O controle de arboviroses e o uso de dados sociais e de saúde para avaliação de políticas públicas guiarão as discussões do terceiro seminário do 33º Ciclo de Debates do Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde (Nethis), que acontece no dia 14 de maio, das 14h às 16h.
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A atividade abordará como diferentes estratégias em saúde pública podem contribuir para orientar políticas e enfrentar desafios relacionados às condições de vida e ao acesso à saúde. Em contextos como o Delta do Parnaíba, ponto focal desta edição do Ciclo de Debates, essas questões ganham contornos próprios ao envolver fatores ambientais e vulnerabilidades sociais.
O seminário é aberto ao público e terá transmissão ao vivo pelo canal da Fiocruz Brasília no YouTube. Confira a composição da mesa de debate.
– Luciano Moreira, pesquisador da Fiocruz e líder do Método Wolbachia no Brasil (World Mosquito Program)
Tema: A Jornada de uma Bactéria contra Arboviroses
– Maurício Barreto, coordenador científico do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia)
Tema: Coorte de 100 milhões de Brasileiros, Estudo da Saúde da População e Avaliação do Impacto de Políticas e Intervenções
Moderação:
– Cláudio Maierovitch, pesquisador da Fiocruz Brasília
A Escola de Governo Fiocruz – Brasília emitirá certificado para os participantes inscritos que acompanharem a atividade. Não perca!
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Essa atividade integra a programação do Observatório Armagedom, que focaliza temas estratégicos sobre a saúde pública, buscando contribuir para a formulação de políticas públicas, em especial, quanto ao enfrentamento de doenças infecciosas.
Mais informações: (61) 3329-4661 | nethis@fiocruz.br
#ParaTodosVerem Banner com uma fotografia no topo de uma paisagem com dunas de areia claras, água em primeiro plano, pequenos barcos e algumas cabanas à beira da praia, no topo está o título: Políticas Públicas e Impactos Socioeconômicos: um diálogo interdisciplinar. Logo abaixo, lê-se: 33º Ciclo de Debates do Nethis | 14 de maio - 14h. Na metade inferior do cartaz aparecem três fotografias de participantes do evento. Luciano Moreira — pesquisador da Fiocruz e líder do Método Wolbachia no Brasil (World Mosquito Program). O tema associado é: A Jornada de uma Bactéria contra Arboviroses, ele é um homem branco, com camisa social. Maurício Barreto — coordenador científico do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia). O tema associado é: “Coorte de 100 milhões de Brasileiros, Estudo da Saúde da População e Avaliação do Impacto de Políticas e Intervenções, ele é um homem com barba e cabelos brancos, está com uma blusa xadrez e óculos. O moderador será Cláudio Maierovitch — pesquisador da Fiocruz Brasília, um homem branco com cabelo e barba branca, está com uma blusa no tom escuro e óculos.
O 18º Simpósio Internacional sobre Esquistossomose, cujo tema será A saúde global e a esquistossomose, ocorrerá entre os dias 22 e 25 de novembro, no Rio de Janeiro. Bianual, o encontro é um dos mais importantes na área. Entre os apoiadores estão o Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, o CNPq, a Faperj e a Fiotec. A organização do evento é da Fiocruz. As inscrições podem ser feitas no site do Simpósio.
O Simpósio promoverá a cooperação dentro e fora do país, além de fomentar parcerias – considerando experiências locais, regionais e internacionais –, contribuir para a formação profissional voltada ao SUS e estimular o debate sobre políticas públicas eficazes contra a esquistossomose. Trata-se de uma doença socialmente determinada, causada pelo verme Schistosoma mansoni, conhecida como xistose, barriga d’água ou doença de caramujos. A enfermidade tem registro em 54 países. Atinge a África, o Mediterrâneo Oriental, o Caribe, a Venezuela e o Brasil. Por aqui, 1,5 milhão de pessoas vivem sob risco de contraí-la. As regiões mais afetadas são o Sudeste e o Nordeste. A Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB/Fiocruz) está à frente do evento, por meio da Rede Fio-Schisto – que integra o Programa de Pesquisa Translacional da Fundação.
Dados do Ministério da Saúde – de 2010 a 2023 – expõem o retrato. Segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação, com base na raça e cor, a população parda é a mais atingida pela doença: 48,27%. Vêm depois os brancos (29,74%), os pretos (8,86%), os amarelos (0,97%) e os indígenas (0,28%). Pessoas sem identificação de raça/cor somam 11,88%. Por gênero, os homens lideram com 58,6% em relação às mulheres (41,68%). Por território, a doença se destaca nas áreas urbanas, com 78,35%, enquanto nos espaços rurais a porcentagem é de 15,97%.
O quadro epidemiológico estará no centro das discussões. A programação dará ênfase à cooperação Sul-Sul, ao desenvolvimento de vacinas, medicamentos e testes diagnósticos, saneamento, ao acesso à água potável, ao controle do hospedeiro intermediário, à educação em saúde, à atenção primária e à epidemiologia. O evento também discutirá os avanços em relação à meta da Organização Mundial da Saúde de eliminar a esquistossomose como problema de saúde pública até 2030, o que está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
“Esta edição representa uma oportunidade para fortalecer as políticas públicas de saúde no Brasil. Vamos reunir especialistas de várias áreas, de estados do Brasil e de outros países, para discutir os diferentes aspectos ligados à esquistossomose, do diagnóstico à eliminação da doença. É uma pauta importante das agendas de saúde, tanto do Brasil quanto de instituições estrangeiras”, afirma Marcelo Pelajo, presidente da organização do simpósio e vice-presidente adjunto da Vice-Presidência de Saúde Global e Relações Internacionais (VPSGRI/Fiocruz).
A programação prevê cursos, workshops e sessões de treinamento. O foco é a formação e atualização de recursos humanos, com participação de estudantes e coordenadores do Programa de Controle da Esquistossomose. Pesquisadores em início de carreira terão espaço para apresentar oralmente seus projetos.
O Simpósio promoverá atividades de educação, popularização e divulgação científica dirigidas. A ideia é garantir a participação plena de profissionais da atenção primária do SUS, estudantes, gestores e pesquisadores. Outra vertente será reforçar o papel das coleções biológicas, como as de helmintos e moluscos, no mapeamento epidemiológico e na conscientização popular sobre a doença. O evento também explorará a interseção entre o mapa epidemiológico da esquistossomose e as mudanças climáticas, utilizando essas coleções como referenciais para a projeção de cenários futuros.
Serviço
18º Simpósio Internacional sobre Esquistossomose
Data: 22 a 25/11
Local: Centro de Convenções & Hotéis Windsor
Rua Martinho de Mesquita, 129, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Informações e inscrições: https://ppt.fiocruz.br/simposios/schisto/18simposio/
Instagram: @schistosymposium2026
#ParaTodosVerem Banner com uma imagem de fundo desfocada, há morros, prédios e a orla da praia. Por cima da imagem a seguinte informação: 18º Simpósio Internacional sobre Esquistossomose, a saúde global e a essquistossomose - Inscrições abertas, 08 de maio de 2026, há uma figura ilustrativa de um caracol, acesse o site ou escaneie o QR COde e saiba mais.
O Departamento de Arquivo e Documentação (DAD) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) realiza, no dia 18 de maio, às 9h30, a segunda edição da série intitulada Diálogos no arquivo, que promove debates sobre o patrimônio documental, em especial, acervos pessoais. O evento é destinado a pesquisadores e estudantes das áreas de Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e História e aberto para os demais interessados no tema. Haverá tradução em libras.
Com o tema História oral e arquivos pessoais, a palestra será ministrada por Laurinda Rosa Maciel e Renata Borges, ambas da Casa de Oswaldo Cruz, no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz em Manguinhos.
O encontro, que contará com mediação de Thayane Vicente Vam de Berg, pesquisadora do DAD, e de Cecilia Ewbank, professora do Departamento de Museologia da UniRio, tem como intuito contribuir para o desenvolvimento das pesquisas sobre arquivos pessoais; produzir conhecimentos que contribuam para a preservação do patrimônio documental e cultural; e proporcionar a divulgação e popularização do tema na sociedade.
As palestras do ciclo de debates serão ministradas por arquivistas, museólogos, historiadores e demais profissionais de instituições públicas ou privadas, responsáveis pela salvaguarda, pesquisa e difusão de acervos pessoais. A primeira edição do ciclo de debates Diálogos no arquivo, realizada em março, abordou o tema Os arquivos pessoais da Casa de Oswaldo Cruz.
#ParaTodosVerem Banner com fundo azul, no centro as informações: Diálogos no arquivo, história oral e arquivos pessoais, no dia 18 de maio às 9h30. Na parte inferior a foto de duas mulheres em preto e branco, Laurinda Rosa Maciel (COC/Fiocruz), ela está de óculos e possui cabelos cacheados e Renata Borges (COC/Fiocruz), também usa óculos, e possui cabelos cacheados escuros. As mediadoras serão Thayane Vicente Vam de Berg (COC/Fiocruz) e Cecilia Ewbank (UNIRIO). Será no no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira - CDHS, no campus da Fiocruz em Manguinhos.
Com objetivo de ampliar a presença da bioética em sua agenda institucional, a Fiocruz promove, em 12 de maio, o evento Cooperação entre a Fiocruz e a Global Health Bioethics Network (GHBN): desafios para a cooperação internacional. O encontro será realizado das 9h às 12h e terá transmissão ao vivo e tradução simultânea.
A iniciativa marca um novo momento na inserção da América Latina em redes globais de bioética, a partir da parceria entre a Fiocruz e a GHBN, coordenada pela Universidade de Oxford. Além de apresentações institucionais, a programação inclui o lançamento público da participação da Fiocruz na Global Health Bioethics Network e visa fortalecer a colaboração institucional e intensificar a integração da GHBN com a rede latino-americana.
Com a presença de representantes da Fundação, da Universidade de Oxford e de integrantes da rede internacional, a atividade será voltada a estudantes, pesquisadores e coordenadores de ensaios clínicos. Após a abertura, a programação seguirá com visitas às instalações históricas e à fábrica de vacinas da Fiocruz.
Consolidada com a entrada da instituição na rede em 2024, por meio do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva e do Núcleo Interdisciplinar em Emergências em Saúde em Saúde Publica (Niesp/CEE), a cooperação tem como foco o fortalecimento de pesquisas lideradas por países de baixa e média renda e o enfrentamento de dilemas éticos em saúde global, especialmente nos contextos da África, Ásia e América Latina.
Serviço
Cooperação entre a Fiocruz e a Global Health Bioethics Network (GHBN): desafios para a cooperação internacional
Local: auditório de Bio-Manguinhos, campus da Fiocruz em Manguinhos (Avenida Brasil 4.365)
Data: 12/05/2026
Horário: 9h às 12h
#ParaTodosVerem Banner com fundo branco e azul escuro, no topo há uma fotografia em close do Castelo Mourisco da Fiocruz, com faixas coloridas e com o título ao lado: Cooperação entre a Fiocruz e a Global Healthy Bioethics network (GHBN), desafios para a cooperação internacional. Reserve a data, será no dia 12/05 no auditório de Bio-Manguinhos, de 9h às 12h. O objetivo do encontro será fortalecer a colaboração, promover a bioética na agenda da Fiocruz e integrar a GHBN com a rede da América Latina, o público-alvo são estudantes, pesquisadores e coordenadores de ensaios clínicos da Fiocruz, a transmissão será no Canal da Fiocruz no Youtube.
O Sextas de Poesia faz sua homenagem ao dia das mães, celebrado neste domingo, 10 de maio, a todas que de alguma forma vivem a maternagem, às vezes na barriga, na escolha, na adoção, no cuidado e sempre no amor. Escolhemos a canção "Dona Cila", avó da cantora e compositora brasileira Maria Gadú, homenageada na música de mesmo nome.
Feliz Dia das mães!
#ParaTodosVerem Desenho feito com caneta azul em um papel branco com linhas, na ilustração há o rosto de uma mulher do lado esquerdo, ao lado do seu rosto há um bebê enrolado em um pano, seus olhos estão fechados. Na parte inferior da figuro há um trecho da canção Dona Cila, de Maria Gadú:
De todo amor que eu tenho
Metade foi tu, que me deu
Salvando minh'alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu.
As pesquisas podem ser qualitativas ou quantitativas; básicas ou aplicadas; elas podem ser explicativas, exploratórias ou descritivas. Independentemente de sua abordagem, natureza ou objetivo, toda pesquisa precisa de técnicas e métodos para ser desenvolvida. Com o objetivo de auxiliar estudantes de pós-graduação e outros interessados na temática a realizarem seus trabalhos acadêmicos, o Campus Virtual Fiocruz lança hoje a nova oferta da segunda edição do curso, online e gratuito, Metodologia da Pesquisa Científica. A formação é autoinstrucional e composta de quatro aulas que somam 40h. As inscrições estão abertas!
A nova oferta do curso autoinstrucional foi revista e ampliada. A primeira edição foi lançada em agosto de 2019 e cursada por mais de 47 mil alunos de todo o país! A segunda edição, lançada em agosto de 2022, certificou mais de 35 mil alunos.
A vice-presidente adjunta de Educação da Fiocruz e coordenadora acadêmica da formação, Eduarda Cesse, falou da importância da abertura de uma nova oferta do curso como ferramenta de democratização do conhecimento: "A pesquisa científica é uma ferramenta essencial para transformar perguntas em conhecimento e conhecimento em ação. O relançamento deste curso reafirma o compromisso da Fundação Oswaldo Cruz com a democratização do acesso à formação qualificada, crítica e acessível, fortalecendo estudantes, profissionais e pesquisadores na produção de evidências comprometidas com a realidade social e a saúde pública", pontuou Cesse.
Esta formação se aplica a diversos contextos, especialmente ao campo da saúde pública, e vai apresentar métodos e os diferentes tipos de pesquisa para que o estudante seja capaz de desenvolver sua dissertação com autonomia e segurança. Espera-se que os participantes aprendam sobre os princípios da metodologia da pesquisa para construção do conhecimento científico e suas aplicações em ciência e tecnologia, e sejam capazes de adotá-los alinhados a princípios éticos, com o domínio de técnicas de coleta de dados para gerar informação. Da mesma forma, a ideia é que os alunos desenvolvam a competência de realizar estudos aplicados à gestão, revisão de literatura, conceitos básicos e o desenvolvimento de projeto de pesquisa.
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A terceira edição do projeto “Diálogos Sul-Sul de Comunicação, Informação e Saúde”, acontecerá na quarta-feira, 13 de maio, às 14 horas, com a presença de pesquisadores da República Dominicana. A aula aberta, realizada no Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS/Icict/Fiocruz), será remota e abordará semelhanças e desafios entre os sistemas de saúde dos dois países. O evento será transmitido para os dois países pelo canal da VídeoSaúde no YouTube. O tema será "Perspectivas da República Dominicana e do Brasil".
Participarão da aula os professores Carol Martinez, do Círculo de Periodistas de la Saúde (Cipesa) e Raúl Hernandez, da Universidad Autônoma de Santo Domingo (Uasd). Pelo Brasil, estarão presentes as professoras do PPGICS, Pâmela Pinto, pesquisadora do Laboratório de Comunicação e Saúde – Laces/Icict, e Kizi Araújo, do Laboratório de Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Licts e vice-diretora de Ensino, do Icict/Fiocruz, professoras do PPGICS. A moderação da aula aberta será do assessor de Assuntos Internacionais do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Icict/Fiocruz, Vinicius Ferreira.
A atividade é fruto de ações de internacionalização desenvolvidas por pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) e da República Dominicana. Tem como objetivo apresentar uma síntese dos modelos de saúde e dos desafios vivenciados na interface da comunicação e informação pelos dois países.
Segundo Pâmela Pinto “os dois países oferecem um cenário comparativo relevante para cultivar trocas de saberes”. Para a professora do PPGICS, a ideia é compartilhar experiências do SUS, um modelo gratuito e universal, com o sistema de saúde da República Dominicana, baseado na seguridade social. “Essa proximidade será importante para conhecermos as estratégias do país para redução das desigualdades no acesso à saúde”. Ela explica que “nos dois países o debate sobre a comunicação e a informação é um tema central para pensar sobre o direito à saúde.”
Desafios comuns
O panorama latino da saúde é marcado pelos processos de colonização, ditaduras militares e crises socioeconômicas. Esse território comum trouxe desafios semelhantes, que serão temas de próximos encontros entre pesquisadores do Brasil e da República Dominicana, a exemplo das mudanças climáticas, do crescimento das doenças crônicas não transmissíveis e dos reflexos da urbanização crescente. Para Pâmela Pinto, essa agenda busca ampliar o debate sobre o acesso aos serviços de saúde da população dos dois países.
Em entrevista para ao site do PPGICS, Carol Martinez falou da importância da iniciativa, que considera “uma valiosa oportunidade para fortalecer o diálogo entre a ciência, a saúde pública, a comunicação e a cidadania”.
Segundo a presidente do Cipesa, “a nossa participação reafirma o compromisso institucional de promover uma comunicação em saúde ética, responsável e baseada em evidências, capaz de contribuir para uma melhor compreensão social das questões sanitárias e para o fortalecimento das capacidades na região.” Carol Martinez complementou afirmando: “valorizamos muito este espaço de cooperação, intercâmbio acadêmico e construção coletiva de conhecimento, por sua contribuição para o desenvolvimento de uma comunicação pública mais inclusiva, educativa e voltada para o bem-estar das comunidades, em conjunto com a Fiocruz, a Fundação Étikos e a Escola de Comunicação Social da Universidade Autônoma de Santo Domingo (UASD)”.
Carol Martinez finalizou agradecendo a oportunidade “de nos integrarmos a este importante esforço e reiteramos nossa disposição de continuar colaborando em ações que contribuam para o fortalecimento da informação, da educação e da participação social em saúde”, declarou.
Participe do evento online: canal da VídeoSaúde o YouTube.
Serviço
Evento internacional: Aula Aberta – Diálogos Sul-Sul de Comunicação, Informação e Saúde: “Perspectivas da República Dominicana e do Brasil”
Participantes: Carol Martinez, do Círculo de Periodistas de la Salud (CIPESA) e Raúl Hernandez, da Universidad Autônoma de Santo Domingo (UASD)
Participantes do Icict/Fiocruz: Pâmela Araújo Pinto, pesquisadora do Laces/Icict; e Kizi Araújo, do Licts e vice-diretora de Ensino do Icict/Fiocruz, ambas professoras do PPGICS/Icict
Moderação: Vinicius Ferreira - assessor de Assuntos Internacionais do Icict/Fiocruz
Data: 13/5/2026 – Quarta-feira | Horário: 14h
Transmissão online: VideoSaúde Distribuidora
#ParaTodosVerem Banner com fundo laranja. No topo está escrito Diálogos Sul-Sul: Comunicação, Informação e Saúde: perspectivas da República Dominicana e do Brasil”, à direita do título há um selo comemorativo “40 anos ICICT” e uma ilustração com os mapas da República Dominicana e do Brasil conectados por balões de conversa. No centro do cartaz aparecem as informações do evento: Data: 13/5, quarta-feira; Horário: 14h. Também há fotos dos participantes: Carol Martínez - Círculo de Periodistas de la Salud (CIPESA), uma mulher negra com cabelos escuros e lisos, está com uma blusa preta e Raúl Hernandez, da Universidad Autónoma de Santo Domingo, um homem branco, com barba grisalha, terno azul e óculos, também irá participar Pâmela Pinto (PPGICS/ICICT), Kizi Araújo (Direção/ICICT) e o moderador será Vinícius Ferreira (Direção/ICICT).
A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) promove, no dia 28 de maio, a 3ª Jornada Nacional de Iniciação Científica da Rede Provoc. O evento, que integra as comemorações de 40 anos do Programa de Vocação Científica (Provoc), vai reunir pesquisadores, professores e cerca de 280 estudantes de diversos estados e do Distrito Federal. A Jornada destaca o compromisso da Fiocruz com a difusão do conhecimento científico e tecnológico, atuando também como agente de cidadania, e tem como objetivos debater políticas públicas para a juventude e promover a iniciação científica no Ensino Médio.
Este é o terceiro ano que a EPSJV reúne jovens de diversas regiões do país para um intercâmbio científico e cultural por meio da Rede Provoc. Instituída a partir de 2022, a Rede Provoc Luiz Fernando Rocha Ferreira da Silva reúne estudantes de 30 escolas de 10 estados onde a Fiocruz está presente.
A programação tem início às 8h30, com recepção na Tenda Arena da EPSJV, seguida da mesa de abertura do evento, às 9h. Em seguida, serão realizadas homenagens a diretores e pesquisadores de outras unidades da Fiocruz, além de coordenadores, diretores de instituições conveniadas e participantes do Provoc. Ainda pela manhã, estudantes apresentam seus trabalhos de iniciação científica, atividade que se estende também para o período da tarde.
Para a coordenadora do Provoc, Cristiane Braga, o evento ultrapassa o caráter acadêmico. “Realizar a 3ª Jornada é um marco que transborda o aspecto acadêmico; é, essencialmente, um encontro de gerações comprometidas com o futuro da ciência para a sociedade”, afirma. Segundo ela, a presença de jovens de diferentes regiões do país reafirma o impacto da iniciação científica em suas trajetórias. “Ver jovens reunidos, compartilhando pesquisas, expectativas e sonhos, reafirma o papel transformador que a iniciação científica exerce em suas vidas”, destaca.
Por fim, Cristiane reforça o compromisso do Provoc e da Escola Politécnica como um todo com o futuro da ciência: “Que possamos ampliar cada vez mais o alcance deste programa e seguir possibilitando a vivência do cotidiano da pesquisa a esses jovens, fortalecendo o compromisso com uma ciência cidadã, crítica e inclusiva.”
Criado em 1986, o Programa de Vocação Científica (Provoc) da Fiocruz é coordenado pela Escola Politécnica. Pioneiro no Brasil, o Provoc inicia estudantes do Ensino Médio na pesquisa científica em saúde. “Este ano, a Jornada ganha um significado ainda mais profundo e especial ao celebrarmos os 40 anos do Provoc, este programa pioneiro que serviu de modelo e inspiração para diversas iniciativas em todo o país. São quatro décadas colaborando na formação de jovens pesquisadores e fortalecendo o trabalho de quem faz a educação e a ciência acontecerem no dia a dia”, destaca Cristiane.
Em 40 anos, mais de três mil estudantes das redes pública e privada, além de organizações sociais dos Complexos da Maré e de Manguinhos, no Rio de Janeiro, já passaram pelo Programa e, muitos deles, se tornaram pesquisadores. Ao longo desse tempo, o modelo de iniciação científica que constitui o Provoc não apenas se reproduz pelas instituições da Fiocruz, mas também se qualifica como uma referência para a iniciação científica em território nacional. A partir de 2022, o programa se expandiu com a criação da Rede Provoc Luiz Fernando da Rocha Ferreira da Silva, nomeada em homenagem a um dos idealizadores do Provoc e fundadores da EPSJV.
Data: 28 de maio de 2026
Horário: 9h às 17h
Local: EPSJV/Fiocruz – Av. Brasil, 4365, Manguinhos, Rio de Janeiro/RJ
#ParaTodosVerem Banner com tons escuros no fundo, com elementos gráficos abstratos e detalhes em azul-claro brilhante. No centro da arte há uma ilustração estilizada do Castelo Mourisco da Fiocruz em tons de azul, envolvido por formas orgânicas que lembram tinta escorrendo. Na parte inferior, aparecem silhuetas de várias pessoas em azul luminoso. No topo está escrito: 3ª Jornada Nacional de Iniciação Científica da Rede Provoc, será no dia 28 de maio, de 9h às 17h, no Auditório & Tendas na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio.
Com objetivo de oferecer instrumentos de combate ao racismo em equipamentos públicos e espaços de convívio nas favelas, a Coordenação de Cooperação Social da Fiocruz e o Movimento Negro Unificado do Rio de Janeiro (MNU-RJ) lançaram uma cartilha sobre saúde antirracista elaborada para uso de moradoras, moradores e profissionais dos territórios de favelas e periferias. O material apresenta orientações práticas, análises e contribuições de pesquisadores, profissionais da área da saúde, educação, segurança e moradores do território e já está disponível para download.
O lançamento da publicação ocorreu em abril, durante seminário que reuniu pesquisadores da Fiocruz, profissionais de saúde, moradores de favelas, articuladores de promoção da saúde e militantes do Movimento Negro Unificado no Instituto Social Acemades, em Vicente de Carvalho, Zona Norte do Rio de Janeiro.
O evento começou com a exibição do documentário Nzila: Favela, Ancestralidade e Saúde Antirracista que destaca a ancestralidade como base das lutas por dignidade e justiça nas favelas. Nzila (“caminho” na língua Bantu) é um produto de divulgação científica que valoriza e promove as tecnologias sociais construídas a partir dos saberes populares e da ciência. O filme foi realizado no âmbito do projeto Saúde na favela pela perspectiva antirracista e destaca as práticas antirracistas desenvolvidas por coletivos e movimentos sociais.
A mesa de debates contou com a presença de Heitor Silva, coordenador da Educação de Jovens e Adultos da Fiocruz (EJA-Fiocruz) pela Cooperação Social da presidência da Fiocruz; João Batista, professor de História do Município de Duque de Caxias e atual coordenador estadual do Movimento Negro Unificado do Rio de Janeiro (MNU-RJ); Miriam de Oliveira, psicóloga e Promotora popular de saúde antirracista de Vila aliança; e Vanda de Souza, coordenadora do Movimento Negro Unificado do Espírito Santo (MNU-ES).
“Para promover a saúde antirracista nos territórios, é preciso articular ações clínicas e políticas. Nas formações, moradores passaram a reconhecer o racismo em suas vivências e a romper o silenciamento. As pessoas que estão na favela veem a violência, sentem a violência, mas nem sempre sabem que isso é de ordem racial. A favela é silenciada, as pessoas são silenciadas, mas nossa intenção é fazer barulho”, explicou Miriam de Oliveira, psicóloga e Promotora popular de saúde antirracista de Vila aliança coordenadora do projeto na Vila Aliança.
A professora de filosofia e coordenadora do Movimento Negro Unificado do Espírito Santo, Vanda de Souza, destacou que “a maioria das coordenações locais e dos participantes do projeto é formada por mulheres, que buscam conhecer seus direitos e se fortalecer diante das violências cotidianas, dentro e fora de casa. A formação contribui para ampliar essa compreensão, ao reforçar que seu papel não é apenas cuidar, mas também lutar para que o cuidado seja uma responsabilidade coletiva”.
João Batista Carvalho, professor de História do município de Duque de Caxias e atual coordenador estadual do MNU-RJ, afirmou que a favela é um território majoritariamente negro e destacou a importância de fortalecer a presença de iniciativas como pré-vestibulares, projetos sociais e equipamentos de saúde nesses espaços, incentivando a população a se apropriar do próprio território.
“Nós lutamos para adquirir esse direito, pessoas que apanharam, morreram, sangraram para que a gente tivesse o direito de estar aqui e de lutar. A gente tem que reverenciar os que vieram antes de nós e pensar que se a luta hoje é muito difícil, ela já foi muitíssimo pior”, relatou encerrando a mesa de debates.
O microfone foi aberto para perguntas e contribuições do público, que em sua maioria relataram suas experiências durante a formação e a importância da luta antirracista para a sobrevivência. O seminário encerrou o seu debate com a apresentação doGrupo Música na Calçada, formado por alunos da Escola de Música de Manguinhos, com repertório popular e autoral.
Ao final do evento, o livreto foi distribuído para todas as pessoas presentes. O lançamento da cartilha Saúde na Favela Numa perspectiva Antirracista integra um conjunto de ações voltadas para os territórios de atuação do projeto, com previsão de novos ciclos de exibição do documentário e distribuição de exemplares físicos da publicação nos equipamentos de saúde e escolas localizadas nas sete favelas que receberam a formação de promotores populares de saúde antirracista. A expectativa é que a cartilha seja amplamente utilizada pelos profissionais de saúde, moradores, professores, alunos e trabalhadores ampliando o alcance do debate e incentivando práticas antirracistas e preservação dos direitos humanos.
Conflitos armados foram ponto crítico do processo formativo
O ano de 2025 foi marcado por fortes desafios à implementação do projeto nos territórios, devido a operações policiais letais em favelas da capital e da região metropolitana. As ações impactaram diretamente o cotidiano das comunidades, com interrupções frequentes de aulas e fechamento de clínicas da família, especialmente em áreas como Mangueirinha, Vila Aliança e Vila Cruzeiro, comprometendo o acesso à educação e à saúde.
Na semana de encerramento do curso em Cidade Alta, Mangueirinha e Vila Cruzeiro, ocorreu a operação policial mais letal do país, no Complexo da Penha, em outubro de 2025, que resultou em 122 mortes. O episódio gerou forte impacto psicológico nos moradores dos Complexos da Penha e do Alemão.
A cartilha é produto da experiência desenvolvida durante o ciclo de formação do projeto e apresenta diagnósticos das sete favelas do Rio de Janeiro que participaram: Manguinhos, Jacarezinho, Rocinha, Vila Cruzeiro, Cidade Alta, Mangueirinha e Vila Aliança. Além disso, o material destaca a importância de reconhecer as especificidades de cada território, ao mesmo tempo em que evidencia desigualdades estruturais. Um exemplo é a diferença na expectativa de vida entre bairros da cidade: enquanto moradores da Gávea vivem, em média, 80 anos, no Complexo do Alemão essa média é de cerca de 65 anos, refletindo fatores como renda, alimentação e acesso a serviços de saúde.
“Esses lugares, distintos entre si, são unidos pela falta, mas também possuem suas identidades próprias e nós precisamos escrever sobre elas. Essa cartilha apresenta essa complexidade por meio de uma abordagem humana, e que foi materializada pelo esforço dos moradores e profissionais dessas sete favelas”, explicou Leonardo Brasil Bueno, coordenador do projeto na Fiocruz.
Cerca de 80% dos usuários do Sistema Único de Saúde se autodeclaram negros, grupo que também concentra os maiores índices de morbimortalidade. O conteúdo evidencia como o racismo estrutural e institucional ainda dificulta o acesso equitativo aos serviços de saúde.
Como parte desse esforço, o projeto propõe a formação de promotores populares de saúde antirracista, com atuação voluntária nos territórios, visando fortalecer redes de solidariedade e ampliar o acesso à informação e à defesa do Sistema Único de Saúde.
Sobre o projeto
Saúde na Favela pela Perspectiva Antirracista visa a formação em promoção da saúde com acolhimento, escuta ativa e enfoque antirracista voltada para moradores de sete favelas do Rio de Janeiro que tenham passado por violações de direitos humanos. Também visa analisar as demandas locais frente à disponibilidade de serviços psicossociais para moradores dessas favelas na perspectiva antirracista do compartilhamento de saberes ancestrais, sobretudo reconhecendo e valorizando tais saberes, que estão presentes nos lugares de atuação do projeto. O projeto é realizado pela Coordenação de Cooperação Social da Fiocruz, em parceria com o Movimento Negro Unificado (MNU-RJ).
Curso do Campus Virtual fortalece debate sobre racismo e equidade racial
O curso Letramento Racial para Trabalhadores do SUS é online, gratuito e autoinstrucional, e está em sua segunda edição. A iniciativa propõe um mergulho crítico nas relações entre racismo e saúde e defende que ser antirracista é um compromisso ético e político, além de ser também um passo necessário para garantir o direito universal à saúde. Nesta segunda edição, o curso amplia e fortalece o debate sobre racismo institucional, equidade racial e práticas transformadoras no SUS, com conteúdos interativos, recursos abertos e acessíveis. Este curso foi o primeiro produto publicado no âmbito do edital Inova Educação - Recursos Educacionais Abertos, promovido pela Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz (VPEIC). A formação já certificou cerca de 30 mil alunos em suas duas ofertas.
Conheça a formação, dividida em dois módulos, com carga horária total de 30h e inscreva-se já!
Módulo 1 – Relações entre o racismo e a saúde como direito no Brasil - 15h
Módulo 2 - Prática antirracista como princípio do trabalho em saúde - 15h
#ParaTodosVerem Banner com o fundo de uma fotografia de uma favela, com casas muito próximas umas das outras em encostas, cobertas por um filtro em tons alaranjados e escuros. No topo, em letras brancas, aparece o título: CARTILHA - SAÚDE NA FAVELA NUMA PERSPECTIVA ANTIRRACISTA. Abaixo do título, há o subtítulo: Material para uso de moradoras, moradores e profissionais dos territórios, na parte inferior da imagem aparecem ilustrações de diferentes personagens como um homem idoso com óculos e bengala; um jovem, um médico com estetoscópio, uma policial, uma profissional de saúde segurando uma prancheta, uma médica usando jaleco e estetoscópio.
A programação de maio do Programa VideoSaúde, exibido no Canal Saúde, reúne documentários e curtas que abordam o Sistema Único de Saúde a partir de temas como trabalho, direitos humanos, memória e cuidado em saúde nos territórios. O mês tem início com 'Paracoco: endemia brasileira', filme exibido em diálogo com o Dia do Trabalhador, ao lançar luz sobre uma micose crônica que atinge majoritariamente trabalhadores e trabalhadoras rurais e permanece como uma doença negligenciada no país.
Em sintonia com o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, celebrado em 18 de maio, a grade dedica espaço especial à saúde mental, com produções que problematizam estigma, medo e cuidado em liberdade, como 'A casa do doido Alexandre e Reciclarte: oficina terapêutica em saúde mental'.
O mês se completa com as reflexões sobre violações de direitos e processos de reparação histórica em 'Filhos separados pela injustiça' e o registro de experiências comunitárias e tecnologias sociais desenvolvidas junto a comunidades quilombolas, durante a pandemia de covid 19. Ao articular audiovisual e saúde, a VideoSaúde reafirma o papel da comunicação pública na defesa da vida, da memória e dos princípios do SUS.
O programa VideoSaúde é exibido às segundas-feiras, às 22h30, no Canal Saúde e todos os filmes exibidos fazem parte do acervo da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz, disponível para consultas e pesquisas no Banco de Recursos Audiovisuais (Bravs).
Programação
04/05, segunda-feira, 22h30
Paracoco: endemia brasileira
A paracoco, como é mais conhecida, está entre as dez doenças crônicas que mais causam mortes no país. No Brasil, ocorrem 80% dos casos da doença, que se restringe à América Latina. Trata-se de uma micose brasileira que ataca qualquer órgão ou sistema do organismo e prejudica, principalmente, a saúde do trabalhador rural. O documentário 'Paracoco: endemia brasileira' percorre quatro estados brasileiros, ouvindo pessoas que contraíram a doença e profissionais de saúde, para retratar sintomas, formas de contágio e pesquisas, destacando a importância do diagnóstico no tratamento dos pacientes.
Reprises:
06/05, quarta, às 22h30
08/05, sexta, às 22h30
10/05, domingo, às 21h30
O Centenário da Independência do Brasil foi comemorado de forma grandiosa em 1922 com a exposição internacional que ocupou parte expressiva do centro da cidade do Rio de Janeiro, desde a região do Palácio Monroe (Cinelândia) até a Praça XV e Praça Mauá. Esse espaço comemorativo foi o palco de reflexões e balanços sobre os cem anos do Brasil independente e a construção de um país moderno. Um dos temas centrais apresentados em seus pavilhões foi o da saúde, em função da importância dos temas da higiene e da salubridade para a configuração da cidade do Rio de Janeiro como um lugar civilizado e moderno. O vídeo reflete o papel da saúde na exposição, que pressupõe uma análise do projeto hegemônico, excludente e eurocêntrico de modernização e de civilização. Trata-se da busca de uma problematização da relação da sociedade brasileira com seu passado, a partir da saúde pública e da ciência.
13/05, quarta, às 22h30
15/05, sexta, às 22h30
17/05, domingo, às 21h30
A casa do doido Alexandre | Reciclarte: oficina terapêutica em Saúde Mental | Brasil, aqui tem SUS – Campos de Júlio (MT)
O mito e o medo em torno de uma pessoa com transtornos mentais que assombra crianças no interior do Nordeste. O curta-metragem de ficção foi criado durante oficinas de audiovisual realizadas pelo Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre.
O vídeo apresenta a iniciativa premiada na 14ª Mostra Brasil Aqui tem SUS, que utiliza a reciclagem e o artesanato como ferramentas de reabilitação psicossocial. A prática promove autonomia, acolhimento e socialização para pessoas em sofrimento psíquico, sendo desenvolvida em municípios como Campos de Júlio em Mato Grosso.
20/05, quarta, às 22h30
22/05, sexta, às 22h30
24/05, domingo, às 21h30
Narrado por pessoas retiradas de seus pais, quando crianças, pelo Estado Brasileiro, de forma compulsória, porque os familiares eram pessoas atingidas pela hanseníase. O filme revela fatos verdadeiros, fortes e tristes, que mostram um passado marcado por lágrimas de crianças, hoje adultas, que tiveram e têm seus direitos negados, que sofreram e sofrem todo tipo de injustiça, violência, abuso e que hoje lutam por justiça e exigem reparação.
27/05, quarta, às 22h30
29/05, sexta, às 22h30
31/05, domingo, às 21h30
Programa VideoSaúde Especial - 30 anos em 30 minutos: a história da implantação do PSF em Campina Grande-PB | Comunidades quilombolas e Covid- 19: desenvolvimento de tecnologias sociais para a saúde - Programa Institucional de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Fiocruz
O documentário conta a história do Programa Saúde da Família (PSF) em Campina Grande, na Paraíba, que foi um dos 14 primeiros municípios a implantarem essa política pública no país. O trabalho desenvolvido na cidade serviu de referência para outras cidades. Em pouco mais de 30 minutos, o filme busca resgatar os 30 anos do PSF, desde o seu início, em 1994, até a sua conjuntura em 2004. É um importante registro da história do SUS na cidade e no país.
O vídeo registra o projeto que auxiliou na melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida de duas comunidades quilombolas localizadas na região do Jequitinhonha, em Minas Gerais, no contexto da pandemia de covid-19. Por meio de implementação de tecnologias sociais de baixo custo e de reaproveitamento de recursos hídricos, o objetivo do projeto foi garantir a sustentabilidade e a autonomia desses territórios. Este vídeo é um produto do edital Inova do Programa Institucional de Territórios Sustentáveis e Saudáveis (PITSS) da Fiocruz.
28/05, quinta-feira, às 23h