A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) promoverá o seminário internacional Divulgação científica na Ibero-América: práticas, públicos e transformações técnicas (séculos 19 a 21), nos dias 18 e 19 de abril, em Manguinhos, no Rio de Janeiro. O evento será presencial no Salão de Conferência Luiz Fernando Ferreira, no Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), com transmissão pelo canal da COC no YouTube. Não há necessidade de inscrição prévia.
O encontro visa contribuir para o avanço do conhecimento sobre a história da divulgação científica no Brasil e no espaço ibero-americano, questionando as relações entre as práticas de mediação cultural na ciência, a configuração de novos públicos ou audiências e as transformações técnicas. Voltado para pesquisadores, estudantes de pós-graduação, divulgadores da ciência e demais interessados no tema, sua programação inclui conferências e mesas-redondas com a participação de pesquisadores do Brasil, da Argentina, do Chile, do México e de Portugal.
A programação conta ainda com o lançamento do livro Astronomía, Literatura Y Espiritismo: Camille Flammarion en América Latina no Brasil, editado por Verónica Ramírez, Elisa Sevilla e Agustí Nieto-Galan. A publicação reúne estudos de 13 autores que abordam experiências de circulação, tradução e apropriação científica de trabalhos do astrônomo e divulgador francês Camille Flammarion (1842-1925), cuja obra teve um grande impacto na cultura latino-americana no final do século 19 e início do século 20.
O seminário é um dos produtos do projeto “História da mediação cultural das ciências no Brasil: atores, práticas culturais e circulação do conhecimento científico – séculos XIX e XX”, apoiado pelo Edital Proep-COC 2021 – CNPq, coordenado pela pesquisadora Kaori Kodama (COC/Fiocruz)
Confira abaixo a programação:
18 de abril
9h – Abertura do Seminário
Magali Romero Sá, Vice-diretora de Pesquisa e Educação (COC/Fiocruz); Gisele Sanglard, chefe do Departamento de Pesquisa em História das Ciências e da Saúde (COC/Fiocruz); Ana Carolina Gonzalez, chefe do Museu da Vida Fiocruz (COC/Fiocruz); Kaori Kodama, (COC/Fiocruz)
9h15 – Conferência de abertura
“Inovação e revolução na edição e circulação de livros: automatismos explicativos e notas críticas” – Nuno Medeiros, Centro de Estudos Comparatistas/Universidade de Lisboa (Portugal)
10h30 às 11h – Coffee break
11h – Mesa 1 – “Suportes”: ciências nos impressos
Moderadora: Moema Vergara (Mast)
– Albert Blanchard e o mercado de impressos científicos entre Brasil e França na virada do século XIX para o XX – Rogério Monteiro Siqueira, Escola de Artes, Ciências e Humanidades/USP
– A divulgação científica direcionada às mulheres no século XIX – Karoline Carula (Instituto de História/UFF)
13h às 14h – Intervalo para almoço
14h – Mesa 2 – “Públicos”: ciências para crianças e jovens
Moderadora: Mª Rachel Fróes da Fonseca (COC/Fiocruz)
– O público infantil: intelectuais, mídias e divulgação do conhecimento – Ângela M. de Castro Gomes, Centro de Ciências Humanas e Sociais/Uni-Rio; UFF
– Las lecturas geográficas en el Diario de los Niños (1839-1840) – Rodrigo Ortega Baez, Departamento de Historia-SUAyED de la Facultad de Filosofía y Letras/UNAM (México) (on-line)
– Jornal Joca: ciência, tecnologia e cultura para crianças e jovens – Andrea Borges Leão, Programa de Pós-Graduação em Sociologia/UFC (on-line)
– “O amor à terra”: Meio ambiente, conhecimento agrícola e mediação cultural na obra infantil e juvenil de Tales de Andrade – Patrícia Tavares Raffaini, Instituto de Estudos Brasileiros/USP
19 de abril
9h30 – Mesa 3 – “Práticas: Mediação cultural, formação de públicos e interseccionalidades
Moderador: Renilson Beraldo, Universidade Estadual do Paraná
– Vulgarização das ciências para a classe trabalhadora: o caso da Biblioteca do Povo e das Escolas (Portugal-Brasil, 1881-1915) – Josiane Silva de Alcântara, Sistema de Bibliotecas e Informação/UFRJ
– A saúde da mulher e dos filhos na Eu sei tudo: indústria farmacêutica, propaganda e divulgação científica no Brasil do Entreguerras – Andréa Casa Nova Maia, Instituto de História, PPGHIS/UFRJ.
– José Miguel Covarrubias e a projeção social do conhecimento sobre o México indígena e antigo (anos 1930 aos 1950) – Gabriela Pellegrino Soares, Departamento de História, FFLCH/USP
10h30 às 11h – Coffee break
11h – Mesa 4 – “Práticas”: mediação cultural das mulheres
Moderadora: Kaori Kodama, COC /Fiocruz
– Beatriz Roquete Bojunga no Instituto Nacional de Cinema Educativo: uma intelectual mediadora? – Sheila Schvarzman, Programa de Comunicação/Universidade Anhembi Morumbi
– Dyrce Lacombe e a formação das mulheres cientistas – Nara Azevedo, COC /Fiocruz; Luiz Otávio Ferreira, COC /Fiocruz
12h30 às 13h30 – Intervalo para almoço
14h – Mesa 5 – “Suportes”: circulação de conhecimento, divulgação científica e transformações técnicas
Moderadora: Andrea Casa Nova, UFRJ
– Tecnologias de reprodução de imagens, vulgarização das ciências, globalização e materialidade editorial no Brasil: publicações da Laemmert e Garnier, 1898-1903 – Helena de Barros, Esdi/Uerj
– Técnicas e suportes na construção de públicos para a astronomia popular: experiência, circulação e agência material (c. 1850-1950) – Thomás Augusto Santoro Haddad (Escola de Artes, Ciências e Humanidades/USP
– Conferências na Biblioteca Nacional: ciência e cultura na Primeira República do Brasil – Moema Vergara, Mast
15h30 – Conferência de Encerramento (Conferencia de Clausura)
– “Leer y escribir la ciencia: Editoras, redactoras y traductoras del saber científico en la prensa chilena de fines del siglo XIX y principios del XX” – Verónica Ramírez, Facultad de Artes Liberales/Universidad Adolfo Ibañez (Chile) (on-line)
– Lançamento do livro: Astronomía, literatura y espiritismo: Camille Flammarion en América Latina, com apresentação de Thomás Augusto Santoro Haddad, Escola de Artes, Ciências e Humanidades/USP
#ParaTodosVerem: Ao lado esquerdo, foto de mulheres em uma cerimônia, todas com as mãos em cima de um papel que está na mesa, outra foto de uma mulher em frente a um grande relógio antigo, e a foto de uma criança brincando. Ao lado direito, informações sobre o evento, como o nome, data e hora.
O ano letivo do Programa de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária (PPGVS) do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) foi iniciado com a aula inaugural ‘Inteligência Artificial na educação, pesquisa e divulgação científica’.
A apresentação foi ministrada pelo professor Dr. André Silva Pimentel, docente do Departamento de Química da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), em 26 de março.
Inteligência Artificial
De acordo com o professor, a Inteligência Artificial (IA) pode ser aplicada à educação científica, à divulgação científica e à pesquisa científica.
• IA na educação científica:
– como se pergunta é muito importante, pois quanto mais precisa a pergunta, melhor será a resposta;
– é necessária a alfabetização em IA, isto é, o desenvolvimento das capacidades, comportamentos e práticas para apropriação.
• IA na divulgação científica:
– a IA gera imagem, áudio e texto em minutos, muito mais rapidamente do que uma pessoa;
– permite a criação de vídeos a partir de fotos ou textos.
• IA na pesquisa científica:
– não é possível substituir um experimento, mas a IA pode predizer propriedades físico-químicas importantes para o planejamento de fármacos a partir de um conjunto de dados experimentais;
– embora possa ser benéfica, a IA não substitui o ser humano, porque não é capaz de criar, inventar.
IA na sala de aula
Dr. André Silva Pimentel pontuou, ainda, que assim como é possível aprender uma linguagem nova e ser alfabetizado nela, é possível que os professores aprendam a usar a Inteligência Artificial para construir uma nova abordagem em sala de aula.
“A maioria dos estudantes usa IA na aula e nas tarefas em casa. Se o professor ou profissional não aprender a usar, vai acabar se sentindo um peixe fora da água e desatualizado”, declarou.
O Programa de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária (PPGVS) do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) terá sua aula inaugural no dia 26 de março, às 14h, no auditório Sérgio Arouca do Instituto (Av. Brasil, 4.365 - Manguinhos, ao lado da creche). O tema é “Inteligência Artificial na educação, pesquisa e divulgação científica”. A aula será ministrada pelo professor Dr. André Silva Pimentel, docente do Departamento de Química da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio).
O evento é aberto ao público geral, gratuito e não requer inscrição prévia. Haverá tradução com intérprete de libras.
Sobre o palestrante:
André Silva Pimentel é pós-doutor pela Nasa Goddard Space Flight Center, dos Estados Unidos; Cientista do Nosso Estado (CNE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e pesquisador CNPq nível 2.
A Fiocruz vai receber jovens meninas, entre 14 e 20 anos, dos territórios da Maré e de Manguinhos, para passarem o dia na Fundação e celebrar o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. Serão realizadas atividades integrativas de Divulgação Científica, roda de conversa com jovens que construíram sua carreira na ciência e que seguem se reafirmando e conquistando espaço na luta para diminuir a desigualdade nessa área, e egressas de Programas da Fiocruz. Participantes vão compartilhar suas experiências para inspirar novas cientistas.
O evento acontecerá na quinta-feira, 7 de março, das 9h às 16h30, de forma inteiramente presencial e gratuita. As Participantes receberão certificação pela Fiocruz. Para participar do evento, é necessário realizar a inscrição pelo Campus Virtual Fiocruz.
O Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, comemorado em 11 de fevereiro, foi instituído em 2015 pela Assembleia das Nações Unidas (ONU) e passou a integrar o calendário de eventos da Fundação em 2019. Nesse mesmo ano, a Fiocruz instituiu o Programa Mulheres e Meninas na Ciência, vinculado à Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic/Fiocruz), com o objetivo de dar acesso e assegurar a participação feminina de forma plena e igualitária na ciência e tecnologia. O Grupo de Trabalho Mulheres e Meninas na Ciência, também criado nessa época, é responsável pela coordenação de projetos em todo o país.
Serviço:
Data: 7 de março;
Horário: 9h às 16h30;
Local: Auditório de Bio-Manguinhos (RJ).
Confira a programação:
9h - Abertura
10h - Roda de Conversa
14h - Atividades integradas
16h - Cultural
*Com informações da VPEIC/Fiocruz.
#ParaTodosVerem Banner com fundo roxo, no topo está escrito: Atenção, alunas da Educação Básica do Rio de Janeiro. Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Dia 07/03, das 09h às 16h30. Abaixo, o QR Code para a inscrição. No canto inferior esquerdo, a foto da torre do castelo da Fiocruz com um fundo verde em volta.
A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) recebe, dia 1º de abril, às 10h, o historiador Rodrigo Patto Sá Motta para a aula inaugural '1964: história e historiografia de um projeto modernizador-autoritário', sobre o golpe civil-militar ocorrido no Brasil há 60 anos e seus desdobramentos. O evento abre o ano letivo dos cursos de pós-graduação das áreas de história, patrimônio cultural e divulgação científica da instituição.
Aberta ao público, a atividade contará com moderação do pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz Gilberto Hochman e será realizada no Salão de Conferência do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus da Fiocruz em Manguinhos, zona norte do Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no YouTube e tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), Motta é professor titular do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Especialista nas áreas de História do Brasil República e História Contemporânea, com ênfase no campo da História Política, ele tem vasta produção científica sobre golpe de 1964, ditadura militar, anticomunismo e memória e política universitária, temas que abordou em livros como Passados presentes – O golpe de 1964 e a ditadura militar (Zahar, 2021); Em guarda contra o perigo vermelho: o anticomunismo no Brasil (Eduff, 2020); Jango e o golpe de 1964 na caricatura (Zahar, 2006) e As universidades e o regime militar: cultura política brasileira e modernização autoritária (Zahar, 2014).
Motta realizou estudos de pós-doutorado e atuou como professor-pesquisador visitante na Universidade de Maryland (2006-2007) e como Professor visitante na Universidad de Santiago de Chile (2009), na Universidad Nacional de Colombia (2015), no IHEAL da Universidade de Paris III (Cátedra Simón Bolivar, 2016), na Universidad Nacional de Rosario (2017), na Universidad Nacional de General Sarmiento (2018) e na Universidad Nacional de San Martín (2019). Ele prestou assessoria à Comissão da Verdade em Minas Gerais e, entre 2013 e 2015, foi presidente da Associação Nacional de História (ANPUH).
Aula de abertura da Casa de Oswaldo Cruz
Tema: 1964: história e historiografia de um projeto modernizador-autoritário
Convidado: Rodrigo Patto Sá Motta (UFMG – CNPq)
Dia: 1º de abril de 2024
Horário: 10h
Local: Salão de Conferência do CDHS (Manguinhos/RJ)
O uso massivo da internet e o intenso compartilhamento de informações via redes sociais digitais desencadearam transformações profundas nas formas de se comunicar, colocando-nos diante de novos e complexos desafios que marcam a era da pós-verdade. Entre eles, destaca-se a circulação desenfreada de desinformação, com graves consequências para a sociedade, em diferentes temas. Para abordar essa questão que atinge fortemente a ciência e a divulgação científica, o evento “Desafios da desinformação e possibilidades para a divulgação científica”, promovido na Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), debaterá o tema sobre distintos aspectos e com pesquisadores de diferentes áreas. O evento começa em 11 de março, no auditório do Museu da Vida Fiocruz, no campus Manguinhos da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. As palestras serão abertas ao público. Na parte da tarde dos dias 12 e 13 de março, acontecerão as oficinas “O desafio da desinformação: compreendendo a recepção” e “O Desafio da Desinformação: Em Busca de uma melhor Divulgação Científica”, para os alunos da especialização e do mestrado.
O professor Luis Felipe Miguel, da Universidade de Brasília (UnB), falará na palestra com título “Política e ciência política nas redes: desinformação e divulgação científica”, na tarde de 11 de março. Na manhã do dia seguinte, será a vez do pesquisador Marcelo Alves, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), abordar a governança, economia política e aspectos sociomateriais da desinformação. Já a pesquisadora da Fiocruz e coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Comunicação Pública da Ciência, Luisa Massarani, trará um panorama da pesquisa em desinformação no Brasil e América Latina.
O último dia de evento contará com a palestra do pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fiocruz (Icict/Fiocruz), Igor Sacramento, com o tema “A Evidência como Experiência: A Cisma e a Desinformação sobre Vacinas como uma Concorrência Discursiva”. O pesquisador e diretor de Ciência na Sociedade do Instituto Gulbenkian de Ciência, de Portugal, Antonio Gomes da Costa, abordará o abuso do modelo de déficit, a pouca ênfase dada ao processo de validação em ciência e o negligenciamento do público adulto.
Além de abrir o ano letivo da especialização e do mestrado em divulgação da ciência, o evento é parte do projeto “O desafio da desinformação em saúde: compreendendo a recepção para uma melhor divulgação científica”, capitaneado pelo Núcleo de Estudos da Divulgação Científica, do Museu da Vida Fiocruz e apoiado pelo Edital PROEP-COC 2021 – CNPq, além do auspício da RedPOP.
Os programas de pós-graduação em divulgação científica da COC contam com a parceria do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), da Fundação Cecierj e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Serviço
Título: “Desafios da Desinformação e Possibilidades para a Divulgação Científica”
Datas e Horários:
11/3: 14h-17h – evento aberto ao público em geral
12 e 13/3: 9h-12h – evento aberto ao público geral
12 e 13/3: 14h-17h – evento apenas para os alunos dos cursos de mestrado e especialização
Local: Auditório do Museu da Vida Fiocruz - Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro - RJ.
O evento não requer inscrição prévia
Estão abertas as inscrições para a 6ª edição do Meeting on Thymus Transcriptome and Cell Biology (Encontro sobre Transcriptoma e Biologia Celular do Timo), que acontece nos dias 27 e 28 de novembro de 2023, no Pavilhão Leônidas Deane, no campus Manguinhos-Maré da Fiocruz (Avenida Brasil, 4.365 - Rio de Janeiro).
Organizado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) – por meio do Laboratório de Pesquisas sobre o Timo – em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o encontro tem como objetivos a divulgação da pesquisa científica realizada no país envolvendo genética e biologia celular do timo; a indução de novas colaborações científicas nacionais e internacionais; e a formação de recursos humanos na área.
O evento é gratuito e aberto ao público em geral. Inscrições e mais informações pelo Campus Virtual Fiocruz.
É possível aprender ciência jogando? Nos dias 18 e 19 de setembro, o evento “Divulgação científica, Educação em Saúde e Jogos de tabuleiro” promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) mostrará como recursos lúdicos podem ser fortes aliados no ensino de temas da ciência e da saúde. Informações e inscrições por meio do Campus Virtual Fiocruz.
Com mesas temáticas, palestras e tendas de jogos, a iniciativa promoverá diálogos com pesquisadores que utilizam recursos lúdicos como facilitadores do ensino em ciência e saúde. Os participantes também poderão mergulhar no universo dos games e jogar diversos jogos comerciais e autorais, bem como conhecer mecânicas para a produção de novos materiais.
O evento será realizado no Pavilhão Leonidas Deane, no campus Manguinhos-Maré da Fiocruz (Avenida Brasil, 4365 - Rio de Janeiro).
Estão abertas as inscrições dos processos de seleção de alunos e alunas para o mestrado e o doutorado presenciais do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). Candidatos interessados podem se inscrever até 12 de setembro. O processo seletivo é para admissão no primeiro semestre de 2024.
Serão oferecidas 16 vagas para doutorado e 20 para mestrado, com reserva para pessoas com deficiência, negras – pretas e pardas – e indígenas. Atualmente, todos os discentes que solicitaram bolsas, e cumpriram os requisitos necessários, foram contemplados.
O programa desenvolve suas pesquisas em três linhas: “Informação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde”; “Comunicação, Poder e Processos Sociais em Saúde”; e “Informação para Análise, Vigilância, Monitoramento e Avaliação em Saúde”.
Para saber mais sobre o calendário e as etapas, os requisitos, os detalhes e as pontuações do processo seletivo, além das informações detalhadas sobre documentos necessários para inscrição, regras para candidatos estrangeiros, confira os editais:
Além das Chamadas Públicas e dos Adendos disponíveis no link acima, as informações sobre o processo estarão sempre disponíveis no site do PPGICS. Caso ainda persista alguma dúvida, perguntas poderão ser enviadas diretamente à secretaria acadêmica, pelo e-mail: processoseletivo.ppgics@icict.fiocruz.br
A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) oferece o curso livre "Acessibilidade cultural: desafios e construção de estratégias para a divulgação científica e a educação museal" na modalidade presencial. O curso é gratuito e está aberto para profissionais graduados e estudantes de qualquer graduação. As inscrições estão disponíveis até 15 de agosto através do Campus Virtual Fiocruz.
O curso tem como objetivo propor reflexão e discussão sobre as interfaces entre acessibilidade cultural, divulgação científica e educação museal.
Durante a inscrição, o candidato deverá anexar no campo indicado uma carta de intenção esclarecendo os motivos que o levaram a escolher o curso, além do currículo Lattes. São 13 vagas disponíveis para a formação, que conta com carga horária de 28 horas.
As aulas ocorrerão no Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS) da COC, localizado na Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro.
*Com informações da COC/Fiocruz
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
#ParaTodosVerem Banner com fundo verde, no centro o tema do curso livre presencial, Acessibilidade cultural: desafios e construção de estratégias para a divulgação científica e a educação museal. Abaixo os nomes dos professores, no lado direito do banner informações sobre as inscrições e aulas.