A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) está com inscrições abertas para disciplinas isoladas do primeiro semestre de 2023. As disciplinas disponíveis são dos Programas de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural ou História das Ciências, com inscrições até 2 e 3 de março, respectivamente. Confira abaixo as especificações de cada programa.
Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde
Com inscrições até 2 de março, poderão se inscrever nas disciplinas obrigatórias e eletivas estudantes de outros programas de pós-graduação. Os candidatos não vinculados a nenhum programa poderão optar somente pelas eletivas.
Serão aceitas inscrições de candidatos nas disciplinas oferecidas nas seguintes situações:
- Alunos(as) regulares: alunos(as) do Programa de Pós-graduação em Preservação e gestão do patrimônio cultural das ciências e da Saúde;
- Alunos(as) externos: alunos(as) de outros cursos de pós-graduação stricto sensu da Fiocruz; e alunos(as) de outros cursos de pós-graduação stricto sensu de instituições públicas e privadas. Poderão matricular-se em disciplinas obrigatórias e eletivas;
- Alunos(as) especiais: alunos(as) graduados, sem vínculo com cursos de pós-graduação stricto sensu. Estes alunos poderão matricular-se apenas em disciplinas eletivas oferecidas pelo Programa, sendo uma por ano e no máximo por 2 (dois) anos.
Para realizar a inscrição, o aluno deverá enviar toda a documentação necessária para o e-mail ppgpatrimonio@fiocruz.br. Confira aqui o formulário e os documentos necessários para inscrição em disciplina isolada para alunos especiais e alunos externos.
Acesse aqui as orientações completas para inscrição.
Confira as disciplinas disponíveis:
Política pública e legislação do patrimônio cultural (Obrigatória)
Com início das aulas em 7 de março, a disciplina busca identificar e analisar os diferentes contextos históricos da formulação e da aplicação dos principais documentos legislativos nacionais e dos documentos normativos internacionais aplicados à proteção do patrimônio cultural no Brasil. Deverão ser traçados os principais marcos da política cultural no Brasil, seus principais atores e apresentada a legislação vigente, nas diferentes instâncias de atuação, que rege as ações de patrimônio cultural no Brasil. Um panorama das ações e práticas de constituição do patrimônio cultural no âmbito dos acervos documentais - em especial os arquivos - e arquitetônicos. Também deverão ser analisados os fundamentos teórico-metodológicos dos instrumentos associados às políticas públicas de preservação do patrimônio cultural no Brasil e no cenário internacional, e esboçados rumos e desafios dessas políticas, incluindo a pesquisa nesses acervos.
As aulas serão ministradas às terças-feiras, das 9h às 12h30.
Perspectivas do patrimônio cultural (Obrigatória)
Com início em 7 de março, tem por objetivo aproximar os(as) alunos(as) de reflexões que caracterizam o pensamento no campo do patrimônio cultural. A partir de uma perspectiva histórica e historiográfica, busca discutir as ideias, a teoria, as ações, os conceitos, as noções, as metodologias e as práticas de patrimonialização de bens culturais que contribuíram para a constituição deste campo tipicamente interdisciplinar. Sem perder de vista sua relação com a memória e a formação das identidades, o curso pretende explorar as novas agendas de pesquisa e as temáticas contemporâneas que têm impactado a dinâmica do seu desenvolvimento e imposto desafios ao pensamento no âmbito do patrimônio cultural.
As aulas serão ministradas às terças-feiras, das 14h às 17h.
Perspectivas decoloniais e patrimônio cultural (Eletiva)
O início das aulas será em 9 de março, o curso pretende aproximar os/as alunos/as de reflexões que caracterizam o pensamento decolonial e, a partir desse embasamento, discutir limites, possibilidades e subversões na gestão do patrimônio cultural. Serão apresentados elementos teóricos e estudos empíricos que possam ser úteis enquanto ferramentas de análise para a construção das pesquisas a serem desenvolvidas pelos/as alunos/as, especialmente aquelas voltadas para a gestão e difusão de bens culturais.
As aulas serão ministradas às quintas-feiras, das 9h às 12h30.
Saúde urbana, salubridade das cidades, território, planejamento e projetos urbanos (Eletiva)
Realizada em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) e com início em 8 de março, a disciplina discute o desenvolvimento urbano por meio de abordagens históricas, urbanísticas, físico-geográficas, habitacionais e ambientais na sua relação com a saúde.
As aulas serão realizadas às quartas-feiras, das 9h às 12h.
Ministrada a partir de 11 de maio, a disciplina busca refletir sobre os dilemas que envolvem a definição do conceito de patrimônio audiovisual e de seus possíveis processos de patrimonialização. Apresenta uma síntese da trajetória histórica do conceito de patrimônio e de sua institucionalização no Brasil, seguida de uma discussão sobre as políticas culturais destinadas à área audiovisual, com especial ênfase às iniciativas voltadas à preservação.
As aulas serão realizadas às quintas-feiras, das 13h30 às 17h.
Seminário de desenvolvimento de projetos II (Turma 2022) (Obrigatória)
Os Seminários de desenvolvimento de projeto objetivam fornecer as bases teóricas e metodológicas necessárias para a elaboração de projetos de conclusão de curso, discutindo o processo de produção de conhecimento a respeito da temática. O seminário II tem por objetivo a apresentação didática dos modelos clássicos de construção de conhecimento no campo das ciências humanas e sociais, referente à temática do trabalho de conclusão do aluno. Essas atividades serão desenvolvidas como um laboratório de leituras e discussão dos fundamentos metodológicos de obras exemplares e de projetos desenvolvidos na área do patrimônio cultural.
O dia e horário de realização da disciplina devem ser combinados com o orientador.
Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde
Com inscrições até 3 de março, poderão se inscrever nas disciplinas obrigatórias e eletivas estudantes de outros programas de pós-graduação. Os candidatos não vinculados a nenhum programa poderão optar somente pelas eletivas.
Serão aceitas inscrições de candidatos nas disciplinas oferecidas nas seguintes situações:
- Alunos(as) regulares: alunos(as) do Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde;
- Alunos(as) externos: alunos(as) de outros cursos de pós-graduação stricto sensu da Fiocruz; e alunos(as) de outros cursos de pós-graduação stricto sensu de instituições públicas e privadas. Poderão matricular-se em disciplinas obrigatórias e eletivas;
- Alunos(as) especiais: alunos(as) graduados, sem vínculo com cursos de pós-graduação stricto sensu. Estes alunos poderão matricular-se apenas em disciplinas eletivas oferecidas pelo Programa, sendo uma por ano e no máximo por 2 (dois) anos.
Para realizar a inscrição, o aluno deverá enviar toda a documentação necessária para o e-mail ppghistoriasaude@fiocruz.br. Confira aqui o formulário e os documentos necessários para inscrição em disciplina isolada para alunos especiais e alunos externos.
História e Historiografia das Ciências (Obrigatória)
Com início em 14 de março, o objetivo é oferecer aos alunos um panorama do conjunto de temas e abordagens clássicos e colocá-los em contato com as metodologias e questões teóricas recentes. Serão problematizadas as demarcações tradicionais dos diversos campos do saber científico, abrangendo o amplo leque de temas, abordagens e reflexões metodológicas a que têm se dedicado os estudiosos das ciências modernas e contemporâneas.
As aulas serão ministradas às terças-feiras, das 9h30 às 13h30.
História e Historiografia da Saúde (Obrigatória)
As aulas terão início em 14 de março, e o objetivo da disciplina é compreender a saúde em suas múltiplas dimensões teóricas, históricas e culturais, a partir de uma visão panorâmica sobre questões fundadoras da perspectiva historiográfica da saúde, como a criação dos primeiros sistemas de saúde, debates sobre questões raciais, relações entre saúde e desenvolvimento, saúde e sexualidade, e, por fim, epidemias e suas consequências geopolíticas.
As aulas serão realizadas às sextas-feiras, das 9h30 às 13h30.
Norma, desvio e patologia: das ciências da vida à sociedade (Eletiva)
O início das aulas será em 14 de março. Partindo da obra de Georges Canguilhem, a disciplina busca desenvolver suas articulações a partir de uma leitura detalhada de O normal e o patológico em conjunto com textos correlatos. Serão explorados temas relevantes para a compreensão de um projeto de história das ciências da vida, de caráter eminentemente conceitual.
As aulas serão realizadas às terças-feiras, das 13h30 às 17h.
História da Saúde Pública no Brasil (Disciplina Transversal / Eletiva)
O início das aulas será em 10 de abril, o curso tem como objetivo principal discutir temas relevantes da história da saúde no Brasil em seus diversos períodos, com foco nas questões e ações que se desenrolaram no século XX.
Essa disciplina será ofertada na modalidade online.
Seminário de Pesquisa I (Obrigatória)
Com início em 14 de março, tem como objetivo a apresentação dos modelos de construção de conhecimento no campo das Ciências Humanas e Sociais. Suas atividades se organizam sob a forma de laboratórios de leituras e discussão de obras exemplares.
O dia e horário de realização da disciplina devem ser combinados com o orientador.
Seminário de Pesquisa III (Obrigatória)
Com início em 14 de março, a disciplina é um exame de qualificação de projeto de dissertação de mestrado.
O dia e horário de realização da disciplina devem ser combinados com o orientador.
Seminário de Pesquisa V (Obrigatória)
Com início em 17 de março, tem como objetivo a apresentação dos modelos de construção de conhecimento no campo das Ciências Humanas e Sociais. Suas atividades se organizam sob a forma de laboratórios de leituras e discussão de obras exemplares.
O dia e horário de realização da disciplina devem ser combinados com o orientador.
Seminário de Pesquisa VII (Obrigatória)
A dinâmica do curso será organizada de acordo com o problema de pesquisa dos alunos. Cada aula consistirá na apresentação e discussão da pesquisa de um aluno, que indicará, previamente: uma fonte primária e um texto teórico (e/ou historiográfico) que sejam cruciais para a construção do problema e do projeto de pesquisa. Os principais itens abordados na discussão serão: a delimitação do objeto da tese; sua originalidade e relevância historiográfica; a bibliografia fundamental com a qual dialoga; em que medida o argumento e a metodologia se diferenciam da bibliografia; a definição das fontes primárias; o quadro teórico; a estrutura da argumentação. Desse modo, serão abordados aspectos formais e importantes da arquitetura do projeto de pesquisa e da tese tais como o título, o resumo, palavras-chave, descrição dos capítulos, revisão e discussão da bibliografia pertinente, referenciamento de fontes e da bibliografia.
O início será em 15 de março, com os encontros marcados para as quartas-feiras, das 13h30 às 17h.
Seminário de Pesquisa IX (Tese)
Com início em 14 de março, a disciplina é uma atividade de pesquisa orientada.
Os encontros devem ser combinados com o orientador.
Seminário de Pesquisa XI (Tese)
Com início em 14 de março, a disciplina serve para o desenvolvimente de teses dos alunos.
Os encontros devem ser combinados com o orientador.
Estão abertas as inscrições para o curso presencial de especialização em Divulgação e Popularização da Ciência, do Programa de Pós-Graduação Lato sensu, promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Destinado a profissionais que atuam na divulgação da ciência, tecnologia e saúde, as inscrições podem ser feitas até 13 de janeiro de 2023.
O curso é voltado a profissionais portadores de diploma de nível superior que atuam, seja no âmbito prático ou acadêmico, na área da divulgação da ciência, da tecnologia e da saúde, da comunicação pública da ciência e da popularização científica, como museólogos, jornalistas, cientistas, educadores, produtores culturais, entre outras categorias.
O objetivo é formar especialistas capacitados a atuarem na mediação entre a ciência, a tecnologia e a sociedade, considerando as mudanças e multidimensionalidades na relação entre essas instâncias e incorporando a reflexão crítica sobre os processos e produtos da divulgação e popularização da ciência, buscando a articulação de conhecimentos e ferramentas que possibilitem a análise e a proposição de estratégias e produtos de divulgação e popularização da ciência.
São ofertadas 20 vagas no total, sendo 7% (2 vagas) para candidatos(as) que se declararem Pessoa com Deficiência, 20% (4 vagas) para candidatos(as) que se autodeclararem Negros (pretos e pardos) ou 3% (1 vaga) para candidatos(as) que se autodeclararem Indígenas.
A especialização em Divulgação e Popularização da Ciência terá aulas ministradas de forma presencial na Casa de Oswaldo Cruz - Campus Fiocruz, no bairro de Manguinhos, Rio de Janeiro (RJ), a partir de março de 2023, às segundas e quartas-feiras das 9h às 17h, com carga horária mínima de 390 horas.
Para mais informações sobre o processo seletivo, confira o edital.
*Lucas Leal é estagiário sob a supervisão de Isabela Schincariol / Imagem: COC/Fiocruz
A construção do território independente será o tema da segunda edição do seminário internacional Ciência, saúde e ambiente: independências do Brasil?, promovido pela Casa de Oswaldo Cruz. As atividades do dia 1º de julho começam com a aula inaugural de Júnia Furtado (UFMG), intitulada Da conquista à colônia-metrópole: uma cartografia dos vocábulos políticos no contexto da Independência. Veja abaixo a programação completa. Os encontros acontecerão de modo híbrido, com público presente no Salão de Conferências do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), em Manguinhos (RJ), e transmissão pelo Youtube da COC. As conferências também contarão com intérpretes de libras.
Organizado pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) e pelo Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde (Depes), o seminário será composto de quatro eventos ao longo do ano, com debates reunindo pesquisadores brasileiros e estrangeiros em torno do tema.
A primeira edição do seminário foi realizada em 27 de maio com o tema Instituições científicas, comunidades imaginadas e construção da nação e conferência de abertura apresentada por Lilia Moritz Schwarcz (USP). No segundo semestre, serão realizados outros dois eventos: Povos, diversidade, hierarquias (30/09) e Descolonizações: local, atlântica, global (25/11). A organização geral do seminário é de Lorelai Kury, Dominichi Miranda de Sá, Maria Rachel Fróes da Fonseca e Kaori Kodama (COC/Fiocruz).
Além da conferência de abertura de Júnia Furtado (UFMG), a programação do dia 1º de julho, contará com as mesas-redondas Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil e Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais. A organização desta edição é de Lorelai Kury, Dominichi Miranda de Sá, Kaori Kodama, Stella Penido, Ingrid Fonseca Casazza e Ricardo Cabral de Freitas (COC/Fiocruz)
Confira a programação:
01/07 - A construção do território independente
8h30 - Café de recepção aos participantes.
9h às 10h - Conferência de abertura
Da conquista à colônia-metrópole: uma cartografia dos vocábulos políticos no contexto da Independência
Júnia Furtado (UFMG)
Mediação: Kaori Kodama (Fiocruz)
10h30 às 12h30 - Mesa-redonda: Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil
Maria Fátima da Costa (UFMT)
Francismar Alex Lopes de Carvalho (UERJ)
Iris Kantor (USP)
Mediação: Heloisa Gesteira (Mast)
14h às 16h - Mesa-redonda: Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais
Lea Velho (Unicamp)
Jaime Benchimol (Fiocruz)
Diogo Cabral (Trinity College Dublin, Irlanda)
Maria Verônica Secreto (UFF)
Mediação: Robert Wegner (Fiocruz)
Assista aos vídeos da primeira sessão do Seminário, realizado em 27 de maio com o tema Instituições científicas, comunidades imaginadas e construção da nação e conferência de abertura apresentada por Lilia Moritz Schwarcz (USP).
Refletir historicamente sobre as relações entre pobreza e saúde no Brasil a partir da abordagem de diferentes temas que funcionam como janelas através das quais se observa essa relação com mais detalhes e complexidade. Este é o objetivo geral do Curso de Inverno 2022 - Pobreza e saúde no Brasil em perspectiva histórica, que será realizado remotamente pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no Youtube. Promovido pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) da COC/Fiocruz, o curso é voltado a estudantes de graduação e pós-graduação e está com inscrições abertas no Campus Virtual Fiocruz até 4 de julho. As aulas acontecerão entre os dias 11 e 15 de julho. Os certificados serão emitidos aos participantes previamente inscritos que cumprirem a carga horária mínima da 75% da frequência.
Segundo os coordenadores da formação, as aulas servirão para os alunos obterem uma ideia mais abrangente sobre as potencialidades do campo da História das Ciências e da Saúde no Brasil a partir do aprofundamento de temas mais ou menos conhecidos do campo, apresentados por professores do PPGHCS e também por convidados.
As cinco aulas serão ministradas de segunda a sexta-feira, entre 14h e 16h, totalizando dez horas de carga horária. A programação do curso será composta de aulas sobre assistência e saúde no século 19: atuação das Santas Casas de Misericórdia no Brasil; gênero, saúde mental e vulnerabilidade social; políticas habitacionais e participação social; os cientistas sociais como promotores de mudança; e políticas de alimentação no Brasil: do leite mercenário às cozinhas solidárias.
Curso de Inverno 2022
Pobreza e saúde no Brasil em perspectiva histórica
coordenadores do curso: Carolina Arouca, Rachel Viana, Rômulo Andrade e Tamara Vieira
Inscrição: até 4 de julho
Apresentar e discutir o impacto do Antropoceno nos diversos campos do conhecimento, mas principalmente nas humanidades e nas artes. Este é o objetivo geral da 3ª edição do minicurso História, Ambiente e Conhecimento no Antropoceno, que será realizado remotamente pela Casa de Oswaldo Cruz entre 30 de maio e 3 de junho. Aqueles que quiserem obter certificado de participação devem se inscrever até 26 de maio no Campus Virtual Fiocruz. Voltado para pessoas de diferentes áreas das ciências humanas e naturais interessadas no debate sobre o Antropoceno na história do conhecimento, das relações com o ambiente e com os saberes indígenas, o minicurso terá transmissão aberta pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no Youtube.
A coordenação do minicurso é dos professores e pesquisadores da COC André Felipe Cândido da Silva, Magali Romero Sá e Dominichi Miranda de Sá. A carga horária é de 28 horas, divididas em sete turnos, durante os quatro dias.
Esta edição contará com a participação dos professores Renzo Romano Taddei (Unifesp); Alyne Costa (PUC-Rio); Ewa Domanska (Adam Mickiewicz University e Stanford University), Juliana Fausto (Universidade Federal do Paraná); Marina Pereira Penteado (Universidade Federal do Rio Grande); Rodrigo Turin (Unirio); e Sineia do Vale (Líder Indígena da etnia Wapichana).
Os duzentos anos da independência do Brasil e o centenário da Semana de Arte Moderna, completados em 2022, serão debatidos pela Casa de Oswaldo Cruz durante o seminário internacional Ciência, saúde e ambiente: independências do Brasil?. Organizado pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS) e pelo Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde (Depes), o seminário será composto de quatro eventos ao longo do ano, com debates reunindo pesquisadores brasileiros e estrangeiros em torno do tema. Os encontros acontecerão de modo híbrido, com público presente no salão de conferências do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), em Manguinhos (RJ), e por transmissão ao vivo pelo Youtube da COC. As conferências também contarão com intérpretes de libras. O primeiro encontro promovido pelo seminário acontecerá no dia 27 de maio, cujo tema central é "Instituições científicas, comunidades imaginadas e construção da nação". A conferência de abertura "O sequestro da Independência em 4 tempos: 1822, 1922, 1972, 2022 será apresentada por Lilia Moritz Schwarcz (USP). Na sequência, serão realizadas as mesas-redondas Museus: lugares de ciência, representações da nação; e Ciência, educação e sociedade.
A segunda edição do Seminário também já tem data marcada. Será realizada em 1º de julho, com o tema: A construção do território independente. A conferência de abertura "Da conquista à colônia-metrópole: uma cartografia dos vocábulos políticos no contexto da Independência" será apresentada por Júnia Furtado (UFMG). Em seguida, serão realizadas as mesas-redondas Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil; e Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais.
No segundo semestre, serão realizados outros dois eventos: Povos, diversidade, hierarquias (30/09) e Descolonizações: local, atlântica, global (25/11). Em breve serão divulgadas todas as informações
Confira abaixo a programação completa dos primeiros dois eventos do seminário:
27/5 - Instituições Científicas, Comunidades Imaginadas e Construção da Nação
8h30: Abertura
9h às 10h: Conferência de abertura
O sequestro da Independência em 4 tempos: 1822, 1922, 1972, 2022
Lilia Moritz Schwarcz (Departamento de Antropologia/USP)
Mediação: Magali Romero Sá (Fiocruz)
10h às 12h30 - Mesa-redonda: Museus: lugares de ciência, representações da nação
Alda Heizer (JBRJ)
Nelson Sanjad (Museu Paraense Emílio Goeldi)
Regina Maria do Rego Monteiro de Abreu (Unirio)
Mediação: Jaime Benchimol (Fiocruz)
14h às 17h - Mesa-redonda: Ciência, educação e sociedade
Ildeu de Castro Moreira (UFRJ)
Paulo Knauss de Mendonça (UFF)
Luiz Antonio Cunha (Pesquisador Senior do CNPq)
Tatiana Marins Roque (UFRJ)
Mediação Luiz Otávio Ferreira (Fiocruz)
1°/7 - A construção do território independente
8h30 - Café de recepção aos participantes.
9h às 10h - Conferência de abertura
Da conquista à colônia-metrópole: uma cartografia dos vocábulos políticos no contexto da Independência
Júnia Furtado (UFMG)
Mediação: Kaori Kodama (Fiocruz)
10h30 às 12h30 - Mesa-redonda: Demarcações, fronteiras e identidades do Brasil
Maria Fátima da Costa (UFMT)
Francismar Alex Lopes de Carvalho (UERJ)
Iris Kantor (USP)
Mediação: Heloisa Gesteira (Mast)
14h às 16h - Mesa-redonda: Saberes sobre o território: perspectivas ambientais, sanitárias e sociais
Lea Velho (UNICAMP)
Jaime Benchimol (Fiocruz)
Diogo Cabral (Trinity College Dublin, Irlanda)
Maria Verônica Secreto (UFF)
Mediação: Robert Wegner (Fiocruz)
Cinco programas de pós-graduação e o Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia se uniram para promover o Fórum Brasil-Portugal de Mestrados em Comunicação e Divulgação da Ciência, um espaço de interação para docentes, discentes e egressos dos cursos dos dois países. Haverá duas mesas-redondas com especialistas de Portugal e Brasil e 31 apresentações de trabalhos dos alunos e alunas dos programas de pós-graduação dos dois países. O evento, que é gratuito e não requer inscrição, acontecerá nos dias 2 e 3 de dezembro de 2021 de maneira virtual, com transmissão pelo canal do Youtube da Casa de Oswaldo Cruz.
“Os dois países compartilham similaridades em termos de formação em divulgação científica, a começar pelo idioma e o fato de que criaram seus mestrados especificamente voltados para divulgação científica (ou comunicação da ciência, como os colegas portugueses se referem ao campo) há pouco tempo. Portanto, será um momento excelente para docentes, alunos e egressos e outros interessados compartilharem ideias e desafios, além de criar oportunidades para parcerias institucionais”, afirma a pesquisadora Luisa Massarani, coordenadora do Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT).
O Fórum, que conta com apoio do CNPq e da Faperj, é uma iniciativa de várias instituições. O grupo é formado pelo Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT - Brasil), mestrado Acadêmico em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), mestrado Divulgação Científica e Cultural, Instituto de Estudos da Linguagem e Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Unicamp - Brasil), mestrado em Comunicação de Ciência, Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier e Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade NOVA de Lisboa (Portugal), mestrado em Comunicação de Ciência, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho (Portugal), mestrado em Cultura Científica e Divulgação das Ciências, Universidade de Lisboa (Portugal). Informações no e-mail forumBrasil-Portugal@fiocruz.br.
Confira a programação do Fórum Brasil-Portugal de Mestrado em Divulgação e Comunicação da Ciência
Dia 2 de dezembro - 14h (Brasil) / 17h (Portugal)
Abertura
Marcos José de Araújo Pinheiro, diretor da Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Luisa Massarani (chair), Fundação Oswaldo Cruz (Brasil), Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia
Ana Sanchez, Universidade NOVA de Lisboa (Portugal)
António Granado, Universidade NOVA de Lisboa (Portugal)
Elsa Costa e Silva, Universidade do Minho (Portugal)
Ana Delicado, Universidade de Lisboa (Portugal)
Marcos Barbai, Universidade Estadual de Campinas (Brasil)
Vanessa Guimarães, Fundação Oswaldo Cruz (Brasil)
Moderadora da abertura e da mesa 1: Simone Pallone, Universidade Estadual de Campinas / No YouTube: Monica Dahmouche, Fundação Cecierj
Mesa 1:
Representações visuais da pandemia: vírus, laboratórios e cientistas, Ana Delicado, Universidade de Lisboa
A viralização que rivaliza: o uso de pesquisas científicas para desinformar, Ronaldo Ferreira de Araujo, Universidade Federal do Alagoas
Discussão
15h45 Brasil / 18h45) Portugal às 18h Brasil / 21h Portugal
Apresentação de trabalhos (10 minutos de apresentação por trabalho)
Sessões paralelas
Sessão 1 - Moderadora Inês Queiroz, Universidade NOVA de Lisboa / No YouTube: Antonio Brotas, Fiocruz
Sessão 1A – Mídia
Presidentas Dilma Rousseff e Cristina Kirchner: enquadramentos de gênero e política nas imagens e manchetes nas capas dos jornais Folha de S. Paulo e Clarín
Adriana Silvestrini Santos, orientação Daniela Tonelli Manica
Sobre animais: o Jardim Zoológico de Lisboa e a comunicação de ciência na imprensa portuguesa (1884 - 2009)
Aline Cardoso Cerqueira, orientação Cristina Luís
A imprensa e a ciência em Campinas: bastidores, desafios e oportunidades
Jhonatas Henrique Simião, orientação Simone Pallone de Figueiredo
Maconha e cannabis na imprensa - Um estudo sobre a cobertura da Folha de S.Paulo
Marcelo Gigliotti Machado, orientação Marina Ramalho e Silva
Discussão (25 minutos)
Sessão 1B – Mídia
A Ciência Forense em Séries Televisivas: Como a Ciência e o Cientistas são representados em Dexter, NCIS e CSI
Bernardo Lima Boffelli, orientação Luiz Antônio da Silva Teixeira
Imprensa feminista na internet: um estudo dos sites Lado M e AzMina
Carolina Busolin Carettin, orientação Daniela Tonelli Manica e Lais Silveira Fraga
A Caixa Negra – graças e desgraças em histórias de ciência. Um podcast em Comunicação de Ciência
Mafalda Melo e Sousa, orientação António Granado, Inês Queiroz e Paulo Nuno Vicente
Afroperspectivas nas Ciências: uma análise de conteúdo de podcasts de Divulgação Científica
Maria Luiza de Oliveira Costa Lopes, orientação Diego Vaz Bevilaqua
Discussão (25 minutos)
Sessão 2 Moderador(a) Germana Barata, Unicamp / No YouTube: Flavia Garcia de Carvalho, Fiocruz
Sessão 2A – Museus
Museu e universidade: Discursos que significam e ressignificam o percurso da formação inicial do professor
Alice Ferreira Azevedo, orientação Carla Gruzman
Museus de Ciências e Docência: Educação Museal e Relações no Contexto da Cibercultura
Aline Lopes Soares Pessoa de Barros, orientação Ozias de Jesus Soares
O Museu da Farmácia e suas propostas educativas: A troca de cartas dos alunos, a produção de sentidos e a Divulgação Científica
Ana Clara Lopes Borges, orientação Carla Gruzman
Museu Militar do Porto: O que se aprende e como se apre(e)nde
Merceana Maria Rebelo Pereira, orientação Maria Antónia Forjaz e Cristina Almeida Aguiar
Discussão (25 minutos)
Sessão 2B – Museus
Você curte como eu curto? Museus e Centros de Ciência conectados pelo Facebook
Alexandre Sebastião Lobato Ramos, orientação Fabio Castro Gouveia
Descolonização museológica: Responsabilidade Emocional do museu, na Restituição patrimonial de coleções e Reparação identitária de ex-colónias portuguesas
Sofia Costa, orientação Cecília Galvão Couto e Catarina Santana Simões
Museu do Amanhã e a inclusão de pessoas com Síndrome de Down
Taáte Pereira Tomaz Silva, orientação Jessica Norberto Rocha
Relatório de Estágio no Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço - Desenvolvimento de um toolkit de avaliação de impacto
Afonso Pais, orientação Maria Inês Queiroz, João Retrê e Sérgio Pereira
Discussão (25 minutos)
Dia 3 de dezembro - 14h (Brasil) / 17h (Portugal) às 15h (Brasil) / 18h (Portugal)
Mesa 2:
Fatores sócio-psicológicos que influenciam a compreensão pública da ciência, Ronaldo Pilati, Universidade de Brasília (UnB)
Pensar futuros possíveis: comunicação de ciência, cidadania e transformação social, Anabela Carvalho, Universidade do Minho
Moderadora Cristina Luís, Universidade de Lisboa / No YouTube: Vanessa Guimarães, Fiocruz
15h15 Brasil / 18h15 Portugal às 17h30 Brasil / 20h30 Portugal
Apresentação de trabalhos (10 minutos de apresentação por trabalho)
Sessões paralelas
Sessão 3 - Moderador: Diego Bevilaqua, Fiocruz / No YouTube: Patricia Spinelli, Museu de Astronomia e Ciências Afins
Sessão 3A – Relação com escolas
Mediação e sua Contribuição para Formação Interdisciplinar do Professor de Física
Mariana de Souza Lima, orientação Diego Vaz Bevilaqua e Alcina Maria Testa Braz da Silva
Design and Management of Science Enrichment Programmes
Joana Bordalo, orientação Carlos Catação e António Granado
Programa BioEscola adaptação e transformação em tempos de pandemia
Pedro Vasco Soares Dias de Sá, orientação Carlos Catalão Alves e Milena Marina Matos
Fake News, Vacina e Educação: Um olhar sobre o Letramento Midiático e Informacional na escola
Cesar Augusto Gomes, orientação Maria das Graças Conde Caldas
Discussão (25 minutos)
Sessão 3B – Instituições
Comunicação estratégica de ciência em saúde: um diagnóstico
Ricardo S Reis dos Santos, orientação António Granado e Luís Veríssimo
A comunicação de ciência em tempos de Covid-19
Rita Maria de Ceia Hasse Ferreira, orientação Ana Sanchez e Renata Ramalho
Instituto de Saúde Ambiental (ISAMB) – Uma proposta de comunicação estratégica no âmbito do projeto HBM4EU
Inês dos Santos Grosa, orientação Ana Sanchez e Ricardo Sílvio Reis dos Santos
Estratégias de comunicação e divulgação da ciência em universidades federais do Nordeste
Silvia Letícia de Assis Pereira, orientação Germana Barata
Discussão (25 minutos)
Sessão 4 Moderadora: Alexandra Nobre, Universidade do Minho/ No YouTube: Luis Amorim, Fiocruz
Sessão 4A – Ciência em manifestações culturais
A representação de cientista e da ciência em desenhos animados: uma análise na plataforma Netflix
Raquel Nunes Mazziotti Rodrigues, orientação Marina Ramalho
O Fantástico Micróbio- A banda desenhada humorística na comunicação sobre microrganismos a públicos infanto-juvenis
Diogo Ferreira Correia, orientação Anabela Simões de Carvalho
Livros de ciência não escolar para o público infantil: estudo de caso do livro 'Uma Jornada Através do Tempo'
Hannah Lua Hertz Cunha, orientação Cecília Galvão e Cristina Luís
A comicidade nas peças de teatro do Ciência em Cena: investigando a construção da linguagem teatral em diálogo com a divulgação científica
Kailani Tavares Guimarães, orientação Carla da Silva Almeida
Discussão (25 minutos)
Sessão 4B – Redes sociais
A pandemia em disputa: a ciência e o negacionismo científico a partir dos perfis de Atila Iamarino e Jair Bolsonaro no Twitter
Amanda Toledo do Prado Paes, orientação Luisa Massarani e Vanessa Brasil
A divulgação científica no Twitter pela #TrupeNaturalista
Sávio da Silva Cavalcante do Nascimento, orientação Vanessa F. Guimarães e Fábio C. Gouveia
O Youtube como ferramenta de democratização da divulgação das Ciências
Felipe Nunes Menegotto, orientação Cecília Galvão
Discussão (25 minutos)
Sessão de encerramento
17h30 (Brasil) / 20h30 (Portugal) às 18h (Brasil) / 21h (Portugal)
A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) está divulgando, pela primeira vez, versões acessíveis das chamadas públicas dos processos seletivos de seus programas de pós-graduação. Além da versão básica em PDF, também estão sendo disponibilizadas a versão acessível, a versão em linguagem simples e a versão em libras de cada edital de seleção para 2022.
A versão acessível facilita a navegação por pessoas com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), que utilizam tecnologia que transforma em áudio as informações apresentadas em tela durante a interação em ambiente digital. A versão em texto simplificado foi desenvolvida para facilitar a leitura e compreensão de todos, considerando a diversidade das pessoas e seus diferentes níveis de entendimento. A versão em libras facilita o acesso das pessoas surdas, especialmente aquelas que perderam o sentido auditivo antes da obtenção da linguagem, os ditos surdos pré-linguísticos.
De acordo com a vice-diretora de Pesquisa e Educação da COC, Magali Romero Sá, a iniciativa almeja viabilizar mais inclusão e acessibilidade nos cursos oferecidos pela instituição, em atendimento às metas estabelecidas pelo seu Planejamento Estratégico da Educação (2021-2025). “Entre as diretrizes para os próximos anos destacam-se a incorporação de recursos de tecnologia assistiva, a formação e capacitação dos profissionais, a adaptação dos sites de pós-graduação aos padrões de acessibilidade web e o desenvolvimento de material didático acessível”, afirma a vice-diretora.
Confira as novidades nos sites dos programas de pós-graduação da COC:
- Programa de Pós-Graduação em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde (PPGDC)
- Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (PPGHCS)
- Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde (PPGPAT)
‘Patrimônio e Território’ é o tema do curso online que a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove de 14 de setembro a 9 de novembro, das 14h às 17h, com o objetivo de subsidiar a elaboração de projetos que visem à preservação e valorização de territórios em interface com as disciplinas de turismo cultural e museologia social. Ministrado pela arquiteta e urbanista Inês El-Jaick Andrade, o curso é voltado para graduados em arquitetura, arqueologia, história, conservação, turismo e/ou museologia. As inscrições vão até 5 de setembro, pelo Campus Virtual Fiocruz.
As aulas terão como base de discussão os textos selecionados e estudos de caso apresentados. Todos os textos de leitura indicados deverão ser lidos antecipadamente e discutidos pelo grupo.
A iniciativa visa também aprofundar as discussões sobre a relação de território, memória e patrimônio; analisar estratégias de mediação cultural e participação social, que contribuem no processo de patrimonialização das territorialidades; abordar o território enquanto uma construção social e refletir sobre as práticas da conservação integrada de contextos urbanos de bens patrimoniais, e apresentar historicamente a construção dos princípios da comunicação interpretativa e dos museus de território.
Conheça a estrutura do curso:
1ª aula – Apresentação do curso
2ª aula – Do monumento ao território
3ª aula – Conceitos. Território e territorialidade.
4ª aula – Dimensão social do patrimônio: usos culturais e sociedade.
5ª aula – Mesa redonda com convidados: Território, museu e disputa de narrativas
6ª aula – Patrimonio compartilhado I: memória social, narrativas e patrimônios
7ª aula – Patrimonio compartilhado II: práticas de comunicação interpretativa
Imagem: Acervo COC/Fiocruz
Indústria alimentícia e sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis estão na pauta da próxima edição do ciclo de seminários do curso de especialização em Divulgação e Popularização da Ciência da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Este seminário é organizado pelos discentes do curso, e conta com a mediação de Lucas Escamilha e Paulo Abrão, ambos alunos da turma 2021. O evento será transmitido pelo Facebook da Casa em 6 de setembro, às 14h. Acompanhe ao vivo!
O debate "Indústria alimentícia e sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis: como a divulgação científica atua nesse campo?" visa estimular a discussão sobre a conexão entre a alimentação nas cidades, o clima e a cultura, bem como perceber que comer é uma experiência cultural, social e política. De acordo com os organizadores, para isso, há a necessidade de articular quatro eixos: disseminação, formação, pesquisa e incidência, buscando destacar o papel e a atuação da divulgação científica nesse campo.
Os convidados para este encontro são Juliana Tângari, diretora do Instituto Comida do Amanhã e participante da Cúpula da ONU sobre Sistemas Alimentares, e Murilo Bomfim, coordenador de comunicação do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, da Universidade de São Paulo (Nupens/USP).
Vale destacar que não haverá emissão de declaração de presença para os participantes.