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Publicado em 07/02/2025
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Sextas ilustra a vida com uma lição de botânica

Autor(a): 
Ana Furniel

Esta semana, o Sextas ilustra o poema de Ricardo Gil Soeiro "Lição de Botânica", do livro Lições de Miragem. O poeta português tem vários ensaios publicados, entre os quais Gramática da Esperança (2009), Poéticas da Incompletude (2017), Volúpia do Desastre (2019) e O Enigma Claro da Matéria (2019). Ele também organizou o volume 'As Artes do Sentido' e coeditou Paul Celan: Da Ética do Silêncio à Poética do Encontro (2014), Das Cinzas do Silêncio à Palavra do Fogo (2018) e O Nada virado do Avesso (2019).

No âmbito da poesia, publicou obras como Caligraphia do Espanto (2010), Labor Inquieto (2011), Da Vida das Marionetas (2012) ou Pirilampos (2022). Em 2012, publicou a lume L’apprendista di enigmi, uma antologia poética traduzida para italiano. Com Iminência do Encontro foi agraciado com o Prémio PEN Clube Português – Primeira Obra 2010. Com o livro A Sabedoria da Incerteza foi finalista do Prémio PEN de Ensaio 2016. Com o livro Palimpsesto foi finalista do Prémio SPA 2017. Com A Rosa de Paracelso foi finalista do Grande Prémio de Literatura DST 2018. Em 2019, foi homenageado pelo Instituto Cultural Romeno com o título honorário Amicus Romaniae 2019.

Ricardo é pesquisador e professor de Estudos de Literatura, Arte e Cultura na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Com informações da Editora Assírio & Alvim

 

 

#ParaTodosVerem Banner com fundo rosa, no lado direito há marcas de tinta aquarela em diversas cores, amarelo, verde e azul, no canto inferior esquerdo do banner, ilustrações de passarinhos voando. No centro o poema de Ricardo Gil Soeiro, Lição de Botânica:

 

A alga queria ser flor,

a flor queria ser árvore,

a árvore queria ser 

pássaro.

 

O homem queria 

ser asa.