Acompanhe a transmissão ao vivo do Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em comemoração aos 126 anos da unidade. Em sessão especial, a diretora do IOC, Tania Araujo-Jorge, aborda o tema 'O Jubileu Secular de Prata do IOC: reflexões, aprendizados, legados e o olhar de futuro'. A atividade ocorre no ocorre no Auditório Emmanuel Dias, no Pavilhão Arthur Neiva, no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo no canal do IOC no Youtube.
A série de palestras Encontro às Quintas promove, no dia 28 de maio, uma sessão especial em homenagem ao centenário de nascimento de Michel Foucault. A mesa será dedicada à trajetória intelectual, à atualidade e às implicações ético-políticas da obra do filósofo francês. A atividade contará com exposições dos pesquisadores da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) Carlos Estellita-Lins e Flavio Edler, além de José Nicolao Julião, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). A mediação será de Ana Teresa Venâncio, também pesquisadora da Casa.
As apresentações discutirão o caráter inovador da reflexão de Michel Foucault, situada entre a filosofia e a história, além da recepção de suas ideias no Brasil, especialmente no campo da historiografia da psiquiatria e das ciências humanas. Entre os temas em debate estão as relações entre saber e poder, a crítica à noção de controle social e a atualidade das reflexões do autor sobre política, neoliberalismo e reforma psiquiátrica. Também será abordada sua influência nos estudos sobre loucura, doença mental e psiquiatria, bem como a contribuição foucaultiana para uma nova agenda crítica das ciências humanas.
Carlos Estellita-Lins é pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) e colaborador do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional/UFRJ. Desenvolve pesquisas sobre história da psiquiatria e da psicanálise, antropologia da saúde, epistemologia das ciências da vida, antropoceno e pensamento de Michel Foucault, Georges Canguilhem e Nietzsche. É autor de Trocando Seis por Meia-Dúzia: Suicídio Enquanto Emergência do Rio de Janeiro, lançado pela Mauad Editora em 2012.
Na Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Flavio Edler atua nas áreas de história das ciências, da medicina e da saúde. Doutor em Saúde Coletiva pelo IMS/UERJ, suas pesquisas concentram-se na história da medicina, epistemologia e circulação de saberes científicos, com destaque para os debates sobre racionalidade científica e historiografia das ciências da saúde. É autor, entre outros, de Ensino e profissão médica na Corte de Pedro II, publicado pela Editora da Universidade Federal do ABC em 2014.
José Nicolao Julião é professor titular da UFRRJ. Possui graduação, mestrado e doutorado em Filosofia, com formação pela UFRJ e pela Unicamp, além de estágios de pesquisa e pós-doutorados em universidades europeias. Atua nas áreas de filosofia da história, Nietzsche, teoria do conhecimento, ética e política, sendo autor de diversos livros sobre filosofia e modernidade. Entre eles, destaca-se A Filosofia Histórica e o Caráter Criativo do Passado em Nietzsche: Renascimento e Iluminismo, da Editora Via Veritas, lançado em 2026.
A debatedora Ana Teresa Venâncio é graduada em Sociologia e Ciência Política pela PUC-Rio, com mestrado e doutorado em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ e pós-doutorados na Espanha e na UERJ. Pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz e professora do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Fiocruz, dedica-se à história da psiquiatria, da assistência psiquiátrica e das representações sociais da loucura e da doença mental. É organizadora, ao lado de Allister Dias, de O Hospício da Praia Vermelha: do Império à República (Rio de Janeiro, 1852-1944), das Editoras Unifesp e Fiocruz, publicado em 2022.
Encontro às Quintas – 4ª sessão
Centenário de Michel Foucault
Expositores: Carlos Estellita-Lins (COC/Fiocruz), Flávio Edler (COC/Fiocruz) e José Nicolao Julião (UFRRJ)
Debatedora: Ana Teresa Venâncio (COC/Fiocruz)
Coordenação: Marcos Chor Maio
Data: 28/5
Horário: 10h
Local: Auditório Luiz Fernando Ferreira, no Centro de Documentação em História da Saúde (CDHS), campus da Fiocruz, em Manguinhos.
Farmanguinhos vai realizar, nesta quarta-feira, 27 de maio, às 10h, o Centro de Estudos com o tema Reologia aplicada ao desenvolvimento de medicamentos e à caracterização de medicamentos.
A palestra será ministrada pela gerente e pesquisadora do Grupo de Reologia da PUC-Rio, Priscilla Varges. O evento será transmitido pelo canal de Farmanguinhos no Youtube.
Será emitido certificado aos participantes inscritos pelo formulário de participação.
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Olival Freire Junior, será o palestrante da próxima edição do Núcleo de Estudos Avançados do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), marcada para 27 de maio, às 14h. A atividade terá como tema “CNPq – 75 anos de Ciência para um País Soberano: Desafios para o Próximo Quadriênio”. O evento será transmitido pelo canal do IOC no YouTube.
O encontro vai reunir um corpo de debatedores de excelência, representativo das diversas regiões do país, instituições de ensino e pesquisa e áreas do conhecimento.
Participam da sessão:
O Núcleo de Estudos Avançados do IOC é coordenado pelo pesquisador emérito da Fiocruz, Renato Cordeiro. A atividade integra o Fórum Brasileiro de Estudos Avançados (Fobreav).
Edição:
Renata Silva da Fontoura
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
#ParaTodosVerem: Imagem em tons roxo e lilás, com informações sobre o Núcleo de Estudos Avançados do Instituto Oswaldo Cruz. A palestra terá como tema “CNPq – 75 anos de Ciência para um País Soberano: Desafios para o Próximo Quadriênio” e será ministrada pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Olival Freire Junior, no dia 27 de maio de 2026, às 14h, pelo youtube.com/CanalIOC. Na imagem, aparecem as fotos e nomes dos demais debatedores.
A forma como os saberes ancestrais e as ciências indígenas podem transformar as práticas de pesquisa, saúde e comunicação científica no Brasil e a urgência de ampliar a presença Indígena na produção, circulação e divulgação do conhecimento científico, estiveram na pauta do 16º Encontro Virtual de Divulgação Científica (EVDC) da Fiocruz. Em parceria com o Fórum de Divulgação Científica da Fiocruz, o encontro integrou as atividades promovidas pela Fiocruz dentro da programação do Abril Indígena.
Esta edição foi mediada por Diádiney Helena de Almeida e contou com a participação de Ana Lucia de Moura Pontes e Raquel Paiva Dias Scopel. As pesquisadoras reforçaram que é mais do que hora de os Povos Indígenas passarem a ser referenciados como autores e produtores de conhecimento, e não apenas como objetos de pesquisa e fontes de informação.
Diádiney Helena de Almeida, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), primeira pesquisadora Indígena concursada da instituição, afirmou que “os desafios do diálogo entre as ciências Indígenas e a ciência moderna representam um convite à reflexão sobre o acesso e as condições de formação de cientistas Indígenas em um contexto marcado pelo racismo”. Segundo a pesquisadora, é preciso “reconhecer as barreiras ainda presentes na produção científica e discutir caminhos para ampliar o protagonismo desses sujeitos nos espaços de pesquisa e de construção do conhecimento”.
Diádiney pontuou que os Povos Indígenas historicamente foram tratados mais como objetos de pesquisa do que como sujeitos e autores ou autoras de suas próprias investigações. Para ela, é necessário refletir criticamente sobre as condições de comunicação e divulgação dos resultados dessas pesquisas a fim de compreender quem produz conhecimento, para quem ele é comunicado e de que forma essas narrativas são construídas.
“Não é só disseminação de informação, é uma prática de disputa e política. Ao hierarquizar saberes, o conhecimento científico ocidental deslegitimou os conhecimentos Indígenas. É preciso pensar o protagonismo de forma ampla a fim de combater o racismo, os silenciamentos de autorias Indígenas e garantir que as pesquisas estejam comprometidas com o bem viver dos Povos Indígenas”, reforçou.
A valorização das ciências e medicinas indígenas a ampliação da presença de pesquisadores indígenas nos espaços acadêmicos e a necessidade de transformar a comunicação científica foram destacadas por Ana Lúcia Pontes, pesquisadora da Ensp. Coordenadora do Centro de Operações da Emergência Yanomami, entre janeiro e julho de 2023, Ana Lúcia falou sobre os desafios da produção, disseminação e comunicação da informação na agenda de saúde dos Povos Indígenas. Ela destacou que as ações afirmativas na graduação e na pós-graduação específica para os povos Indígenas devem ser fortalecidas com estratégias na divulgação, ampliação do acesso aos editais e fortalecimento da comunicação. “Temos que reconhecer também a falta de representatividade indígena nas instituições acadêmicas”, afirmou.
Tomando como base os filmes produzidos no âmbito da pesquisa que está desenvolvendo sobre saúde, sustentabilidade e controle social, focada nas experiências de participação social, a pesquisadora Raquel Scopel, que atua no escritório da Fiocruz Mato Grosso do Sul, destacou a importância do cinema no contexto da saúde dos Povos Indígenas. “O cinema é luta, seja para denunciar os processos que afetam a vida, a saúde e os direitos desses povos, seja para denunciar os conflitos territoriais. Mas, esse não é o único sentido da produção do cinema indígena. Além de ser produzido para fora, ele também tem o objetivo de falar para quem está dentro das aldeias”, ressaltou.
#ParaTodosVerem Banner com fundo verde escuro e verde claro, no topo está escrito: 16º Encontro Virtual de Divulgação Científica, Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/FIOCRUZ) convida: Saberes indígenas e Divulgação Científica, no canto inferior direito há uma figura ilustrativa do castelo da Fiocruz e três fotos de mulheres, a mediadora será Diádiney Helena de Almeida (ENSP), uma mulher branca, de cabelos lisos escuros e óculos de armação quadrada, Ana Lucia Pontes (Ensp) também irá participar, uma mulher branca com cabelos escuros e óculos de armação quadrada, a outra participante é Raquel Paiva Dias Scopel (Fiocruz MS), uma mulher branca com cabelos escuros presos e blusa preta.
Nesta terça-feira, 19 de maio, a edição do Centro de Estudos FMA|VPAAPS - Fiocruz Mata Atlântica| Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde trará temática referente aos Povos e Comunidades de Matrizes Africanas. A convidada é Joana Bahia, Professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Com Doutorado em Antropologia PPGAS/Museu Nacional, seus principais tópicos de pesquisa são transnacionalização religiosa, mediunidade, religiões afro-brasileiras (Umbanda, Candomblé, quimbanda), religião e espaço público e identidades étnicas e raciais.
Palestra: Comida como modo de vida: oferendas e formas de alimentar o mundo
Convidada: Joana Bahia – Uerj
Data: 19/4 (terça-feira)
Horário: 10h
Local: campus Fiocruz Mata Atlântica
Endereço: Fiocruz Mata Atlântica- R. Sampaio Corrêa, s/n - Jacarepaguá. Transmissão pelo Canal do Youtube.
#ParaTodosVerem Banner com fundo azul e as seguintes informações: Semana da ancestralidade dos povos e comunidades de matrizes africanas, comida como modo de vida: oferendas e formas de alimentar o mundo, será no dia 19/06 às 13h30, no Campus Fiocruz Mata Atlântica, transmissão pelo youtube. Na parte inferior uma foto da palestrante Joana Bahia(UERJ), uma mulher branca com cabelos escuros cacheados, sorri para a foto.
O Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) promoverá, nos dias 14 e 15 de maio, às 10h, uma série de programações científicas.
Na quinta-feira, 14 de maio, acontecerá a Sessão Extraordinária com o tema "UNLOCKING NEW FRONTIERS IN MOSQUITO VIRUS CONTROL: ANTIVIRAL APPROACHES VIA VECTORS & SKIN MICROBES", apresentada pela professora da KU Leuven, Leen Delang. A mediação será do pesquisador do Laboratório de Bioquímica e Fisiologia de Insetos do IOC, Fernando Genta, em um evento híbrido, presencial no auditório Maria Deane, no Pavilhão Leonidas Deane, com transmissão ao vivo pelo canal do IOC no Youtube.
Na sexta-feira, 15 de maio, será realizada a Sessão Integrada ao Jubileu de 50 anos da Pós-Graduação em Biologia Parasitária. O encontro terá como título "MEMÓRIAS DA PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA PARASITÁRIA DO IOC: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM BIOLOGIA" e contará com a palestrante Maria de Nazaré Soeiro, do laboratório de Biologia Celular do IOC. A mediação deste debate será feita por Carlos Roberto Alves, do laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas do IOC. Esta atividade também será um evento híbrido, presencial no auditório Maria Deane, no Pavilhão Leonidas Deane, com transmissão ao vivo pelo canal do IOC no Youtube.
#ParaTodosVerem Banner com fundo branco, é um cartaz institucional de divulgação de eventos acadêmicos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), No topo aparece o título: CENTRO DE ESTUDOS – INSTITUTO OSWALDO CRUZ, ao lado direito há um quadro destacando: 14 e 15 MAIO, horário às 10H, o cartaz divulga dois eventos híbridos, um em cada dia. Dia 14 de maio haverá SESSÃO EXTRAORDINÁRIA, com o título UNLOCKING NEW FRONTIERS IN MOSQUITO VIRUS CONTROL: ANTIVIRAL APPROACHES VIA VECTORS & SKIN MICROBES, com Leen Delang, professora da KU Leuven, uma mulher branca, com cabelos escuros curtos, cm uma foto ao ar livre, com mediação de Fernando Genta, pesquisador do Laboratório de Bioquímica e Fisiologia de Insetos do IOC, será um evento híbrido, transmissão ao vivo pelo YouTube local presencial será no Pav. Leonidas Deane – Aud. Maria Deane. No dia 15 de maio o evento terá o título MEMÓRIAS DA PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA PARASITÁRIA DO IOC: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM BIOLOGIA, a palestrante é uma mulher branca com cabelos castanho, sorrindo em frente a uma estante de livros, seu nome é Maria de Nazaré Soeiro, a mediação será com Carlos Roberto Alves - laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas do IOC, transmissão ao vivo pelo YouTube, local presencial no Pav. Arthur Neiva – Aud. Emmanuel Dias.
O Centro de Estudos do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) promove, na próxima sexta-feira, 15 de maio, às 14h, a sessão online com o tema “Emergências e (in)visibilidades da comunicação e da saúde na construção de territorialidades”.
O encontro propõe refletir sobre os cenários da Comunicação e da Saúde em comunidades ribeirinhas da Amazônia, a partir das vivências de uma pesquisa desenvolvida na região do Baixo Rio Madeira, entre Rondônia e Amazonas, em territórios impactados pelas alterações ambientais provocadas pelo garimpo.
A palestra será ministrada por José Gadelha da Silva Junior, doutor em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS/Icict/Fiocruz), jornalista da Fiocruz Rondônia e pesquisador das dinâmicas sociais e territoriais da Amazônia.
O debate contará ainda com a participação de Inesita de Araújo e Arthur Serra Massuda, pesquisadores do PPGICS/Icict/Fiocruz, que trarão reflexões sobre desigualdade, territorialidades, comunicação e saúde na região amazônica.
A transmissão ao vivo será pelo canal da VideoSaúde no Youtube.
#ParaTodosVerem Banner de um cartaz institucional de divulgação de um seminário promovido pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz). O design utiliza tons de bege, no topo está escrito: Seminário - Emergências e (in)visibilidades da comunicação e da saúde na construção de territorialidades. Será no dia 15 de MAI/26 às 14h, palestrante principal será José Gadelha Jr (Fiocruz Rondônia), um homem branco com cabelos escuros e terno azul, há dois debatedores, um homem branco com cabelos e barba escura, Arthur Massuda (PPGICS/ICICT/Fiocruz e Instituto Zé Cláudio e Maria), a outra debatedora será Inesita Soares de Araujo, uma mulher branca, com cabelos grisalhos compridos (PGICS/ICICT/Fiocruz), transmissão será ao vivo.
Como as imagens captadas pelas ruas das cidades podem contribuir para a pesquisa em saúde pública? Essa é uma pergunta que ajuda a entender sobre a apresentação da pesquisadora Aline Rodrigues nas Sessões Colaborativas do Programa de Computação Científica da Fiocruz, no próximo dia 13 de maio, às 12h30.
Assistente social, mestre em Comunicação e Informação em Saúde pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e atualmente trabalhando na Secretaria Municipal de Saúde de Niterói, Aline apresenta a pesquisa “Uso da ecometria para descrever o contexto do uso de drogas e fatores associados, utilizando imagens do Google Street View: uma revisão de escopo”.
O estudo investiga como imagens do Google Street View vêm sendo utilizadas para analisar características do ambiente urbano associadas à saúde, à vulnerabilidade social e ao consumo de drogas.
A pesquisa se baseia na ecometria, um método que permite observar e medir elementos do espaço urbano a partir de imagens em nível da rua. A técnica é aplicada em estudos de saúde envolvendo temas como obesidade, atividade física, violência e condições ambientais, mas de acordo com o estudo, ainda é pouco explorada em investigações relacionadas ao uso de drogas.
Revisão analisou estudos publicados entre 2012 e 2025
O levantamento mapeou 39 estudos publicados entre 2012 e 2025 e identificou um crescimento acelerado do uso da ecometria com imagens do Google Street View, sobretudo após 2018 e em países chamados de alta renda. Apesar da expansão do campo, apenas dois estudos analisados abordaram diretamente o uso de drogas.
A revisão também identificou diversidade metodológica entre as pesquisas. Cerca de 43% dos estudos utilizaram classificação automatizada de imagens, enquanto 38% recorreram à análise manual. Segundo a pesquisadora, a ausência de protocolos padronizados é um desafio para a consolidação da técnica em diferentes contextos.
Potencial para políticas públicas de saúde
Entre as recomendações apresentadas pela pesquisa estão o desenvolvimento de protocolos comuns, a realização de validações locais e o incentivo a estudos voltados para a realidade brasileira. A proposta é ampliar o uso da ecometria como ferramenta de apoio às políticas públicas de saúde, especialmente em temas relacionados à vulnerabilidade social e ao consumo de drogas em áreas urbanas.
Como participar das Sessões Colaborativas PROCC
As Sessões Colaborativas PROCC são promovidas pela Fiocruz e pela The Global Health Network América Latina e Caribe (TGHN LAC). Os encontros acontecem online, de forma gratuita e são abertos ao público.
Serviço
Sessões Colaborativas PROCC
Data: 13 de maio de 2026
Horário: 12h30
Apresentação: “Uso da ecometria para descrever o contexto do uso de drogas e fatores associados, utilizando imagens do Google Street View: uma revisão de escopo”
Apresentadora: Aline Rodrigues
Formato: online e gratuito
Link: tinyurl.com/bdemcaz7
#ParaTodosVerem Banner com fundo branco, nele as seguintes informações: Sessões colaborativas PROCC, Uso da ecometria para descrever o contexto do uso de drogas e fatores associados, utilizando imagens do Google Street View: uma revisão de escopo, será no dia 13/05/2026, às 12h30, online, feito pelo zoom. No lado direito do banner há uma foto da palestrante, uma mulher branca, com cabelos lisos e escuros, seu nome é Aline Rodrigues, Assistente social, mestre em Comunicação e Informação em Saúde pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz).
O controle de arboviroses e o uso de dados sociais e de saúde para avaliação de políticas públicas guiarão as discussões do terceiro seminário do 33º Ciclo de Debates do Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde (Nethis), que acontece no dia 14 de maio, das 14h às 16h.
+Faça sua inscrição no Campus Virtual Fiocruz.
A atividade abordará como diferentes estratégias em saúde pública podem contribuir para orientar políticas e enfrentar desafios relacionados às condições de vida e ao acesso à saúde. Em contextos como o Delta do Parnaíba, ponto focal desta edição do Ciclo de Debates, essas questões ganham contornos próprios ao envolver fatores ambientais e vulnerabilidades sociais.
O seminário é aberto ao público e terá transmissão ao vivo pelo canal da Fiocruz Brasília no YouTube. Confira a composição da mesa de debate.
– Luciano Moreira, pesquisador da Fiocruz e líder do Método Wolbachia no Brasil (World Mosquito Program)
Tema: A Jornada de uma Bactéria contra Arboviroses
– Maurício Barreto, coordenador científico do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia)
Tema: Coorte de 100 milhões de Brasileiros, Estudo da Saúde da População e Avaliação do Impacto de Políticas e Intervenções
Moderação:
– Cláudio Maierovitch, pesquisador da Fiocruz Brasília
A Escola de Governo Fiocruz – Brasília emitirá certificado para os participantes inscritos que acompanharem a atividade. Não perca!
+Faça sua inscrição no Campus Virtual Fiocruz.
Essa atividade integra a programação do Observatório Armagedom, que focaliza temas estratégicos sobre a saúde pública, buscando contribuir para a formulação de políticas públicas, em especial, quanto ao enfrentamento de doenças infecciosas.
Mais informações: (61) 3329-4661 | nethis@fiocruz.br
#ParaTodosVerem Banner com uma fotografia no topo de uma paisagem com dunas de areia claras, água em primeiro plano, pequenos barcos e algumas cabanas à beira da praia, no topo está o título: Políticas Públicas e Impactos Socioeconômicos: um diálogo interdisciplinar. Logo abaixo, lê-se: 33º Ciclo de Debates do Nethis | 14 de maio - 14h. Na metade inferior do cartaz aparecem três fotografias de participantes do evento. Luciano Moreira — pesquisador da Fiocruz e líder do Método Wolbachia no Brasil (World Mosquito Program). O tema associado é: A Jornada de uma Bactéria contra Arboviroses, ele é um homem branco, com camisa social. Maurício Barreto — coordenador científico do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia). O tema associado é: “Coorte de 100 milhões de Brasileiros, Estudo da Saúde da População e Avaliação do Impacto de Políticas e Intervenções, ele é um homem com barba e cabelos brancos, está com uma blusa xadrez e óculos. O moderador será Cláudio Maierovitch — pesquisador da Fiocruz Brasília, um homem branco com cabelo e barba branca, está com uma blusa no tom escuro e óculos.