutenção de contatos profissionais. Segundo a empresa, o Linkedin conta com mais de 500 milhões de perfis pessoais e corporativos. A inscrição básica é gratuita, e há também opções de recursos avançados mediante pagamento.
Fonte: CCS/Capes
A Comissão Fullbright, organização internacional vinculada aos governos do Brasil e dos EUA que promove o intercâmbio educacional e cultural junto a outros países, está com 15 editais abertos. A Fulbright oferece bolsas de estudos para o intercâmbio de estudantes de pós-graduação, professores e pesquisadores que queiram fazer a diferença em suas comunidades por meio da pesquisa e do conhecimento. Entre as diversas oportunidades abertas, destacam-se:
Para conhecer todas as oportunidades e consultar os editais, acesse o site da Comissão Fullbright Brasil.
Sobre a Fullbright
O Programa de Intercâmbio Educacional e Cultural do Governo dos Estados Unidos da América foi criado em 1946, por lei do Senador J. William Fulbright, e tem como principal objetivo ampliar o entendimento entre os EUA e outros países. Ao longo de toda a sua história, o programa já concedeu mais de 370 mil bolsas de estudo, pesquisa e ensino a cidadãos norte-americanos e de outros 150 países.
No Brasil, desde 1957, é representada e administrada pela Comissão Fullbright, uma organização internacional vinculada aos governos do Brasil e dos EUA. As bolsas concedidas pela Comissão já levaram mais de 3.500 brasileiros para estudar no Estados Unidos e trouxeram quase 3 mil norte-americanos para o Brasil. A Fulbright oferece bolsas de estudos para o intercâmbio de estudantes de pós-graduação, professores e pesquisadores que queiram fazer a diferença em suas comunidades por meio da pesquisa e do conhecimento.