A Plataforma IdeiaSUS Fiocruz e o Canal Saúde lançam, em evento virtual transmitido pelo YouTube, cinco emocionantes documentários sobre a saúde pública do Brasil. Os novos curtas-documentais narram histórias inspiradoras de trabalhadores e gestores envolvidos com o fortalecimento de nosso Sistema Único de Saúde (SUS), trazendo momentos de aprendizado e reflexões sobre a importância de se garantir saúde pública de qualidade para todos.
Produzidos pelo Canal Saúde, os filmes são frutos do Prêmio IdeiaSUS: Fiocruz é SUS, entregue às cinco melhores experiências da edição de 2022 da Mostra Brasil, aqui tem SUS, como parte da parceria da IdeiaSUS com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Representando cada uma das cinco regiões do país, as práticas revelam atuações compromissadas com a atenção e a prevenção ao suicídio, a saúde mental da população indígena, as pessoas com hanseníase, as gestantes em situação de rua e as conferências locais de saúde como estratégias de educação permanente em saúde.
Momentos de emoção e inspiração
No filme Implantação de rede de atenção e prevenção ao suicídio de Anastácio (MS): uma realidade possível, o espectador se depara com serviços de saúde mental pautados na prevenção, na atenção e na posvenção ao suicídio. É um filme que emociona ao falar sobre o suicídio, problema de saúde pública que afeta a cidade e o país todo. Os personagens falam sobre a importância da prevenção, por meio de capacitações, encontros, palestras e atividades educativas. Revelam o cotidiano do atendimento, que se dá tanto na modalidade domiciliar quanto individual e em grupo, do qual fazem parte profissionais de psicologia, serviço social e psiquiatria. Falam, ainda, sobre o emocionante trabalho de posvenção, destinado a promover ações que se ocupam dos enlutados após o suicídio de uma pessoa querida.
Quem assistir ao filme Equidade no SUS por meio da articulação regional: saúde mental indígena, experiência que se passa em Balneário Barra do Sul (SC), por sua vez, se sentirá envolvido com a força dos saberes dos povos indígenas. O documentário revela um trabalho de integração entre técnicos de saúde, mulheres, homens e crianças de 11 famílias indígenas, para tratar de questões que envolvem a saúde mental da comunidade. Eles conversam, ampliam suas visões quanto às demandas e ao significado de saúde mental para esta população, falam sobre território, espiritualidade e alimentação indígena.
No filme Identificação de clusters e treinamento em serviço: estratégias para abordagem da hanseníase, em Pilar (AL), o foco é a articulação entre a Vigilância em Saúde e a Atenção Primária à Saúde como questão fundamental no enfrentamento da hanseníase, doença da qual o Brasil ocupa o primeiro lugar do ranking de incidência e o segundo em números absolutos, atrás apenas da Índia. O filme, em suma, revela as novas estratégias utilizadas para abordagem da hanseníase no município de Pilar, entre os anos de 2020 e 2021, quando foi confirmado um alto coeficiente de detecção da doença.
O documentário Reduzindo danos e protegendo vidas: cuidado às gestantes em situação de rua usuárias de SPA se passa em Santo André (SP) e retrata os objetivos de um trabalho por vezes invisibilizado pela sociedade. São personagens reais que agem para garantir o direito à maternidade a mulheres em situação de rua, promovem a saúde da mãe e do feto, respeitam o desejo delas de permanecerem em situação de rua e estabelecem uma linha de cuidado a essas gestantes, muitas delas, usuárias de substâncias psicoativas.
Já o filme Conferências Locais de Saúde: estratégias de educação permanente para o Plano Municipal de Saúde, em Presidente Figueiredo (AM), mostra o trabalho de uma comissão de trabalhadores da saúde, formados no contexto do projeto de implantação da Política de Educação Permanente na Amazônia, realizado pela unidade da Fiocruz Amazônia. A iniciativa resultou na promoção de conferências locais de saúde, por meio das quais profissionais e usuários dos serviços de saúde puderam expressar suas percepções, anseios e visões sobre a rede de atenção à saúde do município. O filme retrata a força e relevância da participação e do controle social do SUS através das instâncias locais.
Assista à transmissão do lançamento:
Para celebrar o Dia Internacional da Linguagem Simples, o Laboratório de Inovação em Gestão da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) lançará, no dia 4 de outubro, o Programa de Aceleração da Inovação para Soluções em Design e Linguagem Simples. O edital vai apoiar projetos que visam melhorar a comunicação pública com os cidadãos e democratizar o conhecimento. O lançamento será transmitido pelo canal da Ensp no YouTube, e contará com a participação de convidados que debaterão pesquisas e experiências com o tema da Linguagem Simples. Participe!
O Laboratório de Inovação em Gestão da Ensp (Polén), vai selecionar 10 propostas, sendo oito das diferentes unidades da Fiocruz e duas de outras instituições públicas do Rio de Janeiro.
O evento de lançamento do edital contará com a participação de Cláudia Pernencar, da Universidade de Nova Lisboa; José Fernando Barros e Silva, coordenador do iluminas; Maria José Bocorny Finatto, pesquisadora 1D do CNPq; e Sandro Marengo, professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Os convidados vão compartilhar suas pesquisas e experiências com o tema da Linguagem Simples e além de assuntos sobre a ISO ABNT NBR 24495-1 e o Design centrado no Usuário.
Sobre o Polén:
O Laboratório de Inovação em Gestão Pública (Pólen), foi criado em 2022, com o propósito de promover a inovação na área de gestão, desenvolvendo soluções inovadoras, instalando capacidades para inovar e disseminando novas práticas. Ele busca aprimorar os serviços públicos com abordagens centradas nas pessoas, experimentação, horizontalidade, criatividade e colaboração, contribuindo para a transformação e democratização da inovação na gestão.
Entre os propósitos do Pólen estão: promover a inovação na gestão pública, contribuindo para a democratização e aprimoramento das organizações e serviços públicos para a sociedade; desenvolver e implementar tecnologias para a transformação digital e a promoção da transparência pública; disseminar metodologias de colaboração, experimentação, agilidade, criatividade e comunicação; fomentar o uso de Design e Linguagem Simples e Acessibilidade na comunicação das organizações públicas; facilitar o desenvolvimento de soluções inovadoras; desenvolver os conhecimentos e as habilidades necessários para fortalecer a capacidade de inovar dos trabalhadores públicos e das organizações, transformando a cultura organizacional.
Assista à transmissão do lançamento:
No dia 27 de agosto, das 9h às 12h, a Vice-direção de Pesquisa e Inovação da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (VDPI/ENSP) realizará o lançamento do Portfólio do Programa de Iniciação Científica (IC) Manguinhos. O evento ocorrerá na sala 410 da Ensp e terá transmissão pelo canal da Escola no Youtube.
O evento apresentará o portfólio que documenta os projetos desenvolvidos pelos bolsistas do programa, destacando seus objetivos, principais resultados e os impactos significativos na vida pessoal e acadêmica dos participantes. Será também uma oportunidade para celebrar o sucesso do programa, que conta com o apoio da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB/Fiocruz), além de discutir futuras iniciativas que possam continuar a promover a pesquisa científica e o desenvolvimento de jovens talentos.
"Enquanto instituição pública, temos a missão de estar juntos, construindo processos para democratizar o conhecimento e reforçando as diretrizes do IX Congresso Interno da Fiocruz, de contribuir para uma educação crítica, reflexiva e emancipatória no enfrentamento das desigualdades. O IC Manguinhos está entre os projetos da Ensp e da Fiocruz que, de forma mais direta, promovem a equidade, a diversidade e a inclusão", afirmou o diretor da Ensp, Marco Menezes.
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (IC) Manguinhos objetiva proporcionar aos estudantes de graduação, moradores de Manguinhos, a aprendizagem de técnicas e métodos de pesquisa, bem como estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade. Em 2023, o projeto contou com 11 bolsistas, oriundos de diferentes cursos de graduação, que estão inseridos em projetos com ampla diversidade temática.
+ Acompanhe o lançamento ao vivo
Ao criar oportunidade de inclusão de moradores de uma região historicamente vulnerabilizada, o IC Manguinhos contribui com os esforços empreendidos pela Fiocruz e pela Ensp para a construção de uma ciência emancipatória, que coopere com a construção de uma sociedade mais justa, pautada na defesa da vida e da dignidade humana, e no direito de todos e todas à saúde plena.
Confira a programação:
9h às 9h30 - Mesa de abertura
Maria de Fátima Baptista - Coordenação de Fomento à Pesquisa/ Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB/Fiocruz)
Marco Antônio Carneiro Menezes – Direção da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz)
Luciana Dias de Lima - Vice-Direção de Pesquisa e Inovação da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (VDPI/ENSP/Fiocruz)
9h30 às 10h10 - Palestra ‘Ciência e pertencimento: a Iniciação Científica como instrumento de transformação social’
Ciro Marques Reis - Diretor do Departamento de Capacitação e Apoio à Formação de Recursos Humanos da UERJ (2020 - atual) e Coordenador do Programa de Iniciação Científica da UERJ (2016-2019)
10h10 às 10h30 - Debate
10h30 às 11h15 - Mesa 1 ‘Impactos na vida pessoal e acadêmica dos bolsistas do IC Manguinhos”
Apresentações dos bolsistas IC Manguinhos
Coordenação: Patrícia Constantino
11h15 às 12h - Mesa 2 ‘Impactos na vida pessoal e acadêmica dos bolsistas do IC Manguinhos”
Apresentações dos bolsistas IC Manguinhos
Coordenação: Vivian Studart
12h às 13h - Brunch
Acompanhe ao vivo:
Já está disponível para leitura o Atlas dos Sistemas Alimentares do Cone Sul. Editado pela Fundação Rosa Luxemburgo em parceria com a Editora Expressão Popular, o documento foi organizado pelo Movimento Brasil Popular, a Escola Nacional Paulo Freire (ENPF), a Coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e movimentos populares da região do Cone Sul. O Atlas aborda a crise alimentar em cinco países da América do Sul (Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai) e destaca a importância de políticas públicas que contribuam para a soberania alimentar e uma vida digna nos campos e nas cidades. O documento está disponível para leitura em acesso aberto.
Acesse o Atlas dos Sistemas Alimentares do Cone Sul
A fome e a insegurança alimentar são problemáticas antigas no Cone Sul, região onde os países são subordinados ao comércio mundial de alimentos. Além de aprofundar a discussão e oferecer um panorama sobre os sistemas alimentares da região, o Atlas também apresenta e contextualiza os movimentos populares que tem sido protagonistas na construção de alternativas, baseadas na agricultura camponesa e de resistência, oferecendo novos olhares sobre as formas de uso da terra, de produção e distribuição de alimentos.
*Com informações da Fundação Oswaldo Cruz e da Escola Nacional Paulo Freire
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
O Instituto Todos pela Saúde (ITpS) lançou um buscador com informações de mais de 40 cursos voltados à vigilância e emergências sanitárias, todos oferecidos por renomadas instituições de saúde e ensino, como a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), universidades federais e estaduais e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Além de reunir cursos de diferentes unidades da Fiocruz, o buscador contemplou também quatro formações do Campus Virtual Fiocruz. Confira o novo buscador no site do ITpS.
Os cursos estão divididos em seis áreas temáticas: planejamento e resposta a emergências de saúde, epidemiologia, vigilância em saúde, gestão de dados e tecnologia em saúde, doenças infecciosas, e formação e especialização profissional em saúde. “Sentimos falta de um lugar que centralizasse as informações de cursos voltados à preparação e ao enfrentamento de epidemias e pandemias oferecidos por instituições de renome. Nosso buscador tenta suprir essa lacuna”, conta Vanderson Sampaio, diretor de Operações do ITpS.
Dos 44 cursos reunidos na plataforma do ITpS, quatro são formações do Campus Virtual Fiocruz, oferecidos de maneira gratuita, remota e autoinstrucional. São eles: Manejo da Infecção Causada pelo Novo Coronavírus, Gestão de Riscos de Emergência em Saúde Pública no Contexto da Covid-19, Instrumentos para o Enfrentamento de Emergências de Saúde Pública no Contexto da Sociedade Civil e InfoDengue e InfoGripe: Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis. Todos os cursos estão com inscrições abertas!
Confira mais detalhes das nossas formações disponíveis na plataforma do ITpS
Manejo da Infecção Causada pelo Novo Coronavírus - 2ª Edição: inscreva-se!
Para responder à demanda dos profissionais que estão na linha de frente do atendimento, a Fiocruz lançou o curso Covid-19: manejo da infecção causada pelo novo coronavírus. Ele é aberto, gratuito, autoinstrucional e oferecido à distância (EaD), permitindo que qualquer pessoa interessada se inscreva. A qualificação é dirigida especialmente a trabalhadores de Unidades Básicas de Saúde (UBS), redes hospitalares, clínicas e consultórios, mas pode ser cursado por todos os interessados. Ele é composto de três módulos, que são independentes e podem ser cursados conforme necessidade do aluno, conferindo autonomia ao processo de formação.
Gestão de riscos de emergências em saúde pública no contexto da Covid-19: inscreva-se!
Produzido pelo Campus Virtual Fiocruz e o Observatório Covid-19 - Informação para Ação, com o apoio do programa Vigiar SUS do Ministério da Saúde, a formação - online, gratuita e autoinstrucional - é composta de três módulos, divididos em uma carga horária de 70h. O objetivo do curso é contribuir para fortalecer as capacidades de preparação e resposta e ir além, produzindo uma mudança qualitativa na forma de enfrentar as emergências em saúde pública, trazendo uma visão prospectiva, tendo como base e apoio o programa Vigiar SUS – lançado pelo Ministério da Saúde para estimular as capacidades de vigilância e respostas às emergências em saúde pública. É dirigido aos interessados na temática da gestão de risco de emergências em saúde pública para Covid-19 no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), mas é aberto a todos os interessados.
Instrumentos para o enfrentamento de emergências de saúde pública no contexto da sociedade civil: inscreva-se!
Lançado a partir de uma parceria entre o Campus Virtual Fiocruz e a plataforma The Global Health Network (TGHN), o curso é destinado a representantes e envolvidos com movimentos sociais, mas aberto também a todos os interessados nessa temática. Pensado para promover o diálogo entre conhecimentos técnico-científicos e experiências sobre eventos extraordinários de risco à saúde pública protagonizados pela sociedade civil organizada, o curso busca oferecer instrumentos que garantam o direito à saúde e à informação, estabelecendo trocas com os movimentos sociais e colaborando com a sua atuação como mediadores e produtores de conhecimento. Oferecido em três línguas — em inglês e espanhol através da plataforma The Global Health Network (TGHN) e em português pelo Campus Virtual Fiocruz, o curso é composto de nove aulas que somam uma carga horária de 30h.
InfoDengue e InfoGripe: Vigilância epidemiológica de doenças transmissíveis: inscreva-se!
O curso é voltado a profissionais da vigilância em saúde que atuam nas secretarias municipais e estaduais de Saúde, e é aberto também a interessados no tema. O objetivo é promover a compreensão de conceitos teóricos do monitoramento de doenças transmissíveis e proporcionar aos profissionais conhecimentos e instrumentos para auxiliar na tomada de decisão em situações dedicadas à vigilância de arboviroses urbanas (dengue, Zika e chikungunya) e de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG). A carga horária é de até 40h, divididas em dois módulos: módulo base e módulo aplicado, em que o aluno pode optar por estudar um dos sistemas (InfoDengue e InfoGripe) ou ambos. Os módulos trazem apresentações das doenças como problemas de saúde pública e sua epidemiologia no país, seguido de uma introdução ao processo de coleta e organização de dados feitos pelas secretarias de saúde.
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
Lançada a edição 2024 do vocabulário estruturado e trilíngue DeCS/MeSH - Descritores em Ciências da Saúde. A novidade para a edição 2024 do DeCS são novos registros de descritores, 311 provenientes do MeSH e 83 em categorias exclusivas. Incluindo ao documento uma linguagem mais inclusiva, nesta versão, descritores que possuíam nota de escopo ou que nominalmente continham termos com viés capacitista foram revisados. Aos projetos especiais do MeSH, foram adicionados novos descritores e conceitos atualizados da área de Estresse Psicológico; binômios científicos em latim substituíram alguns nomes vulgares na categoria Organismos, bem como foram inseridos novos descritores de seres vivos nesse formato e a criação um novo termo, Serpentes Peçonhentas, sob o qual foram alocados os descritores mais específicos das serpentes das famílias Elapidae e Viperidae; seis termos alternativos da subcategoria Ciências Sociais foram elevados a status de descritor.
Foram inseridos ainda termos da temática de Inclusão em categorias exclusivas do DeCS como descritores ou como termos alternativos em categorias do MeSH. Como fruto dessa parceria com o NAI/UNIVASF:
Na nova edição, destaca-se também a revisão da categoria Homeopatia, com prazo para término na edição de 2025. Estabeleceu-se a reorganização dos conceitos dos medicamentos homeopáticos por origem, antes organizados alfabeticamente, além de elevar ao status de descritores anteriormente classificados como termos alternativos. A revisão de descritores que compõem um vocabulário controlado usado para indexação é considerada uma prática recomendada para adequação ao critério de garantia literária. A última revisão dos descritores que compõem a categoria Homeopatia havia sido feita há mais de 10 anos.
O vocabulário estruturado e multilíngue do DeCS foi criado pela Bireme para servir como uma linguagem única na indexação de artigos de revistas científicas, livros, anais de conferências, relatórios técnicos e outros tipos de materiais e também para ser usado em busca e recuperação de tópicos da literatura científica, nas fontes de informação disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), como Lilacs (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e Medline (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online) entre outros.
O DeSC foi desenvolvido a partir do MeSH da National Library of Medicine (NLM), com o objetivo de permitir o uso de uma terminologia comum para a pesquisa nos idiomas da região, proporcionando um meio consistente e único de recuperar informações independentemente do idioma. A sua atualização é efetuada em consonância com a atualização do MeSH, que ocorre no final de cada ano e envolve a inserção de novos descritores e a eliminação, modificação e reposicionamento hierárquico de outros.
A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) vai disponibilizar seu curso mais tradicional na modalidade a distância. A Especialização em Saúde Pública será oferecida pela plataforma da Coordenação de Desenvolvimento Educacional e EAD (CDEAD) da Ensp. Estima-se que o edital seja lançado no segundo semestre de 2025 para que a primeira turma ingresse no início do ano seguinte, em 2026. Num primeiro momento, serão ofertadas 250 vagas, distribuídas em nove polos nas cinco regiões do país. A expectativa é que este número seja ampliado nas chamadas públicas seguintes.
Segundo o planejamento que está sendo elaborado por representantes da Vice-direção de Ensino (VDE), a versão a distância da Especialização em Saúde Pública deve ter duração de 12 a 14 meses, inclusive com apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso pelos futuros alunos. Também está previsto que o curso ocorra de forma síncrona e assíncrona, ou seja, com encontros presenciais e também atividades que não demandem a comunicação em tempo real. O coordenador do Lato Sensu e Qualificação Profissional da Ensp, Gideon Borges, explicou que lançar o curso na modalidade a distância é complexo e requer muita atenção. “Os preparativos exigem produção de material, seleção e formação de tutores, por exemplo. Esse processo é muito laborioso e envolve diversos profissionais. O cuidado nessas etapas é fundamental para garantir a qualidade de um curso EAD”, disse.
O diretor da Ensp, Marco Menezes, celebra a novidade e afirma que todo processo de construção do curso a distância mantém a marca de excelência do presencial, comprometido com as demandas do SUS e do Sistema de Ciência e Tecnologia. "Além disso, reforça nossos compromissos assumidos durante a campanha, expressos no Programa Vivo, como a formação atualizada, qualificada, abrangente e diversificada diante dos desafios da ciência, da educação, das políticas públicas e dos sistemas públicos de saúde e da ciência e tecnologia. Há ainda que se destacar a perspectiva de ampliação do acesso. Esta construção também reafirma o nosso compromisso em apoiar a implementação das diretrizes da 17ª CNS, neste caso, quanto o fortalecimento da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde", diz o diretor.
Entre os principais objetivos da forma EAD, está a interiorização do curso de Saúde Pública da Ensp, que leva em conta o caráter nacional da Escola. Além disso, a realização nesta modalidade busca ampliar e fortalecer parcerias com outras instituições para a oferta de cursos. “Pretendemos envolver outros atores, como a Rede Brasileira de Escolas de Saúde Pública”, exemplificou Gideon. Outra meta é tornar a versão EAD da Especialização em Saúde Pública um carro-chefe na oferta de formações da Escola. “Afinal, trata-se de um curso que pode abrigar todos os outros. Ou seja: qualquer curso da Escola pode fazer parte da estrutura curricular do curso de Saúde Pública, como módulo ou unidade de aprendizagem. Nisto, reside outro objetivo, que é integrar ainda mais a Ensp como unidade de ensino”, explicou.
O Curso de Saúde Pública é um dos cursos mais longevos da Escola. Além disso, carrega no título o nome da instituição e envolve diversos centros e departamentos, com potencial para envolver todas as subunidades internas. A coordenação geral da Especialização em Saúde Pública EAD será do pesquisador Cassius Palhano Schnell, que compõe o grupo de coordenadores do curso presencial, liderado por Lenir Silva. Ela será a coordenadora adjunta da modalidade a distância.
“Para a Ensp, oferecer o curso na modalidade EAD vai ao encontro do propósito de sua fundação e missão original, o de promover formação e capacitação de sanitaristas para o quadro da Saúde, em especial do sistema público. Essa qualificação profissional concorre para o desenvolvimento do SUS, além de proporcionar oportunidade de inserção no mercado de trabalho e de crescimento pessoal. As características multi e interdisciplinar que temos em nosso curso presencial ampliam não apenas o conhecimento técnico, mas também a perspectiva sobre o campo da Saúde e a construção civilizatória da sociedade”, detalhou Cassius Schnell.
A possibilidade de fazer o curso a distância era muito aguardada pela comunidade Ensp e por todos os interessados na formação em saúde pública Brasil afora. Portanto, a oferta atenderá a uma demanda expressiva de profissionais da saúde que residem fora do Rio de Janeiro e em outros estados. “A ideia, sobretudo por sua gratuidade, é de expandir e democratizar essa formação”, ressaltou Cassius.
A oferta da especialização em Saúde Pública a distância foi viabilizada por um edital para cadastro e financiamento de novos cursos da Universidade Aberta do Brasil, parceira de longa data da Escola. Cassius lembra que a Ensp sempre teve protagonismo no cenário brasileiro em ensino e pesquisa em Saúde me Pública e Saúde Coletiva. “No entanto, em nosso contexto geográfico e socioeconômico, torna-se difícil a vinda de potenciais alunos de localidades distantes para cursar uma especialização. Essa empreitada depende de recursos e logística muitas vezes não viável a boa parcela da população, sobretudo recém-formados. Aproveitou-se o lançamento de recente edital da UAB para promoção de novos cursos para inserir a Ensp nesse novo desafio”, disse.
Desde já, o coordenador de LSQP da Ensp vislumbra desdobramentos e próximos passos. “Minha expectativa é que o curso se torne o primeiro na modalidade EAD a ser oferecido regulamente e com recursos da própria Escola. Via de regra, os cursos EAD são oferecidos com financiamento externo. Ainda é um caminho longo, que dependerá de muita negociação interna e externa, mas espero que Escola veja nessa oferta uma oportunidade para encampar esse projeto”.
#ParaTodosVerem: Na imagem está a frente do prédio da Ensp, com a frase em destaca no plano mais à frente: Enspo/Fiocruz vai oferecer Especialização em Saúde Pública a distância.
Coordenado pelas pesquisadoras Tamara Rangel, Maria Rachel Fróes da Fonseca e Tania Fernandes, o documentário Fazendo história – 34 anos do Departamento de Pesquisa será lançado no dia 9 de abril, às 10h, em evento no Salão de Conferência do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), em Manguinhos, no Rio de Janeiro.
O vídeo celebra os 34 anos do Departamento de Pesquisa da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), que se constitui hoje como centro de excelência no Brasil para as pesquisas em História das Ciências e da Saúde. A trajetória é narrada por meio de 38 depoimentos de pesquisadores e ex-pesquisadores, realizados entre 2021 e 2023, além de documentação institucional arquivada no Departamento de Arquivo e Documentação da COC e de registros pessoais feitos pelos próprios colegas em eventos festivos e/ou acadêmicos.
O evento de lançamento contará com uma mesa de abertura e uma homenagem aos pesquisadores mais antigos do Depes.
Lançamento do documentário Fazendo história – 34 anos do Departamento de Pesquisa
Data: 9/4/24
Horário: 10h
Local: Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), em Manguinhos, no Rio de Janeiro
A Associação de Pós-Graduandos da Fundação Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro (APG-Fiocruz/RJ) lança nesta quarta-feira, 20 de março, a 1ª Versão da Cartilha Estudantil da APG-Fiocruz/RJ 2024. A atual versão da Cartilha da APG, que completa 12 anos em 2024, é resultado do acúmulo das três últimas gestões da Associação, ou seja, marca a atuação estudantil na Fundação desde 2021.
+Acesse aqui a Cartilha Estudantil da APG-Fiocruz/RJ 2024
A Cartilha é um caderno elaborado de discentes para discentes e tem como objetivo apresentar importantes informações e ideias para o embarque do estudante nessa jornada de formação acadêmica e profissional.
Além da atualização, o documento é um facilitador para a vivência e adaptação do estudante de pós-graduação na Fiocruz. Nele, o pós-graduando encontra informações como o Guia do Estudante, publicado pelo Campus Virtual Fiocruz, importante material para o acolhimento e orientação geral, onde é possível encontrar todos os documentos que vão orientar e possibilitar acesso a direitos, oportunidades e benefícios como o edital Auxílio à Permanência, chamadas internas, entre outros; bibliotecas, com vasto material bibliográfico disponível nas formas física e virtual; Carteira do Estudante, documento oficial que comprova o vínculo com a Fundação; Portal Periódico Capes, um dos maiores acervos científicos virtuais do país, que reúne e disponibiliza conteúdos produzidos nacionalmente e outros assinados com editoras internacionais a instituições de ensino e pesquisa no Brasil.
O estudante também fica por dentro do que pode aproveitar na Fiocruz: Asfoc, entidade parceira das lutas estudantis e democráticas, em prol da saúde pública, da ciência e da tecnologia; Política de Apoio ao Estudante (PAE), documento que aborda a vida dos estudantes na Fundação, sendo juntamente com o Plano de Desenvolvimento Institucional da Educação da Fiocruz (PDIE-Fiocruz 2021- 2025) os mais importantes guias orientadores para a sua vivência acadêmica; Centro de Apoio ao Discente (CAD), vinculado à Vice-Presdência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), é um espaço de diálogo e a instância de interlocução da Fundação com as demandas da APG, principalmente nos aspectos psicológicos, pedagógicos e de assistência social; Fiocruz Acolhe, evento anual que marca o início de cada ano letivo na Fundação com o propósito de receber os estudantes estrangeiros e de outros estados brasileiros que estão prestes a iniciar seus estudos nos Programas de Pós-Graduação nas unidades da Fiocruz no Rio de Janeiro e promover a integração entre os alunos, proporcionando um ambiente acolhedor e facilitador para sua adaptação à instituição e à cidade; além de citar alojamentos, transporte e alimentação entre os campi da Fiocruz.
A Cartilha traz orientações para o pós-graduando recém-chegado aproveitar os serviços oferecidos nos campi do Rio de Janeiro e se adpatar à vida pós-graduada e ao universo Fiocruz. O coordenador-geral da APG-Rio, Bruno Dias, fala sobre a importância do documento: "A Cartilha, além de ser um convite para que os novos e atuais estudantes dos PPGs e dos cursos e residências dos cursos lato sensu e residências médicas e multiprofissionais aproveitem de melhor forma a vivência estudantil pós-graduada na nossa Fundação, é também uma oferta da nossa vivência, da vivência coletiva desse grupo de estudantes que passaram pela APG nesses últimos três anos, e é um instrumento para o diálogo das nossas ações de acolhimento nesse início de semestre, início de ano letivo. Acreditamos que estamos conseguindo fazer valer o nome da nossa gestão, Pluralidade em Ação - Movimentando a Fiocruz".
A elaboração da Cartilha conta com o apoio da Vice-Presidência de Comunicação, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (VPEIC/Fiocruz), Campus Virtual Fiocruz e Editora Fiocruz.
APG-Fiocruz/RJ: representação ativa e conectada com as demandas estudantis e da sociedade
A Associação de Pós-Graduandos da Fundação Oswaldo Cruz no Rio De Janeiro (APG-Fiocruz/RJ) é entidade representativa do conjunto de estudantes da Pós-Graduação – do stricto sensu (cursos de mestrado e doutorado) e lato sensu (residências e cursos de especialização) da Fiocruz no estado do Rio de Janeiro, fundada em 26 de março de 2012, e com sede no campus Maré. Nesses 12 anos de existência, diversos estudantes estiveram à frente da entidade, vivenciaram a instituição, participaram da comunidade social e científica, representaram e exerceram a representatividade.
A atual gestão conta com 12 estudantes de diversas unidades, com diferentes trajetórias, raças, idades, formações, credos e sexualidades, que estão se reunindo em torno de ideias comuns e um importante objetivo: fortalecer a atuação e a presença estudantil nos debates do SUS, da ciência e da educação em nosso país e na Fundação, movimentando a Fiocruz por mais participação, mais assistência, mais democracia e mais direitos.
São algumas das atribuições da APG-Fiocruz/RJ:
• Defender os interesses político-acadêmicos de seus representados;
• Defender condições financeiras, educacionais, de trabalho e pesquisa condignas para a Pós-Graduação, em todos os campos do saber;
• Atuar conjuntamente com representações das demais unidades técnico científicas da Fiocruz, seja no Estado do Rio de Janeiro ou fora deste, sobre questões na Fiocruz de interesse coletivo;
• Promover a participação dos pós-graduandos nas decisões relativas à estruturação e ao funcionamento da Fiocruz, assim como desenvolver iniciativas que permitam influir junto às áreas decisórias da instituição, das entidades de financiamento à pesquisa, dos Ministérios, de outros órgãos governamentais e entidades afins.
+Acesse aqui a Cartilha Estudantil da APG-Fiocruz/RJ 2024
#ParaTodosVerem Banner com fundo roxo, no topo e na base há figuras ilustrativas de homens e mulheres, pretos, brancos e ruivos. No centro, a imagem de um tablet e de uma cartilha, tanto no tablet quanto na cartilha está escrito: Cartilha Estudantil da APG-Fiocruz/RJ, Pluralidade em Ação - Movimentando a Fiocruz.
A partir de experiências práticas, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) acaba de lançar o guia Orientações para a Gestão de Riscos de Desastres e Emergências em Saúde: Abordagem Integrada Atenção Primária e Vigilância em Saúde. O documento foi produzido pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde (Cepedes) da Ensp/Fiocruz. O estudo está disponível para download gratuito e contou com financiamento do Programa Fiocruz de Fomento à Inovação, o Inova Fiocruz (Edital Emergência em Saúde Pública – Encomendas Estratégicas). O guia é destinado a gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), profissionais da saúde, organizações comunitárias e Conselhos de Saúde.
A publicação reúne os principais processos-chave da Gestão de Riscos de Desastres e Emergências (GRDE). As ações da GRDE visam minimizar os impactos de situações de desastres ou emergências em saúde pública, que sobrecarregam serviços de saúde. Com as mudanças climáticas, a sobreposição de riscos, eventos, agravos e doenças se torna mais frequente, o que indica cada vez mais a necessidade de sistemas de saúde preparados e organizados para uma GRDE eficiente. O documento orienta sobre tópicos fundamentais para uma boa gestão de riscos, como planejamento, orçamento, políticas e leis, comunicação para o público geral e comunidades, bem como envolvendo os agentes de saúde, capacitação para atuar nas situações de desastres e emergências, além de infraestrutura e serviços relacionados à saúde.
“Creio que estas lições e ações sistematizadas, organizadas, adaptáveis a diferentes realidades e disponíveis em uma linguagem simples, acessível são uma inovação importante e necessária para o SUS”, diz o pesquisador da Ensp/Fiocruz e coordenador do Cepedes, Carlos Machado.
O documento foca na integração entre a atenção primária e a vigilância em saúde. “Durante a pandemia ficou evidente que esta integração necessita ter constante aprimoramento e reforço diante de emergências e desastres em saúde pública que ainda estão por vir”, afirma o pesquisador. O trabalho levou em consideração pesquisas sobre o tema, documentos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e as atividades desenvolvidas no Brasil no combate as emergências em saúde pública e desastres ambientais.
O Cepedes analisou o enfrentamento do setor de saúde ao coronavírus, à zika e às quedas das barragens em Mariana e Brumadinho (Minas Gerais) e ao derramamento de petróleo na costa brasileira em 2019, além de desastres de origem natural. Com base nestas situações, envolvendo entrevistas com profissionais e gestores, o guia traz “experiências exitosas realizadas em municípios de diferentes tamanhos populacionais, bem como favelas e território indígena, demonstrando o quanto o SUS é diverso em vários aspectos e exige criatividade e inovação”, destaca.
Neste guia, o Cepedes considerou experiências em municípios de 5 mil, 10 mil, 40 mil, 700 mil e 2,3 milhões de habitantes, além de uma comunidade com 140 mil moradores. Para a finalização do guia, o Centro realizou uma oficina com profissionais de diferentes instituições como a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a Fiocruz Rio, Brasília e Manaus, as Universidades Federais do Amapá, de Pernambuco e a Universidade de Brasília, secretarias de saúde da Bahia, do Distrito Federal, de Brumadinho e do Rio de Janeiro, além do Conexão Saúde e Redes Maré.
Campus Virtual Fiocruz oferece curso sobre enfrentamento de emergências de saúde pública
Com o objetivo de promover o diálogo entre conhecimentos técnico-científicos já consolidados e as experiências sobre eventos extraordinários de risco à saúde pública protagonizados pela sociedade civil organizada, O Campus Virtual Fiocruz, em parceria com a plataforma The Global Health Network (TGHN), oferece o curso internacional, online e gratuito, Instrumentos para o enfrentamento de emergências de saúde pública no contexto da sociedade civil.
Oferecido em três línguas — em inglês e espanhol através da plataforma The Global Health Network (TGHN) e em português pelo Campus Virtual Fiocruz, o curso é composto de nove aulas que somam uma carga horária de 30h, e é voltado a representantes e envolvidos com movimentos sociais, mas aberto também a todos interessados nessa temática.
A ideia central do curso é oferecer instrumentos a partir do conhecimento dialogado, que propiciem a garantia do direito à saúde e à informação, bem como estabelecer trocas com os movimentos sociais e colaborar com a sua atuação como mediadores e produtores de conhecimento. A construção do curso foi feita por meio de pequenos workshops realizados com representantes de diferentes movimentos na América Latina ao longo de 2021, e a elaboração do conteúdo buscou uma diversidade de perfis entre pesquisadores de saúde global, clínica médica, e também pesquisadores advindos de movimentos, cientistas sociais e comunicadores.
Conheça a estrutura do curso internacional Instrumentos para o enfrentamento de emergências de saúde pública no contexto da sociedade civil:
*Com informações de João Guilherme Tuasco/supervisão de Barbara Souza (Ensp/Fiocruz) e Isabela Schincariol (Campus Virtual Fiocruz).
#ParaTodosVerem Foto 1: Imagem do curso Instrumentos para o enfrentamento de emergências de saúde pública no contexto da sociedade civil, com os desenhos de três pessoas negras, um homem e duas mulheres, conversando usando máscaras. Há um balão de fala em uma delas, onde é possível visualizar o planeta Terra cercado de vírus.
#ParaTodosVerem Foto 2: Fotomontagem com quatro imagens. Na primeira, uma enfermeira amarra máscara no rosto de um homem; na segunda, dois homens estão em frente a um computador; na terceira, uma mulher realiza o teste de Covid em um homem; e na última, um enfermeiro aplica uma injeção no braço de uma mulher. No topo da imagem, está escrito o nome do Guia "Orientações para a Gestão de Risco de Desastres e Emergências em Saúde Pública: Abordagem Integrada Atenção Primária e Vigilância em Saúde".