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Publicado em 13/04/2026

Mestrado e Doutorado em Biodiversidade e Saúde: inscrições prorrogadas até 16/4

Estão prorrogadas as inscrições para mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biodiversidade e Saúde 2026, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). São oferecidas até dez vagas para mestrado e dez vaga para doutorado. Com a prorrogação, candidatos podem se inscrever até 16 de abril pelo Campus Virtual Fiocruz.

Confira os editais e link de inscrição:

Mestrado

Doutorado

+Acesse aqui mais informações e a chamada de seleção

O Programa de Pós-graduação em Biodiversidade e Saúde (PPG-BS) tem por objetivo a formação de mestres e doutores qualificados atuar em pesquisa, docência e atividades técnicas sobre a parcela da biodiversidade relacionada à saúde. Esses profissionais poderão atuar no desenvolvimento de projetos de pesquisa que envolvam: a) taxonomia, sistemática e biogeografia; b) caracterização morfológica, bioquímica e molecular; c) relações ecológicas e etológicas dos organismos e suas relações com os seres humanos, animais e ambiente, no contexto da saúde global; d) pesquisa e curadoria em coleções biológicas.

A chamada visa selecionar e classificar candidatos(as) para ingresso nos cursos de mestrado e doutorado nas áreas de concentração abaixo:

  • Saúde Ambiental;
  • Taxonomia e Sistemática.

O Curso de Doutorado do PPGBS é destinado a portadores de Diploma de Graduação e Diploma de Mestrado emitidos por instituições reconhecidas por órgãos responsáveis pelo credenciamento e regulação das instituições de educação. Alternativamente ao Diploma de Mestrado, será aceita Ata de Defesa de Dissertação de Mestrado.

A carga horária total mínima de dedicação ao curso de doutorado é de 2.880 horas, distribuída da seguinte forma: Disciplinas - 36 créditos (equivalente a 480 horas) e trabalho de tese - 160 créditos (equivalente a 2.400 horas) para o trabalho de tese. O curso é ministrado em tempo integral, em regime de 40 horas semanais para alunos contemplados com bolsa. Para alunos com atividade remunerada, a dedicação mínima é de 20 horas semanais, desde que apresentem documento comprovando autorização por sua chefia imediata para realização do curso.

O Curso de Mestrado do PPGBS é destinado a portadores de diploma de graduação (ou ata de colação de grau emitida há, no máximo, 12 meses) de instituições reconhecidas por órgãos de credenciamento e regulação educacional.

A carga horária total mínima do curso de mestrado é de 1.440 horas, distribuída da seguinte forma: Disciplinas - 20 créditos (equivalente a 240 horas) e trabalho de dissertação - 80 créditos (equivalente a 1.200 horas). O curso é ministrado em tempo integral, em regime de 40 horas semanais para alunos contemplados com bolsa. Para alunos com atividade remunerada, a dedicação mínima é de 20 horas semanais, desde que apresentem documento comprovando autorização por sua chefia imediata para realização do curso.

Confira os editais e link de inscrição:

Mestrado

Doutorado

+Acesse aqui mais informações e a chamada de seleção

Publicado em 10/04/2026

Inscrições abertas para o curso de atualização em Análise Espacial e Geoprocessamento em Saúde - Turma 2026

Autor(a): 
Icict/Fiocruz

Como o território influencia a saúde? Descubra no curso de Análise Espacial e Geoprocessamento em Saúde, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), que está com inscrições abertas até 8 de maio pelo Campus Virtual Fiocruz!

Inscreva-se já!

Com carga horária de 72 horas e formato presencial, a formação aborda desde conceitos de cartografia e geoprocessamento até o uso de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e técnicas de análise espacial aplicadas à saúde pública

Voltado para profissionais da área de Saúde Pública, o curso pretende qualificar alunas e alunos para o uso de dados espaciais na análise, planejamento e tomada de decisão em saúde.

Inscrições pelo Campus Virtual Fiocruz.

Acesse o nosso site: icict.fiocruz.br

QUER MAIS INFORMAÇÕES?
Envie e-mail para: seca.icict@fiocruz.br

Publicado em 14/04/2026

Inscrições abertas para curso de capacitação em ensaio de migração de plastificantes em embalagens plásticas para alimentos

Autor(a): 
Maria Fernanda Romero (INCQS/Fiocruz)

O Programa de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária (PPGVS) do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) está com inscrições abertas para o curso de capacitação 'Ensaio de Migração de Plastificantes de Embalagens Plásticas para Alimentos'. Com carga horária de 24 horas, o curso será realizado de 1º a 3 de junho de 2026, das 8h às 17h, na modalidade presencial, no INCQS, em Manguinhos, no Rio de Janeiro. As inscrições estão abertas até o dia 27 de abril e devem ser realizadas por meio do Campus Virtual Fiocruz.

Inscreva-se já!

A iniciativa tem como objetivo qualificar profissionais que atuam na área de controle de qualidade, com foco na avaliação da segurança de materiais em contato com alimentos.

O curso abordará aspectos teóricos das legislações nacionais vigentes, além de especificações técnicas de equipamentos, padrões e reagentes utilizados nos ensaios. Também serão desenvolvidas atividades práticas relacionadas aos ensaios de migração específica e total, incluindo preparo de amostras, construção de curvas analíticas, análise de produtos, cálculos e avaliação de resultados.

A capacitação é voltada a profissionais de instituições públicas, preferencialmente dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen), que atuam no controle de qualidade de embalagens plásticas.

+Acesse o Campus Virtual Fiocruz para inscrição.

Dúvidas e informações: incqs.cursos@fiocruz.br

Publicado em 07/04/2026

Inscrições abertas: Mestrado e Doutorado em Biodiversidade e Saúde

Autor(a): 
Fabiano Gama

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) recebe inscrições para mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biodiversidade e Saúde 2026. São oferecidas até dez vagas para mestrado e dez vaga para doutorado. Interessados podem se inscrever até 12 de abril pelo Campus Virtual Fiocruz.

Confira os editais e link de inscrição:

Mestrado

Doutorado

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O Programa de Pós-graduação em Biodiversidade e Saúde (PPG-BS) tem por objetivo a formação de mestres e doutores qualificados atuar em pesquisa, docência e atividades técnicas sobre a parcela da biodiversidade relacionada à saúde. Esses profissionais poderão atuar no desenvolvimento de projetos de pesquisa que envolvam: a) taxonomia, sistemática e biogeografia; b) caracterização morfológica, bioquímica e molecular; c) relações ecológicas e etológicas dos organismos e suas relações com os seres humanos, animais e ambiente, no contexto da saúde global; d) pesquisa e curadoria em coleções biológicas.

A chamada visa selecionar e classificar candidatos(as) para ingresso nos cursos de mestrado e doutorado nas áreas de concentração abaixo:

  • Saúde Ambiental;
  • Taxonomia e Sistemática.

O Curso de Doutorado do PPGBS é destinado a portadores de Diploma de Graduação e Diploma de Mestrado emitidos por instituições reconhecidas por órgãos responsáveis pelo credenciamento e regulação das instituições de educação. Alternativamente ao Diploma de Mestrado, será aceita Ata de Defesa de Dissertação de Mestrado.

A carga horária total mínima de dedicação ao curso de doutorado é de 2.880 horas, distribuída da seguinte forma: Disciplinas - 36 créditos (equivalente a 480 horas) e trabalho de tese - 160 créditos (equivalente a 2.400 horas) para o trabalho de tese. O curso é ministrado em tempo integral, em regime de 40 horas semanais para alunos contemplados com bolsa. Para alunos com atividade remunerada, a dedicação mínima é de 20 horas semanais, desde que apresentem documento comprovando autorização por sua chefia imediata para realização do curso.

O Curso de Mestrado do PPGBS é destinado a portadores de diploma de graduação (ou ata de colação de grau emitida há, no máximo, 12 meses) de instituições reconhecidas por órgãos de credenciamento e regulação educacional.

A carga horária total mínima do curso de mestrado é de 1.440 horas, distribuída da seguinte forma: Disciplinas - 20 créditos (equivalente a 240 horas) e trabalho de dissertação - 80 créditos (equivalente a 1.200 horas). O curso é ministrado em tempo integral, em regime de 40 horas semanais para alunos contemplados com bolsa. Para alunos com atividade remunerada, a dedicação mínima é de 20 horas semanais, desde que apresentem documento comprovando autorização por sua chefia imediata para realização do curso.

Confira os editais e link de inscrição:

Mestrado

Doutorado

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Publicado em 07/04/2026

Dia Mundial da Saúde: Campus Virtual Fiocruz destaca-se como braço estratégico na democratização do saber em saúde

Autor(a): 
Fabiano Gama

Celebrado em 7 de abril em homenagem à fundação da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1948, o Dia Mundial da Saúde é uma campanha global para conscientizar sobre temas urgentes de saúde pública e um chamado à reflexão sobre o acesso universal ao bem-estar e à informação em saúde de qualidade. Em 2026, o tema é "Juntos pela ciência", destacando a importância de evidências e da abordagem "Uma Só Saúde" (saúde humana, animal e ambiental).

Em um cenário onde a desinformação pode ser tão prejudicial quanto um vírus, o acesso à educação científica torna-se um direito fundamental. É nesse contexto que o Campus Virtual Fiocruz se destaca como um braço estratégico para democratizar o saber em saúde no Brasil. Com foco na formação de profissionais de saúde para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), estamos presentes em todos os estados brasileiros, além de diversos países, com mais de 1 milhão de alunos inscritos em nossa plataforma, nos nossos cursos online, gratuitos e autoinstrucionais, desenvolvidos em parceria com diferentes unidades da Fiocruz e institutos de ensino e pesquisa de todo o país.

+Acesse agora o nosso catálogo de cursos, conheça nossas formações e inscreva-se já!

 

Publicado em 06/04/2026

Articulação para fortalecer a equidade: Nota técnica orienta elaboração de chamadas públicas dos cursos de qualificação profissional e programas de pós-graduação lato e stricto sensu da Fiocruz

Autor(a): 
Isabela Schincariol

A Fiocruz dá mais um passo estratégico na consolidação das políticas afirmativas em sua oferta educacional. Acaba de ser publicada a nota técnica Nº 01/2026/CGE/VPEIC/Fiocruz, de 2 de abril de 2026, que orienta a elaboração de chamadas públicas dos cursos de qualificação profissional e programas de pós-graduação lato e stricto sensu oferecidos pela instituição. Seu objetivo é garantir a aplicação da reserva de vagas no âmbito das ações afirmativas nos processos seletivos, respeitando a legislação vigente e atual no que se refere ao acesso e à inclusão de grupos historicamente excluídos e discriminados. A nota é fruto de um trabalho coletivo que vem sendo desenvolvido por diferentes instâncias da educação na Fiocruz, sob coordenação da Vice-Presidência de Educação Informação e Cominação (VPEIC) e no âmbito da Comissão de acompanhamento de afirmativas na educação da Fiocruz. 

Ao longo dos últimos anos, a Fiocruz vem fazendo esforços voltados ao desenvolvimento de políticas nessa área e ao fortalecimento de tais princípios na instituição, como a publicação da Política para Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência, em 2019, e da Política de Equidade Étnico-Racial e de Gênero da Fiocruz e a consolidação da Coordenação de Equidade, Diversidade, Inclusão e Políticas Afirmativas (Cedipa), em 2023.

A proposta da Comissão de acompanhamento de ações afirmativas na educação é enfrentar lacunas ainda existentes na operacionalização das ações afirmativas, oferecendo subsídios para gestores educacionais, docentes e equipes técnicas, especialmente diante de dúvidas recorrentes mesmo após a institucionalização dessas políticas por meio de normativas internas.

Expansão, aperfeiçoamento e fortalecimento das políticas afirmativas na promoção da equidade e enfrentamento das desigualdades no campo da saúde

Segundo a coordenadora-geral de Educação da Fiocruz, Isabella Delgado, este documento inaugura um novo ciclo de orientações práticas para apoiar cursos, programas e unidades na implementação qualificada dessas políticas. "Este é um movimento que traduz, na prática, diretrizes institucionais já estabelecidas e responde a demandas concretas da nossa comunidade acadêmica", disse ela, detalhando ainda que a construção dessa primeira nota técnica é resultado direto do trabalho da comissão responsável pelo acompanhamento das ações afirmativas na educação, que reúne representantes da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), da Coordenação-Geral de Educação (CGE), da Coordenação de Equidade, Diversidade, Inclusão e Políticas Afirmativas (Cedipa), do Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça e do Comitê de Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência, e pesquisadores da Fiocruz.

A composição da Comissão de acompanhamento das ações afirmativas na educação da Fiocruz e seus próximos passos

A atuação do grupo apresenta uma dinâmica de trabalho colaborativa e contínua, baseada na criação de subgrupos temáticos que aprofundam aspectos específicos das políticas da área. Essa organização permite avançar simultaneamente em diferentes dimensões — normativa, pedagógica, comunicacional e de gestão — consolidando uma abordagem sistêmica das ações afirmativas. São autores da nota: Ana Lúcia Pontes, Bárbara Aires, Diádiney Helena de Almeida, Francisco Silva Pinto, Hilda Gomes, Ionara Garcia, Isabella Delgado, Luciana Lindemmayer, Lucilene Freitas, Mariana Souza, Paula Bevilacqua, Rosane Marques de Souza, Roseli Rocha, Tatiane Nunes e Ynaê Lotito.

O intuito é divulgar amplamente as ações da comissão, bem como as notas técnicas elaboradas entre todos os atores da educação na Fiocruz. "Mais do que um produto isolado, a nota técnica integra um conjunto amplo de iniciativas que vêm sendo estruturadas pela Fiocruz nos últimos anos, consolidando um campo estratégico da política educacional institucional", disse Isabella.

No âmbito da comissão, foram definidos grupos de trabalho responsáveis por avançar em frentes prioritárias. Entre elas, destacam-se a atualização da portaria institucional sobre ações afirmativas; a formulação de estratégias de comunicação e captação de novos estudantes de pós-graduação, com foco em populações indígenas e pessoas trans e travestis; e a criação de uma disciplina transversal sobre diversidade e equidade, voltada à formação de discentes, docentes e profissionais que atuam na gestão acadêmica. 

Outras ações em curso incluem a elaboração de um documento orientador para diplomação de pessoas trans, o desenvolvimento de ações e iniciativas específicas em parceria com a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) voltada à ampliação do acesso de pessoas trans e travestis, e a organização de comissões e bancas de heteroidentificação. Soma-se a isso a construção de um plano de acessibilidade — requisito fundamental, inclusive, para o processo de recredenciamento da Fiocruz como Escola de Governo — reforçando o compromisso com a inclusão de pessoas com deficiência em todos os níveis da educação institucional.

Como próximo passo, está prevista a realização de um seminário que reunirá representantes da pós-graduação stricto sensu, lato sensu e das residências em saúde, com o objetivo de debater avanços e desafios das ações afirmativas na instituição. A iniciativa reforça o compromisso da Fiocruz com a construção coletiva e permanente de políticas educacionais mais inclusivas, alinhadas às demandas sociais e aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

"Ao consolidar instrumentos orientadores e fortalecer sua governança na área, a Fiocruz reafirma sua trajetória histórica na promoção de uma educação pública comprometida com a justiça social, a diversidade e o direito à saúde — transformando diretrizes em práticas concretas e ampliando o acesso de grupos historicamente sub-representados à formação em saúde", concluiu Isabella.

Acesse aqui a nota técnica Nº 01/2026/CGE/VPEIC/Fiocruz, de 2 de abril de 2026

Publicado em 02/04/2026

Inscrições abertas para curso de assistência de enfermagem ao paciente com tuberculose

Autor(a): 
Fabiano Gama

Atenção, profissionais de Enfermagem! Estão abertas as inscrições para o curso presencial “Assistência de Enfermagem ao Paciente com Tuberculose: Protocolos e Diretrizes Atuais”. Voltado a profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde (APS) e rede de Tuberculose do SUS, as inscrições estão abertas até 24 de abril pelo Campus Virtual Fiocruz.

Inscreva-se já!

O curso tem como objetivo capacitar profissionais de enfermagem para a atuação qualificada na prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pessoas com tuberculose, incluindo casos de tuberculose resistente. A formação é baseada nas diretrizes atualizadas do Ministério da Saúde e destaca o papel estratégico da enfermagem na Atenção Primária à Saúde e no enfrentamento da doença no Sistema Único de Saúde (SUS).

A capacitação é promovida pelo Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/Ensp/Fiocruz), unidade técnico-científica de referência nacional no enfrentamento da tuberculose, e será realizado presencialmente na Estrada de Curicica, nº 2.000, Curicica, Rio de Janeiro/RJ, nos dias 11 e 12 de maio de 2026, das 8h às 17h, totalizando 20h de carga horária.

Programação

Módulo 1 – Diagnóstico e manejo clínico: Aborda os fundamentos do diagnóstico da tuberculose (clínico, laboratorial e radiológico), fluxo de atendimento e diferenciação entre TB sensível e resistente. Serve como base para os módulos seguintes.

Módulo 2 – Tratamento e adesão terapêutica: Foca nos esquemas terapêuticos, estratégias de adesão (TDO) e monitoramento de reações adversas, com ênfase na atuação da enfermagem. Prevenção e controle da infecção: Subdivisão complementar do módulo 2, com foco nas medidas de biossegurança e prevenção da transmissão no ambiente de trabalho.

Módulo 3 –Abordagem preventiva da TB: Trata das estratégias de prevenção primária (vacinação, quimioprofilaxia) e secundária (ILTB e TPT), articulando-se com a vigilância e o cuidado longitudinal.

Módulo 4 – Papel da enfermagem no cuidado ao paciente: Aprofunda a prática da consulta de enfermagem, acompanhamento clínico, orientação ao paciente e organização da linha de cuidado.

Módulo 5 – Registro, notificação e indicadores de qualidade: Finaliza o percurso com foco nos aspectos de registro, notificação, análise de dados e articulação intersetorial, consolidando o papel estratégico da enfermagem na vigilância da TB.

Atualize seus conhecimentos com foco nos protocolos e diretrizes do SUS!

Inscreva-se já!

Publicado em 31/03/2026

Exposição invisível, riscos reais: curso prepara profissionais do SUS para enfrentar impactos da contaminação e intoxicação por metais

Autor(a): 
Isabela Schincariol

A atividade mineradora segue como um dos pilares da economia brasileira, com destaque para o estado de Minas Gerais, protagonista histórico na produção de minério de ferro. No entanto, junto à relevância econômica, cresce um passivo socioambiental de grande magnitude: a enorme quantidade de rejeitos gerados, frequentemente armazenados em barragens, representando uma ameaça constante à saúde humana e ao meio ambiente. Diante do crescente risco e exposição a metais em regiões de mineração — agravados por desastres como o de Brumadinho e a presença de mais de 900 barragens no país — o Campus Virtual Fiocruz apresenta um novo curso voltado ao enfrentamento de uma lacuna crítica no sistema de saúde, a Formação continuada em toxicologia aplicada a metais. A iniciativa visa preparar profissionais para identificar, diagnosticar e agir precocemente diante de agravos relacionados à exposição e à contaminação por metais. O curso é resultado de uma parceria entre o Instituto René Rachou (IRR/Fiocruz Minas), o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS).

Inscreva-se já! 

Voltado especialmente a profissionais de saúde que atuam em territórios impactados pela atividade mineradora, mas aberto a todos os interessados na temática, o curso busca qualificar trabalhadores do SUS para uma resposta mais rápida, segura e baseada em evidências frente a um problema que segue impactando silenciosamente a saúde da população. 

O Brasil contabiliza mais de 900 barragens cadastradas, cerca de 37% em território mineiro, estado que também concentra a maior parte dos empreendimentos de grandes empresas do setor. O secretário de Vigilância em Saúde do Estado, Eduardo Campos Prosdocimi, falou sobre as expectativas com a nova formação e celebrou a parceria com a Fiocruz, apontando que essa iniciativa certamente contribuirá para fortalecer o sistema de saúde do estado. Segundo ele, após as enormes tragédias ligadas à mineração que acometeram Minas, o estado vem estruturando uma série de ações e atividades, a fim de entender melhor seus territórios e construir políticas públicas mais eficazes e aderentes às atividades minerárias. 

Ao fortalecer competências técnicas e ampliar a capacidade de atuação dos profissionais, o curso contribui diretamente para a prevenção de agravos, a identificação precoce de doenças relacionadas à mineração e a promoção de ambientes mais seguros. Em um cenário em que os riscos persistem e novos eventos não podem ser descartados, investir na qualificação da força de trabalho do SUS é uma medida estratégica e urgente para proteger a saúde pública e reduzir os impactos de um problema que, embora muitas vezes invisível, continua presente no cotidiano de milhares de brasileiros.

Formação estratégica para resposta qualificada em territórios expostos

O curso tem a coordenação compartilhada pelos pesquisadores Enrico Mendes Saggioro, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e Tatiana Ázara, que também é vice-diretora de Pesquisa, Inovação e Referência do IRR/Fiocruz Minas. Tatiana ratificou o esforço conjunto e muito próximo entre a SES/MG e a Fiocruz e disse que o processo de construção da formação foi intenso. "Unimos o rigor da ciência aos desafios que os profissionais enfrentam no dia a dia, especialmente após desastres, como o de Brumadinho, que mostram de forma muito dura que os profissionais da vigilância e atenção à saúde precisam estar preparados para lidar com emergências em saúde pública e seus efeitos, imediatos e a longo prazo", disse Tatiana, defendendo ainda que a expectativa é que o curso seja uma oportunidade para que os alunos compreendam como o histórico da vigilância, perpassando a instituição de sua Política Nacional, traduz-se em tomada de decisão baseada em evidências. 

"É sobre dar sentido aos sistemas de informação e transformar notificações em ações que garantam a segurança do ambiente, da água e do que as pessoas comem. Esperamos que o profissional se sinta seguro para operar a linha de cuidado: saiba acolher, triar e monitorar quem chega com suspeita de intoxicação. Queremos que o egresso saia da formação com o olhar atento ao seu território para identificar sinais de exposição crônica e interpretar indicadores biológicos antes que o dano seja irreversível", detalhou Tatiana, demonstrando esperança frente ao fortalecimento da rede do SUS a partir da parceria estabelecida: "Que os profissionais possam transformar o aprendizado de tragédias passadas em ferramentas poderosas de prevenção. Nosso desejo é que essa iniciativa fortaleça a vigilância em Minas e inspire práticas em todo o território nacional, assegurando que a ciência e o cuidado cheguem de forma oportuna a quem necessita".

O curso oferece uma base sólida em conceitos de toxicologia, vigilância em saúde e análise de riscos, além de capacitar para o diagnóstico clínico, a notificação de casos e a investigação de fontes de exposição. A formação também orienta a atuação em ações educativas junto às comunidades, o monitoramento de populações expostas e a tomada de decisão baseada em evidências científicas, elementos essenciais para uma resposta integrada e eficaz. A literatura e os próprios estudos de campo indicam que muitos profissionais não possuem formação específica para reconhecer, diagnosticar e manejar casos de intoxicação por metais, o que pode resultar em subnotificação, diagnósticos tardios e intervenções inadequadas. Em municípios com intensa atividade mineradora — especialmente aqueles diretamente impactados por barragens — essa limitação compromete a adoção de medidas oportunas de prevenção, monitoramento e cuidado, ampliando os riscos à população. É nesse contexto que se insere a nova formação, voltada prioritariamente a profissionais do SUS que atuam em territórios mineradores.

Para Enrico, que também é professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), a formação representa uma oportunidade para que os alunos adquiram conhecimentos fundamentais sobre as bases da toxicologia, as vias de exposição e os principais agentes causadores de intoxicação — com destaque para os metais. O curso abrange desde os mecanismos de intoxicação até aspectos clínicos, incluindo sinais, sintomas, exames e a abordagem ao paciente exposto. “Essa formação surgiu a partir de uma demanda da Secretaria de Estado de Saúde de Minas, com o objetivo de capacitar profissionais da linha de frente e gestores para a identificação de exposições a metais, especialmente aquelas relacionadas à mineração e aos desastres ocorridos no estado. Esperamos que os participantes construam uma base sólida em toxicologia — que este curso seja apenas o início de uma trajetória na área — e que possam aprofundar seus conhecimentos, transferindo tabém conhecimentos à população atendida, ampliando sua capacidade de reconhecer sinais e sintomas de intoxicação em diferentes contextos de exposição, como na sua moradia ou trabalho”, destacou.

O rompimento da barragem em Brumadinho, em janeiro de 2019, é um marco trágico dessa realidade. Considerado o maior acidente de trabalho do país, o desastre resultou em centenas de mortes e liberou cerca de 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos, que se espalharam por cursos d’água, atingindo ecossistemas e comunidades ao longo de centenas de quilômetros. Além das perdas humanas irreparáveis, houve comprometimento da biodiversidade, contaminação do solo e da água e inviabilização de atividades essenciais, como agricultura, pesca e abastecimento. Os efeitos da exposição a metais pesados presentes nesses rejeitos são, muitas vezes, silenciosos e prolongados. Substâncias como chumbo, mercúrio, cádmio e arsênio possuem elevada toxicidade e podem provocar danos neurológicos, respiratórios, renais e até câncer. Dados de estudos produzidos pelo IRR/Fiocruz Minas apontam que entre os principais agravos relatados estão doenças respiratórias, alergias e problemas de pele, com maior incidência nas áreas mais próximas ao desastre. Esses dados evidenciam não apenas a extensão da contaminação, mas também a necessidade de vigilância contínua e qualificada.

Conheça a estrutura da nova formação e inscreva-se! Ele está organizado em 3 módulos, 15 aulas e carga horária total de 120 horas.

Módulo 1: Bases conceituais e políticas da Vigilância em Saúde
Aula 1 - Vigilância em Saúde: trajetórias globais e o percurso brasileiro
Aula 2 - Política Nacional de Vigilância em Saúde e Planejamento
Aula 3 - Sistema Nacional de Vigilância em Saúde
Aula 4 - Emergências em Saúde Pública

Módulo 2: Conceitos básicos da Toxicologia: caracterização de exposição e qualificação da ação
Aula 1 - Introdução à Toxicologia e Contaminantes Químicos
Aula 2 - Fundamentos da Toxicocinética e toxicodinâmica dos agentes tóxicos e sua relação com a epidemiologia
Aula 3 - Toxicologia dos medicamentos e tabagismo
Aula 4 - Toxicologia dos alimentos e dos agrotóxicos
Aula 5 - Toxicologia Ocupacional

Módulo 3: Toxicologia Clínica aplicada aos Metais
Aula 1 - Toxicologia aplicados aos metais
Aula 2 - Abordagem inicial ao paciente potencialmente intoxicado e exames físicos para identificação de sinais e sintomas clínicos
Aula 3 - Interpretação de testes laboratoriais e de imagem para avaliação de intoxicação
Aula 4 - Vigilância epidemiológica e gestão da informação
Aula 5 - Exposição por metais e os determinantes sociais de saúde
Aula 6 - Comunicação de risco à saúde

Publicado em 30/03/2026

Contaminação e intoxicação por metais: lançamento de curso e debate sobre a área acontecem nesta terça-feira, 31/3

Autor(a): 
Isabela Schincariol

A expansão da mineração no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem intensificado desafios à saúde pública. O cenário preocupante e também marcado por tragédias, como o rompimento da barragem em Brumadinho, que liberou milhões de metros cúbicos de rejeitos contaminados e resultou em centenas de mortes, acende um alerta diante dos riscos associados à exposição a metais, como chumbo, mercúrio, arsênio e cádmio — substâncias capazes de provocar danos silenciosos e duradouros ao meio ambiente a à saúde humana —, é urgente que profissionais de saúde estejam qualificados para identificar, diagnosticar e agir precocemente diante de agravos relacionados à exposição e à contaminação por metais. 

A partir desse contexto, acontece nesta terça-feira, 31/3, às 9h, o lançamento presencial da Formação continuada em toxicologia aplicada a metais, com a realização da mesa-redonda 'Saúde, meio ambiente e desastres: A importância de discutir contaminação e intoxicação por metais no cenário atual'. O debate, fechado a convidados representantes de 90 secretarias municipais de saúde de regiões envolvidos com intensa atividade mineradora, gestores da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e pesquisadores da Fiocruz, será transmitido ao vivo pelo canal da SES-MG no youtube. 

Acompanhe aqui o debate e o lançamento do curso:

 


As inscrições para o curso começam na terça-feira, 31/3!

Desenvolvido pelo Campus Virtual Fiocruz em parceria com o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a SES-MG e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS), o curso surge como resposta estratégica para fortalecer a capacidade do SUS na identificação, monitoramento e manejo de agravos relacionados à contaminação por metais.

A nova formação, que terá as inscrições liberadas durante o evento, em 31/3, oferece uma base sólida em conceitos de toxicologia, vigilância em saúde e análise de riscos, além de capacitar para o diagnóstico clínico, a notificação de casos e a investigação de fontes de exposição. O curso também orienta a atuação em ações educativas junto às comunidades, o monitoramento de populações expostas e a tomada de decisão baseada em evidências científicas — elementos essenciais para uma resposta integrada e eficaz. O curso tem a coordenação compartilhada pelos pesquisadores Enrico Mendes Saggioro, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e Tatiana Ázara, que também é vice-diretoria de Pesquisa, Inovação e Referência do IRR/Fiocruz Minas. 

A programação conta com a mesa-redonda 'Saúde, meio ambiente e desastres: A importância de discutir contaminação e intoxicação por metais no cenário atual' e terá a participação de pesquisadores do Instituto René Rachou (Fiocruz Minas), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e ainda a presença do subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais, Eduardo Campos Prosdocimi.
 

Publicado em 30/03/2026

Biologia Celular e Molecular abre inscrições para mestrado e doutorado 2026B

Autor(a): 
Fabiano Gama

O Programa de Pós-graduação Stricto sensu em Biologia Celular e Molecular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) torna pública as chamadas de seleção para os cursos presenciais de Mestrado e Doutorado 2026B, áreas de concentração em 'Biologia Celular e Molecular' e 'Farmacologia e Imunologia'. As inscrições estão abertas até 13 de abril de 2026.

Podem se candidatar profissionais graduados que possam atuar em pesquisa, ensino e produção com ênfase nas áreas de concentração do programa.

O Programa tem como principal objetivo a formação de recursos humanos com excelência acadêmico-científica para atuar em pesquisa, ensino, desenvolvimento tecnológico e inovação com ênfase nas áreas de Biologia Celular e Molecular, Farmacologia e Imunologia, visando o avanço do conhecimento obtido pelo método científico e a melhoria da condição de vida da população brasileira.

Serão oferecidas até 16 vagas para Mestrado e 11 vagas para Doutorado. 

Acesse os links para edital e inscrição:

Mestrado

Doutorado

Clique aqui e confira.

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