A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, por meio da Vice Direção de Ensino, está com vagas abertas para o Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família 2024/2026, na modalidade presencial - ensino em serviço. O prazo final para candidatos se inscreverem é até 1º de setembro.
Destinada a profissionais da área da saúde e caracterizada por formação em serviço, em regime de tempo integral, o programa, que é uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS/RJ) e o Ministério da Saúde (MS), é uma modalidade de ensino de pós-graduação lato sensu, sob a forma de curso de especialização, com 60 horas semanais, uma folga semanal, sob dedicação exclusiva, totalizando 5.760 horas.
O curso tem como objetivo promover o desenvolvimento de competências dos profissionais de saúde graduados (enfermeiro, cirurgião dentista, farmacêutico, profissional de educação física, assistente social, nutricionista e psicólogo), para atuar junto às equipes de saúde da família com desempenhos de excelência na organização do processo de trabalho, no cuidado à saúde (individual, familiar e coletiva) e nos processos de educação em saúde visando à melhoria da saúde e o bem estar dos indivíduos, suas famílias e comunidade.
São ofertadas 28 vagas, distribuídas por categoria profissional, sendo vagas de Ampla Concorrência (AC) para cada categoria profissional e vagas destinadas as Ações Afirmativas (NI ou PcD), sendo: 20% Pessoas negras, 7% PcD e 3% pessoas indígenas.
O programa terá dois anos de duração, em tempo integral, com atividades teóricas, atividades práticas e teórico-práticas de formação em serviço. As aulas serão realizadas de 1º de março de 2024 a 1º de março de 2026.
Confira o edital e inscreva-se!
Manual estará disponível no Arca da Fiocruz em breve
O Programa da Residência Multiprofissional em Saúde da Família (RMSF) finalizou a revisão do Manual do Residente. O objetivo do documento é apresentar como está estruturado o Programa da Residência:
Submetido ao Repositório do Arca Fiocruz, em breve o documento estará disponível em acesso aberto.
*Com informações da Ensp/Fiocruz e RMSF/Fiocruz.
O Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS) do Icict/Fiocruz promove, na quarta-feira, 16 de agosto, às 14h, a aula aberta Repensar a Cidadania a partir da Afrocentricidade. Com o objetivo de debater os desafios em relação à cidadania, e aos direitos à saúde, comunicação e informação na atualidade, o evento terá como palestrantes convidados o jornalista Tiago Rogero e a advogada e educadora popular Horrara Moreira. Aberto ao público, o evento será realizado no Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos, com transmissão ao vivo pelo canal da VideoSaúde no Youtube. Haverá tradução simultânea para Libras.
A aula marca o início de semestre da disciplina obrigatória Fundamentos da Informação e da Comunicação em Saúde II, coordenada pelos pesquisadores e docentes Rodrigo Murtinho, Renata Gracie e Viviane Veiga.
Inscreva-se aqui para participar!
Os palestrantes
Horrara Moreira é graduada em direito pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e tem capacitação em Proteção de Dados pelo Data Privacy Brasil. Educadora popular em Direitos Humanos desde 2015, ela vem estudando temas como Mobilização e Engajamento, Human Centered Design (processo de design centrado nas pessoas) e Práticas Colaborativas.
Atualmente, Horrara é articuladora e comunicadora social na Associação Data Privacy, organização da sociedade civil que promove a proteção de dados pessoais e outros direitos fundamentais a partir de uma perspectiva da justiça social e assimetrias de poder. Desde setembro de 2022, ela coordena a campanha Tire Meu Rosto da Sua Mira, movimento de mobilização da sociedade civil pelo banimento total do uso das tecnologias digitais de Reconhecimento Facial na Segurança Pública no Brasil.
O mineiro Tiago Rogero é jornalista freelancer e roteirista. Criou e coordenou o Projeto Querino, lançado em agosto de 2022 como um podcast produzido pela Rádio Novelo e uma série de publicações na Revista Piauí. Atualmente, Tiago está pesquisando e escrevendo o livro do Projeto para a editora Fósforo e trabalhando na adaptação do podcast em projeto educacional. Foi gerente de criação da Rádio Novelo – até julho deste ano – e repórter de O Globo, O Estado de S. Paulo e BandNews FM.
O jornalista também criou e apresentou os podcasts narrativos Vidas Negras (original Spotify, produzido pela Rádio Novelo), finalista do Third Coast International Audio Festival de 2021, e Negra Voz (jornal O Globo), vencedor do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog, em 2020. Além de se dedicar à pesquisa e à produção de conteúdos que colocam em evidência nomes da cultura negra apagados da História, Tiago compartilha sua experiência com o formato de podcast em cursos e oficinas para empresas, ONGs e coletivos populares.
Sobre o Projeto Querino
Série em áudio com oito episódios, o Projeto Querino busca rever a História do Brasil sob a perspectiva dos africanos e de seus descendentes. Cada episódio tem entre 50 e 59 minutos e se debruça sobre um assunto: a Independência, a produção de riqueza, a música, a educação, o trabalho, a religiosidade, a saúde e a política.
Os roteiros foram escritos com base em 54 entrevistas e numa ampla pesquisa. O podcast foi nomeado um dos 10 melhores trabalhos jornalísticos em áudio naquele ano pelo Prêmio Gabo (premiação que reconhece iniciativas jornalísticas latino-americanas).
O Projeto Querino integra a bibliografia da disciplina Fundamentos de Informação e Comunicação em Saúde II e, segundo o professor Rodrigo Murtinho, a aula aberta contribui para repensar nossos referenciais históricos e conceituais sobre cidadania, marcadamente baseados no pensamento e em autores europeus. "Para pensar a cidadania no Brasil é necessário incorporar o olhar afrocentrista que o Projeto Querino apresenta de forma singular. Uma forma objetiva de pensar essa cidadania é trazer para o debate a campanha “Tire Meu Rosto da Sua Mira”, que trata de questões tão importantes na atualidade: o combate ao racismo e o direito à privacidade e proteção de dados pessoais.”
As ilustrações criadas para os materiais de divulgação da aula tiveram como referência a obra de Abdias do Nascimento, ator, diretor e dramaturgo que militou contra a discriminação racial e pela valorização da cultura negra. Em 1944, ele foi o responsável pela criação do Teatro Experimental do Negro (TEN), no Rio de Janeiro.
AULA ABERTA – Repensar a Cidadania a partir da Afrocentricidade: direitos à saúde, comunicação e informação na atualidade
Quando: 16 de agosto (quarta-feira)
Horário: 14h
Onde: Salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos (Av. Brasil, 4.365 – Pavilhão Haity Moussatché – Campus Fiocruz Manguinhos)
Palestrantes: Tiago Rogero e Horrara Moreira
Capacidade: 70 lugares
Inscrições: eventos.icict.fiocruz.br
Transmissão: canal da VideoSaúde no YouTube
Haverá intérprete de Libras
Acompanhe:
O programa Sala de Convidados, do Canal Saúde, apresentou uma edição especial em comemoração aos 70 anos do Ministério da Saúde. A apresentadora Yasmine Saboya conversou com o médico sanitarista, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Ministro da Saúde no período de 2007 a 2010, José Gomes Temporão, com o pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Gilberto Hochman, e com o presidente do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Carlos Fidelis Pontes.
Durante o programa, a apresentadora e os convidados debateram assuntos como a função e a importância do Ministério da Saúde, debatendo como seria se não houvesse um ministério exclusivo para cuidar da saúde pública, a politização da saúde e a construção e fortalecimento do Ministério da Saúde e do Sistema Único de Saúde (SUS) e a importância da primeira mulher como ministra da saúde.
A Saúde Pública no Brasil ganhou uma pasta exclusiva apenas em 1953. Sete décadas se passaram desde o desmembramento do Ministério da Educação e Saúde Pública e a instituição do Ministério da Saúde, ainda no governo de Getúlio Vargas. Anos mais tarde, outro passo importante para a saúde da população brasileira foi a formulação do Sistema Único de Saúde (SUS) na Constituição Federal de 1988 e sua regulação nos anos 1990. A Saúde passou a ser considerada direito de todos e dever do Estado e a ter políticas sociais e econômicas garantidas.
Ao longo dessas 7 décadas, o Ministério da Saúde tornou-se responsável pelo maior programa de vacinação do mundo e de outros programas, como o Sistema Único de Saúde, Mais Médicos e grandes campanhas de saúde coletiva, e programas que são exemplos pelo mundo, como de DST’s e hepatites virais e mobilizações nacionais contra surtos, epidemias e pandemias.
Confira o programa completo:
Curso online do Campus Virtual fala sobre a história da saúde pública no Brasil
No contexto das comemorações que giram em torno da história da saúde pública, o Campus Virtual Fiocruz reforça a oferta do curso online e autoinstrucional História da Saúde Pública no Brasil, que segue com inscrições abertas.
O curso é uma iniciativa do Observatório História & Saúde (OHS) em articulação com a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (VPEIC/Fiocruz). Ele contempla a história da saúde pública no Brasil em seus diversos períodos históricos.
Produzido por docentes da Fiocruz, especialistas da área e integrantes do Observatório História e Saúde da Casa de Oswaldo Cruz, a formação busca promover o diálogo sistemático entre historiadores, cientistas sociais, formuladores de políticas, professores e trabalhadores da saúde. Sua missão é mobilizar e produzir conhecimento acerca dos processos históricos em saúde, em diálogo privilegiado com a Saúde Coletiva e demais abordagens sociais da Saúde, para apoio aos processos de formulação, monitoramento e avaliação de políticas no âmbito do sistema de saúde brasileiro e aprimoramento das decisões e práticas dos profissionais no campo da saúde.
Podem se inscrever alunos de pós-graduação de diferentes áreas do conhecimento e público em geral interessado na história da saúde no Brasil com foco nas políticas públicas de saúde.
Com carga horária total de 50h, está organizado em três áreas: Pesquisa histórica; Documentação e Informação; e Educação e Divulgação, e estruturado em três unidades:
Unidade 1 – Do império a primeira República: O surgimento da saúde pública
Unidade 2 – Do Período Getulista à Ditadura Civil Militar
Unidade 3 – Da Ditadura Civil Militar à regulamentação do SUS
O foco são as políticas de saúde; as condições de saúde de diversos setores da população e sua relação com os diferentes aspectos da organização social; as correntes de pensamento médico-sanitário que pautaram as ações de saúde; as transformações nos saberes médico-científicos e as práticas de saúde dos diferentes períodos; as epidemias; os diferentes conhecimentos e práticas para o seu controle e o papel das iniciativas privadas e filantrópicas no campo da saúde.
Conheça o curso e inscreva-se!
Além dos 70 anos do Ministério da Saúde, em agosto são celebrados o Dia Nacional da Saúde e o aniversário de Oswaldo Cruz. Para homenagear as datas, a VideoSaúde indica produções que contam a história da saúde no país. Confira:
Mudando o mundo
Em uma sala de aula, brinquedos e objetos ganham vida para ajudar a contar a história de descobertas científicas, na área da saúde, que mudaram o mundo. Em cinco divertidos episódios aprenda sobre Oswaldo Cruz e o combate à varíola; Adolpho Lutz e Emilio Ribas e a experiência sobre a transmissão da febre amarela; Carlos Chagas e a descoberta do inseto transmissor da Doença de Chagas; Manoel Dias de Abreu e a invenção da técnica de abreugrafia e Zé Gotinha e a importância da vacinação.
Revolta da Vacina
Com esquetes teatrais e depoimentos de médicos, pesquisadores e historiadores, este documentário apresenta a história da varíola, da vacina e da revolta popular de 1904, ocorrida no Rio de Janeiro, abordando as questões sociais, políticas e culturais que envolveram a campanha de vacinação do governo de Rodrigues Alves, em plena República Velha.
Oswaldo Cruz na Amazônia
No início do século XX, após a implantação das campanhas sanitárias no Rio de Janeiro, Oswaldo Cruz partiu para a Amazônia, em viagem de inspeção sanitária aos portos do Brasil. Em 1910, realizou campanha contra a febre amarela em Belém e, em visita às obras de construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré, estabeleceu um plano de combate à malária na região. Quase um século depois, utilizando filmes, fotografias, caricaturas, cartas e relatórios do cientista, uma equipe de pesquisadores da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) refez seu percurso e gerou este documentário, que resgata a memória e atualiza as principais questões de saúde por ele levantadas.
Anima Saúde | Rattus rattus
Rio de Janeiro, 1904. Oswaldo Cruz promove intenso combate à peste bubônica. Heitor, um pequeno imigrante, descobre uma maneira inusitada de ganhar dinheiro: caçar ratos.
A história da saúde pública no Brasil
Essa história começa com a chegada dos colonizadores portugueses, quando os problemas sanitários ficaram mais graves e começamos a busca de soluções para as questões de saúde dos brasileiros. Brasil Colônia, Brasil Império, Brasil República, um passeio pela história da saúde pública no país, sempre marcada pelas diferenças sociais e pela falta de prioridade nos investimentos do governo. Apesar dos muitos avanços e conquistas, continuamos na busca de soluções.
*Com informações do Programa Sala de Convidados/Canal Saúde e da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz.
O Ministério da Saúde acaba de lançar o Guia de Cuidados para a Pessoa Idosa, que aborda as mudanças esperadas no processo de envelhecimento, os cuidados para viver a longevidade da melhor forma, informações que ajudam a identificar situações de maus-tratos e violência e orientações para cuidadores.
No Brasil, pessoa idosa é quem tem 60 anos ou mais e esse público vem aumentando de forma acelerada. Segundo dados de 2018 do IBGE, o País conta com mais de 30,2 milhões de idosos, o que representa 14,6% da população.
Para a coordenadora de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa, Lígia Gualberto, “o guia busca qualificar o conhecimento que se tem sobre a temática do envelhecimento e prepara a sociedade para lidar melhor com essa fase da vida comumente permeada por tantos desafios. A ideia é também, por meio da divulgação de conhecimento qualificado, transformar o modo, muitas vezes negativo, como a nossa cultura ainda tem pensado, sentido e agido diante do envelhecimento, e com isso, combater estereótipos, preconceitos e discriminação contra as pessoas idosas”.
Lígia explica, ainda, que “o Brasil integra a estratégia global proposta pela OMS ‘Década do Envelhecimento Saudável (2021-2030)’, que visa estruturar uma sociedade com melhores condições de vida para a pessoa idosa, desafio ainda mais relevante diante do contexto atual de acelerada transição demográfica no País. Esse material faz parte das ações que compõem a estratégia”.
O secretário de Atenção Primária à Saúde, Nésio Fernandes, destaca que o guia é uma das iniciativas para aperfeiçoarmos o atendimento à população dessa faixa etária para triar, estratificar, registrar e orientar melhor o cuidado compartilhado. “A população brasileira segue o padrão de envelhecimento acelerado da América Latina e nosso sistema precisa se preparar para reconhecer e melhorar os processos de cuidado dessa população”, finaliza.
Estrutura
O guia está dividido em quatro módulos para facilitar o entendimento, com informações essenciais sobre as diferentes dimensões da vida da pessoa idosa, organizadas em capítulos.
A primeira parte trata dos aspectos gerais do processo de envelhecimento, senescência e senilidade, além de direitos das pessoas idosas, segundo as políticas públicas vigentes relacionadas ao envelhecimento. Em seguida, a temática da pessoa idosa independente e autônoma, com foco no envelhecimento saudável, e orientações para autocuidado, vacinação, prevenção de doenças e agravos, promoção da saúde e prevenção de maus-tratos e violência.
A obra também traz orientações para quem cuida da pessoa idosa, englobando diferentes condições do processo de envelhecimento que demandam acompanhamento, apoio e cuidados diversos. E as redes de apoio social formal e informal.
A publicação foi produzida pelo Departamento de Gestão do Cuidado Integral (DGCI), por meio da Coordenação-Geral de Articulação do Cuidado Integral e da Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa na Atenção Primária e contou com a contribuição de especialistas de áreas multidisciplinares.
Ministério da Saúde
O livro ‘Lei Geral da Proteção de Dados e o Controle Social da Saúde’ está disponível em acesso aberto no site da Editora Redeunida. A obra é organizada pela pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), Angélica Baptista Silva e pelo pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Francisco José Aragão Pedroza Cunha. O lançamento presencial do livro ocorreu durante a 17ª Conferência Nacional de Saúde, em Brasília. A publicação traz um amplo panorama sobre a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados nos diversos segmentos do controle social.
Além de um panorama geral sobre a LGPD, a publicação é dividida em três eixos que exploram como sua aplicação é possibilitada no controle das epidemias; no cuidado das pessoas com deficiência; na garantia do cuidado à saúde de mulheres, idosos, indígenas e LGBTI+; na assistência farmacêutica; na ética em pesquisa; entre outros importantes nichos que pulverizam o controle social.
Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e participação social
A Lei Geral de Proteção de Dados, em vigor no Brasil desde agosto de 2020, é uma importante conquista relacionada à proteção dos direitos fundamentais de liberdade e privacidade da população brasileira. O marco regulatório tem por objetivo garantir a inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem de todas as pessoas, definindo que ninguém ou nenhuma empresa pode se beneficiar de informações privadas com intuito lucrativo, por exemplo.
Lançado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e pela Editora Rede Unida, o livro é um desdobramento do seminário "LGPD na Saúde: o CNS como articulador dos interesses da sociedade brasileira em Defesa da Vida", realizado pelo Conselho Nacional de Saúde, em parceria com a Fiocruz, em setembro de 2021. O Seminário está disponível na íntegra no Canal do CNS no Youtube. O evento contou com nove mesas redondas que discutiram três eixos de ação, entre eles: Acesso Universal à Saúde na Sociedade da Informação; Governo, Transformação Digital, Cidadania e o Controle Social da Saúde; e Aspectos da Saúde Digital e da Ética em Pesquisa à Luz da LGPD.
Segundo os autores de ‘Lei Geral da Proteção de Dados e o Controle Social da Saúde’, Angélica Baptista Silva e Francisco José Aragão Pedroza Cunha, “a coletânea visa contribuir com o cenário da governança das informações em saúde e a literacia dos atores do controle social na transição digital da saúde, suas práticas e tecnologias emergentes associadas”. O prefácio do livro é assinado pelo presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto. De acordo com ele, o CNS defende a ética no uso de dados em políticas públicas e pesquisas, pois as informações de usuários do SUS devem, a qualquer custo, ter a privacidade garantida.
O livro, disponível em acesso aberto no site da Editora Redeunida, faz parte da série editorial Participação Social e Políticas Públicas, destinada à disseminação de produções científicas e técnicas no campo temático da participação social na saúde e nas demais políticas públicas, na perspectiva da democratização, das inovações institucionais e do alcance de direitos humanos.
Saiba mais sobre a série Participação Social e Políticas Públicas.
#ParaTodosVerem Banner com fundo escuro, no lado esquerdo está o nome do livro: Lei Geral de Proteção de Dados e o Controle Social da Saúde, de Angélica Baptista Silva e Francisco José Aragão Pedroza Cunha (organizadores). Ao lado direito, a imagem gráfica do livro com capa verde, com o título no centro e o nome dos organizadores no topo.
Um concurso literário organizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai selecionar textos de estudantes brasileiros para compor um livro que tem a importância da vacinação como tema central. O 1º Concurso Portinho Livre de Literatura Infantojuvenil está com inscrições abertas até 25 de agosto. Podem participar estudantes de 13 a 16 anos (no período da inscrição), matriculados em escolas públicas ou particulares de todo o país.
Os candidatos devem escrever um texto — em formato dissertativo ou narrativo — sobre o tema “O bonde da vacina: cuidar de si para cuidar do outro”. Os textos serão avaliados por banca julgadora formada por profissionais da Fiocruz. E os 30 melhores trabalhos irão integrar um livro, a ser publicado pela Portinho Livre, selo de obras infantojuvenis da Fundação. A pessoa responsável pelo melhor trabalho será convidada a participar do lançamento do livro, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em outubro, no campus Manguinhos da Fiocruz, no Rio de Janeiro.
Acesse o regulamento e Inscreva-se já!
O concurso
Esta é a primeira edição do Concurso Portinho de Literatura Infantojuvenil, organizado pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Neste primeiro ano, o prêmio celebra o cinquentenário do Programa Nacional de Imunizações (PNI), criado para garantir à população do país acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde.
O prêmio também marca o lançamento da Portinho Livre. Plataforma que, ao reunir livros infantojuvenis em acesso aberto, recorre ao poder da literatura para instigar o interesse pela ciência, pela saúde pública e pela cidadania.
O bonde da vacina
Tomar vacinas é a melhor forma de se proteger de inúmeras doenças graves. Apesar disso, muita gente tem optado por não se vacinar, o que deixa a população exposta a doenças que antes não eram mais uma preocupação, pondo em risco a vida de milhares de pessoas. O concurso tem o objetivo de fazer adolescentes e jovens refletirem sobre a importância das vacinas, incentivando o pensamento crítico a respeito da responsabilidade coletiva de cada um de nós. É um convite à consciência cidadã e ao debate de temas como desinformação, saúde pública e desafios para o futuro. Além disso, é um testemunho do que pensa a juventude brasileira, hoje, a respeito da vacinação.
➡️ Inscreva-se: 1º Concurso Portinho Livre de Literatura Infantojuvenil
Estão abertas as inscrições dos processos de seleção de alunos e alunas para o mestrado e o doutorado presenciais do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). Candidatos interessados podem se inscrever até 12 de setembro. O processo seletivo é para admissão no primeiro semestre de 2024.
Serão oferecidas 16 vagas para doutorado e 20 para mestrado, com reserva para pessoas com deficiência, negras – pretas e pardas – e indígenas. Atualmente, todos os discentes que solicitaram bolsas, e cumpriram os requisitos necessários, foram contemplados.
O programa desenvolve suas pesquisas em três linhas: “Informação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde”; “Comunicação, Poder e Processos Sociais em Saúde”; e “Informação para Análise, Vigilância, Monitoramento e Avaliação em Saúde”.
Para saber mais sobre o calendário e as etapas, os requisitos, os detalhes e as pontuações do processo seletivo, além das informações detalhadas sobre documentos necessários para inscrição, regras para candidatos estrangeiros, confira os editais:
Além das Chamadas Públicas e dos Adendos disponíveis no link acima, as informações sobre o processo estarão sempre disponíveis no site do PPGICS. Caso ainda persista alguma dúvida, perguntas poderão ser enviadas diretamente à secretaria acadêmica, pelo e-mail: processoseletivo.ppgics@icict.fiocruz.br
A sessão do Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) desta sexta-feira, 4 de agosto, abordará o tema ‘Oswaldo Cruz: o cientista e o político’ com a historiadora e pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Ana Luce Girão Soares de Lima.
Na ocasião, a coordenadora do Departamento de Jornalismo e Comunicação (Dejor/IOC), Raquel Aguiar, atuará como mediadora.
A atividade será transmitida pelo canal do IOC no Youtube a partir das 10h.
Acompanhe ao vivo:
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
#ParaTodosVerem banner com fundo cinza, ao centro está escrito "Centro de Estudos - Instituto Oswaldo Cruz", abaixo, a data 4 de agosto de 2023 e o tema do encontro "Oswaldo Cruz: o cientista e o político".
No dia 1º de agosto, às 14h, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) vai realizar a aula inaugural do curso de especialização em Gestão e Tecnologias do Saneamento, coordenado pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA/Ensp).
O evento vai contar com as palestras do coordenador do Programa Institucional de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Fiocruz, Guilherme Franco Netto, e da secretária de Meio Ambiente e Mudança do Clima do município do Rio de Janeiro, Tainá de Paula.
O curso de especialização em Gestão e Tecnologias do Saneamento tem como objetivo tornar o corpo discente apto para atuar tanto no desenvolvimento de projetos de pesquisa e de ação, quanto na realização de assessorias técnicas e de gestão nos campos do saneamento e da saúde ambiental.
A aula acontecerá na sala 412 da Ensp, localizada na Rua Leopoldo Bulhões, 1.480, Manguinhos, Rio de Janeiro/RJ.
#ParaTodosVerem banner com fundo verde, no topo está escrito “Aula Inaugural: curso de especialização em Gestão e Tecnologias do Saneamento”. Abaixo, as fotos da secretária de Meio Ambiente e Mudança do Clima do Município do Rio de Janeiro, Tainá de Paula, e do coordenador do Programa Institucional de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade da Fiocruz, Guilherme Franco Netto. A aula será realizada no dia 1º de agosto, às 14h, na sala 412 da Ensp, localizada na Rua Leopoldo Bulhões, 1.480, Manguinhos, Rio de Janeiro/RJ.
A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) abriu as inscrições para o Curso de Qualificação Profissional sobre Princípios e Práticas de Vigilância em Saúde 2023. O prazo para os interessados se candidatarem é até 25 de agosto. A formação continuada traz os conceitos, métodos e práticas da Vigilância em Saúde, priorizando a Vigilância Epidemiológica, com foco na investigação e avaliação. Ao todo, 30 vagas estão disponíveis e os interessados em participar devem acessar o Campus Virtual Fiocruz, onde é possível acessar o edital do curso e inscrever-se.
O curso possui carga horária total de 30 horas e será ofertado de maneira presencial, às segundas e quintas-feiras, na Ensp, das 9h às 12h30. O início do curso será em 2 de outubro e o término em 23 de novembro.
Nesta formação continuada, o profissional vai conhecer os conceitos e fundamentos da Vigilância em Saúde e sua evolução na história e as lições dos grandes programas de erradicação de doenças. Além disso, vai reconhecer os diferentes tipos de Sistemas de Vigilância e aprender a planejar, executar e avaliar uma investigação epidemiológica de campo. Por fim, conhecerá os métodos utilizados na avaliação de sistemas de Vigilância em Saúde e os sistemas de informação da Vigilância em Saúde.
O curso se destina a profissionais graduados em nível superior ou nível médio técnico em qualquer área de Saúde e afins.
O curso de Vigilância em Saúde era oferecido tradicionalmente no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Saúde Pública da Ensp aos futuros doutores. Em 2022, pela primeira vez, ele foi adaptado para alcançar os profissionais de saúde de nível técnico. O intuito é que esses profissionais conheçam novos conceitos e experiências da Vigilância em Saúde. O curso é coordenado pelos pesquisadores do Departamento de Epidemiologia da Ensp, Fernando Verani e Célia Regina de Andrade.
A formação continuada é organizada pelo Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde (Demqs/Ensp) e conta com a colaboração de docentes do Departamento de Endemias e do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador da Escola. A ampliação de sua oferta é uma estratégia para promover a popularização da ciência, com a inclusão dos profissionais de nível médio, que terão conhecimento de importantes conceitos da vigilância epidemiológica e poderão se atualizar.
#ParaTodosverem Banner com fundo cinza, no topo o desenho de um homem e uma mulher de jaleco, a mulher segura uma prancheta e há um microscópio, gráficos na parede e vidros atrás dela, ao seu lado o homem segura uma lupa gigante apontada para o planeta Terra, na lupa é possível ver vírus no planeta. Abaixo do desenho o nome do curso: Princípios e Práticas de Vigilância em Saúde - 2023, abaixo do título o período de inscrições, para quem se destina o curso, período e horários das aulas.