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Publicado em 23/02/2024

Sextas apresenta o amor recreativo, com Luiza Leite Ferreira

Autor(a): 
Ana Furniel*

Escrever sobre amor é perigoso. Luiza Leite Ferreira não se deixou intimidar, ainda bem, e agora nos apresenta mais de cinquenta poemas em que Eros é guia, angústia e risada. O Sextas de Poesia desta semana apresenta o poema 'Miopia', do livro 'Amor Recreativo', essa famigerada palavra ganha contornos tão difusos quanto o efeito das borboletas no estômago.

Luiza Leite Ferreira é jornalista, tradutora e escritora. Natural do Maranhão, vive em Niterói e escreve desde a infância. Ganhou concursos escolares, foi selecionada no VII Concurso Municipal de Conto de Niterói em 2008 e coorganizou a antologia de contos Debaixo do mesmo céu (Numa) com André Diniz em 2020. É autora de 'É na cacofonia que eu me escuto' (Caravana), livro de poesia lançado em 2022 e tem poemas publicados nas revistas Mormaço, Ruído Manifesto, entre outras. Integra o Coletivo Escreviventes e o portal Fazia Poesia, escreve o blog leialuiza.wordpress.com (instagram: @leialuizablog) e também a newsletter Cartas para Ninguém, no Substack.

 

 

 

 

*Com informações de Editora Patuá.

#ParaTodosVerem Foto em preto e branco de duas pessoas dançando na chuva, na foto não é possível ver os seus rostos. No topo está escrito o poema de Luiza Leite Ferreira, em “Amor recreativo” - Miopia: Dispensar as lentes prescritas 
enxergar beleza nas cores borradas 
o amor não precisa de contornos.

Publicado em 26/01/2024

Amor e saudade ilustram o Sextas desta semana

Autor(a): 
Ana Furniel

O Sextas de Poesia desta semana traz um poema de Marcelo Lopes, publicado em seu primeiro livro "O voo dos dias no abismo do tempo", publicado de forma independente e lançado no final de 2023. Ele traz 114 poesias que falam sobre coisas do cotidiano, as reais e as imaginárias, distraídas entre o status e a essência. Mergulho ou decolagem tanto faz... A poesia escolhida, "Astronauta", é amor, é saudade!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

#ParaTodosVerem Foto do mar com uma ponte de madeira em primeiro plano, há uma garça pousada na ponte e outra voando por cima, no horizonte é possível ver rochas, na parte inferior da foto o poema 'Astronauta', de Marcelo Lopes em " O voo dos dias no abismo do tempo":
Às vezes eu sinto a tua falta
sinto uma saudade incauta
é como me apaixonar pela lua
sabendo que nunca serei um astronauta

Publicado em 05/01/2024

Sextas inspira leveza e tranquilidade do amor para o ano novo

Autor(a): 
Ana Furniel*

O Sextas de Poesia, em seu primeiro poema de 2024, apresenta Mário Cesariny de Vasconcelos, poeta e pintor, considerado o principal representante do surrealismo português. É de destacar também o seu trabalho de antologista, compilador e historiador das atividades surrealistas em Portugal.
Em "Ama como a estrada começa", ele nos fala dos começos, das estradas, e com o amor é parecido: vem não se sabe de onde, nem como, nem porquê.

E, quando reparamos, ele já se instalou...

Mas a frase diz mais. Diz para amarmos como a estrada começa: sem saber o seu caminho, mas sem deixar que isso lhe corte a liberdade para tentar ser feliz, sem reservas, até ao infinito... (Até ao fim das estradas).

Que seja uma linda estrada 2024!

 

 

 

 

 

 

 

*Com informações do blog Silêncio nas Palavras.

ParaTodosVerem foto de uma estrada em descida, e ao fundo, a paisagem de uma praia com montanhas ao fundo, e um trecho do poema de Mário Cesariny: "Ama como a estrada começa".

Publicado em 23/06/2023

Sextas homenageia Gilberto Gil

Autor(a): 
Ana Furniel

O Sextas de Poesia faz sua homenagem ao grande poeta Gilberto Gil, aniversariante da próxima semana, dia 26/6. A letra de "Drão" transforma a dor da separação numa das mais lindas canções de amor: "o verdadeiro amor é vão. Estende-se infinito, imenso monolito".

Gilberto Gil, que nasceu em 1942, é um dos mais célebres músicos brasileiros. Ele é cantor, compositor e instrumentista, e foi um dos criadores do Movimento Tropicalista nos anos de 1960. É autor de músicas consagradas como “Procissão”, “Domingo no Parque” e “Aquele Abraço”.

Gilberto Gil também foi Ministro da Cultura entre os anos 2003 e 2008, e, em abril de 2022, tomou posse na Academia Brasileira de Letras (ABL). Eleito para a cadeira de número 20, tornou-se "imortal" como o primeiro representante da música popular brasileira a tomar posse na ABL.

 

#ParaTodosVerem Foto de um vasto campo de trigo, o foco da foto está em dois pares de pernas e pés que estão levantados para cima, utilizam all star verde e vermelho, enquanto os corpos estão afundados no trigo. Na parte inferior da foto está escrito o poema de Gilberto Gil, em “Drão”: 

Quem poderá fazer

aquele amor morrer,

se o amor é como um grão?

Morre e nasce trigo,

vive e morre pão

Publicado em 02/06/2023

Sextas de Poesia homenageia aniversário de Ana Cristina Cesar com poema sobre amor

Autor(a): 
Ana Furniel

Sextas de Poesia desta semana homenageia Ana Cristina Cesar, que faria 73 anos hoje. Poeta de privilegiada consciência crítica, para quem a literatura e a vida eram indissociáveis. Ana Cristina destacou-se na década de 1970 com uma poesia intimista marcada pela coloquialidade e com seu talento para vertentes diversas da atividade intelectual.

Sua poética – tal como a sua existência – foi tecida em trânsito e, como nos disse ela mesma em seu poema Recuperação da adolescência: é sempre mais difícil ancorar um navio no espaço.

Leia mais sobre a autora em: https://revistacontinente.com.br/edicoes/257/ana-cristina-cesar--vida-curta--longa-travessia

 

 

#ParaTodosVerem Pintura de um casal, estão com os rostos próximos um ao outro, a mulher coloca a mão no rosto do homem, ele usa terno azul, blusa branca e gravata azul. Ao lado direito da pintura, o poema de Ana Cristina César:
Apaixonada
saquei 
minha arma
minha alma,
minha calma,
só você não
sacou nada.

Publicado em 14/04/2023

Sextas fala sobre tempo, morte e amor

Autor(a): 
Ana Furniel

O Sextas de Poesia desta semana apresenta Paulo Mendes Campos, grande poeta e um dos maiores cronistas do Brasil. O poema escolhido para hoje, "Três coisas", fala sobre o que, na verdade, ele não pode entender: o tempo, a morte e o olhar da amada. Ele nos fala do tempo e da eternidade, onde o instante é tudo.

Em 1937, Paulo Mendes Campos, conheceu o adolescente de mesma idade Otto Lara Resende, em São João del-Rei, Minas Gerais, que seria seu amigo de toda a vida. No ano seguinte, em Belo Horizonte, onde passou a morar, os dois rapazes juntaram-se a Fernando Sabino e Hélio Pellegrino. Aí formava-se o lendário quarteto que Otto batizaria de “Os quatro cavaleiros de um íntimo apocalipse”.
 

Publicado em 10/06/2022

Sextas traz Vinícius de Moraes falando sobre o tempo do amor

Autor(a): 
Ana Furniel

O Sextas de Poesia desta semana faz sua homenagem aos namorados e ao amor na voz do poetinha, Vinícius de Moraes, com seu "Soneto do Amor Total".

Nele, o poeta se debruça sobre o tempo do amor - que vive no presente e também na expectativa de futuro.

Escrito em 1951 para a então companheira de Vinícius, Lila Bôscoli, Soneto do Amor Total é uma das composições mais celebradas do poeta Vinicius de Moraes.

 

Publicado em 08/04/2022

Sextas celebra a poesia de Lygia Fagundes Telles

Autor(a): 
Ana Furniel

A nossa homenagem esta semana só poderia ser para Lygia Fagundes Telles, escritora, que era membro da Academia Brasileira de Letras, conquistou muitos prêmios, entre eles, vários Jabutis e também o Camões de Literatura Portuguesa. Lygia morreu aos 103 anos no último dia 3 de abril.

Prosadora celebrada por grandes nomes da crítica literária brasileira, Lygia Fagundes Telles transitou à vontade entre o romance e o conto, mas foi, talvez, no último que exerceu seu talento com a mais perfeita expressão. 

Vivendo a realidade de uma escritora do terceiro mundo, Lygia considera sua obra de natureza engajada, ou seja, comprometida com a difícil condição do ser humano em um país de tão frágil educação e saúde. Participante desse tempo e dessa sociedade, a escritora procura apresentar através da palavra escrita a realidade envolta na sedução do imaginário e da fantasia. 

Engajada na luta pela democracia e contra a censura, em 1973, lançou "As Meninas", a história de três jovens estudantes durante a ditadura militar. Narrada de forma brilhante, é considerada uma obra-prima, portanto, escolhemos um trecho dessa obra para ilustrar esta edição do Sextas.

Lorena, Ana Clara e Lia, estudantes, em um pensionato, são de mundos distantes, vivendo impasses muito parecidos e ao mesmo tempo diferentes, mas dividem a mesma  rotina, dúvidas, inquietações e expectativas de três meninas, que de maneiras distintas, convivem com a solidão e a instabilidade da chegada da vida adulta, num país na ditadura. 

As protagonistas carregam sentimentos que todas nós vivenciamos na vida, o amor e a amizade, o medo e a cumplicidade de três meninas.

Publicado em 16/07/2021

Eugénio de Andrade traz a urgência do amor ao Sextas de Poesia

Autor(a): 
Ana Furniel

Eugénio de Andrade foi um dos maiores poetas portugueses contemporâneos. Além de obras publicadas em várias línguas, recebeu o Prêmio Camões, em 2001. Eugénio de Andrade era pseudônimo de José Frontinhas Neto, poeta que nasceu em Póvoa de Atalaia, pequena aldeia da Beira Baixa, Portugal, em 1923, e  faleceu em 2005, após anos convivendo com uma doença neurológica prolongada.

No poema escolhido para esta semana no Sextas de Poesia, o artista nos clama a viver, reescrever caminhos, palavras, navegar a calmaria e permanecer.

Publicado em 19/02/2021

Vladimir Maiakovski ilustra Sextas de Poesia

Autor(a): 
Ana Furniel

Há um ano nos reinventamos, aprendendo a encontrar, dar as mãos e amar mesmo que distantes. Seguimos com esperança no futuro e na força do amor, como o libelo do poeta russo Vladimir Maiakovski, que ilustra o sextas de poesia desta semana. Confira!

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