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Publicado em 15/05/2023

Pesquisadora britânica aborda ambientes informais de aprendizagem em ciências em palestra

Autor(a): 
COC/Fiocruz

Science Identity Trajectories throughout School Visits to a Science Museum (Trajetórias de Identidade Científica ao longo de Visitas Escolares a um Museu de Ciências, em tradução livre) é o título da palestra da professora Neta Shaby, da University of Southampton (Reino Unido),  na Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Com tradução simultânea e transmissão pelo Youtube da Casa de Oswaldo Cruz, a palestra será promovida em 22 de maio, às 9h, no Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), em Manguinhos, no Rio de Janeiro.

O evento é promovido pelo Instituto Nacional de Comunicação da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT), sediado na COC/Fiocruz, pelo mestrado em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde e o curso de Especialização em Divulgação e Popularização da Ciência. A iniciativa é organizada pela pesquisadora Luisa Massarani, coordenadora do INCT-CPCT. 

Neta Shaby é professora de Educação em Ciências na Southampton Education School e integra o grupo de pesquisa MSHE (Mathematics, Science and Health Education). A pesquisa de Shaby se concentra em ambientes informais de aprendizagem em ciências. Com mestrado e doutorado em Educação Científica, ela explora as interações em museus de ciência. A professora foi bolsista de pós-doutorado na Oregon State University (EUA) como parte de um projeto de pesquisa que visa fortalecer o ecossistema de aprendizado STEM para jovens em idade escolar e suas famílias. 

Palestra
Science Identity Trajectories throughout School Visits to a Science Museum 
Convidada: Neta Shaby - University of Southampton (Reino Unido). 
Data: 22 de maio 
Horário: 9h às 12h30
Local: Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS) – Avenida Brasil, 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro.
Transmissão: Youtube da Casa de Oswaldo Cruz 

 

#ParaTodosVerem Banner com fundo azul escuro, no centro da imagem os dizeres: Science identity trajectories throughot school visits to a science museum, evento híbrido na Fiocruz, Centro de documentação e história da saúde (CDHS), Av. Brasil - 4365/ Manguinhos, Rio de Janeiro, transmissão via facebook casadeoswaldocruz, será no dia 22 de maio, às 9 horas, terá tradução simultânea e a palestrante será Neta Shaby da University of Southampton, Reino Unido.

Publicado em 05/05/2023

Fiocruz promove mesa-redonda sobre sistemas de saúde pública no Brasil e em Portugal

Autor(a): 
Lucas Leal*

Está com inscrições abertas a palestra 'Sistemas de Saúde Pública no Brasil e em Portugal: seus desafios e oportunidades na promoção e acesso à saúde integral'. A mesa-redonda será realizada no dia 9 de maio, às 13h (horário de Brasília), presencialmente no auditório da Fiocruz Pernambuco (Instituto Aggeu Magalhães) e com transmissão online, através do canal oficial do Youtube do Instituto. Interessados em participar do debate podem se inscrever até 8 de maio através do formulário de inscrição.

Inscreva-se já!

A mesa redonda é uma colaboração entre o Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz Pernambuco) e o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) com a Universidade de Aveiro (UA), de Portugal, e contará com a participação de pesquisadores de ambos os países.

Com a presença de Cristiani Machado, vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, a abertura do evento contará também com Jorge Mendonça, diretor da Farmanguinhos; João Veloso, vice-reitor para a Cooperação da Universidade de Aveiro; Pedro Neto, diretor do Instituto Aggeu Magalhães; e Artur Silva, vice-reitor para pesquisa da Universidade de Aveiro.

Confira a programação abaixo:

 

*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol

#ParaTodosVerem Banner com uma foto no topo, na foto tem uma pessoa sentada com um avental azul e as mãos sobre o colo, ao seu lado um médico de jaleco branco e luvas brancas, com as mãos sobre as mãos do paciente.
No meio do banner os dizeres: Mesa-Redonda, sistemas de Saúde Pública no Brasil e em Portugal: Seus desafios e oportunidadas na promoção e acesso à saúde integral. No dia 09 de Maio, às 13 horas no Brasil, 17 horas em portugal e às 18 horas no Central European Time. O evento será híbrido e gratuito, o local será o Instituto Aggeu Magalhães na Fiocruz de Pernambuco.

Publicado em 03/05/2023

Amazônia é tema de nova edição do curso online História, Ambiente e Conhecimento no Antropoceno

Autor(a): 
COC/Fiocruz

A Amazônia será o tema da 4ª edição do curso História, Ambiente e Conhecimento no Antropoceno, que será realizado remotamente pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) entre 22 e 26 de maio. O objetivo geral é apresentar e discutir o impacto do Antropoceno nos diversos campos do conhecimento, mas principalmente nas humanidades e nas artes. As inscrições estão abertas até 20 de maio.

Inscreva-se já!

Voltado para pessoas de diferentes áreas das ciências humanas e naturais interessadas no debate sobre o Antropoceno na história do conhecimento, das relações com o ambiente e com os saberes indígenas, o minicurso terá transmissão aberta pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no Youtube. Aqueles que quiserem obter certificado de participação devem se inscrever no Campus Virtual Fiocruz.

O objetivo do curso é fazer com que o aluno compreenda como a emergência ecológica contemporânea, que está na raiz da formulação do conceito de Antropoceno, afeta os debates nas humanidades e nas artes, por implicar novas formas de conceber a espécie humana, os modos de interação com o ambiente e as ideias de modernidade e política, debatendo o impacto do Antropoceno nas ciências humanas e sociais, sobretudo na história, a partir dos principais autores, argumentos, perspectivas e controvérsias, com especialistas versados nas diversas temáticas concernentes à ideia de uma época geológica conformada pela ação humana no planeta.

A coordenação do minicurso é dos professores e pesquisadores da COC André Felipe Cândido da Silva, Magali Romero Sá e Dominichi Miranda de Sá. A carga horária é de 18 horas.

Esta edição contará com a participação dos professores Rômulo de Paula Andrade (COC/Fiocruz), Claiton Márcio da Silva (UFFS), Alyne Costa (PUC-Rio), Carlos Afonso Nobre (Inpe), Susanna Hecht (Ucla – Institute of the Environment & Sustainability), André Fernando Baniwa (Ministério dos Povos Indígenas), Eduardo Neves (USP), Joana Cabral de Oliveira (Unicamp), André Felipe Cândido da Silva (COC/Fiocruz), André Secchieri Bailão (COC/Fiocruz) e Eliane Brum (Projeto Sumaúma). 

Confira a programação completa no Campus Virtual Fiocruz:

22/05
Manhã:
Rômulo de Paula Andrade (PPGHCS, COC-Fiocruz) e Claiton Márcio da Silva (UFFS) - "Modernização e Desenvolvimento: Amazônia e Cerrado na Grande Aceleração"
 
Tarde:
Alyne Costa (PUC-Rio) - "Terrestre, planetário, global, zona crítica: espacialidades no Antropoceno"
 
23/05
Manhã:
Carlos Nobre (INPE) – "Amazônia próxima de um ponto de não retorno. A urgente necessidade de uma bioeconomia da floresta em pé"
 
Tarde:
Susanna Hecht (UCLA) - "Environmental History as if the Future Mattered: from the delightful Anthropocene to the Great Acceleration in Amazonia"
 
24/05
Manhã:  
André Fernando Baniwa (Ministério dos Povos Indígenas) - 
"Reconstrução do bem viver dos povos indígenas: Rio Negro e povo Baniwa da Amazônia"
 
Tarde:
Eduardo Neves (USP) - "Entre o passado e a extinção: a Amazônia e o Antropoceno"
 
25/05
Tarde:
Joana Cabral de Oliveira (UNICAMP) – "Alianças vegetais para encarar o Antropoceno" 
 
26/05
Manhã: 
André Felipe Cândido da Silva e André Secchieri Bailão (COC-Fiocruz) - 
"A Amazônia como microcosmo do Antropoceno”

Tarde:
Eliane Brum (Projeto Sumaúma) – “Amazônia, centro do mundo: a urgência de uma outra linguagem para responder à emergência climática"

 

#ParaTodosVerem Banner com a imagem de uma árvore do lado esquerdo, o foco da foto está nas longas raízes, no chão várias folhas secas caídas. Do lado direito do banner um fundo verde com as inscrições até 20 de maio, o curso será online, o nome é História, ambiente e conhecimento no Antropoceno - especial Amazônia, data das aulas de 22 a 26 de maio, ministrado por André Felipe Cândido da Silva, Dominichi Miranda de Sá e Magali Romero Sá (COC/ Fiocruz)

Publicado em 25/04/2023

Fiocruz PE lança curso sobre economia da saúde voltado para a população em geral

Autor(a): 
Fiocruz Pernambuco

A Fiocruz Pernambuco lança na próxima sexta-feira, 28 de abril, o Curso Economia da Saúde para Todos, na modalidade de ensino à distância (EaD). Fruto da parceria entre a Fiocruz PE, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade de Pernambuco (UPE), que formam o Grupo de Pesquisa em Economia Política da Saúde e, recentemente, a integração do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) à equipe, o curso visa contribuir para compreensão de como os recursos públicos são empregados na saúde e assim a população esteja atenta para garantir o direito de todos à saúde, como estabelecido na Constituição de 1988.  As inscrições deverão ser feitas pelo Campus Virtual Fiocruz.

O lançamento ocorrerá às 9h, na Feira de Orgânicos que funciona no estacionamento da instituição, localizado na Av. Professor Moraes Rego, s/n – Cidade Universitária – Recife/PE. Nesse mesmo dia terão início as inscrições para a formação de 45 horas/aulas com conteúdo dividido em quatro blocos: direito à saúde, SUS e seguridade social; financiamento em saúde; o planejamento do financiamento no SUS; controle social no SUS.

Conheça aqui a estrutura do curso e inscreva-se a partir de 28 de abril!

O curso introdutório sobre a temática é destinado à população em geral, podendo ser feito por pessoas com diferentes níveis de instrução. Possui uma linguagem dialógica e acessível. A capacitação também pode servir de base para estudos desenvolvidos por programas de graduação e de pós-graduação, como economia da saúde e financiamento da saúde.

O objetivo de Economia da Saúde para Todos é contribuir para compreensão de como os recursos públicos são empregados na saúde e assim a população esteja atenta para garantir o direito de todos à saúde, como estabelecido na Constituição de 1988.  

“Tudo que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferta não é de graça. O dinheiro sai do bolso de cada cidadão e cidadã brasileira. São nossos recursos que custeiam o SUS, porque é um patrimônio público do povo para o povo. É importante conhecermos como esse sistema é financiado, suas regras e formas de operar. Para isso vamos conversar sobre o tema contando histórias baseadas na vida real. A ideia de lançar a formação numa feira vem da nossa vivência em espaços abertos, inclusive tendo realizado aulas abertas nesses locais”, explica a coordenadora da capacitação, a pesquisadora Islândia Carvalho.

O curso é fruto de uma parceria entre pesquisadores e docentes da Fiocruz Pernambuco, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Universidade de Pernambuco (UPE), que formam o Grupo de Pesquisa em Economia Política da Saúde. Recentemente, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) passou a integrar a equipe.

“A possibilidade de realizar um trabalho interinstitucional entre universidades e institutos de pesquisa para informar sobre a temática do financiamento da saúde, de forma traduzida e acessível, exigiu do grupo de pesquisadores um intenso exercício de devolutiva à sociedade de um saber acumulado por nós que lhes é de direito”, explica a líder do Grupo de Pesquisa em Economia Política da Saúde, Adriana Falangola, professora da UFPE.

 

Serviço:

Curso Economia da Saúde para Todos (EaD)

Dia: 28/04/23

Horário: 9h

Local: Feira de Orgânicos da Fiocruz PE (estacionamento da instituição)

Inscrições: https://campusvirtual.fiocruz.br/gestordecursos/hotsite/economiadasaude

 

 

#ParaTodosVerem Ao fundo da imagem, pessoas em uma feira. No topo do banner o tema do curso: Economia da Saúde para Todos, no fundo a foto de uma senhora fazendo compras na feira. No centro do banner está escrito: Lançamento do curso – Economia da Saúde para Todos (EaD), abaixo o dia: 28/04/23, 9 horas e local: Feira de Orgânicos da Fiocruz PE (estacionamento da instituição). 

 

Publicado em 17/04/2023

Testar, tratar e cuidar: nova formação da Fiocruz tem foco na doença de Chagas

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Nesta semana, acontece a etapa inicial de formação de multiplicadores para o novo curso 'Cuidado para a doença de Chagas na Atenção Primária à Saúde', que está em desenvolvimento e será oferecido por meio do Campus Virtual Fiocruz. A oficina presencial acontece no âmbito das comemorações ao Dia Mundial da Doença de Chagas, celebrado em 14/4; e integra o Projeto Comunidades Unidas para Inovação, Desenvolvimento e Atenção para a doença de Chagas (CUIDA Chagas), liderado no Brasil pelo Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz). Para além da capacitação, a sensibilização dos profissionais sobre a doença, seus sintomas, formas de tratamento e vigilância é estratégia determinante desta iniciativa.   

Participam do encontro profissionais convidados (médico ou enfermeiro, Agente Comunitário de Saúde e profissional da gestão) provenientes dos município incluídos no projeto CUIDA Chagas - Janaúba (Minas Gerais), Rosário do Sul (Rio Grande do Sul), Riachão das Neves (Bahia), Paraúna (Goiás) e Igarapé Miri (Pará) -, além de integrantes das equipes locais de atuação do projeto, todos sendo capacitados como supermultiplicadores nesta iniciativa. Após a oficina presencial, que tem duração de uma semana no Rio de Janeiro, esses profissionais realizarão o curso autoinstrucional online, por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem do Campus Virtual Fiocruz, na plataforma Moodle, e serão certificados pela formação. Os supermultiplicadores atuarão dando apoio à formação nos territórios, capacitando outros profissionais de saúde. 

Novo curso: oferta e estratégia de formação aliadas a princípios internacionais de enfrentamento de doenças transmissíveis

A nova formação - voltada especificamente a profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde (APS) e da atenção à saúde materno-infantil - está alinhada a princípios internacionais, especialmente com a temática escolhida como foco da campanha 2023 da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para o enfrentamento à doença: "É hora de integrar o cuidado para a doença de chagas na Atenção Primária à Saúde". A iniciativa está sob a coordenação de Andréa Silvestre de Sousa, que é pesquisadora do INI/Fiocruz.  

O curso é parte de um grande processo de capacitação voltado a esses profissionais envolvidos na vigilância e no cuidado de pessoas com doenças transmissíveis nos locais elencados pelo CUIDA Chagas. Ele é formado por três módulos, cujos focos são vigilância e monitoramento, teste rápido e gestão do cuidado para pessoas com doença de Chagas. Com a formação, a ideia é alcançar todos os profissionais da APS nos cinco municípios. 

Vale sempre destacar que a doença de Chagas tem cura e, quanto mais precoce for o diagnóstico e o quanto antes for iniciado o tratamento, maiores serão as chances de efetividade do tratamento.

O Campus Virtual Fiocruz é parceiro na capacitação, promovendo esta oferta por meio de seu Ambiente Virtual de Aprendizagem (Moodle), o que fomenta, além de grande potencial para a formação profissional em serviço, o alcance e a formação em larga escala. O CVF permite a criação de Ambiente Virtual de Aprendizagem customizável, o gerenciamento descentralizado por parte do ofertante e o suporte para atendimento aos alunos e docentes, garantindo atendimento qualificado e preciso.

CUIDA Chagas

O projeto CUIDA Chagas é uma iniciativa internacional inovadora que tem como principal objetivo a eliminação da transmissão vertical da doença de Chagas na América Latina. A ideia é consolidar modelos de implementação para a doença de Chagas que poderão ser replicados em diferentes contextos geográficos e epidemiológicos, utilizando uma abordagem abrangente de testar, tratar e cuidar que será integrada à atenção primária e à saúde materno-infantil, e incluirá, entre outros, serviços de aconselhamento; uso de TR para triagem, de modo a agilizar o processo de diagnóstico de doença crônica; uso de biologia molecular para facilitar o diagnóstico precoce de doenças crônicas em recém-nascidos e oferta de tratamento antiparasitário. 

Atualmente, o CUIDA Chagas atua nos cinco municípios já citados; que foram selecionados pelo Ministério da Saúde de acordo com as prioridades de saúde pública e considerando diversidade geográfica e epidemiológica.

Publicado em 24/04/2023

Inscrições abertas para curso online em Ciência em Animais de Laboratório

Autor(a): 
ICTB/Fiocruz

Até 28 de abril, estão abertas as inscrições para o Curso Avançado em Ciência em Animais de Laboratório, oferecido pela coordenação de ensino do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz). A formação destina-se a técnicos com experiência em biotérios, estudantes de medicina veterinária e zootecnia, ciências biológicas, biomedicina ou ciências da saúde. Também podem se inscrever professores, graduados e pós-graduados que atuam ou desejam aprofundar seus conhecimentos na área.

Inscreva-se já!

O curso é gratuito, na modalidade online, e abordará temas relacionados ao manejo dos animais de laboratório e suas aplicações em pesquisas biomédicas, como aspectos éticos e legais, bem-estar animal, biossegurança, qualidade sanitária e importância do uso de métodos alternativos. As aulas acontecerão de 8 a 19 de maio, de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17h, e serão ministradas online, ao vivo, via Zoom, totalizando 35 horas de carga horária.

São 80 vagas disponíveis e a inscrição só será efetivada após conclusão de todas as etapas descritas na chamada pública. Acesse aqui o edital e inscreva-se!

O resultado final será divulgado no dia 4 de maio, via e-mail e por lista publicada na página do curso.

Publicado em 14/04/2023

Fiocruz promove evento sobre história da hanseníase. Conheça o curso do Campus Virtual sobre o tema

Autor(a): 
Fabiano Gama*

Com a proposta de discutir a relevância das fontes documentais para a pesquisa em hanseníase, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), em parceria com o Departamento de Arquivo e Documentação (DAD) e com a Biblioteca de História das Ciências e da Saúde (BHCS), promove, no dia 19 de abril, a mesa-redonda 'História da hanseníase: fontes históricas e patrimônio documental'. O evento será online, transmitido pelo canal da COC no Youtube, a partir das 14h.

Participarão do debate o doutor em Ciências Sociais e diretor nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Tiago Pereira da Silva Flores, e a doutora em História Social e pesquisadora do Instituto de Saúde (IS) da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Yara Nogueira Monteiro.

O evento contará ainda com o lançamento da Vitrine do Conhecimento 'História da Hanseníase', espaço de divulgação de fontes de pesquisa sobre aspectos históricos e sociais da doença, como artigos, depoimentos, fotografias ou vídeos. Parte integrante da Biblioteca Virtual em Saúde – História e Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde, a iniciativa almeja ser a instância de convergência para organização, valorização e divulgação de fontes de informação a respeito da história da hanseníase, priorizando conteúdos em acesso aberto.

Confira aqui a programação do evento.

Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde

Com vistas a combater o preconceito e promover uma atenção mais inclusiva, humanizada, interseccional e não discriminatória a grupos ou indivíduos acometidos por doenças nos serviços de saúde, incluindo a hanseníase, o Campus Virtual Fiocruz reforça o lançamento do curso Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúdeimportante instrumento para qualificação de profissionais da saúde para a melhoria do acolhimento a estes grupos. As inscrições seguem abertas para os interessados no assunto.

Inscreva-se já!

Segundo dados do Boletim Epidemiológico Hanseníase, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, edição especial divulgada em janeiro de 2023, de 2017 a 2021, foram diagnosticados no Brasil 119.698 casos novos de hanseníase. Causada pela exposição ao Mycobacterium leprae, a hanseníase é uma doença infecciosa, transmissível e de caráter crônico, o que acarreta todo o preconceito da sociedade perante o diagn[ostico da doença, que afeta principalmente os nervos periféricos, olhos e pele, e ainda persiste como problema de saúde pública no Brasil.

A elaboração do curso nasceu da necessidade de sensibilizar e instrumentalizar profissionais de saúde que estão na ponta do atendimento, visando atualizar, aprimorar e qualificar suas práticas, construções sócio-históricas que acontecem durante o processo de trabalho e por meio da interação entre tais profissionais e os usuários dos serviços de saúde. É nessa interação que nascem também aspectos relacionados ao estigma e à discriminação, os quais, como já é sabido, promovem a exclusão social e, ao mesmo tempo, podem produzir consequências negativas que resultam em interações sociais desconfortáveis. Tais fatores são limitantes e também podem interferir na adesão ao tratamento das doenças e qualidade de vida, perpetuando, assim, um ciclo de exclusão social, que, ao mesmo tempo, reforça situações de discriminação, bem como a perda do status do indivíduo, aumentando a vulnerabilidade de pessoas e populações.

O curso é voltado a trabalhadores e trabalhadoras da saúde, estudantes, mas aberto a todos os interessados na temática, e foi organizado em 3 macrotemas — Bases conceituais; Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas: normas e legislações; e Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação —, 5 módulos e 17 aulas. A formação é online, gratuita, autoinstrucional e certifica os participantes inscritos que realizem avaliação com obtenção de nota maior ou igual a 7.

A formação é uma realização da Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Campus Virtual Fiocruz e a Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência, em parceria com Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Conheça a organização do curso e temas tratados:

Bases conceituais:

Módulo 1 - Bases conceituais

  • Aula 1 - Enfrentamento ao estigma e discriminação
  • Aula 2 - Condições individuais, programáticas e sociais da vulnerabilidade
  • Aula 3 - Implicações éticas em saúde

Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas - Normas e legislações:

Módulo 2 - Estigmas relacionados a algumas doenças

  • Aula 1 - Pessoas vivendo com HIV/Aids e pessoas com IST
  • Aula 2 - Pessoas acometidas pela hanseníase e seus familiares e pessoas acometidas pelas micoses endêmicas
  • Aula 3 - Pessoas acometidas por tuberculose e pessoas acometidas pelas hepatites virais

Módulo 3 - Estigmas relacionados a práticas ou comportamentos

  • Aula 1 - Pessoas privadas de liberdade
  • Aula 2 - Pessoas em situação de rua
  • Aula 3 - Pessoas que usam álcool e outras drogas
  • Aula 4 - Trabalhadoras(es) do sexo e cuidados em saúde

Módulo 4 - Estigmas relacionados a condições específicas

  • Aula 1 - População negra
  • Aula 2 - Povos indígenas
  • Aula 3 - População LGBTQIA+

Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação

Módulo 5 - Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação nos serviços de saúde

  • Aula 1 - Normas e legislações vigentes relacionadas ao enfrentamento do estigma, da discriminação e das legislações discriminatórias
  • Aula 2 - Condições e estratégias para alcance de um serviço livre de discriminação
  • Aula 3 - Práticas estigmatizantes e discriminatórias dirigidas as/os usuários(as) dos serviços de saúde
  • Aula 4 - Estratégias de melhoria para acesso aos serviços pelos(as) usuários(as)

Conheça o curso Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde:

 

*Com informações da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), do Boletim Epidemiológico de Hanseníase - Número Especial | Jan.2023 (Ministério da Saúde), e Isabela Schincariol (CVF).

Publicado em 28/03/2023

Planejamento e aprendizado: Campus Virtual realiza oficinas de gestão para biênio 2023-2024

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Buscando otimizar processos e traçar o seu planejamento para o biênio 2023-2024, o Campus Virtual Fiocruz realizou oficinas de gerenciamento, atualização e qualificação com suas diferentes equipes de produção. A programação, realizada nos dias 22 e 23 de março, englobou encontros e dinâmicas com os vários grupos que compõe o CVF, e trataram da jornada de produção de nossos cursos próprios; atualizações e definições sobre Recursos Educacionais Abertos (REA), planejamento de operações, as diversas ferramentas educacionais utilizadas e sua interoperabilidade, a relação do CVF com os diferente sistemas disponíveis na Fiocruz, e muitos outros.

O objetivo do encontro foi aprimorar os processos para seguir oferecendo um trabalho de qualidade. "Desde o início de nosso funcionamento, trazemos como forte características o pioneirismo e a ousadia. Seguimos estudando, aprendendo, nos questionando, reavaliando e ajustando nossos projetos e ações para oferecer produtos inovadores e de qualidade para a Fiocruz e, de maneira muito especial e importante, para toda a sociedade brasileira. O alcance de nossos cursos, por exemplo, nos mostra o quanto se faz necessário nos manter em movimento", afirmou a coordenadora do Campus Virtual, Ana Furniel. 

Trajetórias para a qualificação da oferta

A coordenadora adjunta do CVF, Rosane Mendes, trouxe para o debate os Recursos Educacionais Abertos (REA) - instrumentos utilizados em todos os cursos oferecidos pelo Campus -, detalhando seu ciclo de produção, princípios e, principalmente, a importância de utilização dos mesmos por empresas públicas. Já a designer educacional e líder de diversos projetos de curso no Campus, Laura Gris, fez uma apresentação com foco no design de experiências de aprendizagem online. 

Ela propôs uma grande dinâmica em três etapas, cujo foco inicial foi conhecer a jornada de produção de cursos sob a ótica de cada integrante da equipe; depois, a mesma trajetória foi elaborada em pequenos grupos e, finalmente, contruiu-se coletivamente o desenho ideal para o desenvolvimento de um curso online, considerando necessidades institucionais e particularidades do processo de cada um dos profissionais envolvidos.

Para Laura, que é também especialista em comunicação digital, esse tipo de dinâmica, além de permitir mais protagonismo com a  elaboração compartilhada dos processos e suas atribuições, dá ciência aos integrantes das equipes sobre a totalidade de um projeto, o que confere responsabilidade, mas também traz humanidade e compreensão ao cotidiano de trabalho, que geralmente é atribulado e muitas vezes angustiante.

Planejamento e ação

Outras etapas tratadas na oficina foram a organização dos projetos que entrarão em produção, as atividades atuais em desenvolvimento e os desafios para os anos de 2023 e 2024. Cronogramas, prioridades e estratégias foram estabelecidas, assim como as metas para os próximos quatro semestres. 

O encontro reuniu cerca de 20 profissionais do Campus Virtual Fiocruz, que trabalham presencialmente e à distância, e recebeu convidados da área de gestão da Fiocruz: o Coordenador-geral de Planejamento Estratégico da Fiocruz (Cogeplan), Fábio Lamin, e a coordenadora adjunta de Gestão e Planejamento da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação, Beatris Duqueviz.

Publicado em 21/03/2023

Conheça novo guia com orientações para ingressantes de todos os cursos da ENSP

Autor(a): 
Informe ENSP

A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) lançou nesta segunda-feira (20/3) o guia 'Orientações aos discentes', voltado para os ingressantes de todos os seus cursos, de todas as modalidades. A iniciativa da Vice-Direção de Ensino busca oferecer um panorama geral aos alunos da Ensp num único documento. Reinaldo Souza dos Santos, da Vice-Direção de Ensino, conta que o guia surgiu da necessidade de atualizar o antigo 'Caderno do Discente', que atendia apenas aos estudantes que chegavam para os cursos stricto sensu e, portanto, não englobava os cursos do Lato Sensu e Qualificação Profissional ou à Educação à Distância.

"Existiam instruções fragmentadas sobre esses cursos. Percebemos a necessidade de unir as informações num único documento. Este guia está disponível num formato que pode ser editado com facilidade, é flexível para a atualização das informações", disse Reinaldo. Ele acrescentou ainda que uma das ideias é justamente que todos os atores envolvidos em todos cursos da Ensp, caso identifiquem informações que precisem ser incluídas, excluídas ou modificadas, possam entrar em contato para que seja realizada a adequação. 

Confira o guia!

"A ideia foi integrar em um mesmo material orientações que dessem aos nossos alunos um norte sobre os processos relacionados ao ensino da Escola como um todo, representando de alguma forma nossa totalidade, complexidade e diversidade na formação. Só que para isso funcionar bem, a arquitetura de informação desse material tinha que dar conta de (1) não sobrecarregar os alunos com informações que eles não precisassem necessariamente saber, como é o caso de especificidades dos diferentes níveis, e (2) possibilitasse o retorno e a consulta fácil dos itens. Por exemplo: o aluno que quer saber sobre o comitê de ética em pesquisa, ou sobre matrículas e disciplinas, consegue acesso direto a essas informações pelo menu, pois ele foi estruturado pensando em agilizar essas consultas", explicou Ana Paula Abreu-Fialho, coordenadora da equipe de Criação e Desenvolvimento de Processos Educativos da Coordenação de Desenvolvimento Educacional e Educação à Distância (CDEAD/Ensp), que ficou responsável pelo desenvolvimento da plataforma com o guia. 'Além disso, e como fazemos sempre nos materiais que produzimos na CDEAD, nossa ideia é apresentar um material 'limpo', cuja aparência favoreça a apreensão do que ele informa, que possa ser acessado de diferentes dispositivos e lido por leitores de tela que atendem a pessoas com deficiência visual", completou.

Ao acessar o guia, o aluno encontra uma mensagem de boas-vindas: "Há quase 70 anos, a Ensp vem buscando formar recursos humanos para o Sistema Único de Saúde (SUS) e para o sistema de ciência e tecnologia, atendendo às necessidades sociais na formação de profissionais de saúde. Com isso, contribuímos de forma estratégica para um SUS vivo, diverso, atuante e ousado em suas concepções e propostas. A cada ano, a chegada de novos alunos potencializa essa missão e nos renova na esperança de que com a formação de profissionais como você podemos contribuir para a construção de nova realidade de saúde para o nosso país", diz o texto. 

O guia possui um menu, acessível ao clicar no botão no canto superior esquerdo da tela. A partir do menu, o aluno poderá selecionar as seguintes opções para obter informações: 1) Organização do ensino e secretarias, informações acadêmicas, bolsa de estudos, Comitê de Ética em Pesquisa da Ensp, suporte ao desenvolvimento dos projetos de pesquisa, representação e colegiado discente, infraestrutura e informações adicionais. 

 

Publicado em 20/03/2023

Consórcio de programas de pós da Fiocruz lança chamada especial para alunos de Moçambique

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Em um grande consórcio institucional de seis diferentes programas de pós-graduação, a Fundação Oswaldo Cruz lança hoje - em parceria com o Instituto Nacional de Saúde e a Universidade Lúrio, ambos de Moçambique, África - o edital do Programa Educacional em Sistemas de Saúde (SIS-Saúde Brasil/Moçambique). O seu objetivo central é fortalecer os sistemas de saúde da região. Para tanto, vai formar mestres e doutores moçambicanos, que atuarão no sistema nacional de saúde, na formação em saúde e na pesquisa, contribuindo para a qualificação de pessoal no campo da saúde pública e coletiva, bem como para os processos de planejamento, gestão e avaliação de sistemas de saúde. 
    
Integram o SIS-Saúde, os programas de pós-graduação em Saúde Pública (PPGSP), de Saúde Pública e Meio Ambiente (PPGSPMA) e de Epidemiologia em Saúde Pública (PPGEPI) ligados à Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz); de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente (PPGSMCA) do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz); de Saúde Pública (PPGSP) do Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz Pernambuco); e de Saúde Coletiva (PPGSC) do Instituto René Rachou (IRR/Fiocruz Minas).

A chamada especial de seleção pública para candidatos aos cursos oferecidos pelo SIS-Saúde já está no ar.

Confira os editais:

As inscrições terão início na próxima semana, em 27 de março, e vão até 17 de abril!

Parceria entre a Fiocruz e Moçambique
 
As coordenadoras do SIS-Saúde Brasil/Moçambique — Cristiani Vieira Machado e Eduarda Cesse, respectivamente, vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação e coordenadora-geral adjunta de Educação da Fiocruz —, destacaram a importante história de cooperação entre Brasil e Moçambique. Segundo Cristiani, a parceria da Fiocruz com o Instituto Nacional de Saúde (INS) na área da Educação já tem mais de 15 anos. "Durante esse período, a Fundação formou mais de 60 mestres em Ciências da Saúde e 14 mestres em Saúde Pública". Ela detalhou que essa nova oferta, em parceria com o INS e a Universidade Lúrio, integra o Projeto Coopbrass - Rede de Pesquisa e Formação em Saúde: Cooperação Sul-Sul entre a Fiocruz e Instituições Moçambicanas, que tem apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Já Eduarda Cesse, ressaltou que o consórcio permitirá a formação de cerca de 40 mestres e doutores em Saúde Publica, e “pretende contribuir para a formação de docentes e o fortalecimento do sistema público de saúde em Moçambique. Portanto, essa iniciativa entre programas de pós é de grande importância para a cooperação Sul-Sul em saúde".

SisSaúde: formação de professores e pesquisadores em Moçambique

A elaboração do Programa SIS-Saúde Brasil/Moçambique iniciou há cerca de um ano, a partir de uma missão da Fiocruz à África, em abril de 2022. Para atender a demandas de formação das instituições moçambicanas, cujo cerne é o fortalecimento dos sistemas de saúde, todos os programas de pós-graduação da Fiocruz envolvidos no consórcio são ligadas à grande área da saúde coletiva. 

Os estudantes deverão acompanhar as aulas no Instituto Nacional de Saúde (INS) e na UniLurio. Também estão previstas outras atividades presenciais no INS/Maputo, considerando a ida de pesquisadores visitantes à Moçambique no âmbito do Coopbrass-Capes/Fiocruz . Complementarmente, os estudantes contarão com o apoio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem por meio do Campus Virtual Fiocruz.

O curso de mestrado terá duração de dois anos (24 meses) e o de doutorado quatro anos (48 meses). Ao todo, serão oferecidas 40 vagas para profissionais de saúde que atuem no sistema público de saúde e/ou em instituições públicas de pesquisa e de formação superior em saúde em Moçambique, 20 para o mestrado e 20 para o doutorado, distribuídas pelos seis Programas consorciados, sendo 10% priorizadas a candidatos que se declararem Pessoa com Deficiência (PcD). 

Para o diretor Nacional de Formação e Comunicação em Saúde do INS, Rufino Gujamo, este programa integrado vai permitir a formação de recursos humanos moçambicanos altamente qualificados na área de sistemas de saúde. Gujamo acredita que "o programa, seguramente, vai contribuir de forma singular para o fortalecimento do sistema de saúde de Moçambique".

Também com altas expectativas para o início desta formação, a diretora Adjunta de Investigação, Extensão e Pós-Graduação da Faculdade de Ciências de Saúde da Universidade Lúrio, Amélia Mandane, evidenciou a colaboração internacional: "As relações de cooperação com parceiros estratégicos são de grande importância, pois promovem a consolidação e internacionalização da ciência e da inovação técnico-científica, com o fim último de promover um desenvolvimento integrado das sociedades". 

Ela frisou também que a Fiocruz e o INS são dois grandes parceiros que têm apoiado de forma estratégica a UniLúrio. "Estamos desenvolvendo com eles disciplinas de mestrado em Saúde Pública desde 2018, e, agora, abraçamos o desafio de avançar como colaboradores na oferta desse consórcio", apontou, indicando ainda ser primordial, além de promover, consolidar essas relações e aproveitar de maneira eficiente tais oportunidades.

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