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Publicado em 16/04/2021

Guimarães Rosa ilustra o Sextas desta semana

Autor(a): 
Ana Furniel

Nosso autor do Sextas de Poesia é Guimarães Rosa, escritor da alma do sertão, com seu lirismo regional, um recriador da linguagem e inventor de mundos. Para ele, as "pessoas não morrem, ficam encantadas”. 

O poema escolhido nesta semana faz da trajetória do rio ao mar nossa existência, entre vida e morte. Entre fim e recomeço. Que as nossas esperanças sejam como as águas de Rosa, serpenteando, atravessando o infinito e que renasçam sempre.
 

Publicado em 11/03/2021

Olga Savary ilustra o Sextas de Poesia

Autor(a): 
Ana Furniel

Olga Savary foi poeta, nunca quis ser chamada de poetisa. Foi voz pelos direitos das mulheres, todos eles. Hoje, nossa homenagem é para essa poeta - que morreu ano passado vítima da Covid-19 -, mas também a todas as vidas perdidas nesta semana em que se completa um ano da declaração oficial da pandemia mundial causada pelo coronavírus.  

Em seu primeiro livro, Ferreira Gullar escreveu o prefácio, uma tradução perfeita:

"Olga Savary nos parece dizer que a multiplicidade dos fenômenos e das vozes mais encobre que revela a essência real da vida. Por isso mesmo, ela está sempre nos chamando para o silêncio, a quietude, para as coisas que dormem esquecidas ou abandonadas, para o que está aparentemente à margem do mundo. Ela busca, ali, aquela integridade, aquela unidade que daria sentido à existência. Mas onde encontrá-la realmente, “se nada termina tudo se renova?” É uma angústia que a dilacera “como uma garra que fecha e abre dentro da fechada carne”. É quase o desespero".

O poema escolhido para esta edição do Sextas de Poesia nos faz navegar num "Mar de esperança", insistindo na alegria como resistência!

Publicado em 04/03/2021

Sextas de Poesia homenageia mulheres com Carolina Maria de Jesus

Autor(a): 
Ana Furniel

Ela é força e resistência, fez da palavra e da escrita sua luta. Carolina Maria de Jesus, mulher, negra e favelada é a escritora e poetisa que ilustra  o Sexta de Poesias desta semana, que também celebra todas as mulheres em suas diferentes representações, lugares e conquistas.

A escritora acaba de receber o título de Doutora Honoris Causa, concedido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Publicado em 26/02/2021

Olhar estrelas... Caio Fernando Abreu ilustra o 'Sextas'

Autor(a): 
Ana Furniel

Caio Fernando Abreu faz falta. Em fevereiro, completa-se 25 anos de sua morte, mas sua poesia e memória seguem vivas, e a cada dia ele é mais lido e compartilhado por um público jovem. Poeta, jornalista e escritor, ele enfrentou seus medos, a ditadura, a luta pelo direito de ser o que quiser, de ter um lado, de fazer escolhas e de mudar. Como no poema que ilustra o 'Sextas de Poesia' desta semana, Caio Fernando Abreu reafirma: "Faz anos navego o incerto". Para ele não há respostas, roteiros nem portos. No entanto, nos deixou a palavra, pontes que atravessam rios e navegam mares.

Leia na íntegra o poema Faz anos navego o incerto

 

Publicado em 29/01/2021

Carlos Drummond de Andrade traz "Sentimento do mundo" para o Sextas de Poesia

"O presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito. Vamos de mãos dadas..." Sempre atual, Carlos Drummond de Andrade ilustra o Sextas de Poesia com o poema "Sentimento do mundo". 

Publicado em 08/01/2021

Paulo Leminski ilustra o Sextas de Poesia

Com palavras de empatia, Paulo Leminski ilustra a primeira edição de 2021 do projeto Sextas de Poesia com o poema Contranarciso.

Publicado em 27/05/2022

Sextas de Poesia fala sobre resistência e destino com força e beleza

Autor(a): 
Ana Furniel

O Sextas de Poesia revisita Portugal, terra de tantos poetas e palavras. Uma língua em poema. Para esta semana, trazemos P.S, um poema que nos fala sobre resistência e destino com força e beleza.

O poeta, jornalista e livreiro Henrique Segurado, esteve ligado ao grupo da revista Távola Redonda na década de 1950, e voltara nos últimos anos à poesia, após um prolongado silêncio. Nascido em 6 de abril de 1930, Henrique Jorge Segurado Pavão estreou como poeta aos vinte e poucos anos, em 1953, com Emigrantes do Céu, uma edição da revista Távola Redonda, movimento ao qual era ligado e que lançou, entre tantos outros, António Manuel Couto Viana e David Mourão-Ferreira. Segurado ganhou vários prêmios, entre eles o Prêmio Fernando Pessoa e morreu, aos 90 anos, em janeiro de 2021. Era considerado um discípulo de Cesário Verde, o poeta que amava os livros, a palavra e os silêncios.

Publicado em 27/08/2021

Sextas traz Paulo Leminski falando sobre espaço, tempo e mudanças

Autor(a): 
Ana Furniel

Escritor, crítico literário e tradutor, Paulo Leminski foi um dos mais expressivos poetas de sua geração. Influenciado pelos irmãos Augusto e Haroldo de Campos deixou uma obra vasta que, passados 31 anos de sua morte, continua impactando as novas gerações de poetas brasileiros. Seu livro “Metamorfose” foi o ganhador do Prêmio Jabuti de Poesia, em 1995.

Os críticos dizem que Leminski sempre foi sucinto em suas palavras, assim como no poema escolhido no Sextas para homenagear o autor, que faria aniversário nesta semana. Em "Sintonia para pressa e presságio", com "do espaço ao tempo, do silêncio de quem grita ao escândalo de quem cala", Leminski lança mão de antinomias que desmentem a lógica e nos arrebatam.

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