Com o objetivo de valorizar a produção do conhecimento acadêmico em saúde, a Fiocruz informa a abertura das inscrições para a Medalha Virginia Schall de Mérito Educacional 2026. Coordenada pela Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), a iniciativa está em sua nona edição, reconhece e valoriza os esforços educacionais de seus servidores e servidoras, destacando trajetórias acadêmicas de elevado mérito na educação no campo da saúde. Confira a chamada interna e inscreva-se até 21 de agosto de 2026!
Confira a chamada pública interna:
Medalha Virginia Schall de Mérito Educacional - confira a chamada
Medalha Virginia Schall de Mérito Educacional 2026 - inscrições até 21/08/2026
A Medalha é destinada a servidores da Fiocruz com reconhecida trajetória de vida e atuação meritória no campo da educação em saúde. A premiação é concedida para apenas um indivíduo, sem a possibilidade de concessão compartilhada nem a concessão de menção honrosa.
No ano de 2026, somente serão aceitas candidaturas de profissionais com destacada atuação nas áreas de Ciências Biológicas Aplicadas e Biomedicina e/ou Medicina.
Espera-se dos candidatos indicados à Medalha uma trajetória meritória de contribuições para a educação por meio da formação de pessoal para o campo da saúde e reconhecida pelos pares; integridade profissional; contribuição duradoura para o campo de atuação, expressa, entre outros elementos, pela capacidade de seus ex-alunos; reconhecimento geral das características de liderança no campo da educação; e influência estadual, nacional e/ou internacional nas políticas educacionais.
A candidatura à Medalha poderá ser apresentada de três formas:
(a) Autoindicação – o servidor apresenta a sua própria candidatura;
(b) Indicação pelo Conselho Deliberativo (CD) de unidade da Fiocruz;
(c) Indicação pela Comissão de Pós-Graduação (CPG) de programas de pós-graduação stricto sensu da Fiocruz.
Os documentos para candidatura devem ser enviados com clara indicação do nome do candidato(a) para o endereço medalhavs@fiocruz.br.
A solenidade de premiação acontecerá em outubro de 2026, no Rio de Janeiro, durante a Semana da Educação da Fiocruz.
As inscrições vão até 21/08/2026!
+Confira na chamada os documentos necessários para inscrição!
Professoras e professores: ainda dá tempo de mobilizar sua turma para participar do 4° Concurso Portinho Livre de Literatura Infantojuvenil. As inscrições foram prorrogadas até as 16h do dia 8 de junho.
Inscreva-se já!
O concurso convida estudantes de 13 a 16 anos, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil, a escreverem sobre:
“Quem cuida de quem cuida? Cuidado e desigualdades no Brasil”.
Mais do que uma premiação, o concurso propõe um exercício de reflexão, escrita e debate em sala de aula sobre cuidado, cidadania e saúde coletiva.
Premiação:
• Publicação dos 30 melhores textos em livro da Fiocruz
• R$ 1 mil para os 3 primeiros colocados e seus respectivos professores
• Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, no Rio de Janeiro, para o estudante vencedor
Novo prazo: 8 de junho, até 16h
Marque uma professora ou professor que pode incentivar jovens escritores.
Os pesquisadores que quiserem se inscrever para a 21ª edição do Prêmio Capes de Tese, principal honraria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), têm até o dia 2 de junho para fazer a inscrição. A premiação reconhece as melhores teses de doutorado defendidas no Brasil em 2025.
O Prêmio Capes de Tese 2026 será entregue a doutores classificados em 50 áreas de avaliação que fazem parte da pós-graduação stricto sensu. Os critérios de participação estão previstos no Edital nº 14/2026.
A inscrição deve ser realizada na coordenação do programa de pós-graduação, responsável pela pré-seleção interna e indicação do candidato. O coordenador deverá submeter a tese escolhida pelo site https://pct.Capes.gov.br .
O Prêmio Capes de Tese avalia seis quesitos: originalidade, relevância, metodologia, redação, inovação e impactos. Para a seleção, a Capes formará comissões específicas compostas por representantes de cada uma das 50 coordenações de áreas de avaliação. O resultado está previsto para ser divulgado em setembro, e a cerimônia oficial de entrega em novembro.
O Grande Prêmio Capes de Tese será concedido às três melhores teses entre os 50 vencedores, um para cada colégio de avaliação: Ciências da Vida; Humanidades; e Exatas, Tecnológicas e Multidisciplinar.
Cada um deles receberá bolsa de pós-graduação em instituição no exterior por até 12 meses, além de certificado e troféu. Para o orientador serão concedidos R$ 9 mil para participação em congresso internacional.
Os autores das demais teses vencedoras receberão bolsas de pós-doutorado no Brasil, passagem aérea e diária para participar da cerimônia de premiação, certificado e medalha. Os orientadores serão premiados com R$ 3 mil, além de passagens e certificados.
Parcerias e Prêmios Adicionais
Instituições parceiras da Capes também oferecerão prêmios em dinheiro para áreas específicas:
- Fundação Carlos Chagas: R$ 25 mil para as teses vencedoras em Educação e Ensino, além de quatro prêmios de R$ 10 mil na categoria Menção Honrosa.
- Dimensions Sciences: US$ 2 mil para o pesquisador da área de Biotecnologia cuja pesquisa foque em inovação e empreendedorismo.
- Instituto Serrapilheira: R$ 20 mil para cada vencedor do Grande Prêmio nos colégios de Ciências da Vida e de Exatas, Tecnológicas e Multidisciplinar.
- Capes: R$ 20 mil adicionais ao ganhador do Grande Prêmio no colégio de Humanidades.
Para mais informações sobre o edital, o contato pode ser feito pelo e-mail: premioCapes@Capes.gov.br.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
(Brasília – Redação CGCOM/Capes)
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CGCOM/Capes
A Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (SMCT), em parceria com o Museu do Amanhã, torna público o Edital do Prêmio Elisa Frota Pessoa, que homenageia a importante pesquisadora, física experimental e pioneira da atuação feminina na ciência brasileira.
Os principais objetivos desta iniciativa são fomentar o debate acadêmico acerca do tema proposto, divulgar a pauta para além dos ambientes universitários e estimular a pesquisa com foco em proposições que visem à redução de desigualdades. Além disso, busca promover o reconhecimento de trabalhos de excelência acadêmica produzidos por mulheres, incentivar sua divulgação e levantar contribuições científicas relevantes para a sociedade.
O tema desta edição:
“Ciência, Tecnologia e Inovação na promoção de soluções para os desafios urbanos contemporâneos.”
Os 24 melhores trabalhos receberão uma premiação financeira que varia de R$2.500 até R$15.000, conforme a classificação final e o grau de escolaridade das autoras.
Poderão se inscrever mulheres regularmente matriculadas em cursos de graduação, mestrado ou doutorado de instituições de ensino superior localizadas na cidade do Rio de Janeiro.
O preenchimento do formulário de inscrição, com a devida anexação do comprovante de matrícula e do artigo acadêmico deve ser realizado até o dia 31 de agosto de 2026.
Serão aceitos exclusivamente artigos científicos de caráter acadêmico, originais e inéditos.
Os trabalhos premiados serão reunidos em uma publicação digital, a ser organizada e publicada pelo Museu do Amanhã, em parceria com a Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Saiba mais e se inscreva em: Prêmio Elisa Frota Pessoa / Prêmio Elisa Frota Pessoa – 4ª edição | Projetos | Museu do Amanhã
A Fiocruz divulga, nesta segunda-feira, 18 de maio, a chamada e a abertura das inscrições para o Prêmio Oswaldo Cruz de Teses 2026. A iniciativa, coordenada pela Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), valoriza a produção do conhecimento acadêmico em saúde, está em sua décima edição e visa premiar teses de elevado valor para o avanço do campo da saúde em diversas áreas temáticas de atuação da Fundação Oswaldo Cruz. As inscrições devem ser realizadas de 18 de maio a 13 de julho de 2026.
+Confira aqui a Chamada do Prêmio Oswaldo Cruz de Teses 2026
Podem concorrer doutores e doutoras cujas teses tenham sido defendidas entre os meses de maio de 2025 e abril de 2026 nos cursos da Fiocruz e em cursos nos quais a Fundação participa de forma compartilhada e que sejam registrados na Coordenação-Geral de Educação (CGE).
O Programa de Pós-Graduação (PPG) no qual foi realizado o curso não limita a escolha da área. O candidato ou o PPG que o indicou deve apontar no formulário de inscrição a área temática na qual melhor se enquadra o trabalho. Cada premiado receberá um certificado e o apoio de até R$ 7.500,00 (sete mil e quinhentos reais), que poderá ser utilizado para deslocamento, inscrição e estadia em eventos e/ou cursos presenciais; inscrição em eventos e/ou cursos remotos; e compra de livros acadêmicos. Vale destacar que o apoio financeiro poderá ser utilizado até um ano após a data do recebimento do prêmio; e também dividido em, no máximo, duas das despesas mencionadas, não podendo ultrapassar o valor total da premiação (o eventual valor excedente deverá ser custeado pelo próprio premiado ou premiada).
O POCT 2026 selecionará até quatro teses de cada área temática indicada abaixo de egressos cadastrados nos Programas de Pós-Graduação (PPGs) da Fiocruz:
a) Ciências Biológicas Aplicadas e Biomedicina;
b) Ciências Humanas e Sociais;
c) Medicina;
d) Saúde Coletiva.
A inscrição deverá ser realizada até o dia 13 de julho através do preenchimento do Formulário Eletrônico de Inscrição e do envio dos documentos em PDF descritos na chamada pelo email premio.oct@fiocruz.br.
+Acesse aqui o Formulário Eletrônico de Inscrição
Destaca-se ainda que a Comissão Julgadora será formada por membros externos à Fiocruz, levando em conta o número de inscritos em cada área. Deverá haver pelo menos três membros para cada área.
#ParaTodosVerem Banner com uma fotografia de fundo, o castelo Mourisco da Fiocruz está do lado direito da imagem, por cima da fotografia as seguintes informações: Fiocruz divulga - Inscrições para Prêmio Oswaldo Cruz de Teses 2026, de 18/5 a 13/7, poderão concorrer doutores e doutoras com teses defendidas entre os meses de maio de 2025 e abril de 2026 nos cursos da Fiocruz e em cursos que a Fundação participa compartilhadamente. Áreas temáticas: Ciências Biológicas Aplicadas e Biomedicina; Ciências Humanas e Sociais; Medicina; Saúde Coletiva.
Uma pesquisa feita com integrantes do Programa de Computação Científica da Fiocruz (PROCC), vinculado à Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC), conquistou o primeiro lugar na 18ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEpi), realizada entre 14 e 17 de abril de 2026 em Brasília. A ExpoEpi é um evento do Ministério da Saúde (MS) voltado à divulgação de práticas inovadoras em vigilância epidemiológica no país. O prêmio, concedido pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do MS, foi na categoria Mais Ciência para o SUS, na área de preparação, vigilância e resposta às emergências em saúde pública.
O trabalho foi publicado na revista científica Infectious Disease Modelling em dezembro de 2025 e propõe um modelo estatístico bayesiano (forma de previsão que combina informações já conhecidas sobre um fenômeno no passado com dados novos) capaz de prever o número de casos de dengue com até 52 semanas de antecedência para macrorregiões de saúde do Brasil, sem necessidade de dados climáticos ou populacionais, apenas com base no histórico de notificações da doença.
Previsão de dengue sem dados climáticos: como funciona
Na prática, a ferramenta permite identificar quando o número de casos de dengue em uma região está saindo do padrão histórico e em qual proporção, o que pode orientar respostas mais ágeis e precisas do SUS, antes que uma situação se agrave.
A pesquisadora da Escola de Saúde Publica (Ensp) da Fiocruz e primeira autora do trabalho, Laís Picinini Freitas, explica que, em comparação com ferramentas já existentes, o modelo evita alertas desnecessários, ou seja, só sinaliza uma situação como atípica quando há base estatística sólida para isso. "As faixas [no modelo] representam quatro níveis graduais de casos esperados: 'abaixo da mediana, típico', 'moderadamente alto, bastante típico', 'bastante alto, atípico' e 'excepcionalmente alto, muito atípico'. Cada faixa considera a probabilidade daquele número de casos ter sido observado no passado, o que traz mais informação para a tomada de decisão pelos gestores de saúde", explica Freitas.
Dengue no Brasil: como o modelo foi validado
O modelo foi testado para as temporadas 2022-2023 e 2023-2024. Na primeira, classificou a situação nacional como "bastante alta, atípica", o que de fato ocorreu, com mais de 1,4 milhão de casos registrados. Na temporada 2023-2024, quando o Brasil viveu sua pior epidemia de dengue da história de acordo com dados do Ministério da Saúde, com mais de 6 milhões de casos e cerca de 6 mil mortes, o modelo sinalizou corretamente a situação como "excepcionalmente alta, muito atípica", ainda que as estimativas não tenham alcançado a magnitude sem precedentes daquele ano.
Da dengue à gripe: uma metodologia para diferentes doenças
"Usamos as previsões para o ano seguinte baseadas no histórico de dados e em um modelo estatístico para construir bandas epidêmicas e ajudar no monitoramento de dengue. O que nos permite, por exemplo, dizer em tempo real se o que estamos observando é uma temporada típica ou atípica. E é importante reforçar que a metodologia proposta não se aplica apenas à dengue, ela pode ser usada em qualquer agravo com notificação regular. Estamos nesse momento avaliando a dinâmica de casos de SRAG por Influenza e pelo vírus sincicial respiratório (VSR) usando a mesma metodologia", explica o pesquisador da Fiocruz e autor sênior do artigo, Leonardo Bastos.
A pesquisa foi desenvolvida em resposta a uma demanda direta do MS por ferramentas que apoiem a preparação e a resposta à dengue no Brasil. Bastos explica que o modelo pode ser replicado também em outros países, desde que haja dados de vigilância sistemática disponíveis por pelo menos cinco anos.
Freitas acrescenta que o modelo está sendo adaptado para funcionar também no nível municipal. "Os resultados preliminares mostram que funciona muito bem para capitais e municípios com volume considerável de dados", afirma.
O estudo tem autoria de Laís Picinini Freitas, Leonardo Soares Bastos, Danielle Andreza da Cruz Ferreira, Raquel Martins Lana, Daniel Cardoso Portela Câmara, Tatiana P. Portella, Marilia Sá Carvalho, Ayrton Sena Gouveia, Iasmim Ferreira de Almeida, Eduardo Correa Araujo, Luã Bida Vacaro, Fabiana Ganem, Oswaldo Gonçalves Cruz, Flávio Codeço Coelho, Claudia Torres Codeço e Luiz Max Carvalho, e foi executado pela Fiocruz com financiamento do próprio ministério, do Inova da Fiocruz, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
Para Laís, o reconhecimento tem um significado que vai além da conquista técnica. "São anos de estudo e trabalho intenso para produzir ciência de qualidade, em um contexto de desvalorização crescente da ciência e do pesquisador. Nesse contexto, foi super importante a criação da área de premiação 'Mais Ciência para o SUS' nessa 18ª ExpoEpi. Essa iniciativa traduz exatamente o que precisamos: fortalecer a produção científica voltada ao sistema público de saúde e, ao mesmo tempo, motivar e reconhecer os esforços de quem está trabalhando por isso", diz.
Pesquisadores do PROCC participaram do estudo
Entre os autores do estudo, os pesquisadores Claudia Codeço, Leonardo Bastos, Marilia Sá Carvalho e Oswaldo G. Cruz fazem parte do quadro do PROCC. "Esse prêmio é uma implicação de uma liberdade científica que é dada aos pesquisadores do PROCC, que nos permite trabalhar com aquilo que estamos interessados", finaliza Leonardo.
#ParaTodosVerem Fotografia de três pessoas posando juntas. Ao fundo há um grande painel decorativo vertical coberto por plantas verdes naturais, no centro do painel aparece um letreiro iluminado com a inscrição "18ª EXPO EPI". Do lado esquerdo há um homem de cabelos grisalhos e barba grisalha, usa camisa bege clara de mangas dobradas, calça bege e tênis claros, está com um crachá do evento pendurado no pescoço, segura um certificado, no centro e ao seu lado uma mulher jovem com cabelos longos e escuros, está com um vestido azul-marinho sem mangas e tênis brancos, também usa crachá do evento e segura um troféu, a sua direita há uma mulher mais velha, com cabelos curtos castanhos, está vestida com blazer preto, blusa vermelha, calça preta, sapatos escuros e com crachá.
O 4º Concurso Portinho Livre de Literatura Infantojuvenil está com inscrições abertas até 29 de maio. Para participar, estudantes de 13 a 16 anos devem enviar textos sobre o tema 'Quem cuida de quem cuida? Cuidado e desigualdades no Brasil'. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por formulário da Portinho Livre.
Acesso rápido
Cuidado
No Brasil, milhões de pessoas se ocupam de cuidar de outras pessoas, todos os dias. São familiares que cuidam de parentes idosos, de crianças ou de pessoas com deficiência. Profissionais que trabalham como cuidadores, de modo formal ou informal. Pessoas que, não raro, empreendem jornadas difíceis, com esforço físico e emocional. Uma tarefa que, apesar de constante, também pode ser invisível.
Cuidado é política pública no Brasil desde 2024, mas ainda há muitos desafios. Reconhecer o cuidado como trabalho essencial para a vida, a economia e a sociedade, como preconiza a Política Nacional de Cuidado, depende de fato de um entendimento de toda a sociedade sobre o que é o trabalho de cuidado, por quem ele é feito, como ele se estrutura.
Os participantes devem enviar textos sobre o tema em prosa — que podem ser crônicas, dissertações ou contos —, por meio de um formulário, no site do concurso. Podem participar do concurso jovens de 13 a 16 anos, de todo o Brasil, que estejam matriculados em escolas, públicas ou privadas. No ato de inscrição, também devem indicar um professor de sua preferência.
“Quando criamos o concurso, quatro anos atrás, nossa ideia era incentivar que os jovens refletissem sobre desafios contemporâneos da saúde coletiva. Logo percebemos que essa reflexão era puxada principalmente em sala de aula, pelos professores. E que o convite para escrever os textos estimulava não só a reflexão individual, mas também o debate coletivo, nas escolas ”, conta a jornalista Juliana Krapp, coordenadora do concurso. “Nossa ideia é que o concurso fortaleça o pensamento crítico e a noção de que a saúde também depende da cidadania e de transformações sociais de muitas dimensões.”
Prêmios
Os 30 melhores textos vão ser publicados em livro, pelo selo Portinho Livre, da Fiocruz. Os três primeiros colocados e seus professores ganham também um vale-presente no valor de R$ 1 mil. Além disso, o primeiro colocado será convidado a participar da abertura da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), no Rio de Janeiro. Caso more em outra cidade ou estado, o estudante terá as despesas pagas para a viagem — as suas, a de um responsável e a do professor.
O concurso integra o projeto SUS nas Escolas, que busca incentivar, nas escolas brasileiras, o debate sobre saúde como algo muito além da ausência de doenças: saúde como direito e como construção coletiva. É uma iniciativa do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), da Fiocruz.
O Concurso Portinho Livre de Literatura Infantojuvenil tem incentivo da Fundação de Apoio à Fiocruz, a Fiotec. A Portinho Livre é um selo e uma plataforma que, ao reunir livros infantojuvenis em acesso aberto, recorre ao poder da literatura para instigar o interesse pela ciência, pela saúde pública e pela cidadania.
Serviço
Inscrições: 28 de abril até 29 de maio
Público: estudantes de 13 a 16 anos (período de inscrição), matriculados em escolas públicas ou particulares do Brasil
Formulário: https://portolivre.fiocruz.br/node/add/concurso_literario
Resultado: 15 de agosto
A Inteligência Artificial (IA) já faz parte do cotidiano da população não só do Brasil como do mundo, transformando áreas como saúde, educação, meio ambiente, mobilidade, gestão pública, entre outras. Ao mesmo tempo em que amplia oportunidades, impõe desafios éticos, sociais, educacionais e econômicos que exigem reflexão e responsabilidade. É nesse cenário que estão abertas, até 31 de julho, as inscrições para a 32ª edição do Prêmio Jovem Cientista (PJC).
O prêmio traz como tema deste ano “Inteligência artificial para o bem comum” e as inscrições podem ser feitas pelo site: https://jovemcientista.cnpq.br/. A ideia é propor um olhar voltado ao uso da tecnologia como ferramenta para redução de desigualdades e promoção do desenvolvimento sustentável. O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho.
O PJC convida estudantes e pesquisadores de todo o país a apresentarem projetos que explorem o potencial da IA na formulação de soluções inovadoras para problemas reais da sociedade brasileira — da melhoria de serviços públicos à ampliação do acesso à educação e à saúde, passando pelo fortalecimento da democracia, da inclusão digital e da sustentabilidade ambiental. A proposta é incentivar aplicações éticas, transparentes e socialmente responsáveis, capazes de gerar impacto positivo e ampliar oportunidades.
O Prêmio Jovem Cientista conta com patrocínio master da Shell e apoio de mídia da Editora Globo e do Canal Futura. Reconhecido como um dos mais importantes prêmios científicos do país, o PJC incentiva jovens talentos do Ensino Médio, Ensino Superior, além de mestres e doutores, a contribuírem com soluções inovadoras para os grandes desafios contemporâneos.
Prêmios e categorias específicas
Os vencedores do PJC receberão laptops, bolsas do CNPq e prêmios em dinheiro que variam entre R$ 5 mil e R$ 40 mil. As cinco categorias contempladas são: Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Estudante do Ensino Médio e Mérito Institucional, que premia uma universidade e uma escola pelo desempenho na edição.
Cada categoria atende a critérios específicos. Na categoria “Mestre e Doutor”, podem concorrer estudantes de mestrado ou doutorado, mestres e doutores com até 39 anos. Em “Estudante do Ensino Superior”, podem participar alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou que tenham concluído a graduação a partir de 1º de janeiro de 2025, com menos de 30 anos. Já na categoria “Estudante do Ensino Médio”, são elegíveis estudantes regularmente matriculados no Ensino Médio ou na Educação Profissional e Tecnológica, com até 24 anos.
Criado em 1981 pelo CNPq, em parceria com empresas da iniciativa privada, o Prêmio Jovem Cientista tem o objetivo de revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram soluções inovadoras para os desafios da sociedade. Considerado um dos mais importantes reconhecimentos aos jovens cientistas brasileiros, o prêmio apresenta, a cada edição, um tema importante para o desenvolvimento científico e tecnológico, que atenda às políticas públicas da área e seja de relevância para a sociedade brasileira.
Em quatro décadas, o PJC já recebeu mais de 24 mil projetos e agraciou 212 jovens em todas as regiões do Brasil.
#ParaTodosVerem Banner com fundo em tons de rosa, laranja, verde e lilás. No centro da imagem está escrito: PRÊMIO JOVEM CIENTISTA 2026, seguindo pela pergunta embaixo: QUEM PODE SE INSCREVER? Na parte inferior aparecem duas representações estilizadas de cérebros humanos em tom rosado.
A Inteligência Artificial (IA) já faz parte do cotidiano da população não só do Brasil como do mundo, transformando áreas como saúde, educação, meio ambiente, mobilidade, gestão pública, entre outras. Ao mesmo tempo em que amplia oportunidades, impõe desafios éticos, sociais, educacionais e econômicos que exigem reflexão e responsabilidade. É nesse cenário que estão abertas, até 31 de julho, as inscrições para a 32ª edição do Prêmio Jovem Cientista (PJC).
O prêmio traz como tema deste ano “Inteligência artificial para o bem comum” e as inscrições podem ser feitas pelo site: https://jovemcientista.cnpq.br/. A ideia é propor um olhar voltado ao uso da tecnologia como ferramenta para redução de desigualdades e promoção do desenvolvimento sustentável. O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho.
O PJC convida estudantes e pesquisadores de todo o país a apresentarem projetos que explorem o potencial da IA na formulação de soluções inovadoras para problemas reais da sociedade brasileira — da melhoria de serviços públicos à ampliação do acesso à educação e à saúde, passando pelo fortalecimento da democracia, da inclusão digital e da sustentabilidade ambiental. A proposta é incentivar aplicações éticas, transparentes e socialmente responsáveis, capazes de gerar impacto positivo e ampliar oportunidades.
O Prêmio Jovem Cientista conta com patrocínio master da Shell e apoio de mídia da Editora Globo e do Canal Futura. Reconhecido como um dos mais importantes prêmios científicos do país, o PJC incentiva jovens talentos do Ensino Médio, Ensino Superior, além de mestres e doutores, a contribuírem com soluções inovadoras para os grandes desafios contemporâneos.
Prêmios e categorias específicas
Os vencedores do PJC receberão laptops, bolsas do CNPq e prêmios em dinheiro que variam entre R$ 5 mil e R$ 40 mil. As cinco categorias contempladas são: Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Estudante do Ensino Médio e Mérito Institucional, que premia uma universidade e uma escola pelo desempenho na edição.
Cada categoria atende a critérios específicos. Na categoria “Mestre e Doutor”, podem concorrer estudantes de mestrado ou doutorado, mestres e doutores com até 39 anos. Em “Estudante do Ensino Superior”, podem participar alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou que tenham concluído a graduação a partir de 1º de janeiro de 2025, com menos de 30 anos. Já na categoria “Estudante do Ensino Médio”, são elegíveis estudantes regularmente matriculados no Ensino Médio ou na Educação Profissional e Tecnológica, com até 24 anos.
Criado em 1981 pelo CNPq, em parceria com empresas da iniciativa privada, o Prêmio Jovem Cientista tem o objetivo de revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram soluções inovadoras para os desafios da sociedade. Considerado um dos mais importantes reconhecimentos aos jovens cientistas brasileiros, o prêmio apresenta, a cada edição, um tema importante para o desenvolvimento científico e tecnológico, que atenda às políticas públicas da área e seja de relevância para a sociedade brasileira.
Em quatro décadas, o PJC já recebeu mais de 24 mil projetos e agraciou 212 jovens em todas as regiões do Brasil.
Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico. A premiação, criada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e com apoio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foi idealizada para reconhecer a produção científica nacional e sua difusão à população. O prazo para indicações de obras é até às 18h (horário de Brasília) do dia 19/3. O Prêmio Jabuti Acadêmico também tem um momento dedicado a homenagens. Serão reconhecidos a Personalidade Acadêmica – escolha que será feita pela CBL; e o Livro Acadêmico Clássico. Neste caso, uma consulta pública para indicação das obras será realizada até 18h (horário de Brasília) do dia 27/2. Neste período, os interessados podem indicar livros para essa homenagem, preenchendo um formulário no site da premiação. Os editores também receberão um questionário para recomendar obras.
Criado em 2024, o Prêmio Jabuti Acadêmico reconhece e valoriza a excelência da produção de livros acadêmicos, científicos, técnicos, profissionais e didáticos. Podem concorrer ao prêmio obras em língua portuguesa, publicadas em primeira edição entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025. Além disso, devem possuir ISBN e ficha catalográfica emitidos no Brasil, atendendo às exigências legais. São considerados: obras individuais, coletâneas, dicionários ou enciclopédias, obras didáticas e de divulgação científica.
A premiação permite a inscrição de autores brasileiros, natos ou naturalizados, ou estrangeiros(as) com residência permanente no Brasil, devidamente comprovada. Uma das novidades desta edição é que autores estrangeiros não residentes no país serão admitidos exclusivamente em coletâneas, até o limite de 30% de participação em livros acadêmicos, científicos, técnicos, profissionais e didáticos publicados.
Outra novidade desta edição é a participação de Nina Beatriz Stocco Ranieri como curadora do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026, sucedendo o físico Marcelo Knobel, que esteve à frente das duas primeiras edições do prêmio. Ranieri é professora titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora da Cátedra UNESCO de Direito à Educação. “Estou animada com essa tarefa desafiadora, mas, sobretudo, estimulante. Além de o prêmio reconhecer, valorizar e divulgar a produção científica, aproxima o grande público do universo intelectual e científico que, tantas vezes, permanece restrito ao ambiente universitário”, pontuou Ranieri em coletiva de imprensa realizada na última quinta-feira (29/1).
Produção científica e IA
Questionada sobre como a premiação lidará em casos de obras que utilizaram a inteligência artificial, Ranieri explicou que o edital desta terceira edição do Jabuti Acadêmico recebeu mudanças específicas sobre o tema, espelhadas em boas práticas internacionais. “Agora temos cláusulas no edital sobre o uso da IA (inteligência artificial) e o que é admitido. A IA é vedada em qualquer atividade de peso autoral, incluindo escolha de resumo e palavras-chave. O autor pode declarar que usou IA, mas apenas para pesquisa. São regras espelhadas em práticas globais, como nas editoras Elsevier e MacMillan, e têm como objetivo valorizar o trabalho autoral e batalhar por uma cultura da ética em trabalhos com inteligência artificial.”
A curadora explicou que existem casos, como na área da Ciência da Computação, em que o uso de IA é autorizado para fins didáticos ou explicativos, por exemplo. Mas caso um jurado identifique um uso indevido de inteligência artificial, a obra será desclassificada.
Categorias
O Prêmio Jabuti Acadêmico tem 30 categorias, divididas em dois eixos: Ciência e Cultura, com 27; e Prêmios Especiais, com 3 (categorias Tradução, Divulgação Científica, além de Ilustração e Infografia – esta última nomenclatura incluída no regulamento 2026).
No eixo Ciência e Cultura estão: Ciência de Alimentos e Nutrição; Ciências Agrárias e Ambientais; Medicina Veterinária, Zootecnia e Recursos Pesqueiros; Ciências Biológicas, Biodiversidade e Biotecnologia; Educação Física, Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional; Enfermagem, Farmácia, Saúde Coletiva e Serviço Social; Medicina; Odontologia; História e Arqueologia; Antropologia, Sociologia, Demografia, Ciência Política e Relações Internacionais; Educação e Ensino e Filosofia.
Este eixo também conta com as categorias de Ciências Religiosas e Teologia; Geografia e Geociências; Psicologia e Psicanálise; Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo; Arquitetura, Urbanismo, Design e Planejamento Urbano e Regional; Comunicação e Informação; Direito; Economia; Artes; Letras, Linguística e Estudos Literários; Astronomia e Física; Ciência da Computação; Matemática, Probabilidade e Estatística; Química e Materiais e Engenharias.
Cada obra só poderá ser inscrita em uma única categoria do prêmio, com exceção da categoria Ilustração e Infografia, que aceita a inscrição de títulos que também estejam participando em qualquer outra dos dois eixos. Os autores premiados receberão a estatueta em cerimônia especial, além de um prêmio de R$5 mil. As editoras das obras premiadas receberão uma estatueta do Jabuti.
Homenagens
O vencedor será escolhido pela entidade após pré-seleção dos melhores indicados pela curadoria e comissão do prêmio. O Livro Acadêmico Clássico reconhece obras de referência que permanecem relevantes e que tenham lugar cativo na memória de estudantes e profissionais de diferentes segmentos, que permanecem impactantes ao longo do tempo. Até então, a obra indicada não precisou ter um período mínimo de circulação; nesta edição deverá ter a partir de 15 anos. Para o presidente da Câmara Brasileira do Livro, Sevani Matos, o Prêmio Jabuti Acadêmico é importante porque traz contribuições relevantes nos aspectos científico, social, político e cultural do Brasil, ao divulgar autores e editores que se dedicam à produção acadêmica. “Reconhecê-los significa incentivar a pesquisa e a ciência como pilares para o desenvolvimento do nosso país”, concluiu.
Saiba mais no site oficial da premiação: www.premiojabuti.com.br/academico.