O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) está com inscrições abertas para os processos seletivos do Programa de Pós-graduação ‘Stricto sensu’ em Medicina Tropical 2026. O prazo de inscrições para o Doutorado será até 4 de fevereiro de 2026 e para o Mestrado até 12 de fevereiro de 2026. As inscrições podem ser realizadas pelo Campus Virtual Fiocruz.
Inscreva-se já pelos links:
Áreas de concentração:
• Doenças Infecciosas e Parasitárias (DIP)
• Diagnóstico, Epidemiologia e Controle (DEC)
As bolsas de estudo disponíveis serão implementadas de acordo com a ordem de classificação final dos candidatos.
Doutorado
Objetivo: Formar pesquisadores e docentes de nível superior, qualificando-os para o desenvolvimento de pesquisas básicas e aplicadas no campo da Medicina Tropical, proporcionando a identificação e manejo de questões associadas a aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais e integrar as tecnologias estabelecidas e as inovadoras para pesquisa na área biomédica para o reconhecimento dos determinantes socioeconômicos e ambientais das doenças transmissíveis.
Público-alvo: Profissionais da área de saúde e correlatas, com graduação em Ciências Biológicas, Biomedicina, Medicina, Enfermagem, Nutrição, Farmácia, Medicina Veterinária, Microbiologia, Biotecnologia, Saúde Coletiva e áreas afins, portadores de diploma ou de ata de defesa do mestrado no ato da matrícula.
Serão disponibilizadas até 14 vagas.
Mestrado
Objetivo: Iniciar a formação de pesquisadores e docentes de nível superior, qualificando-os para o desenvolvimento de pesquisas básicas e aplicadas no campo da Medicina Tropical, proporcionando a identificação, manejo de questões associadas a aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais e integrando tecnologias estabelecidas e inovadoras para pesquisa na área biomédica para o reconhecimento dos determinantes socioambientais das doenças transmissíveis.
Público-alvo: Área de concentração DEC: Profissionais de nível superior, com graduação em Ciências Biológicas, Biomedicina, Enfermagem, Nutrição, Farmácia, Medicina Veterinária, Microbiologia, Biotecnologia, Fisioterapia e Saúde Coletiva e áreas afins. Área de concentração DIP: Profissionais de nível superior com graduação em Medicina.
Serão disponibilizadas até 15 vagas, sendo 10 vagas destinadas à área DEC e cinco vagas destinadas à área DIP.
+Acesse as chamadas de seleção no link: pgmt.ioc.fiocruz.br/processo-seletivo
Alô, profissionais da saúde! A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) prorrogou as inscrições de duas formações para profissionais que atuam na gestão do cuidado ou na gestão de sistemas e serviços de saúde! Até 1º de fevereiro, candidatos podem se inscrever na Especialização Lato Sensu em Política, Planejamento e Gestão em Saúde e na Especialização Técnica em Política, Planejamento e Gestão em Saúde.
Para garantir que a sua inscrição seja homologada, você precisa completar o cadastro em duas etapas.
1) Cadastro no sistema de inscrições da Fiocruz:
2) Para ambos > Envio da documentação exigida:
sead.epsjv.fiocruz.br/login
Se ainda ficou com alguma dúvida, você pode conferir todas as orientações nos editais de cada um dos cursos:
Estão abertas, até 23 de fevereiro de 2026, as inscrições para a Pós-Graduação Lato Sensu em Ciência, Arte e Cultura na Saúde 2026, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O curso, criado em 2010, tem um caráter interdisciplinar, multidisciplinar e inovador,com objetivo de qualificar profissionais que queiram trabalhar na interface de 'ciênciarte', cultura e saúde, desenvolvendo novas práticas pedagógicas com fundamentação teórica, fortalecendo, assim, as políticas de humanização, promoção da saúde e de práticas integrativas e complementares na saúde, do SUS. As inscrições podem ser realizadas através do Campus Virtual Fiocruz.
Os candidatos podem apresentar formação superior nas áreas de educação, artes, cultura e saúde que atuam ou desejam aturar de forma integrada entre esses campos. A carga horária é de 510 horas, sendo 375 horas equivalentes às disciplinas obrigatórias e 135 horas relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso. Serão oferecidas 10 vagas.
A duração mínima do curso será de 12 meses e máxima de 24 meses, contados a partir do mês/ano da matrícula inicial no curso até o mês/ano da efetiva defesa do Trabalho de Conclusão de Curso. Os nove primeiros meses são dedicados as aulas teórico-práticas, às segundasfeiras e às quartas-feiras, das 9h às 17h, e o restante, à elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
+Confira aqui a Chamada completa!
Acesse para mais informações: bit.ly/pgcacs
Informações e contato:
Priscila Barboza
Secretaria Acadêmica - Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz)
Tel:(21) 2562-1419 / 2562-1201
Email: pglscacs@ioc.fiocruz.br
Avenida Brasil, 4.365, Pavilhão Arthur Neiva - Manguinhos
Cep: 21040-360 - Rio de Janeiro - RJ
#ParaTodosVerem Banner com uma imagem da torre do castelo Mourisco da Fiocruz no canto superior esquerdo. No restante da imagem há as seguintes informações: Instituto Oswaldo Cruz - Pós-Graduação Lato Sensu, Ciência, arte e cultura na saúde, turma 2026 com 10 vagas. O público-alvo são profissionais das áreas de educação, artes, cultura e saúde que atuam ou desejam atuar de forma integrada entre esses campos, com diploma de graduação reconhecido pelo MEC. As inscrições são de 25 de janeiro a 23 de fevereiro de 2026.
O Simpósio Internacional de Imunobiológicos (10th International Symposium on Immunobiologicals – ISI) chega a sua décima edição este ano. Organizado por Bio-Manguinhos/Fiocruz, o evento fará parte das comemorações dos 50 anos do Instituto que é hoje o maior produtor público de vacinas da América Latina. O período para submissão de resumos acontecerá de 23 de fevereiro a 9 de março. O Simpósio reúne anualmente especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes para debater temas de ponta relacionados a vacinas, biofármacos e reagentes para diagnóstico, além de apresentar avanços em desenvolvimento tecnológico, produção, gestão e mercado em um setor considerado estratégico para a saúde pública.
“O ISI 2026 vai acontecer em momento histórico para Bio-Manguinhos e reforça um compromisso do Instituto que vai além da produção de vacinas, biofármacos e kits diagnóstico: trata-se de contribuir com a produção de conhecimento e a inovação científica para o desenvolvimento de soluções inovadoras para o SUS e para a saúde global”, comemora a diretora de Bio, Rosane Cuber.
Em sua décima edição, o ISI celebra uma trajetória marcada pela excelência científica, pela troca de conhecimentos e pela construção de parcerias estratégicas. O simpósio reunirá profissionais do setor de saúde pública, pesquisadores e estudantes do Brasil e de diversos países, criando um ambiente dinâmico e propício à colaboração científica internacional. O objetivo do encontro é fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico em saúde global, além de ampliar a visibilidade das contribuições científicas no campo da biotecnologia.
A programação abordará temas que vão desde vacinas e biofármacos até reagentes diagnósticos, incluindo discussões sobre desenvolvimento tecnológico, produção, processamento, dinâmica de mercado e gestão nesses segmentos.
Na última edição, realizada em maio de 2025, o ISI registrou mais de 4,8 mil participantes, de 13 países. Ao longo de três dias de evento, foram promovidos painéis e debates com 63 palestrantes, além da apresentação de 156 trabalhos científicos aprovados e da concessão de nove premiações, reunindo alguns dos mais renomados especialistas em imunobiológicos e saúde pública.
“O ISI é um espaço estratégico de troca e integração científica. A submissão de trabalhos fortalece a disseminação do conhecimento e a inovação em saúde. É muito importante que universidades e instituições de pesquisa incentivem a participação de estudantes e jovens pesquisadores, que terão a oportunidade de conhecer tecnologias modernas em vacinas e biofármacos debatidas por especialistas nacionais e internacionais”, destaca o coordenador da Comissão Científica e Tecnológica e um dos fundadores do evento, Akira Homma.
Acesse aqui o regramento para submeter resumo e pôster.
#ParaTodosVerem Banner com fundo azul escuro e uma molécula de DNA no canto superior direito, no centro as seguintes informações: 10th International Symposium on Immunobiologicals, 2026. Conecte-se com quem promove inovação em saúde, inscrições e submissão de trabalhos de 23 de fevereiro a 9 de março.
Como os saberes da agroecologia se relacionam com a saúde? Na 13ª edição do Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), que reuniu cerca de 6 mil participantes em Juazeiro, na Bahia, a convivência com os territórios, a valorização dos saberes ancestrais e a produção de alimentos saudáveis foram apontados como caminhos para garantir saúde e enfrentar a crise climática.
É possível construir uma relação de equilíbrio com a terra ao fortalecer este outro “agro”, que é também interlocução, inovação, justiça ambiental e produção de vida. A reportagem de capa mostra que é preciso não somente defender modos de produção de alimentos que respeitem o ambiente, mas também proteger a vida das pessoas que tradicionalmente vivem e cuidam dos territórios.
Outra matéria de destaque na edição aborda a necessidade de fechamento dos manicômios judiciários e hospitais de custódia, bem como a construção de alternativas que substituam esse modelo perverso pelo cuidado com dignidade na Rede de Atenção Psicossocial (Raps) do SUS. Na edição, você confere ainda: calendário da Fiocruz Pernambuco retrata cenas do SUS em arte popular; Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) capacita profissionais de saúde há 15 anos; onda de feminicídios chama atenção para a crescente violência de gênero.
+ Acesse aqui
#ParaTodosVerem Imagem de uma bandeira com diversas frutas e flores bordadas, no centro está escrito: Sem agroecologia não há saúde, convivência com territórios e alimentos saudáveis são alternativas à crise climática.
No dia 27 de janeiro, o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz) realiza o webinário Doenças Tropicais Negligenciadas no Brasil — Desigualdades Persistentes e Desafios para as Políticas Públicas de Saúde, em alusão ao Dia Mundial das Doenças Tropicais Negligenciadas, celebrado em 30 de janeiro. O evento acontece das 10h às 12h, com transmissão pelo canal da Vídeo Saúde, reunindo pesquisadores, gestores públicos e representantes de movimentos sociais para discutir avanços, limites e perspectivas no enfrentamento dessas enfermidades no país.
Historicamente associadas à pobreza, às desigualdades sociais e à exclusão do acesso a serviços de saúde, as doenças tropicais negligenciadas expressam de forma contundente os desafios estruturais do Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar dos avanços nas áreas de pesquisa, vigilância epidemiológica e formulação de políticas públicas, persistem obstáculos relacionados ao cuidado integral, à sustentabilidade das ações e ao enfrentamento do estigma e da discriminação que afetam pessoas e comunidades atingidas.
A abertura do evento será realizada pelo coordenador do CEE-Fiocruz, Rômulo Paes de Sousa. A mesa será moderada por Alda Cruz, vice-presidente de Pesquisa e Coleções Biológicas da Fiocruz, e por Tânia Fonseca, coordenadora das atividades do Programa Brasil Saudável na instituição. Como palestrantes, participam a ex-ministra da Saúde Nísia Trindade, pesquisadora do CEE-Fiocruz, que abordará o contexto histórico, social e político das doenças tropicais negligenciadas no Brasil, e a sanitarista Patrícia Werlag, assessora técnica do Departamento de Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, que apresentará as estratégias intersetoriais do Programa Brasil Saudável.
O debate contará ainda com a participação da jornalista Pollyane Medeiros, coordenadora do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Jaboatão/PE, e líder do Movimento Nacional das Doenças Negligenciadas (MNDN), trazendo a perspectiva das pessoas afetadas, com foco em direitos, cuidado e enfrentamento do estigma. Ao final, haverá espaço para perguntas das moderadoras e do público, reforçando a proposta de escuta qualificada e diálogo plural.
Ao promover este encontro, o CEE-Fiocruz reafirma seu compromisso com a equidade, os direitos humanos e o fortalecimento do SUS, contribuindo para uma reflexão crítica e integrada sobre os caminhos necessários para a superação das doenças tropicais negligenciadas no Brasil.
Webinário Doenças Tropicais Negligenciadas no Brasil — Desigualdades Persistentes e Desafios para as Políticas Públicas de Saúde
Data: 27 de janeiro
Horário: 10h às 12h
Transmissão: Canal da Vídeo Saúde
Realização: Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz)
Nosso autor do Sextas de Poesia é Guimarães Rosa, escritor da alma do sertão. Com seu lirismo regional, é um recriador da linguagem e inventor de mundos.
O poema escolhido para ilustrar o Sextas faz parte de "Ave, palavra”, livro póstumo de Guimarães Rosa, lançado em 1970, três anos após a morte do autor. A publicação mistura poesia, releitura de conto de fadas e uma declaração de amor a Minas Gerais.
Autor do clássico brasileiro “Grande Sertão: Veredas”, Guimarães Rosa foi um dos mais importantes escritores do movimento modernista de literatura. Sobre o amor, ele dizia "O amor tenteia de vereda em vereda, de serra em serra... o amor, mesmo, é a espécie rara de se achar...".
#ParaTodosVerem Ilustração do rosto de uma mulher com os olhos fechados, ela possui sobrancelhas e cabelos escuros, acima da sua cabeça e misturado com o seu cabelo, há flores e pássaros coloridos, no centro do banner um poema de Guimarães Rosa: "Ave, Palavra":
Amar é a gente querer se
abraçar com um pássaro
que voa.
O último domingo de janeiro é o dia em que celebra-se o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, data que coincide com o Dia Mundial de Combate à Hanseníase, campanhas que marcam o mês de janeiro pelo movimento "Janeiro Roxo", que visa conscientizar e alertar sobre a doença, sua cura, a importância do diagnóstico precoce e tratamento gratuito pelo SUS para evitar sequelas e estigma.
A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae, bactéria que afeta a pele, os nervos periféricos, olhos e mucosa nasal. Seus sintomas incluem manchas claras ou avermelhadas com alteração de sensibilidade, dormências e fraqueza muscular. Se não tratada precocemente, pode levar a incapacidades físicas permanentes. Carregando ainda mitos e estigma, a hanseníase está fortemente relacionada a condições econômicas, sociais e ambientais desfavoráveis. Sua alta endemicidade compromete a interrupção da cadeia de transmissão, tornando-se imprescindível a incorporação de ações estratégicas que visem garantir o atendimento integral às pessoas acometidas pela doença. Por isso, a campanha busca informar a população sobre os sinais e os sintomas da doença, como manchas na pele com perda de sensibilidade, dormência e fraqueza muscular, além de reforçar que o tratamento é gratuito e está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).
Ministério da Saúde divulga análise das incapacidades provocadas pela hanseníase no Brasil
O documento Inquérito das Incapacidades na Hanseníase no Brasil 2022 a 2024, divulgado em outubro de 2025, reúne informações detalhadas sobre as condições de saúde, deficiências e incapacidades físicas relacionadas à hanseníase. Os dados foram coletados a partir do Inquérito Populacional realizado no Brasil com pacientes de hanseníase diagnosticados no período de 2015 a 2019 que receberam alta por cura. O inquérito proporciona uma visão abrangente a respeito dos efeitos no pós-alta da doença nesse período.
+Acesse aqui a análise das incapacidades provocadas pela hanseníase no Brasil
+Confira todas as orientações do Ministério da Saúde sobre a hanseníase.
Fiocruz oferece curso de enfrentamento ao estigma e discriminação
O diagnóstico da hanseníase é, geralmente, acompanhado pelo preconceito da sociedade, visto que ela é crônica e transmissível. Entretanto, a discriminação relacionada a condições de saúde acontece também nos serviços de saúde, reforçando a exclusão, e, sobretudo, causando sofrimento aos pacientes. Por isso, o Campus Virtual Fiocruz oferece o curso Enfrentamento ao estigma e discriminação de populações em situação de vulnerabilidade nos serviços de saúde, que visa qualificar profissionais no enfrentamento ao estigma no contexto da atenção à saúde de diversos grupos sociais. O curso é voltado a profissionais da saúde e estudantes, mas também está aberto a todos os interessados no tema.
O curso é uma realização da Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Campus Virtual Fiocruz e a Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência, em parceria com Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Sua elaboração nasceu da necessidade de sensibilizar e instrumentalizar profissionais de saúde que estão na ponta do atendimento, visando atualizar, aprimorar e qualificar suas práticas, construções sócio-históricas que acontecem durante o processo de trabalho e por meio da interação entre tais profissionais e os usuários dos serviços de saúde. É nessa interação que nascem também aspectos relacionados ao estigma e à discriminação, os quais, como já é sabido, promovem a exclusão social e, ao mesmo tempo, podem produzir consequências negativas que resultam em interações sociais desconfortáveis. Tais fatores são limitantes e também podem interferir na adesão ao tratamento das doenças e qualidade de vida, perpetuando, assim, um ciclo de exclusão social, que, ao mesmo tempo, reforça situações de discriminação, bem como a perda do status do indivíduo, aumentando a vulnerabilidade de pessoas e populações.
Conheça a organização do curso, separado em três macrotemas divididos em cinco módulos, com 17 aulas:
Bases conceituais:
Módulo 1 - Bases conceituais
Contexto social, político e histórico das populações vulnerabilizadas - Normas e legislações:
Módulo 2 - Estigmas relacionados a algumas doenças
Módulo 3 - Estigmas relacionados a práticas ou comportamentos
Módulo 4 - Estigmas relacionados a condições específicas
Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação
Módulo 5 - Práticas de enfrentamento ao estigma e discriminação nos serviços de saúde
A Associação Brasileira de Saúde (Abrasco) e a Fiocruz, em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps), tornam pública a abertura doas inscrições para a Turma 6 do Mestrado Profissional em Saúde da Família (ProfSaúde), em Rede Nacional.
O programa oferece 600 vagas distribuídas em 45 Instituições de Ensino Superior (IES) de todas as regiões do país, com atividades gratuitas, carga horária de 975 horas e duração prevista entre 18 e 24 meses.
Período de inscrições será de 5 de janeiro a 6 de março de 2026.
Fortaleça sua atuação na Atenção Primária à Saúde e faça parte da nova turma do ProfSaúde!
Para ampliar a representação feminina nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), a Fiocruz promove, nos dias 28 e 29 de janeiro, o II Seminário STEM na Saúde. O evento ocorrerá no Salão de Conferências do Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS), no campus Manguinhos, no Rio de Janeiro, e terá formato híbrido, permitindo participação presencial e online. Com o objetivo de debater e incentivar a inclusão de mulheres nesses campos estratégicos, a programação incluirá palestras e debates com pesquisadoras e especialistas. A iniciativa reforça o compromisso da Fiocruz com a equidade de gênero na ciência e na saúde pública.
O seminário, desenvolvido no âmbito do projeto STEM na Saúde: Mentoria para a Promoção da Equidade de Gênero na Ciência, Tecnologia e Inovação, é uma iniciativa do programa Mulheres e Meninas na Ciência (PMMC), da Coordenação de Divulgação Científica da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz). O evento conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A programação do II Seminário contempla a apresentação e o debate de temas centrais para a instituição, incluindo desigualdades regionais, impactos das políticas públicas voltadas à promoção da equidade de gênero e raça na ciência e tecnologia, experiências de mentoria e estratégias de apoio à formação de futuras cientistas.
O II Seminário é mais uma articulação da Rede Nacional STEM na Saúde, coordenada pela Fiocruz. Presente em todo o país, a Rede abrange ações de formação que vão desde a educação básica até a pós-graduação, articulando pesquisa, educação, informação, comunicação pública da ciência e da saúde e divulgação científica. Com foco em estudantes de periferias urbanas, meninas negras, quilombolas e indígenas, a Rede busca enfrentar desigualdades históricas no acesso, na permanência e na progressão de meninas e mulheres na ciência. Essa é a primeira experiência integrada da Fiocruz em rede colaborativa com outras instituições do país, consolidando o STEM na Saúde como uma iniciativa estruturante para a promoção da equidade em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I).
Foco na ciência
Esta segunda edição do seminário marca um momento histórico para a iniciativa já que vai reunir todas as bolsistas da Rede, além de 113 pesquisadoras-mentoras. “Mais do que promover a inclusão, o evento visa diminuir a sub-representação, quebrar barreiras históricas, construir equidade e moldar o futuro da ciência com a diversidade que a sociedade exige”, diz a coordenadora de Divulgação Científica da VPEIC, Cristina Araripe. A pesquisadora salienta que, um dos resultados do encontro, é o fortalecimento de “uma poderosa rede de formação e acompanhamento de trajetórias científicas em diferentes territórios do país”.
Serviço
II Seminário STEM na Saúde
Data: 28 e 29 de janeiro de 2026
Horário: 9h às 16h30
Local: Salão de Conferências do CDHS/COC/Fiocruz, Campus Manguinhos, RJ
Formato: Híbrido (presencial e por videoconferência síncrona)
Transmissão aberta: Canal da VideoSaúde no YouTube
Realização: Fiocruz, com apoio do CNPq e MCTI