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Publicado em 06/12/2022

Ampliação de fronteiras: Campus Virtual auxiliará a qualificação de gestores, pesquisadores e estudantes de Moçambique

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Transpondo fronteiras e ampliando o alcance internacional, o Campus Virtual Fiocruz, em acordo inédito com o Instituto Nacional de Saúde de Moçambique, passará a abrigar os cursos de qualificação da instituição africana oferecidos na modalidade à distância. A iniciativa é desenvolvida no âmbito do Projeto Coopbrass — Rede de Pesquisa e Formação em Saúde: Cooperação Sul-Sul entre a Fiocruz e Instituições Moçambicanas — e busca avultar ações de capacitação e qualificação profissional, ampliando a escala de formação em áreas críticas para a saúde de interesse nacional, e fortalecer estratégias de expansão da pós-graduação Stricto sensu. 

Na segunda quinzena de novembro, a coordenadora e a coordenadora adjunta do Campus Virtual Fiocruz, Ana Furniel e Rosane Mendes, respectivamente, estiveram em missão internacional na sede do Instituto Nacional de Saúde de Moçambique (INS) para uma grande agenda com gestores locais. Entre as atividades, foi realizada uma série de reuniões, oficinas de apresentação e de capacitação sobre tecnologias educacionais para a saúde, melhores práticas e estratégias de ensino remoto, e reuniões para definição de um plano de trabalho para os próximos dois anos, com cronograma de acompanhamento da implantação dos cursos no CVF e pactuação das demais atividades, tais como, capacitação dos profissionais da região para ambientação, adaptação e utilização das ferramentas e plataformas, com suporte e acompanhamento durante o período de implementação das ações. As representantes do CVF estiveram em Moçambique, de 18 a 29 de novembro. 

Segundo a coordenadora do CVF, Ana Furniel, o INS já oferece cursos de curta duração, no entanto, de forma presencial. "Além do país ter dimensões continentais e ainda estarmos vivenciando uma conjuntura global de saúde pública relacionada à pandemia de Covid-19, o que dificulta enormemente o deslocamento dos profissionais, a realização de cursos a distância amplia a possibilidade de oferta de vagas, bem como otimiza recursos financeiros. Assegurando, assim, a abrangência das iniciativas de formação, mesmo em contextos de calamidades públicas", explicou ela. Pelo INS, o novo acordo está sob a responsabilidade de Rufino Gujamo, que é o diretor de Formação e Comunicação em Saúde do Instituto. 

No inicio de 2023, serão definidos os temas dos primeiros cursos a serem oferecidos pelo INS por meio da plataforma do Campus Virtual Fiocruz. Além disso, ainda no primeiro semestre, espera-se que sejam realizadas oficinas que apoiarão os profissionais moçambicanos na criação de Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do INS para cursos e disciplinas com apoio para o desenvolvimento do Desenho Educacional/Instrucional dos mesmos. Além disso, a partir de 2024, uma nova fase já está prevista: o desenvolvimento e implantação de um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) no INS para protótipos e alguns cursos no novo ambiente.

Iniciativas no âmbito do Coopbrass-Fiocruz

Esta é mais uma iniciativa que dá continuidade à cooperação já existente há mais de uma década, e busca expandir o conhecimento científico, reconhecendo a importância da ação conjunta para a solução dos problemas das sociedades. O Coopbrass contempla duas grandes temáticas de ação da Fiocruz relevantes para os países do Sul Global: Enfrentamento de doenças infecciosas, doenças negligenciadas e emergências sanitárias; e o Fortalecimento dos sistemas de saúde com vistas à melhoria das condições de saúde e redução das desigualdades. 

Baseada em experiências recentes, a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), que é a responsável pela condução do Coopbrass na Fiocruz, acredita que o conhecimento sobre o uso de estratégias de ensino remoto, incorporação de ambientes virtuais de aprendizagem e a realização de cursos híbridos têm-se mostrado essenciais em um cenário de formação pós-pandemia de Covid-19. Um grande exemplo é a parceria com o programa de mestrado e doutorado em Ciências da Saúde em Moçambique, com uma turma de mestrado em Sistemas de Saúde, e com o mestrado em Saúde Pública, da Faculdade de Ciências Sociais, da Unilúrio, com a qual o Campus Virtual Fiocruz também já vem realizando atividades.  

Em 2021, alunos do mestrado em Saúde Pública, da Faculdade de Ciências Sociais, da Universidade Lúrio (Unilúrio), cursaram a disciplina Metodologia da Pesquisa Científica – já oferecida de forma transversal para diferentes cursos da Fiocruz. As aulas foram ministradas por docentes do Instituto Aggeu Magalhães (Fiocruz Pernambuco), sob a liderança da Coordenadora-geral adjunta de Educação da Fiocruz (CGE), Eduarda Cesse. Essa foi a primeira vez que a Fiocruz ofereceu uma disciplina transversal para uma universidade do exterior. Na ocasião, para auxiliar os alunos e coordenadores da turma africana, a equipe técnica do Campus Virtual Fiocruz ofereceu dois treinamentos aos participantes.

Recentemente, integrantes da Vice-Presidência também estiveram em missão a Moçambique, em abril de 2022, que tratou do fortalecimento dessa rede de cooperação entre as instituições. Para o próximo ano, espera-se a realização de novas turmas para o mestrado e doutorado em Gestão de Sistemas de Saúde através de um consórcio de programas de pós-graduação de diferentes unidades da Fiocruz; a oferta de outras disciplinas transversais para os cursos; além da realização de novos treinamentos aos alunos, por meio do Campus Virtual Fiocruz, para ambientação e uso de ferramentas e Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).

Publicado em 01/12/2022

Dia de Luta contra a Aids: qualificação de profissionais para o enfrentamento ao estigma e atenção humanizada

Autor(a): 
Isabela Schincariol*

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado em 1° de dezembro, o Campus Virtual Fiocruz reforça a importância da qualificação dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde para a instrumentalização e melhoria do acolhimento a grupos ou indivíduos que vivenciam determinadas doenças nos serviços de saúde, promovendo uma atenção mais inclusiva, humanizada, interseccional e não discriminatória. Com esse objetivo, lançamos recentemente o curso Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde. A formação é online, gratuita, autoinstrucional e certifica os participantes inscritos que realizem avaliação com obtenção de nota maior ou igual a 7. As inscrições estão abertas!

Inscreva-se já!

O estigma e o preconceito são realidades cotidianas de grupos ou indivíduos que vivenciam determinadas doenças. A discriminação relacionada a condições de saúde acontece inclusive nos serviços de saúde, o que reforça a exclusão, e, sobretudo, causa sofrimento e traz enormes desafios à gestão do cuidado. Para tanto, o curso foi organizado em 3 macrotemas — Bases conceituais; Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas: normas e legislações; e Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação —, 5 módulos e 17 aulas. Ele é voltado a trabalhadores e trabalhadoras da saúde, estudantes, mas aberto a todos os interessados na temática.

Dia Mundial da AIDS 2022: Equidade Já

Um novo relatório divulgado recentemente pelo Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), alerta que as desigualdades estão obstruindo o fim da pandemia de Aids. O documento aponta ainda que o estigma, a discriminação e a criminalização de populações-chave (travestis e pessoas trans, gays e homens que fazem sexo com outros homens, profissionais do sexo, pessoas em privação de liberdade e pessoas que fazem uso de drogas injetáveis) representam uma barreira para o seu acesso aos serviços de HIV, custando vidas e impedindo o mundo de atingir as metas acordadas para o fim da Aids.

Segundo a diretora e representante do Unaids no Brasil, Claudia Velasquez, “o Brasil é um exemplo na resposta ao HIV, com a possibilidade de acesso às ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento pelo SUS. Mas as desigualdades seguem impactando negativamente e gerando barreiras que impedem o acesso aos serviços de pessoas em vulnerabilidade. E as desigualdades se cruzam. Por exemplo, uma pessoa trans, negra, vivendo com HIV e em situação de rua terá uma dificuldade extrema de acessar e seguir com o tratamento. Reconhecer a interseção de desigualdades é um elemento chave para uma abordagem integral da resposta ao HIV. O fracasso em fazer progressos para impedir a infecção pelo HIV nas populações-chave prejudica toda a resposta à pandemia de Aids e ajuda a explicar a desaceleração do progresso frente à mesma”, alertou ela.

Os dados completos do relatório Desigualdades Perigosas podem ser conferidos aqui, em inglês.

Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde

O curso Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde é uma realização da Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Campus Virtual Fiocruz e a Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência, em parceria com Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

A elaboração do curso nasceu da necessidade de sensibilizar e instrumentalizar profissionais de saúde que estão na ponta do atendimento, visando atualizar, aprimorar e qualificar suas práticas, construções sócio-históricas que acontecem durante o processo de trabalho e por meio da interação entre tais profissionais e os usuários dos serviços de saúde. É nessa interação que nascem também aspectos relacionados ao estigma e à discriminação, os quais, como já é sabido, promovem a exclusão social e, ao mesmo tempo, podem produzir consequências negativas que resultam em interações sociais desconfortáveis. Tais fatores são limitantes e também podem interferir na adesão ao tratamento das doenças e qualidade de vida, perpetuando, assim, um ciclo de exclusão social, que, ao mesmo tempo, reforça situações de discriminação, bem como a perda do status do indivíduo, aumentando a vulnerabilidade de pessoas e populações.

Conheça a organização do curso e temas tratados:

Bases conceituais:

Módulo 1 - Bases conceituais

  • Aula 1 - Enfrentamento ao estigma e discriminação
  • Aula 2 - Condições individuais, programáticas e sociais da vulnerabilidade
  • Aula 3 - Implicações éticas em saúde

Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas - Normas e legislações:

Módulo 2 - Estigmas relacionados a algumas doenças

  • Aula 1 - Pessoas vivendo com HIV/Aids e pessoas com IST
  • Aula 2 - Pessoas acometidas pela hanseníase e seus familiares e pessoas acometidas pelas micoses endêmicas
  • Aula 3 - Pessoas acometidas por tuberculose e pessoas acometidas pelas hepatites virais

Módulo 3 - Estigmas relacionados a práticas ou comportamentos

  • Aula 1 - Pessoas privadas de liberdade
  • Aula 2 - Pessoas em situação de rua
  • Aula 3 - Pessoas que usam álcool e outras drogas
  • Aula 4 - Trabalhadoras(es) do sexo e cuidados em saúde

Módulo 4 - Estigmas relacionados a condições específicas

  • Aula 1 - População negra
  • Aula 2 - Povos indígenas
  • Aula 3 - População LGBTQIA+

Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação

Módulo 5 - Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação nos serviços de saúde

  • Aula 1 - Normas e legislações vigentes relacionadas ao enfrentamento do estigma, da discriminação e das legislações discriminatórias
  • Aula 2 - Condições e estratégias para alcance de um serviço livre de discriminação
  • Aula 3 - Práticas estigmatizantes e discriminatórias dirigidas as/os usuários(as) dos serviços de saúde
  • Aula 4 - Estratégias de melhoria para acesso aos serviços pelos(as) usuários(as)


*com informações do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids)

Publicado em 13/12/2022

Curso online Oficinas Clínicas do Cuidado está com inscrições abertas

Autor(a): 
Fabiano Gama*

A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp), em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), abriu inscrições para o curso online de qualificação profissional em nível de atualização Oficinas Clínicas do Cuidado - Narrativas e Reconstrução de Sentidos para o Trabalho em Saúde 2023. O curso é destinado aos alunos do 2º ano do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família da Ensp e outros profissionais de saúde ou áreas afins, de nível superior, que estejam atuando em funções assistenciais ou gerenciais em unidades de saúde do SUS, ou que exerçam funções de cuidado em outros serviços públicos. As inscrições estão disponíveis até às 16h de 23 de janeiro de 2023.

Inscreva-se já!

O objetivo do programa é contribuir com a compreensão e reconstrução de sentidos acerca das questões ligadas à dimensão do trabalho em saúde e da produção do cuidado. Através do desenvolvimento de oficinas clínicas psicossociológicas, apoiadas em processos grupais e na utilização de casos como dispositivos de intervenção nos processos de trabalho em saúde, pretende-se favorecer a discussão das experiências do cotidiano assistencial, oportunizando o reconhecimento e elaboração dos diferentes elementos que envolvem a cena clínica e influenciam, de diversas maneiras, a relação com os pacientes e os colegas, bem como o resultado terapêutico.

Coordenado por Marilene de Castilho Sá e Lilian Miranda, o curso terá carga horária total de 96 horas trabalhadas por via remota, através da plataforma digital ZOOM, e será ministrado semanalmente, às terças-feiras, das 9h às 12h  e das 14h às 17h, com início em 14 de março de 2023 e término em 27 de junho de 2023.

Os cursos são estruturados em grupos de unidades de aprendizagem:

UNIDADE DE APRENDIZAGEM I:

Estão destinados à atividade reflexivas, em sala remota, a partir da realização de discussões de textos previamente indicados, debates e aulas expositivas.

Apresenta o cuidado em diferentes abordagens teóricas e em suas dimensões intangíveis: por uma clínica dos sujeitos e das organizações de saúde;

UNIDADE DE APRENDIZAGEM II:

Está voltado para o desenvolvimento de um trabalho em pequenos grupos, centrado na produção de narrativas e reconstrução de casos ou situações relacionadas ao cuidado em saúde, vividas pelos profissionais no cotidiano dos serviços de saúde onde trabalham.

Abroda processos grupais e construção de narrativas: estratégias de (re) construção de sentido das práticas de cuidado e do trabalho em saúde.

São ofertadas 44 vagas, das quais 20 são destinadas à demanda livre de profissionais de saúde ou áreas afins, de nível superior, que estejam atuando em funções assistenciais ou gerenciais em unidades de saúde do SUS, ou que exerçam funções de cuidado em outros serviços públicos (considerados, para efeito de seleção, do grupo I); e 24 aos profissionais de saúde de nível superior que se encontram matriculados no segundo ano do curso de especialização em Estratégia de Saúde da Família em nível de Residência, da Ensp (considerados Grupo II para fins de seleção).

Confira aqui o edital completo do curso.

 

*Com informações da Ensp.

 

Publicado em 24/11/2022

Novo curso sobre estigma e discriminação em serviços de saúde é lançado no Abrascão 2022

Autor(a): 
Isabela Schincariol

O Campus Virtual Fiocruz e a Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência, em parceria com Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde estiveram no 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em Salvador, Bahia, para o lançamento do curso Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde. Confira um pouquinho desse encontro durante o Abrascão 2022.

A formação é online, gratuita e está com inscrições abertas!

A cerimônia presencial foi realizada no estande Fiocruz e contou com a participação de representantes das instituições envolvidas. A vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, destacou a importância do tema central da formação para o enfrentamento das desigualdades no âmbito dos serviços de saúde. Ela acentuou que o estigma e o preconceito promovem a exclusão, limitam o direito das pessoas ao cuidado de qualidade e afastam essa população já tão vulnerável dos serviços de saúde, prejudicando, assim, que tenham acesso ao atendimento digno e humanizado que precisam e tem o direito de receber.

O curso, segundo o diretor do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde (DCCI/SVS/MS), Gerson Mendes Pereira, nasceu dentro do Departamento e tem a intenção de atingir o maior número de profissionais de saúde possíveis de modo a reduzir o estigma e a discriminação no processo de cuidado, sobretudo em relação a essas pessoas e populações já tão vulnerabilizadas, para que sejam bem acolhidas nos serviços de saúde.

O responsável acadêmico da formação pela Fiocruz, Rivaldo Venâncio, que é coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação, destacou que o novo curso consolida uma parceria profícua com o Ministério da Saúde, particularmente com a Secretaria de Vigilância Sanitária, num momento especial para o país. Para ele, a formação tem como objetivo melhorar a formação das trabalhadoras e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). "Ao abordar esse tema tão relevante, que é o estigma e preconceito nos serviços de saúde, também estamos dando uma enorme contribuição para a construção de uma sociedade melhor, mais justa e fraterna, sobretudo neste momento em que o Brasil disse não à violência, ao racismo e ao preconceito", destacou.    

Conheça o curso Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde

O curso foi organizado em 3 macrotemas — Bases conceituais; Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas: normas e legislações; e Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação —, 5 módulos e 17 aulas. Ele é voltado a trabalhadores e trabalhadoras da saúde, estudantes, mas aberto a todos os interessados na temática. A formação é online, gratuita, autoinstrucional e certifica os participantes inscritos que realizem avaliação com obtenção de nota maior ou igual a 7.

O curso foi elaborado a partir da necessidade premente de sensibilizar e instrumentalizar profissionais de saúde que estão na ponta do atendimento, visando atualizar, aprimorar e qualificar suas práticas, pois o estigma e a discriminação promovem a exclusão social e, ao mesmo tempo, podem produzir consequências negativas que resultam em interações sociais desconfortáveis. Tais fatores são limitantes e também podem interferir na adesão ao tratamento das doenças e qualidade de vida, perpetuando, assim, um ciclo de exclusão social, que, ao mesmo tempo, reforça situações de discriminação, bem como a perda do status do indivíduo, aumentando a vulnerabilidade de pessoas e populações.

As fotos e entrevistas foram realizadas durante o Abrascão 2022 por Filipe Leonel, jornalista e coordenador de Comunicação Institucional da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz)

Publicado em 22/11/2022

Inscrições abertas para Cursos de Férias Verão 2023

Autor(a): 
Fabiano Gama

Estão abertas as inscrições para os Cursos de Férias do IOC – edição Verão 2023. Promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC), os cursos são destinados a alunos de graduações da área da saúde de todo o país. As inscrições estão abertas até 25 de novembro de 2022 pelo Campus Virtual Fiocruz.

Realizados entre os dias 23 de janeiro e 3 de fevereiro de 2023, os cursos são planejados e ministrados por estudantes dos cursos de Pós-graduação Stricto sensu do IOC e coordenadas por pesquisadores do Instituto. O objetivo do programa é desenvolver o pensamento científico em estudantes de graduação da área da Saúde de todo o país, apresentando as metodologias utilizadas na pesquisa básica e aplicada, divulgação científica e ensino, conceituando e contextualizando os diferentes assuntos e a sua importância para a saúde no Brasil.

Os Cursos de Férias do IOC são oferecidos para estudantes que devem estar regularmente matriculados em alguma graduação da área da saúde durante a realização dos cursos, além de atender às exigências específicas do curso escolhido. Confira aqui o edital da seleção e as exigências de cada curso.

A novidade da 28ª edição é o retorno de aulas presenciais, já que, devido à pandemia de Covid-19 no Brasil, os cursos foram adaptados ao ambiente virutal e, devido à alta demanda de inscrições e o sucesso da modalidade online, que possibilitou atingir jovens de diferentes localidades do país, este ano três cursos serão ministrados presencialmente e um na modalidade online. Serão oferecidas 75 vagas distribuídas nos quatro cursos ofertados. Confira abaixo os links das páginas de inscrições de cada curso:

- Cursos presenciais:
• Análise espacial e saúde - aplicação do geoprocessamento em estudos de parasitologia: 10 vagas;
• Educação ambiental crítica: 20 vagas;
• Fisiologia dos insetos vetores: 15 vagas.

- Curso online:
• Artrópodes vetores e causadores de doenças: um olhar sob sua diversidade e importância: 30 vagas.

Publicado em 28/11/2022

Fiocruz e Ministério da Saúde lançam curso online e gratuito sobre enfrentamento ao estigma e discriminação nos serviços de saúde

Autor(a): 
Isabela Schincariol

O estigma e o preconceito são realidades cotidianas de grupos ou indivíduos que vivenciam determinadas doenças. A discriminação relacionada a condições de saúde acontece inclusive nos serviços de saúde, o que reforça a exclusão, e, sobretudo, causa sofrimento e traz enormes desafios à gestão do cuidado. Buscando qualificar e instrumentalizar trabalhadores da saúde para uma atenção inclusiva, humanizada, interseccional e não discriminatória, a Fiocruz e o Ministério da Saúde lançam hoje o curso, online e gratutito, Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde. As inscrições já estão abertas!
 
Inscreva-se já!

O curso foi organizado em 3 macrotemas — Bases conceituais; Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas: normas e legislações; e Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação —, 5 módulos e 17 aulas. Ele é voltado a trabalhadores e trabalhadoras da saúde, estudantes, mas aberto a todos os interessados na temática. A formação é online, gratuita, autoinstrucional e certifica os participantes inscritos que realizem avaliação com obtenção de nota maior ou igual a 7.

Seu lançamento oficial aconteceu em 21 de novembro, durante o 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, o Abrascão 2022. A cerimônia presencial foi realizada no estande da Fiocruz. Confira aqui alguns momentos do lançamento - Novo curso sobre estigma e discriminação em serviços de saúde é lançado no Abrascão 2022

A formação é uma realização da Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Campus Virtual Fiocruz e a Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência, em parceria com Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

A elaboração do curso nasceu da necessidade de sensibilizar e instrumentalizar profissionais de saúde que estão na ponta do atendimento, visando atualizar, aprimorar e qualificar suas práticas, construções socio-históricas que acontecem durante o processo de trabalho e por meio da interação entre tais profissionais e os usuários dos serviços de saúde. É nessa interação que nascem também aspectos relacionados ao estigma e à discriminação, os quais, como já é sabido, promovem a exclusão social e, ao mesmo tempo, podem produzir consequências negativas que resultam em interações sociais desconfortáveis. Tais fatores são limitantes e também podem interferir na adesão ao tratamento das doenças e qualidade de vida, perpetuando, assim, um ciclo de exclusão social, que, ao mesmo tempo, reforça situações de discriminação, bem como a perda do status do indivíduo, aumentando a vulnerabilidade de pessoas e populações.

Portanto, as instituições e pesquisadores envolvidos neste curso — sempre alinhados à tais evidências científicas que avançam nacional e internacionalmente em proposições diretivas ao enfrentamento das vulnerabilidades sociais — , entendem que o fortalecimento das ações de inclusão social e de enfrentamento ao estigma e discriminação se apresentam como estratégias de minimização das vulnerabilidades. Assim, esta nova formação apresenta-se como uma ferramenta nesse contexto de necessidade constante de ampliação de esforços em ações educativas no âmbito dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde para a contínua qualificação das práticas.

Conheça a organização do curso e temas tratados:

Bases conceituais:

Módulo 1 - Bases conceituais

  • Aula 1 - Enfrentamento ao estigma e discriminação
  • Aula 2 - Condições individuais, programáticas e sociais da vulnerabilidade
  • Aula 3 - Implicações éticas em saúde

Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas - Normas e legislações:

Módulo 2 - Estigmas relacionados a algumas doenças

  • Aula 1 - Pessoas vivendo com HIV/Aids e pessoas com IST
  • Aula 2 - Pessoas acometidas pela hanseníase e seus familiares e pessoas acometidas pelas micoses endêmicas
  • Aula 3 - Pessoas acometidas por tuberculose e pessoas acometidas pelas hepatites virais

Módulo 3 - Estigmas relacionados a práticas ou comportamentos

  • Aula 1 - Pessoas privadas de liberdade
  • Aula 2 - Pessoas em situação de rua
  • Aula 3 - Pessoas que usam álcool e outras drogas
  • Aula 4 - Trabalhadoras(es) do sexo e cuidados em saúde

Módulo 4 - Estigmas relacionados a condições específicas

  • Aula 1 - População negra
  • Aula 2 - Povos indígenas
  • Aula 3 - População LGBTQIA+

Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação

Módulo 5 - Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação nos serviços de saúde

  • Aula 1 - Normas e legislações vigentes relacionadas ao enfrentamento do estigma, da discriminação e das legislações discriminatórias
  • Aula 2 - Condições e estratégias para alcance de um serviço livre de discriminação
  • Aula 3 - Práticas estigmatizantes e discriminatórias dirigidas as/os usuários(as) dos serviços de saúde
  • Aula 4 - Estratégias de melhoria para acesso aos serviços pelos(as) usuários(as)

 

Publicado em 11/11/2022

Curso sobre História da Saúde Pública será oferecido no Abrascão

Autor(a): 
Lucas Leal*

Pesquisadores da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) oferecerão o curso História da Saúde Pública no Brasil durante o 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, o Abrascão. A atividade pré-congresso será realizada nos dias 19 e 20 de novembro, e conta com carga horária de 12h. O curso foi desenvolvido por especialistas em História da Saúde no Brasil, que são professores dos Programas de Pós-Graduação Stricto sensu da COC e integrantes do Observatório História e Saúde (OHS). O Campus Virtual Fiocruz lembra que está disponível em sua plataforma um curso sobre essa temática, desenvolvido pelo mesmo grupo. A formação, História da Saúde Pública no Brasil, é online e gratuita e está com inscrições abertas. 

Curso pré-congresso

O curso História da Saúde Pública no Brasil acontecerá nos dias 19 de novembro (9h às 17h) e 20 de novembro (9h às 12h30) no Mezanino A, Sala 100A do Centro de Convenções Salvador. Ao todo, estão disponíveis 50 vagas, voltadas a integrantes de movimento social, estudantes e pesquisadores da saúde coletiva. 

O 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva em Salvador, Bahia, será realizado no período de 19 a 24 de novembro de 2022, com atividades pré-congresso nos dias 19 e 20. Esta edição traz como tema central “Saúde é democracia: diversidade, equidade e justiça social” e pretende ser um momento de reencontro e de reafirmação dos pactos em defesa da vida, do SUS e da Democracia brasileira. 

O evento acontecerá num ano extremamente importante para o futuro do país, portanto, visa estimular reflexões e propostas que possam ser incorporadas à agenda da Saúde, da Educação e da Ciência e Tecnologia dos próximos governos, seja Federal ou Estaduais, de modo a contribuir para a reconstrução e redirecionamento das políticas públicas relevantes e estratégicas para o Brasil.

Veja aqui todas as informações sobre o 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva em Salvador

Curso online e gratuito sobre História da Saúde Pública no Brasil

A formação do Campus Virtual Fiocruz é voltada especialmente a alunos de pós-graduação de diferentes áreas do conhecimento, pesquisadores, trabalhadores da saúde pública e coletiva, mas aberta a todo o público interessado na temática. Ele é oferecido em formato autoinstrucional, ou seja, o aluno tem autonomia no aprendizado. Além disso, emite certificado aos aprovados na avaliação final. 

Sua proposta é debater temas relevantes sobre a história da saúde no Brasil ao longo dos séculos, com foco em políticas públicas de saúde, ações filantrópicas e privadas, assim como concepções sobre saúde, doença e cuidado. Ele foi desenvolvido em parceria com especialistas em História da Saúde no Brasil, que são professores dos Programas de Pós-Graduação Stricto sensu da Casa de Oswaldo Cruz e integrantes do Observatório História & Saúde (OHS). O OHS é uma estrutura permanente do Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (OHS/Depes/COC/Fiocruz) e também faz parte da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde (ObservaRH). 

Conheça a estrutura do curso:

Unidade 1 – Do império a primeira República: O surgimento da saúde pública

  • Aula 1 – A saúde e a doença da Colônia ao Império
  • Aula 2 – Saúde, microbiologia e reformas urbanas
  • Aula 3 – Oswaldo Cruz e o saneamento do Rio de Janeiro
  • Aula 4 – Das Cidades aos Sertões

 
Unidade 2 – Do Período Getulista à Ditadura Civil Militar

  • Aula 1 – Saúde Pública no 1º Governo Vargas
  • Aula 2 – O surgimento da Medicina Previdenciária
  • Aula 3 – Previdência e Saúde Pública: um Sistema Segmentado
  • Aula 4 – Saúde Pública e Desenvolvimento entre 1945 e 1964

 
Unidade 3 – Da Ditadura Civil Militar à regulamentação do SUS

  • Aula 1 – O fortalecimento do sistema previdenciário e da rede hospitalar no Brasil
  • Aula 2 – O Movimento pela Reforma Sanitária Brasileira
  • Aula 3 – O processo institucional da reforma sanitária
  • Aula 4 – A emergência do SUS


*Lucas Leal é estagiário sob a supervisão de Isabela Schincariol / com informações da Casa de Oswaldo Cruz

Publicado em 08/11/2022

Infecção Sexualmente Transmissível: Ministério da Saúde e Fiocruz lançam curso sobre teste rápido

Autor(a): 
Isabela Schincariol

As infecções sexualmente transmissíveis têm um importante impacto na saúde sexual e reprodutiva da população. Por outro lado, o diagnóstico precoce e preciso, além do tratamento adequado e oportuno, melhoram a qualidade de vida, interrompem a cadeia de transmissão e são instrumentos essenciais de prevenção de complicações decorrentes dessas infecções. Para orientar e sensibilizar profissionais de saúde que lidam diretamente com a realização de testes rápidos — procedimentos pré, pós e durante a testagem - o Ministério da Saúde, em parceria com a Fiocruz, lança hoje o curso Utilização dos testes rápidos no diagnóstico da infecção pelo HIV, da Sífilis e das Hepatites B e C. A formação — online, gratuita e autoinstrucional — tem carga horária de 15h e é dividida em cinco módulos. Conheça o curso e participe! 

Inscreva-se já!

O curso, desenvolvido no âmbito do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde (DCCI/SVS/MS) e disponível na plataforma Moodle do Campus Virtual Fiocruz, é aberto a todos os interessados nas diretrizes de diagnóstico da infecção pelo HIV, Sífilis e Hepatites Virais no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na utilização de testes rápidos (TR).

Os módulos apresentam orientações e metodologias adequadas acerca dos procedimentos pré-teste, durante a testagem e para o pós-teste, passando por informações mais básicas acerca da importância dos TR, a composição dos kits, a forma de organização e armazenamento dos mesmos até a interpretação de seus resultados, o encaminhamento dentro da rede de atenção à saúde do território, entre outros. A formação engloba a apresentação de manuais e guias oficiais do Ministério da Saúde e ações preconizadas pelos fabricantes para a execução dos testes rápidos.

De acordo com o Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde (DCCI/SVS/MS), esse lançamento tem suma importância na qualificação dos profissionais envolvidos na testagem rápida no âmbito do SUS. O Departamento aponta que conhecer o Guia Prático para Execução de Testes Rápidos, os Manuais de Diagnóstico e suas recomendações permite que os profissionais entendam a relevância desses testes na ampliação do diagnóstico do HIV, da sífilis e das hepatites virais; bem como realizem a sua oferta com maior segurança e garantia de qualidade.

A coordenadora da formação pela Fiocruz, Tânia Fonseca, ressaltou que o objetivo do curso é capacitar profissionais de saúde no que se refere ao diagnóstico desses agravos para realizar, com qualidade e segurança, os testes rápidos disponíveis na rede do SUS. "Estar atualizado sobre os testes disponíveis é de extrema importância, pois não apenas garante que os exames sejam feitos da mesma forma, independentemente do local do país no qual o paciente se encontra, mas, sobretudo, propicia que os profissionais estejam sempre sendo atualizados e mantendo o padrão de qualidade e realização de exames", detalhou ela.

Para Tânia, que atua como assessoria técnica da Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz, esta nova formação sela mais uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Fundação, consolidada aqui como "uma oferta clara, segura e qualificada ao SUS".

Conheça a estrutura do curso Utilização dos testes rápidos no diagnóstico da infecção pelo HIV, da Sífilis e das Hepatites B e C:

  • Módulo 1: Guia prático para execução de testes rápidos da infecção pelo HIV, Sífilis, Hepatites B e C
  • Módulo 2: Testes rápidos para Infecção pelo HIV
  • Módulo 3: Testes rápidos para Sífilis
  • Módulo 4: Testes rápidos para Hepatite B
  • Módulo 5: Testes rápidos para Hepatite C
Publicado em 10/10/2022

Fiocruz realiza roda de diálogos sobre vigilância popular

Autor(a): 
Fabiano Gama

A Vigilância Popular da Saúde, Ambiente e Trabalho (VPSAT) tem sido utilizada para nominar práticas de vigilância que privilegiam o protagonismo de comunidades, organizações e movimentos sociais. Pode envolver diferentes graus de atuação do Estado, da academia e dos profissionais de saúde, desde que estes reconheçam os atores e saberes populares e se impliquem nos processos participativos de natureza dialógica.

Inscreva-se já!

A roda de diálogos sobre vigilância popular visa realizar um debate teórico e metodológico a partir de vários campos do conhecimento e de experiências significativas desenvolvidas pelos movimentos sociais na defesa da vida, contribuindo para uma melhor base teórica e metodológica para o tema da Vigilância Popular, pois há uma grande necessidade de um debate metodológico, já que existem avanços teóricos na perspectiva crítica mas que não correspondem muitas vezes com uma coerência metodológica.

O curso será transmitido pelo canal no Youtube do programa, com carga horária de 14 horas. Os encontros são realizados às terças-feiras, das 14h às 16h. Os temas são apresentados, discutidos com o debatedor e depois abertos ao público por meio de rodas de diálogos de 2 horas.

Confira abaixo a programação completa e o que rolou no primeiro encontro, realizado no dia 27 de setembro:

27/9 - Jaime Breilh - Universidad Andina Simón Bolívar, Ecuador - Vigilância Popular e Monitoramento Participativo
Foto: https://iela.ufsc.br/files/jaime-breilh-02-1024x683jpg

11/10 - Neidinha Suruí - Rede de Monitoramento Territorial Independente - Amazônia
Vigilância Indigena e Vigilância Popular

18/10 - Guilherme Franco Netto - Fiocruz -
Vigilância da Saúde e Vigilância Popular

25/10 - João Arriscado - Universidade de Coimbra - Portugal
Ecologia de Saberes, Pesquisa ação e Vigilância Popular

1/11 - Ligia Kerr - UFC e ABRASCO
Vigilância Popular e Epidemiologia

8/11 - Lançamento do Site - Boaventura Santos (Universidade de Coimbra), Nisia Trindade (Presidente Fiocruz), Sonia Guajajara (APIB) e João Pedro Stedile (MST)

Público Alvo
O curso é destinado para movimentos populares, trabalhadores do SUS e acadêmicos envolvidos na temática da Vigilância Popular

Local de Realização do Curso
Fiocruz Ceará.

Número de Vagas
200 vagas.

Publicado em 06/10/2022

Inscrições abertas para curso de medicamentos da biodiversidade

Autor(a): 
Fabiano Gama

O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) está com inscrições abertas para o curso de Especialização em Inovação em Medicamentos da Biodiversidade, que será ministrado de forma remota pela plataforma Zoom. Candidatos que apresentem comprovação de curso superior completo cujos diplomas sejam reconhecidos pelo Ministério da Educação podem se inscrever até 14 de outubro.

Inscreva-se já!

O curso visa qualificar profissionais de nível superior interessados em atuar em projetos, programas e políticas relacionados à inovação em medicamentos da biodiversidade, especialmente aqueles de origem vegetal, e está alinhado à missão de Farmanguinhos: “atuar com responsabilidade socioambiental na promoção da saúde pública, por meio da produção de medicamentos, da pesquisa, do desenvolvimento tecnológico, e da geração e difusão de conhecimento”.

Com início marcado para fevereiro de 2023, o programa tem carga horária total de 360 horas, distribuídas em dois períodos letivos, sendo as aulas realizadas às sextas-feiras, nos horários das 9h às 13h e das 14h às 17h, em ensino híbrido envolvendo atividades remotas e/ou presenciais (devidamente agendadas). Será necessário que o aluno tenha computador e internet banda larga para acompanhar as aulas.

Ao todo, são disponibilizadas 25 vagas para a pós-graduação Lato Sensu. Não poderão se matricular no curso pessoas que tenham matrícula ativa em outros cursos lato ou stricto sensu na Fiocruz.

Para realizar a inscrição, é necessário preencher o formulário disponível na página do curso, imprimir e encaminhar junto com a documentação informada no edital diretamente pelo Formulário de Envio de Documentos.

Confira aqui o edital para mais informações.

Caso o candidato encontre dificuldades no uso do sistema de inscrição, entrar em contato com a secretaria do programa pelo e-mail bio@far.fiocruz.br.

 

 

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