Na próxima quinta-feira, 30 de outubro, a partir das 9h30, será realizada mais uma edição dos Seminários Fiocruz Mata Atlântica. O tema da palestra será "Os conflitos ambientais na construção dos problemas públicos", com Edwin Muñoz Gaviria.
O evento será realizado presencialmente, no Auditório Pau-Brasil, no Campus Fiocruz Mata Atlântica, localizado na Rua Sampaio Corrêa, s/n, Jacarepaguá, Rio de Janeiro. É aberto ao público interessado, e não é necessário efetuar inscrição prévia.
Edwin Muñoz Gaviria é doutor em Planejamento Urbano e Regional e professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur/UFRJ). Membro do Coletivo Desigualdade Ambiental, Economia e Política e pesquisador do Laboratório Estado, Território, Trabalho e Natureza (Ettern), ambos no Ippur/UFRJ. Atua principalmente nas áreas de conflitos e controvérsias ambientais, capitalismo extrativo e estratégias de controle territorial.
Nesta sexta-feira, 24 de outubro, o Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) recebe Anderson Pereira Antunes, professor da Universidade de Évora (Portugal), para a palestra “A contribuição de indígenas, escravizados e outros agentes locais na ciência do século XIX”.
A atividade propõe uma reflexão sobre o papel de diferentes grupos sociais na construção do conhecimento científico no século XIX, destacando as interações entre saberes locais e práticas acadêmicas na formação das ciências modernas.
A mediação será realizada por Maurício Luz, pesquisador do Laboratório de Educação, Ambiente e Saúde do IOC, e Diana Henriques, professora da Universidade de Évora (Portugal).
A sessão será transmitida ao vivo, às 10h, pelo Canal do IOC no YouTube.
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), por meio do Laboratório de Pesquisa Clínica em Neuroinfecções (LaPClin Neuro), está com as inscrições abertas até o dia 12 de novembro para o Seminário HTLV: Quem informa, transforma, voltado para profissionais da saúde (médicos, biólogos, farmacêuticos, biomédicos, técnicos de laboratório e enfermeiros) internos e externos ao INI, além de estudantes de graduação (medicina, enfermagem, fisioterapia, biologia, farmácia e biomedicina).
O seminário será realizado no dia 12 de novembro, no Auditório do Laboratório Central Noel Nutels (Rua do Resende, 118, Centro, Rio de Janeiro / RJ), em formato presencial e com carga horária total de 6 horas.
Com 70 vagas disponíveis, o evento reunirá especialistas para discutir estratégias de prevenção do vírus HTLV-1, manejo clínico, políticas públicas e o combate ao estigma.
Para mais informações e inscrição, acesse o Campus Virtual Fiocruz.
Formação, online e gratuita, busca conscientizar profissionais e população em geral sobre HTLV
Romper o ciclo de desconhecimento, capacitar profissionais de saúde e conscientizar a sociedade como um todo. Esse é o objetivo do curso, online e gratuito, Estratégias de eliminação da transmissão vertical do HTLV no Brasil. Com foco na eliminação da transmissão vertical, sendo ela a principal via de disseminação do HTLV-1 no país por meio do aleitamento materno, o curso representa uma oportunidade valiosa para compreender o cenário atual e as iniciativas de enfrentamento desse desafio de saúde pública.
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Curso online e gratuito sobre enfrentamento ao estigma e discriminação nos serviços de saúde
O estigma e o preconceito são realidades cotidianas de grupos ou indivíduos que vivenciam determinadas doenças. A discriminação relacionada a condições de saúde acontece inclusive nos serviços de saúde, o que reforça a exclusão, e, sobretudo, causa sofrimento e traz enormes desafios à gestão do cuidado. Buscando qualificar e instrumentalizar trabalhadores da saúde para uma atenção inclusiva, humanizada, interseccional e não discriminatória, a Fiocruz e o Ministério da Saúde ofertam o curso, online e gratutito, Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde. O curso foi organizado em 3 macrotemas — Bases conceituais; Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas: normas e legislações; e Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação —, 5 módulos e 17 aulas. Ele é voltado a trabalhadores e trabalhadoras da saúde, estudantes, mas aberto a todos os interessados na temática. A formação é online, gratuita, autoinstrucional e certifica os participantes inscritos que realizem avaliação com obtenção de nota maior ou igual a 7.
O “II Ciclo de Webinários 2025 - Transformações tecnológicas na Saúde” tem como objetivo compreender as perspectivas e desafios colocados pelas transformações digitais, além de possibilitar a disseminação das informações e trocas de experiências entre os participantes.
O atual cenário de transformação tecnológica mostra que as tecnologias não são neutras e reafirmam as iniquidades que afetam os grupos populacionais mais vulneráveis em nossa sociedade. Neste contexto, deve-se aprofundar as questões sobre a exclusão social, onde o racismo se manifesta fortemente. Nesta quarta-feira, 22 de outubro, será realizado o quinto encontro deste ciclo, das 16h às 18h, com o tema "A interseccionalidade e o racismo na saúde: as tecnologias e a produção de iniquidades". As convidadas são as especialistas Nina Daora, do Instituto Daora, e Clarissa Marques, do Aqualtune Lab. A mediação será feita pela professora-pesquisadora Fernanda Martins (EPSJV/Fiocruz).
O encontro será transmitido pelo canal do YouTube da Poli.
Nesta quarta-feira, dia 22 de outubro, às 14h, será realizada a próxima edição do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos (CeEnsp), que abordará o tema “Mulheres migrantes no Brasil e brasileiras no exterior: trabalho, cuidado e violências”. A atividade será transmitida pelo canal da Ensp no Youtube e contará com tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Coordenada pela pesquisadora do Claves/Ensp Cristiane Batista Andrade, a conversa será mediada por Camila Athayde, Ensp/Fiocruz, e terá como palestrantes: Margarita Campos, Sabores do Mundo e Claves/Ensp; Claudia Araújo de Lima, UFMS e Ministério da Saúde; Mariana Holanda, Universidade do Porto; e Mairê Carli, Femigrantes BR Podcast.
A proposta deste encontro é discutir as migrações de mulheres no Brasil, nas regiões de fronteiras e de brasileiras no exterior, compreendendo as complexidades dos fluxos migratórios e os desafios enfrentados por elas. As mulheres em deslocamentos enfrentam múltiplas formas de violência, tendo seus corpos atravessados pelas opressões do racismo, do patriarcado, do sexismo e das desigualdades socioeconômicas, existindo, portanto, a possibilidade de vivenciarem situações de tráfico de pessoas com fins de exploração sexual e trabalho escravo contemporâneo, o que as expõe continuamente a riscos graves à saúde e à própria vida. Neste contexto, lidam com os desafios impostos pelo trabalho reprodutivo do cuidado familiar, das complexidades da maternidade transnacional e dos arranjos familiares que emergem no contexto migratório. Para tanto, essas mulheres recorrem aos serviços públicos de Saúde, Educação e Assistência Social, bem como aos movimentos sociais de migrantes e às Organizações da Sociedade Civil em busca de atividades que lhes permitam cuidar de si e de suas famílias.
O CeEnsp apresentará os resultados parciais da pesquisa “Mulheres migrantes nas fronteiras brasileiras: interfaces entre trabalho, cuidado e violências”, coordenada por Cristiane Batista Andrade (Claves/Ensp/Fiocruz), que está sendo realizada em oito cidades (cinco capitais e três cidades de fronteiras brasileiras), com financiamento do CNPq e do Ministério da Saúde.
A próxima sessão do Núcleo de Estudos Avançados do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) terá como tema ‘Sobrevivência no planeta: COP 30, o futuro do meio ambiente e o combate às mudanças climáticas’. O evento será realizado nesta quinta-feira, dia 23 de outubro, às 14h, com transmissão pelo canal do IOC no YouTube.
O convidado principal será Eduardo Brondizio, professor do Departamento de Antropologia da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, ganhador do Prêmio Tyler de Conquista Ambiental 2025.
Colaborador do Programa Sociedade e Ambiente da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o antropólogo é o primeiro brasileiro laureado com a premiação considerada como o “Nobel do meio ambiente”.
O debate contará com a participação de seis especialistas de diferentes instituições:
Cristiana Seixas, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Universidade Estadual de Campinas (Nepam/Unicamp);
Emmanuel Zagury Tourinho, ex-reitor e professor da Universidade Federal do Pará (UFPA);
Marilene Correa, professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e ex-reitora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA);
Roberto Araujo, pesquisador do Museu Paraense Emílio Goeldi;
Tatiana Sá, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e ex-chefe da Embrapa Amazônia Oriental;
Tereza Favre, pesquisadora e coordenadora da Câmara Técnica de Ambiente e Saúde do IOC.
A coordenação do Núcleo de Estudos Avançados é do pesquisador emérito da Fiocruz Renato Cordeiro.
A sessão será realizada a poucos dias da abertura da 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas (COP 30). Nos dias 6 e 7 de novembro, ocorrerá a Cúpula de Líderes, reunião de chefes de Estado que antecede os debates da COP, previstos para 10 a 21 de novembro.
Confira as edições anteriores do Núcleo de Estudos Avançados aqui.
Edição:
Vinicius Ferreira
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) realiza, no dia 23 de outubro, às 9h, a sexta sessão do ciclo de palestras Encontro às Quintas, no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira (CDHS). O encontro terá a exibição e discussão do filme Virgínia e Adelaide (2023), dirigido por Yasmin Thayná e Jorge Furtado.
O longa-metragem narra o encontro e a parceria entre duas mulheres pioneiras da psicanálise no Brasil: Virgínia Leone Bicudo (1910-2003), socióloga negra e primeira não-médica reconhecida como psicanalista no país, e Adelheid Koch (1896-1980), psicanalista judia alemã que se refugiou no Brasil para escapar do regime nazista. Interpretadas por Gabriela Correa (Virgínia Bicudo) e Sophie Charlotte (Adelaide Koch), as personagens enfrentam desafios ligados ao racismo e ao antissemitismo, além das dificuldades de consolidação da psicanálise no Brasil.
Após a exibição do filme, haverá debate com a presença do diretor Jorge Furtado e da atriz Gabriela Correa, convidando o público a refletir sobre racismo, gênero e psicanálise, bem como sobre as contribuições de Virgínia e Adelaide para a área. Os pesquisadores da Casa de Oswaldo Cruz, Marcos Chor Maio e Cristiana Facchinetti, farão a mediação.
A atriz Gabriela Correa participou de várias produções teatrais e vem construindo uma carreira diversa em curtas e longas-metragens independentes desde 2015. Estreou no streaming em produções como a 2ª temporada das séries Bom Dia, Verônica (2022) e Justiça (2024). Jorge Furtado é diretor e roteirista de cinema e televisão de produções premiadas como o documentário Ilha das Flores (1989), O homem que copiava (2003), entre outros títulos.
A pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz, Cristiana Facchinetti, é doutora em Teoria Psicanalítica (UFRJ, 2001) e, entre seus trabalhos, destaca-se o artigo Psy-Knowledge and Avant-Garde in Brazil (1928-1948), publicado na revista European Yearbook of the History of Psychology (2024). Facchinetti também é organizadora, junto com Maurício Parada e Paulo Muñoz, do livro Refugiados e Políticas de Exclusão: histórias do nazismo, Holocausto e exílio no Brasil (Editora Fiocruz, 2025). O sociólogo Marcos Chor Maio, também pesquisador titular da Casa de Oswaldo Cruz, é doutor em Ciência Política (Iuperj, 1997). É organizador do livro Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, de Virgínia Leone Bicudo (2010), e coautor, com Alejandra Josiowicz, do artigo Stefan Zweig no Exílio: interpretações do Brasil de um cidadão cosmopolita (2025).
Encontro às Quintas – 6ª sessão
Virginia & Adelaide: o encontro entre a socióloga e psicanalista negra Virgínia Bicudo e Adelheid Koch, psicanalista judia alemã
Expositores: Gabriela Correa (atriz que interpreta Virgínia) e Jorge Furtado (diretor do filme)
Debatedores: Cristiana Facchinetti (COC/Fiocruz) e Marcos Chor Maio (COC/Fiocruz)
Coordenação: Marcos Chor Maio
Data: 23/10/2025
Horário: 9h
Modalidade: Presencial
Local: Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira (CDHS), Campus Fiocruz Manguinhos
Quais os impactos da inteligência artificial, entre outras tecnologias, na gestão e no acesso ao patrimônio documental? Para discutir o tema, o Departamento de Arquivo e Documentação (DAD) e o Programa de Pós-Graduação em Preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde (PPGPAT) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) reúnem especialistas, no dia 3 de novembro, no Salão de Conferências do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz em Manguinhos, zona norte do Rio. O evento conta com a parceria do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O VIII Seminário Patrimônio Documental em Perspectiva: novas tecnologias, usos e desafios terá como palestrantes Agnès Magnien (Ministério da Cultura da França), Isabelle Gaillard (Universidade Grenoble-Alpes) e Marcus Vinícius Pereira da Silva (COC/Fiocruz). Com mediação de Luciana Heymann (COC/Fiocruz), pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz e professora do PPGPAT, o evento será transmitido pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no Youtube. Contará com tradução simultânea e intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais).
Logo após a abertura, com Renata Lourenço (COC/Fiocruz), Luciana Heymann e Ana Paula Goulart (EcoPos/UFRJ), Agnès Magnien, Inspetora-Geral de Assuntos Culturais do Ministério da Cultura e presidente do Comitê Francês do Programa Memória do Mundo da UNESCO, abre as apresentações abordando as oportunidades e riscos que envolvem o uso de inteligência artificial no trabalho com arquivos. Em seguida, Isabelle Gaillard (Universidade Grenoble-Alpes), colíder do projeto de pesquisa franco-brasileiro AMIS (Arquivo-Mídia-Imagem-Sociedade) fala sobre a relação entre historiadores, arquivos e YouTube. Heyman, Goulart e Magnien integram o projeto, que reúne diversas instituições brasileiras e francesas das áreas de comunicação, história e ciência da informação.
O evento finaliza com Marcus Vinícius Pereira da Silva, professor no Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS) e do PPGPAT e coordenador-adjunto do Fórum de Preservação Digital da Fiocruz. Ele vai abordar os desafios e possibilidades da difusão do patrimônio cultural por meio do Wikimedia, partindo de uma experiência realizada na Casa de Oswaldo Cruz.
Confira, abaixo, mais informações sobre os palestrantes e os temas que serão debatidos.
Programação
13h30 – Café (Solário do CDHS)
14h – Mesa de abertura: Renata Lourenço (COC/Fiocruz), Luciana Heymann (COC/Fiocruz) e Ana Paula Goulart (EcoPos/UFRJ)
14h15 – Mesa-redonda
Agnès Magnien
L’usage de l’IA dans les archives: opportunité et vigilance (O uso da IA nos arquivos: oportunidade e vigilância)
Em que medida a inteligência artificial pode ser uma ferramenta de apoio útil, uma fonte de desenvolvimento e um meio de facilitar o trabalho dos envolvidos no patrimônio arquivístico ou nas relações com o público? Quais riscos podem ser identificados no uso da inteligência artificial no campo do patrimônio documental e quais respostas podem ser fornecidas para tentar reduzi-los?
Isabelle Gaillard
“Les historiens, YouTube et les archives: des rapports complexes” (Os historiadores, o Youtube e os arquivos: relações complexas)
Qual a relação que os historiadores e as historiadoras têm com o YouTube e em que medida a plataforma pode ou não ser usada como um arquivo?
Marcus Vinícius Pereira da Silva
Patrimônio cultural e colaboração aberta: perspectivas no Ecossistema Wikimedia
A difusão do patrimônio cultural por meio do ecossistema Wikimedia apresenta desafios, incluindo os legais e éticos, e possibilidades. A partir da experiência da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, serão analisadas iniciativas de disponibilização e reuso de acervos em plataformas colaborativas e o potencial da colaboração aberta para ampliar o acesso, a preservação digital e o diálogo com diferentes públicos.
16h – Debate
16h30 – Encerramento
Palestrantes
Agnès Magnien
Inspetora-Geral de Assuntos Culturais do Ministério da Cultura desde setembro de 2021 e presidente do Comitê Francês do Programa Memória do Mundo desde abril de 2021. Formada na École Nationale des Chartes como arquivista-paleógrafa, foi Diretora do Arquivo Departamental de Seine-Saint-Denis (1994-1999), antes de assumir a Diretoria-Geral Adjunta do Departamento de Seine-Saint-Denis, responsável pelas faculdades, creches, cultura, esporte, juventude, patrimônio e arquivos (2000-2008). Retornou ao Ministério da Cultura para assumir a gestão do Arquivo Nacional e organizar a instalação de uma nova sede (2011 a 2014), e depois ingressou no Instituto Nacional do Audiovisual (INA) como Diretora Adjunta de Coleções (2014-2021).
Isabelle Gaillard
Professora titular do Departamento de História da Universidade Grenoble-Alpes desde 2007; membro do Laboratório de Pesquisa Histórica Rhône-Alpes (LARHRA) desde 2003. Colíder do projeto de pesquisa franco-brasileiro AMIS (Arquivo-Mídia-Imagem-Sociedade), de 2021 a 2026. Desenvolve pesquisas nas áreas de história econômica e social do consumo, história econômica e social do esporte, história da mídia e do audiovisual.
Marcus Vinícius Pereira da Silva
Doutor em Ciência da Informação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre em Ciências na área de Informação e Comunicação em Saúde pela Fiocruz e bacharel em Biblioteconomia e Documentação pela UFF. Atua como professor nos programas de pós-graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS) e em Gestão e Preservação do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde (PPGPAT), ambos da Fiocruz. É coordenador-adjunto do Fórum de Preservação Digital da Fiocruz e integra o Comitê Gestor do Preservo – Complexo de Acervos da Fiocruz e o Fórum de Ciência Aberta. Desenvolve projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico em patrimônio cultural e humanidades digitais, com ênfase em acesso e preservação digital, ciência aberta e indicadores de ciência, tecnologia e inovação em saúde.
O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) e a revista científica The Lancet promovem o seminário de pesquisa 'Desafios, estratégias e boas práticas para a publicação científica: perspectivas do The Lancet', no dia 23 de outubro, das 13h às 17h no auditório do INI no campus da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro (RJ), com transmissão ao vivo pelo canal oficial do Instituto no Youtube!
O evento é coordenado pelo INI e contará com a presença do diretor do Instituto, Estevão Portela, dos editores do The Lancet, Taissa Vila, Orison Woolcott, Maria Dario, Elisa Pocu e Gustavo Monnerat.
O evento é de caráter científico, voltado para pesquisadores, profissionais e estudantes e tem por objetivo promover uma reflexão sobre os desafios, estratégias e boas práticas no processo de publicação científica, a partir da experiência de editores do grupo The Lancet – que edita uma das mais antigas e prestigiadas revistas científicas sobre medicina do mundo.
“O evento é uma oportunidade para os participantes aprimorarem o entendimento sobre o processo editorial e de contribuir com fortalecimento da qualidade da produção científica nacional”, afirma Valdiléa Veloso, vice-diretora de Pequisa e Desenvolvimento Tecnlógico do INI.
A programação completa inclui mesa-redonda, palestras, discussões sobre aspectos editoriais, ética em pesquisa, inteligência artificial e tendências futuras na comunicação científica. Veja abaixo a programação completa.
Programação
13h – Abertura: A Importância da Publicação Científica – Dr. Estevão Portela (INI/Fiocruz)
13h10 – Palestra: Introdução aos periódicos do grupo The Lancet – Dra. Taissa Vila (The Lancet)
13h20 – Palestra: Dicas editoriais para publicação científica – Dr. Orison Woolcott (The Lancet)
14h – Mesa-redonda: Desafios editoriais na publicação científica: uma conversa com editores do The Lancet – Dr. Orison Woolcott, Dra. Taissa Vila, Dra. Maria Dario, Dra. Elisa Pucu, Dr. Gustavo Monnerat (The Lancet)
15h – Perguntas
15h15 – Coffee-break
15h45 – Palestra: O uso da inteligência artificial na publicação científica: desafios, limites e direções futuras – Dr. Gustavo Monnerat (The Lancet)
16h15 – Discussão e perguntas
17h – Término
Nesta segunda-feira, 20 de outubro, das 12h às 13h, será realizado mais um webinar do Projeto Echo, com o tema: "Associação Madrilenha da Covid longa".
A transmissão será feita pela plataforma Zoom e requer inscrição.
Para participar, utilize o QR Code na imagem ou acesse este link para se inscrever!