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Publicado em 19/05/2026

Seminário sobre sustentabilidade na preservação do patrimônio cultural: prazo prorrogado até 31/5

Autor(a): 
COC/Fiocruz

Diante do avanço das mudanças climáticas, a preservação do patrimônio cultural passou a exigir soluções inovadoras, colaborativas e socialmente responsáveis — com novos materiais, práticas e modelos de gestão capazes de responder a um cenário de riscos cada vez mais intensos. Diante deste cenário, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove a terceira edição do Seminário Internacional de Valorização do Patrimônio Cultural, entre os dias 21 e 25 de setembro, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro. 

Tendo como tema central a sustentabilidade na preservação de bens culturais, o encontro reunirá pesquisadores, estudantes e profissionais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos impactos ambientais e climáticos sobre o patrimônio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o trabalho colaborativo, estimular a formação de redes internacionais e promover o diálogo interdisciplinar em torno da temática. A submissão de trabalhos foi prorrogada até 31 de maio.  Já as inscrições para participantes serão realizadas entre 20 de julho e 15 de setembro. Saiba mais pelo site, clique aqui.  

O  evento contará com conferências e mesas temáticas voltadas à inovação em materiais e práticas de conservação; à gestão de riscos que envolvem pessoas, lugares e acervos; às mudanças climáticas e às estratégias de adaptação, resiliência e enfrentamento; além das relações entre patrimônio cultural e tecnologias sociais. A agenda inclui ainda oficinas teóricas e práticas, que acontecerão em formato remoto e presencial. Como desdobramento do encontro, será produzida uma publicação com artigos relacionados aos temas debatidos durante o evento. 

De acordo com os organizadores, ao articular patrimônio cultural e sustentabilidade, o seminário dialoga diretamente com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, reforçando o papel do patrimônio como recurso estratégico para respostas resilientes e socialmente inclusivas.  

O Seminário é promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), em parceria com Universidade de Évora, Universidad Politécnica de València, Universidade Católica de La Plata, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Estadual de Campinas, International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property (ICCROM), International Council on Monuments and Sites (ICOMOS-Brasil), International Council of Museums (ICOM-Brasil) e Climate Heritage Network – Latin America & Caribe, e conta com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

Crédito das fotos:

Luísa Kiefer/Divulgação CCMQ

Museu de Telecomunicações da UPV

Eduardo Brantes

J. Mendonça (COC/Fiocruz)

Publicado em 05/05/2026

Fiocruz sedia Seminário Internacional sobre sustentabilidade na preservação do patrimônio cultural

Autor(a): 
COC/Fiocruz

Diante do avanço das mudanças climáticas, a preservação do patrimônio cultural passou a exigir soluções inovadoras, colaborativas e socialmente responsáveis — com novos materiais, práticas e modelos de gestão capazes de responder a um cenário de riscos cada vez mais intensos. Diante deste cenário, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove a terceira edição do Seminário Internacional de Valorização do Patrimônio Cultural, entre os dias 21 e 25 de setembro, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro. 

Tendo como tema central a sustentabilidade na preservação de bens culturais, o encontro reunirá pesquisadores, estudantes e profissionais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos impactos ambientais e climáticos sobre o patrimônio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o trabalho colaborativo, estimular a formação de redes internacionais e promover o diálogo interdisciplinar em torno da temática. A submissão de trabalhos foi prorrogada até 15 de maio. Já as inscrições para participantes serão realizadas entre 20 de julho e 15 de setembro. Saiba mais pelo site, clique aqui.  

O  evento contará com conferências e mesas temáticas voltadas à inovação em materiais e práticas de conservação; à gestão de riscos que envolvem pessoas, lugares e acervos; às mudanças climáticas e às estratégias de adaptação, resiliência e enfrentamento; além das relações entre patrimônio cultural e tecnologias sociais. A agenda inclui ainda oficinas teóricas e práticas, que acontecerão em formato remoto e presencial. Como desdobramento do encontro, será produzida uma publicação com artigos relacionados aos temas debatidos durante o evento. 

De acordo com os organizadores, ao articular patrimônio cultural e sustentabilidade, o seminário dialoga diretamente com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, reforçando o papel do patrimônio como recurso estratégico para respostas resilientes e socialmente inclusivas.  

O Seminário é promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), em parceria com Universidade de Évora, Universidad Politécnica de València, Universidade Católica de La Plata, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Estadual de Campinas, International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property (ICCROM), International Council on Monuments and Sites (ICOMOS-Brasil), International Council of Museums (ICOM-Brasil) e Climate Heritage Network – Latin America & Caribe, e conta com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

Crédito das fotos:

Luísa Kiefer/Divulgação CCMQ

Museu de Telecomunicações da UPV

Eduardo Brantes

J. Mendonça (COC/Fiocruz)

Publicado em 02/04/2026

Fiocruz sedia Seminário Internacional sobre sustentabilidade na preservação do patrimônio cultural

Autor(a): 
COC/Fiocruz

Diante do avanço das mudanças climáticas, a preservação do patrimônio cultural passou a exigir soluções inovadoras, colaborativas e socialmente responsáveis — com novos materiais, práticas e modelos de gestão capazes de responder a um cenário de riscos cada vez mais intensos. Diante deste cenário, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promove a terceira edição do Seminário Internacional de Valorização do Patrimônio Cultural, entre os dias 21 e 25 de setembro, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro. 

Tendo como tema central a sustentabilidade na preservação de bens culturais, o encontro reunirá pesquisadores, estudantes e profissionais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos impactos ambientais e climáticos sobre o patrimônio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o trabalho colaborativo, estimular a formação de redes internacionais e promover o diálogo interdisciplinar em torno da temática. Os interessados podem submeter trabalhos entre 1º e 30 de abril.  Já as inscrições para participantes serão realizadas entre 20 de julho e 15 de setembro. Saiba mais pelo site, clique aqui.  

O  evento contará com conferências e mesas temáticas voltadas à inovação em materiais e práticas de conservação; à gestão de riscos que envolvem pessoas, lugares e acervos; às mudanças climáticas e às estratégias de adaptação, resiliência e enfrentamento; além das relações entre patrimônio cultural e tecnologias sociais. A agenda inclui ainda oficinas teóricas e práticas, que acontecerão em formato remoto e presencial. Como desdobramento do encontro, será produzida uma publicação com artigos relacionados aos temas debatidos durante o evento. 

De acordo com os organizadores, ao articular patrimônio cultural e sustentabilidade, o seminário dialoga diretamente com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, reforçando o papel do patrimônio como recurso estratégico para respostas resilientes e socialmente inclusivas.  

O Seminário é promovido pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), em parceria com Universidade de Évora, Universidad Politécnica de València, Universidade Católica de La Plata, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Estadual de Campinas, International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property (ICCROM), International Council on Monuments and Sites (ICOMOS-Brasil), International Council of Museums (ICOM-Brasil) e Climate Heritage Network – Latin America & Caribe, e conta com o apoio da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

Crédito das fotos:

Luísa Kiefer/Divulgação CCMQ

Museu de Telecomunicações da UPV

Eduardo Brantes

J. Mendonça (COC/Fiocruz)

Publicado em 16/03/2026

Seminário internacional discute produção de dados em territórios marcados pela violência

Autor(a): 
COC/Fiocruz

O seminário internacional Produzindo dados, tornando experiências visíveis: práticas de quantificação e intercâmbios metodológicos Sul-Norte reunirá pesquisadores, órgãos públicos e lideranças comunitárias nos dias 26 e 27 de março, na Fiocruz. As inscrições podem ser feitas até 25 de março. O objetivo é discutir a produção de dados em contextos de violência e analisar como práticas de quantificação podem tanto visibilizar conflitos e fortalecer a luta por direitos quanto reforçar desigualdades e estigmas. O debate será feito a partir de experiências desenvolvidas por organizações comunitárias e redes cívicas como a Pawa254, no Quênia; We Are Not Numbers, na Palestina; Cormepaz, na Colômbia; e Afrozensus, na Alemanha, entre outras iniciativas em países do sul e do norte globais, como Uganda, Portugal e Estados Unidos.

Serão debatidos temas como a relação entre a produção de dados de cima para baixo e a geração horizontal de dados; os ativismos e a produção de dados étnico-raciais; a violência de Estado e a geração cidadã de dados; a dimensão política da técnica e o papel dos números nas disputas públicas; e as estratégias de resistência e de produção de evidências em contextos marcados pela violência. A iniciativa resulta da parceria entre a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz); o projeto InfoCitizen, da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, que investiga como organizações territoriais utilizam a produção de dados como estratégia de resistência; o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos, da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), que produz conhecimento e dados sobre mercados informais, violência, segurança pública e encarceramento para subsidiar políticas públicas; e a Redes da Maré, organização comunitária do Conjunto de Favelas da Maré que atua na garantia de direitos e desenvolve metodologias próprias de produção de dados sobre violência e operações policiais.

De acordo com o pesquisador da COC/Fiocruz Alexandre Paiva Rio Camargo, integrante do projeto InfoCitizen e um dos organizadores do seminário, trata-se de um evento inédito e inovador, que parte da constatação de que está em curso uma nova forma de produção horizontal de dados, em contextos marcados pela escassez de registros oficiais do Estado. “Trata-se de um diálogo entre representantes de institutos de estatística, movimentos sociais e organizações não-governamentais de diferentes países para entender quais são as experiências mais marcantes e o que se pode aprender com elas”. Segundo o pesquisador, esses dados também são importantes para instituições públicas, como a Fiocruz, pois ajudam a compreender melhor as condições de vida da população e a formular políticas mais precisas, seja na área da saúde ou da segurança pública.  

Confira a programação completa.

Publicado em 26/11/2025

Seminário internacional da Fiocruz debate o controle do câncer com foco na prevenção e crítica à ideia de ‘guerra’

Autor(a): 
CEE/Fiocruz

O câncer é um dos principais desafios da saúde global, tanto por sua complexidade quanto pelo seu impacto devastador na população. Boa parte dos novos diagnósticos está ligada a fatores de risco modificáveis – como tabagismo, padrão alimentar e obesidade, sedentarismo, consumo de álcool e exposição a contaminantes ambientais –, evidenciando o papel da prevenção e da atenção primária à saúde para se lidar com a doença, ao lado da busca por acesso mais equitativo ao diagnóstico e ao tratamento. Esses são alguns dos temas que estarão em debate no seminário Controle do Câncer no Século XXI: desafios globais e soluções locais, que será realizado em 27 e 28 de novembro pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Hotel Windsor Flórida, Rio de Janeiro.

O evento será presencial apenas para os participantes previamente inscritos (inscrições encerradas) e contará com transmissão ao vivo pelo canal da VídeoSaúde Distribuidora da Fiocruz, no Youtube (dia 27 e dia 28). 

A cerimônia de abertura, que marca o Dia Nacional de Combate ao Câncer, contará com as presenças do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; do diretor do Instituto Nacional do Câncer, Roberto Gil; e da diretora da International Agency for Research on Cancer da Organização Mundial da Saúde (Iarc/OMS), Elisabete Weiderpass. Com a participação de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, profissionais de saúde e tomadores de decisão, o evento vai debater as conquistas, fragilidades e paradoxos relativos ao cenário do câncer no Brasil e no mundo e seus impactos nos sistemas de saúde, buscando fortalecer a noção de controle em oposição à de guerra. Os resultados dos debates servirão como subsídios ao fortalecimento da Política Nacional de Controle do Câncer, criada em 2023.

Para o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, um dos coordenadores do seminário, o Brasil saiu na frente em relação ao resto do mundo com a aprovação da Política Nacional para Prevenção e Controle do Câncer, mas a orientação ainda não tem sido levada à prática. 

“Pouco se avançou dois anos após o país assumir o compromisso de garantir uma abordagem integrada envolvendo prevenção, detecção precoce, tratamento e cuidados paliativos. A busca continua focada em novos medicamentos que prometem a cura, enquanto boa parte dos serviços de saúde não usa suas capacidades para reduzir fatores de risco, realizar o diagnóstico precoce e garantir acesso rápido ao tratamento”, afirma Temporão.

Luiz Antonio Santini, ex-diretor do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e também coordenador do evento, explica que “a metáfora da guerra contra o câncer” gerou uma aposta em tratamentos de altíssimo custo, muitas vezes inacessíveis e desigualmente distribuídos, negligenciando a prevenção e o diagnóstico.

“O eixo do sistema precisa migrar da reação tardia à antecipação: reduzir exposição a riscos, ampliar rastreamento e garantir acesso rápido a terapias efetivas quando necessário, com a Atenção Primária à Saúde atuando como porta de entrada qualificada e coordenadora do cuidado”, afirma Santini.

Entre os palestrantes confirmados estão Richard Sullivan, diretor do Institute for Cancer Policy e codiretor do Centre for Conflict & Health Research; Simon Sutcliffe, médico canadense e presidente do Congresso Internacional de Controle do Câncer; Paulo Hoff, professor da FMUSP e presidente da Oncologia D’Or; Paulo Saldiva, médico patologista e professor da USP; e Gonzalo Vecina, médico sanitarista, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP.]

Eles vão debater assuntos como a pesquisa e a implementação de programas de prevenção e detecção precoce do câncer; o papel da Atenção Primária à Saúde; informação, comunicação e cuidado; inovações tecnológicas, produção local e sustentabilidade; formação profissional; regionalização e as relações entre União, estados e municípios.

Serviço: Seminário Controle do Câncer nos século XXI: desafios globais e soluções locais

Data: 27 e 28 de novembro

Horário: 8h às 18h30 (dia 27); 8h30 às 16h30 (dia 28)

Local: Hotel Windsor Flórida – Rua Ferreira Viana, 81, Catete, Rio de Janeiro, RJ

Certificados: apenas para inscritos na modalidade presencial

Transmissão online: dia 27 e dia 28.

Credenciamento de imprensa: Envie um e-mail para cee@fiocruz.br com seu nome completo e a publicação ou site que representa, indicando no campo Assunto: CADASTRO DE IMPRENSA.

Assessoria de Imprensa: Corcovado Comunicação Estratégica

Mayra Almeida: (21) 98557-2000 / mayra.almeida@corcovadoestrategica.com.br 

Janaína Cordeiro: (61) 99214-2303 / janaina.cordeiro@corcovadoestrategica.com.br 

Carla Russo: (21) 99196-4250 / carlarusso@corcovadoestrategica.com.br 

Raphael Gomide: (21) 98734-5544 / rgomide@corcovadoestrategica.com.br 

CEE-Fiocruz: 21 38829133 | cee@fiocruz.br

Fonte: CEE

 

 

 

#ParaTodosVerem Banner com fundo verde água, do lado esquerdo do banner há uma figura ilustrativa de uma porta aberta com uma luz saindo. No banner as seguintes informações: Seminário - Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, Controle do Câncer no Século XXI: desafios globais e soluções locais, o evento será realizado nos dias 27 e 28 de novembro, dia 27 de novembro é o dia nacional de combate ao câncer. O evento será no Hotel Windsor Flórida – Rua Ferreira Viana, 81 - Flamengo.

Publicado em 15/08/2025

Trilhas de Cuidado nas Ruas abre submissão de trabalhos para seminário sobre população em situação de rua

Autor(a): 
Ensp/Fiocruz

Estão abertas as inscrições de trabalhos para o 'Seminário Internacional Pessoas em Situação de Rua: cuidado integral e direitos já!', que será realizado nos dias 22 e 23 de outubro, na Fiocruz Brasília (DF). O evento é promovido pelo coletivo Trilhas de Cuidado nas Ruas, formado por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), da Fiocruz Brasília e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Os interessados podem submeter relatos de pesquisa e relatos de experiência até o dia 31 de agosto. Podem enviar trabalhos: docentes, estudantes, residentes, profissionais das políticas públicas, pesquisadores e integrantes de movimentos sociais e coletivos.

Com uma abordagem voltada para os direitos humanos e a justiça social, o seminário tem como objetivo fomentar uma nova compreensão social sobre a população em situação de rua, reconhecendo suas subjetividades, histórias e potências. A iniciativa também busca fortalecer respostas intersetoriais de cuidado, influenciar políticas públicas e práticas institucionais, além de promover a construção coletiva de redes de apoio, pertencimento e transformação social.

A expectativa é reunir participantes de diferentes regiões do país e do exterior, ampliando o debate sobre práticas de cuidado, desafios enfrentados nos territórios e estratégias intersetoriais no enfrentamento das desigualdades que atingem essa população.

Todas as informações e orientações para a submissão de trabalhos estão disponíveis aqui.

 

 

 

 

#ParaTodosVerem Banner com fundo azul e traços dourados, no topo está escrito: Seminário internacional, pessoas em situação de rua: cuidado integral e diretas já! Submissões abertas! Já estão abertas as inscrições de trabalhos para o nosso seminário, que acontece nos dias 22 e 23 de outubro de 2025, em Brasília, prazo para envio dos resumos será 31 de agosto, envie seu trabalho! Serão aceitos relatos de pesquisa e relatos de experiência, nas temáticas do cuidado, dos direitos e das políticas públicas voltadas à população em situação de rua. No centro do banner há uma fotografia de uma mulher negra e um homem negro sentados na rua, ao fundo há carros estacionados, ela usa uma blusa estampada e está com um pano rosa sobre as pernas, ele usa uma blusa escura e bermuda, no meio dos dois há várias roupas juntas no chão e uma caixa de papelão.

Publicado em 18/07/2025

Casa de Oswaldo Cruz é coorganizadora de evento da Sociedade Latino-americana e Caribenha de História Ambiental

Autor(a): 
COC/Fiocruz

A Casa de Oswaldo Cruz é uma das organizadoras do seminário internacional Mudanças climáticas e desafios planetários, que será realizado de 22 a 27 de julho de 2025, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro (RJ). O evento conta com o apoio do Museu do Amanhã, da Faperj (Faperj) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).  Além da COC, o evento está sendo organizado pela UFRJ, Jardim Botânico, PUC-Rio e pela Sociedade Latino-americana e Caribenha de História Ambiental (Solcha), dentre outras instituições e universidades brasileiras parceiras.

A Solcha foi criada em 2006 para promover pesquisas comprometidas com um mundo ambientalmente sustentável. A cada dois anos realiza seus encontros em diferentes países da América Latina e Caribe, estimulando debates e parcerias interdisciplinares entre profissionais das ciências naturais e sociais. Esta é a segunda vez que o Brasil sedia o evento.

Como principais atividades do seminário, estão previstas conferências, mesas redondas, plenárias sobre mudanças climáticas e vozes indígenas, apresentação de pôsteres, lançamento de livros e programação sociocultural, com destaque para a mostra de filmes Amazônia: memórias para o futuro, dedicada ao protagonismo indígena no ativismo climático contemporâneo e que também está sendo organizada pela COC/Fiocruz com apoio da Fiotec.

A mesa de abertura será realizada na terça-feira, 22 de julho, no Museu do Amanhã, às 18h, com a presença de representantes das instituições anfitriãs. Nísia Trindade Lima será a responsável pela conferência de abertura, que abordará os desafios da saúde no quadro das mudanças climáticas. A conferência de encerramento será ministrada pelo historiador estadunidense John McNeill, professor da Universidade de Georgetown e membro do Anthropocene Working Group (Matéria atualizada em 30/6/2025).

Acompanhe a programação do evento pelo site: https://www.solcha2025.com.br/

 

 

 

 

#ParaTodosVerem Banner com um fundo de figuras ilustrativas de folhas, a composição visual remete à ilustração de um olho, no lugar da íris há um tronco de madeira cortado com o mapa da américa latina, ao redor está escrito: Mudanças climáticas e desafios planetários, perspectivas da história ambiental, será o 12° Simpósio da Sociedade Latino-Americana e Caribenha de História Ambiental, será do dia 22 a 27 de julho de 2025, na UFRJ - Rio de Janeiro.

Publicado em 26/02/2025

Seminário Internacional sobre sistemas de saúde da AL reúne centenas de estudantes e especialistas da área

Autor(a): 
Fabiano Gama e Isabela Schincariol

Aprofundamento, troca, oportunidade e descobertas. Essas foram palavras ditas pelos alunos presenciais do Seminário Internacional Desafios para os sistemas de saúde na América Latina pós-pandemia durante a conversa final de avaliação. O evento teve duração de três dias, cinco diferentes mesas, um total de 15h de palestras e a participação de 40 alunos presenciais, cerca de 300 online, além quase 3 mil ouvintes pelo canal da Videosaúde Distribuidora no Youtube. O Seminário foi parte da disciplina de verão 'Análise de políticas e sistemas de saúde em perspectiva comparada internacional', oferecida pela Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (PPGSP/Ensp/Fiocruz) e está disponível na íntegra no canal da Videosaúde Distribuidora no Youtube.

O evento aconteceu nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro e explorou casos do Chile, Colômbia, Argentina e México, países de renda média alta, populosos e de relevância geopolítica e econômica regional, marcados por diversidades e desigualdades. A mesa de abertura foi composta pela vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação, Cristiani Vieira Machado, a coordenadora-geral de Educação, Eduarda Cesse, a vice-diretora de Ensino da Ensp/Fiocruz, Enirtes Caetano, e o coordenador do PPGSP/Ensp, Rondineli Mendes da Silva. Nesse momento de boas-vindas, os integrantes falaram sobre a alegria e satisfação com o encontro, pois todos dedicaram-se muito para sua realização. "Esse é um evento múltiplo e os diversos arranjos feitos para a sua realização fortalecem a pós-graduação", disse Eduarda Cesse.

Segundo a vice-presidente, Cristini Machado, o evento buscou debater temas transversais, desafios comuns aos sistemas de saúdes elencados para o debate. "A ideia foi discutir as transformações globais, demográficas e sociais do capitalismos, bem como suas implicações para os sistemas de saúde, o racismo, as migrações, a saúde nas fronteiras, entre outras coisas. Então, foi um momento muito rico de troca de experiências, conhecimento e ideias no qual nós todos aprendemos muito", apontou ela, dizendo que a disciplina, oferecida pela Ensp/Fiocruz há mais que 20 anos, é estruturante na medida em que apresenta aos alunos as similaridades e diferenças entre os diversos sistemas de saúde do mundo, discutindo casos e modelos, e ainda, neste ano em especial, oportunizou aos participantes aulas com professores locais que apresentaram particularidades das realidades que vivem, desafios, bem como dificuldades para o fortalecimento dos sistemas de saúde na América Latina.

Sistema de saúde do Chile e Colômbia

A primeira grande mesa do evento debateu o sistema de saúde do Chile, e para tanto, recebeu Alex Alarcón Hein, da Universidade do Chile, que falou sobre contextos, atores e agendas da reforma do sistema de saúde chileno; Isabel Domingos, da Universidade Federal Fluminense (UFF), que abordou a resposta setorial à Covid-19 no Chile sob o enfoque na vigilância em saúde pública; e Patty Fidelis, da UFF abordando a universalização da Atenção Primária à Saúde como um caminho para a reforma do sistema de saúde no Chile. A mesa teve a coordenação da pós-doutoranda da Ensp Suelen Oliveira e comentários da também pesquisadora da Ensp/Fiocruz Ligia Giovanella.

A parte da tarde teve foco na Colômbia e recebeu Yadira Borrero, da Universidade de Antioquia, Colômbia para falar sobre a configuração das alianças público privadas em seu pais; e Monica Uribe-Gomez, da Universidade Nacional da Colômbia, que abordou as disputas pela orientação do sistema de saúde colombiano no contexto de um governo alternativo. A mesa foi coordenada e comentada por Adriana Mendoza Ruiz da Ensp/Fiocruz.

Assista, na íntegra, aos vídeos, em português e em espanhol, do dia 19/2:

Transmissão em português:

Transmissão em espanhol:

Sistemas de Saúde da Argentina e México

O segundo dia de apresentações, 20/2, tiveram início com debates sobre questões dos sistemas de saúde da Argentina e México, e também discutiram o contexto global e as políticas nacionais frente aos desafios para o direito à saúde no pós-pandemia. Participaram das apresentações Evangelina Martich, da Universidad Carlos III de Madrid, que falou sobre as tendências para uma possível reforma sobre os sistema de saúde da Argentina; e Oliva Lopez Arellano, da Universidade Autônoma Metropolitana, de Xichimilco, que debateu sobre as transformações recentes e os desafios estruturais do sistema público de saúde no México. A mesa teve comentários da vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, e foi coordenada pela aluna de doutorado da Ensp/Fiocruz Eduarda dos Anjos. As discussões da tarde trataram sobre os desafios para o direito à saúde no contexto global e recebeu Leonardo Castro, da Ensp/Fiocruz, que falou sobre as perspectivas para as políticas e sistemas de saúde no contexto da América Latina; Anna Christina Nowak, da Universidade Bielefeld da Alemanha, que trouxe questões relacionadas aos desafios dos sistemas de saúde para a atenção aos refugiados na Europa; e, finalizando o dia, a pesquisadora da Ensp/Fiocruz, Roberta Gondim, fez uma rica apresentação sobre as tramas históricas e as reificações cotidianas do racismo e as desigualdades em saúde.

Assista, na íntegra, aos vídeos, em português e em espanhol, do dia 20/2:

Transmissão em português:

Transmissão em espanhol:

A recuperação transfronteiriça para uma resposta mais eficaz às emergências sanitárias

O terceiro e último dia de debates apresentou a mesa "O desafio da Vigilância em Saúde nas fronteiras no cenário pós-pandêmico", falou sobre a recuperação transfronteiriça para garantir respostas mais eficazes às emergências sanitárias e a construção de um sistema de saúde mais resiliente, e foi moderada pela coordenadora-geral de Educação da Fiocruz e também coordenadora do Programa Educacional em Vigilância em Saúde nas Fronteiras (VigiFronteiras-Brasil) - uma iniciativa da Fiocruz (Ensp, Fiocruz Amazônia e Fiocruz Mato Grosso do Sul) em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério das Saúde e com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) - Eduarda Cesse, e pela pesquisadora da Ensp e coordenadora acadêmica do VigiFronteiras, Andrea Sobral. Eduarda trouxe números da primeira turma, que se encerra em 2025, e anunciou a previsão de lançamento do edital para uma segunda turma, no segundo semestre de 2025 com ainda mais vagas.

Além de Eduarda e Andrea, a mesa contou com Carmen Seijas, encarregada da Área de Vigilância Sanitária da População do Governo do Uruguai, participando de forma remota, que compartilhou a experiência do Uruguai e falou sobre os desafios da vigilância sanitária em fronteiras, destacando a necessidade de manter altas coberturas vacinais e aprimorar a comunicação estratégica para combater a desinformação e fortalecer a confiança da população em medidas de saúde pública; Cristian Carey Angeles, coordenador regional de Malária e OTV (Peru), falando sobre os impactos da pandemia na Tríplice Fronteira daregião Amazônica (Brasil, Peru e Colômbia); Rodrigo Lins Frutuoso, da Coordenação de Vigilância, Preparação e Resposta à Emergências e Desastres da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), com uma exposição sobre a preparação e resiliência para ameaças emergentes e os riscos de uma nova pandemia; e Sebastián Tobar, assessor do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz), ex-coordenador nacional pela Argentina do Mercosul Saúde e do Conselho de Saúde da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), que falou sobre a governança sanitária das fronteiras sul-americanas, e apresentando os desafios para a vigilância epidemiológica e a importância dos comitês de fronteiras e saúde.

Assista, na íntegra, ao vídeo, disponível em português e em espanhol, do dia 21/2:

Transmissão em português:

Transmissão em espanhol:

Publicado em 11/02/2025

Desafios dos sistema de saúde da AL: seminário internacional terá transmissão ao vivo

Autor(a): 
Isabela Schincariol

Nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro será realizado na Fiocruz o Seminário Internacional Desafios para os sistemas de saúde na América Latina pós-pandemia. O encontro será transmitido ao vivo pelo canal da Videosaúde Distribuidora no Youtube, em português e em espanhol. Durante o seminário serão analisados contextos e processos recentes de reforma de sistemas da região e os entraves globais colocados para as políticas de saúde nesse cenário de novas realidades. Organizado no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (PPGSP/Ensp/Fiocruz), o Seminário terá 15h, e faz parte da disciplina de verão “Análise de políticas e sistemas de saúde em perspectiva comparada internacional”. A iniciativa está sob a responsabilidade da docente permanente do PPGSP e vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, e conta com palestrantes nacionais e internacionais.

O Seminário pretende explorar casos do Chile, Colômbia, Argentina e do México, países de renda média alta, populosos e de relevância geopolítica e econômica regional, marcados por diversidades e desigualdades. Para os debates, são considerados elementos relevantes as características estruturais dos sistemas de saúde, as conjunturas e orientações dos governos nacionais, as políticas e os processos recentes de reforma nos sistemas de saúde, os elementos de continuidade e mudança em dimensões críticas como o financiamento, as relações público privadas, o modelo de atenção, a cobertura e o acesso da população; e os desafios para a vigilância em saúde, especialmente em regiões de fronteiras.

Confira a programação completa:

1º dia - 19/2 - quarta-feira 
transmissão em português: https://www.youtube.com/live/4PRiIHwlHzo
transmissão em espanhol: https://www.youtube.com/live/XzTWuCgFoQs

9h: Abertura
9h30: Mesa 1: O Sistema de Saúde do Chile
Contexto, actores y agendas de reforma del sistema de salud chileno – Alex Alarcón Hein – Universidade do Chile
Resposta setorial à Covid-19 no Chile: um enfoque na Vigilância em saúde pública – Isabel Domingos – Universidade Federal Fluminense (UFF)
Reforma do sistema de saúde no Chile: a universalização da Atenção Primária à Saúde como caminho - Patty Fidelis - UFF
Comentários: Ligia Giovanella – Ensp/Fiocruz
Coordenação: Suelen Oliveira – pós-doutoranda da Ensp/Fiocruz

13h30: Mesa 2: O Sistema de Saúde da Colômbia
La configuración de alianzas público-privadas en salud: el caso Colombia – Yadira Borrero – Universidade de Antioquia, Colômbia
Disputas por la orientación del sistema de salud colombiano: la encrucijada de un gobierno alternativo (2022-2024) – Monica Uribe-Gomez – Universidade Nacional da Colômbia
Comentários: Adriana Mendoza Ruiz – Ensp/Fiocruz
Coordenação: Adriana Mendoza Ruiz – ENSP/Fiocruz

2º dia – 20/2/25 - quinta-feira 
transmissão em português: https://www.youtube.com/live/EQvBSxy8t40
transmissão em espanhol: https://www.youtube.com/live/i1HUwc5_UPI

9h: Mesa 3: Os sistemas de saúde da Argentina e do México
Tendências no sistema de saúde da Argentina: uma possível reforma? – Evangelina Martich – Universidad Carlos III de Madrid
O Sistema público de saúde no México. Transformações recentes e desafios estruturais - Oliva Lopez Arellano – Universidad Autonoma Metropolitana - Xochimilco
Comentários: Cristiani Vieira Machado – Ensp/Fiocruz
Coordenação: Eduarda dos Anjos – Doutoranda ENSP/Fiocruz

13h30: Mesa 4: Contexto Global, políticas nacionais: desafios para o direito à saúde no pós-pandemia
Políticas e sistemas de saúde na América Latina – perspectivas - Leonardo Castro – Projeto Saúde Amanhã/Fiocruz
Desafios dos sistemas de saúde para a atenção aos refugiados na Europa – Anna Christina Nowak – Universidade de Bielefeld, Alemanha
Racismo e desigualdades em saúde: das tramas históricas às reificações cotidianas – Roberta Gondim – Ensp/Fiocruz
Comentários: Adelyne Pereira – Ensp/Fiocruz
Coordenação: Analice Braga – VPEIC/ Fiocruz

3º dia – 21/2 - sexta-feira
transmissão em português: https://www.youtube.com/live/82BkoPzeTd8 
transmissão em espanhol: https://www.youtube.com/live/mcbWO4k8pAE

9h: Mesa 5: O Desafio da Vigilância em Saúde nas Fronteiras no cenário Pós Pandêmico
Carmen Seijas– Encarregada da Área de Vigilância Sanitária da População do Governo do Uruguai (participação remota)
Cristiam Carey Angeles – Coordenador Regional de Malária e OTV – Geresa - Loreto (Peru)
Rodrigo Lins Frutuoso - Oficial Nacional - Coordenação de Vigilância, Preparação e Resposta à Emergências e Desastres da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS)
Sebastián Tobar - Assessor do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz), ex-coordenador nacional pela Argentina do Mercosul Saúde e do Conselho de Saúde da União de Nações Sul-Americanas (Unasul)
Coordenação: Eduarda Cesse – PPG-SP/IAM/Fiocruz-PE e Andrea Sobral – PPGSPMA/ENSP/Fiocruz

Para a realização do Seminário, o PPGSP da Ensp/Fiocruz conta com a parceria do Programa Educacional em Vigilância em Saúde nas Fronteiras (VigiFronteiras-Brasil) e o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiore (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) e da plataforma The Global Health Network - Latin America and the Caribbean (TGHN/LAC). 

A transmissão via Youtube é aberta para o público amplo. No entanto, nesse formato, não haverá certificação para o público participante. Os participantes inscritos no Seminário receberão, por e-mail, informações de acesso à plataforma para participação no evento, de confirmação de presença e também para certificação.

Publicado em 22/01/2025

Fiocruz debaterá desafios dos sistema de saúde da AL em seminário internacional: últimas vagas

Autor(a): 
Isabela Schincariol

As inscrições para o Seminário Internacional Desafios para os sistemas de saúde na América Latina pós-pandemia seguem abertas até o dia 31 de janeiro. O encontro, marcado para os dias 19, 20 e 21 de fevereiro, pretende analisar o contexto e os processos recentes de reforma de sistemas da região e os entraves globais colocados para as políticas de saúde nesse cenário de novas realidades. O Seminário integra uma disciplina de verão oferecida pela Ensp/Fiocruz neste ano de 2025. No entanto, as inscrições para o seminário são diferenciadas e devem ser realizadas por meio do Campus Virtual Fiocruz, com vagas para participação presencial e à distância, valendo crédito acadêmico para os estudantes de pós-graduação. Ademais, o Seminário também será transmitido ao vivo para interessados no tema de maneira ampla pelo canal da Videosaúde Distribuidora no Youtube, em português e em espanhol. Restam poucas vagas! Acompanhe e inscreva-se!

Organizado no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (PPGSP/Ensp/Fiocruz), o Seminário terá 15h, equivalente a um crédito acadêmico, e faz parte da disciplina de verão “Análise de políticas e sistemas de saúde em perspectiva comparada internacional”. A iniciativa está sob a responsabilidade da docente permanente do PPGSP e vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, e conta com palestrantes nacionais e internacionais.

O Seminário é uma realização do PPGSP da Ensp/Fiocruz, em parceria com o Programa Educacional em Vigilância em Saúde nas Fronteiras (VigiFronteiras-Brasil) e o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiore (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) e da plataforma The Global Health Network - Latin America and the Caribbean (TGHN/LAC). 

Conjunturas, políticas, modelos, características e cobertura

Como é sabido, os países da América Latina são marcados por profundas desigualdades histórico-estruturais, que se expressam nas condições de saúde das populações. Além disso, os sistemas de saúde da região são caracterizados, em sua maioria, por segmentação e fragmentação institucional, por financiamento público insuficiente e por dificuldades em efetivar a saúde como direito de cidadania. Desde os anos 1990, reformas ampliaram a participação do setor privado nos sistemas de saúde da região. Em alguns países, houve aumento de gastos privados por desembolso direto das famílias ou por meio de empresas de planos e seguros de saúde, acentuando as iniquidades. 

A partir desse pano de fundo, o Seminário pretende analisar casos do Chile, Colômbia, Argentina e do México, países de renda média alta, populosos e de relevância geopolítica e econômica regional, marcados por diversidades e desigualdades. Para os debates, são considerados elementos relevantes as características estruturais dos sistemas de saúde, as conjunturas e orientações dos governos nacionais, as políticas e os processos recentes de reforma nos sistemas de saúde, os elementos de continuidade e mudança em dimensões críticas como o financiamento, as relações público privadas, o modelo de atenção, a cobertura e o acesso da população; e desafios para a vigilância em saúde, especialmente em regiões de fronteiras.
 
Para Cristiani, a "análise dos casos desses países em perspectiva comparada é importante para a formação de estudantes de pós-graduação em Saúde Coletiva e profissionais do SUS, ao permitir a compreensão das dificuldades enfrentadas para fortalecer os sistemas públicos de saúde e assegurar o direito à saúde na América Latina, trazendo lições para o Brasil e outros países da região. Além disso, provoca reflexões sobre desafios que transcendem as fronteiras nacionais, como as repercussões da dinâmica capitalista na saúde, as mudanças na geopolítica mundial, as assimetrias entre países, e os limites da governança global em saúde, que ficaram evidentes no período da pandemia de Covid-19", detalhou ela. 

Seminário internacional: público-alvo, inscrições e certificados

As inscrições para o Seminário são voltadas especialmente aos estudantes de pós-graduação da Fiocruz interessados na temática e sua participação valerá crédito, mas elas também estão abertas a alunos de outras instituições; docentes, pesquisadores, gestores, profissionais de saúde e outros. A prioridade de inscrição é para estudantes e docentes de programas de pós-graduação da Fiocruz, seguida de PPG externos, e depois demais interessados.

Vale ressaltar que o estudante de pós-graduação inscrito na disciplina de verão oferecida pela Ensp/Fiocruz - Análise de políticas e sistemas de saúde em perspectiva comparada internacional - estará automaticamente inscrito no Seminário Internacional, não sendo necessário realizar a  inscrição nas duas plataformas ou duas vezes. Tais estudantes participarão de maneira presencial e, durante o evento, deverão assinar a lista de presença da Disciplina em cada turno para receberem o certificado de participação e o crédito acadêmico.

Para os demais interessados, a inscrição isolada no Seminário Internacional deve ser realizada até 31 de janeiro de 2025, por meio do Campus Virtual Fiocruz, escolhendo a modalidade de participação: presencial ou à distância. A carga horária de 15 horas corresponde a um crédito acadêmico, mas também haverá emissão de certificado de participação, desde que os inscritos cumpram no mínimo 75% da carga horária. Alunos inscritos online participarão pela plataforma zoom, com controle de frequência e conta com tradução português-espanhol-português. 

A transmissão via Youtube é aberta para o público amplo, e também conta com transmissão em português e espanhol. No entanto, nesse formato, não haverá certificação para o público participante.

Inscreva-se já no Seminário Internacional Desafios para os sistemas de saúde na América Latina pós-pandemia!

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