A atividade mineradora segue como um dos pilares da economia brasileira, com destaque para o estado de Minas Gerais, protagonista histórico na produção de minério de ferro. No entanto, junto à relevância econômica, cresce um passivo socioambiental de grande magnitude: a enorme quantidade de rejeitos gerados, frequentemente armazenados em barragens, representando uma ameaça constante à saúde humana e ao meio ambiente. Diante do crescente risco e exposição a metais em regiões de mineração — agravados por desastres como o de Brumadinho e a presença de mais de 900 barragens no país — o Campus Virtual Fiocruz apresenta um novo curso voltado ao enfrentamento de uma lacuna crítica no sistema de saúde, a Formação continuada em toxicologia aplicada a metais. A iniciativa visa preparar profissionais para identificar, diagnosticar e agir precocemente diante de agravos relacionados à exposição e à contaminação por metais. O curso é resultado de uma parceria entre o Instituto René Rachou (IRR/Fiocruz Minas), o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS).
Voltado especialmente a profissionais de saúde que atuam em territórios impactados pela atividade mineradora, mas aberto a todos os interessados na temática, o curso busca qualificar trabalhadores do SUS para uma resposta mais rápida, segura e baseada em evidências frente a um problema que segue impactando silenciosamente a saúde da população.
O Brasil contabiliza mais de 900 barragens cadastradas, cerca de 37% em território mineiro, estado que também concentra a maior parte dos empreendimentos de grandes empresas do setor. O secretário de Vigilância em Saúde do Estado, Eduardo Campos Prosdocimi, falou sobre as expectativas com a nova formação e celebrou a parceria com a Fiocruz, apontando que essa iniciativa certamente contribuirá para fortalecer o sistema de saúde do estado. Segundo ele, após as enormes tragédias ligadas à mineração que acometeram Minas, o estado vem estruturando uma série de ações e atividades, a fim de entender melhor seus territórios e construir políticas públicas mais eficazes e aderentes às atividades minerárias.
Ao fortalecer competências técnicas e ampliar a capacidade de atuação dos profissionais, o curso contribui diretamente para a prevenção de agravos, a identificação precoce de doenças relacionadas à mineração e a promoção de ambientes mais seguros. Em um cenário em que os riscos persistem e novos eventos não podem ser descartados, investir na qualificação da força de trabalho do SUS é uma medida estratégica e urgente para proteger a saúde pública e reduzir os impactos de um problema que, embora muitas vezes invisível, continua presente no cotidiano de milhares de brasileiros.
Formação estratégica para resposta qualificada em territórios expostos
O curso tem a coordenação compartilhada pelos pesquisadores Enrico Mendes Saggioro, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e Tatiana Ázara, que também é vice-diretora de Pesquisa, Inovação e Referência do IRR/Fiocruz Minas. Tatiana ratificou o esforço conjunto e muito próximo entre a SES/MG e a Fiocruz e disse que o processo de construção da formação foi intenso. "Unimos o rigor da ciência aos desafios que os profissionais enfrentam no dia a dia, especialmente após desastres, como o de Brumadinho, que mostram de forma muito dura que os profissionais da vigilância e atenção à saúde precisam estar preparados para lidar com emergências em saúde pública e seus efeitos, imediatos e a longo prazo", disse Tatiana, defendendo ainda que a expectativa é que o curso seja uma oportunidade para que os alunos compreendam como o histórico da vigilância, perpassando a instituição de sua Política Nacional, traduz-se em tomada de decisão baseada em evidências.
"É sobre dar sentido aos sistemas de informação e transformar notificações em ações que garantam a segurança do ambiente, da água e do que as pessoas comem. Esperamos que o profissional se sinta seguro para operar a linha de cuidado: saiba acolher, triar e monitorar quem chega com suspeita de intoxicação. Queremos que o egresso saia da formação com o olhar atento ao seu território para identificar sinais de exposição crônica e interpretar indicadores biológicos antes que o dano seja irreversível", detalhou Tatiana, demonstrando esperança frente ao fortalecimento da rede do SUS a partir da parceria estabelecida: "Que os profissionais possam transformar o aprendizado de tragédias passadas em ferramentas poderosas de prevenção. Nosso desejo é que essa iniciativa fortaleça a vigilância em Minas e inspire práticas em todo o território nacional, assegurando que a ciência e o cuidado cheguem de forma oportuna a quem necessita".
O curso oferece uma base sólida em conceitos de toxicologia, vigilância em saúde e análise de riscos, além de capacitar para o diagnóstico clínico, a notificação de casos e a investigação de fontes de exposição. A formação também orienta a atuação em ações educativas junto às comunidades, o monitoramento de populações expostas e a tomada de decisão baseada em evidências científicas, elementos essenciais para uma resposta integrada e eficaz. A literatura e os próprios estudos de campo indicam que muitos profissionais não possuem formação específica para reconhecer, diagnosticar e manejar casos de intoxicação por metais, o que pode resultar em subnotificação, diagnósticos tardios e intervenções inadequadas. Em municípios com intensa atividade mineradora — especialmente aqueles diretamente impactados por barragens — essa limitação compromete a adoção de medidas oportunas de prevenção, monitoramento e cuidado, ampliando os riscos à população. É nesse contexto que se insere a nova formação, voltada prioritariamente a profissionais do SUS que atuam em territórios mineradores.
Para Enrico, que também é professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), a formação representa uma oportunidade para que os alunos adquiram conhecimentos fundamentais sobre as bases da toxicologia, as vias de exposição e os principais agentes causadores de intoxicação — com destaque para os metais. O curso abrange desde os mecanismos de intoxicação até aspectos clínicos, incluindo sinais, sintomas, exames e a abordagem ao paciente exposto. “Essa formação surgiu a partir de uma demanda da Secretaria de Estado de Saúde de Minas, com o objetivo de capacitar profissionais da linha de frente e gestores para a identificação de exposições a metais, especialmente aquelas relacionadas à mineração e aos desastres ocorridos no estado. Esperamos que os participantes construam uma base sólida em toxicologia — que este curso seja apenas o início de uma trajetória na área — e que possam aprofundar seus conhecimentos, transferindo tabém conhecimentos à população atendida, ampliando sua capacidade de reconhecer sinais e sintomas de intoxicação em diferentes contextos de exposição, como na sua moradia ou trabalho”, destacou.
O rompimento da barragem em Brumadinho, em janeiro de 2019, é um marco trágico dessa realidade. Considerado o maior acidente de trabalho do país, o desastre resultou em centenas de mortes e liberou cerca de 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos, que se espalharam por cursos d’água, atingindo ecossistemas e comunidades ao longo de centenas de quilômetros. Além das perdas humanas irreparáveis, houve comprometimento da biodiversidade, contaminação do solo e da água e inviabilização de atividades essenciais, como agricultura, pesca e abastecimento. Os efeitos da exposição a metais pesados presentes nesses rejeitos são, muitas vezes, silenciosos e prolongados. Substâncias como chumbo, mercúrio, cádmio e arsênio possuem elevada toxicidade e podem provocar danos neurológicos, respiratórios, renais e até câncer. Dados de estudos produzidos pelo IRR/Fiocruz Minas apontam que entre os principais agravos relatados estão doenças respiratórias, alergias e problemas de pele, com maior incidência nas áreas mais próximas ao desastre. Esses dados evidenciam não apenas a extensão da contaminação, mas também a necessidade de vigilância contínua e qualificada.
Módulo 1: Bases conceituais e políticas da Vigilância em Saúde
Aula 1 - Vigilância em Saúde: trajetórias globais e o percurso brasileiro
Aula 2 - Política Nacional de Vigilância em Saúde e Planejamento
Aula 3 - Sistema Nacional de Vigilância em Saúde
Aula 4 - Emergências em Saúde Pública
Módulo 2: Conceitos básicos da Toxicologia: caracterização de exposição e qualificação da ação
Aula 1 - Introdução à Toxicologia e Contaminantes Químicos
Aula 2 - Fundamentos da Toxicocinética e toxicodinâmica dos agentes tóxicos e sua relação com a epidemiologia
Aula 3 - Toxicologia dos medicamentos e tabagismo
Aula 4 - Toxicologia dos alimentos e dos agrotóxicos
Aula 5 - Toxicologia Ocupacional
Módulo 3: Toxicologia Clínica aplicada aos Metais
Aula 1 - Toxicologia aplicados aos metais
Aula 2 - Abordagem inicial ao paciente potencialmente intoxicado e exames físicos para identificação de sinais e sintomas clínicos
Aula 3 - Interpretação de testes laboratoriais e de imagem para avaliação de intoxicação
Aula 4 - Vigilância epidemiológica e gestão da informação
Aula 5 - Exposição por metais e os determinantes sociais de saúde
Aula 6 - Comunicação de risco à saúde
A expansão da mineração no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem intensificado desafios à saúde pública. O cenário preocupante e também marcado por tragédias, como o rompimento da barragem em Brumadinho, que liberou milhões de metros cúbicos de rejeitos contaminados e resultou em centenas de mortes, acende um alerta diante dos riscos associados à exposição a metais, como chumbo, mercúrio, arsênio e cádmio — substâncias capazes de provocar danos silenciosos e duradouros ao meio ambiente a à saúde humana —, é urgente que profissionais de saúde estejam qualificados para identificar, diagnosticar e agir precocemente diante de agravos relacionados à exposição e à contaminação por metais.
A partir desse contexto, acontece nesta terça-feira, 31/3, às 9h, o lançamento presencial da Formação continuada em toxicologia aplicada a metais, com a realização da mesa-redonda 'Saúde, meio ambiente e desastres: A importância de discutir contaminação e intoxicação por metais no cenário atual'. O debate, fechado a convidados representantes de 90 secretarias municipais de saúde de regiões envolvidos com intensa atividade mineradora, gestores da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e pesquisadores da Fiocruz, será transmitido ao vivo pelo canal da SES-MG no youtube.
Acompanhe aqui o debate e o lançamento do curso:
As inscrições para o curso começam na terça-feira, 31/3!
Desenvolvido pelo Campus Virtual Fiocruz em parceria com o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a SES-MG e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS), o curso surge como resposta estratégica para fortalecer a capacidade do SUS na identificação, monitoramento e manejo de agravos relacionados à contaminação por metais.
A nova formação, que terá as inscrições liberadas durante o evento, em 31/3, oferece uma base sólida em conceitos de toxicologia, vigilância em saúde e análise de riscos, além de capacitar para o diagnóstico clínico, a notificação de casos e a investigação de fontes de exposição. O curso também orienta a atuação em ações educativas junto às comunidades, o monitoramento de populações expostas e a tomada de decisão baseada em evidências científicas — elementos essenciais para uma resposta integrada e eficaz. O curso tem a coordenação compartilhada pelos pesquisadores Enrico Mendes Saggioro, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e Tatiana Ázara, que também é vice-diretoria de Pesquisa, Inovação e Referência do IRR/Fiocruz Minas.
A programação conta com a mesa-redonda 'Saúde, meio ambiente e desastres: A importância de discutir contaminação e intoxicação por metais no cenário atual' e terá a participação de pesquisadores do Instituto René Rachou (Fiocruz Minas), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e ainda a presença do subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais, Eduardo Campos Prosdocimi.
Estão abertas até 27 de agosto as inscrições para o curso de atualização Controle da qualidade de saneantes, promovido pela Coordenação de Ensino e Pesquisa do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz). Os interessados devem acessar o Campus Virtual Fiocruz para realizar as inscrições.
O curso tem como objetivo atualizar profissionais das vigilâncias sanitárias, da Anvisa, de Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) e de outras instituições públicas que atuam na área de saneantes. Serão apresentados aspectos do controle da qualidade dos saneantes nas diversas áreas do conhecimento envolvidas: toxicologia, química, microbiologia e rotulagem.
Serão ofertadas 15 vagas, destinadas a profissionais de instituições públicas com nível superior completo. O curso será realizado no período de 2 a 5 de outubro, das 8h às 17h, com carga horária total de 32 horas.
As aulas serão ministradas por profissionais do Núcleo de Saneantes do INCQS/Fiocruz. Leonardo Lopes, Bruna Sabagh e a vice-diretora de Vigilância Sanitária do Instituto, Célia Romão, são os responsáveis.
O curso será ministrado na modalidade presencial, no INCQS/Fiocruz, localizado na Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro.
Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail cpe@incqs.fiocruz.br ou pelo telefone 3865-5112.
Confira a chamada e inscreva-se!
Dando seguimento ao 2º Ciclo de Treinamentos Virtuais da Biblioteca de Manguinhos, foi divulgado pela biblioteca o calendário do mês de agosto, articulado em parceria com a Elsevier. Os treinamentos ocorrerão nos dias 2, 9 e 16 de agosto, a partir das 14h. Realize aqui a sua inscrição para o evento online.
O primeiro treinamento será realizado no dia 2 de agosto e será focado na Embase, uma base de dados de pesquisa e de literatura biomédica internacional. É versátil, multipropósito e sob constante atualização. Na Embase, poderá elaborar revisões sistemáticas abrangentes e tomar decisões bem informadas para a medicina baseada em evidências. Além de acompanhar estudos de farmacovigilância e toxicologia, o desenvolvimento de dispositivos médicos, entre outros. Todos os artigos são indexados em profundidade através do Emtree®, o tesauro de Ciências da Vida da Elsevier.
O segundo ocorrerá no dia 9 de agosto e abordará a Scopus e a Science Direct. A Scopus é a maior plataforma referencial de resumos e citações do mercado, com mais de 84 milhões de registros provenientes de mais de 7.000 editoras. A plataforma tem poderosas ferramentas de descoberta e análise nas mãos de pesquisadores, bibliotecários, gerentes de pesquisas institucionais e financiadores. Já a ScienceDirect é a plataforma líder de textos completos de literatura científica revisada por pares que ajuda você a avançar em sua pesquisa contando com mais de 4.300 periódicos e 39.000 títulos de livros publicados pela Elsevier.
O treinamento será encerrado no dia 16 de agosto com a Mendeley, um gestor de referências gratuito que apoia no armazenamento, organização e compartilhamento de documentos/referências contidos em uma biblioteca pessoal. Com os plugins, Mendeley Cite-O-Matic & Mendeley Cite, é possível inserir citações e a lista de referências em diferentes estilos para apoiar na escrita científica.
Inscreva-se já para o 2º Ciclo de Treinamentos Virtuais da Biblioteca de Manguinhos!
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), lançou nesta terça-feira (31/3), em Belo Horizonte, o curso “Formação continuada em Toxicologia Aplicada a Metais no Estado de Minas Gerais”.
A iniciativa tem como objetivo capacitar profissionais para identificar, diagnosticar e agir precocemente diante de agravos relacionados à exposição a metais, especialmente em territórios com atividade mineradora.
Durante o evento de lançamento, o subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, Eduardo Prosdocimi, destacou o caráter estratégico do tema para o estado.
“A mineração é um dos pilares da nossa economia responsável pela geração de empregos, renda e desenvolvimento. No entanto, é nosso dever reconhecer que esse mesmo desenvolvimento traz consigo desafios complexos, especialmente no que diz respeito aos impactos ambientais e aos riscos da saúde das populações que vivem em territórios direto e indiretamente afetados”, afirmou.
A subsecretária de Redes de Atenção à Saúde, Camila Moreira de Castro, ressaltou a importância da formação para os profissionais que atuam nesses territórios.
“Os protocolos que serão discutidos contaram com a contribuição de muitos setores, envolvendo desde o atendimento até a realização de exames. Também incluem as questões de saúde mental que afetam essas populações”, disse.
O evento reuniu representantes de 90 municípios impactados pelas bacias dos rios Doce e Paraopeba, em Minas Gerais e no Espírito Santo, além de participantes das nove Unidades Regionais de Saúde de Minas Gerais, do Ministério Público, das subsecretarias de Atenção à Saúde (SUBAS) e de Vigilância em Saúde (SUBVS), e de povos e comunidades tradicionais.
https://www.saude.mg.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/2026.03.31_-Carol-Souza_-Eduardo-Prosdocimi.mp4
Curso fortalece resposta da rede pública
Voltado principalmente a profissionais de saúde que atuam em áreas impactadas pela mineração, o curso também é aberto a todos os interessados no tema. A proposta é qualificar trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) para uma resposta mais rápida, segura e baseada em evidências.
A formação tem carga horária de 120 horas e será ofertada na modalidade de Educação a Distância (EaD), em formato autoinstrucional, por meio da plataforma Moodle do Campus Virtual Fiocruz. As inscrições estão abertas de forma contínua e podem ser feitas neste link.
“A capacitação trará uma contribuição fundamental para o estado, porque a mineração é uma atividade muito importante para Minas. E é preciso trabalhar cada vez mais para melhorar a saúde da população que reside nestes territórios”, afirmou a diretora da Fiocruz Minas, Cristina Brito.
O coordenador de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Espírito Santo, Roberto da Costa Laperriere, também destacou a relevância da iniciativa.
“A construção de políticas públicas voltadas para os impactos da mineração é necessária. Por isso, a iniciativa de Minas é importante para discutir as ações de atendimento e de prevenção”, disse.
Programação abordou desafios e soluções
Durante o lançamento, os participantes acompanharam mesas-redondas e palestras com especialistas na área.
Pela manhã, a mesa “Saúde, meio ambiente e desastres: a importância de discutir sobre contaminação e intoxicação por metais pesados no cenário atual” abordou temas como saúde dos trabalhadores, organização dos serviços, protocolos e linhas de cuidado.
À tarde, a OPAS conduziu debate sobre segurança química e saúde da população, além da apresentação da estrutura do curso e do protocolo de assistência à saúde em casos de exposição a metais.
+Assista aqui ao lançamento do curso