A Seção de Comunicação do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Icict promove, nos dias 5 e 6 de outubro de 2022, das 9h às 11h, uma oficina sobre letramento em saúde, voltada a trabalhadores da Fundação Oswaldo Cruz. A atividade será realizada de forma síncrona, por meio de plataforma online, o qual o link será enviado posteriormente aos participantes. Além de apresentar o que é o letramento em saúde, o objetivo desta oficina é abordar a questão da linguagem simples na promoção da saúde. A oficina pode ser realizada por profissionais de saúde, gestores, comunicadores, em especial de áreas de atuação que envolvam contato com o público.
Oficina sobre Letramento em Saúde
Esta oficina visa ampliar o debate sobre a importância do Letramento em Saúde (LS) na promoção da boa saúde, do autocuidado, da adesão ao tratamento e da prevenção de doenças. Para tanto, busca-se situar o que vem sendo apresentado sobre LS no mundo e de que forma esses conceitos podem nos ajudar a construir as bases do LS no país. Serão apresentadas estratégias e técnicas de promoção do LS (Teach Back e Linguagem Simples) como forma de garantir uma comunicação mais efetiva entre as instituições que promovem a saúde e os profissionais de saúde e a população em geral, pacientes, familiares e cuidadores.
A saúde é um direito humano. Segundo o Art. 25 da Declaração de Direitos Humanos, todos os seres humanos têm direito a um padrão de vida capaz de lhes assegurar a saúde e o bem estar para si mesmos e suas famílias. Mas como garantir esse direito fundamental em um país com tantos desafios socioeconômicos e educacionais como o Brasil?
Para participar, basta realizar o cadastro e informar dados profissionais, a unidade da Fiocruz em que atua e uma breve resposta sobre porque tem interesse em participar desta qualificação. A oficina será realizada em duas sessões pela manhã. Informações e dúvidas podem ser solicitadas por e-mail para Valéria Machado, responsável por esta atividade junto ao CTIC/Icict. Contato: valeria.machado@icict.fiocruz.br.
*Com informações da Icict
Promover o diálogo entre conhecimentos técnico-científicos já consolidados e as experiências sobre eventos extraordinários de risco à saúde pública protagonizados pela sociedade civil organizada. Esse é o objetivo do curso internacional, online e gratuito, Instrumentos para o enfrentamento de emergências de saúde pública no contexto da sociedade civil. O lançamento acontece a partir de uma parceria entre o Campus Virtual Fiocruz e plataforma The Global Health Network (TGHN).
Em breve, o curso também será disponibilizado em espanhol e em inglês por meio da plataforma The Global Health Network (TGHN). Ele é composto de nove aulas que somam uma carga horária de 30h, e é voltado a representantes e envolvidos com movimentos sociais, mas aberto também a todos interessados nessa temática.
A ideia central do curso é oferecer instrumentos a partir do conhecimento dialogado, que propiciem a garantia do direito à saúde e à informação, bem como estabelecer trocas com os movimentos sociais e colaborar com a sua atuação como mediadores e produtores de conhecimento.
Segundo Flávia Bueno – que está à frente da nova formação juntamente com o pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e coordenador da Rede Zika Ciências Sociais da Fiocruz e do Eixo Impactos Sociais do Observatório Covid-19 Fiocruz, Gustavo Matta –, a resposta a emergências de saúde pública é uma realidade da sociedade civil desde sempre. “Muitas vezes, mesmo sem apoio estatal, eles se estruturam e se organizam para responder às necessidades de suas populações. Assim, nosso objetivo com esse curso é apresentar informações sobre como opera esse mecanismo de declaração de emergências e ferramentas que possam apoiar as respostas, trazendo como exemplo ações originadas e desenvolvidas pelos próprios movimentos sociais, para que possam inspirar outras populações”, afirmou Flávia, que é também coordenadora do Hub Fiocruz na plataforma The Global Health Network (TGHN).
Ela detalhou que a construção do curso foi feita por meio de pequenos workshops realizados com representantes de diferentes movimentos na América Latina ao longo de 2021, e a elaboração do conteúdo buscou uma diversidade de perfis entre pesquisadores de saúde global, clínica médica, e também pesquisadores advindos de movimentos, cientistas sociais e comunicadores.
A plataforma The Global Health Network (TGHN)
A inserção deste curso na TGHN faz parte da iniciativa de fortalecimento da presença da Fiocruz nessa plataforma de ensino remoto e integra um projeto mais amplo, que visa fortalecer o papel da Fundação como instituição de pesquisa na área da saúde pública com vocação para cooperar e compartilhar seu conhecimento com pesquisadores de todo o mundo.
Flávia lembrou que desde 2019, a parceria da Fiocruz com a com a TGHN vem se consolidando em diversos projetos. “Já traduzimos para inglês e espanhol seis cursos produzidos pela Fundação e este é o primeiro totalmente original. Nosso objetivo é atingir o máximo de pessoas em toda a América Latina e estabelecer um diálogo profícuo entre pesquisadores, sociedade civil e trabalhadores de saúde.”, reiterou ela.
A The Global Health Network (TGHN) é um ambiente digital internacional destinado à promoção da ciência. Há cerca de quatro anos, a Fiocruz tem um Hub na plataforma, fruto de um acordo firmado entre a Fundação e a Universidade de Oxford. Esse espaço colaborativo e de acesso aberto da Fundação na plataforma TGHN visa fortalecer redes e melhorar as capacidades de pesquisa em saúde pública regional e globalmente, propiciando um potente ambiente virtual no qual profissionais, estudantes e pesquisadores podem compartilhar experiências, conhecimentos, recursos e ferramentas de pesquisa.
Conheça a estrutura do curso internacional Instrumentos para o enfrentamento de emergências de saúde pública no contexto da sociedade civil:
O diálogo, a prática científica e os desafios do campo da saúde pública, ciência e tecnologia do país são as bases do novo curso Iniciação Científica na Fiocruz: formação de alunos para a pesquisa em C&T em saúde, lançado a partir de uma parceria entre as Vice-Presidências de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) e de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB) da Fundação. A nova formação, voltada a alunos e alunas de iniciação científica, visa inspirar jovens a se engajarem com carreiras nessa área, sendo uma porta de entrada para que esses estudantes possam ter contato com a diversidade das pesquisas desenvolvidas na instituição. O curso é online, gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo Campus Virtual Fiocruz.
O curso tem foco em alunos em estágio inicial de formação que desenvolvem ou iniciarão suas atividades nos ambientes de pesquisa da Fiocruz, representando mais uma contribuição da instituição para formação de jovens pesquisadores comprometidos com o futuro do país.
Um convite ao fazer científico
A iniciativa está sob a responsabilidade de Cristina Araripe, pela VPEIC, Fátima Batista, pela VPPCB, e Cristiane Braga, coordenadora do Programa de Vocação Científica (Provoc), ligado à Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV). Cristina Araripe, destacou o fato de a Fiocruz oferecer, pela primeira vez, aos seus alunos e alunas de iniciação científica, um curso organizado inteiramente via Campus Virtual. "Por meio de 26 vídeos e alguns encontros virtuais, os jovens em formação poderão conhecer um pouco mais da nossa história e trajetória institucional na pesquisa em C&T em saúde", comentou ela, que é também coordendora de Divulgação Científica da Fiocruz.
De acordo com Cristina, a ideia é "aproximar os jovens de áreas de conhecimentos e de atuação e serviços da Fiocruz, ao mesmo tempo em que conhecerem alguns pesquisadores que têm contribuído, ao longo de suas vidas profissionais, para o fortalecimento do SUS e da ciência na saúde".
Formado por um corpo docente de pesquisadoras e pesquisadores com trajetórias acadêmicas consolidadas, o curso divide-se em quatro módulos, que buscam apresentar, sob a perspectiva institucional, debates fundamentais para uma prática científica alinhada com os desafios que se apresentam para o futuro da Saúde Pública e da Ciência e Tecnologia no país.
Ao longo dos módulos, os alunos encontrarão noções fundamentais sobre a história das instituições científicas e memória das ciências da saúde no Brasil. Para tanto, serão discutidos temas como a Reforma Sanitária e o Sistema Único de Saúde (SUS), tratados na perspectiva de uma conquista democrática da sociedade brasileira, ressaltando alguns desafios para a consolidação da saúde como direito social. Além disso, todos são convidados a refletirem sobre o papel da Fundação como instituição estratégica de Estado, seus programas e projetos no contexto atual das agendas brasileiras de pesquisa e educação.
Sobre o desenvolvimento e realização das pesquisas, a ideia é sejam trazidos ao debate questões como a avaliação e o acompanhamento dos aspectos éticos das pesquisas envolvendo seres humanos. Assim, os participantes poderão se aprofundar em temas como Saúde e Medicina; Saúde e Biologia; Saúde e História; Comunicação Pública na Saúde; Saúde e Meio Ambiente; Saúde da Mulher, do Adolescente e da Criança; Saúde e Farmácia; e Saúde Global. Além dos temas específicos, os discentes também terão acesso a conteúdos voltados para as técnicas e os métodos relacionados a fontes de informação em saúde, como as principais bases de informação científica; a organização da informação encontrada; e o gerenciamento e padronização de referências.
Conheça a estrutura da formação Iniciação Científica na Fiocruz: formação de alunos para a pesquisa em C&T em saúde
Módulo 1 - Ciência e Saúde na Fiocruz
Módulo 2 - Painel das Pesquisas Científicas e Tecnológicas em Desenvolvimento
Módulo 3 - Acesso e uso das fontes de informação em saúde: conceitos e práticas
Módulo 4 - Diálogos no presente / Preparando o futuro
O lançamento oficial do novo curso aconteceu na manhã desta quinta-feira, 5/5/22, na abertura da 30ª Reunião Anual de Iniciação Científica RAIC, que deu início ao processo de avaliação dos trabalhos para renovação de bolsa para os alunos de Iniciação Científica (Pibic) e para os bolsistas de Iniciação Tecnológica (Pibiti). Assista ao vídeo da reunião na íntegra:
Compreender quais são as melhores práticas e quais devem ser aplicadas em ambientes complexos, como em cenários de crise sanitária, endemias e pandemias. Esse é um dos motivos para qualquer trabalhador da saúde, estudante, e outros profuissionais interessados na temática participarem da segunda edição do curso Biossegurança em Foco, que está sendo oferecido até 30 de dezembro pelo EAD da Fiocruz Pernambuco e pelo Campus Virtual da Fiocruz. Totalmente gratuita, a capacitação foi revisada e ampliada, passando a abordar questões relacionadas à biossegurança para a Covid-19 e biossegurança nas fronteiras.
Com carga horária de 50 horas, o curso Biossegurança em Foco é totalmente autoinstrucional e a distância, ou seja, o participante acessa os materiais e conteúdos disponíveis de acordo com seu ritmo de aprendizagem e sua disponibilidade de tempo. A capacitação está estruturada em três módulos sobre os seguintes temas: Biossegurança e Boas Práticas Laboratoriais, Classificação de Riscos e Níveis de Biossegurança no Trabalho com OGMs e Convencionais e Princípios e Normas de Biossegurança, este último com foco em procedimentos específicos para alguns ambientes e cenários. Cada módulo é composto por até sete unidades.
O conteúdo foi elaborado pelos integrantes do Comitê de Biossegurança do Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz Pernambuco) e o recurso educacional foi produzido pela equipe do EaD Fiocruz-PE. Antes de ser oferecido novamente para o grande público, ganhou conteúdos extras com apoio do Programa Educacional em Vigilância em Saúde nas Fronteiras (VigiFronteiras-Brasil), ligado à Vice-presidência de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz. Também se transformou na primeira disciplina transversal oferecida aos alunos do programa. Para isso, além do conteúdo ampliado, passou a contar com a versão totalmente em espanhol.
Depois de beneficiar os alunos do programa, profissionais de todo o Brasil e da América Latina também passam a ter acesso aos conteúdos, já que está todo disponível em um ambiente virtual de ensino. “Essa foi a nossa primeira experiência na oferta de um material em espanhol. Além de ampliar o acesso ao curso livre, por ser um tema fundamental para o campo da Saúde Pública, o conteúdo também pode ser oferecido como disciplina internacional de qualquer programa da Fiocruz, assim como usado em cursos presenciais ou híbridos”, explica Eduarda Cesse, Coordenadora Geral Adjunta e do Stricto Sensu da Fiocruz e Coordenadora do Programa VigiFronteiras-Brasil.
O lançamento da primeira edição do curso ocorreu em abril de 2020, início da pandemia da Covid-19. Mesmo sendo bastante técnica, a capacitação superou as expectativas ao contar com a participação de quase 15 mil alunos. Segundo Joselice da Silva Pinto, coordenadora Pedagógica do EAD da Fiocruz Pernambuco, a expectativa é que, com atualização do conteúdo, o curso atraia tantos participantes quanto a primeira edição.
A oferta da segunda edição do curso pretende fortalecer e promover a melhoria contínua das ações de Biossegurança nas instituições, de modo a atender as recomendações da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Ministério da Saúde (MS). Para obter o certificado é necessário obter no mínimo 70% de acerto nas avaliações realizadas ao longo do curso.
Saiba mais na página do curso no Campus Virtual da Fiocruz e participe.
Ao longo dos anos, estudos históricos vêm contribuindo para a compreensão de diferentes aspectos da sociedade, em particular no que concerne à sua relação com saúde e proteção social. Buscando analisar a história da saúde no Brasil com foco nas políticas públicas de saúde, nas ações filantrópicas e privadas, assim como nas concepções sobre saúde, doença e cuidado, o Campus Virtual Fiocruz acaba de lançar o curso online e gratuito História da Saúde Pública no Brasil. A formação, com carga horária de 50h, é voltada especialmente a alunos de pós-graduação de diferentes áreas do conhecimento, mas aberta a todo o público interessado na temática.
O curso foi desenvolvido em parceria com especialistas em História da Saúde no Brasil, que são professores dos Programas de Pós-Graduação Stricto sensu da Casa de Oswaldo Cruz e integrantes do Observatório História & Saúde (OHS). O OHS é uma estrutura permanente do Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (OHS/Depes/COC/Fiocruz) e também faz parte da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde (ObservaRH). Em breve, o conteúdo desta formação será oferecido pelos programas de pós-graduação da Fiocruz no formato de disciplina transversal, voltada especificamente aos alunos matriculados na instituição. A previsão é que a essa disciplina seja lançada no segundo semestre de 2022. A disciplina transversal oferece conteúdos em acesso aberto, podendo ser utilizada por diferentes cursos e instituições.
Compreender os processos de construção para melhor analisar os desafios
Para o coordenador da formação, Carlos Henrique Assunção Paiva, que é professor e pesquisador da COC/Fiocruz e ainda coordenador do OHS, nos últimos anos, de forma crescente, historiadores profissionais têm se dedicado a estudar múltiplos aspectos tanto da história das ciências da saúde como das práticas, das ações e das políticas que organizam o setor. Essa produção, heterogênea em seus métodos e objetivos, tem lançado luzes sobre a forma como ideias e doutrinas, mas também práticas e tradições, se constroem e eventualmente se institucionalizam em nosso sistema de saúde.
Segundo ele, "compreender esse processo de construção das ideias e das coisas, mais do que um mero exercício de erudição, tem se revelado importante para melhor analisarmos os desafios que nos cercam. Nós entendemos que o curso de História da Saúde Pública no Brasil foi pensado justamente nesse sentido. Ele reúne algumas questões, de fundo histórico, que ajudarão nossos alunos e alunas a produzirem uma reflexão acerca das potências do atual sistema de saúde, mas também dos diferentes obstáculos que esse sistema precisa enfrentar para que se estabeleça em toda sua plenitude", detalhou Paiva.
De acordo com os organizadores do curso, a importância do estudo da História da Saúde na formação do profissional de saúde é inegável. Para eles, conhecer os processos que historicamente levaram o país ao sistema de saúde hoje existente desvela diversos problemas que afetam a população e mostra também as potencialidades e desafios que estão a nossa frente.
A formação certificará alunos inscritos que forem aprovados na avaliação final proposta. O curso é autoinstrucional, ou seja, oferecido sem a mediação de um tutor, e foi estruturado em três unidades de aprendizagem, com quatro aulas cada. Conheça a sua organização:
Unidade 1 – Do império a primeira República: O surgimento da saúde pública
Aula 1 – A saúde e a doença da Colônia ao Império
Aula 2 – Saúde, microbiologia e reformas urbanas
Aula 3 – Oswaldo Cruz e o saneamento do Rio de Janeiro
Aula 4 – Das Cidades aos Sertões
Unidade 2 – Do Período Getulista à Ditadura Civil Militar
Aula 1 – Saúde Pública no 1º Governo Vargas
Aula 2 – O surgimento da Medicina Previdenciária
Aula 3 – Previdência e Saúde Pública: um Sistema Segmentado
Aula 4 – Saúde Pública e Desenvolvimento entre 1945 e 1964
Unidade 3 – Da Ditadura Civil Militar à regulamentação do SUS
Aula 1 – O fortalecimento do sistema previdenciário e da rede hospitalar no Brasil
Aula 2 – O Movimento pela Reforma Sanitária Brasileira
Aula 3 – O processo institucional da reforma sanitária
Aula 4 – A emergência do SUS
Hoje, 17 de janeiro, o Brasil celebra a marca de um ano de imunização contra a Covid-19. Apenas dois meses após o inicio da maior campanha vacinal da nossa história, o Campus Virtual Fiocruz lançou o curso Vacinação: protocolos e procedimentos técnicos, que conta com mais de 40 mil alunos inscritos, de todos os estados brasileiros, provenientes de mais de 3.150 cidades, além de participantes de 45 diferentes países, como Afeganistão, Estados Unidos, Portugal, Moçambique, Argentina e outros. A formação é online, gratuita e autoinstrucional. As inscrições estão abertas!!!
Neste dia emblemático, vale ainda destacar a importância de todos os cidadãos – inclusive as crianças, cujo grupo começou a ser vacinado nesta semana – seguirem o esquema vacinal completo, de 3 doses, recomendado pelo Ministério da Saúde. Dados do Monitora Covid-19 da Fiocruz mostram que quase 80% da população brasileira ja tomou ao menos uma dose do imunizante e mais de 34 milhões de pessoas já tomaram a terceira dose da vacina, o que trouxe significativa redução de mortes e internações por casos graves da Covid-19, mostrando a efetividade das vacinas.
Vacinação: protocolos e procedimentos técnicos
O objetivo do curso é atualizar e capacitar, técnica e operacionalmente, as equipes profissionais envolvidas na cadeia de vacinação da Covid-19, bem como outros profissionais de saúde, da comunicação e demais interessados no tema. Ele é composto de 5 módulos e 19 aulas, distribuídos em uma carga horária de 50h. A formação é autoinstrucional, ou seja, não conta com tutoria, e pode ser cursada conforme a necessidade do participante. Além das aulas, o aluno tem acesso à bibliografia utilizada no curso, materiais complementares e a um conjunto de perguntas e respostas frequentes (FAQ). Vale ressaltar que para obter o certificado, o aluno deve fazer cumprir a carga horária do curso e atingir 70% de pontuação na avaliação final.
O curso foi desenvolvido pelo CVF em parceria com o Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon/UFMG) e com o apoio do Programa Nacional de Imunização do Ministério da saúde (PNI).
Entre outras questões, ao final da formação, espera-se que o participante seja capaz de contextualizar a importância das vacinas; conheça a cadeia de desenvolvimento, produção e distribuição e seus conceitos básicos; entenda as necessidades específicas de cadeia de frio para transporte, armazenamento e conservação; tenha conhecimento das especificidades da organização e dos procedimentos da sala de vacinação para Covid-19; e ainda possa orientar a implantação de uma sala de vacina para Covid-19 no contexto dos povos indígenas, população privada de liberdade, residentes em Instituições de Longa Permanência e população de rua.
Conheça os assuntos abordados e a estrutura do curso
Módulo 1 - Introdução às vacinas: conceitos, desafios e desenvolvimento
Módulo 2- Vacinas Covid‑19: produção, transporte, conservação e armazenamento
Módulo 3 - Sala de Vacina Covid‑19: organização e procedimentos
Módulo 4 - Sala de Vacina Covid‑19: organização e procedimentos para populações vulnerabilizadas
Módulo 5 - Vacinas e vigilância
Assista ao vídeo de divulgação do novo curso
Com a chegada das festas de fim do ano, aumentam as expectativas para encontros e reencontros familiares e com amigos, especialmente por estarmos todos há quase dois anos vivendo a pandemia de Covid-19. Em 2021, as esperanças aumentaram, pois grande parte da população já está vacinada contra a doença. No entanto, ainda é importante nos preservarmos, evitarmos grandes aglomerações e lançarmos mão de medidas individuais de segurança, como uso de máscaras e lavagem das mãos, pois a pandemia não acabou. Para começar o novo ano com mais conhecimentos acerca dessa temática, o Campus Virtual Fiocruz lembra que desenvolveu uma séria de cursos sobre a Covid-19. Todos estão com inscrições abertas, são online e gratuitos. Aproveite o período de recesso e férias para descansar, mas também para se qualificar. Confira todas as oportunidades e inscreva-se!
Os cursos são voltados a profissionais e gestores de saúde, mas abertos a todos os interessados no tema. Acesse a lista de formações do CVF sobre Covid-19 e conheça cada curso lançado durante a pandemia de coronavírus:
Veja mais detalhes sobre cada curso:
Covid-19: manejo da infecção causada pelo novo coronavírus - 2° edição
Para responder à demanda dos profissionais que estão na linha de frente do atendimento, a Fiocruz lançou o curso Covid-19: manejo da infecção causada pelo novo coronavírus. A qualificação é dirigida especialmente a trabalhadores de Unidades Básicas de Saúde (UBS), redes hospitalares, clínicas e consultórios, mas pode ser cursado por todos os interessados. Ele é composto de três módulos, que são independentes e podem ser cursados conforme necessidade do aluno, conferindo autonomia ao processo de formação. Já são 60 mil participantes!
Vacinação: protocolos e procedimentos técnicos
O curso é composto de 19 aulas, distribuídas em 5 módulos, com 50h de carga horária. Além das aulas, o aluno tem acesso à bibliografia utilizada no curso, materiais complementares e a um conjunto de perguntas e respostas frequentes (FAQ). Seu objetivo é contextualizar a importância das vacinas; apresentar a cadeia de desenvolvimento, produção e distribuição e seus conceitos básicos; as necessidades específicas de cadeia de frio para transporte, armazenamento e conservação; as especificidades da organização e dos procedimentos da sala de vacinação para Covid-19; e ainda orientar a implantação de uma sala de vacina para Covid-19 no contexto dos povos indígenas, população privada de liberdade, residentes em Instituições de Longa Permanência e população de rua.
Curso Covid-19 e a atenção à gestante em comunidades indígenas e tradicionais
A vulnerabilidade social em determinadas populações é um fato e, sabidamente, um fator de risco a novas doenças. Grávidas e puérperas correm maior risco de desenvolver a forma grave da doença. Consequentemente, mulheres indígenas são ainda mais vulneráveis. Nesse contexto, o curso oferece informações qualificadas para o cuidado de populações que demandam uma atenção mais específica e especializada. A formação de 15h é composta de 3 módulos e um total de 7 aulas.
Curso InfoDengue e InfoGripe: Vigilância epidemiológica de doenças transmissíveis
O curso busca disseminar conceitos teóricos do monitoramento de doenças transmissíveis, assim como instrumentalizar profissionais para a tomada de decisão em salas de situação dedicadas à vigilância de arboviroses urbanas e de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG). A formação é organizada em 2 módulos, 6 unidade e 40h de carga horária. Para melhor aproveitamento do curso, é recomendado que o aluno tenha tido experiência prévia com a vigilância dos agravos citados, participando da coleta, registro ou análise dos dados do Sistema de Informação de Agravo de Notificações (Sinan) ou do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep/MS).
Curso Gestão de risco de emergências em saúde pública no contexto da Covid-19
O objetivo do curso é contribuir para fortalecer as capacidades de preparação e resposta e ir além, produzindo uma mudança qualitativa na forma de enfrentar as emergências em saúde pública, trazendo uma visão prospectiva, tendo como base e apoio o programa Vigiar SUS, do Ministério da Saúde, para estimular as capacidades de vigilância e respostas às emergências em saúde pública. além da participação do Observatório Covid-19 da Fiocruz, que vem realizando análises e proposições para o enfrentamento da pandemia. Ele é especialmente dirigido aos interessados na temática da gestão de risco de emergências em saúde pública para Covid-19 no âmbito do SUS. A formação é composta de três módulos, divididos em uma carga horária de 70h.
O curso Cuidado de Saúde e Segurança nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) no contexto da Covid-19 é voltado a cuidadores, familiares e profissionais que atuam com a saúde da pessoa idosa e segurança do paciente. Entre os temas abordados nas aulas estão: medidas de prevenção e controle da disseminação de doenças; cuidados em áreas comuns; fragilidade e violência; vacinação para proteção da Covid-19 nas ILPIs; contatos sociais em tempos de isolamento; estratégias de comunicação para garantir o contato da pessoa idosa com a sua família ou comunidade; recomendações para a comunicação de notícias difíceis; e outros.
Pessoa idosa e a Covid-19: prevenção e cuidados em domicílio
Com a formação, a ideia é que os participantes sejam capazes de compreender e realizar as medidas sanitárias preconizadas para a prevenção e controle da infecção por Covid-19 no contato com pessoas idosas que necessitam de apoio ou auxílio para a realização de suas atividades cotidianas. Também é objetivo do curso que os alunos conheçam os serviços de saúde no território que prestam atendimento em casos de suspeita e/ou confirmação de infecção por Covid-19. Além do conteúdo programático, os alunos terão acesso à bibliografia utilizada no curso, a materiais complementares e a um conjunto de Perguntas e Respostas sobre o tema (FAQ).
Enfrentamento da Covid-19 no contexto dos povos indígenas
O curso Enfrentamento da Covid-19 no contexto dos povos indígenas, que já conta com mais de três mil participantes, visa capacitar, técnica e operacionalmente, gestores e equipes multidisciplinares de saúde indígena para a prevenção, vigilância e assistência à Covid-19, respeitando os aspectos socioculturais dessa população.
Enfrentamento da Covid-19 no sistema prisional
Para atualizar profissionais e capacitá-los quanto às ações de prevenção e enfrentamento ao coronavírus entre a população privada de liberdade, o Campus Virtual Fiocruz e a Fiocruz Mato Grosso do Sul lançaram o curso autoinstrucional para o Enfrentamento da Covid-19 no Sistema Prisional. A formação, que tem mais de quatro mil inscritos, é oferecida na modalidade à distância e voltada a gestores, profissionais de saúde, policiais penais, trabalhadores dos estabelecimentos prisionais, membros dos conselhos penitenciários e demais interessados na área.
Educação remota para docentes e profissionais da educação
"Caminhos e conexões no ensino remoto" é o tema de um novo curso da Fiocruz voltado a docentes e profissionais da área de educação. O objetivo do curso é compartilhar um conjunto de orientações básicas, ferramentas tecnológicas e atividades que subsidiem professores e outros profissionais da área na realização de disciplinas ou ações educacionais na modalidade de educação remota emergencial. A formação, que é autoinstrucional, online e gratuita, está aberta a todos os interessados. Ela é uma iniciativa da Vice-presidência de Ensino, Informação e Comunicação e está alinhada às ações de apoio aos professores para a continuidade do ensino frente à necessidade de isolamento social causado pela pandemia de Covid-19.
O jogo Hiji Sushi foi o vencedor da categoria de jogos digitais do Concurso Rebeldias, promovido pela Rede Brasileira de Estudos Lúdicos (Rebel). Idealizado por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e desenvolvido no âmbito do edital de Recursos Comunicacionais (jogos e aplicativos móveis) - uma iniciativa da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fundação - o jogo busca, de forma lúdica, promover a conscientização sobre a importância da lavagem das mãos e a forma correta de executar o procedimento, medida fundamental para prevenir a transmissão de doenças, especialmente nestes tempos de pandemia mundial.
Acesse o jogo online no site o IOC/Fiocruz ou faça o download gratuito do material na Plataforma Educare - o ecossistema digital da Fiocruz que reúne centenas de Recursos Educacionais Abertos (REA)
A higienização adequada inclui, além do uso de água e sabão, uma série de movimentos que tem por objetivo cobrir todas as partes das mãos. O jogo Hiji Sushi é voltado especialmente para profissionais da saúde e profissionais que trabalham com a manipulação de alimentos, como os sushimans, por exemplo, mas é livre e pode ser acessado por todos os interessados no tema.
O desafio trazido pelo jogo se desenvolve no cenário de um restaurante de culinária japonesa, onde o jogador deve preparar refeições com rapidez, sem se descuidar de lavar as mão frequentemente e de maneira completa.
O resultado da premiação foi anunciado durante a 8° edição do Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos (Fael 8), em outubro de 2021. O projeto foi desenvolvido pelos pesquisadores Tânia Zaverucha do Valle, do Laboratório de Imunomodulação e Protozoologia, e Gabriel Limaverde Sousa, do Laboratório de Esquistossomose Experimental, em parceria com Thiago Santos Magalhães, responsável pelo design e programação. A iniciativa contou ainda com a colaboração de Rafael Augusto Ribeiro e Beatriz de Lima Furtado, responsáveis pela arte.
*com informações de Isabela Schincariol
Fiocruz lança nota técnica que reúne orientações e recomendações para o retorno das atividades escolares de forma 100% presencial em cenário ainda pandêmico. Elaborado pelo Grupo de trabalho (GT) da Fiocruz com coordenação da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz), o documento aponta a vacinação como ponto central para flexibilização das medidas sanitárias.
Atualmente no Brasil, mais de 100 milhões de indivíduos estão com vacinação completa. É possível observar a diminuição do número de casos, internações e óbitos, o aumento da capacidade de leitos livre na rede hospitalar e aumento progressivo da cobertura vacinal de funcionários da educação e adolescentes acima de 12 anos de idade, cenário que favorece o retorno gradual das atividades escolares presenciais. No entanto, a publicação alerta para a transmissão do vírus, que muda de acordo com a variante dominante na comunidade e com a taxa de cobertura vacinal.
Dessa forma, os indicadores para retorno às aulas presenciais têm sido revistos ao longo da pandemia e atualizados de acordo com a vacinação, tendo em vista a redução de casos e mortes, bem como a necessidade de leitos para outras doenças. A recomendação é que cada município utilize indicadores que expressem o atendimento na sua rede de urgência e emergência, que avaliem e garantam o controle da pandemia e a baixa transmissão comunitária do vírus Sars-CoV-2. Entre os indicadores sugeridos pelo GT da Fiocruz estão a porcentagem de testes diagnósticos positivos menor que 5%, nos últimos sete dias; taxa de contágio com valor R menor que 1 (ideal 0,5) por um período de, pelo menos, sete dias e a taxa de vacinação acima de 80% da população total.
No entanto, a publicação alerta para a transmissão do vírus, que muda de acordo com a variante em circulação na comunidade e com a taxa de cobertura vacinal. Nesse contexto, o retorno às aulas e demais atividades educacionais, considerado de fundamental relevância pelo GT, exige a avaliação e implementação de medidas de biossegurança e vigilância em saúde. Entre as observações apontadas, destacam-se soluções de ventilação em ambientes fechados para redução da transmissão do vírus; instauração de inquéritos internos para estimar a cobertura vacinal entre trabalhadores, estudantes e familiares; além de ações de sensibilização e adesão à vacinação.
Medidas para diminuir o contato entre os alunos, tais como a ampliação do número de horas de atividades e dias da semana, bem como novo planejamento para atividades de lazer, recreação e atividade física com taxas de ocupação das salas de aulas condicionadas à transmissão do vírus, também são orientações que podem compor esta nova fase. Na educação infantil, a divisão em pequenos grupos (coortes) que convivam entre si durante o dia segue indicada, uma vez que não é possível manter o distanciamento e os estudantes não estão vacinados.
O uso de máscaras permanece sendo imprescindível em transportes públicos e ambientes fechados, sendo recomendado o modelo com cobertura de nariz e boca, mesmo para pessoas com esquema vacinal completo. A nota ressalta, ainda, que o número de adolescentes vacinados com a primeira dose da vacina contra a Covid-19 ainda é baixo, o que torna a faixa etária de 12-18 anos mais suscetíveis ao vírus.
Com relação à suspensão das atividades escolares, o documento aponta que, nesse momento, ela deve estar vinculada à verificação de uma cadeia de transmissão local e não mais individual. As rotinas de investigação e acompanhamento de casos suspeitos e confirmados continua sendo relevante, bem como ter os protocolos municipais e estaduais como referência e o contato permanente com a vigilância epidemiológica local. O período de isolamento recomendado passou para 10 ou 7 dias, em período de baixa transmissão comunitária.
Desde que sejam implementadas as medidas ressaltadas na Nota Técnica, o grupo conclui ser favorável à reabertura 100% presencial das escolas no atual contexto.
Imagem: Freepik
Os idosos, pessoas com 60 anos ou mais, são quase 38 milhões de brasileiros, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), representando cerca de 20% da nossa população. Essa é uma média que vem crescendo ano a ano, apontando, assim, a urgência de políticas e ações específicas para essa parcela da sociedade. A Covid-19 expos ainda mais as fragilidades inerentes ao envelhecimento, e agora essa preocupação volta à tona mais uma vez com o aumento do número de mortes e internações entre os idosos por coronavírus. Neste 1° de outubro – Dia Internacional do Idoso – o Campus Virtual Fiocruz destaca os cursos, online e gratuitos, lançados no âmbito da pandemia, que visam atualizar aqueles que atuam no cuidado a pessoas idosas em ambiente domiciliar, em Instituições de Longa Permanência e demais interessados no tema.
+curso Pessoa idosa e a Covid-19: prevenção e cuidados em domicílio - Inscreva-se já!
A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Internacional do Idoso em 1991 com o objetivo de sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar dessa população. Os direitos dos idosos são garantidos na Constituição Federal, artigo 230, o qual define que família, sociedade e Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando a sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade, promovendo seu bem-estar e garantindo o direito à vida. Outro instrumento para garantia desses direitos é o Estatuto do Idoso, que foi criado em 2003, e assegura, de forma permanente, direitos fundamentais, medidas de proteção, política de atendimento, acesso à Justiça e proteção judicial.
Envelhecimento saudável
Estimulados pelo fato de as pessoas estarem vivendo mais, e isso estar causando mudanças demográficas, bem como uma transição epidemiológica, OMS estabeleceu diferentes diretrizes para apoiar ações de construção de uma sociedade para todas as idades. Intitulada ‘Década do Envelhecimento Saudável 2020-2030’, a iniciativa é a principal estratégia para alcançar esse objetivo, com base na Estratégia Global da OMS sobre Envelhecimento e Saúde, no Plano de Ação Internacional das Nações Unidas para o Envelhecimento e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda das Nações Unidas 2030. A Organização lançou ainda, em 2020, o primeiro portal que reúne em um só lugar dados sobre indicadores globais para monitoramento da saúde e do bem-estar de pessoas com 60 anos ou mais – disponível apenas em inglês.
Iniciativas do Campus Virtual Fiocruz
Com a chegada da Covid-19, há quase dois anos, a preocupação com essa parcela da população mais uma vez ficou em evidência por ter se mostrado uma doença de maior letalidade entre os idosos. Buscando abordar as especificidades do novo coronavírus e sua relação com as vulnerabilidades desse grupo de risco, o Campus Virtual Fiocruz lançou dois cursos voltados à cuidadores, familiares e profissionais que atuam com a saúde da pessoa idosa e a segurança do paciente: Cuidado de Saúde e Segurança nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) no contexto da Covid-19 e Pessoa idosa e a Covid-19: prevenção e cuidados em domicílio.
A formação – oferecida pelo CVF e desenvolvida em uma parceria entre o Centro Colaborador para a Qualidade do Cuidado e a Segurança do Paciente (Proqualis) e o Comitê de Saúde da Pessoa Idosa, ambos ligados Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) –, é composta de seis aulas, com um total de 12h de carga horária.
O curso é gratuito, online e autoinstrucional (sem tutoria). Entre os temas abordados nas aulas estão: medidas de prevenção e controle da disseminação de doenças; cuidados em áreas comuns; fragilidade e violência; vacinação para proteção da Covid-19 nas ILPIs; contatos sociais em tempos de isolamento; estratégias de comunicação para garantir o contato da pessoa idosa com a sua família ou comunidade; recomendações para a comunicação de notícias difíceis; entre outros.
Pessoa idosa e a Covid-19: prevenção e cuidados em domicílio
A formação – oferecida pelo Campus Virtual Fiocruz em parceria com o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) – tem como objetivo atualizar as pessoas envolvidas no cuidado de pessoas idosas em ambiente domiciliar e demais interessados nessa temática.
O curso, online e gratuito, tem carga horária de 20h e está organizada em sete aulas. A ideia é que, ao final do curso, os participantes sejam capazes de compreender e realizar as medidas sanitárias preconizadas para a prevenção e controle da infecção por Covid-19 no contato com pessoas idosas que necessitam de apoio ou auxílio para a realização de suas atividades cotidianas. Também é objetivo do curso que os alunos conheçam os serviços de saúde no território que prestam atendimento em casos de suspeita e/ou confirmação de infecção por Covid-19. Além do conteúdo programático, os alunos terão acesso à bibliografia utilizada no curso, a materiais complementares e a um conjunto de Perguntas e Respostas sobre o tema (FAQ).
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