Participe da próxima sessão científica da Fiocruz Bahia na sexta-feira, 6 de setembro, às 9h. De tema "Novas ferramentas de controle vetorial", o evento será presencial, no Auditório Sonia Andrade da Fiocruz Bahia, e contará com transmissão ao vivo através da plataforma Zoom.
O palestrante será Henrique Silveira, doutor em Parasitologia pelo Imperial College (Reino Unido) e Professor Catedrático no Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa (Portugal). O grupo de investigação que coordena está atualmente centrado no estudo da malária, nomeadamente nas interações entre o parasita e o mosquito. O seu objetivo é desenvolver ferramentas eficazes para bloquear a transmissão da malária pelos mosquitos Anopheles.
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
#ParaTodosVerem Banner com fundo branco, no canto superior direito está escrito: Sessão Científica, logo abaixo no centro do banner, os dizeres: Novas ferramentas de controle vetorial. O palestrante será Henrique Silveira, da Universidade Nova de Lisboa. No canto inferior direito, informações sobre o evento, será presencial, no Auditório Sonia Andrade, no dia 6 de setembro, às 9 horas, em uma sexta-feira. No canto inferior direito, a foto do palestrante, um senhor branco, com cabelos e barba grisalhos, ele usa um óculos de armação escura e uma blusa de gola azul, e sorri para a foto.
Na sexta-feira, 30 de agosto, a Fiocruz Bahia debate, em sessão científica, as "Implicações do dimorfismo sexual nos desfechos da Covid-19", a partir das 9h. Para participar remotamente, basta acessar a plataforma Zoom.
A palestrante será a Professora Associada de Imunologia e Neuroimunoendocrinologia da Universidade de São Paulo (USP), Cristina Cardoso, graduada em Odontologia, mestra em Imunologia e Parasitologia Aplicadas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e doutora em Imunologia Básica e Aplicada pela USP.
Atua no desenvolvimento de projetos de extensão à comunidade e comunicação científica, em especial na área de promoção da acreditação na ciência pela população e incentivo à vacinação. No contexto de pesquisa, atua como Docente e orientadora credenciada do Programa de Pós-Graduação em Imunologia Básica e Aplicada da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e do Programa de Pós-Graduação em Biociências e Biotecnologia, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (USP).
Tem experiência em imunologia celular e clínica, modulação da resposta imune de mucosas, doença inflamatória intestinal, influência dos hormônios na resposta imune e imunoendocrinologia. Desenvolve e orienta estudos focados em doenças inflamatórias crônicas, projetos translacionais e imunologia de precisão em Doenças Inflamatórias Intestinais, COVID-19 (aguda e sequelas a longo prazo) e desregulação da homeostasia intestinal por SARS-CoV-2. Estabeleceu e coordena, em colaboração com outros pesquisadores, o consórcio de pesquisas ImmunoCOVID, direcionado à busca de soluções para a pandemia.
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
Onde acessar o Sistema Único de Saúde (SUS)? Para responder a essa dúvida de muitos jovens brasileiros, a Agenda Jovem Fiocruz (AJF), em parceria com a Fiocruz Bahia, produziu a cartilha Jovens na Trilha do SUS como parte do evento Fiocruz Para Você 2024 no Rio de Janeiro e em Salvador.
Acesse a cartilha Jovens na Trilha do SUS
Com 28 páginas, a cartilha contém um guia prático detalhando os vários serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), desde a atenção primária à alta complexidade, inclusive serviços específicos como o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena. O objetivo dessa publicação é suprir uma necessidade de muitos jovens brasileiros, que não têm familiaridade com o atendimento da Saúde Pública, e buscam frequentemente o serviço errado ou deixam de cuidar da saúde por desconhecerem as opções disponíveis, públicas e gratuitas.
“O funcionamento dos serviços do SUS não é óbvio para grande parte da população. É preciso sempre oferecer informação precisa e de qualidade. Para os jovens em especial, pois é um segmento que encontra muitas dificuldades de acesso aos serviços por diversas razões”, afirma o coordenador da Agenda Jovem Fiocruz, André Sobrinho.
Além de uma descrição dos serviços oferecidos pelo SUS, a cartilha também traz outras informações, como dados sobre problemas de saúde comuns na Juventude, relacionados a temas como saúde mental, saúde no trabalho e obesidade.
Um dos motes da publicação é o incentivo à saúde preventiva para a juventude. "Percebe-se que pessoas jovens têm buscado os serviços públicos de saúde apenas quando estão em situações graves, negligenciando a prevenção e até mesmo os sinais iniciais de fragilidade com a saúde", afirma Daniela Silva, pesquisadora em comunicação e cultura da Fiocruz Bahia que organizou as conversas com jovens, especialistas e gestores da saúde que resultaram na elaboração da cartilha.
A publicação também traz orientações básicas para prevenir a desinformação em temas de saúde, indica programas governamentais voltados para a juventude e divulga os direitos previstos em Lei para a população jovem no tocante à saúde e à participação política.
Agenda Jovem Fiocruz
A Agenda Jovem Fiocruz é uma plataforma colaborativa vinculada à presidência da Fiocruz que coordena diversos projetos visando a promoção da saúde para a população jovem no Brasil. Realiza iniciativas nas áreas de pesquisa, educação, informação, serviços em saúde e ações territorializadas através de redes de cooperação entre o Poder Público, movimentos da sociedade civil e unidades da Fiocruz.
Participe da próxima sessão científica da Fiocruz Bahia na sexta-feira, 9 de agosto, às 9h. De tema "Política de ações afirmativas: histórico, legislação, diálogos e práticas", o evento será presencial, no Auditório Sonia Andrade da Fiocruz Bahia, e contará com transmissão ao vivo através da plataforma Zoom.
A palestrante será a bióloga e bacharel em Biologia Marinha Hilda Gomes, graduada pela Faculdade Maria Thereza (FAMATH). Gomes é especialista em Educação Especial e em Acessibilidade Cultural pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ensino de Ciências e mestra em Educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Também atuou como educadora no Museu da Vida, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Integra o Comitê Fiocruz pela Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência, Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça Fiocruz e a Comissão Própria de Avaliação (CPA/Fiocruz). É docente dos programas de pós-graduação lato sensu da Fiocruz: Divulgação e Popularização da Ciência (COC/Fiocruz); Direitos Humanos, Acessibilidade e Inclusão (Ensp/Fiocruz); Ciência, Arte e Cultura na Saúde (IOC/Fiocruz).
Integra a Coordenação Adjunta da Especialização Direitos Humanos, Relações étnico-raciais e Saúde (Ensp/Fiocruz) e é Coordenadora de Equidade, Diversidade, Inclusão e Políticas Afirmativas (Cedipa) da Fiocruz.
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
A Fiocruz Bahia realiza, na próxima sexta-feira, 2 de agosto, a sessão científica de tema “Microbiota intestinal e saúde de crianças após intervenção alimentar escolar”. Com transmissão ao vivo através da plataforma Zoom, o evento acontecerá presencialmente no Auditório Sonia Andrade, a partir das 9h.
A palestrante será Camilla Almeida, graduada em Nutrição pela Universidade Santa Úrsula (RJ), pós-graduada em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho (RJ) e em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria / UNICSUL-SP (BA), mestra em Alimentos, Nutrição e Saúde pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e doutora em Patologia Humana pela Ufba/Fiocruz Bahia.
Também concluiu o pós-doutorado em projeto de metagenômica bacteriana intestinal humana, por meio do Programa Institucional de Pós-Doutorado (PIPD) da Fiocruz Bahia. Atualmente, é pós-graduanda em Pesquisa Clínica pela Faculdade de Educação em Ciências da Saúde (SP), por intermédio do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC-SP) e do Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Possui experiência nas áreas de assistência ambulatorial, ensino e pesquisa, com foco em desordens digestivas, microbioma intestinal, doenças parasitárias e alimentação baseada em vegetais.
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
Em sessão científica nesta terça-feira, 16 de julho, A Fiocruz Bahia abordará a "Navegação Ampliada em Vigilância Intensiva e Otimizada - NAVIO". A apresentação do tema será feita pelo pesquisador titular do Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) Luiz Alcantara. A atividade presencial começa às 10h e contará com transmissão ao vivo através da plataforma Zoom.
Alcantara é graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), mestre em Bioquímica pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) e doutor em Biologia Celular e Molecular pela Fiocruz. Também realizou dois pós-doutorados, sendo o último no Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (EUA). Além de pesquisador da Fiocruz Minas, Alcantara também é pesquisador visitante do Departamento de Genética da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Tem experiência na área de Bioquímica, Biologia Molecular e Bioinformática dos retrovírus humanos (HIV e HTLV) e arbovírus humanos (chikungunya, zika, dengue, febre amarela), atuando principalmente nos seguintes temas: vigilância genômica, epidemiologia molecular e evolução dos vírus humanos, polimorfismos nos genes dos hospedeiros de vírus humanos, correlações clínico-epidemiológicas nas viroses humanas e desenvolvimento de novas ferramentas de bioinformática para estudo dos genes dos vírus humanos/hospedeiros.
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
Em 14 de junho, a partir das 9h, a Fiocruz Bahia realiza a sessão científica de tema "Doença de Chagas: Diagnóstico e Tratamento". O palestrante será Alejandro Marcel Hasslocher-Moreno, do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). O evento será exclusivamente remoto, com transmissão ao vivo através da plataforma Zoom.
Alejandro é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e licenciado em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Fez Residência Médica em Clínica Geral no Hospital Federal de Ipanema e em Doenças Infecto Parasitárias no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da UFRJ. Mestre em Medicina (área: Medicina Tropical) pelo IOC/Fiocruz e Doutor em Ciências (Área: Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas) pelo INI/Fiocruz. Atua na área de Pesquisa Clínica, desenvolvendo trabalhos com ênfase no tratamento etiológico da doença de Chagas e em estudos de sobrevida e morbimortalidade em uma coorte urbana de pacientes portadores de doença de Chagas crônica.
Publicou mais de 110 artigos em periódicos indexados e mais de 180 trabalhos em anais de eventos, nacionais e internacionais. Está inserido em dois grupos de pesquisa do CNPq e 27 projetos de pesquisa em andamento na área de Doença de Chagas do INI-Fiocruz. Foi consultor convidado do programa de Doença de Chagas da Secretaria de Vigilância de Saúde (Ministério da Saúde) (2005-2010). Coordenou o Programa Integrado de Doença de Chagas da Fiocruz (2010-2011). Coordenou a Rede Brasileira de Atenção e Estudos em Coinfecção T. cruzi/HIV e outras condições de imunossupressão (2011-2012). Coordenou a Rede Ibero-Americana de Doença de Chagas - NHEPACHA (2022-2024).
Atua na assistência clínica de pacientes portadores de doença de Chagas no Lapclin-Chagas / INI-Fiocruz, é docente colaborador na Pós-Graduação em Pesquisa Clínica e Doenças Infecciosas do INI-Fiocruz, participa do Conselho Técnico, Administrativo e Pesquisa da Rede de Co-Infecção T.cruzi/HIV, coordena o curso EaD em Medicina Tropical (Unyleya) e é membro da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical.
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
A nova realidade das universidades em meio à era da intolerância é tema de sessão científica promovida pela Fiocruz Bahia na próxima sexta-feira, 7 de junho, às 9h. O palestrante será Wilson Gomes, professor titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA). A palestra acontece presencialmente no Auditório Sonia Andrade, na Fiocruz Bahia, com transmissão pela plataforma Zoom.
Wilson Gomes é professor Titular de Teoria da Comunicação na Universidade Federal da Bahia (UFBA), além de pesquisador e orientador no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas dessa universidade. É graduado, mestre e doutor em Filosofia (Universitas a Scte. Thomae, Roma) e graduado em Teologia (Universitas Gregoriana, Roma). Doutorou-se em 1988 com uma tese sobre a ideia de construção da realidade no Idealismo Alemão, na Fenomenologia e na Hermenêutica. Desde 1989 ensina, pesquisa e orienta na área de Comunicação, nas especialidades de comunicação e política, política em ambientes digitais e democracia digital.
É autor de Transformações da política na era da comunicação de massa (S. Paulo: Paulus, 2004 e 2008), A democracia no mundo digital (São Paulo: Edições do SESC, 2018) e Crônica de uma tragédia anunciada: Como a extrema-direita chegou ao poder (Salvador: Sagga, 2020) e mais sete livros Neste momento, é coordenador do INCT em Democracia Digital, que envolve a UFBA e mais 19 instituições de ensino superior brasileiras e 23 internacionais, além de colunista ou comentarista em alguns veículos jornalísticos (Rádio Metrópole FM, Revista Cult e Folha de S. Paulo).
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol
#ParaTodosVerem Banner com fundo branco, no topo está escrito Sessão Científica - Evento híbrido, no centro do banner o tema da sessão: "A universidade na nova era da intolerância", o palestrante será Wilson Gomes, do lado direito do banner uma foto do palestrante, um homem negro com cabelos grisalhos, óculos e vestindo terno. O evento será no dia 7 de junho, sexta-feira às 9 horas, o local será no Auditório Sonia Andrade, é possível assistir à palestra via Zoom.
Qualificar profissionais de saúde para atuar na gestão e análise de dados para o SUS, bem como oferecer a estudantes de graduação e pós-graduação da saúde os temas da informações e ciência de dados, relacionando e aplicando o conhecimento profissional aos princípios da análise de dados e informações em saúde. Esse é o objetivo do Programa de Formação em Ciência de Dados e Informações em Saúde para o Sistema Único de Saúde (SUS), que está sendo desenvolvido pela Fiocruz — sob a coordenação da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação, através do Campus Virtual — e o Ministério da Saúde, em articulação com diferentes unidades da Fundação. A etapa inicial da produção desses cursos - cujos temas abordarão informação, ciência de dados e saúde digital - foi concluída de maneira exitosa, depois da realização de uma série de encontros e uma oficina de planejamento, que reuniu representantes de todas as áreas participantes.
+Acesse o Relatório do Programa de Formação em Ciência de Dados e Informações em Saúde para o SUS
A série de reuniões de preparação e a oficina de planejamento aconteceram no decorrer do mês de maio, sendo a última etapa, um encontro gerencial de profissionais do Campus Virtual, realizado nesta sexta-feira, 24/5, para desencadear o processo de produção, que tem caráter amplo e totalmente transversal.
Pela Fiocruz, participam do Programa a Coordenação de Informação e Comunicação (Cinco/VPEIC/Fiocruz), o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde, do Instituto Aggeu Magalhães (Cidacs/IAM/Fiocruz Bahia), a Fiocruz Ceará, o Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz), a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict).
Já pelo Ministério, quem integra a iniciativa é a Coordenação-Geral de Inovação e Informática em Saúde da Secretaria de Informação e Saúde Digital (DataSUS/Seidigi/MS), sob a responsabilidade de Paula Xavier, que, durante a oficina, ressaltou a enorme capilaridade da Fiocruz, dando destaque para a riqueza das experiências e conteúdos trazidos e debatidos durante o encontro. "Foi um encontro riquíssimo, tivemos o grande desafio de articular tudo isso, mas tenho certeza que avançaremos muito juntos, pois no Ministério, com DataSUS, sem exagero, posso dizer que temos um verdadeiro patrimônio em termos de informação e saúde", disse ela.
Mapeamento de parceiros e temáticas
Antes da oficina de planejamento, realizada na sede da Fiocruz no Rio de Janeiro, nos dias 9 e 10 de maio, a equipe do Campus Virtual Fiocruz esteve em unidades e levantou áreas e parceiros-chave para a construção do Programa de Formação. Esse processo aconteceu entre os meses de janeiro e abril. Depois disso, foram desenhados mapas conceituais temáticos, compostos de mais de 70 temas, como guias para o desenvolvimento dos cursos que vão compor o programa de formação. Segundo Ana Furniel, a oficina foi um momento de validação desses mapas — que na ocasião foram analisados, trabalhos e até alterados pelos participantes —, resultando em um novo mapa conceitual temático que servirá de norte para os próximos passos. "Conseguimos sair da oficina com o desenho prévio dos três primeiros cursos: informação, ciência de dados e saúde digital. Agora, vamos avaliar tudo que foi construído e proposto durante o evento para, internamente, realinhar e reagrupar os temas, cruzar os conteúdos, ver o que é consensual e seguir os processos de desenvolvimento das formações", detalhou ela.
Integração de experiências e temas transversais
A ideia de articulação entre as diferentes unidades e institutos da Fundação é integrar experiências distintas e temas transversais, pois a instituição possui centros de excelência em ciência de dados, além de ações coordenadas sobre tal temática em várias de suas unidades. Como um grande desafio para este programa de formação, a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Machado, colocou os vários grupos de profissionais que hoje atuam no país e precisam ser preparados para lidar com as informação em saúde, informações tais que serão utilizadas não só nos processos de trabalho, mas também na formulação das políticas públicas.
Assista ao vídeo da oficina:
#ParaTodosVerem: Banner com fundo vermelho, há uma colagem com sete fotos diferentes de pessoas posando para a câmera e trabalhando, grupos só de mulheres e grupos de homens e mulheres, pessoas brancas e pretas juntas e sorrindo. No meio do banner, os dizeres: Programa de Formação em Ciência de Dados e Informações em Saúde para o Sistema Único de Saúde (SUS).
A Fiocruz Bahia realiza, na próxima sexta-feira, 24 de maio, às 9h, a sessão científica de tema 'Nanomateriais e novas tecnologias de formulação aplicados à prevenção e tratamento de doenças negligenciadas e emergentes'. O palestrante será Fábio Formiga, pesquisador da Fiocruz Pernambuco. A palestra acontece presencialmente no Auditório Aluízio Prata, na Fiocruz Bahia, com transmissão pela plataforma Zoom.
Formiga é Professor Associado da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco (FCM/UPE). Atua no setor de inovação tecnológica em saúde nas áreas de farmacologia, biotecnologia e nanotecnologia para o desenvolvimento de fármacos e medicamentos. Coordena o Lócus de Inovação Tecnológica da Indústria Farmacêutica de Pernambuco INOVAFARMA PE+, ambiente de inovação credenciado pela Secti/Facepe formado pela Fiocruz PE, Cetene, UPE, Lafepe e Aché Laboratórios Farmacêuticos.
Também é um dos coordenadores nacionais do Programa de Pesquisa Translacional em Nanotecnologia da Fiocruz e integra o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Positiva do Complexo Industrial da Saúde Brasileiro 4.0 (UFPE/CNPq) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em NanoBiofarmacêutica (UFMG/CNPq). É gestor para cooperação internacional entre a Fiocruz e a Universidade de Copenhagen (Dinamarca), onde atua como pesquisador visitante pelo Programa Erasmus. Recebeu o Prêmio Nacional de Investigação, concedido pela Sociedade Espanhola de Farmácia Industrial e Galênica SEFIG, em 2013, e Prêmio Benjamin Gilbert, concedido pela Fiocruz em 2017. Em 2021, foi eleito Rising Talent pelo Precision Nanomedicine, periódico oficial da CLINAM.
*Com informações da Fiocruz Bahia
*Lucas Leal é estagiário sob supervisão de Isabela Schincariol