Está aberto o processo seletivo para o Curso de Especialização em Direitos Humanos, Acessibilidade e Inclusão da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). As inscrições dos candidatos a compor a turma de 2025 vão até o dia 3 de abril. São oferecidas 30 vagas, sendo seis para pretos e pardos, duas para pessoas com deficiência, uma para indígena e 21 para Ampla Concorrência.
O curso é voltado para pessoas com deficiência e pessoas que trabalham ou convivem com pessoas com deficiência, com graduação concluída. Os objetivos da especialização são refletir criticamente sobre o significado dos direitos humanos e suas relações com a saúde e as políticas de inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência; possibilitar aos alunos conhecer os aspectos históricos e conceituais a partir da identificação de políticas de inclusão como direito humano e habilitar os alunos a identificar barreiras e preconceitos no processo de inclusão na sociedade, interpretando suas causas e identificando proposições para avanços na inclusão e acessibilidade de pessoas com deficiência. O curso segue metodologia de pesquisa e ensino que visa à acessibilidade e inclusão como direito humano.
As aulas vão começar no dia 3 de junho e terminarão em 5 de novembro de 2025. O curso se encerra em 26 de junho de 2026, data da entrega do TCC. As atividades serão às terças e quartas-feiras das 8h às 17h e às quintas das 8h às 12h. Os momentos virtuais de interação serão pela plataforma Zoom às terças e quartas das 14h às 17h. O curso é oferecido em formato remoto, podendo retornar às atividades presenciais, existindo a possibilidade do formato híbrido. A coordenação do curso e a Ensp se responsabilizarão pelas ferramentas que garantam a acessibilidade aos alunos.
INSCRIÇÕES: todas as informações referentes ao processo seletivo poderão ser obtidas no Campus Virtual Fiocruz. O candidato deverá preencher o formulário eletrônico de inscrição, disponível no site da Plataforma e para tanto, deve observar as instruções detalhadas no item 7 do edital.
Para tirar dúvidas, envie um e-mail para pseletivo.ensp@fiocruz.br.
No dia 27 de março de 2025, a Rede de Escolas de Saúde Pública de América Latina (Resp), cuja secretaria executiva é exercida pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), realizará o webinário internacional "A Formação da Força de Trabalho da Atenção Primária à Saúde na América Latina". O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube no canal RespAméricaLatina, das 10h às 17h (horário de Brasília, GMT-3).
O webinário reunirá especialistas, gestores, acadêmicos e profissionais da saúde da América Latina para discutir os desafios e as perspectivas para o fortalecimento da formação da força de trabalho da Atenção Primária à Saúde (APS) na região. O debate abordará questões cruciais como a regulação da formação profissional para APS, a provisão dos trabalhadores da APS nos diferentes contextos dos sistemas de saúde latino-americanos e a necessidade de inovação nas metodologias de ensino e aprendizagem para atender às demandas emergentes da área.
O Vice-Diretor da Escola de Governo em Saúde e coordenador do Observatório do SUS da Ensp, Eduardo Alves Melo, destaca que o evento é resultado de uma prioridade estratégica da Rede de Escolas de Saúde Pública de América Latina e foi pensado após um diagnóstico da situação da APS na América Latina. “Decidimos, em conjunto, priorizar a formação na e para a APS, tendo em mente não apenas seus aspectos técnicos e pedagógicos, como também sua conexão com o mundo do trabalho e a organização dos sistemas de saúde. Esse espírito guiou a montagem do seminário, contando com atores de diferentes regiões e instituições latino-americanas. Esperamos, com isso, aprofundar debates, compartilhar experiências e propor caminhos para as políticas e estratégias de formação voltadas à APS nos sistemas públicos de saúde", reflete.
O evento é aberto ao público e gratuito. Interessados podem acompanhar a transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Resp.
Data: 27 de março de 2025
Horário: 10h às 17h (horário de Brasília, GMT-3)
Transmissão: YouTube – RESPAMERICALATINA
Realização: Rede de Escolas de Saúde Pública de América Latina (Resp)
PROGRAMAÇÃO
10h-10h20 – ABERTURA
MESA 1: Políticas de Formação e Contexto de Atuação da Força de Trabalho da APS nos Sistemas de Saúde
10h20-10h45 – Formação e Trabalho em um Mundo com Múltiplas Crises - Mario Rovere (Escola de Governo em Saúde “Floreal Ferrara”/Argentina)
10h45-11h10 – Mercado de Trabalho da Saúde na América Latina e suas Implicações para a APS – Maria Helena Machado (Ensp/Fiocruz/Brasil)
11h10-11h35 – Planejamento e Regulação da Formação em Sistemas de Saúde Baseados na APS - Benjamín Puertas (OPAS/OMS)
11h35-12h – Disponibilidade, Distribuição e Provisão dos Profissionais da APS - Felipe Proenço (SGETS/MS/Brasil)
12h00-13h00 – Perguntas, comentários e discussão
Moderadora: Lígia Giovanella (Ensp/Fiocruz/Brasil)
TARDE
MESA 2: Dimensões, Modelos Pedagógicos e Práticas de Formação para APS
14h00-14h25 – Escopo de Atuação e Competências Emergentes das Profissões em uma Perspectiva Interprofissional em APS - Jacqueline Ponzo (Udelar/Uruguai)
14h25-14h50 – Modalidades de Formação em APS - Leonardo Cuesta Mejías (ENSAP/Cuba)
14h50-15h15 - Projeto "Itinerários Formativos" e Possíveis Aplicações na APS - Gabriel Listovsky (OPAS/OMS)
15h15-15h40 – A Formação de Gestores da APS – Eduardo Melo (Ensp/Fiocruz/Brasil)
15h40-16h30 – Perguntas, comentários e discussão
Moderador: Javier Santacruz Varela (UNAM/México)
16h30-17h – ENCERRAMENTO
A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) vai receber, nesta segunda-feira, 24 de março, às 13h30, a conferência "Morbidade Materna Grave nos EUA: conceitos, causas e o papel essencial da comunidade para o caminho a seguir", com a doutora Suzan Carmichael. O encontro será no auditório da Ensp, com transmissão ao vivo pelo canal da Escola no YouTube.
Carmichael é professora de pediatria, obstetrícia e ginecologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford (USA). Epidemiologista perinatal e nutricional, ela discute como fatores relacionados à nutrição, ambiente social, cuidados médicos, contaminantes ambientais e genética influenciam a saúde materna e infantil. Seus temas de interesse incluem nutrição, contexto social, cuidados, contaminantes ambientais e genética e os desfechos relacionados a morbidade materna grave, natimorto, defeitos congênitos e parto prematuro. A pesquisadora busca entender a intersecção desses elementos, seus impactos e as disparidades de saúde para a díade mãe-bebê, tanto em ambientes de saúde domésticos quanto globais. Sua pesquisa atual se concentra nos motivadores em escala populacional da morbidade materna grave, especialmente os caminhos que conectam fatores sociais e estruturais, qualidade do atendimento e condições médicas crônicas.
Este é um pré-evento do Dia Mundial da Saúde, cujo tema proposto pela Organização Mundial de Saúde em 2025 é "Começos saudáveis, futuros esperançosos".
Acompanhe ao vivo:
Os atuais desafios na formação em Saúde Coletiva e o papel da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Focruz) na capacitação para o Sistema Único de Saúde nortearam o debate na Semana de Abertura do Ano Letivo da Escola. Palestrante da mesa ‘Educação e Transformação: Formação da Ensp para o SUS’, a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, chamou a atenção para os principais elementos desafiadores do Ensino no futuro. Já a ex-diretora da Ensp e pesquisadora Maria do Carmo Leal, que também participou do evento, destacou a criação do mestrado profissional em Saúde Pública em meio à trajetória da Escola na formação para o SUS e defendeu maior atenção à Saúde na Amazônia.
Ao iniciar o debate, a moderadora da mesa e coordenadora do Stricto Sensu, da Vice-Direção de Ensino da Ensp, Joviana Avanci, explicou que a motivação para a realização da mesa foi trazer a história da Escola, mas também pensando em perspectivas futuras e, ainda, na missão da instituição na formação para o SUS. Ela lembrou que, há cinco anos, a pandemia de Covid-19 foi declarada e destacou o protagonismo da Fiocruz, assim como o papel do SUS, desempenhados naquele período.
Educação e Transformação: formação da Ensp para o SUS
A vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, abordou os dilemas institucionais enfrentados pela Ensp e os desafios contemporâneos para a formação em Saúde Coletiva. Como ponto de partida para sua análise, ela destacou que, para pensar no futuro da instituição, não se pode perder o passado de vista. “Quando abordamos desafios para a formação, é necessário assumir que questões antigas se entrelaçam com novas problemáticas”, refletiu a pesquisadora. Cristiani defendeu que o conhecimento, a produção científica e a inserção no trabalho devem ser sempre contextualizadas, já que a realidade é dinâmica. “O principal produto dos programas de pós-graduação não é o TCC, a dissertação ou a tese, mas a pessoa formada e transformada nesse processo”, afirmou.
Cristiani elencou dez elementos do ensino que trazem desafios para o futuro. Em primeiro lugar, ela destacou a questão democrática na relação entre Estado e sociedade nas políticas públicas de saúde. “Fazer política de saúde implica compreender e lidar com relações de poder”, reforçou. Em seguida, a pesquisadora defendeu que é preciso reconhecer o entrelaçamento das desigualdades e a determinação social no processo de saúde e doença. Para a vice-presidente, é fundamental recorrer a novas perspectivas analíticas para promover políticas que atendam às necessidades de grupos vulneráveis. Cristiani ainda refletiu sobre os mercados de saúde, já que a área mobiliza fortes interesses econômicos. “Precisamos revistar essa pauta, entendendo as novas formatações e como elas afetam as condições de saúde”, alertou.
As transformações demográficas, epidemiológicas e societais, assim como as questões ambientais e climáticas também foram citadas pela pesquisadora. Para Cristiani, os sanitaristas formados deves estar comprometidos com o fortalecimento dos sistemas públicos de saúde, para que eles respondam a essas mudanças, que avançam cada vez mais rápido e com impactos maiores. Além disso, a transformação digital e a comunicação com a sociedade ainda foram mencionadas. “Vivemos inundados em um mundo de informações, que muitas vezes não são confiáveis, os novos profissionais precisam saber minerar e usar isso de forma inteligente”, ressaltou.
Como considerou que uma visão da saúde global e das relações de interdependência entre países e povos pode potencializar os sistemas nacionais de saúde, Cristiani incentivou ações formativas como intercâmbios e mobilidade acadêmica. Por fim, a vice-presidente defendeu a necessidade de lidar com incertezas, a responsabilidade planetária e a compreensão do outro como valores preciosos para a educação para o futuro.
O mestrado profissional em Saúde Pública e a trajetória da Ensp na formação de sanitaristas
Posteriormente, a pesquisadora da Ensp, Maria do Carmo Leal, discorreu sobre o papel da Escola na formação para o SUS, enfocando na história do mestrado profissional em Saúde Pública, criado em 2002 pela instituição com o objetivo de aprofundar o conhecimento técnico-científico em Saúde Coletiva e o desenvolvimento de habilidades para a promoção de tecnologias, processos e produtos em áreas específicas do campo.
Uma das criadoras do mestrado, Maria do Carmo destacou que a iniciativa surgiu a partir da trajetória da Ensp na formação para o SUS, com a missão de formar profissionais competentes, com compromisso político e social, e grande consistência científico-acadêmica para o Sistema Único de Saúde, com vistas ao seu fortalecimento.
A Escola foi uma das primeiras instituições a criar um mestrado profissional na época, conforme narrou a pesquisadora. Aproximando o ‘saber’ do ‘fazer’ na Saúde Pública e atendendo às demandas sociais da Saúde Coletiva, a iniciativa, ao ser criada, passou a ser ofertada aos profissionais das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e do Ministério da Saúde. Juntamente com o doutorado profissional, o curso já formou 70 mil alunos.
Ainda em referência à trajetória da Ensp na formação para o SUS, Maria do Carmo apontou também como iniciativa de destaque o curso de saúde pública criado pela Escola no período de redemocratização nacional. Segundo ela, a formação foi revolucionária e inovadora, reunindo pessoas politicamente engajadas e contribuindo, mais adiante, para o movimento da Reforma Sanitária no país.
“A principal missão de uma Escola como a nossa é preparar gestores para os serviços de saúde e para gerenciar o sistema de saúde, investigar, monitorar, fazer a vigilância epidemiológica e ambiental dos serviços, da qualidade da Atenção e das condições de saúde. Em um país de grandes dimensões, uma Escola Nacional de Saúde Pública não pode fazer isso sozinha. Por isso, ela sempre o fez com a ajuda das universidades e em rede. E isso sempre foi algo muito solidário e interessante. No entanto, o sanitarismo fomos nós (a Ensp) que fizemos, pois fomos até onde estavam as pessoas que trabalhavam no sistema de saúde”, afirmou.
Maria do Carmo salientou que a Saúde tem como atributo peculiar a capacidade de promover, oferecer e fazer sentir, nas pessoas, o sentimento de cuidado. Por isso, segundo ela, o acesso a essa área é tão importante. Nesse sentido, a pesquisadora alertou para a necessidade de maior atenção à Saúde no Norte do Brasil, pois é nesta região onde se reproduzem todas as iniquidades sociais e se apresentam os piores indicadores de saúde do país. Ela defendeu que a Região Amazônica precisa ser prioritária para o desenvolvimento populacional, o fortalecimento do SUS, da sua gestão e da formação de quadros em todos os níveis profissionais. “É urgente tentarmos ajudar a reduzir a destruição a que essa região está exposta. Não é possível preservar a floresta se os povos de lá não forem preservados e cuidados. Para defendermos a floresta, é preciso defendermos os povos da Amazônia e batalhar para que eles sejam considerados cidadãos brasileiros sujeitos de direito político e social. É uma carência o sistema de saúde na região, o SUS na Amazônia tem problemas enormes. A Saúde tem um papel importante na recuperação da autoestima, do respeito às populações, e isso gera cidadania e reconhecimento”, atentou.
+ Assista à transmissão completa da mesa
No dia 26 de março, às 14h, o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ceensp/Ensp/Fiocruz) vai debater 'Produtividade na Academia e os desafios à equidade de gênero e raça'. Participarão do debate a presidenta da Capes, Denise Pires, a pesquisadora da Ensp, Marília Sá Carvalho, a professora da Universidade Federal de Santa Catarina, Miriam Grossi, e a pesquisadora da Universidade Estadual de Feira de Santana, Ionara Magalhães.
A coordenação ficará por conta da pesquisadora da Ensp, Vera Marques.
O evento será transmitido pelo canal da Ensp no Youtube e contará com tradução para libras.
O Centro de Referência Professor Hélio Fraga da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (CRPHF/Ensp/Fiocruz) promoverá, no dia 18 de março, a sessão científica 'Bioética, IA e Saúde Coletiva: Implicações para as Práticas de Cuidado e Políticas Públicas de Saúde', que contará com a participação do médico Luiz Vianna Sobrinho, editor do Observatório da Medicina e professor convidado do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Ensp. Coordenada pelo Serviço de Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Hélio Fraga, a sessão científica Lenice Dias Campos é aberta a todos os interessados. A palestra ocorrerá no Auditório I do Centro de Referência, localizado em Jacarepaguá (Estrada de Curicica, 2.000), das 14h às 15h30. Participe!
Acesse o texto de referência para acompanhar a sessão científica: “Saúde Digital – Da Medicina de Dados à Caixa de Pandora da IA – Proteticidade, Simbiose e o Humanismo Digital”
Sobre o palestrante:
Luiz Vianna Sobrinho é médico e doutor em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pela Ensp/Fiocruz. Editor do Observatório da Medicina (Ensp/Fiocruz), também atua como professor convidado no Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Ensp. É autor dos livros "Medicina Financeira: a Ética Estilhaçada" (Garamond, 2013), "O Ocaso da Clínica: a Medicina de Dados" (Zagodoni, 2021) e "Nove para o Singular" (Zagodoni, 2023).
O ano letivo de 2025 da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) será oficialmente aberto no dia 10 de março, segunda-feira. A aula inaugural será ministrada pela convidada especial Sonia Fleury. Doutora em Ciência Política, pesquisadora sênior do CEE-Fiocruz e coordenadora do Dicionário de Favelas Marielle Franco, a palestrante abordará o tema “Ameaças à democracia no contexto de incertezas globais”. A atividade será às 13h no auditório térreo da Ensp e contará com a mediação da vice-diretora de Ensino, Enirtes Caetano. Ela lembra que, embora a Ensp inicie cursos de janeiro a janeiro, a aula inaugural é uma tradição na qual o convidado lança a tônica do ano iniciado. “Será uma programação voltada para o Lato Senso e Qualificação Profissional e para o Stricto Sensu. Uma oportunidade de receber e saudar os alunos novos, que conhecerão um pouco a Escola e seus valores. É um momento de integração e de celebração”, afirma.
+ Veja a programação completa da semana
A vice-diretora destaca um diferencial de 2025: a atualização do Projeto Político Pedagógico da Ensp, que teve sua última versão há dez anos. “Vamos renovar em relação às políticas e aos temas. O PPP traz as ideias fundadoras da Escola e os elementos que compõem a missão da Ensp”, explica Enirtes. A professora ressalta que a programação da Semana de Abertura do Ano Letivo foi construída a partir do PPP: “O Projeto orientou a escolha de cada convidado e dos temas. Portanto, teremos debates que alimentam o compromisso da Ensp com a autonomia, democracia e participação, perspectiva emancipatória e com a prática e a interdisciplinaridade”. Após apresentado no dia 10/3, o PPP ficará disponível para consulta pública até o fim de março.
Na manhã de segunda-feira (10/3), haverá uma mesa institucional com a presença do diretor da Ensp, Marco Menezes, da vice-diretora Enirtes Caetano, da coordenadora-geral adjunta de Educação da Fiocruz, Eduarda Cesse, do coordenador-geral do Lato Sensu e Qualificação Profissional da Ensp, Gideon Borges, da coordenadora-geral do Stricto Sensu da Ensp, Joviana Avanci e do coordenador do Desenvolvimento Educacional e Educação a Distância da Ensp, Maurício De Seta. Como representação discente, participará a doutoranda do Programa de Pós-graduação em Epidemiologia em Saúde Pública Ramila Alencar. Na sequência, o debate "Ensino: organizando o presente em diálogo com o futuro" será realizado pelo diretor Marco Menezes, Enirtes Caetano e Gideon Borges. Em seguida, a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo fará uma palestra sobre “Desafios para o futuro da Saúde Pública”.
Já a manhã de terça-feira (11/3), será dedicada ao tema “Desigualdade, Diversidade e Inclusão”, com participação das seguintes palestrantes: Jamile Borges (UFBA), Maria Alice Gonçalves (UERJ) e Gersem Baniwa (UnB), líder e fundador do Fórum do Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI). O moderador será Gideon Borges. À tarde, a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, e a ex-diretora da Ensp, pesquisadora Maria do Carmo Leal, tratarão da temática “Educação e Transformação: Formação da Ensp para o SUS”, com moderação da coordenadora de Pós-Graduação Stricto Sensu da Escola, Joviana Avanci.
“Ciência e Comunicação” será o tema em debate na manhã da quarta-feira (12/3). O palestrante convidado é Manoel Barral Netto, pesquisador titular da Fiocruz Bahia, presidente de Academia de Ciências da Bahia e titular da Academia Brasileira de Ciências. A atividade terá como debatedores o coordenador da Radis, Rogerio Lannes, e a co-editora-chefe de Cadernos de Saúde Pública, Marilia Sá Carvalho. A moderadora será Enirtes Caetano. No mesmo dia, haverá uma edição especial do Centro de Estudos Miguel Murat Vasconcellos, o CeEnsp. O tema em debate será “Uso de Inteligência Artificial nas pesquisas e publicações científicas da Saúde Coletiva”.
Na quinta-feira (13/3), será realizada a recepção dos ingressantes nos cursos Stricto Sensu, Lato Sensu e Residências no auditório térreo. Também está programada uma visita à Feira Agroecológica Josué de Castro Saberes e Sabores, no pátio da Ensp, e pelo campus da Fiocruz. Na sexta (14/3), a partir das 10h, vai ter Feira Preta. O evento, que também integra a 9ª edição da campanha dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo, terá como tema "Hoje é Dia do Quilombo" e homenageará as escritoras Carolina Maria de Jesus e Celeste Estrela, ícones da cultura negra no Brasil.
Esta edição da Feira Preta ainda conta com culinária afro-brasileira, artesanato, moda, cosméticos naturais e acessórios (trabalhos e serviços de empreendedores negros e quilombolas). Haverá também ação do Livro em Movimento, um espaço para troca de livros e incentivo à leitura. Além disso, está marcada para às 10h30 uma Roda de Conversa com o Quilombo Quilombá. À tarde, estão previstas outras atividades culturais, como uma sessão de cinema que vai exibir os filmes "Carolina Maria de Jesus" e "Atrás Não É Mais o Meu Lugar", que conta a história da poetiza Celeste Estrela. Ela vai participar de uma Roda de conversa com o produtor Edilano Cavalcante. O encerramento será com apresentações do cantor Wanderson Lemos e do trabalho América Negra.
O ano letivo de 2025 da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) será oficialmente aberto no dia 10 de março, segunda-feira. A aula inaugural será ministrada pela convidada especial Sonia Fleury. Doutora em Ciência Política, pesquisadora sênior do CEE-Fiocruz e coordenadora do Dicionário de Favelas Marielle Franco, a palestrante abordará o tema “Ameaças à democracia no contexto de incertezas globais”. A atividade será às 13h no auditório térreo da Ensp e contará com a mediação da vice-diretora de Ensino, Enirtes Caetano.
Outras atividades marcarão a semana dedicada à recepção dos novos alunos da Escola. Também na segunda-feira, 10 de março, pela manhã, a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo fará uma palestra sobre “Desafios para o futuro da Saúde Pública”. Antes dessa participação especial, haverá uma mesa institucional com a presença do diretor da Ensp, Marco Menezes, da vice-diretora Enirtes Caetano, da coordenadora-geral adjunta de Educação da Fiocruz, Eduarda Cesse, do coordenador-geral do Lato Sensu e Qualificação Profissional da Ensp, Gideon Borges, da coordenadora-geral do Stricto Sensu da Ensp, Joviana Avanci e do coordenador do Desenvolvimento Educacional e Educação a Distância da Ensp, Maurício De Seta. Como representação discente, participará a doutoranda do Programa de Pós-graduação em Epidemiologia em Saúde Pública Ramila Alencar. Na sequência, o debate "Ensino: organizando o presente em diálogo com o futuro" será realizado pelo diretor Marco Menezes, Enirtes Caetano e Gideon Borges.
Já a manhã de terça-feira, 11 de março, será dedicada ao tema “Desigualdade, Diversidade e Inclusão”, com participação das seguintes palestrantes: Jamile Borges (UFBA), Maria Alice Gonçalves (Uerj) e Gersem Baniwa (UnB), líder e fundador do Fórum do Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI). O moderador será Gideon Borges. À tarde, a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, e a ex-diretora da Ensp, pesquisadora Maria do Carmo Leal, tratarão da temática “Educação e Transformação: Formação da Ensp para o SUS”, com moderação da coordenadora de Pós-Graduação Stricto Sensu da Escola, Joviana Avanci.
“Ciência e Comunicação” será o tema em debate na manhã da quarta-feira, 12 de março. O palestrante convidado é Manoel Barral Netto, pesquisador titular da Fiocruz Bahia, presidente de Academia de Ciências da Bahia e titular da Academia Brasileira de Ciências. A atividade terá como debatedores o coordenador da Radis, Rogerio Lannes, e a co-editora-chefe de Cadernos de Saúde Pública, Marilia Sá Carvalho. A moderadora será Enirtes Caetano. No mesmo dia, haverá uma edição especial do Centro de Estudos Miguel Murat Vasconcellos, o CeEnsp. O tema em debate será “Uso de Inteligência Artificial nas pesquisas e publicações científicas da Saúde Coletiva”.
Na quinta-feira, 13 de março, será realizada a recepção dos ingressantes nos cursos Stricto Sensu, Lato Sensu e Residências no auditório térreo. Também está programada uma visita à Feira Agroecológica Josué de Castro Saberes e Sabores, no pátio da Ensp, e pelo campus da Fiocruz. Na sexta, 14 de março, a partir das 10h, vai ter Feira Preta. O evento, que também integra a 9ª edição da campanha dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo, terá como tema "Hoje é Dia do Quilombo" e homenageará as escritoras Carolina Maria de Jesus e Celeste Estrela, ícones da cultura negra no Brasil.
Esta edição da Feira Preta ainda conta com culinária afro-brasileira, artesanato, moda, cosméticos naturais e acessórios (trabalhos e serviços de empreendedores negros e quilombolas). Haverá também ação do Livro em Movimento, um espaço para troca de livros e incentivo à leitura. Além disso, está marcada para às 10h30 uma Roda de Conversa com o Quilombo Quilombá.
À tarde, estão previstas outras atividades culturais, como uma sessão de cinema que vai exibir os filmes "Carolina Maria de Jesus" e "Atrás Não É Mais o Meu Lugar", que conta a história da poetiza Celeste Estrela. Ela vai participar de uma Roda de conversa com o produtor Edilano Cavalcante. O encerramento será com apresentações do cantor Wanderson Lemos e do trabalho América Negra.
A Radis de fevereiro (269) traz à pauta os seguintes questionamentos: existe vida além do trabalho? Para quem? Balconistas de farmácia, caixas de supermercado, operadores de logística, atendentes de telemarketing, garçons e tantas outras profissões vivem a rotina da chamada escala 6x1: seis dias para o trabalho e apenas um para o descanso, o lazer, a saúde, o convívio com a família e a resolução dos problemas cotidianos. O Movimento que ganhou as redes e as ruas denuncia os impactos de jornadas de trabalho exaustivas na saúde e na qualidade de vida. Leia a respeito e saiba o que esperar do futuro dessa discussão, no ano em que o Brasil se prepara para a 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.
A reportagem de capa da edição mostra ainda como a escala 6x1 afeta a saúde das pessoas. O texto aborda os impactos de jornadas exaustivas, que estão associadas ao aumento de transtornos mentais e acidentes de trabalho, e traz o relato de trabalhadores que vivem ou já viveram esse esquema de trabalho.
Outra matéria de destaque aborda a capoeira e sua relação com a saúde. Jogo, luta, dança, arte popular, a capoeira promove saúde, não somente física, mas também mental. Na Radis 269, você confere ainda: Medidas do novo presidente dos EUA, Donald Trump, afetam saúde, acordos sobre o clima, diversidade e imigrantes; A escritora Lilia Guerra, que também é auxiliar de enfermagem no SUS, fala sobre direito à cidade, memória e literatura e muito mais.
Leia a edição completa no site da Radis.
As inscrições para o processo seletivo do Curso Nacional de Formação de Auditores e Inspetores em Biossegurança (CNFAIB) foram prorrogadas para 14 de março. São ofertadas 30 vagas para a qualificação profissional em nível de aperfeiçoamento, que será realizada na modalidade presencial. Interessados podem se inscrever pelo Campus Virtual Fiocruz.
O CNFAIB visa a formação de profissionais de Biossegurança e Bioproteção baseados em uma doutrina ética e imparcial. A composição do curso é baseada em aulas teóricas, práticas, trabalhos em grupo, visitas técnicas e avaliações ao longo do curso. O curso busca através do conhecimento e de Boas Práticas e Procedimentos Microbiológicos, garantir a proteção, a segurança, o bem-estar e a saúde do trabalhador e seus pares, bem como a segurança da sociedade em geral, a proteção e a preservação do meio ambiente frente aos riscos inerentes às atividades de biotecnologia, ciência e saúde e de áreas correlatas.
O curso tem carga horária total de 180 horas e as aulas serão ministradas de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h, entre 5 e 30 de maio de 2025.
+ Confira o edital para mais detalhes
+ Confira o Aditivo de Retificação com o Cronograma de Seleção
Dúvidas e solicitações por mais informações devem ser encaminhadas ao e-mail pseletivo.ensp@fiocruz.br.