O Mestrado em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) recebe inscrições para o processo de seleção da turma de 2024. São oferecidas 15 vagas e os interessados podem se candidatar até 25 de setembro de 2023.
O objetivo do programa é formar pesquisadores qualificados para a produção de novos conhecimentos, que visam promover o diálogo entre saúde, ciência, tecnologia e sociedade e capazes de incentivar o desenvolvimento de novas ações e estratégias para o campo da divulgação científica. É dividido em três linhas de pesquisa: Cultura científica e sociedade; Educação, comunicação e mediação; Estudos de público/audiência.
O curso é destinado a museólogos, comunicadores, jornalistas, educadores, sociólogos, cenógrafos, produtores culturais, professores de ciências licenciados, pesquisadores de distintas áreas e àqueles que atuam, seja no âmbito acadêmico ou prático, na área da divulgação da ciência, da tecnologia e da saúde. Todos os candidatos precisam ter diploma de nível superior devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
Das vagas destinadas ao mestrado, 1 vaga será provida para candidatos(as) que se declararem Pessoa com Deficiência, 3 para candidatos(as) que se autodeclararem Negros (pretos e pardos) e 1 para candidatos(as) que se autodeclararem Indígenas.
As aulas serão, em geral, ministradas no Campus da Fiocruz em Manguinhos, Rio de Janeiro/RJ, prioritariamente, de segunda a quarta-feira, das 9 às 17h.
O mestrado é resultado de uma parceria da COC com o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), a Fundação Cecierj e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Acesse o cronograma do processo seletivo. Confira o edital e inscreva-se!
#ParaTodosVerem Banner com uma imagem no centro, na foto está um homem branco com cabelo grisalho e barba escura, vestindo uma blusa preta olhando um microscopio através do vidro. No lado esquerdo os dizeres: Faça mestrado em divulgação científica na Fiocruz.
A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) recebe inscrições para o curso livre Artes e ciências: diálogos possíveis com a divulgação científica. O curso tem como objetivo fomentar discussões sobre a perspectiva educativa e dialógica de diferentes formas de artes, bem como suas implicações nas ações de divulgação científica. As inscrições vão até 10 de julho.
Voltado para profissionais graduados e estudantes de graduação das áreas das ciências humanas, ciências sociais aplicadas e ciências da saúde, o curso apresenta uma metodologia teórica e prática, contando com leituras de peças teatrais, estudo de textos teóricos, exibição de filmes e debates acerca das temáticas abordadas.
Para participar, o candidato deve realizar a sua inscrição no Campus Virtual Fiocruz. Durante o período de inscrição, o candidato deverá encaminhar uma carta de intenção, apresentando os motivos que o levaram a escolher o curso, e o currículo. O resultado final dos candidatos aprovados será divulgado em 19 de julho.
Discutir as relações entre Artes & Ciências é de extrema importância para a construção de visões mais plurais e democráticas. O curso permitirá ao aluno entender os diferentes papéis e status sociais desses campos do conhecimento e suas possibilidades na divulgação científica.
As aulas serão realizadas de 24 de julho a 14 de agosto, em 4 encontros remotos (24, 26, 31 de julho e 2 de agosto) e 3 encontros presenciais (7, 9 e 14 de agosto), das 9h às 12:30h, com carga horária total de 28 horas. Os encontros presenciais acontecerão no Centro de Documentação e História da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz (CDHS/COC) - sala 304, localizado na Av. Brasil, 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro/RJ.
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
#ParaTodosVerem Banner com fundo na cor vinho, no centro o nome do curso - Artes e Ciências: diálogos possíveis com a divulgação científica. No lado superior direito, o período das inscrições e aulas.
Dar visibilidade à pesquisa em Humanidades e à atuação dos distintos grupos de pesquisa deste campo no Brasil é a proposta do site Humanamente - Divulgação Científica em Humanidades, lançado em junho, em iniciativa liderada pela pesquisadora Luisa Massarani, coordenadora do Instituto Nacional de Comunicação da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT), que tem sede na Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
O site apresenta as seções Ágora, Eclética e Nós das Redes, além de Bastidores. A primeira apresenta pesquisas em humanidades, com ênfase no contexto brasileiro, enquanto a seção Eclética destaca iniciativas interessantes de pesquisa e/ou divulgação científica em humanidades. Em Nós das Redes, o objetivo é permitir a articulação entre grupos de humanidades, apresentando as iniciativas contempladas no edital Pro-Humanidades do CNPq (edital 040/2022) e grupos de pesquisa em humanidades deste Conselho.
Os criadores do novo site explicam que a ideia é dar visibilidade aos projetos contemplados no Edital Pro-Humanidades do CNPq, no qual "Humanamente" também se insere, sem excluir outros estudos.
A nova plataforma é uma parceria com a Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD) e do Canal Saúde (Fiocruz), com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
#ParaTodosVerem Banner com fundo verde, a logo do site e o nome “Humanamente – Divulgação Científica em Humanidades”. No rodapé, o endereço do site: humanamente.fiocruz.br.
O 9º Encontro Virtual de Divulgação Científica, iniciativa da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) e do Fórum de Divulgação Científica da Fiocruz, traz para debate o tema Experiência das Regionais. O evento será realizado no dia 30 de março, às 10h, no Salão de Conferências do Centro de Documentação em História da Saúde, da Casa de Oswaldo Cruz (CDHS/COC), com transmissão pelo canal da VideoSaúde no Youtube e tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Os encontros virtuais visam reunir pesquisadores, professores e profissionais de diferentes áreas no debate sobre questões relacionadas ao cenário da divulgação de ciência na instituição, sem perder de vista o panorama brasileiro.
A nona e primeira edição de 2023 contará com a presença de Graça Rojas da Fiocruz Paraná/ICC, Cristiana Brito da Fiocruz Minas Gerais/IRR, Antônio Brotas da Fiocruz Bahia/IGM e Fernanda Marques da Fiocruz Bahia/Gereb. O encontro será mediado por Antônio Brotas.
A Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) promoverá no dia 18 de agosto, às 14h, o 3º encontro virtual de divulgação científica. O tema desta edição é Ciência Cidadã. A transmissão da mesa de debate pode ser acompanhada pelo canal da VideoSaúde Distribuidora no Youtube, com tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os encontros visam reunir pesquisadores, professores e profissionais de diferentes áreas para debater as questões relacionadas ao cenário da divulgação de ciência na instituição.
A iniciativa contará com a participação da coordenadora da Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fiocruz, Marcia Chame; do pesquisador da Fiocruz Pernambuco, André Monteiro; e da pesquisadora da UFRJ, Sarita Albagli. O encontro será mediado pela coordenadora de Informação e Comunicação da VPEIC, Vanessa Jorge.
Inclusão e acessibilidade é o tema do 2º Encontro Virtual de Divulgação Científica, iniciativa da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) e do Fórum de Divulgação Científica da Fiocruz. O evento está marcado para o dia 9 de junho, às 14h, com transmissão pelo canal da VideoSaúde no YouTube e tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Os encontros virtuais visam reunir pesquisadores, professores e profissionais de diferentes áreas no debate sobre questões relacionadas ao cenário da divulgação de ciência na instituição, sem perder de vista o panorama brasileiro.
A segunda edição de 2022 do encontro contará com a presença do vice-coordenador do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), Marcos Besserman; do coordenador-adjunto do curso de especialização em Direitos Humanos, Acessibilidade e Inclusão da Ensp, Armando Nembri; e da coordenadora da Seção de Formação do Serviço de Educação do Museu da Vida (COC), Hilda Gomes.
Também participará do debate a doutora em Ciência Humanas-Sociologia e professora do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF), Martha Moreira. A moderação será feita pela mestre em Saúde Pública e integrante do Comitê Fiocruz pela Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência, Sonia Gertner.
Já ouviu falar no #MeToo? Em artigo publicado na Reciis, as autoras Lais Rocio, Gabriela Alves e o autor Rafael Paes discutem sobre os bastidores da reportagem que geraram o #MeToo. Para falar mais sobre o assunto, no dia 16/12 (quinta-feira), às 18h, Lais Rocio participará de uma live no perfil da Reciis no Instagram (@reciis_fiocruz).
A live é uma ação que faz parte do projeto ‘Artigos e autores na mídia e nas redes sociais: para uma divulgação científica inovadora e acessível da Reciis’, o qual tem o objetivo de fortalecer as iniciativas de divulgação e popularização da ciência por meio da revista eletrônica do Icict, de modo a ampliar e tornar acessível o alcance do conhecimento científico no país.
A partir da análise do livro 'Ela disse: os bastidores da reportagem que impulsionou o #MeToo', de Jodi Kantor e Megan Twohey, autoras e autor propõem pensar a reportagem jornalística por meio de uma teoria crítica do jornalismo e de uma epistemologia feminista: “O processo da reportagem de encorajar, libertar e empoderar essas mulheres foi transformador, visto que as repórteres as procuravam com cuidado e
sensibilidade, e cada nova vítima que ia a público estimulava que outras se sentissem seguras, conquistando o legítimo direito à denúncia e à quebra de silêncio”.
Acesso Aberto
O artigo sobre o tema: Bastidores da reportagem sobre assédios sexuais que gerou o movimento #MeToo: reflexões sobre o jornalismo com perspectiva de gênero está disponível em acesso aberto. Leia e participe desse bate-papo.
Comunicação pública na saúde é o tema do próximo Encontro Virtual de Divulgação Científica, que já tem data marcada. No dia 12 de novembro, das 10h às 12h30, a Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) convida para um bate-papo em tempo real sobre formatos, linguagens e desafios da comunicação pública na área da saúde. É possível acompanhar o evento pelo canal da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz no Youtube, com tradução simultânea em libras.
Para compor a mesa, os convidados são: a coordenadora de Comunicação Social da Fiocruz, Elisa Andries; o assessor especial da TVE Bahia e Educadora FM da Bahia, Felipe Calheiros; e o coordenador e editor-chefe do Programa Radis de Comunicação e Saúde, Rogério Lannes. A responsável pela moderação do evento é a Coordenadora do Serviço de Jornalismo e Comunicação do Instituto Oswaldo Cruz, Raquel Aguiar.
Em suas edições anteriores, o Encontro Virtual de Divulgação Científica já abordou temáticas como: Diálogos entre ciência e sociedade: desafios da institucionalização; Redes de pesquisa e divulgação científica; e Divulgação científica e mídias sociais.
Assim como nas outras edições, o chat do Youtube estará aberto para questões e intervenções do público. Sem necessidade de inscrição prévia, o evento é voltado para pesquisadores, professores, estudantes e demais interessados. Participe!
Conheça os convidados
Elisa Andries. Coordenadora de Comunicação Social da Fiocruz. Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), trabalhou quase 10 anos no jornal O Globo, com passagens pelos jornais de Bairros e pelas editorias de Ciência, Internacional e Economia. Na Fiocruz desde 2002, atuou como assessora de comunicação da ENSP/Fiocruz e assumiu a comunicação da presidência em 2014, atuando em emergências sanitárias como ebola, zika, febre amarela e, agora, Covid-19.
Felipe Peres Calheiros. Assessor Especial da Direção Geral da TVE Bahia e Educadora FM da Bahia, tem trajetória na produção audiovisual e na comunicação pública. Graduado em Direito e em Administração, mestre em Extensão Rural e Desenvolvimento Local e doutorando em Educação Artística pela Universidade do Porto. Possui 20 prêmios e menções honrosas por documentários exibidos em mais de 100 festivais. Já atuou no Núcleo de TV e Rádios universitárias da Universidade Federal de Pernambuco e como Vice-Presidente e Diretor de Programação e Produção da Empresa Pernambuco de Comunicação S/A - TV Pernambuco.
Rogério Lannes Rocha. Jornalista, mestre em Comunicação e Cultura e doutorando em Informação e Comunicação em Saúde. É coordenador e editor-chefe do Programa Radis de Comunicação e Saúde, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Radis/Ensp).
Raquel Aguiar. Jornalista. Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Informação e Comunicação em Saúde (Icict/Fiocruz) com tese reconhecida com menção honrosa no Prêmio Capes de Teses em 2016. Coordenadora do Serviço de Jornalismo e Comunicação do Instituto Oswaldo Cruz, com larga experiência na comunicação em contextos de crises sanitárias. Temas de produção acadêmica: biopoder, desigualdade em saúde, crises sanitárias, doenças negligenciadas, Zika, Covid-19.
O primeiro Fórum de Ciência Aberta da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) foi realizado na última quinta-feira, dia 16, e contou com a participação de diversos representantes de unidades e pesquisadores da instituição. Uma ciência mais colaborativa e transparente é o que preza a ciência aberta, área que, com a inauguração do Fórum, dá mais um importante passo em direção à institucionalização na Fiocruz.
De maneira totalmente on-line, o objetivo do primeiro encontro foi realizar um balanço das ações de acesso aberto, recursos educacionais abertos e gestão, compartilhamento e abertura de dados para pesquisa. Foram apresentados projetos da instituição na área, como o Campus Virtual Fiocruz, o Educare e o repositório Arca. Também foi feito um levantamento de possíveis desafios para compor o planejamento estratégico da área nos próximos anos, além de contribuições para o Congresso Interno da Fiocruz.
O Fórum está sob a coordenação da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz (Vpeic/Fiocruz), através da Coordenação de Informação e Comunicação (Cinco), e a coordenação adjunta do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz).
“Trata-se de uma nova instância de governança das estratégias e políticas de ciência aberta da instituição. É o amadurecimento de um longo processo, que se desdobrou em muitas iniciativas e políticas estratégicas. Abarca diversas áreas: mais ligadas diretamente às políticas que já estão institucionalizadas e outras referentes à ciência da informação, à educação e à pesquisa”, pontuou Cristiani Vieira Machado, vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação.
Foram convidados pesquisadores de diversas áreas para compor o Fórum, pois “entende-se que o debate de ciência aberta é um debate de todos nós”, afirmou Cristiani. Segundo ela, é uma instância também de planejamento, sobre o desdobramento das estratégias e políticas a serem implementadas nos próximos anos. De acordo com calendário, já estão previstas pelo menos quatro reuniões em 2022 – o Fórum deverá se reunir periodicamente, pelo menos uma vez por trimestre.
A coordenadora de Informação e Comunicação e coordenadora do Fórum, Vanessa Jorge, compartilhou a emoção de estreia do Fórum e de tudo o que a sua constituição representa. “Observo o quanto o trabalho da Fiocruz é referência para outros atores do país em ciência aberta. Apesar dos desafios, continuamos pioneiros nessa conversa e nesse debate sobre abertura, proteção e gestão de dados”, pontuou durante a reunião.
Já o diretor do Icict/Fiocruz e coordenador adjunto do Fórum, Rodrigo Murtinho, afirmou que o Fórum aumenta a capacidade da Fiocruz de pensar uma estratégia ampla e estruturada na área da ciência aberta. “Não é à toa que é composto por tantos atores, ao inaugurarmos este Fórum é possível termos um espaço concreto para pensar grandes estratégias e unir todas as frentes da instituição de maneira combinada”, disse.
Na contramão do crescimento descomunal da desinformação científica e durante a maior crise sanitária já enfrentada pelo país, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publica a sua Política de Divulgação Científica. O documento é fruto do trabalho coletivo de um Grupo de Trabalho formado através da Coordenação de Divulgação Científica, vinculada à Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz. Disponível em versão digital, o documento de 21 páginas reúne os principais objetivos e diretrizes institucionais que fortalecem, ainda mais, o compromisso social com a ciência na Fiocruz.
Para a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Vieira Machado, a publicação representa um grande avanço, principalmente frente a fenômenos atuais como o negacionismo histórico e científico. “Uma vez publicada, o que esperamos é uma apropriação da Política por parte de pesquisadores, professores, trabalhadores e estudantes da Fiocruz. Devemos pensar não só em como comunicar na academia, mas também em como estabelecer um diálogo cada vez mais sólido com a sociedade”.
A coordenadora de Divulgação Científica da Fiocruz, Cristina Araripe, ressalta que o processo de construção dessa política foi extremamente enriquecedor: “Reunimos diferentes atores institucionais ligados à área de pesquisa e ensino em divulgação científica, além de profissionais que têm atuação importante nas mais diversas frentes de trabalho voltadas para a disseminação de conhecimento e comunicação pública da ciência e tecnologia”, diz.
O objetivo principal da Política é o de preencher uma lacuna na história da divulgação científica na Fiocruz: desde 2010 a proposta de elaboração do documento existe no planejamento estratégico da instituição. Foi apenas em 2017 que as ações de implementação começaram de fato a ganhar força. Em 2018, com o surgimento do Fórum de Divulgação Científica, foi possível vislumbrar a consolidação das iniciativas voltadas para a área. Agora, com a publicação oficial, é possível formalizar espaços e instrumentos dentro da gestão da instituição, gerando novas possibilidades de diálogo e democratizando o conhecimento em ciência e saúde.
Missão da Fiocruz com o povo brasileiro
Ao traçar um panorama histórico da Fundação, principalmente no que diz respeito à atuação na popularização e divulgação da ciência em diferentes contextos no Brasil e no mundo, o documento aponta importantes princípios seguidos pela instituição em seus 120 anos de existência. A democracia, os direitos humanos, o desenvolvimento sustentável e o compartilhamento do conhecimento são alguns pontos abordados no texto, que trata da apropriação do desenvolvimento científico e tecnológico por parte da população.
Na elaboração do documento, também foram levados em consideração pontos de interseção com a Política de Comunicação, com as políticas de Preservação dos Acervos Científicos e Culturais, de Inovação, de Memória Institucional e com a de Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência. Também houve interface com o Programa Institucional de Territórios Sustentáveis e Saudáveis e as estratégias de promoção de Equidade de Gênero e Raça. Isso tudo para garantir a transversalidade necessária para abarcar toda a atuação da Fiocruz na área.
“Queremos aumentar ainda mais o nosso potencial de diálogo com a população brasileira. Dessa forma, cumpriremos com a nossa missão”, finaliza a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz.