Quais são as condições e prioridades de políticas de Saúde e Educação a serem consideradas nas favelas brasileiras? O ‘Censo Demográfico 2022: Favelas e Comunidades Urbanas: Resultados do universo’ mostrou a pluralidade nas condições de ocupação dos territórios de “favelas”, ao apurar a quantidade de estabelecimentos de Saúde e Educação nesses territórios.
Além dos domicílios, o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) coletou informações sobre os estabelecimentos existentes no Brasil, classificados em cinco espécies: ensino, saúde, religioso, agropecuário e outras finalidades, como os estabelecimentos comerciais. O mapeamento identificou 7,8 mil estabelecimentos de ensino (2,98% do total nacional de 264,4 mil) e 2,7 mil estabelecimentos de saúde (1,12% do total nacional de 247,5 mil) nas favelas e comunidades urbanas. São percentuais substancialmente inferiores aos dos moradores destas localidades, que somam 16% dos brasileiros.
Para entender melhor o panorama e as perspectivas, a edição nº 98 da Revista Poli traz uma reportagem especial sobre “Saúde e educação: desafios semelhantes, territórios nem tanto”, do jornalista Paulo Schueler.
Além desta reportagem, o primeiro número de 2025 da Poli trata das novas mudanças do Ensino Médio e um especial sobre os cinco anos do início da pandemia de Covid-19.