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Publicado em 21/07/2021

Webinário discutirá potência terapêutica das histórias de vida

Autor(a): 
Isabela Schincariol (Campus Virtual Fiocruz)

Na próxima semana, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) debaterá a potência terapêutica das histórias de vida. Durante o encontro, que acontecerá no âmbito do Centro de Estudos da Ensp, será realizado também o lançamento do e-book “Histórias de Vida, Vozes da Rua”, fruto da pesquisa 'O cuidado às pessoas em situação de rua na Rede de Atenção à Saúde'. A sessão online é aberta ao público, e está marcada para o dia 29 de julho, às 14h, ao vivo no canal da Ensp no Youtube.

Além das apresentações e debates – que serão realizadas por Cláudia Brito, pesquisadora que apresentará a pesquisa que deu origem ao livro e mediará o debate; Valeska Antunes, médica que atuou no Consultório na Rua atendendo à população em situação de rua, Lilian Leonel, representando pessoas em situação de rua e liderança local; e Eliana Claudia Ribeiro, educadora que pesquisa e reflete sobre os processos de aprendizagem significativa –, o webinário terá leituras de breves trechos do livro, e permitirá que os participantes perguntem e proponham questões ao debate.

A pesquisa “O cuidado às pessoas em situação de rua na Rede de Atenção à Saúde”

A pesquisa de Saúde Coletiva que deu origem às narrativas teve como objetivo principal analisar a dinâmica e os modos de vida das pessoas em situação de rua e sua relação com os cuidados em saúde. Ela foi coordenada por Cláudia Brito e contou com a médica Lenir Nascimento da Silva e o antropólogo Caco Xavier, todos vinculados à Ensp.

Histórias de Vida, Vozes da Rua

Segundo o site da pesquisa, a ideia do livro nasceu do impacto que a beleza e a delicadeza que os relatos da população em situação de rua trouxeram aos pesquisadores da Ensp, quando estes se reuniram para analisar os depoimentos coletados durante a pesquisa.

À medida em que a leitura coletiva das entrevistas avançava no desvelar da experiência dessas pessoas e nos procedimentos de descrição, síntese e análise dos fenômenos estudados, os pesquisadores percebiam como seria importante compartilhar esse material na íntegra, de modo a permitir que a população em situação de rua se mostrasse e se apresentasse por meio de sua própria linguagem.

O ebook reúne, de forma escrita e na íntegra, narrativas orais gravadas com a população em situação de rua, que abordam histórias de vida, atividades do cotidiano, sentimentos, desejos, sonhos e estratégias e cuidados de saúde das pessoas entrevistadas, todas vivendo em situação de rua naquela ocasião.Para a coordenadora da pesquisa e debatedora do webinário, Cláudia Brito, o livro traz histórias repletas de riqueza e pluralidade, por vezes surpreendentes, sobre suas percepções de vida e do mundo. “Pensando no atual contexto de intensificação da agenda neoliberal e de indivíduos autocentrados em favor de seus interesses ou intolerantes às diferenças, o compartilhamento dessas histórias reafirma a preocupação com o outro, com direitos e cidadania, em favor da construção de projetos de pesquisa, de cuidado de saúde e de educação solidários e afetivos”, defendeu Cláudia.

Publicado em 07/01/2021

Saúde Pública e Epidemiologia em Saúde Pública: inscrições abertas para mestrado e doutorado 2021

Autor(a): 
Informe Ensp

Estão abertas as inscrições para os cursos de mestrado e doutorado dos programas de Pós-graduação em Saúde Pública e Epidemiologia em Saúde Pública, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz). O processo seletivo 2021 seguirá até 22 de janeiro. Em virtude da prorrogação de prazos apoiada pela Capes, em consequência da pandemia de Covid-19, o Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente não abriu inscrições para esta chamada pública. 

Destacando o esforço institucional para a reestruturação das atividades e cursos da Escola diante dos desafios impostos pela pandemia, a vice-diretora de Ensino da Ensp, Lúcia Dupret, ressaltou o papel da formação em saúde para enfrentar o coronavírus e melhorar a qualidade de vida da população. "Tivemos que nos reinventar e repensar os processos de trabalho para que a Ensp pudesse dar continuidade às suas atividades enquanto Escola. Reestruturamos nossos cursos, apropriamos tecnologias em nossos processos acadêmicos, realizamos oficinas de apoio aos docentes e sistemas de gestão de ensino, enfim, posso dizer que, apesar de todas as adversidades, foi possível promover mudanças, produzir melhorias e evolução desses processos. É importante salientar para os candidatos que o lançamento do Edital 2021, com seleção totalmente remota, é fruto desse caminhar de muito trabalho, construção coletiva, compromisso e seriedade de coordenadores, docentes e trabalhadores envolvidos com o Ensino da Escola".

A vice-diretora comentou ainda sobre a perspectiva de formação para as próximas turmas: "Nossa expectativa é formar professores, pesquisadores e profissionais de saúde com compreensão crítica, construção de conhecimentos e para enfrentatar os graves problemas sociais e de saúde do país. A Ensp cumpre essa missão há mais de seis décadas e, agora, mais do que nunca, por tudo que estamos vivendo, é preciso formar profissionais em consonância com as lutas pela melhoria da qualidade de vida da população brasileira". 

A abertura do processo seletivo 2021 do Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente está programada para o final do primeiro semestre do próximo ano, com inicio das aulas no segundo semestre. 

Saúde Pública

Mestrado Acadêmico em Saúde Pública - 2021

Doutorado em Saúde Pública - 2021

Epidemiologia em Saúde Pública 

Mestrado Acadêmico em Epidemiologia em Saúde Pública - 2021

Doutorado em Epidemiologia em Saúde Pública - 2021

Publicado em 26/11/2020

Nova formação online e gratuita sobre boas práticas clínicas é lançada na Fiocruz

Autor(a): 
Isabela Schincariol (Campus Virtual Fiocruz)

Quais são os direitos dos participantes de uma pesquisa? Quais questões éticas devem ser consideradas em sua elaboração e realização? Quais são as responsabilidades de seus realizadores? Essas e outras questões são abordadas no curso Básico de Boas Práticas Clínicas. A formação, que é gratuita e oferecida na modalidade à distância, está com inscrições abertas no Campus Virtual Fiocruz. O curso visa atualizar profissionais que atuam em pesquisa clínica sobre as diretrizes das Boas Práticas Clínicas (BPC), cujo objetivo é garantir a condução ética e a base científica dos estudos clínicos desde sua concepção até a divulgação de resultados. Confira a oportunidade.

Inscreva-se já!

As diretrizes das Boas Práticas Clínicas foram definidas em 1996, na forma de um manual, pela Conferência Internacional de Harmonização dos Requerimentos Técnicos para Registro de Produtos Farmacêuticos para Uso em Humanos (International Conference on Harmonization of Technical Requirements of Registration of Pharmaceuticals for Human Use).

Essa formação já foi realizada de forma presencial, mas esta é a primeira vez em que ela é oferecida na modalidade à distância. Segundo a coordenadora do curso, Jennifer Braathen Salgueiro, “espera-se que a formação contribua para o treinamento e ingresso de mais profissionais qualificados na área, além de aprimorar a condução das pesquisas clínicas em um cenário global, principalmente neste momento em que a sociedade demanda uma resposta rápida, porém segura das instituições de pesquisa”, apontou ela, que é pesquisadora do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) e também coordenadora do Comitê de Ética em Pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (CEP/Ensp/Fiocruz).

Segundo a diretora do INI/Fiocruz, Valdilea Veloso, "por meio deste curso, o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, primeiro hospital do país construído com o objetivo de fazer pesquisa clínica em doenças infecciosas, vem compartilhar sua experiência exitosa e contribuir para a consolidação da pesquisa clínica no país". 

O curso é organizado pela Plataforma de Pesquisa Clínica do INI/Fiocruz, em parceria com o Campus Virtual Fiocruz, e seu público-alvo são profissionais com nível superior ou médio que estejam envolvidos em pesquisa clínica. A carga horária total da formação é de 40 horas e sua estrutura curricular é constituída pelas seguintes temáticas:

  • Introdução às BPC e legislação nacional e internacional;
  • Processo de Consentimento e relacionamento com instâncias regulatórias;
  • Responsabilidade do investigador responsável e relacionamento com patrocinadores.

Para a coordenadora do CVF, Ana Furniel, a formação trata de questões muito relevantes para a pesquisa. "No momento em que debatemos, por exemplo, a produção de vacinas para a Covid-19, tornam-se fundamentais as discussões acerca dos eventos adversos, da farmacovigilância e da aprovação sobre as diferentes fases de uma pesquisa clínica, todos temas abordados no curso", detalhou ela.

Publicado em 27/08/2020

Fiocruz lança mestrado profissional voltado para população LGBTQIA+

Autor(a): 
Comunicação Ensp/Fiocruz

"Todo cidadão tem direito ao atendimento humanizado, acolhedor e livre de qualquer discriminação". Com base na Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde e na vulnerabilidade da população LGBTQIA+ quanto ao atendimento de seus direitos, incluindo o acesso aos serviços de saúde, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocuz) lança o curso de Mestrado Profissional em Direitos Humanos, Justiça e Saúde: Gênero e Sexualidade (2020.2). Desenvolvido pelo Departamento de Direitos Humanos e Saúde, curso destina-se a formar servidores públicos do Estado e dos municípios do Rio de Janeiro visando combater as discriminações e violações cometidas contra a população LGBTQIA+, no âmbito da atenção à saúde. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até 8/9 pelo Campus Virtual Fiocruz.

Acesse o edital e inscreva-se já!
 
O mestrado profissional é coordenado na Ensp pelos pesquisadores Maria Helena Barros, Marcos Besserman, Aldo Pacheco e Angélica Baptista. A iniciativa, que surgiu a partir da emenda parlamentar do deputado federal David Miranda, tem o objetivo de formar profissionais qualificados na área dos Direitos Humanos e Saúde para formulação e implementação de políticas públicas, seja na modelagem de projetos de intervenção, infraestrutura e atenção diferenciada à população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transsexuais ou Transgêneros, Queer, Intersexo, Assexual + (LGBTQIA+).
 
“A Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde explicita o direito ao cuidado, ao tratamento e ao atendimento livre de discriminação de orientação sexual e identidade de gênero. Nessa perspectiva, o curso foi pensado para fazer uma discussão profunda sobre o campo dos direitos humanos e a questão de gênero e sexualidade. A população LGBTQIA+ sofre não só pela violência e discriminação, mas também pela falta de acesso ao sistema de saúde. É preciso que o SUS se capacite para atendê-los. E esse atendimento deve ser referenciado pelo respeito à dignidade da pessoa humana, pelo respeito à diversidade e pelos direitos humanos e saúde”, afirmou a pesquisadora Maria Helena Barros.
 
Acesse a chamada pública.

Violência contra a população LGBTQIA+
 
Relatório divulgado pelo Grupo Gay da Bahia informa que 329 LGBT+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) tiveram morte violenta no Brasil, vítimas da homotransfobia, em 2019. Foram 297 homicídios e 32 suicídios. Isso equivale a 1 morte a cada 26 horas. O grupo indica uma redução de 26%, se comparado com o ano anterior. Em 2017 foram 445 mortes e em 2018, 420.

Publicado em 28/07/2020

Atenção Primária em Saúde: aula aberta discute desafios da organização do trabalho

Autor(a): 
Isabela Schincariol (Campus Virtual Fiocruz)

Para debater os “Desafios da organização do processo de trabalho da Atenção Primária em Saúde (APS) no atual contexto”, o mestrado profissional de AP com ênfase em Saúde da Família receberá o médico sanitarista Gastão Wagner de Souza Campos para uma aula aberta. A atividade, marcada para a próxima quinta-feira, 30/7, às 14h, será aberta e online. Ela compõe o módulo de Atenção Integral do curso, que é ligado à Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). O encontro terá a participação da coordenadora-geral e da coordenadora adjunta do mestrado, Elyne Engstrom  e Adriana Coser, respectivamente, como moderadora e debatedora do encontro. Docentes, pesquisadores da área, trabalhadores da APS e outros interessados no tema podem acompanhar a transmissão no canal do Campus Virtual Fiocruz no youtube.

A ideia de fazer uma aula aberta é ampliar e potencializar a reflexão sobre a necessária reorganização das ações e processos de trabalho da APS, neste momento potencializada pelo difícil cenário de enfrentamento à Covid-19 que o país está vivendo. “A proposta do encontro aberto é levar o tema para além da “sala de aula”. Mais do que nunca, esse é um tema estratégico para a atual conjuntura”, explicou Adriana Coser.

Ela detalhou ainda a conexão do palestrante convidado com o tema: “O professor titular da Universidade Estadual de Campinas, Gastão Wagner, é referência no campo da saúde coletiva, principalmente por suas proposições que visam à qualificação da gestão e da atenção do processo de trabalho em saúde. Clinica ampliada e compartilhada, apoio matricial, apoio institucional, equipe de referência, projeto terapêutico singular e núcleo de saúde coletiva estão entre os conceitos defendidos por ele e amplamente conhecidos na nossa rede SUS”.

A aula é aberta a todos os interessados e poderá ser assistida aqui.

Publicado em 23/05/2019

ENSP seleciona para curso de serviços farmacêuticos na atenção primária em saúde

Autor(a): 
Campus Virtual Fiocruz (com informações da Ensp/Fiocruz)

É sempre hora de se atualizar! As inscrições para o curso de atualização em Serviços Farmacêuticos na Atenção Primária em Saúde, oferecido pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), vão até o dia 30 de maio.

O curso busca capacitar farmacêuticos para a realização de serviços voltados para o uso seguro de medicamentos e para um atendimento cada vez mais humanizado.

Também dentre os objetivos, estão: estimular o entendimento a respeito do papel do farmacêutico no contexto de atenção básica à saúde; preparar o aluno para formular a mais efetiva estratégia de intervenção e atuação, tanto na abordagem individual quanto coletiva, entre outros.

São ofertadas no mínimo 15 vagas e no máximo 30, sendo 27 para candidatos de ampla concorrência e três para ações afirmativas.

Os profissionais de Farmácia interessados devem se inscrever e acessar o edital, disponível no Campus Virtual Fiocruz.

Publicado em 13/03/2026

Série de Entrevistas Destaca Pesquisas Sobre Enfrentamento de Violências Contra As Mulheres

Autor(a): 
Tatiane Vargas (Ensp/Fiocruz)

No mês marcado pelo Dia Internacional de Luta das Mulheres, celebrado em 8 de março, a Fiocruz realiza uma série de atividades no tema e se mobiliza para o debate sobre o feminicídio zero. Para complementar e incentivar as discussões, o Informe Ensp, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), inicia uma série especial dedicada a estudos coordenados por mulheres pesquisadoras do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves). A iniciativa destaca pesquisas que analisam diferentes dimensões das violências de gênero e reafirma o compromisso da Fiocruz com a democracia, com a justiça social e com o enfrentamento das desigualdades.

A série reúne entrevistas, matérias e vídeos com pesquisadoras que investigam temas fundamentais para compreender a violência contra as mulheres como um problema de saúde pública, trazendo reflexões que dialogam diretamente com a campanha institucional Feminicídio Zero, defendida pela Fiocruz e por seu Coletivo de Mulheres: o 8M, que produziu a carta-manifesto do Coletivo de Mulheres na Fiocruz para o 8M 2026. O documento destaca a defesa da vida, da ciência, da democracia e do SUS público, além do combate à misoginia, ao feminicídio e às desigualdades estruturais.

Os conteúdos abordarão diferentes contextos e expressões da violência de gênero, incluindo feminicídio, violência política de gênero, violência contra mulheres rurais, processos migratórios e as articulações feministas na América Latina e no Caribe em defesa da saúde e dos direitos das mulheres. Ao dar visibilidade a essas pesquisas, a Ensp/Fiocruz busca ampliar o debate público e contribuir para a construção de políticas e estratégias capazes de prevenir violências e proteger a vida das mulheres.

Feminicídio: primeiro tema já está no ar

Abrindo a série, o Informe Ensp publicou a entrevista Aumento do feminicídio: por que leis mais duras não têm sido suficientes?, com as pesquisadoras Vera Marques e Camila Alves, da Ensp/Fiocruz, e Isabella Vitral, pesquisadora da Fiocruz Minas. A entrevista discute os limites das respostas exclusivamente punitivas para enfrentar o feminicídio e aponta a necessidade de ações estruturais, intersetoriais e preventivas.

Confira os temas das próximas entrevitas

Publicado em 20/08/2025

Fiocruz abre inscrições para turmas de 2026 de mestrados e doutorados acadêmicos

Autor(a): 
Ensp/Fiocruz

Estão abertas as inscrições para as turmas de 2026 dos cursos de pós-graduação Stricto Sensu da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Os interessados têm até o dia 15 de setembro para se candidatar às vagas de mestrado e doutorado acadêmicos em três programas: Saúde Pública, Epidemiologia em Saúde Pública e Saúde Pública e Meio Ambiente. As inscrições devem ser realizadas pelo Acesso Fiocruz. Os editais estão disponíveis nos links abaixo. Nos documentos, há instruções para o procedimento de inscrição.

Saiba mais sobre os programas de pós-graduação acadêmicos da Ensp deles e saiba como participar do processo seletivo.

Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública

Acesse o edital do Mestrado em Saúde Pública 

Acesse o edital do Doutorado em Saúde Pública

Combinando tradição e atualização, o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública formou sua primeira turma de mestrado em 1967 e, desde 1977, é institucionalizado pela Capes. Ao longo de sua trajetória, contribuiu ativamente para a consolidação da saúde coletiva no Brasil e a formação para o SUS, atuando no ensino, na pesquisa e em parcerias com órgãos governamentais e organizações da sociedade civil. Os coordenadores do PPG são Gisele O'Dwyer de Oliveira e Vania Reis Girianelli.

Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública

Acesse o edital do Mestrado em Epidemiologia 

Acesse o edital do Doutorado em Epidemiologia

O Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia oferece formação sólida, com linhas de pesquisa que dialogam com a Saúde Pública. Dissertações e teses são desenvolvidas com inovação, fundamentação teórica consistente e análise robusta. A proposta é formar docentes, pesquisadores e gestores capazes de planejar, implementar e avaliar políticas públicas e tecnologias em diferentes contextos epidemiológicos, sociais e ambientais, no Brasil e no mundo. Os coordenadores do PPG são Rosane Griep e Antonio Pacheco.

Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente

Acesse o edital do Mestrado em Saúde Pública e Meio Ambiente 

Acesse o edital do Doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente

Voltado à interface entre saúde e meio ambiente, o Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente forma profissionais para analisar e propor soluções diante dos impactos das exposições ambientais na saúde humana. A abordagem é interdisciplinar e integrada, combinando as áreas de epidemiologia, toxicologia, e gestão e saneamento para compreender e enfrentar desafios ambientais e seus efeitos sobre a saúde. Os coordenadores são Rita Estrela e Enrico Saggioro. 

Publicado em 11/12/2023

Pluralidade e diversidade norteiam a nova gestão da Associação de Pós-Graduandos da Fiocruz-RJ

Autor(a): 
Lucas Leal*

Abraçando a diversidade e a atuação política em prol dos estudantes, a Associação de Pós-Graduandos da Fiocruz-RJ (APG-Fiocruz) elegeu uma nova gestão para o período 2023-2024. Intitulada "Pluralidade em ação: Movimentando a Fiocruz", a diversidade para garantir e ampliar a participação e representação dos estudantes do Rio de Janeiro vai além do nome da gestão. Ela é também representada internamente, conforme explicou o coordenador-geral da APG-Rio, Bruno Dias: "Somos uma chapa composta por 12 estudantes da pós-graduação, de seis programas diferentes, de cinco unidades da Fundação, com perfis socioeconomicos, demográficos bem diferenciados, com mulheres e homens negros e brancos, homossexuais e heterossexuais, pessoas do interior, da capital do Rio de Janeiro de outros estados do Brasil, além de olhares diferenciados sobre a saúde pública, a saúde coletiva e a divulgação científica".

Dentre os desafios principais da nova gestão, articular e viabilizar uma maior participação discente nas tomadas de decisão da instituição tem sido o grande foco das discussões. "O Rio de Janeiro, pelo seu papel e proximidade à presidencia ocupa um espaço privilegiado nessa articulação de fomentar a participação estudantil na agenda da instituição. Reconhecemos os avanços e os movimentos que a Fiocruz têm feito no que se refere às políticas de assistência, de equidade e diversidade, porém estar compondo os debates e valorizar a participação das representações discentes dos programas de pós-graduação é o grande papel que essa gestão tem se esforçado em cumprir", afirmou Bruno.

Fundada em 2012, a APG-Fiocruz tem como principal objetivo representar os discentes dos programas de pós-graduação das unidades técnico-científicas da Fundação sediadas no estado do Rio de Janeiro, de forma coletiva e individualmente.

Confira a composição da nova gestão:

Coordenadores-gerais

Bruno Dias, doutorando em Saúde Pública pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (PPGSP/Ensp/Fiocruz);

Gutiele Gonçalves, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (PPGHCS/COC/Fiocruz).

Vice-coordenador-geral

Thassio Ferraz, doutorando em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (PPGHCS/COC/Fiocruz).

Coordenadores de Articulação Política

Israel Dias, doutorando pelo PPGSP/Ensp;

Luis Cláudio Ventura, mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde (PPGDCTS/COC/Fiocruz).

Coordenadores de Ensino

Léa de Freitas Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública (PPGEPI/Ensp/Fiocruz);

Matheus Rodriguez, doutorando pelo PPGHCS/COC.

Coordenadoras de Comunicação

Beatriz Maria, mestranda, Programa de Pós-graduação em Ensino em Biociências e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (PPGBS/IOC/Fiocruz);

Bruna Martins, doutoranda, Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológia em Saúde (PPGICS/Icict/Fiocruz).

Coordenadoras de Finanças

Tarciane Ornelas, mestranda, Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional em Saúde (PPGEPS/EPSJV/Fiocruz);

Juliana Reeve, mestranda, Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (PPGSCM/IFF/Fiocruz).

Suplência

Suzana Pacheco Liberal, doutoranda (PPGSCM/IFF/Fiocruz).

 

 

 

 

Imagem: reprodução redes sociais APG-RJ

*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Shincariol

#ParaTodosVerem fotomontagem com a foto de alguns componentes da nova gestão da APG-Rio, e uma taja branca abaixo escrita Associação de Pós-Graduandos Fiocruz-RJ. Ao lado, a logo da APG-Rio.

Publicado em 10/11/2021

Seminário de Educação discutirá mudanças dos processos educacionais no Brasil

Autor(a): 
Fernanda Marques (Fiocruz Brasília)

Desigualdades e mudanças dos processos educacionais no Brasil: desafios para o futuro da Fiocruz. Este é o tema do Seminário de Educação que será realizado no dia 19 de novembro, sexta-feira, das 10h às 12h, com transmissão ao vivo pelo canal da Fiocruz Brasília no YouTube. Organizado pela Escola de Governo Fiocruz – Brasília (EGF-Brasília), pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) e pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), o seminário é um evento preparatório para o IX Congresso Interno da Fiocruz.

Convocado a cada quatro anos desde 1988, o Congresso Interno é o órgão máximo de representação da comunidade Fiocruz, em que se delibera sobre assuntos estratégicos relacionados aos rumos da instituição.

Para debater os desafios da educação, o seminário preparatório receberá como convidados os professores Márcia Abrahão, reitora da Universidade de Brasília (UnB), e Ladislau Dowbor, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). O encontro terá como debatedora a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Machado.

Professora da UnB desde 1995, Márcia Abrahão é a primeira mulher a exercer o cargo de reitora na instituição. Com atuação no ensino e na pesquisa, possui graduação, mestrado e doutorado em Geologia pela UnB, com período sanduíche na Université d’Orleans e BRGM, na França. É também pós-doutora pela Queen’s University, no Canadá. Foi coordenadora de Extensão e também coordenou o Reuni, programa de reestruturação das universidades federais.

Ladislau Dowbor é formado em economia política pela Universidade de Lausanne (Suíça) e doutor em ciências econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia (Polônia). Atualmente, é professor de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Foi consultor de agências das Nações Unidas e governos, e atua como conselheiro em diversas instituições. Sua área principal de atuação é o ensino e a organização de sistemas de planejamento.

Os diretores Fabiana Damásio (Fiocruz Brasília), Marco Menezes (Ensp) e Anamaria Corbo (EPSJV) estarão na mesa de abertura do seminário. A mediação do debate será feita pela vice-diretora de Ensino da Ensp, Enirtes Caetano Prates Melo.

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